Mostrando postagens com marcador Globalização. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Globalização. Mostrar todas as postagens

sexta-feira

A hora e a vez da Amazônia. O ‘interino’ franqueia área preservada para especulação mineral

.
Coisas assim como o governo temer, entre aspas, costumam vir sob encomenda e ‘governa’ na execução do script que o concebeu e ‘colocou lá’, no Planalto.

A Amazônia é um velho objeto de desejo do capital especulativo que nunca conseguiu tragar, digerir, a legislação que tenta preservar ‘alguma coisa’. Preservar não só para o próprio país, já que com tal magnitude afeta e favorece todo o planeta.

Entretanto, isto é papo de ambientalista – que por sinal andam cada vez mais raros – já que o capital tem lá sua velha ‘mono visão iconoclasta’. E valores ambientais, senão de vida, se enquadram nesta categoria.
Veja também: Índios levam parte da fatura que o temer tem que pagar para a manutenção do “seu” cargo
Logo, voltando, o tal interino e seus sócios locais... Nem sei como classificá-los... São meros detalhes no processo. São paus mandados, como se diz por aí. E os pretextos para o golpe... Com o perdão da palavra... Só servem para enganar trouxa, como se diz.

Está achando excessivamente política a introdução ao tema do artigo? Pode ser, mas, pelo que se sabe fica impossível fugir ao se tentar avaliar coisas assim sem “dar nomes aos bois”, como se diz.

         “A polêmica decisão de Temer de abrir uma área gigante da Amazônia à mineração

Governo diz que medida vai revitalizar mineração brasileira e cumprirá regras de preservação, mas especialistas apontam impactos preocupantes; espaço, do tamanho da Dinamarca, havia sido protegido na década de 1980.

Em meados de 1980, uma região da floresta amazônica entre o Pará e Amapá comparada à Serra dos Carajás por seu potencial mineral despertava o interesse de investidores brasileiros e estrangeiros.

Para salvaguardar sua exploração, o então governo militar decretou em 1984 que grupos privados estavam proibidos de explorar a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), uma área de quase 47 mil km quadrados - maior que o território da Dinamarca. A ideia era que a administração federal pesquisasse e explorasse suas jazidas.

Nos anos seguintes, no entanto, o projeto avançou pouco, e a riqueza natural da área levou à criação de nove zonas de proteção dentro da Renca, entre elas reservas indígenas. A possibilidade de mineração foi, então, banida.

Mais de três décadas depois do decreto, nesta quarta-feira, o governo federal reabriu a área para a exploração mineral, numa iniciativa que gera expectativa de empresas e preocupação de pesquisadores e ambientalistas.

Assinado pelo presidente Michel Temer, o decreto nº 9.142 extingue a Renca e libera a região para a exploração privada de minérios como ouro, manganês, cobre, ferro e outros.

Em meio à crise econômica, o Ministério de Minas e Energia argumenta que a medida vai revitalizar a mineração brasileira, que representa 4% do PIB e produziu o equivalente a US$ 25 bilhões (R$ 78 bilhões) em 2016, mas que vinha sofrendo com a redução das taxas de crescimento global e com as mudanças na matriz de consumo, voltadas hoje para a China.


Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

sábado

A História das Coisas e você nesta História

.
A historia das coisas”, The Story of Stuff, é um documentário de 22 minutos que usa uma forma de apresentação com desenhos animados e uma narradora, o que facilita, e muito, a compreensão do tema proposto que é explicar em um passo a passo inteligente o processo de produção que vai desde a sua fonte natural até o lixão, passando pela degradação do meio ambiente e o “moto” do sistema que é o consumo. E como você se insere nele.

O documentário original – aqui, dublado em português – se refere à matriz de tudo isto, os EUA, embora o paradigma venha se reproduzindo em todo o mundo onde se criou a utopia segundo a qual seria possível a reprodução do modelo norte-americano para todos os países, desde que todos seguissem as regras ditados e/ou impostas pelo sistema.

Hoje - o video foi lançado há aproximadamente 3 anos - com a crise econômica e ambiental, está ficando cada vez mais claro a não sustentabilidade deste modelo e, mais do que preservar o planeta, é necessário mudar o paradigma para preservar a vida.

Confira, vale à pena, vai perceber que você não é um elemento inerte no sistema, ou pelo menos não deveria ser, e que tudo pode começar a mudar a partir de uma mudança de atitude pessoal. Isto mesmo: sua, minha...

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

segunda-feira

1,5 bilhão de obesos e 1 bilhão de famintos #BAD11

.
É isso mesmo! 1,5 bilhão de obesos no mundo ao lado de quase 1 bilhão de famintos (925 milhões) ou pessoas que sofrem e morrem de fome, segundo pesquisa anual da Crescente Vermelho, versão da Cruz Vermelha para os muçulmanos. #BAD11

As leis de mercado que prevalecem na distribuição e venda dos alimentos engendrou uma situação onde 15% da humanidade passa fome, enquanto 20% tem sobrepeso ou é obesa, criando uma situação esdrúxula, onde, segundo a organização, os excesso alimentares matam, hoje, mais do que a fome no mundo.

 
Logo, o problema da fome não é por falta de alimentos, e sim consequência da má distribuição dos alimentos disponíveis. Dentre todas as regiões, somente algumas áreas do continente africano tem déficit na produção de alimentos, enquanto todas as demais regiões produzem alimentos em quantidade superior às suas necessidades.

Leia tambem:
Esta situação de fome, entretanto, não se resume às regiões da Ásia, no Pacífico, e da África subsaariana, ela se encontra tambem, nos países desenvolvidos.

Em 2010, os EUA distribuíram 70 milhões de dólares em tickets alimentação para suprir as necessidades de 44 milhões de cidadãos norte-americanos. A situação de empobrecimento acelerado nos EUA em função da crise econômica, deve inflar mais ainda estes números.

Fonte:TerraEco (fr.)

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

Consumo descartável e o comprometimento do meio ambiente e da vida no planeta



Uma característica marcante do sistema de produção de bens de consumo, hoje, é a obsolescência dos produtos tanto pela sua baixa qualidade como pela “superação tecnológica” ou mesmo estética, como os celulares, por exemplo.

O que parece ser bom para a indústria e o comércio é, com certeza, ruim para o nosso bolso e para o meio ambiente por motivos óbvios. Pois, uma das maiores ameaças à continuação da vida, pelo menos na forma como vimos vivendo ou como a conhecemos, é o esgotamento dos recursos naturais não renováveis e a degradação do meio ambiente.

Esgotamento tanto de recursos naturais básicos como a água, que não tem o seu consumo humano – para necessidades pessoais – como o maior, mas, sim como insumo básico de vários processos industriais, bem como o de matérias primas industriais para a produção de produtos de consumo diversos.


Nesse cenário, a responsabilidade de cada um de nós é investir mais em produtos ou bens de consumo melhores e de longa duração, e não entrar na onda inconsequênte, em termos de responsabilidade com o meio ambiente, e optar pela substituição desnecessária e o descarte puro e simples de um produto em perfeitas condições de uso e funcionamento.

Agindo assim é ceder aos modismos e as pressões da publicidade e dos meios de comunicação que vivem de criar falsas necessidades, em um “pragmatismo” irresponsável e suicida, principalmente, com o aporte de centenas de milhões de novos consumidores dos países em desenvolvimento que estão chgando agora e  igualmente interessados em consumir como todos  veem fazendo.  E, não há como convencê-los da impossibilidade, se com os elevados  níveis de consumo, principalmente dos países desenvolvidos não se vê sinais de que estejam dispostos a repensar os seus hábitos insustentáveis.

Faça um comentário e dê a sua opinião!
Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

quarta-feira

Gripe A ou Suína. O que os métodos de criação de animais teem a ver com isso?

A gripe suína deixou de vez as manchetes na mídia e, em certo sentido, frustraram os “profetas do apocalipse” que previam algo como outras versões, como a Gripe Espanhola (1918-1919), que contaminou 20% a 40% da população mundial e matou mais de 40 milhões de pessoas em todo o mundo, embora a OMS mantenha em 5 (de 6) o nível de alerta de pandemia.

Todo esse cenário de apreensões e medo é um “dejá vu” que, periodicamente toma as manchetes com cada vez mais frequência.

A gripe aviária, que começou na Ásia; a doença da vaca louca, na Inglaterra, a febre catarral ovina e, agora, a gripe suína. Todas são aspectos ou manifestações de um mesmo fenômeno: a criação intensiva – “industrial ou científica” – e antinatural de animais para o abate e a alimentação.

As vacas – loucas – da Inglaterra eram, e são alimentadas com rações com componentes de restos delas próprias, vísceras, ossos etc.; a criação de aves, todos já conhecem ou já viram o amontoado de aves, anêmicas, que comem continuamente, turbinadas por rações “batizadas” e são abatidas como adultas, quando ainda seriam pintos; os suínos, também, fora de seu ambiente natural como os demais, trazendo grandes riscos sanitários criando as condições ideais para o surgimento de doenças que acabam por atingir ao homem.

As intervenções na genética e nas praticas de reprodução e criação de animais – “inovadoras” – são comemorados como ganhos pela ciência, mas, sobretudo, pelos criadores que conseguem a cada dia maior otimização de seu lucros.

Como não se vê nenhuma onda consistente de criação orgânica de animais, e muito menos algum surto repentino de vegetarianismo tomando conta do mundo, muito pelo contrario – nunca se comeu tanta carne, com previsão de aumento de 50% até 2020 –, veremos, ainda, muitas outras gripes.

Faça um comentário e dê a sua opinião.


Share/Save/Bookmark

Navios mercantes são vetores de doenças, destruição de ecossistemas marinhos e do meio ambiente

Como conseqüência das constatações sobre o aquecimento global e destruição ou comprometimento do meio ambiente, vêem à tona informações que, até então não tinham qualquer relevância.

Um problema ecológico-ambiental vem ocorrendo há décadas, trazendo consequências sérias como a disseminação de bactérias (e doenças?) pelo mundo e provocando desequilíbrio em ecossistemas marinhos, é a água de lastro ou água de balastro dos navios mercantes.

Aos milhares, eles transitam pelos mares e oceanos de todo o
planeta, conduzindo a base da economia mundial: o transporte (80%) de commodities e mercadorias de todo tipo.

Ao descarregar em um porto qualquer, ele enche seus tanques de balastro com água do mar, colhida no porto, sem critério algum e transporta para portos do mundo todo um micro ecossistema marinho, além da poluição, lixo e contaminação que porventura exista naquele porto.

Ao chegar a seu destino, ele simplesmente descarrega toda aquela água nas águas do mar local.

Não precisamos entrar e detalhes para avaliar o tamanho do estrago.

Na Baia de Todos os Santos, em Salvador (BA), pesquisas foram feitas para tentar identificar a queda acentuada na produção de caranguejos

A surpresa foi a descoberta de um tipo de caranguejo asiático não comestível – pelo menos por aqui – sem predadores naturais, se proliferando e competindo com os caranguejos locais por alimentos, o que vem levando a sua redução e pode até levar à extinção, pelo menos como alternativa econômica e alimentar.

O problema parece ter sido identificado, agora, pelo menos como problema, e exige medidas de adequação dos navios, talvez a um sistema de filtragem e tratamento desta água, antes de despejá-la no porto onde atracar.

Faça um comentário e dê a sua opinião.

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.


Share/Save/Bookmark

segunda-feira

Reserva Raposa Serra do Sol, tentativa de desnacionalização na Amazônia

-->
O julgamento sobre a reservas indígena Raposa Serra do Sol, que esta em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), que foi interrompido por controvérsias e pedido de vistas por um de seus ministros, deve ser retomado ainda este ano, conforme afirma o relator Carlos Ayres Britto.

O que esta em pauta na apreciação do STF, além de uma disputa entre defensores dos índios – muitas ONGs internacionais – e arrozeiros, esta a própria soberania nacional.

Haja vista que, como comentamos no artigo: Demarcação de reserva indígena suscita questionamentos sobre perda de soberania nacional” , que você lê clicando no link, a reserva teria um território contínuo com a Guiana e Venezuela, cujos índios, de ambos os lados, têm livre trânsito pela fronteira, e a recente aprovação da Declaração dos Direitos dos Índios , pela ONU e ratificada pelo Brasil que traz um fato novo e preocupante. 

Segundo esta declaração, os índios podem decidir livremente sua condição política, estabelecer relações com povos do outro lado da fronteira e autonomia para decidir assuntos internos. Parece que foi feito “sob encomenda” para o caso, o que permite que, a qualquer momento, alguma “ONG” ou governo estrangeiro reivindique – em nome dos índios – a separação e criação de, mais que uma nação, um verdadeiro país, presumivelmente, sob tutela internacional.

Existem interesses internacionais, mal disfarçados, sobre as imensas riquezas em biodiversidade, recursos naturais diversos e água, como comentamos no artigo citado acima e como indicam conclusões de seminário ocorrido em São Paulo para debater o caso.

O exercito tem denunciado as dificuldades que tem encontrado para monitorar aquela área – de 1,8 milhões de hectares para 15 mil índios – por condições impostas pelos índios, o que é uma prévia do que pode ocorrer caso a reserva seja confirmada como previsto no projeto original.

Entretanto, tudo indica que o STF deve aprovar a reserva, com o estabelecimento de uma faixa de 150 Kms ao longo da fronteira com a Venezuela e Guiana, para garantir a presença do Estado, o monitoramento do exército, a preservação das fronteiras e a soberania nacional

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

domingo

Do melhoramento genético à manipulação genética, nenhum limite

.
A obsessão do homem pelo lucro – o que em si mesmo é bom e legítimo – mais do que o aumento na produção de alimentos, é o que o faz cometer verdadeiros desatinos. Do melhoramento genético à manipulação genética, a pretexto de melhorar a produção dos alimentos, não existe qualquer limite.
 

Existem animais que, com “tratamento e alimentação especial” como os frangos, saltam etapas de seu desenvolvimento natural, sendo abatidos com uma idade precoce, como verdadeiros adultos.

A vaca que produz 30 a 40 litros de leite, em média, que tem os úberes, como os da foto acima, que são verdadeiras anomalias e, que deixaram de ser animais herbívoros EUA e União Européia – e se alimentam, ou são alimentados, de: carne, osso, sangue, vísceras delas próprias, além de soja, trigo, milho e produtos químicos diversos, contidos na ração.

Os gansos que, na França, produzem o “foie grass”, são alimentados continuamente, através de um dispositivo metálico que mantém os seus bicos abertos e, esse excesso de alimentos provoca uma hipertrofia – anomalia ? - em seus fígados para aumentar a produção do famoso patê.
O famoso salmão que, principalmente depois do ômega 3, praticamente, desapareceu dos oceanos, é produzido, hoje, em fazendas é outro caso sério de manipulação e pouca divulgação.

O problema é que, aquela carne de cor “salmão” que lhe é característica, só é produzida graças a sua alimentação em seu “habitat” natural, logo, para não perder o charme e nem a freguesia, eles são “coloridos” com corantes artificiais acrescentados a ração, que foram alvo de investigação (EUA) para verificar os malefícios, não para o salmão, mas, para a saúde de quem os come.

Existem, também, as tentativas constantes de se criar animais, eliminando – com a manipulação genética – algumas de suas características naturais que “atrapalham” um melhor rendimento de sua carne, por exemplo, como a foto do galo mostrada em artigo anterior: Manipulação genética ou abrindo a “Caixa de Pandora”.

Que precisamos otimizar a produção de alimentos no mundo, em função do crescente número de pessoas que começam a comer com regularidade, é um fato incontestável, mas, bom senso e um mínimo de racionalidade, real, é imprescindível.

O que você acha disso? Concorda com estes procedimentos a título de aumento na produção de alimentos? Faça um comentário e dê a sua opinião.

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.


Share/Save/Bookmark

sexta-feira

O último Congresso Mundial do Petróleo discutiu a crise nos preços, e continua sem perspectivas de qualquer “refresco”

Refinaria de Petróleo
A recente escalada nos preços do petróleo ocorre em conseqüência do aumento da demanda por parte de países emergentes, principalmente a China e a Índia, mas, também, por conta da onda de especulação que rola na economia mundial, como a que vem afetando, também, os alimentos.

A China que vive um “surto” continuado de crescimento há já algum tempo, vem inflacionando a demanda, mas a previsão de aumento do consumo “per capta”,hoje, insignificante (5 barris), nada comparado aos 17 barris dos EUA e União Européia, promete aumentar muito ainda.

Como comentamos aqui no blog, no artigo:”O petróleo muda definitivamente de mãos”, que você lê clicando aqui, o “reinado” das grades petroleiras dos EUA e UE acabou, e elas não detêm mais o controle do petróleo e conseqüentemente dos preços, graças as ondas de nacionalizações dos poços e exploração feitas pelos próprios países, tanto no Oriente Médio, como no caso mais recente da Venezuela, onde até o governo do Hugo Chaves, era um paraíso das multinacionais.

Sem os poços/produção não tem mais como controlar nem a oferta do petróleo e nem os seus preços que, hoje, são ajustados conforme as conveniências dos próprios países produtores.

Embora a oferta tenha aumentado, os países produtores, como os árabes, já têm uma visão mais estratégica do petróleo e não querem matar a “galinha de ovos de ouro”, comprometendo assim o futuro das novas gerações, já que são “monoprodutores” e exportadores de um produto não renovável e com dia certo para acabar.



Share/Save/Bookmark

quinta-feira

Reunião do G8 e G5 – países emergentes – não chegam a acordo sobre emissões de CO2


Usina Termoelétrica
Os países do G8 e do G5 ( Brasil, México, China, Índia e Africa do Sul), não chegam a um entendimento sobre a fixação de metas objetivas para a redução das emissões de gases de efeito estufa (CO2).

O G8 ( EUA, Canadá, Itália, Alemanha, Reino Unido, Rússia e Japão ), continua fazendo de conta que não tem nada a ver com a “conta” do CO2 que esta aí fazendo estragos e, ao que tudo indica, provocando mudanças climáticas e altrações no meio ambiente, e vem exigindo dos países emergentes - G5 - que estabeleçam as cotas, limites, de emissões unilateralmente, que eles prometem mas veem se recusando a fazer.

Leia: "Fim do G8, nascimento do G14 e um maior 'poder de fogo' do novo grupo".

Na realidade, os países do G8 querem ganhar tempo para não perderem a onda de desenvolvimento gerada pelo G5 e que promete virar a mesa econômica e de poder, segundo estimativas que já prevêem uma data, já em 2030. Por sua vez, o G5 se recusa a pagar uma fatura da dívida que não fez, conforme comentamos em artigo : Pseudo-Ambientalistas propõem desaceleração do desenvolvimento econômico, dos outros", que você lê clicando no link.

Os lideres da economia mundial (G5 e G8 ), ainda discutiram o aumento nos preços do petróleo, a crise alimentar mundial (também de preços), os biocombustíveis e a redução das barreiras alfandegárias – tarifas protecionistas dos EUA e UE contra as exportações de produtos mais competitivos do G5 – empacadas na Rodada de Doha, em um claro sinal - os preços - da perda de competitividade dos países desenvolvidos.


Leia artigos relacionados:
Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

    Share/Save/Bookmark

    quarta-feira

    Raposa Serra do Sol. Demarcação de reserva suscita questionamentos sobre perda de soberania nacional



    Mobilização de entidades nacionais promoveu, ontem, 10/06/08, em São Paulo, um seminário: “A realidade da Amazônia: Soberania Ameaçada, farsa ou realidade?”, onde se debateu a polêmica em torno da homologação da demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol, que é objeto de análise do Supremo Tribunal Federal.
    Reportagem sobre o debate, muito interessante e esclarecedor, você encontra clicado aqui.
     
    O “projeto” de reserva fica em uma área de fronteira no norte de Roraima - foto acima à direita, na cor rosa - e tem sido cenário de conflitos entre índios e produtores rurais, pelo menos aparentemente.

    O que parece um conflito de terras como tantos outros, adquire contornos peculiares, e preocupantes, pois a região de fronteira tem pouco ou nenhuma ocupação por brasileiros e mesmo pelo exercito e, é tida como área infestada por “ONGs” estrangeiras.

    A denúncia não é nova, segundo a qual a criação de reservas indígenas - no caso pouco mais de 10.000 índios – em áreas gigantescas na fronteira, caracterizando-a como “nações autônomas”, patrocinadas por entidades sob a “pele” de ambientalistas, visam, na realidade, criar, em futuro próximo em foro internacional, leis que tornem essas “nações indígenas”, nações independentes.

    No caso, a área faz fronteira com a Guiana, que apesar de aparentemente independente, faz parte da “Comunidade Britânica de Nações”, e existe sob sua tutela.

    A Constituição Brasileira não prevê a existência de “nações” dentro da nação brasileira, portanto, aceitar a demarcação da reserva é hipotecar o futuro da integridade territorial brasileira e a sua soberania.

    Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

    Share/Save/Bookmark

    sábado

    INCRA pode cassar registro de latifúndio de milionário sueco na Amazônia

    Um milionário sueco que andou alardeando pelo mundo a fora, a compra de uma parte da Amazônia brasileira, foi autuado pelo IBAMA, pelo corte ilegal de madeiras e multado em 450 milhões de reais.

    O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), estuda a possibilidade de cancelar os registros de terras do dito empresário por suspeita de irregularidades na compra, já que, segundo levantamentos feitos na região onde atua a sua madeireira, não constam quaisquer propriedades em seu nome, das 57 que diz possuir.

    Com a polêmica que vem sendo gerada pela Amazônia, alvo histórico da cobiça internacional, pois, segundo trecho do seu livro “Main Kemp”, até Adolfo Hitler se referia à necessidade de se apossar da Amazônia, o governo brasileiro vem “apurando o olho”, e descobrindo as irregularidades que sempre existiram por lá.

    Nesse sentido, parecer de Advocacia Geral da União fixará limites à aquisição de terras brasileiras por estrangeiros, regra que valerá para todo o país, mas, o alvo principal e a Amazônia, onde estão localizadas 55% do total de terras em nome de estrangeiros no país. Se quiser conferir, você pode ler clicando aqui.

    O objetivo é deter a especulação pela compra de terras no Brasil, notadamente na Amazônia, na esteira das crises nos preços dos alimentos e da corrida pela produção de bicombustíveis.

    Artigos Relacionados:

    - A Perda da Amazônia;

    - New York Times Questiona Propriedade Brasileira da Amazônia;

    - Dia Mundial do Meio Ambiente... Desenvolvimento da Amazônia.


    Share/Save/Bookmark

    segunda-feira

    Empresa de petróleo italiana descobre poço de petróleo nos EUA, com participação da Petrobras

    A ENI, empresa italiana de petróleo anuncia descoberta de um poço de petróleo no Golfo do México, em território norte-americano.

    A propriedade do poço é de um consórcio formado por varias empresas entre as quais a Petrobras, que detém 25% de participação. As outras empresas são: ENI com 15%, Shell com 35% e a Marathon Oil, com 25%.

    O poço se localiza no mar, a uma profundidade não revelada e a 322 km da costa. O tamanho da reserva ou o potencial de produção ainda esta sendo avaliado e será confirmado com novas perfurações.

    Como no Brasil, a Petrobrás, em muitos de seus poços, tem participação – minoritária – de outras empresas estrangeiras, e a sua atuação internacional, sozinha ou consorciada, é ativa e crescente.


    Share/Save/Bookmark

    quinta-feira

    O Petróleo muda de mãos definitivamente

    Cavalo Mecânico

    O aparentemente incompreensível aumento no preço do barril de petróleo, que já chega a 130 dólares, e que as previsões mais pessimistas vislumbram 200 dólares no curto médio prazo, tem, claro, suas explicações. Matéria no Le Monde (21/05/08) faz um histórico altamente esclarecedor, que você pode conferir aqui, em francês.

    Parece paradoxal, mas, em tempos de Aquecimento Global e mesmo com as perspectivas sombrias sabre as suas conseqüências para a vida no planeta, o foco da atenção de todos esta no aumento e não na redução da produção do petróleo, logo, do consumo e inevitáveis emissões de CO2.

    Parece à estória indiana sobre o gato que lambia uma lima e se deliciava com o próprio sangue.

    Nesses últimos tempos, houve uma mudança que passou imperceptível para a maioria das pessoas, a mudança de poder no controle da produção e distribuição do petróleo, das mãos das multinacionais norte-americanas e européias, para empresas dos próprios países produtores, em processos sucessivos de nacionalização.

    Trocando em miúdos, o poder de decisão mudou de mãos e os países desenvolvidos: EUA e UE, principalmente, ficaram “reféns” dos verdadeiros proprietários das jazidas, que hoje decidem, soberanamente, segundo suas próprias conveniências e necessidades.

    Diante dessas transformações, os EUA, do alto de seu poderio político-militar, não buscou atenuar a dependência, como fizeram outros, optando pelo argumento da força como na invasão do Iraque.

    Agora, amarga uma dependência crescente de importações que chegam a 80% de suas necessidades e, com o agravante, que não existem condições objetivas, hoje, para invadir mais países, para garantir fornecimento e, principalmente, preços baixos.

    A tentativa com os biocombustíveis é uma corrida desesperada atrás do prejuízo, com um projeto caro e tecnológica e economicamente inviável – com o uso de milho – que pode piorar as coisas ainda mais.


    Share/Save/Bookmark

    sábado

    Jornal inglês, The Independent, diz que Amazônia não deve ficar em mãos de brasileiros


    A saída da Ministra do Meio Ambiente Marina Silva, desencadeou uma reação quase unânime na mídia européia e norte-americana, de reprovação e indignação. O jornal Inglês The Independent aproveitou a oportunidade, para reiterar um “velho sonho”, segundo o qual – sem meias palavras – a Amazônia seria importante demais para ser deixada nas mãos dos brasileiros. Pretensões “imperialistas” à parte...
     
    A conciliação das necessidades de desenvolvimento do país, com os Programas de Aceleração do Crescimento (PAC), para a Amazônia é um tema delicado que tem seus defensores e detratores, igualmente ardorosos.

    De um lado os pecuaristas, produtores de soja, além de madeireiros, com intenções óbvias, e do outro os conservacionistas que vão desde aqueles – utópicos? – que defendem a manutenção de uma Amazônia intacta, até os que defendem a adoção de uma política de manejo sustentável dos recursos da Amazônia, mas com ênfase, também, na preservação da floresta em pé.

    Como em todas as situações, o bom senso e a racionalidade estão no meio termo entre estes dois extremos, equivocados – ambos – diga-se de passagem. A mídia internacional faz coro para malhar qualquer medida que não seja a posição ambientalista mais radical, já que, a prevalecer esta postura, eles - os países desenvolvidos – ficam com a “consciência” tranquila.

    Consciência tranqüila para continuar mantendo o seu elevado padrão de consumo e de qualidade de vida e, manter, sem culpa, seus altíssimos índices de emissões de CO2, enquanto o Brasil e os habitantes da Amazônia pagam por isso com atraso e subdesenvolvimento. É como disse um jornal europeu, que a Amazônia seria responsável pela “metabolização” de 30% de todo CO2 produzido no Planeta. É a velha estória do macaco que tirou a batata do fogo, que estava queimando, com a mão do gato.

    O Brasil, como alguns países asiáticos que também têm florestas tropicais, têm seu direito de poder usufruir desse imenso patrimônio, não só ecológico-ambiental, mas, também, econômico, para garantir a vida e o bem estar de suas populações que vêm liderando, por baixo, os índices – apesar dos avanços recentes no Brasil – de IDH (Índices de Desenvolvimento Humano).

    Têm não só o direito, mas o dever, de sair do “vermelho” no que se refere à pobreza, educação, saúde e emprego, e não podem se der ao luxo de pagar para que os países desenvolvidos fiquem em paz com suas “consciências ambientalistas”, tendo estourado todos os limites do bom senso e racionalidade ambientais para construir e, agora, preservar o seu alto padrão de vida e de consumo.

     Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.



    Share/Save/Bookmark

    quarta-feira

    Aquecimento global se transforma em pretexto para as negociatas de sempre

    Nestes tempos de Aquecimento Global e, ainda fora de controle, muita coisa tem vindo à tona, que mostra como o homem vem gerindo a própria vida, os recursos do planeta e o meio-ambiente.

    “Descobriu-se”, por exemplo, que os navios e aviões que circulam por mares e ares, há décadas, não pagam impostos sobre os combustíveis utilizados – sendo os únicos meios de transporte no planeta que não o fazem – medida tomada para estimular a economia mundial no pós-guerra, o que vem , ao longo dos anos, turbinando o comércio mundial e viabilizou a Globalização.

    Constatou-se que, ambos – aviões e navios – são grandes emissores de CO2, pela circulação excessiva de mercadorias entre países e, em tempos de questionamentos da globalização, agora pelos países desenvolvidos, que já se sentem prejudicados e ameaçados pelas novas potências econômicas emergentes – o BRICBrasil, Rússia, Índia e China, querem por um fim a esta História.

    A idéia é taxar os navios e aviões, sob pretexto, oportuno, de preocupação ambiental, em uma nova estratégia protecionista de seus próprios mercados, reduzindo a circulação de mercadorias com o encarecimento do frete, e inviabilizando as exportações dos países emergentes.

    Vê-se que a preocupação ambiental ainda continua no discurso e servindo aos interesses de sempre.


    Share/Save/Bookmark

    quinta-feira

    Organizações Neo-Governamentais podem estar enganando você

    Rio Amazonas

    É notório, como já comentamos no Blog Coluna do Leitor, aqui, que nesse mar de organizações que formam o Terceiro Setor – as ONGs – como não poderia deixar de ser, tem de tudo.

    Não é atoa que uma CPI se arrasta no Congresso Nacional, tentando separar o joio do trigo, e rastrear o dinheiro público que foi “roubado”, a título de prestação de serviço público/social.

    Existem as picaretas que foram criadas apenas para desviar recursos públicos; as sérias mesmo, que prestam serviços relevantes à sociedade e ao meio ambiente e, as mais dissimuladas, as neo-governamentais (internacionais), que, no Brasil, infestam a Amazônia e o Movimento Ecológico-Ambiental, servindo a interesses escusos de empresas, entidades empresariais e de pesquisa e a governos, se imiscuindo nos negócios e interesses do país, sob o pretexto de defesa da vida e do meio ambiente.

    Recentemente o Greenpeace, que já teve investigado episódios nebulosos em sua sede na Alemanha, envolvendo muito dinheiro e altíssimos salários de seus dirigentes, desviou os seus “canhões ecológicos” da questão estritamente ambiental e atacou – desrespeitosa, partidária e arbitrariamente – ao governo brasileiro, na pessoa do Presidente da República.

    O dinheiro é seu, a boa fé e a crença também, logo, é livre para apoiar e endossar com a sua contribuição ($), uma entidade internacional, que não se sabe, exatamente, a que, quem ou a quais interesses serve.

    Com certeza não vai ser nada confortável, descobrir depois que se fez papel de “bobo alegre”, financiando uma entidade que trabalha contra os interesses seus e os do país.

    Faça um comentário e dê a sua opinião!


    Share/Save/Bookmark

    Os biocombustíveis e a dor de cotovelo econômica

    Canaviais no Brasil

    Com o agravamento da crise, há muito tempo anunciada, mas cada vez mais próxima, de escassez de petróleo pelo esgotamento das reservas, os biocombustiveis surgiram como uma possível luz no final do túnel.

    Além de substituir os combustíveis derivados do petróleo, ainda trás um grande trunfo que é o de não comprometer o já exaurido meio-ambiente planetário, com as emissões de CO2.

    Da euforia inicial, o Brasil, com um projeto antigo de biocombustiveis - o Proálcool dos anos 70 – surge como a vedete, aos olhos de um mundo preocupado com a crise de combustível e perplexo com as noticias sobre o Aquecimento Global.

    Praticamente todo mundo saiu atrás de sua própria produção e sonhado com a autonomia e auto-suficiência energética.

    O choque de realidade não tardou a vir, com a constatação de que tanto o biocombustível feito com o milho (EUA), como o de colza (União Européia), não tinha uma boa relação custo beneficio, com baixa produtividade, desvio de matéria prima da alimentação de pessoas e animais, que a melhor, senão única, opção viável, tanto economicamente como de menor custo/impacto ambiental é o da cana, do Brasil.

    Aconteceu o que era de se esperar. Por motivações econômicas – ou de dor de cotovelo econômica – começa-se atacar e denegrir a crescente indústria de biocombustíveis brasileira.

    É uma tentativa de ganhar tempo para se conseguir – principalmente EUA e União Européia – uma economia de escala, próprias, na produção e impedir a hegemonia do Brasil, como maior produtor /exportador do produto.


    Share/Save/Bookmark

    domingo

    Transgênicos, a luta perdida?

    A luta contra o plantio e uso de transgênicos é como se diz popularmente: “um tiro n’àgua”.

    O Brasil já “caminha” a passos largos para os primeiros postos na liderança mundial de produtores de transgênicos – 2º lugar –, atrás apenas dos EUA.

    A soja, o algodão, o milho, e breve, o arroz...

    É normal este comportamento “pragmático” do ser humano, “pagar pra ver”. No caso, se as expectativas de muitos estudos se confirmarem: as alterações no meio ambiente e comprometimento da saúde da população.

    Depois, é só pensar em alguma solução e/ou paliativo.

    Não é pessimismo. É só a decisão de não mais gastar o vernáculo, falando sobre o inevitável.

    O poder de fogo dos “lobbys” das grandes multinacionais dos pesticidas, adubos e sementes, torna a soberania de qualquer povo ou governo, uma brincadeira.

    O lance agora é tentar consumir, ao máximo, os produtos orgânicos, fugindo dos industrializados e, quando consumi-los, ver se encontra no rótulo, o “aviso obrigatório” de produto transgênico, para procurar alternativas.

    O boicote é a saída, mas isso só será possível, com muita informação e consciência.


    Share/Save/Bookmark

    terça-feira

    Petrobrás e UFRJ criam tecnologia para produzir álcool do bagaço de cana

    A necessidade de investir em novas tecnologias para aumentar a produção de álcool, sem expandir a área plantada de cana sempre foi um grande desafio.

    As opções sempre esbarraram em problemas como, provavelmente, a competição com a produção de alimentos e o estimulo ao desmatamento.

    Os pesquisadores da Petrobrás, cientes desses problemas e do desafio, junto com os da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), desenvolveram um método de produção do álcool, a partir do bagaço da cana.

    O bagaço da cana é o resíduo agroindustrial mais expressivo do Brasil, logo, “matéria prima em abundancia”, que antes era utilizada como combustível para as caldeiras, será utilizado, agora, com a nova tecnologia, para a produção de álcool.

    É uma grande descoberta e que promete aumentar em 40% a produção nacional do álcool e consolidar a posição estratégica do Brasil, como grande produtor mundial de biocombustíveis.

    Os pesquisadores da Petrobrás afirmam que a mesma tecnologia pode ser utilizada na fabricação do bioetanol, a partir de resíduos vegetais como palha ou capim, além de resíduos do processamento da mamona, soja e outros vegetais.

    É a Petrobrás assumindo de vez a sua posição de produtora de energia, transcendendo a de simples petroleira.

    Faça um comentário e dê a sua opinião.


    Share/Save/Bookmark