Mostrando postagens com marcador SeuPlaneta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SeuPlaneta. Mostrar todas as postagens

sexta-feira

O mar de lixo do Caribe é, realmente, um mar, entre aspas... E eu com isso?

.
As reações são sempre radicas...

É, realmente, um espetáculo ‘dantesco’ como se diz. Entretanto um cenário de poluição radical assim foi formado pela contribuição ‘pequena’ de milhões de pessoas que vivem no entorno e fica difícil se enxergar como corresponsável por coisas do gênero.

Uma boa ideia é se obervar no cotidiano para avaliar o tamanho da responsabilidade de cada um, o que pode tornar a indignação e revolta em algo bem mais efetivo... Agindo, mesmo, e poupando a natureza (para usar um clichê), ou melhor, nos poupando como planeta/vida...
Leia também: Recicla? Não dê uma olhada nestes dados – estimulantes – abaixo
Uso/cuidado, abuso ou descarte inadequado de objetos “poluíveis” ou de desperdício, tipo água em nosso cotidiano “é mais comum do que imagina a nossa vã filosofia”, mas, é muito pouco percebido como tal...

Entretanto, ao olharmos para um cenário assim ou semelhante, sempre rola alguma indignação...

A utilidade de imagens do gênero e o conjunto de emoções que porventura possam rolar é servirem como ponto para reflexão e tomada de consciência ambiental para começarmos a fazer, efetivamente, a nossa parte...

Parece pequena e insignificante, mas é com ‘coisas’ como ela que se constroem os ‘grande cenários... ’. Como os da imagem acima.

Existem muitos mares e “mares” de lixo por aí...

Dê uma conferida no artigo referente, aqui.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

domingo

Microplástico, um ingrediente nada saudável na água que bebemos sem saber.

.
Não sei por que cargas d´água as questões ambientas saíram de moda... É como se estivéssemos vivendo em um planeta ‘zero bala’ onde as mazelas construídas, ou destruídas, pelo sistema de produção/exploração e uso dos recursos naturais sumissem como que por um passe de mágica.

A mídia convencional calou-se – se é que informava, de fato, antes – os ambientalistas de plantão sumiram e até ONGs, blogs e sites que, ainda, tratam do tema têm ‘ibope’ perto de zero nas redes sociais. Os temas ambientais sumiram mesmo...

Qual foi a última vez que viu algo sobre questões ambientais ser falado ou discutido em conversas e bate-papos?

Mas, apesar do mutismo geral que se observa por aí, a ‘coisa’ continua’... É continua ameaçando a vida nesse planeta maravilhoso.
Veja também: 
E aí, conhece o microplástico? Veja como este seu companheiro pode acabar com os oceanos
Quando se fala em “vida”, parece até algo meio abstrato com o qual não temos nada a ver... Não tem nada a ver com a “nossa”...

O plástico ao qual se refere o titulo da reportagem não é aquele que você vê por aí, boiando nos rios e lagos ou ‘enfeitando’ a orla e a praia... O microplástico não é visível, assim... A olho nu...

Confira mais informações abaixo:

"Cientistas veem entrada de plástico na cadeia alimentar terrestre
São Paulo – Sinônimo de praticidade, o plástico se tornou tão útil na vida moderna a ponto de ser encontrado por todos os lados – até onde não deveria.

Evidências científicas crescentes demonstram que a onipresença do plástico em produtos cotidianos (de embalagens à cosméticos, passando por roupas e artigos domésticos) tem contribuído para uma poluição  sem precedentes no meio ambiente, e que não respeita fronteiras.

A contaminação das águas dos oceanos por detritos do material é um dos efeitos mais estudados pelos cientistas. Além de formar imensos bolsões de resíduos à deriva no mar, o lixo plástico já atinge as remotas praias do Ártico e as regiões mais profundas dos oceanos.

Agora, um estudo inédito revela que micropartículas plásticas podem estar presentes até mesmo na água potável que é servida à população em vários países do mundo.

A pesquisa, divulgada nesta semana pela organização Orb Media, encontrou vestígios de fibras de plástico microscópicas em 83% das 159 amostras coletadas de várias partes do mundo.

Foram encontradas microfibras plásticas até mesmo na água engarrafada e em casas que usam filtros de osmose reversa, um dos processos mais utilizados para fazer a purificação da água.

“A contaminação desafia a geografia: o número de fibras encontradas em uma amostra de água da torneira do restaurante Trump Grill, na Trump Tower, em Manhattan, nos EUA, foi igual ao encontrado em amostras de Beirute, no Líbano”, diz o relatório da Orb.

A pesquisa feita com apoio da Escola de Saúde Pública da Universidade de Minnesota, que centralizou as análises globais, mostra que dos salões do Congresso dos EUA até as margens do Lago Victoria, em Uganda, mulheres, crianças, homens e bebês estão consumindo plástico em cada copo de água.
Ou seja: os microplásticos não estão apenas sufocando os oceanos, mas também a água potável do mundo. Inclusive a do Brasil.

Em parceria com a Orb, o jornal Folha de S.Paulo, coletou 10 amostras extras de águas em residências da capital paulista e as enviou para análise na Escola de Saúde Pública da Universidade de Minnesota. A análise revelou que nove em cada 10 amostras continham microfibras de plástico.

A empresa de saneamento de São Paulo, Sabesp, assim como as demais empresas do setor no Brasil, não faz a filtragem desse material. Não há obrigação legal para que isso ocorra.

As empresas de tratamento de água seguem as determinações da Portaria 2914, do Ministério da Saúde, que dispõe sobre os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano. E não há nenhuma referência na norma para controle de microplástico na água.

Na maioria das vezes, as fibras de vestuário são muito pequenas para serem filtradas nas estações de tratamento de águas residuais e acabam sendo descarregadas em córregos, rios, lagos e, eventualmente, no oceano.

“Nós acreditamos que o acesso a água limpa é um direito humano”, disse em nota Jane Patton, diretora geral do Plastic Pollution Coalition, entidade internacional que reúne representantes de Ongs, empresas e governos para combater a poluição plástica.

“Certifique-se de que o governo da sua cidade sabe que você espera que eles mantenham a água potável segura”, acrescentou Patton, recomendando que a população exija dos legisladores e governantes alguma ação sobre as micropartículas de plástico na água.

Riscos à saúde?
1 milhão de garrafas plásticas são vendidas a cada minuto
Os detritos plásticos são contaminantes complexos e persistentes do ponto de vista ambiental. O plástico é quase indestrutível e, no meio ambiente, só se divide em partes menores, até mesmo em partículas em escala nanométrica (um milésimo de um milésimo de milímetro). Ainda assim, a natureza é incapaz de “digeri-lo”.

Independentemente do tamanho do detrito, os plásticos muitas vezes contêm uma ampla gama de substâncias químicas usados para alterar suas propriedades ou cores e muitas delas têm características tóxicas ou de disrupção endócrina (imitam hormônios capazes de interferir no sistema endócrino). Para piorar, os plásticos também podem atrair outros poluentes, incluindo dioxinas, metais e alguns pesticidas.

“Nós temos dados suficientes, só de olhar para os impactos que o plástico está gerando sobre a vida selvagem, para se preocupar”, disse ao The Guardian, Dr. Sherri Mason, especialista em microplástico da Universidade Estadual de Nova York, que supervisionou as análises da Orb. “Se isso está impactando [a vida selvagem], então, como pensar que não vai nos afetar de alguma forma?”

Para os cientistas, o desafio é duplo: de um lado repensar os padrões de consumo e produção de plástico no mundo, incluindo aí formas de recolher e reaproveitar esses resíduos impedindo que eles contaminem o ambiente; e do outro, identificar os riscos que a ingestão de microplástico representa para os seres humanos.

A tarefa não será fácil. Como revelou estudo recente, o mundo já produziu 8,3 bilhões de toneladas de plástico desde que a produção em larga escala de materiais sintéticos começou, no início da década de 1950. É tanto plástico que equivale a cerca de 25 mil vezes o peso do Empire State Building, em Nova York. De todo esse lixo, apenas 9% foi reciclado, 12% foi incinerado e 79% está acumulado em aterros ou poluindo o ambiente natural.


Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

sábado

Performance de rua e o ataque do bem-te-vi ao gavião... Pode?

.
Há já algum tempo penso em criar uma “tag”, tipo “estórias e causos”, aberta a relatos de estórias e causos envolvendo o meio ambiente, animais e quaisquer experiências como esses e temas correlatos.

Uma experiência que tive hoje, finalmente me fez desencantar a tal ‘tag’.

Estava indo a pé para um empório aqui perto de casa, quando vi alguns cantos/gritos de maritacas e como não são tão comuns por aqui, pelo menos não tão perto, a não ser passando – voando alto – pela manhã e à tarde para algum lugar, observei que estavam, 4 delas, nos fios de um poste.

Mesmo correndo o risco do ‘mico’, parei em uma área protegida no meio da rua, próximo à esquina em que estavam e fiquei olhando pra cima.

Para quem passava e via um cara deste tamanho, barbado, com a cara pra cima pode ter pensado em minha duvidosa sanidade mental ou mesmo que poderia ser algo tipo um OVNI. Mas, fui recompensando por minha audácia performática, já que muitas pessoas próximas, inclusive nos carros que passavam me olhavam e, pelo visto, tentavam descobrir o porquê da performance.

Na sequência pousou um gavião tamanho família em uma antena de televisão alta sobre uma casa próxima, o que fez calar imediatamente as maritacas, que ficaram ligadas no dito cujo.

Enquanto ele se ajeitava, provavelmente ‘pensando’ em alguma estratégia para garantir a janta – eram umas 17 horas – eis que me aparece o estraga jantares...

Um bem-te-vi fez um vôo rasante sobre o dito cujo. Não sei se chegou atingi-lo, só sei que ele tentou se defender e diante do ataque cerrado – aos gritos do bem-te-vi – ele ‘picou a mula’, como se diz, e foi sendo assessorado com mais ataques rasantes enquanto se afastava pra longe.

Provavelmente ele estava tentando proteger algum ninho/filhotes seu nas imediações.

Apesar do inusitado da situação perante letalidade e tamanho do gavião e /ou pequenez e fragilidade do atacante, um fator que, provavelmente, deixa o bem-te-vi em vantagem é o seu bico grande, forte e pontudo, potencializado por seus vôos de ataque – como caças militares, rápidos e rasantes – enquanto o gavião, em que pese todo o seu esquema de poder e ataque, no caso, não pode fazer nado, pois o seu bico em forma de gancho não é apropriado ao ataque – só para cortar/rasgar a carne das presas – e seu tamanho acaba sendo uma desvantagem.

Com isso as maritacas voltaram a se animar e a cantar e o gavião foi procurar o seu jantar em outro lugar.

Quando percebi, tinha bem mais gente vendo, e comentando, a cena do que ligadas em minha performance.

Um detalhe a lembrar é que eu estava, moro, em uma cidade de mais de 1 milhão de habitantes e em local próximo ao centro, embora a existência de um bosque público nas imediações possa ter facilitado a presença dos protagonistas do “evento”.

Se você tem uma estória ou causo do gênero “estórias e causos” e queira partilhar, use o espaço dos comentários. A depender do caso, e tamanho nós o publicaremos como artigo seu sob a ‘nova tag’.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

quinta-feira

Imagens de uma baleia e seu filhote captadas por um drone. Vale á pena conferir!

.

As imagens foram feitas por um “drone zangão” na Califórnia, captando o deslocamento de milhares de golfinhos, três baleias cinzentas e o ritual de uma jubarte com o seu filhote, em rota de migração.

.

Share/Save/Bookmark

terça-feira

Qual é o volume real da água no planeta?

.

O Instituto de Oceanografia Woods Hole, nos EUA, simulou uma curiosa experiência e criou a imagem acima.

Ela mostra que, apesar da aparência do planeta banhado pelos oceanos azuis, ou seja, com sua cobertura de 70% de água, ela representa, na verdade, uma pequena gota com aproximadamente 700 km de diâmetro, como pode ver na “gota azul” na imagem, o que justifica perfeitamente o fato de ele se chamar Planeta Terra e não Planeta Água.

Com informações de TerraEco



Share/Save/Bookmark

quinta-feira

Micróbios nas alturas e sua relevância na “configuração do clima”

 .
As mudanças climáticas, ou a dinâmica destas mudanças, obedecem a critérios muito mais amplos e complexos que as “meras” emissões de gases de efeito estufa pelas atividades humanas. Pesquisas variadas vem sendo feitas e tem comprovado esta importância, sim, mas, ela não responde sozinha, e até não seria um fator determinante nas catastróficas mudanças que vaticinam e que se espera. Neste artigo vemos um fator interessante, se bem que, provavelmente, não determinante.
Estudo encontra quantidade inesperada de bactérias em regiões elevadas da atmosfera. Esses microrganismos podem ter importante papel no clima, na formação de nuvens e chuva e na dispersão de doenças pelo mundo. 
 
Pesquisadores norte-americanos coletaram amostras de ar de regiões da atmosfera localizadas a até 15 km de altitude e descobriram que há muito mais micróbios por lá do que se pensava: cerca de 20% das partículas em suspensão são bactérias. A descoberta não é importante apenas para biólogos; ela pode influenciar o que se sabe sobre o clima.

Isso porque as bactérias têm papel na formação de nuvens, chuva e neve. Elas oferecem a superfície ideal para que o vapor d’água se condense em gotículas que compõem a nuvem. Além disso, certos gêneros de bactérias, como as Pseudomonas, possuem em sua membrana externa uma proteína que desencadeia a formação de cristais de gelo quando em contato com a água.

Continue  lendo... 



Share/Save/Bookmark

sábado

Fórum Social Temático 2012. Participe!

.
O Fórum Social Temático (FST) se inscreve no processo do Fórum Social Mundial e será uma etapa preparatória a Cúpula dos Povos na Rio+20. O evento acontecerá do dia 24 a 29 de janeiro de 2012 e será sediado por Porto Alegre e cidades da região Metropolitana – Gravataí, Canoas, São Leopoldo, e Novo Hamburgo.

Como um espaço aberto e plural, a programação do Fórum será fundamentalmente constituída por atividades propostas e geridas por movimentos, coletivos e organizações da sociedade civil, relacionadas ao tema “Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental”. Além disso, o Fórum acolherá também o encontro de redes internacionais, articuladas em torno de Grupos Temáticos de reflexão sobre assuntos pertinentes ao Fórum. O diálogo no âmbito dos grupos já está em andamento, na Plataforma de Diálogos do Fórum Social Temático .

Por que “Crise capitalista, Justiça Social e Ambiental?

(baseado nos documentos Convocatória ; Metodologia)
Um nível inusitado de atividade de movimentos de massas atinge países conhecidos por sua estabilidade social. Protestos e mobilizações indígenas produzem uma grande efervescência  na  usualmente  tempestuosa região andina. Estudantes em diversos países organizam atos com uma capacidade de mobilização há tempos não vista. Em 15 de outubro tivemos manifestações em quase mil cidades de 82 países.

Continue lendo...

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

quarta-feira

Tempestade de areia...

.
em Phoenix, no Arizona, nos EUA.

Esta foi a terceira vez apenas neste ano que uma tempestade como esta atinge a região sudoeste dos Estados Unidos.

As nuvens gigantescas paralisaram não apenas o tráfego aéreo mas também o trânsito nas ruas da cidade. A cidade parou enquanto a poeira cobria todos os lugares onde passava, num raio de quilômetros.

Fonte: BBC

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.


Share/Save/Bookmark

sexta-feira

Rio subterrâneo gigantesco é descoberto sob o rio Amazonas


Clique na imagem para ampliar

Trabalho desenvolvido pela pesquisadora da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Elizabeth Tavares, aponta fortes indícios da existência de um rio subterrâneo sob o Rio Amazonas.

Segundo o trabalho divulgado pelo Observatório Nacional, ligado ao Ministério de Ciência e Tecnologia, o rio que nasce no Acre e segue a mesma trajetória do Rio Amazonas até o Atlântico – denominado Hamza pela autora do trabalho – teria dimensões menores que o Amazonas, algo equivalente à vazão média do rio São Francisco e desemboca em áreas profundas do Oceano Atlântico.

Ele está localizado a uma profundidade de 4 mil metros abaixo do Rio Amazonas e o volume de água que lança no mar, talvez ajude a explicar os grandes bolsões de ‘água doce' encontrados no mar em áreas adjacentes à Foz do Rio Amazonas.

A sua existência comprova teorias segundo a qual o volume de água na superfície do planeta equivaleria a uma ponta de iceberg, tamanho o volume existente em camadas mais profundas do interior da terra, o que, em certo sentido alivia as previsões catastróficas sobre o esgotamento das reservas de água disponíveis para o consumo humano.

Esgotamento que só existe ou ameça em função da atitude predatória que homem sempre teve em relação aos rios e mananciais, bem como com as águas de todo tipo e origem, como a própria água do mar.

Fonte: amazonia.org

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.


Share/Save/Bookmark

Como o esperado, apesar das aparências a COP16 foi o jogo de empurra de sempre


Como falamos no artigo a “Conferência climática COP 16, cumpre tabela”, que você lê abaixo, a Conferência Climática que se encerrou no último dia 11, em Cancun, no México, não teve resultados significativos e funcionou a contento para os países desenvolvidos que, as voltas com um crise econômica radical, empurram com a barriga qualquer compromisso que porventura viesse a colocar mais dificuldade em seus esforços para sair das agruras econômicas, diga-se de passagem, auto criadas. Enquanto isso, mais uma vez o Brasil é destaque. O Wikileaks, para variar, traz novidades, tambem, sobe o tema.

Para os mais otimistas, o fato de na COP 16 terem conseguido empurrar a ratificação ou continuidade do Protocolo de Kioto, que vence em 2012, para a conferência de Durban, a COP 17, na África do Sul, em 2011, foi um ganho, embora, para ser preciso o protocolo nunca funcionou desde a sua criação em 1996, porque o principal responsável pelas emissões dos gases de efeito estufa, logo das mudanças climáticas, os EUA, nunca o assinou, o que o tornou uma mera for maldade.

O Wikileaks, tambem trás novidades sobre o tema. Mostrando os bastidores do “acordo” da COP 15, em Copenhague, quando os EUA decidiram “punir” a Bolívia e o Equador, por não aderirem ao acordo, e sobre a “propina” doada às Maldivas, arquipélago que está na linha de frente do avanço das águas dos oceanos.


Como vê, o pressuposto adotado pela ONU para a aprovação dos acordos e/ou declarações por consenso, vem sendo conseguido pelos velhos métodos de sempre e não pelo que se poderia esperar, pelos “argumentos científicos”. Ou, como vem ocorrendo, aprovadas pelo “consenso possível”, o que voltou a acontecer nesta COP 16.

Como em Copenhague, na COP 15, onde o Brasil foi o maior destaque isolado, não só pelo “lero” comum dos outros países, mas, com a apresentação do Plano Nacional de Mudanças Climáticas recém aprovado, à época e, agora, tambem foi o único país a mostrar serviço e apresentar a regulamentação do plano nacional com metas ambiciosas – próprias – de redução de emissões. Isto além do trufo da redução gradual e progressiva dos desmatamentos.

Como vê, agora, pelo menos teriam o álibi, não admitido, da crise econômica para não assumirem qualquer compromisso com metas de redução de emissões, mas, o Protocolo de Kioto, que nunca funcionou, prova que não existe qualquer interesse em assumir suas responsabilidades e que o negócio empurrá-las para os outros.

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

quarta-feira

Os EUA protagonizaram os maiores acidentes no meio ambiente marinho de todos os tempos

Plataforma da British Petrolium 
Os EUA teem um débito ambiental considerável e representa, isoladamente, o maior responsável pela degradação do planeta com as suas históricas emissões de gases de efeito estufa em função de uma matriz energética suja, fundamentada no uso maciço de carvão mineral e outros combustíveis fósseis, além de ter protagonizado os maiores acidentes no meio ambiente marinho com comprometimento irreversível, e já que não existem compartimentos estanque, no médio longo prazo afeta o ecossistema marinho como um todo.

O derramamento de óleo do Golfo Pérsico em função da Guerra do Golfo em 1991, o acidente com o petroleiro Exxon Valdez, no Alasca em 1989, e agora o acidente da British Petrolium, da Inglaterra, no Golfo do México.

Estes acidentes deixam evidente a relação equivocada da ciência com a natureza mostrando a prepotência de quem acha que tudo pode e que é, frequentemente, deixada “com as calças na mão” e, o que é pior, não aprende com os próprios erros. Neste artigo, alem de informações detalhadas sobre o acidente mais recente, pode ver a gênese desta atitude de enfrentamento da natureza tão cara a “ciência”.
No arco da história humana, a noção de que a natureza é máquina que aí está para ser objeto de reengenharia ao bel prazer do engenheiro é conceito relativamente recente. Em livro seminal de 1980, The Death of Nature, Carolyn Merchant, historiadora das ciências do meio ambiente, lembra os leitores de que, até os anos 1600s, a terra era viva, quase sempre sob a forma de uma mãe. Os europeus – como todos os povos nativos em todo o planeta – acreditavam que o planeta fosse ser vivo, cheio de potências de vida e de terríveis tempestades. Por isso havia tabus que impediam ações que deformassem e violassem “a mãe”, entre os quais a mineração. Continue lendo...

Share/Save/Bookmark

segunda-feira

Blog Action Day. Tem um blog? Ainda dá tempo de participar. Confira!

.

O Blog Action Day, é uma “blogagem coletiva” que ocorre em 118 países, uma vez por ano, 15 de outubro, em torno de um tema importante para a vida no planeta terra, em sentido amplo, que vai desde as preocupações com a prostituição e exploração sexual de menores, a imigração, a situação da mulher, o tráfico de seres humanos, as politicas de distribuição e uso da terra, as mudanças climáticas – tema de 2009 – além de outros.

No ano passado, como disse, o tema foi as Mudanças Climáticas, tambem, como um exercício preparatório e debate para a COP 15, em Copenhague, que ocorreu, na sequência, em dezembro. Leia a nossa contribuição: Mudanças Climáticas. A socialização das resposabilidades - Blog Action Day, 2009

A escolha do tema é feita todo ano, e este ano, 2010, depois de uma votação entre todos estes temas, por todos os participantes, foi escolhida a ÁGUA – que foi, tambem, a nossa primeira opção, e 2ª, o problema do uso da terra – que terá que ser enfatizado durante esta semana que precede o dia, 15 de outubro, quando todos os participantes de todos os países farão uma postagem especial sobre o tema.

Nos já participamos desde o inicio deste blog, em 2008, com este e com outro blog, o Coluna do Leitor, e continuamos apoiando este movimento que, com certeza, representa pelo menos uma vez por ano, uma reflexão sobre temas tão relevantes e eleitos por todos os blogueiros dos mais de cem países participantes.

Se quer participar, não precisa ter um blog ambientalista, é só se cadastrar e fazer a sua parte. Clique no link: Blog Action Day e faça a sua inscrição, ainda dá tempo. O assunto, ou o enfoque, no tema, é você quem escolhe. É só observar e usar a criatividade. Se quiser "trocar figurinhas" sobre isto, use o espaço comentários ou o "Contato" na barra ao lado.

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark