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terça-feira

Veja como consumir a melhor, a mais pura, água

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As pesquisas compiladas no livro “The Drinking Water Book” (“O Livro da Água Potável”, em livre tradução), de Colin Ingram, apontam que o filtro de barro – aquele que sua avó provavelmente usa ou já usou – é o mais eficiente do mundo.

Ele é bom na retenção de cloro, pesticidas, ferro e alumínio, além de também não deixar passar 95% de chumbo e 99% de Criptosporidiose, parasita que causa diarréias e dor de barriga.’ (ExameAbril)

São os tradicionais filtros de “barro”, com filtragem por gravidade e/ou versões mais modernas como aqueles acoplados diretamente na água que vem da rua, com filtragem por pressão – embora possam não ser tão eficientes como os de “barro”, tanto é que as pesquisas se referem ao tradicional – mas, que, basicamente funcionam com o mesmo principio.

Este filtro de barro como conhecemos, é uma criação brasileira do início do século 20 e, apesar das mudanças nas preferências e nos costumes dos consumidores, continua sendo apontado por especialistas como uma das maneiras mais eficientes de se filtrar água no mundo.

O tradicional filtro São João, por exemplo, tem classificação máxima pelo INMETRO, e é o mais vendido, tendo recebido a classificação ‘P’ ou a melhor concedida aos purificadores e que retêm as menores partículas.

Leia também:
- Água da Nestlé tem venda proibida pela Anvisa por riscos de infecção em crianças e grávidas 
- Nestlé e Coca-Cola são condenadas na Califórnia – EUA – por venderem água de torneira como mineral
Além disso, ainda tem algumas vantagens adicionais e diferenciais do filtro de barro – todo de barro ou cerâmica – está em seu baixo custo de manutenção e a capacidade de refrescar a água de modo natural, sem gastos de energia elétrica. Isso porque a cerâmica diminui a temperatura da água, em média, em até 5 graus centigrados.

Ferver a água, por exemplo, ainda é uma forma eficaz para a purificação de água junto e os filtros de barro são os melhores meios de filtragem do mundo, segundo a publicação americana “The Drinking Water Book”.

Como vê as águas ditas minerais, ou que vêm em garrafas e garrafões só devem ter o nome e fama graças ao suporte de marketing, que não vemos por aí quando se trata dos filtros tradicionais e de sua água de qualidade superior.

E, como vai conferir nos links acima, se as grandes vedetes da comercialização de água no mundo – Nestlé e Coca-Cola – têm enfrentado a lei por graves irregularidades contra a saúde pública, uma fraude total, dá para imaginar que não deve ter lá coisas tão boas na área como um todo.


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segunda-feira

Energia solar deixa de ser privilégio e gera melhorias e renda no sertão

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Um Brasil, relativamente, silencioso vem se construindo à revelia da tal oposição política e de uma mídia que oculta tudo de bom que rola país afora e hipertrofia, e frequentemente, edita ou inventa as más notícias como se tentasse construir uma forma de “queimar” e inviabilizar o governo federal em exercício, provavelmente querendo inverter a ordem de prioridades que vem sendo adotada nos últimos anos, de privilegio a setores até então alijados da vida do país.

A incorporação de grande parcela da população à vida econômica do país com mais de 63 milhões de brasileiros retirados da miséria, vem promovendo mudanças significativas que se espalham por todos os rincões do Brasil.

Este caso abaixo é um bom exemplo destas mudanças que chegam silenciosamente e que vêm mudando a cara do país.
"Energia solar em telhados gera renda e melhorias no sertão baiano
Com 9.144 placas fotovoltaicas instaladas nos telhados dos blocos com quatro ou seis apartamentos, os conjuntos vizinhos do Minha Casa Minha Vida, lar de mil famílias de baixa renda, têm potencial para produzir 2,1 Megawatts (MW), capazes de abastecer 3,6 mil domicílios por ano. Transformados na maior microusina de energia solar do País, os residenciais Praia do Rodeadouro e Morada do Salitre, em Juazeiro, no sertão baiano, ultrapassaram a marca de R$ 2 milhões em receita obtida com a venda da energia elétrica à distribuidora local.

Os 5,465 Gigawatts-hora (GWh) comercializados renderam R$ 2,27 milhões líquidos entre fevereiro de 2014 e novembro de 2015 — os dados podem ser acompanhados pelo site, com defasagem de um dia. Desse bolo, uma fatia de 60% vai para o bolso das famílias, 30% são aplicados num fundo para o condomínio e a associação de moradores e os 10% restantes pagam as despesas de manutenção dos residenciais. 

Investimento

Em dinheiro, o fundo de investimento arrecadou R$ 683 mil no período, o que lhe permitiu bancar melhoramentos como a reforma e ampliação dos centros comunitários, antes ocupando quiosques abertos, além da instalação de sala de informática, parada de ônibus coberta, sinalização de trânsito e de serviços de atendimento médico, odontológico e psicológico.

Os investimentos foram decididos pelos próprios moradores via associação. E mais: não há taxa de condomínio, e cada família recebeu R$ 1.366 até novembro de 2015, ou uma média de R$ 62 mensais, valor suficiente para cobrir as prestações mensais do programa Minha Casa Minha Vida, que variam de R$ 25 a R$ 80.

Modelo Sustentável

O Fundo Socioambiental Caixa investiu R$ 6 milhões em recursos não reembolsáveis no projeto, implantado pela Brasil Solair, que entrou com contrapartida de R$ 880 mil. A empresa também instalou seis torres de microgeração eólica, que produzem a energia que abastece as áreas comuns dos condomínios.

“Os resultados desse projeto são surpreendentes e nos motivam a buscar novos modelos de negócio para promover a sustentabilidade dos condomínios do Minha Casa Minha Vida”, afirmou Mara Alvim Motta, gerente executiva da Gerência Nacional de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental da Caixa.


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sábado

Benditas chuvas! Itaipu volta a liderar a produção mundial de energia. É, no Brasil!

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Quem vê algumas pessoas se referirem ao Brasil é como se não tivessem a mínima noção do país que ‘têm’, em que vivem, e se referem a ele como um ‘paisico chinfrim’ do qual lamentam muito terem nascido por aqui.

Olham por um canudinho e definem o que veem como a própria realidade.

Santa ignorância!

   "Itaipu volta a liderar a produção mundial de energia


A energia produzida pela usina de Itaipu, em 2015, seria suficiente para suprir o consumo de todo o Nordeste do Brasil por um ano e um mês.

A usina Itaipu Binacional obteve, em 2015, a posição de líder mundial em geração de energia com a produção de 89,2 milhões de megawatts-hora (MWh) de energia elétrica. Esse resultado é 2,5% maior que a produção registrada na usina de Três Gargantas na China, de 87 milhões de MWh.

Desde que entrou em operação, a Itaipu Binacional perdeu a posição de líder mundial de produção anual de eletricidade apenas em 2014, quando gerou 87.795.393 MWh. Em 2015, Itaipu registrou 89.2 milhões de MWh, 1,6% a mais do que no ano anterior. A expectativa é de que a usina produza acima dos 90 milhões de MWh até o final de 2016.

A hidrelétrica, que pertence ao Brasil e ao Paraguai, também é a maior produtora de energia limpa e renovável do planeta, com mais de 2,312 bilhões de MWh acumulados desde a sua entrada em operação, em maio de 1984, há exatamente 31 anos e oito meses. 

Comparativos

A energia produzida pela Itaipu em 2015 (89.215.404 milhões de MWh) seria suficiente para suprir o consumo de todo o Nordeste do Brasil por um ano e um mês; a região Sudeste, por quatro meses; e o Sul, por um ano. Atenderia também a toda a demanda de uma cidade como São Paulo por três anos; Curitiba, por 18 anos; e Foz do Iguaçu, por 155 anos e oito meses.

Já a energia acumulada (2,312 bilhões de MWh) seria suficiente para suprir o consumo do Norte por 71 anos e cinco meses; o Sudeste, por nove anos e seis meses; e o Sul, por 27 anos e três meses. Toda a demanda de uma cidade do porte de São Paulo seria atendida por 78 anos e cinco meses; a de Curitiba, por 467 anos; e a de Foz do Iguaçu, por 4.036 anos e um mês.

Itaipu responde atualmente por 15% de toda a energia elétrica consumida no Brasil e atende a mais de 75% do mercado paraguaio de eletricidade. 

 Fonte: Portal Brasil, com informações do MME e Itaipu Binacional

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domingo

Agricultura familiar sustentável no Brasil que coloca 70% do alimento em nossas mesas é destaque na FAO

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É um setor que adquiriu este protagonismo na produção de alimentos no país graças às políticas de incentivos dos últimos governos, embora não tenha recebido qualquer destaque na mídia convencional, provavelmente para não ter que computar os dividendos desta política tão bem sucedida de incentivos, de fomento, aos governos Lula/Dilma, o que não compromete em nada esta realidade maravilhosa.

    "FAO destaca produção sustentável da agricultura familiar no Brasil

Para o organismo internacional, produção dos pequenos produzem alimentos saudáveis de maneira sustentável.
  
São Paulo – Promover a alimentação saudável é um dos desafios que o Brasil tem pela frente, conforme o relatório Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Brasil – 2015, do Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO). Para isso, segundo o representante do organismo no Brasil, Alan Bojanic, a agricultura familiar deve ser incentivada.

“Os pequenos agricultores são responsáveis por mais de 70% dos alimentos que chegam diariamente a nossas mesas e a produção deles vem de uma fonte sustentável e acima de tudo saudável”, ressalta Bojanic, no documento lançado durante a 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar, encerrado na última sexta-feira.

O relatório destaca o aumento do número de pessoas com sobrepeso e obesidade em todo o mundo e os males associados ao excesso de peso, como pressão alta e diabetes, que chegam a consumir 20% do orçamento dos países. No Brasil, em 2011, custou mais de R$ 480 milhões ao Sistema Único de Saúde.

“A alimentação saudável deve ser uma aliada da população. As dietas precisam garantir alimentos nutritivos e ricos em proteínas. E quem pode contribuir bastante para isso é o agricultor familiar”, afirma o representante da FAO.

O relatório recomenda a criação e fortalecimento de políticas públicas voltadas a populações mais vulneráveis, como comunidades indígenas e quilombolas, medidas contra o desperdício de alimentos e mudanças na produção em função das alterações climáticas.

A primeira edição revelou que o Brasil venceu o problema estrutural da fome e não está mais no mapa da Fome das Nações Unidas.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), a pobreza no país foi reduzida de 24,7% em 2002 para 8,5% em 2012, e a extrema pobreza caiu de 9,8% para 3,6% no mesmo período. Esse resultado permitiu o cumprimento da meta de reduzir pela metade o número de pessoas que passam fome estabelecida nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

Para as décadas seguintes o Brasil precisa atender, sobretudo, aos chamados grupos mais vulneráveis que abrigam a maior parte das pessoas que ainda sofrem de insegurança alimentar no país.

Para Bojanic, chegar até essas pessoas é essencial para que o Brasil fique livre da fome uma vez por todas. "As políticas devem criar estratégias para atingir de forma eficaz, os ribeirinhos, quilombolas, indígenas e a população rural.”




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