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A
questão da importância das abelhas
na preservação da vida, da nossa vida no planeta não chega a ser lá uma informação
assim, como poderíamos dizer... Tão disseminada, conhecida, já que as abelhas são
normalmente associadas, apenas, ao mel.
Falta
de conhecimento este que não diminui a importância e os riscos decorrentes de
seu fim e comprometimento da vida, pelo contrário, só aumenta, complica.
A
questão ambiental como um todo
perdeu prestígio nos últimos tempos, como se o planeta e seus recursos vitais, diríamos
assim, estivessem às mil maravilhas, e a vida... Vai
muito bem obrigado.
Tem
até gente dizendo que aquecimento global
e mudanças climáticas... É pura balela
comunista. Não, não é só no Brasil, o fascista de plantão nos EUA vai pelo
mesmo raciocínio.
Confira
o quadro catastrófico: O desaparecimento de polinizadores
– borboletas e insetos – coloca em risco a sobrevivência da humanidade
Além
dos fatores tradicionais, digamos assim, que podem levar ao desaparecimento das abelhas como o agronegócio, para ficarmos só neste exemplo,
um fator radical foi identificado como o mais novo vilão. O celular!
É,
o celular, esse “ser” omnipresente não só em nosso cotidiano, mas nos corações
e mentes de, praticamente, todo mundo...
A
notícia nem é tão nova assim, é de 2016, o que, longe de aliviar, complica ainda
mais, já que de lá pra cá o número de celulares...*
“As
abelhas estão morrendo e a culpa é dos celulares, afirma cientista
Ondas deixam os insetos desorientados, provocando o
abandono das colmeias e a morte.
Cientistas dizem ter
provas de que os sinais dos celulares são os responsáveis pela queda repentina
da população mundial de abelhas.
Pesquisadores da suíça
descobriram que as micro-ondas têm confundido os insetos, que começam a voar
erraticamente e depois morrerem precocemente.
A equipe de cientistas colocou telefones celulares
em uma série de colmeias sob condições controladas e monitorou os resultados.
Foram 83 experimentos medindo a reação das abelhas quando o telefone estava
desligado, em stand by, ou realizando uma ligação.
O barulho produzido pelas abelhas aumentou mais de
dez vezes quando o celular recebia ou realizava uma ligação. O nível sonoro
voltava ao normal quando o aparelho era desligado ou era colocado em stand by.
De acordo com Daniel Favre, líder da pesquisa, as
ondas dos telefones claramente irritam as abelhas. “Elas emitem um sinal para
evacuar a colmeia, mas ficam tão confusas que muitas morrem voando”, disse
Favre em entrevista ao jornal inglês Daily Mail.
O estudo não é o primeiro a relacionar telefones
celulares e a morte de abelhas. Em 2008, um pesquisador alemão descobriu que os
insetos se recusavam a voltar à colmeia quando telefones celulares eram
colocados em torno da estrutura. Perdidas e desorientadas, elas morriam.
Em março de 2010 um relatório da ONU alertou que a
queda repentina na população de abelhas está sendo causada por uma “tempestade
perfeita de perigos e ameaças”. Cientistas já identificaram mais de dez fatores
– de pesticidas químicos a perda de flores nativas – que conspiram contra as
abelhas.
*
No Brasil são 235,45 milhões de linhas de telefonia móvel, segundo o jornal o
Valor. No mesmo período, – julho de 2018 – dados do IBGE estimam a população em
208 milhões de habitantes.
Em dados de fevereiro de 2018, segundo informações
de O Globo, o número de usuários únicos de celular no mundo era de 5 bilhões de
aparelhos, para uma população estimada de 7,6 bilhões de habitantes, em dados
de 2017 segundo a ONU.
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O que seu celular e whattsapps têm a ver com a preservação da vida? É isso, da sua também