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quarta-feira

Talvez seja a hora de voltarmos a falar em produtos orgânicos na alimentação

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Nestes tempos polêmicos sobre a invasão de agrotóxicos perigosos [mais perigosos] na agricultura nacional, inclusive alguns letais, diretamente para as abelhas, embora o sejam também para nós como consequência direta, talvez fosse interessante começar a prestar mais atenção ao que consumimos.

Parece que, sabe-se lá o porquê, as questões ambientais vêm sendo deixadas de lado, onde até se questiona sua autenticidade [veja aqui], e pior, tem muita gente indo na conversa.
Confira: Como fazer para identificar um produto orgânico
Mas, voltando, veneno é veneno, sobretudo se já tem efeito comprovado, 
logo, a conversa sobre produtos orgânicos deva entrar na ordem do dia. É como vi uma frase outro dia: “O dinheiro que se gasta a mais com o produto orgânico, se economiza na farmácia e no médico”.

Talvez a mudança possa ser feita de forma gradual, descartando [substituindo] a princípio aqueles mais perigosos e que nem desconfiamos.

Dê uma olhada nesta lista da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), aqui.

Neste artigo acima você encontra mais informações sobre os produtos orgânicos, ou como reconhecê-los, inclusive uma boa fonte de informação é a cartilha O Olho do Consumidor, ilustrada pelo Ziraldo, logo mais antiga, mas com suas informações atuais e bem oportunas.

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E aí, qual açúcar prefere? Tem açúcares e açúcares... Confira!

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O açúcar, quem diria? Pode alguém ter ‘inventado’ algo ruim em coisa tão doce... Tão imprescindível em nosso cotidiano? Alguém aí gosta de café, ou do velho ‘pingado paulista’ sem açúcar?

Duvido!

No mínimo... É escolher aquele, como poderia dizer? Mais saudável.

Neste texto abaixo vai conferir as diferenças essências entre os diversos tipos. Mas, vai precisar de um pouquinho de empenho e vontade para fazer a opção, caso seja por um tipo pouco convencional, já que o gosto “das coisas” muda um pouco.

Eu já fiz há já algum tempo: é o açúcar mascavo, e o gosto ‘das coisas’ continua bom... O pingado? Ficou bem melhor!
Demerara, mascavo ou refinado: qual é a diferença entre cada açúcar?...
Prestar atenção nos ingredientes dos produtos industrializados e reduzir o consumo de açúcar são hábitos essenciais para quem busca melhorar a própria qualidade de vida. Contudo, quando vão adoçar sua bebida, muitas pessoas, ainda tem dúvidas na hora de escolher.

Pensando nisso, separamos algumas dicas da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo para ajudá-lo a entender a diferença entre cada e fazer a melhor opção. 

Confira:

O ideal seria preservar o gosto naturalmente doce dos alimentos, fazendo um uso bastante moderado do produto. Mesmo porque consumir açúcar refinado em excesso pode causar hiperatividade, inflamações, acne, lipogênese (acúmulo de gordura corporal) e ainda o risco de desenvolvimento da diabetes. Entre as opções do produto, estão:
Refinado: o ideal é substituí-lo por outra opção, pois ele perde mais de 90% de seus nutrientes no processo de refinamento, além de conter substâncias químicas que o ajudam a ficar branco e fino. 
Cristal: outro que também perde praticamente todos os seus nutrientes, apesar de não possuir tantos aditivos químicos quanto a versão refinada. 
Mascavo: por não precisar passar pelo processo de branqueamento, cristalização e refino, contém uma maior concentração de nutrientes, com destaque para o cálcio e o ferro. 
Demerara: apesar de também passar por um leve processo de refinamento, não recebe nenhum aditivo químico, o que ajuda a preservar melhor seus nutrientes. 
Orgânico: não possui nenhum tipo de ingrediente artificial e tem o mesmo poder adoçante, apesar de ser mais grosso e escuro do que a versão refinada. 
Light: trata-se da combinação entre o açúcar refinado comum e adoçantes artificiais, deixando-o com maior poder adoçante. Cuidado para não usar demais. 
Mel: contém cálcio, fósforo, potássio, sódio e manganês, vitaminas C e B e proteínas, além de possuir nutrientes funcionais como FOS (frutooligossacarídeos), importantes para o funcionamento do intestino.
ATENÇÃO: açúcar mascavo e mel são mais saudáveis por conterem mais nutrientes, no entanto, assim como o açúcar branco, aumentam a glicemia e favorecem o ganho de peso.

Fonte: osul

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quinta-feira

Alimentos integrais e fibras reduzem risco de câncer no intestino, diz estudo

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Falar em alimentação natural, fibras integrais... Tem gente que até torce o nariz, já que o “folclore” costuma associar ‘as coisas da área’ como coisas exóticas e, sobretudo, ruins.

Acho que existe outro nome para isto... Há, é o velho preconceito! Ou seja, tem gente que ‘nunca comeu e não gostou... ’. Pode?

Aveia, por exemplo, é um “must”, como se diz, de tão boa/gostosa, e pode fazer parte de inúmeras combinações e/ou pratos deliciosos, diga-se de passagem.  E dizer que o arroz integral e pão integral são ruins... Aí só quem explica é o preconceito...

É só provar!

Então, com os “argumentos” no artigo abaixo dá para, no mínimo – como se diz – conferir!

A ‘notícia’ não chega a ser nova...* Mas, para quem não viu e/ou não conhece...

É isso! Confira!!!
“Alimentos integrais e fibras reduzem risco de câncer no intestino
Pesquisadores britânicos e holandeses confirmam ação positiva de alimentos como arroz integral e aveia.

Um estudo realizado por pesquisadores da Grã-Bretanha e da Holanda sugere que o consumo de mais cereais e grãos integrais pode reduzir o risco de câncer colorretal, ou câncer do intestino grosso.

Segundo os cientistas do Imperial College de Londres, para cada dez gramas de aumento no consumo de fibras, ocorreu uma queda de 10% no risco deste tipo de câncer.

Já se sabia que o consumo destes alimentos ajuda a proteger contra problemas cardiovasculares, mas os especialistas afirmam que qualquer ligação com câncer colorretal era menos clara, pois as pesquisas não tinham dado resultados consistentes.

Os cientistas britânicos e holandeses analisaram 25 estudos relativos ao assunto, que envolveram cerca de 2 milhões de pessoas, e concluíram que o consumo de alimentos como arroz integral, aveia e outros cereais são os responsáveis por esta diminuição de risco.

Dagfinn Aune, uma das autoras do estudo e pesquisadora associada no Departamento de Epidemiologia e Bioestatísticas do Imperial College, afirmou que a análise realizada ajudou a encontrar uma associação linear entre a fibra na dieta e o câncer colorretal.

"Quanto mais fibras como estas você come, melhor é. Até quantidades menores tem algum efeito", afirma.

O estudo foi publicado na revista especializada "British Medical Journal".

Outros benefícios

Os pesquisadores informaram que a adição de 90 gramas por dia de grãos integrais na dieta está ligada a uma redução de 20% no risco de câncer colorretal.

Eles dizem ainda que os benefícios para saúde do consumo destes grãos não se limitam apenas à diminuição do risco deste tipo específico de câncer.

"Também pode reduzir o risco de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, excesso de peso e obesidade e, possivelmente, mortalidade geral", afirmaram.

No entanto, o último estudo afirma que não há provas de que as fibras presentes em frutas ou vegetais tenham a mesma importância neste resultado.

Uma pesquisa anterior que mostrou a redução do risco devido ao alto consumo de frutas e vegetais sugere que outros compostos presentes nas frutas, ao invés das fibras, podem ser os responsáveis.

Yinka Ebo, da organização de caridade britânica de combate ao câncer Cancer Research UK, afirmou que esta pesquisa dá mais credibilidade às afirmações de que fibras protegem contra o câncer no intestino.

"Comer fibras é apenas uma das muitas coisas que você pode fazer para diminuir o risco de desenvolver a doença, junto com manter um peso saudável, uma vida ativa, diminuir o consumo de álcool, de carne vermelha e industrializada, e não fumar", afirmou.

Obs.* Saiu nova versão da pesquisa “made in usa”, agora, que você confere aqui.


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terça-feira

Acredita? Esponja de cozinha pode ser mais suja do que privada, diz estudo

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As pesquisas científicas falam horrores, como se diz, sobre as “esponjas de lavar louça”. Pelo que dizem, o título não é só uma força de expressão.

O seu nível/padrão de sujeira e/ou infestação de micro-organismos patológicos as tornam vilãs potenciais para a transmissão de muitas doenças perigosas.

Mas, o fato é que as pessoas pouco sabem ou fazem diante deste quadro e usam ‘a sua’ ao limite e nem mesmo se dão ao trabalho de fazer a descontaminação diária recomendada que as deixariam mais saudáveis. 

Recomendam algumas práticas que devem ser adotadas diariamente, o que lhes garantiria uma vida útil mais longa e menos ofensiva.

Veja abaixo.
      "Esponja de lavar louça acumula 680 milhões de fungos e bactérias em 15 dias de uso, diz pesquisa
Estudo foi feito pela Devry Metrocamp, em Campinas, aponta tipos que podem causar problemas como diarreia, febre e afetar a saúde do pulmão. Veja como higienizá-la

Pesquisadores de Campinas (SP) descobriram que 15 dias de uso de uma esponja de lavar louça são suficientes para deixá-la com 680 milhões de fungos e bactérias, que podem causar de diarreia e febre a problemas pulmonares. O maior risco é para idosos, crianças e pessoas com baixa imunidade.

O estudo, feito pela Faculdade DeVry Metrocamp - que pertence a um grupo educacional dos EUA -, foi realizado com amostras de esponjas usadas por esse período, e não higienizadas. O resultado assusta, mas os pesquisadores ressaltam que boa parte desses micro-organismos já estão presentes no nosso corpo e no ambiente. O problema é quando se trata de uma quantidade excessiva deles.

"Nós encontramos principalmente a Escherichia coli, que pode ocasionar problemas como diarreia, febres. Fungos podem ocasionar problemas de pele, que vão desde uma micose ou até mesmo problemas no pulmão", alerta a pesquisadora Rosana Siqueira.

Contaminação imperceptível

O simples contato da esponja com os talheres e pratos faz com que o objeto se contamine, podendo estender essa contaminação aos alimentos. O estudo aponta que água e sabão não limpam, de fato, a ferramenta. 

Higienizar ou comprar nova?

Para deixar a esponja livre dos micro-organismos, os pesquisadores ensinam que todos os dias é preciso repetir um procedimento: colocá-la no micro-ondas com um pouco de água em potência alta por 2 minutos. 

O resultado, garante o estudo, é uma esponja mais higienizada do que uma outra nova em folha. Os testes realizados em laboratório mostram que ela fica mais limpa e com menos fungos e bactérias do que uma esponja nova. 

Outra opção de limpeza testada no estudo é colocar a ferramenta em uma solução na proporção de duas colheres de água sanitária para 1 litro de água. A esponja deve ficar imersa por dez minutos. 

Também é importante não deixar a esponja em potes de sabões em pasta ou úmidas, pois quanto mais úmida, mais contaminada ela fica. 

No entanto, todos esses procedimentos devem ser feitos desde o primeiro até o 15º dia de uso, quando ela deve ser realmente substituída por outra. 


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sábado

Alimentos orgânicos, mais que modismos... É necessidade!

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A massificação na produção de alimentos levou a um ponto onde a qualidade hoje não passa de um clichê. Qualidade no que se refere a sua constituição mesmo, quando vêm plenos de produtos químicos criados e usados em função das necessidades tanto de superprodução, como de transporte e armazenamento no longo prazo. 

Isso sem falar naqueles industrializados, mesmo, processados, que acabam por receber mais “coisas” – aditivos e conservantes de todos os tipos – complementos não necessariamente alimentos ou boas para a saúde e vida.

O desafio é resgatar qualidade através da produção e consumo de produtos orgânicos, ou seja, um nome novo para falar daquele alimento original – como é na realidade – como a natureza fez e que cumpre muito bem sua função alimentar sem contratempos ou problemas para a saúde e vida.


Entre os grandes produtores de alimentos não existe esta perspectiva – de larga produção orgânica – o que poderia gerar mais custos na produção, logo, menos lucros. Daí a produção hoje ser residual, feita por pequenos produtores, cujos produtos são encontrados, sobretudo em feiras de orgânicos espalhadas por todo o país ou até mesmo em setores especializados em grandes supermercados.
Nesta lista abaixo vai conferir algumas vantagens que comprovam o ‘acerto’ em voltar a consumir alimento “mesmo”, como se diz, que adicionam saúde e vida... Sem contratempos.

Confira:
10 motivos para consumir orgânicos
1. Evita problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias químicas tóxicas. Pesquisas e estudos tem demonstrado que os agrotóxicos são prejudiciais ao nosso organismo e os resíduos que permanecem nos alimentos podem provocar reações alérgicas, respiratórias, distúrbios hormonais, problemas neurológicos e até câncer.
2. Alimentos orgânicos são mais nutritivos. Solos ricos e balanceados com adubos naturais produzem alimentos com maior valor nutritivo.
3. Alimentos orgânicos são mais saborosos. Sabor e aroma são mais intensos – em sua produção não há agrotóxicos ou produtos químicos que possam alterá-los.
4. Protege futuras gerações de contaminação química. A intensa utilização de produtos químicos na produção de alimentos afeta o ar, o solo, a água, os animais e as pessoas. A agricultura orgânica exclui o uso de fertilizantes, agrotóxicos ou qualquer produto químico; e tem como base de seu trabalho a preservação dos recursos naturais.
5. Evita a erosão do solo. Através das técnicas orgânicas tais como rotação de culturas, plantio consorciado, compostagem, etc., o solo se mantém fértil e permanece produtivo ano após ano.
6. Protege a qualidade da água. Os agrotóxicos utilizados nas plantações atravessam o solo, alcançam os lençóis d’água e poluem rios e lagos.
7. Restaura a biodiversidade, protegendo a vida animal e vegetal. A agricultura orgânica respeita o equilíbrio da natureza, criando ecossistemas saudáveis. A vida silvestre, parte essencial do estabelecimento agrícola é preservada e áreas naturais são conservadas.
8. Ajuda os pequenos agricultores. Em sua maioria, a produção orgânica provém de pequenos núcleos familiares que tem na terra a sua única forma de sustento. Mantendo o solo fértil por muitos anos, o cultivo orgânico prende o homem à terra e revitaliza as comunidades rurais.
9. Economiza energia. O cultivo orgânico dispensa os agrotóxicos e adubos químicos, utilizando intensamente a cobertura morta, a incorporação de matéria orgânica ao solo e o trato manual dos canteiros. É o procedimento contrário da agricultura convencional que se apoia no petróleo como insumo de agrotóxicos e fertilizantes e é a base para a intensa mecanização que a caracteriza.
10. O produto orgânico é certificado. A qualidade do produto orgânico é assegurada por um Selo de Certificação. Este Selo é fornecido pelas associações de agricultura orgânica ou por órgãos certificadores independentes, que verificam e fiscalizam a produção de alimentos orgânicos desde a sua produção até a comercialização.
O Selo de Certificação é a garantia do consumidor de estar adquirindo produtos mais saudáveis e isentos de qualquer resíduo tóxico. 
Fonte: Ambiente Brasil
Como pode ver, é tudo de bom e só recebem esta relevância em função do abandono disso tudo nos últimos tempos, quando pouco se percebe, ou se sabe, sobre a sua relevância ou mesmo as consequências disso que não chegou a ser, mesmo uma opção, o consumo de alimentos “industrializados”, digamos assim.

Nesse link você encontra um mapa indicativo de ‘feiras de produtos orgânicos’ por todo o Brasil: Feiras de Produtos Orgânicos.

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