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quinta-feira

Quase 25% da energia consumida no país está vindo de termelétricas

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As termelétricas não são nenhum objeto de desejo de ninguém, sobretudo, dentro da perspectiva ambiental, já que usam combustíveis fósseis como o carvão mineral, o óleo e o gás natural. Entretanto, elas constituem a reserva mais segura para garantir o abastecimento interno em ocasiões em que as condições naturais como chuva e ventos (eólica) podem não estar favoráveis como agora, com os baixos níveis de água dos reservatórios das hidrelétricas. Em função disso, depois das experiências com o racionamento de energia no governo do FHC (PSDB), foi criado este sistema de segurança no governo Lula (PT).
Usina Termelétrica Euzébio Rocha
(Cubatão) - Petrobras
"O nível abaixo do normal na maioria dos reservatórios do país faz com que quase um quarto da energia distribuída pelo Sistema Interligado Nacional (SIN) e consumida em todo o país seja proveniente de usinas termelétricas. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), pelo menos 60 usinas termelétricas estão despachando energia, por meio do SIN, de todas os tipos de fontes: eólica, a carvão, a óleo diesel e combustível, nuclear e a gás natural.

(...) O ONS admitiu que os níveis dos reservatórios estão abaixo do normal e que no subsistema Sudeste/Centro Oeste o nível dos reservatórios das hidrelétricas é hoje de 28,9 – o mais baixo para os meses de janeiro dos últimos 12 anos – menor do que o verificado no mesmo mês de 2001, quando houve o último racionamento de energia elétrica no país.

Em todos os subsistemas, o nível dos reservatórios está abaixo ou próximo da Curva de Aversão ao Risco (CAR). No Nordeste, o nível dos reservatórios está em 30,96%; na Região Norte, em 40,48%; e no Sul, em 40,39%.

(...)Procurada pelo Agência Brasil, a Petrobras informou, em nota, que, do total do despacho termelétrico do Sistema Interligado Nacional, previsto para esta semana, cerca de 8,1 gigawatts (GW) serão produzidos em usinas a gás natural, dos quais 5,3 GW em usinas sob controle da estatal.

A nota diz ainda que, além da geração nas usinas a gás natural, a Petrobras deverá fornecer 0,5 GW provenientes de usinas a óleo. (da Agência Brasil)

Para ler o texto completo, aqui.

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sábado

Engarrafar bufa de vaca. É a ideia de universidade britânica para conter gases



Imagem de experiência feita na Argentina
Seria uma tentativa de reduzir, ou eliminar, os gases emitidos pelos ruminantes em seu processo metabólico, ou seja, o arroto, e o flato, vulgo peido, que segundo se afirma representam 9% do gás carbônico e 33% do metano emitidos na atmosfera.

O que é bastante controvertido. É como a estoria do macaco que poe a batata para assar e ao vê-la queimando tenta tirar do fogo com a mão do gato.

É uma forma de desviar a atenção dos verdadeiros responsáveis que, diga-se passagem continuam tranquilamente a queimar o barato e democrático – existe em todo lugar – carvão mineral, com a desculpa de crise econômica. Este sim, é considerado o verdadeiro vilão do aquecimento global que é usado livremente desde a Revolução Industrial.

Claro que qualquer coisa que se venha a fazer, ajuda. Mas dai a demonizar o gado é outra conversa. E veja que eu sou vegetariano, mesmo, há muito tempo e por mim se parassem com a reprodução do gado e produção da carne, qualquer uma, não faria a menor diferença.

Esta ideia, se der certo, iria influenciar sobretudo o gado confinado em fazendas na UE e EUA, pois a maior parte do gado criado no mundo é feita em criações extensivas, comendo capim, e sabe-se que produzem muito menos destas emissões.

É claro, o gado criado confinado come uma mistura a título de ração que inclui além de cereais, sangue, vísceras e ossos deles próprios, o que gerou doenças radicais como o mal da vaca louca na Inglaterra, provocada pelo consumo desses componentes em sua alimentação.

Logo, o excesso de gases no gado europeu e norte americano, nada mais é do que resultado da má digestão em função da dieta que recebem, já que, como se sabe, são animais herbívoros.

Agora, esta ideia proposta pela Universidade de Bangor, no Pais de Gales, de engarrafar a bufa das vacas é mesmo hilária, isto mesmo, imagine milhares de vacas carregando artefatos como os da imagem, com tubos ligados em seus intestinos... Hilária se não fosse cruel, ao trazer mais este desconforto ao gado que já leva uma "vida de cachorro". Se bem que a ideia não é nova, pois, já foi tentada antes na Argentina.

Fonte: BBC

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quinta-feira

Os problemas energéticos foram resolvidos, e não com fontes ecologicamente corretas


O gás de xisto parece ter sido eleito como a “salvação da lavoura”, de europeus, norte-americanos e outros dependentes externos de petróleo e gás natural, alem de grandes consumidores de carvão mineral, o vilão principal do aquecimento global. Estes países teem reservas consideráveis do “novo gás" em seus subsolos, como de resto boa parte do mundo. O problema é a complexidade do processo de exploração e o grande débito ambiental.
Clique para ampliar
Campo de exploração do gás, EUA

Quem sonhava, como os ambientalistas e utópicos de plantão, com um futuro movido a turbinas eólicas e placas de energia solar, pode tirar o cavalo da chuva.

Primeiro porque, apesar de toda euforia com as energias alternativas, assim como algumas tecnologias de ponta, elas esbarram com a pouca disponibilidade no mundo de alguns minerais e, sobretudo, das “terras raras” que é um composto mineral que contem cerca de 17 elementos químicos essenciais na fabricação tanto das baterias dos novos gadgets de todo tipo, como de componentes na construção das turbinas eólicas e tecnologias de energia solar.

Segundo porque, longe de “gastar pestana” no real desenvolvimento de novas tecnologias energéticas, os grandes consumidores de carvão mineral e derivados do petróleo, alem de responsáveis pelo efeito estufa que está aí, como os EUA e União Europeia, sobretudo, optaram de vez pelo gás de xisto, que tem alto custo tecnológico e ambiental.

Embora não seja nenhuma novidade, o seu uso só passou a ser factível, com os elevados preços do petróleo e gás natural, quando passa a ser viável economicamente, apenas, já que o custo ambiental continua muito elevado.

A opção de grandes consumidores como a União Europeia e EUA pelo gás de xisto, tem tambem, motivações políticas e estratégicas, já que dependem inteiramente da importação de grande parte da energia que consomem. No caso da União Europeia, do gás da Rússia e os EUA, de países do Oriente Médio e áreas adjacentes como Norte da Africa, que teem governos autoritários para os padrões ocidentais e principalmente instáveis politicamente, como demonstra a onda de revoltas que vem ocorrendo nos últimos dias.

O grande risco ambiental que revoga toda e qualquer perspectiva de mudanças tendo em vista as mudanças climáticas, é o uso acentuado de água no processo de extração e processamento do gás, que é contaminada irreversivelmente com elementos químicos altamente tóxicos, comprometendo ou inutilizando tanto as fontes da superfície como rios e lagos, como os lençóis freáticos.

Logo, o gás de xisto é o grande achado destes mega consumidores de combustíveis e energia fóssil e poluidores históricos, que mostram categoricamente que estão mais preocupados com os seus umbigos do que com um hipotético aquecimento global, se é que é real e não uma jogada como outra qualquer, que só tem uma vantagem, não ser pior do que o famigerado carvão mineral com o qual construíram o seu desenvolvimento.

Fonte: 20 Minutes.fr

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segunda-feira

Bioenergia, 5º Congresso Internacional de 2010

No periodo de 10 a 13 de agosto de 2010, na Expo Unimed, em Curitiba – PR – será realizado o que é considerado o maior forum brasileiro de tecnologia e uso de energias renováveis: biomassa, biocombustíveis, geradores de energia e energias alternativas.

Paralelamente acontecerá a 3ª edição da BioTecFar 2010, com exposição e oferta de tecnologias para produção de energia renovável. Para mais informações e inscrições, acesse o site no link: 5º Congresso Internacional de Bioenergia.

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quarta-feira

Usinas termoelétricas de lixo e biogás aliviam estoques nos lixões


Usina Verde - RJ
O lixo e os lixões são, decididamente, um dos grandes problemas para o meio ambiente pois, a sua produção e acumulo está associado à deterioração da qualidade do ar, do solo, dos lençóis freáticos e da qualidade da água em córregos e rios. 


Só em São Paulo são produzidas mais de 13 mil toneladas por dia e desse total, apenas 1% é reciclado, o que não deve ser diferente, proporcionalmente, no restante do Brasil.

Como todo e qualquer destino dado ao lixo implica grandes investimentos públicos, a solução ou redução do problema passaria por um processo de educação da população no sentido de reduzir a sua produção, com adoção de critérios na compra de produtos com embalagens ecologicamente inadequadas e/ou desnecessárias, a reutilização e por fim a reciclagem, com políticas oficiais de coleta e destino adequado aos produtos.

Algumas alternativas veem sendo utilizadas, como a construção de usinas termoelétricas com queima de biogás (lixão) ou do próprio lixo.

Embora existam restrições de ordem ambiental, elas são adotadas por muitos países com centenas de usinas de queima do lixo em países como EUA, Japão, e países da União Européia e são iniciativas reconhecidas pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Quioto e à produção e venda dos créditos de carbono.
 
A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desenvolveu o projeto Usina Verde, junto com a iniciativa privada, para a instalação de usinas termoelétricas com a queima do lixo, com um ciclo de uso que vai da reciclagem até o uso de subprodutos da queima final. Um problema tão grande e que tende a se agravar, merece atenção e deve ser atacado em todas as frentes possíveis.
  
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sábado

Usinas elétricas movidas a biogás de lixão em São Paulo


Aterro sanitário Bandeirantes
A cidade de São Paulo produz diariamente, nada menos que 13 mil toneladas de lixo, que durante estes últimos 28 anos formaram os aterros sanitários de Bandeirantes e São João, localizados na zona oeste e leste, respectivamente.

Com a sua capacidade chegando ao limite, primeiro o Bandeirantes e agora o de São João, ganharam usinas trmoelétricas, que utilizam o Biogásmetano – produzido pelos lixões.

O projeto esta sintonizado com o esforço patrocinado pela ONU de não só processar o lixo como utilizar o biogás resultante na produção de energia como forma de preservar o meio ambiente. Além dos benefícios óbvios, ele ainda permite a venda decréditos de carbono, em leilões na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), que no ano passado rendeu aos cofres públicos 13 milhões de euros ou 34 milhões de reais.

No Brasil são produzidas, aproximadamente 250 mil toneladas de lixo por dia e, desse total, apenas 3% a 4%, em média, são reciclados. Esses dados refletem uma situação que é um dos maiores desafios para a preservação do meio ambiente e pode, também, ser equacionado de outras formas mais saudáveis, como a educação da população.

Campanhas públicas podem ser feitas nos meios de comunicação e nas escolas orientando a população para que produza menos lixo através do uso mais racional dos recursos e do consumo, além de incentivar a reutilização e a reciclagem, pois, o lixo só passa a existir, efetivamente, após a mistura. Uma iniciativa que deu certo em Curitiba, o que a torna a cidade que tem o maior índice de separação de resíduos ou descartados do mundo.

Leia: Curitiba, reconhecida, e premiada, com o prêmio global cidade sustentável.

E você, acha que pode fazer algo no sentido de contribuir para um meio ambiente mais saudável? Faça um comentário e dê a sua opinião.

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