Mostrando postagens com marcador PolíticaAmbiental. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PolíticaAmbiental. Mostrar todas as postagens

segunda-feira

Chuvas ‘conferem’ obra do Covas no Anhangabaú

Existe outro sentido mais popular, diríamos assim, para a palavra ou expressão obra...* 

Esta é uma obra relevante do aprendiz psdbista [PSDB] o Covas, mexendo com algo emblemático da capital paulista, como se quisesse deixar seu rastro de bom administrador, e de lavada favorecendo algum grupo financiador de sua pretensa trajetória rumo a voos mais longos/altos na política.

PISCINÃO DE 100 MILHÕES Com as chuvas dessa semana, o Anhangabaú, recentemente reformado pela gestão Covas, alagou e transformou-se num piscinão. A reforma, que custou R $ 100 milhões aos cofres da prefeitura, retirou gramados e árvores do local, impermeabilizando o solo. @esuplicy  

Então, essa é uma nobre referência para quem pretende votar e assim garantir que ele vai continuar obrando assim na cidade.

*sentido popular

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*


Share/Save/Bookmark

sábado

A destruição do meio ambiente e a chegada dos novos moradores às cidades: os vírus

A destruição do meio ambiente que se acelerou muito nestes tempos de neoliberalismo galopante e sua sanha predatória, quando nem mesmo se vê mais falar em movimento ambiental ou coisa que o valha – a não ser como a garotinha modelo inventada pelo próprio sistema para tentar preencher o vazio que ficou – está na causa de muitas das doenças que vêm chegando para as cidades e detonando vidas sem limites.

O coronavírus não é e nem será o único, ele só veio na frente.

É que tanto a destruição do meio ambiente e consequente da fauna, esta hospedeira natural de todo tipo de vírus e microrganismos, aonde sempre viveram e são praticamente inócuos, vem provocando a perda de seus ‘habitats’ naturais o que os faz buscar novos hospedeiros, daí a sua chegada às cidades onde encontra um prato cheio.

A maravilhosa Floresta Amazônica é bem mais complexa do que aparenta em sua exuberância, e pode nos delegar com a sua devastação promovida pelo sistema que ora (des) governa o país, surpresas indesejáveis, bem além dos desequilíbrios climáticos e ambientais diretos.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*


Share/Save/Bookmark

quarta-feira

Com todas as atenções no COVID o desgoverno no país está privatizando a água

.
Rio Amazonas
Um dos multimilionários e dono da Coca-Cola local, Tasso Jereissati, senador pelo PSDB, é quem está buscando dar uma cara legal a espoliação desse patrimônio, único no mundo em tamanho e importância, desse recurso vital para a população e o país.

(...)

Existem cidades no México em que os bairros mais pobres dispõem de água corrente apenas em alguns momentos, em determinados dias da semana, obrigando a população comprar água extra. O resultado é que, em determinados lugares, os moradores tomam Coca-Cola, ao invés de água, por ser aquela mais fácil de conseguir, além do preço ser praticamente o mesmo. Há moradores destes locais que consomem 2 litros de refrigerante por dia, com consequências inevitáveis para a saúde pública. (O grifo é nosso)

(...)

Sabe-se que a Coca-Cola disputa água no mundo todo e certamente não o faz por razões humanitárias. Uma unidade da empresa é acusada de ter secado as nascentes em Itabirito, na região metropolitana de Belo Horizonte. A fábrica, segundo as organizações de defesa do meio ambiente, secou nascentes dos rios Paraopeba e das Velhas – responsáveis por quase todo o abastecimento de água de Belo Horizonte. (O grifo é nosso)

(...)

Em um momento de extrema fragilidade local como a que está passando a população e o país, é que as aves de rapina atacam, e os vendidos parlamentares estão cuidando de fazerem o seu pezinho de meia milionário vendendo o voto que receberam

Parece coisa de, como diriam os bolsominions [que não devem precisar de água] que o único partido que votou contra a medida de ‘doação’ do recurso de valor inestimável, já aprovado no Senado..., é, foram eles, os “comunistas”, para os lesos, e petistas para os minimamente informados.

Como sói acontecer, a partir dessa informação, a bolsominiada toda vai se fechar inteiramente a favor da privatização da água e saneamento [doação a empresas estrangeiras] no país, embora a grande maioria não tenha, nem de longe, a mínima noção do que isto pode significar para sua vidinha esclarecida em futuro próximo.

É, lembrei-me. É que, como normalmente acontece, assim que “o bicho pegar” mesmo em sua vidinha no cotidiano, tem sempre um “bode expiatório” para ser culpado: os petistas ou comunistas, como preferir.

Dê uma olhada em mais detalhes da tragédia que se arma: EUA, Coca-cola e PSDB: os interesses por trás do novo marco legal que privatiza a água

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*


Share/Save/Bookmark

quinta-feira

Abaixo assinado pelo fim do "produtivismo" para construir mundo pós-pandemia

.

Veja manifesto francês que surgiu na esteira da grande crise:

(...) O manifesto "Iniciativa Comum" defende a solidariedade nacional que deve intervir para ajudar os inquilinos a pagar as contas de água e luz, fornecer alimentos, máscaras gratuitas e outros apoios excepcionais individuais necessários. "Defendemos uma sociedade que reconheça e saiba valorizar todos os trabalhadores, sem os quais ela não funcionaria nem durante a crise, nem depois dela", dizem os signatários. Para eles, o salário desses trabalhadores invisíveis, profissionais da saúde e professores, tem que ser valorizado. (...)

A ideia de um novo mundo fundamentado em novos valores, mais humanitários e ambientais no pós-coronavírus, ainda rola como esperança em função do medo que faz muita gente repensar as coisas e achar que algo de consistente mudou ou pode mudar.

Mas passando a crise tudo deve cair na real, em que pese às expectativas da continuidade de riscos em aglomerações, por exemplo, tudo deve voltar ao normal e a vidinha costumeira voltará a rolar naturalmente.

Sobretudo porque o sistema econômico – mundial diríamos assim – está a postos para retomar as rédeas e não desiste de minimizar os riscos da coisa desde que seus lucros sejam mantidos.

Veja imagem na França, imediatamente após a suspensão da quarentena, na porta da Zara.

A morte de um bom número de pessoas não vai chegar a comprometer o mercado consumidor, principalmente por que se espera que morram os pobres, o que, no final não vai feder nem cheirar.

Claro que vão rolar movimentos mundo a fora que tentarão fazer algo no sentido da tal oportunidade de reformulação, mas, o muito que pode rolar é uma revitalização dos movimentos ambientais que andaram sumidos.

Sumidos porque foram sugados pelo grande mercado consumidor, que acabou por deglutir tudo, inclusive ou, sobretudo, os corações e mentes de todos, enquanto o processo de detonação do planeta como um todo..., vai muito bem, obrigado!

Veja mais sobre o movimento francês: Movimento pós-crise

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*


Share/Save/Bookmark

sexta-feira

Porque a reciclagem é [continua sendo] uma boa ideia

A questão ambiental deixou há muito tempo de ser moda..., é que teve uma época que era de “bom tom”, como se diz, não pelo reciclar em si mesmo, mas fazermos com que os vizinhos, amigos e conhecidos soubessem sobre o nosso elevado nível de consciência ambiental.

Sabe-se lá o que aconteceu, mas o fato e que ‘caiu de moda’. Contraditoriamente em momento em que a questão ficou mais grave, logo mais necessária.

O domínio da mídia em toda sua diversidade radicalizou no tal do ‘silencio ambiental’, provavelmente fazendo jus ao financiamento feito pelas grandes empesas, sobretudo via publicidade condicionada, que ’precisam de liberdade’ para usar, gastar e destruir livremente, sem que isso possa de alguma maneira comprometer suas imagens diante do consumidor.

O fato é que o planeta não foi consultado e continua na sua, ou seja, reagindo naturalmente e gestando as consequências já muito bem previstas, notadamente via a síntese de tudo o mais, o aquecimento global.

Se não quiser engrossar o time daqueles que ‘pagam pra ver’ [a maioria não passa de um “monte de sem noção”, como se diz], a saída é cada um fazer a sua parte. Simples assim!

Em minha rua [quadra], que pelo menos em tese teria um nível socioeconômico e cultural razoável [superior em grande parte], eu quase tenho que disfarçar..., pois os únicos ‘sacos com produtos recicláveis... ’, são os meus, é verdade! E o caminhão sempre dá uma passadinha por aqui duas vezes por semana.

             Obs. O pessoal do caminhão de lixo [comum], não deve entender como, ‘pega’ tão pouco por aqui, em relação ao dos vizinhos.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

segunda-feira

Nova onde ambiental ilustrada..., sei não, tem cara de “coisa feita”. Veja!

.
Até agora eu só estou observando..., de longe.

Associated Press, agência de notícias dos EUA, em Davos, cortou a imagem da ativista ambiental negra deixando só as ruivinhas escandinavas e ainda por cima tentou justificar, dizendo que só estava “ajeitando” melhor a foto, procurando uma melhor pegada...

Depois de protestos e reações, mesmo se justificando que “não foi por maldade” [racismo], divulgou a imagem original.
Conforme esta notícia recente [acima] vê-se que o mundo que se quer preservar não inclui a África..., muito menos outros locais na terra onde o povo tem um leve colorido não ariano... [e é pobre...].

Esta “nova” onda neoliberal que assola o mundo nos últimos tempos já deixou isto muito claro. Veja o caso do Brasil com o atual esquema de governo, vulgo Bolsonaro. Pobre tem mais é que morrer..., já que a maior parte dos pobres é colorida...

E está funcionando!

Também, graças ao trabalho primoroso do Guedes a soldo de seus patrões além-mar e do nosso voto/apoio oportuno [e do coitado do voto do ‘pobre’ enganado].

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

sábado

E a Amazônia, hem? Quanta (in) diferença...

.
A questão amazônica saiu do foco da mídia, tanto local como internacional, mas, o fogo..., vai muito bem obrigado!

Apesar do fato de um aumento significativo das queimadas e derrubadas na esteira do surgimento do esquema bolsonaro [começou a se acelerar ainda na primeira fase do golpe, no governo temer, aqui], que lhe empresta o nome e as sandices marketeiras para distrair a atenção da galera, o que rola mesmo é muita hipocrisia.

Inclusive ou, sobretudo no discurso primeiro-mundista, que deita e rola na Amazônia enquanto doa merrecas para disfarçar o financiamento e participação direta na exploração e destruição da região.
Veja: Salvar a Amazônia..., uma invasão estrangeira?
Paraísos decantados europeus como a Noruega e a Dinamarca, para ficarmos apenas nestes exemplos, mantêm empreendimentos de queimadas e exploração de madeira, assim como mineração, com nenhuma preocupação com a legislação e preservação local.

A santinha ambiental Noruega, que mantém mineração de alumínio em plena floresta, já tendo sido autuada por destruição de mananciais com despejos de refugos minerais, mas que continua posando de evoluída, ambientalista esclarecida e preocupada com o meio ambiente.
VejaMineradora norueguesa lança clandestinamente rejeitos tóxicos em nascentes amazônicas.
Só para lembrar ela, a Noruega, está começando um projeto novo de exploração de minério de ferro na floresta [veja aqui, BBC].

O esquema denominado de “governo bolsonaro”, especificamente, não inventou a roda, e o processo de destruição já havia se acentuado, como nos referimos acima, desde o princípio do golpe.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

Precisamos mentir [sobre desmatamento da Amazônia], pois pega mal para a imagem do Brasil lá fora. Diz general

.
Desmatamento em amarelo [via satélite] Inpe
É, foi o general estrategista do governo, ministro do Gabinete de Segurança Augusto Heleno, depois da repercussão internacional [sobretudo], com a divulgação dos últimos dados do desmatamento feito pelo Inpi.

A ideia é ocultar, ou seja, mentir [palavrinha quase inexpressiva de tão gasta]. É como disse, literalmente, o tal do general estrategista, que não precisamos deixar ‘vazar’ os dados sobre o desmatamento na Amazônia, pois pega mal para a imagem do Brasil lá fora [e para os negócios].

Daí o pupilo do sistema de degradação nacional, exerce o seu papelzinho medíocre, a título de decisão pessoal [já que só segue o script] e demite o presidente do Inpe*, como já detonou outros profissionais de instituições reguladoras na mesma linha, tipo Ibama.

Claro que por aqui, para o público interno não tem necessidade, já que a mídia oficiosa não se dá ao trabalho de informar, pois é bem paga pra isso.

O lance é externo, quando a mídia internacional tem vias próprias para buscar as suas informações, mas se os levantamentos não forem feitos, forem manipulados ou fraudados na origem..., fica mais difícil.

Apesar da catástrofe que se abate sobre o país a partir do golpe, [com o temer] e aprofundada ao limite nesse “governo bolsonaro”, tem gente que pensa, ou melhor, se ilude achando que depois “a gente conserta”...

Então, replantar uma floresta que tem ‘só’ 55 milhões de anos..., fica difícil.

*Veja aqui, jornal USP.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

sexta-feira

Dizem que agora o governo vai cuidar do meio ambiente...

.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*


Share/Save/Bookmark

quarta-feira

O projeto de demolição nacional do Bolsonaro continua: a Ministra do Agronegócio, ops! Da Agricultura com vocês

.
É isso, não tem como deixar de fazer referência à política convencional – por mais polêmica que seja ou esteja – diante de um quadro assim que temos pela frente no país, no que se refere à Questão Ambiental maior, a Amazônia.

Você pode até ter votado no dito cujo, é um direito inalienável seu, embora saibamos que o resultado não poderia deixar de ser e, é coletivo. No caso específico, mundial.

Um governo, como sabemos, não se forma depois do resultado das urnas. Muitas vezes, em grande parte ele já vem pronto com o beneficiamento direto dos seus, não só idealizadores, mas, sobretudo, financiadores e beneficiários.

Clique aqui e veja como funcionam as coisas, no cotidiano do Congresso Nacional. O Nacional é entre aspas.



O fato de termos a chefe do agronegócio no Congresso na direção das questões ambientais em seu sentido mais amplo, diríamos assim, é como diz o velho ditado popular: ‘Seria como colocar a raposa para cuidar do galinheiro’.*

Com certeza a sua ‘alcunha’ não é aleatória, a “musa do veneno”. No meio ambiente é ‘só’ o efeito imediato, entretanto, o que ‘pega’, mesmo, é a vida...

Para não parecer que estamos falando mal da ‘coitadinha’, confira você mesmo, parte de seu currículo e atividades, aqui.

·         Só pra lembrar. O fato de se colocar a global, a maitê proença à frente do Ministério do Meio Ambiente, é só para inglês ver, como se diz. Já que o antigo ministério está, de fato, às mãos dessa aí, acima. Afinal foi o que prometeu o bolsonaro mais de uma vez, logo, a indicação simbólica, digamos assim, é só para continuar enganando trouxas, ops! Desculpe-me, seus eleitores...
·         Obs.: Os nomes próprios em minúsculas não é erro e nem aleatório, é para tentar atingir a sua verdadeira dimensão...

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

segunda-feira

O meio ambiente, as eleições e as ‘idiossincrasias ambientais’ do mito



O candidato Bolsonaro já afirmou que vai acabar com coisas tipo IBAMA...

Claro que é só uma questão de coerência, entre aspas, já que diz pretender acabar com todo ativismo no país, inclusive de entidades ambientais de todo tipo. Confira aqui.

É meio fora do contexto (?) mas afirmou, em alto e bom som raivoso, que vai rasgar e jogar na latrina o ECA – Estatuto do Menor e do Adolescente – logo, um ibamzinho qualquer... Confira vídeo, aqui.

Agora a Folha publica, aqui, uma matéria relatando fatos de 2012 onde afirma que o dito cujo foi multado pelo IBAMA pescando ilegalmente em reserva de proteção ambiental e diz que na mesma época ele tentou – via Projeto de Lei no Congresso Nacional – desarmar (?????) os fiscais do IBAMA, pode?

Então, agora, na iminência de chegar ao poder, finalmente ele vai ter sua vingança. Não só desarmar os fiscais como antes, mas acabar de uma vez por todas com o dito cujo, o IBAMA.

O voto é livre, ainda, graças a Deus, como se diz, mas, se tudo der errado e o dito cujo levar... Sei não!

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

sexta-feira

“...a área ambiental deve passar por mudança radical...”, diz eventual ministro do Bolsonaro


Preferências políticas e partidárias à parte, o que parece estar em jogo neste momento, nestas eleições no país, é muito mais do que filigranas ideológicas ou coisas do gênero.
A avaliar pelo que a mídia toda, mesmo aquela comprometida com o discurso conservador e de direita histórica no país – como este jornal que divulgou esta entrevista – vem mostrando que o estrago que o dito cujo de plantação da direita nestas eleições pode fazer, pode ser tornar irreversível para o país como um todo e sem chances de se passar a borracha e corrigir em qualquer momento depois.
A Amazônia, por exemplo, já foi varias vezes alvo de comentários de membros da equipe do candidato, inclusive chegando a afirmar uma infantilidade, se é que possa me expressar assim, de simplesmente passar a dita cuja pra frente, é vender ou doar para o candidato de plantão há tanto tempo, os EUA.
Duvida? Dê uma olhada na mídia que esta aí pra quem quiser ver. Não é a tal do modismo vigente, a fake news, infelizmente.

Leia também: Organizações repudiam fala de Bolsonaro contra ativismo
Infelizmente porque as chances do dito cujo vencer e nos ferrar a todos, já que em tese ferrar o Brasil e democratizar o feito são grandes, o mínimo que podemos fazer agora, e deixar filigranas partidárias ou de cor de bandeiras de lado e votar pela preservação do Brasil.
Simples assim! Depois agente tenta voltar à velha discussão das filigranas partidárias e/ou governistas.
O discurso: ‘No meu tempo, não tinha MP e Ibama para encher o saco’, diz general, título deste artigo no Estadão sobre o eventual ministro do dito cujo, diz com todas as letras que a legislação ambiental como um todo é balela e vai ser revogada, mesmo, em eventual governo Bolsonaro.
O lance, como se diz, é que não dá para chorar ou se arrepender depois do leite derramado... A hora é agora pra tentar evitar o pior!
Clique aqui e confira o artigo por si mesmo.
 Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações


*

Share/Save/Bookmark

quinta-feira

Aquecimento Global e mudanças climáticas... Balela? Veja o que dizem o papa Francisco e o Bill Gates

.
A ideia de voltar a falar sobre o tema, que não chega a ser essa grande novidade em termos de notícias (2015 - 2017), é para mexer um pouco com o marasmo que se abateu sobre o tema, que sumiu da mídia e, provavelmente, das cabeças que porventura se interessassem antes, como se o problema climático tivesse sumido do mapa meteorológico/ambiental, digamos assim.

É como disse o papa Francisco à época, sobre as devastações que os furacões Harvey e Irma que provocaram prejuízo milionário a ilhas do Caribe e aos EUA em 2017:

"O homem é estúpido, é um teimoso que não vê", disse, atribuindo a frase a uma passagem do Antigo Testamento. Em seguida, emendou: "o homem é o único animal que tropeça duas vezes na mesma pedra".

Ou o Trump que, mesmo diante dos estragos provocados pelos mesmos furacões, no mesmo período, se saiu com esta: “(...) que gostaria de 'bom e velho aquecimento global' contra o frio” (...).

Ou seja, ele está se lixando para “estas teorias...”. O que só tem reiterado de lá pra cá, cada vez com mais ênfase.

Enquanto o Bill Gates se saiu com esta. No bom sentido, é claro! Confira!
"Bill Gates surpreende o mundo ao afirmar: ”Só o Socialismo é capaz de salvar o clima, o setor privado é incapaz
O homem que mais beneficiou a economia capitalista  deixou claro a sua incapacidade de lidar com a questão mais premente do nosso tempo: a mudança climática.

Em uma entrevista a The Atlantic, o magnata da Microsoft argumentou: “o setor privado em geral é inepto, incapaz como uma ferramenta para gerenciar mudanças catastróficas do nosso clima que ameaçam a vida na terra.

Gates argumenta que os governos têm o papel fundamental a desempenhar no desenvolvimento de tecnologias para um mundo sustentável, principalmente por meio de um forte investimento em pesquisa e desenvolvimento. Ele argumenta que, feito isso, deve ser papel das empresas privadas pagar os custos de implantação dessas tecnologias – prometendo US $ 2 bilhões de seu próprio patrimônio líquido de US$ 79,2 bilhões para financiar a implantação desses projetos.

Então, por que não podemos confiar no setor privado para investir nas coisas certas no momento certo? Gates argumenta:

“Bem, não há nenhuma fortuna para ser feita.” “Sim, o governo tem sido um pouco incapaz”. “Mas o setor privado em geral é inepto para tomar a frente num projeto de tal envergadura”.

Os fatores que levam uma empresa com fins lucrativos a investir são diferentes daqueles do Estado. A mudança climática é uma área em que seria um investimento ilógico do ponto de vista corporativo, mas onde o Estado tem um papel claro e lógico.

Quando The Atlantic fez ver a Gates que o grande obstáculo no desenvolvimento de uma resolução impulsionada pelo Estado é a natureza da política dos EUA. Em primeiro lugar, as duas casas do legislativo são controladas pelos republicanos que acham que a questão da mudança climática é um discurso socialista e segundo, que não há um consenso de que a mudança climática exista mesmo. Gates tem uma visão diferente sobre o problema:

“Às vezes a democracia representativa é um problema. Há momentos em que não se pode permitir que um estado de espírito público mal informado possa impedir o Estado de tomar medidas sobre os riscos cientificamente comprovado que irão atingir a todos. Este é um desses momentos”, argumenta Gates.

Bill Gates não está argumentando que não há lugar para o capitalismo no mundo, mas que só o socialismo pode salvar o planeta. Qualquer um que esteja disposto a ignorar a importância deste argumento, especialmente de um dos homens mais ricos do mundo, está cometendo um grave erro.

Se quiser conferir o vídeo com o Bill Gates discorrendo sobre o tema, em inglês, clique aqui.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

terça-feira

Coruja das neves, uma obra prima da natureza

.
Clique nas imagens para ampliar
coruja-das-neves ou coruja-do-ártico (Bubo scandiacus[1]) é uma espécie de ave estrigiforme pertencente à famíliaHYPERLINK "https://pt.wikipedia.org/wiki/Strigidae" \o "Strigidae" Strigidae.

Habitat natural: Habita na tundra, como no norte dos EUA, Canadá, Alasca, Eurásia e no Ártico, mas são aves migratórias, por isso no inverno, podem ir para o Golfo do México, Rússia, China até o Caribe.
‘É a coruja do Harry Potter’.
Leia mais, aqui e/ou aqui.

     Obs. A tag: CaprichosdaNatureza vai partilhar algumas obras primas, se é que possamos nos expressar assim, isolando “alguma coisa”, já que a “mãe natureza” não brincou em serviço em nenhuma de suas criações...

Notadamente aquelas que porventura estejam ameaçadas, sobretudo como consequência do aquecimento global.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

domingo

Preservação ambiental... Saiu de moda de vez? A Sabesp vem inovando...

.
Fica um ‘coisa’ com cara de proselitismo político, sobretudo neste contexto em que vivemos hoje, falar sobre o desserviço que o atual governador de São Paulo vem fazendo no Estado no que se refere à questão ecológico-­ambiental.

Originalmente tínhamos país afora instituições públicas voltadas à preservação ambiental, não apenas como um ‘delírio ecológico-ambiental’, diríamos assim, mas como um pressuposto indispensável para a preservação de recursos imprescindíveis à vida em seu sentido mais amplo das populações locais no curto, médio e longo prazo.

Entretanto algumas “correntes ideológicas” não veem valores como estes como ‘coisas validas’, já que se pautam, ou melhor, existem em função do lucro imediato, de preferência mais fácil e barato, é claro.

É o que parece estar acontecendo no Estado de São Paulo. Para nos atermos apenas a este exemplo.

A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), uma grande instituição que fazia jus ao nome e função para os quais foi concebida e fundada, foi praticamente privatizada, ou seja, saiu do domínio e interesse público, e se pauta hoje em suas ações como uma empresa comum onde o lucro é o “moto propulsor”.

É o que vai constatar neste exemplo explícito de mudança radical de paradigma ambiental no Estado, com a obra de transposição das águas do rio Itapanhaú, em Bertioga, clique aqui e confira.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

sexta-feira

Estudo alerta para extinção em massa de alimentos. Não, não é para o futuro distante... É logo!

.
Plantação de café
Ao que tudo indica, conversas desse tipo... Se são ‘vistas’, efetivamente, funcionam em boa parte das cabeças das pessoas – quando acontece – como algo meio fictício, que caso venha a acontecer vai ser em um tempo/data perdido no tempo e no espaço futuros, logo não teria nada a ver com ele, com a sua vidinha...

Pelas datas dá para ver que não estaria tão longe assim – filhos, netos... –, isso sem falar que “sintomas” da “coisa” já podem estar afetando a vida, os bolsos, hoje – e estão – sem que as pessoas se deem conta disso.

Logo, é bom nos informarmos, mas, sobretudo para saber o que cada um de nós pode fazer – agora – para, no mínimo, contribuir para atenuar a “coisa”. 

        “Estudo alerta para extinção em massa de alimentos

Não apenas espécies animais, mas também vegetais estão em risco, afirmam pesquisadores: agricultura industrial e mudanças climáticas ameaçam alimentos como batatas, cacau e café.

Nos últimos tempos, houve muita discussão sobre a chamada sexta extinção em massa, mas as graves consequências para os alimentos têm ficado em segundo plano, alerta o grupo de pesquisa Bioversity International.

Em relatório divulgado nesta terça-feira (26/09), o grupo aponta que, das estimadas 7 mil espécies vegetais comestíveis, majoritariamente 30 são usadas para alimentar o mundo.

O documento, de quase 200 páginas, apresenta evidências de que investimentos em biodiversidade agrícola podem desempenhar um papel-chave na redução da fome, da desnutrição, da degradação ambiental e das mudanças climáticas.

"De alguma maneira, essa questão [da agrobiodiversidade] foi negligenciada, assim como acontecia com a agricultura orgânica há 20 anos, quando era vista como algo de nicho", afirma Ann Tutwiler, diretora-geral da Bioversity International e coautora do relatório.

Em artigo publicado pelo jornal britânico The Guardian nesta terça-feira, Tutwiler destaca que até 22% das espécies de batatas existentes devem entrar em extinção até 2055 devido às mudanças climáticas. Cacaueiros em Gana e na Costa do Marfim, de onde se originam 70% do chocolate mundial, podem não sobreviver a um aumento da temperatura global de 2 °C. E na Tanzânia, as plantações de café já produzem metade do que produziam em 1960.

Mundo afora, apenas três culturas agrícolas – arroz, milho e trigo – fornecem cerca de 50% do total de calorias consumidas. Em quase 80% das áreas dedicadas ao cultivo de cereais, são plantadas apenas essas três variedades vegetais. Qualquer ameaça a esses alimentos provocada pelas mudanças climáticas poderia ser devastadora, alerta o grupo de pesquisadores.

A solução seria parar de colocar todos os ovos na mesma cesta e cultivar diferentes tipos de alimentos. "A biodiversidade precisa ser integrada à agricultura", afirma Tutwiler.

"Uma série de variedades tradicionais de sementes têm traços únicos que as fazem resistentes ao calor, a secas e a enchentes. Elas precisam ser encontradas, preservadas e usadas em programas de desenvolvimento de culturas agrícolas", afirma, apontando a agrobiodiversidade como a maneira mais efetiva de reduzir os efeitos das mudanças climáticas na produção de alimentos.

Outra solução para a extinção de alimentos seria criar demanda por diferentes culturas agrícolas. "Hoje temos demanda por café da Etiópia, por quinoa da Bolívia e dos Andes", diz Tutwiler. "Essas eram culturas que haviam sido completamente esquecidas. E em parte por meio dos nossos próprios esforços elas foram conservadas e agora têm um valor econômico."

A agrobiodiversidade inclui estratégias como rotação de culturas e não deve ser apenas aplicada a pequenos agricultores, destaca Tutwiler.

A Bioversity International destaca ainda que os sistemas agrícolas industriais, que produzem a maior parte dos alimentos consumidos no mundo, estão, na realidade, impulsionando as mudanças climáticas e a degradação ambiental.

Segundo o estudo, a agricultura é responsável por 24% das emissões de gases do efeito estufa mundo afora e é a maior consumidora de água doce do mundo. Mais de 60% das 5.497 espécies que a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) classifica de ameaçadas são impactadas pela agricultura.

Gado e soja

A questão da extinção em massa também será o foco da conferência internacional Extinction and Livestock (Extinção e Pecuária), que tem início no próximo dia 5 de outubro, em Londres. No evento, será discutido como transformar nossos sistemas alimentícios e agrícolas globais em prol das pessoas, do planeta e dos animais.

"A agricultura intensiva causa um enorme dano à vida selvagem, às pessoas e ao meio ambiente e é um dos principais fatores que contribuem para a extinção de espécies e a perda de biodiversidade no planeta", diz Philip Lymbery, CEO da organização Compassion in World Farming e um dos organizadores do evento em Londres.

Lymbery afirma que, enquanto se fala muito nas mudanças climáticas e na caça furtiva para explicar a extinção de espécies, a indústria da carne, assim como os cereais e a soja cultivados para alimentar o gado, são o problema fundamental.

Segundo o especialista, a quantidade de cereal e soja usada como alimento para animais na pecuária mundo afora seria suficiente para alimentar 4 bilhões de pessoas. Ele classifica de "loucura em um prato de comida" a perda de biodiversidade devido à produção de carne, leite e ovos.

Em DW

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark