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quarta-feira

Geração de energia com bagaço de cana ainda é subutilizada

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O Brasil tem um leque bastante diversificado de opções para a produção de energia, sobretudo aquelas consideradas mais sustentáveis e/ou com menor impacto ambiental. A utilização do bagaço que já e feita pela própria usina para suprir suas próprias necessidades energéticas tem grande potencial para produção “pra fora”.

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Pode parecer lixo, mas o bagaço de cana é um combustível e tanto para a geração de energia. Todas as 432 usinas de açúcar e álcool do Brasil já usam o recurso, e não precisam comprar eletricidade de qualquer concessionária para funcionar. Só que elas poderiam fazer ainda melhor. Com o equipamento adequado, uma empresa de médio porte poderia gerar um excedente capaz de abastecer uma cidade de 200 mil habitantes.

A conta foi feita pelo engenheiro elétrico Fernando Alves dos Santos, na tese de mestrado que apresentou em novembro à Escola Politécnica da USP. Se todas as usinas do país aproveitassem ao máximo seus restos de bagaço para produzir energia, elas gerariam o dobro do que sai das duas usinas nucleares de Angra somadas.

Além de ter um custo menor, a geração de energia por biomassa ainda tem uma vantagem ambiental. O carvão mineral, a que o governo recorreu este ano para suprir o aumento da demanda energética nacional, coloca na atmosfera 800 quilos de CO2 por MWh. No caso do bagaço, a emissão é praticamente zero. “A parcela de CO2 emitida durante a queima é absorvida pela própria lavoura”, diz Santos. Dados da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica) mostram que a participação da biomassa na matriz energética brasileira subiria dos atuais 3% para 18%.

O que falta para isso acontecer? Dinheiro, é claro. Para explorar ao máximo seu potencial energético, como mostrado abaixo, uma usina média precisa investir cerca de R$ 120 milhões. Não é tanto quanto parece. Com a venda do excedente de energia, esse valor seria recuperado em até sete anos, segundo Santos. “Isso representaria uma produção equivalente a de três usinas de Belo Monte”, diz Zilmar José de Souza, gerente de Bioeletricidade da Unica.(da RevistaGalileu)



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terça-feira

Álcool combustível, você pode fazer o seu


O álcool combustível o o etanol é, decididamente a melhor opção pra substituir os combustíveis derivados do petróleo, tanto pelo seu baixo custo como por ser um recuso renovável e ecologicamente sustentável e correto.

A novidade é que a sua fabricação não tem grandes mistérios e pode ser uma mão na roda para um pequeno produtor rural que queira conseguir a sua autonomia, produzindo para suas necessidades pessoais e da propriedade.

Este vídeo mostra um projeto de uma mini destilaria desenvolvido pelo professor Juarez de Souza Silva, da Universidade de Viçosa, que ilustra bem esta possibilidade.

Publicado originalmente em Como fazer você mesmo

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quarta-feira

Maconha pode virar biodiesel

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A busca por formas de produção de energias alternativas, movidas menos por preocupações ambientais propriamente ditas, e mais na busca de novas oportunidades de faturar, vem trazendo uma gama muito grande, e até inusitadas, de ‘fontes’, embora a corrida pelo óleo negro continue a todo vapor.

Depois do etanol, é o biodiesel que trás as maiores novidades como combustível alternativo, já que, praticamente todas as fontes de óleos essenciais contidos nos vegetais e as gorduras animais são potenciais promessas.

A tecnologia ou o mecanismo de produção é tão simples que não demora alguém vai lançar um “kit combustível alternativo” para você mesmo fazer em casa o combustível do seu veículo.

Pesquisas na USP poe na lista a borra do café que além de grande produtor mundial é o produto de maior consumo no país. Outra aposta é nas penas de frango que até então eram utilizadas como ração, deles próprios e adubo, agora, podem ser utilizadas na produção do biodiesel.

Como subproduto das fazendas de criação e abate de jacarés, nos EUA, que abastecem a industria da moda – com os “crocos” – e aos restaurantes especializados, a gordura até então sem um destino mais nobre, tambem, deve ser transformada em combustível.

Correndo por fora, e se tudo der certo vai ser um grande alívio para o meio ambiente, é a tentativa de algumas empresas de produzirem um diesel sintético com as fraldas que aos bilhões entulham os lixões e aterros sanitários em todo o mundo.

Agora, para ajudar a convencer aqueles que duvidam das propriedades benéficas da cannabis sativa, pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos EUA, descobriram que o seu alto teor de óleos essenciais a torna uma grande candidata a produtora de biodiesel, tambem, devido a sua pouca exigência por solos e cuidados especiais no cultivo.

Como vê, não parece difícil encontrar um substituto para o velho petróleo como combustível, o lance é a tal da “vontade política” ou um nível mais radical de necessidade, o que, a avaliar pelas novas descoberta de jazidas não vai ocorrer tão cedo.

Fonte: Exame

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sexta-feira

Petrobrás vai investir ‘pesado’ na produção própria do etanol

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A Petrobrás que participa da produção de etanol através de participação em várias empresas privadas resolve investir pesado na produção própria e garantir não só a nacionalização de fato desta produção, exportação e distribuição, já bastante ocupada por empresas multinacionais estrangeiras, como garantir o abastecimento interno sem traumas, com a criação de estoques reguladores.

... o Brasil é o maior produtor e exportador de açúcar do mundo, com quase a metade do volume total do comércio mundial do produto. Mas nossas exportações são centradas na exportação em bruto, que representa mais de dois terços do volume total enviado ao exterior.  E o preço deste é cerca de 60% apenas do refinado, que é o essencial para o abastecimento do mercado interno.(...)

É com esta “sobreoferta” que o Governo conta para a formação do estoque regulador – de um mês de comercialização – que vai determinar às distribuidoras. E a Petrobras Distribuidora é a maior delas, um pouco à frente da Shell/Cosan, num mercado que está sendo marcado pela forte concentração: a participação das pequenas distribuidoras no mercado caiu, desde 2006 (quando começou a onda de aquisições no mercado – de mais de 60% para algo em torno de 35%.(...)

Já passou da hora de  implementar esta – vamos assumir o nome, sem medo de sermos felizes – intervenção estatal no setor, que representa a possibilidade de dirigi-lo segundo as conveniências do país. Porque intervenção  estatal no setor  houve desde o início e ninguém reclama, porque sempre foi para subsidiar a produção de álcool.


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segunda-feira

Os canaviais reduzem o aquecimento global

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Segundo pesquisa publicada na revista “Nature Climate Change”, feita por cientistas dos EUA, os canaviais, além de produzirem um combustível alternativo renovável, o etanol, tambem contribuem para resfriar a região onde se localizam.

Os estudos mostraram que eles refletem com sucesso, grande parte da luz solar, o que reduz a acumulação do calor. O segundo fator é que o canavial, ou as canas, transpiram alta quantidade de água retirada do solo de volta ao meio ambiente, resfriando ar.

Logo, a produção da cana é uma atividade bastante sustentável, ao produzir energia em harmonia com o meio ambiente, o que não ocorre com outras culturas. Os estudos revelam que esta cultura efetivamente reduz a temperatura do ambiente em 0,93°C.

Com estes resultados, não significa que as florestas devam ser “substituídas”por canaviais, mas a importância de se fazer um uso mais racional e sustentável do solo e das áreas plantadas, aumentando as pesquisas e agregando mais tecnologia para otimizar a produção sem que seja necessário agregar novas áreas.

Este estudo “cala a boca” dos críticos, frequentemente mal intencionados, inclusive governos estrangeiros e (suas) ONGs, que detonam os canaviais e o etanol brasileiro, quando se sabe que o seu congênere nos EUA (com o milho), e União Europeia (com a colza) são ecológica e economicamente não sustentáveis.

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sábado

Plástico verde. Como o etanol, o Brasil sai na frente, novamente

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Depois do etanol, que o Brasil produz desde a 1ª grande crise do petróleo, em 1973, e que, hoje, fez o país sair na frente, quando o mundo começou a busca por fontes de energias alternativas, em função da crise energética e das mudanças climáticas, associadas ao excesso de emissões de gases de efeito estufa, principalmente aqueles produzidos pelo uso massivo de combustíveis fósseis, agora, o país sai na frente, novamente, e anuncia o plástico verde.

É o biopolietileno ou o polipropileno verde. Um material 100% renovável, feito a partir do etanol da cana-de-açúcar e que já está sendo usado em caráter experimental, e pretende substituir o plastico convencional feito com polipropileno derivado do petróleo. O anúncio foi feito pela Braskem, a maior fabricante de termoplásticos da América Latina.

O material já esta sendo usado em caráter experimental em fábricas de automóveis, embalagens alimentícias, cosméticos, brinquedos, materiais de limpeza entre a outras. O plástico verde, como está sendo chamado, ainda trás algumas vantagens adicionais no que se refere a sustentabilidade, com a redução nas emissões de gases de efeito estufa do produto convencional, que contribui com o aquecimento e as mudanças climáticas. Cada tonelada de plástico verde sequestra e fixa 2,5 toneladas de CO² que estavam na atmosfera.

Outra vantagem é que não terão que ser feitos investimentos para adaptação das máquinas das industrias de transformação, o que implica em menores custos e agilidade na colocação do produto no mercado. Neste sentido a empresa já fez parcerias que levará, em breve, o plastico verde ao consumidor final, no mercado local e em todo o mundo, inicialmente na forma de embalagens e cosméticos.

A Braskem é um empresa nacional, com participação majoritária da Petrobras e da Oderbrecht.

Fontes: Agência Sebrae e Braskem

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segunda-feira

Bioenergia, 5º Congresso Internacional de 2010

No periodo de 10 a 13 de agosto de 2010, na Expo Unimed, em Curitiba – PR – será realizado o que é considerado o maior forum brasileiro de tecnologia e uso de energias renováveis: biomassa, biocombustíveis, geradores de energia e energias alternativas.

Paralelamente acontecerá a 3ª edição da BioTecFar 2010, com exposição e oferta de tecnologias para produção de energia renovável. Para mais informações e inscrições, acesse o site no link: 5º Congresso Internacional de Bioenergia.

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Termoelétrica flex. É isso, bi-combustível


O Brasil sai na frente novamente na inovação tecnológica na produção e uso de fontes de energia alternativas, e renováveis. Depois do álcool combustível – Pró-Álcool nos anos 70 – do biodiesel e do carro flex, é inaugurada pelo presidente Lula, em Juiz de Fora – MG – a primeira usina termoelétrica flex, bi-combustível, da Petrobras, que passa a utilizar o etanol em vez do gás natural, para gerar energia elétrica. Como nos carros flex, ela tem um mecanismo que reconhece o combustivel e pode adaptar-se automaticamente caso mude o combustível, e volte a usar o gás natural.

Os ganho são muitos, tanto econômicos, energéticos como ambientais. A redução das emissões de gases de efeito estufa na atmosfera; autonomia por utilizar um combustível renovável e largamente produzido no país; a possibilidade de exportar esta tecnologia agregada ao etanol e, ainda, a possibilidade de venda de créditos de carbono no mercado internacional. A perspectiva é adaptar as 14 termoelétricas a gás natural da Petrobras que, junto com 12 de óleo e 15 pequenas hidrelétricas, compõe o parque gerador da empresa.

A iniciativa vem em boa hora, pois, em função das dificuldades de conseguir licenças ambientais para a construção de novas hidroelétricas, como Belo Monte, por exemplo, o crescimento da oferta de energia no país vem sendo feita, principalmente por termoelétricas movidas a gás natural e até mesmo carvão mineral, o que não faz parte da cultura energética nacional.
Fonte:Tendência e Mercado

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sábado

Etanol brasileiro é superior às versões europeias e norte-americanas em benefícios ao meio ambiente



Plantação de milho - EUA
O estudo,
Avaliação Econômica das Políticas de Apoio ao Biocombustível, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico apresenta, em Paris, dados que confirmam o que já se suspeitava: a superioridade do etanolálcool – brasileiro sobre os similares europeus e norte-americanos.
 
Conforme o estudo, o etanol brasileiro feito da cana-de-açúcar permite uma redução de 70% a 90% das emissões de CO² em relação aos combustíveis fósseis. Em contrapartida, aquele fabricado a partir de óleos vegetais na União Europeia reduz entre 40% e 55% , e o fabricado do milho nos EUA – maior produtor mundial – com 20% e 50% – média abaixo de 30% - em economia nas emissões de CO², logo em danos ao meio ambiente.

Como já comentamos no artigo: “Um litro de etanol de milho gasta 1 litro de petróleo e 2.138 litros de água para ser produzido”, o processo de produção de etanol norte-americano, feito a base de milho, é um tiro n'água, tanto em termos de meio ambiente ou ambientais como econômicos, e se mantém às custas de subsídios do governo e da taxação do etanol brasileiro, pois, sabem que não seriam páreos em um processo de livre concorrência. 

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sexta-feira

Um litro de etanol de milho gasta 1 litro de petróleo e 2.138 litros de água para ser produzido

Apesar das perspectivas catastróficas para o meio ambiente em decorrência do aquecimento global, a lógica das ações, ou reações, e procedimentos continuam sendo o lucro e não, exatamente, a preservação das condições de vida no planeta.

Os biocombustíveis que surgiram como solução na substituição dos combustíveis fósseis, é um flagrante exemplo disso.

O sistema de produção do etanol com o milho nos EUA, utiliza 1 litro de petróleo e inacreditáveis 2.138 litros de água para produzir um litro de etanol. São dados publicados por cientistas do Departamento de Engenharia de Bioprodutos e Biossistemas da Universidade de Minnesota, nos EUA.

Isso, além de provocar a escalada nos preços do milho que é base na alimentação em muitos países, inclusive os próprios EUA.

A idéia de que o combustível é o problema a ser vencido, dissimula o fato de que a água que é o recurso mais precioso e cada vez mais raro no planeta, com perspectivas apocalípticas para as próximas décadas, já é um problema real, hoje, para mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo.

Segundo estimativas de organismos da ONU, estes mais de 1 bilhão de pessoas, teem dificuldade, hoje, para suprir suas necessidades de água para consumo imediato, ou seja, matar a sede.

O que existe, de fato, a nível de governo e das empresas é um jogo de cena e articulação de como faturar cada vez mais com a “crise” do meio ambiente. Como se sabe, por mais que ele, o aquecimento global, venha a afetar os países desenvolvidos, a fatura mais pesada vai ser paga pela turma de sempre.

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quinta-feira

Biodiesel. Aumenta mistura no diesel mineral

Mamona
Como vimos no artigo: “Energia renovável. Desafio diante do uso acentuado dos combustíveis fosseis, a matriz energética do Brasil é a mais limpa, com 46% de fontes renováveis, contra 12% da média mundial.

Isso graças, principalmente, as hidrelétricas, ao álcool ou etanol e ao biodiesel. O biodiesel que é produzido a partir de oleaginosas como a soja, mamona, palma e girassol, e tem a sua produção e uso com a adição – de 3% para 4% - ao diesel mineral convencional.

A adição, que pode chegar a 42%, reduz a emissão de poluentes desse combustível fóssil e largamente utilizado no transporte de cargas no país.

Fonte: Ministério da Agricultura

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quarta-feira

Energia renovável. Desafio diante do uso acentuado dos combustíveis fósseis

Canavial
Enquanto se discute como controlar as emissões de CO² ligadas ao consumo de fontes de energia fóssil nas sociedades mais ricas, 2,4 bilhões de pessoas no planeta, mais de 1/3 da população, utiliza muito pouco e assim mesmo de forma precária.

O processo de desenvolvimento pelos quais passam muitos países, até então subdesenvolvidos, agregando centenas de milhões de pessoas ao consumo e a contemporaneidade, veem sendo faito com o uso das tais fontes maiores emissoras de CO², os combustíveis fósseis.

Embora os países desenvolvidos insistam no discurso no sentido de impedir o seu uso, leia artigo: G8 renova o discurso/proposta de empurrar as próprias responsabilidades para o G5”, o que deve ser feito, é partir eles próprios para, efetivamente, mudarem suas fontes básicas de energia, que continuam as mesmas, principalmente, o carvão mineral por ser mais abundante e barato.

Leia: O aumento no consumo de fontes de energia ecologicamente não-sustentáveis”

Nesse cenário, o Brasil saiu na frente, pois, nada menos que 46% de toda energia consumida no país é renovável – energia elétrica e combustível – enquanto a media mundial – países desenvolvidos – não passa de 12%. Processo que, no Brasil, começou muito antes, quando ainda não se falava em problemas do meio ambiente.

O tempo nem os recursos favorecem aos países pobres e/ou em desenvolvimento, pois as novas tecnologias de energia renovável ainda são muito caras, enquanto o carvão mineral, por exemplo, é a mais democrática das fontes de energia, pois, existe em quase todo o mundo, e por isso é a mais barata.

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terça-feira

Pão de Açúcar, o novo mega poço de petróleo da Petrobras

P-36- A maior plataforma de petróleo do mundo

Depois da boa surpresa que foi para o Brasil e, perplexidade para o mundo, com a descoberta do Poço de Tupi (20 bilhões de barris), aqui, notícias ainda não confirmadas, oficialmente, falam de um super poço de petróleo – já batizado Poço Pão de Açúcar – com (33 bilhões de barris), encontrado na mesma área, quando as nossa reservas, antes, eram de apenas 12 bilhões de barris.

Isso significa nada menos que é, o 3º maior poço de petróleo já encontrado no mundo, em todos os tempos.

Se o Poço Tupi já colocou o Brasil entre os maiores detentores de reservas e entre os maiores produtores, com o Poço Pão de Açúcar, sairemos da 15º lugar na produção para o 7º, e 8º posição nas reservas do óleo.

O Conselho Nacional de Política Energética, formado por nove ministérios e por integrantes da sociedade civil, como já falamos aqui, esta discutindo a questão energética para o Brasil, no médio longo prazo, depois que as descobertas de o Poço de Tupi (petróleo) e Poço de Júpiter (gás), aqui, e agora o Poço Pão de Açúcar (petróleo), mudaram drasticamente o cenário e as perspectivas do Brasil na área.

Nesse momento, os olhos do mundo se voltam para o Brasil, não só pelo álcool etanol – mas também, pelo Petróleo, que para nos brasileiros, é uma grata e feliz surpresa.
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sexta-feira

Matriz energética brasileira, alteração coloca a cana em 2º lugar



O aumento na produção do álcooletanol – vem mudando a relação entre as fontes de energia que compõe a matriz energética brasileira, conforme dados publicados (nesta quinta-feira) pelo Balanço Energético Nacional (BEN-2007).
A matriz energética compreende a energia produzida/consumida geral, incluindo o setor de combustíveis, além dageração de energia elétrica.

Embora a participação na matriz energética brasileira das energias renováveis seja de 46,4% enquanto a média mundial e de 12,7%, o petróleo continua liderando com 36,7%, a cana-de-açúcar com 16,0% energia hidrelétrica com 14,7%. A boa notícia – que não é nova – é que o Brasil é auto-suficiente em todos esses seguimentos, além de se exportador do álcool/etanol.

O aumento do consumo interno do álcool hidratado vem se dando com os carros tipo Flexbicombustíveis – e, também com o aumento no consumo do álcool anidro, que é misturado à gasolina. Logo, o Brasil com uma política de biocombustível que remonta ao Proálcool, feito como reação à crise do petróleo do início dos anos 70, saiu na frente na produção e detém, hoje, a matriz energética mais limpa e adequada em tempos de crise de energia e mudanças climáticas.

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terça-feira

Petrobrás e UFRJ criam tecnologia para produzir álcool do bagaço de cana

A necessidade de investir em novas tecnologias para aumentar a produção de álcool, sem expandir a área plantada de cana sempre foi um grande desafio.

As opções sempre esbarraram em problemas como, provavelmente, a competição com a produção de alimentos e o estimulo ao desmatamento.

Os pesquisadores da Petrobrás, cientes desses problemas e do desafio, junto com os da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), desenvolveram um método de produção do álcool, a partir do bagaço da cana.

O bagaço da cana é o resíduo agroindustrial mais expressivo do Brasil, logo, “matéria prima em abundancia”, que antes era utilizada como combustível para as caldeiras, será utilizado, agora, com a nova tecnologia, para a produção de álcool.

É uma grande descoberta e que promete aumentar em 40% a produção nacional do álcool e consolidar a posição estratégica do Brasil, como grande produtor mundial de biocombustíveis.

Os pesquisadores da Petrobrás afirmam que a mesma tecnologia pode ser utilizada na fabricação do bioetanol, a partir de resíduos vegetais como palha ou capim, além de resíduos do processamento da mamona, soja e outros vegetais.

É a Petrobrás assumindo de vez a sua posição de produtora de energia, transcendendo a de simples petroleira.

Faça um comentário e dê a sua opinião.


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sábado

O Álcool e o biodiesel brasileiros, são alternativas reais

O alarde feito por movimento e entidades ambientais internacionais, contra o etanol e o biodiesel, com reflexos e apoios de movimentos e da mídia local, é parcial e no mínimo insensato. Há quem diga até que serve a interesses da UE e EUA, para atrapalhar a industrial nacional do álcool.

A quase totalidade do álcool ou etanol produzido no Brasil, ainda vem de culturas em terras paulistas e o uso da cana, nunca foi motivo ou causa de crise na produção de alimentos por aqui.

O que existe de fato, e preocupante mesmo, são os esforços dos EUA em produzirem o seu etanol, utilizando o milho como matéria-prima, quando se sabe que, uma das bases, senão a maior, da alimentação dos norte-americanos e de meio mundo na América Latina, é o milho e seus derivados e ou subprodutos.

Os problemas com os preços majorados e abastecimento, são fatos, há já algum tempo, com revezes, principalmente no México e países centro-americanos.

O discurso contra é generalista, quando o álcool não se encaixa no quadro e nem no diagnóstico, e é realmente um alívio, e pode ser mais, para as emissões dos veículos de todo tipo, que na param de aumentar em quantidade, aqui e no mundo, e claro, de emitir gases de efeito estufa.


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quarta-feira

Bali, conferência sobre mudanças climáticas

Em Bali, na Indonésia, está acontecendo a Conferência sobre Mudanças Climáticas, para substituir ou dar continuidade ao Protocolo de Kyoto, feito em 1991, que tem grandes desafios a superar. Primeiro porque o próprio Protocolo de Kyoto teve seu efeito bastante reduzido, oua para ser mais preciso anulado, durante estes anos todos, sobretudo, pela negação dos EUA, maior poluidor e emissor de gases de efeito estufa individualmente, ter-se recusado – e ainda se recusa – a ratificá-lo.

Segundo por que, no geral, os demais países alvos – maiores emissores de CO2 – praticamente o G8, aderiram formalmente ao protocolo, mas, na realidade, empurraram com a barriga as suas metas de cortes de emissões propostas ou previstas.

Agora, o terceiro e grande desafio, é conter a expansão do uso do carvão mineral, que é disparado, o maior produtor de emissões de CO2, já que a crise nos preços do petróleo e as baixas reservas, aliados as ainda incipientes e caras fontes alternativas de energia, como o etanol e o biodiesel, forçarem a sua utilização cada vez maior.

Ele – o carvão mineral – é abundante e barato, principalmente nos países em franco e acelerado desenvolvimento como a China e Índia, embora tanto a União Européia como os EUA continuem usando largamente como todos os demais, provavelmente para aliviar a conta do petróleo. Isto tudo, além do difícil desafio dos países desenvolvidos, de tentarem dividir com os países em desenvolvimento, a fatura, própria, de corte e/ou redução compulsória de emissões.

Só os mais otimistas acreditam que algo de concreto possa sair dessa conferência que, no máximo, funciona como um jogo de cena dos principais atores enquanto, tentam socializar os prejuízos provocados ao meio ambiente em seu processo de desenvolvimento e enriquecimento de suas populações.

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domingo

Etanol - brasileiro.jpg


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ONU defende a eliminação das tarifas a importação do etanol do Brasil

O etanol brasileiro é reconhecidamente o mais barato de produzir, gera menos emissões de CO2 na produção e é mais eficiente na redução da intensidade de emissões de carbono de veículos de transporte.

Este não é um texto de propaganda do governo brasileiro para promover o etanol ou álcool nacional. É parte do texto de um relatório /recomendação de um órgão da ONU, chamando a atenção para a irracionalidade de se cobrarem tarifas para a importação do combustível brasileiro.

Segundo o mesmo documento, a adoção de tarifas para a importação do etanol brasileiro pela União Européia e EUA prejudica o esforço pela redução das emissões de CO2 e efeito estufa.

Estas tarifas têm motivos comerciais que visam dar competitividade artificial ao etanol produzido na União Européia e EUA que utilizam a colza e o milho, respectivamente, comprometendo os preços internacionais dos produtos e o abastecimento de alimentos.

São procedimentos, tecnologicamente mais caros, com maiores custos ambientais e energéticos, impedindo que consigam um preço competitivo, tanto interno como internacionalmente, com relação ao álcool brasileiro.

A ONU defende a eliminação das tarifas, na realidade subsídios, à importação do etanol brasileiro, não só porque beneficiaria o Brasil em seu esforço de desenvolvimento, mas, sobretudo, porque permite maior produção e uso do etanol, com as vantagens ambientais conhecidas


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Crise do etanol II

Muitas pessoas vêm criticando o programa brasileiro do álcool combustível ou etanol, como vem sendo chamado ultimamente.

Argumentos já conhecidos sobre a concentração das terras agricultáveis, sobre a expulsão do homem do campo, da exploração do bóia-fria, ou que a expansão da cultura da cana compromete a preservação de florestas... parece que chegaram ao Brasil hoje.

A concentração da terra com o agronegócio e o consequênte êxodo rural, não é novo no Brasil. Intensificou-se ainda no período dos governos militares, com a expansão da soja, do milho, dos pastagens para o gado e muitas outras culturas.

A urbanização acelerada das últimas décadas, não é um fenômeno só brasileiro, e a mecanização da agricultura é universal e irreversível.

Os bóias-frias são um problema econômico e social que tem que ser equacionado com educação e emprego, além de distribuição de terras, e os canaviais para o etanol, não contribuiram significativamente para isso.

A mecanização no corte da cana esta crescendo, como de resto ocorreu com a agricultura como um todo, e esta levando ao desemprego do próprio bóia-fria e não a sua criação.

Entrar nesse discurso, é fazer coro com os países europeus, principalmente, que passada a euforia inicial, descobriram que somente o Brasil com a cana, é capaz de produzir um etanol com preços competitivos no mercado internacional.

Daí as suas pseudo-preocupações com hipotéticos desmatamentos por aqui, que têm outros motivos que passam longe das preocupações com o meio ambiente.
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