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quinta-feira

Aquecimento Global e mudanças climáticas... Balela? Veja o que dizem o papa Francisco e o Bill Gates

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A ideia de voltar a falar sobre o tema, que não chega a ser essa grande novidade em termos de notícias (2015 - 2017), é para mexer um pouco com o marasmo que se abateu sobre o tema, que sumiu da mídia e, provavelmente, das cabeças que porventura se interessassem antes, como se o problema climático tivesse sumido do mapa meteorológico/ambiental, digamos assim.

É como disse o papa Francisco à época, sobre as devastações que os furacões Harvey e Irma que provocaram prejuízo milionário a ilhas do Caribe e aos EUA em 2017:

"O homem é estúpido, é um teimoso que não vê", disse, atribuindo a frase a uma passagem do Antigo Testamento. Em seguida, emendou: "o homem é o único animal que tropeça duas vezes na mesma pedra".

Ou o Trump que, mesmo diante dos estragos provocados pelos mesmos furacões, no mesmo período, se saiu com esta: “(...) que gostaria de 'bom e velho aquecimento global' contra o frio” (...).

Ou seja, ele está se lixando para “estas teorias...”. O que só tem reiterado de lá pra cá, cada vez com mais ênfase.

Enquanto o Bill Gates se saiu com esta. No bom sentido, é claro! Confira!
"Bill Gates surpreende o mundo ao afirmar: ”Só o Socialismo é capaz de salvar o clima, o setor privado é incapaz
O homem que mais beneficiou a economia capitalista  deixou claro a sua incapacidade de lidar com a questão mais premente do nosso tempo: a mudança climática.

Em uma entrevista a The Atlantic, o magnata da Microsoft argumentou: “o setor privado em geral é inepto, incapaz como uma ferramenta para gerenciar mudanças catastróficas do nosso clima que ameaçam a vida na terra.

Gates argumenta que os governos têm o papel fundamental a desempenhar no desenvolvimento de tecnologias para um mundo sustentável, principalmente por meio de um forte investimento em pesquisa e desenvolvimento. Ele argumenta que, feito isso, deve ser papel das empresas privadas pagar os custos de implantação dessas tecnologias – prometendo US $ 2 bilhões de seu próprio patrimônio líquido de US$ 79,2 bilhões para financiar a implantação desses projetos.

Então, por que não podemos confiar no setor privado para investir nas coisas certas no momento certo? Gates argumenta:

“Bem, não há nenhuma fortuna para ser feita.” “Sim, o governo tem sido um pouco incapaz”. “Mas o setor privado em geral é inepto para tomar a frente num projeto de tal envergadura”.

Os fatores que levam uma empresa com fins lucrativos a investir são diferentes daqueles do Estado. A mudança climática é uma área em que seria um investimento ilógico do ponto de vista corporativo, mas onde o Estado tem um papel claro e lógico.

Quando The Atlantic fez ver a Gates que o grande obstáculo no desenvolvimento de uma resolução impulsionada pelo Estado é a natureza da política dos EUA. Em primeiro lugar, as duas casas do legislativo são controladas pelos republicanos que acham que a questão da mudança climática é um discurso socialista e segundo, que não há um consenso de que a mudança climática exista mesmo. Gates tem uma visão diferente sobre o problema:

“Às vezes a democracia representativa é um problema. Há momentos em que não se pode permitir que um estado de espírito público mal informado possa impedir o Estado de tomar medidas sobre os riscos cientificamente comprovado que irão atingir a todos. Este é um desses momentos”, argumenta Gates.

Bill Gates não está argumentando que não há lugar para o capitalismo no mundo, mas que só o socialismo pode salvar o planeta. Qualquer um que esteja disposto a ignorar a importância deste argumento, especialmente de um dos homens mais ricos do mundo, está cometendo um grave erro.

Se quiser conferir o vídeo com o Bill Gates discorrendo sobre o tema, em inglês, clique aqui.

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O famigerado plástico? Veja como reduzir o seu uso neste Natal

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O vilão, ‘mesmo’ que está aí pra ‘minar’ a vida em seu sentido amplo está tão embolado em nosso cotidiano que ninguém mais o percebe como tal, como uma praga ambiental, entre aspas, que está empenhado em melar o jogo da vida e não brinca em serviço.

Neste artigo abaixo, você confere em links no texto um pouco do que estamos falando aqui.

A ideia é começarmos a perceber o dito cujo em nosso cotidiano e, na medida do possível ir evitando seu uso, logo deixando de contribuir, fazendo a nossa parte que parece pequena, mas o todo só se faz/completa com as partes, por menores que sejam.

Veja também: E aí o que faz com sua 'garrafinha de água mineral' vazia? A sua resposta pode ter um efeito radical

A ideia aqui é “abrirmos os olhos” e vermos, efetivamente, como o plástico está tão enfronhado em nosso cotidiano e, como dissemos acima e, na medida do possível, mas de forma perseverante e efetiva, irmos reduzindo a sua presença por perto.
5 dicas para usar menos plástico neste Natal
Com as festividades, aumenta a quantidade de embalagens de plástico e sacos, comida desperdiçada, papel de embrulho, fitas e laços que acabam no lixo.

Os produtos e embalagens de plástico que usamos durante pouco tempo estão a poluir as nossas praias, rios, oceanos e a colocar a fauna aquática em risco. Até 2050, haverá mais plástico do que peixes (por peso) no mar e 99% das aves marinhas terão este material no seu aparelho digestivo. 

Aqui está uma lista com 5 dicas que o podem ajudar a reduzir a quantidade de plástico que usa durante esta época festiva. Boas festas!

1 - Diga não às decorações de plástico. Não utilize flocos de neve artificial, que costumam ser feitos de plástico. Em vez de decorar o pinheiro com enfeites de plástico, dê asas à sua criatividade: enfeite-o com origami, grinaldas de pipocas e arandos, pinhas, bolachas, bonecos de feltro ou madeira, etc. Opte por decorações reutilizáveis em vez de descartáveis. Evite os enfeites com purpurina.

2 - Não compre presentes que vêm embalados em plástico. Procure prendas sem embalagens ou ofereça “experiências”, como bilhetes para um concerto, peça de teatro ou evento desportivo, massagens, um jantar num restaurante, etc.

3 - Embrulhe os seus presentes com materiais naturais. Não utilize fita plástica para embrulhar (que pode ter um impacto devastador). Use cordel, ráfia natural, tecido ou papel para decorar as suas prendas. Também pode usar jornal, papel reciclado ou até mesmo tecido para embrulhar as suas prendas.

4 - Diga não aos talheres, copos e pratos descartáveis de plástico. Embora as suas cores e desenhos possam parecer festivos, estes produtos, que usamos durante apenas alguns minutos, demorarão séculos a decompor-se. Utilize copos, pratos e talheres convencionais nas festas.

5 - Não ofereça brinquedos de plástico. Opte por comprar brinquedos de madeira, tecido ou papel reciclado e, sempre que puder, dê preferência aos artigos de produção artesanal e local. 


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sexta-feira

O mar de lixo do Caribe é, realmente, um mar, entre aspas... E eu com isso?

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As reações são sempre radicas...

É, realmente, um espetáculo ‘dantesco’ como se diz. Entretanto um cenário de poluição radical assim foi formado pela contribuição ‘pequena’ de milhões de pessoas que vivem no entorno e fica difícil se enxergar como corresponsável por coisas do gênero.

Uma boa ideia é se obervar no cotidiano para avaliar o tamanho da responsabilidade de cada um, o que pode tornar a indignação e revolta em algo bem mais efetivo... Agindo, mesmo, e poupando a natureza (para usar um clichê), ou melhor, nos poupando como planeta/vida...
Leia também: Recicla? Não dê uma olhada nestes dados – estimulantes – abaixo
Uso/cuidado, abuso ou descarte inadequado de objetos “poluíveis” ou de desperdício, tipo água em nosso cotidiano “é mais comum do que imagina a nossa vã filosofia”, mas, é muito pouco percebido como tal...

Entretanto, ao olharmos para um cenário assim ou semelhante, sempre rola alguma indignação...

A utilidade de imagens do gênero e o conjunto de emoções que porventura possam rolar é servirem como ponto para reflexão e tomada de consciência ambiental para começarmos a fazer, efetivamente, a nossa parte...

Parece pequena e insignificante, mas é com ‘coisas’ como ela que se constroem os ‘grande cenários... ’. Como os da imagem acima.

Existem muitos mares e “mares” de lixo por aí...

Dê uma conferida no artigo referente, aqui.

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