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quarta-feira

Oceanos terão mais plásticos do que peixes em 2050. Acha que isso tem algo a ver com sua vida?

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O saco plástico é o vilão! Pode? Pelo menos é a impressão que fica quando se lê artigos assim. O saco plástico!

Educação ambiental, educação e orientação para o uso racional, a reutilização, a reciclagem Tudo isso não passa de palavras de ambientalista fora de moda…

As pessoas estão se lixando para as tais teorias sobre degradação ambiental e comprometimento da qualidade de vida… Da vida! O lance é consumir, pura e simplesmente.

Ambientalismo, e os ambientalistas, está tão fora de moda, que se bobear as novas gerações vão pensar que é alguma coisa que se come… Que se adquire em lanchonetes…
 
        "Oceanos terão mais plásticos do que peixes em 2050

O uso maciço de plásticos é tamanho que os oceanos abrigarão mais detritos plásticos do que peixes em 2050 – informou nesta terça-feira o Fórum Econômico Mundial de Davos.

"O sistema atual de produção, utilização e descarte de plásticos tem efeitos negativos importantes: de 80 a 120 bilhões de dólares de embalagens plásticas são perdidos anualmente. E além do custo financeiro, sem nada em troca, os oceanos terão mais plástico do que peixes (em peso) até 2050", informa um comunicado.

O fórum de Davos, cujas reuniões de trabalho começam na quarta-feira, revela um estudo realizado com a fundação da navegadora Ellen MacArthur e a consultoria McKinsey.

Segundo o documento, a proporção de toneladas de plástico-toneladas de peixes era de uma para cinco em 2014, será de uma para três em 2025 e vai ultrapassar uma para uma em 2050.

O fórum estima necessária "uma refundação total das embalagens e dos plásticos em geral" e a busca por alternativas ao petróleo como material de base para sua produção - pois caso nada mude, o plástico representará 20% da produção petroleira em 2050.

Por causa dos sacos de plástico de uso único, "95% do valor das embalagens de plástico, estimado entre 80 e 120 bilhões por ano, se perde", lamenta o WEF, pedindo o estabelecimento de canais de reciclagem verdadeiros e reutilização.

"Os modelos de produção e consumo lineares são cada vez mais questionados (...) e isso é especialmente verdadeiro para os setores onde existem grandes volumes de baixo valor como as embalagens de plástico", apontou em declaração a navegadora Ellen MacArthur, também solicitando a criação de uma economia circular, reutilizando os materiais.

Vários países estão tentando limitar o uso de sacos plásticos. Na França, por exemplo, os sacos de plástico de uso único devem ser proibidos em março.

No Reino Unido, a legislação impõe que os consumidores paguem pelos sacos plásticos, a fim de tentar reduzir sua utilização.

   Em Davos, Suíça

Via UOL

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segunda-feira

De COP em COP os desafios ambientais continuam sendo empurrados com a barriga

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Mapa climático mundial
Estas “COPs” que se repetem a cada ano, nada mais são do que tentativas de ratificar o primeiro protocolo, o do Kioto, acordo assinado no Japão em 1997, que é letra morta desde então, em função, sobretudo, da negativa dos EUA em assumir a sua parte no corte de emissões, como grande emissor histórico que é.

O resto e conversa jogada fora.

E, pelo visto, esta, a COP18, vai pelo mesmo caminho com mais "tranquilidade", já que a desculpa da crise econômica vai facilitar as coisas, e mais países: Japão, Canadá, Rússia e Nova Zelândia, já disseram que não pretendem assinar um segundo período do acordo.

A realidade é que nunca se usou tanto carvão mineral como agora – o maior vilão das emissões de CO² – com a desculpa da deterioração das condições econômicas, tanto na UE como nos EUA e muitos outros países. É que ele é relativamente abundante e barato, por ter uma distribuição mais democrática no mundo, ao contrário de outras fontes de energia como o gás natural e o petróleo.

A contradição desta COP18 começa com o local do encontro, Doha, no Qatar, que é um micro país criado artificialmente sobre um super poço de gas natural e detém o recorde de maior emissor “per capta” de CO² do mundo.

É que o pais vem tentando se especializar em sediar grandes conferências e eventos de todo tipo, como uma tal “Rodada do Doha”, da Organização Mundial de Comércio, em uma tentativa de acordo internacional para a redução de barreiras comerciais que, como agora vai acontecer com a COP18, não deu em nada.

O que se espera é que de COP em COP algo de concreto acabe saindo, mesmo que de forma pontual e menos ambiciosa do que o Protocolo de Kioto, que já nasceu caduco.

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quinta-feira

Pré-sal já produz 10% do petróleo brasileiro


Conversa com a PresidentaNa coluna Conversa com a Presidenta desta terça-feira (27), a presidenta Dilma Rousseff falou sobre a exploração de petróleo no pré-sal. Em resposta à engenheira Raianne Justus Bezerra de Almeida, ela afirmou que já são retirados das bacias de Santos e de Campos mais de 200 mil barris por dia, o que representa 10% de toda a produção brasileira.
“A exploração do pré-sal, Raianne, vai significar mais encomendas de bens e serviços no Brasil, criando oportunidades de negócio e de emprego para brasileiros e brasileiras. E usando de forma responsável os recursos dos royalties, teremos um passaporte para transformar o Brasil em um país muito mais desenvolvido e com mais oportunidades para toda a população”, acredita.
Dilma ainda respondeu a Pablo Azevedo da Silva, de Cuiabá, sobre o investimento do governo federal no esporte, que teve, somente em 2012, 4.243 bolsistas de 53 modalidades, que conquistaram 17 medalhas nos Jogos Olímpicos de Londres. Para o funcionário público de Porto Velho Carlos Ramos Filho a presidenta explicou a tarifa social de energia.
“Em todos os casos, o responsável pela residência, munido de comprovante da inscrição no Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), deve procurar a empresa de energia elétrica de seu município e solicitar o benefício. Qualquer dúvida sobre esse benefício, Carlos, pode ser esclarecida em ligação gratuita pelo telefone 0800 7072003”, detalhou.

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“O desafio do Pré-sal”. Confira documentário!

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Vale à pena assistir a esse documentário sobre o projeto e história do pré-sal, as suas vantagens logísticas e econômicas para o desenvolvimento continuado do país, os riscos ambientais e desafios para empreender uma corrida a um mundo inteiramente desconhecido.
 
Leia tambem:
Desafio que exige o desenvolvimento de tecnologias de ponta inéditas que vem otimizando a pesquisa nas universidades brasileiras, em um movimento que transcende as necessidades específicas da exploração do pré-sal
 
Isso tudo, além da necessidade de reaparelhamento das forças armadas, sobretudo a marinha, para garantir a posse dessa riqueza, dessa nova Amazônia, a Amazônia Azul.

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sexta-feira

Energias alternativas? A produção de petróleo vai muito bem, obrigado!

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Clique na imagem para ampliar
Um dos fundamentos da insistência na busca por fontes de energias alternativas aos combustíveis fósseis, sobretudo o petróleo, mesmo antes das teorias sobre mudanças climáticas associadas às emissões de carbono, era a certeza do esgotamento das reservas. 
 
Entretanto, estudos recentes vem confirmando que este cenário é improvável, que enquanto algum produtores rumam para o esgotamento de suas reservas, descobertas de novas jazidas, como o pré-sal no Brasil, garantem o fluxo de petróleo e a estabilidade nos preços no médio longo prazo.

Portanto, a luta para melhorar a matriz energética no planeta com a substituição de fontes de energia fóssil por energias mais limpas ou alternativas terá que se apoiar em outros parâmetros ou argumentos, fundamentando-se mais em ação política do que em pressupostos geológicos.

Neste gráfico acima dá para perceber a situação, quando a produção tende a se manter ou mesmo aumentar, o que vai garantir preços estáveis e competitivos com as novas tecnologias de produção de energias limpas.

A avaliar pelo comportamento de governos e empresas, não obstante a retórica ambientalista, o fator determinante é a otimização de lucros e manutenção da atual política de energia, produção e transporte.

Fonte: Outras palavras

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domingo

Pré-Sal, cobiça e poder global


Como a Amazônia, alvo histórico da cobiça internacional, o Pré-Sal e o alvo da vez. Foi como disse o queridinho dos “ambientalistas” locais, o Al Gore: ...ao contrario do que acreditam os brasileiros , a Amazônia não é propriedade deles, ela pertence a todos nós” , ou como mais de uma vez se referiraram à Amazônia jornais estadunidenses e ingleses. Como diz o artigo abaixo, é só uma questão de tempo para manchetes assim começarem a surgir nos jornalões porta-vozes de países e suas petroleiras multinacionais. E, o que é pior, os “nossos” jornalões e revistas que sempre trabalharam a serviço de interesses não nacionais, ao lado de governos como FHC e seu partido, o PSDB.
Clique na imagem para ampliar
O Pré-Sal pertence à humanidade” é a tradução do título do editorial do The New York Times que irá sair em um futuro não muito distante. A pregação diz que o Pré-Sal é da humanidade porque está em área do globo terrestre que não pertence a nenhum país. Logo após esta afirmação, o jornal lança o conceito de que quem chegar primeiro passa a ter a propriedade do petróleo e do gás produzidos. Estas são as teses principais do editorial, representando a opinião de fortes grupos de interesse do capitalismo internacional.

 A maioria das áreas do Pré-Sal está realmente em mar internacional. Os Estados Unidos não ratificaram o tratado internacional que aceita a faixa de 12 até 200 milhas da costa como pertencente ao domínio econômico exclusivo do país, apesar de 150 nações, das 190 existentes, já o terem ratificado. Porém, este editorial esconderá o fato de que é muito custoso explorar o Pré-Sal sem utilizar bases logísticas no Brasil. Talvez porque esta seja uma batalha posterior.

 Apesar de o editorial ser uma ficção, é bem possível que a tese descrita já esteja sendo germinada. O tema petróleo sofre manipulação da mídia do capital, devido a sua importância estratégica e valor econômico. Tenta-se convencer a pequena parcela da população mundial que está atenta aos acontecimentos sobre a atratividade das posições do capital, que, via de regra, não são benéficas à sociedade.

Usa-se de todos os métodos necessários para tal convencimento, desde o fato de salientar aspectos irrelevantes na análise, para confundir, até mentiras deslavadas. Tem-se liberdade total para criar versões substitutas dos fatos reais. Comunicadores excelentes, capazes de distorcer os fatos, criadores de verdades infundadas, além de analistas hábeis, despojados de compromissos para com a sociedade, estão sempre a serviço do capital petrolífero privado, ofuscando aspectos e valores de maior interesse para o povo brasileiro.


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terça-feira

Chevron tentou indevidamente alcançar a camada pré-sal, diz MPF

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As petroleiras Chevron e Transocean tentaram indevidamente alcançar a camada pré-sal no campo de Frade, afirma o Ministério Público Federal (MPF). 

Na denúncia apresentada quarta-feira (21) à Justiça contra as empresas, o procurador da República Eduardo Santos sustenta que elas “buscavam explorar a camada do pré-sal brasileiro, tendo se lançado a perfurar sem condições técnicas e de segurança”. As petroleiras negam a acusação.

Para Santos, há “indícios de que não havia a intenção de parar a perfuração enquanto não se atingisse o pré-sal”. Na tentativa, teria ocorrido a ruptura de alguma estrutura do poço perfurado, dando origem ao primeiro vazamento, de 7 de novembro.

O procurador conclui que os denunciados devem responder criminalmente por terem tentado produzir petróleo em desacordo com as licenças e autorizações recebidas dos órgãos competentes. “É certo, tal como exposto pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), que o contrato de concessão dos blocos petrolíferos pertencentes à União cobre as profundidades conhecidas como pré-sal. 

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Petrobras inicia produção em águas ultraprofundas do Golfo do México


A Petrobras comunica que foi iniciada a produção do campo de Cascade através do poço Cascade 4, interligado ao FPSO (navio- plataforma flutuante de produção, com capacidade de estocagem e escoamento) BW Pioneer, localizado a aproximadamente 250 quilômetros da costa do Estado da Lousiana, em profundidade de água de 2500 metros, no Golfo do México americano, em 25 de fevereiro de 2012.

É o primeiro FPSO a produzir petróleo e gás no setor americano do Golfo do México. O navio-plataforma tem capacidade de processar 80 mil barris de petróleo e 500 mil metros cúbicos de gás por dia, e de estocar 500 mil barris de petróleo. 

O navio possui um sistema de ancoragem desconectável, que permite o seu deslocamento para áreas abrigadas durante a ocorrência de furacões e tempestades, trazendo segurança para a tripulação e o meio ambiente e preservando os equipamentos. (mais…)

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Vazamento na bacia de Santos não foi no pré-sal, diz Petrobras


Sobre o anunciado vazamento de petróleo no pré-sal veiculado pela mídia, “a Petrobras reitera que o rompimento se deu no duto que liga o poço à plataforma. Não houve vazamento do poço, que foi fechado automaticamente após a ruptura do duto. Portanto, a ocorrência não se deu no pré-sal, que está a mais de 2.000 metros de profundidade no solo marinho.”

A Petrobras informa que depois de sobrevoos realizados na manhã desta sexta (3/2) na área de Carioca Nordeste, na Bacia de Santos, não foram mais identificados quaisquer vestígios de petróleo no mar. 

Diante disso, de acordo com os procedimentos previstos no Plano de Emergência e com o conhecimento da Marinha, Ibama e ANP, as ações de contingência foram desmobilizadas. Serão mantidas na área as embarcações que executam o Plano de Monitoramento iniciado ontem.

A Petrobras mobilizou os melhores especialistas da Companhia para compor a comissão que investiga as causas da ocorrência, com dedicação integral. Conta, também, com o suporte do seu Centro de Pesquisas, de universidades e empresas globais especializadas em projeto, teste e análise de equipamentos submarinos.

Os trabalhos dessa comissão técnica serão acompanhados pela ANP, Ibama e Marinha do Brasil. (Blog da Petrobras)

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domingo

Com 90% Petrobras controla setor de petróleo no país

 
A quebra do monopólio da Petrobras sobre a exploração de petróleo no país ocorreu em 1997 no governo FHC (PSDB), quando, tambem, foi feita a privatização da empresa. No final de seu governo, o Lula (PT) promoveu a reestatização de fato da empresa, Pré-sal Petróleo S/A. Nova estatal “nacionaliza” o petróleo, em momento oportuno para garantir ao Brasil a posse real das riquezas do pré-sal. 
 
Clique para ampliar
Quatorze anos depois da quebra do monopólio na exploração de petróleo no país, a Petrobras mantém o domínio quase absoluto do setor. Concentra as importantes descobertas dos últimos anos e responde por quase 90% da produção nacional.

Desde 1999, foram enviadas 1.201 notificações de descobertas à Agência Nacional do Petróleo (ANP), mas apenas 152 se mostraram comerciais e receberam ou ainda vão receber investimentos que resultarão em nova produção de óleo ou gás. Dessas 152 descobertas, 92 foram feitas em campos operados pela Petrobras. 

No mar, houve 49 descobertas no período, sendo 39 em áreas operadas pela estatal. A maioria são campos em terra, de pequenas dimensões e que agregam pouco à produção nacional, com exceções importantes como as reservas de gás da Petrobras no rio Solimões e da OGX no Parnaíba.

A estatal também responde pelo maior volume de investimentos previstos para os próximos anos. Planeja investir US$ 215 bilhões até 2015, ou 83,3% do total do setor de petróleo e gás. As companhias estrangeiras são responsáveis pela produção de 10% do petróleo no país. Em outubro, extraíram 216 mil barris de óleo e gás por dia, ante uma produção total de 2,5 milhões de barris/dia.

Os adiamentos das novas rodadas de licitações para exploração - o último leilão foi em 2008 e a 11ª rodada vem sendo postergada desde abril - acentuam o poderio da Petrobras, porque fecham o espaço para a operação de novos concorrentes. "O monopólio está voltando a todo vapor", afirma Wagner Freire, ex-diretor da Braspetro e da Petrobras. (Valor)
 
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quarta-feira

O ambientalismo como “cortina de fumaça” para o que interessa, mesmo


Enquanto os “ambientalistas” fazem a maior zoada em torno dos belo montes da vida e juram que as necessidades energéticas do mundo podem ser supridas com o vento, luz solar direta e outras perfumarias, o mundo real continua na luta encarniçada pelo velho ouro negro que, se alguém disse que ia acabar em breve, só estava jogando conversa fora ou querendo desviar a atenção do que realmente interessa aos “donos do mundo”, atuais e eventuais candidatos.

Acidente provocado pela Chevron
A luta pela posse das novas e/ou até presumíveis ou hipotéticas reservas de petróleo e gás, notadamente, aquelas no fundo dos oceanos, já está com as cartas sendo jogadas à mesa, e não promete cenários nada animadores para as relações internacionais.

Enquanto isso, a velha cortina de fumaça do aquecimento global e dos “ambientalistas” bonzinhos são, provavelmente, em muitos casos, nada mais do que “bois de piranha” para abrir passagem para os reais objetivos de, e dos de sempre, hegemonia e poder.

Foi como disse o conhecido chanceler de ferro, o prussiano, Otto von Bismark, (1815 - 1898): “O povo não precisa saber como são feitas as salsichas”.

 Leia tambem:  

O episódio envolvendo o acidente provocado pela petroleira norte-americana Chevron e as suas, mais que meras suspeitas, mas, intenções de acessar o pré-sal propriamente dito, por vias ilegais, além do descaso com que tratou as autoridades nacionais, dissimulando dados, escondendo informações vitais, enquanto a mídia associada local (PIG) tentou – mais não colou – botar a culpa na Petrobras, mostra a natureza dos seus métodos e as suas reais intenções.

Práticas estas que, diga-se de passagem, deve ser o seu “código de conduta” normal em terras dos outros, o que não é de estranhar, já que é o mesmo adotado pelo governo do seu país. Vide as justificativas para invadir, destruir e roubar as reservas de petróleo e gás do Iraque, para ficar só neste exemplo.

Clique no link: a “guerra do petróleo” e veja um “esquema” com o quadro que se desenha no mundo sobre as tentativas de domínio das novas reservas.

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quinta-feira

Chevron está proibida de operar em todo território nacional

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Tanto a Transocean como a Chevron estiveram envolvidas em um dos maiores desastres ambientais marinhos do mundo, no Golfo do México e, além de serem acusadas de incompetentes, esconderam e dissimularam informações importantes sobre o acidente para as autoridades, desobedecer normas de licitação e utilizar técnica não permitida para “recolher” o óleo vazado, lançando-o ao fundo do mar.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) determinou nesta quarta-feira (23) a suspensão das atividades de perfuração da Chevron no Campo de Frade, “até que sejam identificadas as causas e os responsáveis pelo vazamento de petróleo e restabelecidas as condições de segurança na área”

Segundo nota da ANP, a deliberação suspende toda atividade de perfuração da Chevron do Brasil no território nacional.

Leia: Acidente no pré-sal é da Chevron, dos EUA, a mesma do acidente no Golfo do México


A agência também rejeitou pedido da concessionária para perfurar novo poço no Campo de Frade com o objetivo de atingir o pré-sal. A ANP entende que “a perfuração de reservatórios no pré-sal implicaria riscos de natureza idêntica aos ocorridos no poço que originou o vazamento, maiores e agravados pela maior profundidade”.

Ainda segundo a ANP, a decisão “se baseou nas análises e observações técnicas da agência, que evidenciam negligência, por parte da concessionária na apuração de dado fundamental para a perfuração de poços e na elaboração e execução de cronograma de abandono, além de falta de maior atenção às melhores práticas da indústria”. (Agência Brasil).


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domingo

Acidente no pré-sal é da Chevron, dos EUA, a mesma do acidente no Golfo do México

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O primeiro vazamento de petróleo no alto-mar do Brasil depois do acidente de Macondo, no Golfo do México, foi protagonizado pela americana Chevron. A companhia passou a tarde tentando debelar o vazamento de meio barril de petróleo por hora na bacia de Campos, na área ao redor do campo de Frade.

À noite, a Chevron calculava que 60 barris de óleo tinham chegado à superfície, sem detalhar os procedimentos que estavam sendo adotados para estancar o vazamento no fundo do mar. O poço fica a 370 quilômetros a nordeste da costa do Rio de Janeiro, em uma profundidade de 1.200 metros.

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) informou que o acidente ocorreu na quarta-feira. Houve um descontrole da saída de gás (kick no jargão técnico) durante o procedimento de injeção do fluido de perfuração.

O trabalho estava sendo feito por técnicos da plataforma semissubmersível Sedco706, da Transocean. O equipamento para prevenção de explosões (BOP na sigla em inglês) funcionou mas a manobra com o conjunto de válvulas para "matar" o poço parece ter ativado uma falha na estrutura geológica. 


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sábado

Câmara dos EUA, abandona as energias alternativas pela convencional


Esta decisão da Câmara dos Estados Unidos não chega a surpreender. Envolvido em uma crise colossal e com previsões nada otimistas no médio longo prazo, continuar investindo no desenvolvimento de novas tecnologias de produção de energias alternativas, não parece ser um bom negócio, em função do seu alto custo e pouco eficiência na produção de grande volumes de energia, um desafio permanente, principalmente para quem tem que “apertar o cinto”. Nada é páreo para o velho, barato e abundante carvão mineral, e principal emissor de CO², diga-se de passagem.
A Câmara dos Estados Unidos aprovou hoje, com 219 votos a favor e 196 contra, um projeto de lei que retira o apoio federal a fontes de energia renováveis e aumenta os recursos para pesquisas sobre tecnologias que usam combustíveis fósseis (carvão, petróleo e gás). Será difícil a lei ser aprovada pelo Senado, onde o Partido Democrata, do presidente Barack Obama, tem maioria. A Câmara é controlada pelo Partido Republicano.

O projeto aprovado pela Câmara reduz os investimentos em pesquisa
sobre energia solar e para programas de promoção de eficiência no uso da energia e corta as garantias de crédito para projetos de energia renovável. Ele aumenta os recursos para pesquisas sobre tecnologia para captura de emissões de carbono de usinas termelétricas a carvão e para a construção de um depósito de lixo nuclear na montanha Yucca, em Nevada, projeto que há anos é objeto de críticas por parte dos ambientalistas.

Anteontem, a Câmara já havia aprovado um projeto que limita a autoridade da Agência de Proteção Ambiental
(EPA, na sigla em inglês). De acordo com esse projeto, a EPA não poderá mais vetar a concessão de permissões para projetos de mineração de carvão, nem impor padrões de poluição da água aos governos estaduais. O presidente Obama já disse que deverá vetar esse projeto. As informações são da Dow Jones.
Do A Tarde 

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quinta-feira

“Terras raras”, cada dia mais raras no mercado


O desenvolvimento ou expansão na busca por novas formas de produção de energias alternativaseólica, solar e baterias (carros e celulares) – esbarra na relativa escassez ou “raridade” das terras raras, também conhecidas como elementos químicos metálicos.

Terras raras” é o que se denomina o conjunto de minerais que contem insumos fundamentais para a produção das tecnologias que vão das turbinas eólicas, baterias elétricas para automóveis, além das tecnologias de comunicação como celulares e gadgets de todo tipo.

Os EUA que há algum tempo era o maior produtor mundial, cedem lugar à China, que detém, hoje, mais da metade da produção mundial e quase 100% da oferta.

O detalhe interessante é que a China vem reduzindo gradualmente esta oferta, preferindo concentrar-se no mercado interno, na produção de tecnologias tanto para uso próprio como para exportação, no sentido de concretizar o seu propósito de se tornar o líder mundial a produção de tecnologia de produção de energias alternativas.

No Brasil, surgiu evidencias de jazidas de “terras raras” no Nordeste e no Meio-norte – Maranhão.
Tudo indica que muitos países, como os EUA, podem sair de uma dependência do petróleo árabe, para caírem na dependência das tecnologias de produção de energias alternativas, da China.

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segunda-feira

Dilma pretende exportar o pré-sal, “in natura”

Plataforma da Petrobras

A estratégia da Dilma, anunciada por ocasião da visita do Barack Obama, de tornar o Brasil do pré-sal um fornecedor preferencial de petróleo e gás aos EUA, festejada pelos norte-americanos e alguns setores aqui no país, é um grande equívoco.

Vamos simplesmente substituir as ditaduras árabes e norte-africanas subsierventes aos EUA e União Europeia, que ditam as regras e preços e, como está ocorrendo, agora, na Líbia, ficar à merce de intervenções armadas quando alguma conveniência interna, no país, vier, em algum momento e lugar no futuro, resolver mudar esta política de exportação do petróleo “in natura", visando favorecer aos interesses e/ou necessidades internas.

O presidente Lula, o “pai do pré-sal" em cujo governo aconteceu, graças aos esforços da Petrobras, e que conseguiu nacionalizar novamente o petróleo e gás com a criação da Pré-sal SA,  depois do marco regulatório do governo FHC/PSDB, que o entregou de mão beijada às petroleiras estrangeiras, defendeu que o petróleo e gás brasileiros sejam fatores de desenvolvimento, geração de riquezas e empregos.

Leia: Pré-sal Petróleo S/A. Nova estatal “nacionaliza” o petróleo.

Para isso não seria suficiente a renda gerada com a venda do petróleo “in natura", mas através do seu processamento interno, agregando-lhe valor com sua transformação em combustiveis e outros derivados, levando a criação de novas refinarias e crescimento da industria petroquimica, que garantiriam a geração de mais desenvolvimento, empregos e renda.

A justificativa declarada de exportar o “pré-sal" para preservar a matriz enérgetica limpa e renovável, tambem, não procede, pois, o plano original do presidente Lula, não conflita com isso, só garante um petróleo e gás como maior gerador de riqueza no país com a agregação de maior valor, como já nos referimos acima.

Os grandes produtores e exportadores de petróleo no mundo continuam, em grande parte, como países pobres, onde os grandes lucros do petróleo nunca chegam de fato às suas populações, o que não ocorreria se o processassem eles próprios, gerando desenvolvimento, empregos, renda e qualidade de vida às suas populações, como preconizou o presidente Lula, para o “nosso” pré-sal.

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quinta-feira

Os problemas energéticos foram resolvidos, e não com fontes ecologicamente corretas


O gás de xisto parece ter sido eleito como a “salvação da lavoura”, de europeus, norte-americanos e outros dependentes externos de petróleo e gás natural, alem de grandes consumidores de carvão mineral, o vilão principal do aquecimento global. Estes países teem reservas consideráveis do “novo gás" em seus subsolos, como de resto boa parte do mundo. O problema é a complexidade do processo de exploração e o grande débito ambiental.
Clique para ampliar
Campo de exploração do gás, EUA

Quem sonhava, como os ambientalistas e utópicos de plantão, com um futuro movido a turbinas eólicas e placas de energia solar, pode tirar o cavalo da chuva.

Primeiro porque, apesar de toda euforia com as energias alternativas, assim como algumas tecnologias de ponta, elas esbarram com a pouca disponibilidade no mundo de alguns minerais e, sobretudo, das “terras raras” que é um composto mineral que contem cerca de 17 elementos químicos essenciais na fabricação tanto das baterias dos novos gadgets de todo tipo, como de componentes na construção das turbinas eólicas e tecnologias de energia solar.

Segundo porque, longe de “gastar pestana” no real desenvolvimento de novas tecnologias energéticas, os grandes consumidores de carvão mineral e derivados do petróleo, alem de responsáveis pelo efeito estufa que está aí, como os EUA e União Europeia, sobretudo, optaram de vez pelo gás de xisto, que tem alto custo tecnológico e ambiental.

Embora não seja nenhuma novidade, o seu uso só passou a ser factível, com os elevados preços do petróleo e gás natural, quando passa a ser viável economicamente, apenas, já que o custo ambiental continua muito elevado.

A opção de grandes consumidores como a União Europeia e EUA pelo gás de xisto, tem tambem, motivações políticas e estratégicas, já que dependem inteiramente da importação de grande parte da energia que consomem. No caso da União Europeia, do gás da Rússia e os EUA, de países do Oriente Médio e áreas adjacentes como Norte da Africa, que teem governos autoritários para os padrões ocidentais e principalmente instáveis politicamente, como demonstra a onda de revoltas que vem ocorrendo nos últimos dias.

O grande risco ambiental que revoga toda e qualquer perspectiva de mudanças tendo em vista as mudanças climáticas, é o uso acentuado de água no processo de extração e processamento do gás, que é contaminada irreversivelmente com elementos químicos altamente tóxicos, comprometendo ou inutilizando tanto as fontes da superfície como rios e lagos, como os lençóis freáticos.

Logo, o gás de xisto é o grande achado destes mega consumidores de combustíveis e energia fóssil e poluidores históricos, que mostram categoricamente que estão mais preocupados com os seus umbigos do que com um hipotético aquecimento global, se é que é real e não uma jogada como outra qualquer, que só tem uma vantagem, não ser pior do que o famigerado carvão mineral com o qual construíram o seu desenvolvimento.

Fonte: 20 Minutes.fr

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A “fome” de óleo dos EUA

Após o último de uma série de acidentes no meio ambiente marinho provocados por empresas nos EUA, como o último no Golfo do México, com a explosão de plataforma e derramamento de óleo e desastre ambiental provocado pela petroleira inglesa British Petrolium, BP, pesquisa do Gallup feita nos EUA, mostra que 55% contra 39% da população prefere o meio ambiente à produção de energia.

Do: The New York Times


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quarta-feira

Os EUA protagonizaram os maiores acidentes no meio ambiente marinho de todos os tempos

Plataforma da British Petrolium 
Os EUA teem um débito ambiental considerável e representa, isoladamente, o maior responsável pela degradação do planeta com as suas históricas emissões de gases de efeito estufa em função de uma matriz energética suja, fundamentada no uso maciço de carvão mineral e outros combustíveis fósseis, além de ter protagonizado os maiores acidentes no meio ambiente marinho com comprometimento irreversível, e já que não existem compartimentos estanque, no médio longo prazo afeta o ecossistema marinho como um todo.

O derramamento de óleo do Golfo Pérsico em função da Guerra do Golfo em 1991, o acidente com o petroleiro Exxon Valdez, no Alasca em 1989, e agora o acidente da British Petrolium, da Inglaterra, no Golfo do México.

Estes acidentes deixam evidente a relação equivocada da ciência com a natureza mostrando a prepotência de quem acha que tudo pode e que é, frequentemente, deixada “com as calças na mão” e, o que é pior, não aprende com os próprios erros. Neste artigo, alem de informações detalhadas sobre o acidente mais recente, pode ver a gênese desta atitude de enfrentamento da natureza tão cara a “ciência”.
No arco da história humana, a noção de que a natureza é máquina que aí está para ser objeto de reengenharia ao bel prazer do engenheiro é conceito relativamente recente. Em livro seminal de 1980, The Death of Nature, Carolyn Merchant, historiadora das ciências do meio ambiente, lembra os leitores de que, até os anos 1600s, a terra era viva, quase sempre sob a forma de uma mãe. Os europeus – como todos os povos nativos em todo o planeta – acreditavam que o planeta fosse ser vivo, cheio de potências de vida e de terríveis tempestades. Por isso havia tabus que impediam ações que deformassem e violassem “a mãe”, entre os quais a mineração. Continue lendo...

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sábado

Petrobras descobre novo poço de petróleo na Amazônia

As descobertas de novos poços de petróleo e/ou gás pela Petrobras já se tornaram tão frequêntes que não chamam mais tanta atenção assim, principalmente aqueles descobertos na área do pré-sal, onde pelo visto “a coisa” só está começando.

Entretanto esta descoberta agora é em uma região de grandes promessas e que já vem sendo explorado pela Petrobras de forma mais modesta, notadamente depois do grande “achado” na camada do pré-sal. É o petróleo na Amazônia. A empresa anunciou, 26/11/2010, a descoberta de novo poço de petróleo e gás natural, em Tefé, município a 630 km de Manaus, com um óleo leve (46°API), que é mais raro, e caro, em função de seu baixo custo de processamento.

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