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sexta-feira

Ao cancelar COP 25 por aqui Brasil ratifica tese do novo Chanceler de que é tudo bazófia

“Especialistas alertam para efeitos do aquecimento global sobre vidas humanas e sistemas de saúde mundo afora. Impactos incluem novos padrões de doenças e maior risco de desnutrição”.

O governo do bozó, na figura de seu chanceler, vai revogar esta onda alarmista e colocar os pingos nos is, ou seja, vai comprovar que a solução para essa conversa, essa bazófia de aquecimento global e mudanças climáticas e coisas do gênero, pode ser vencida com uma eleição bem feita, sobretudo nos corações e mentes das pessoas, como o foi aqui no Brasil via whattsapp.

É o caminho para colocar este tal de comunismo, autor desta conversa fiada toda, na lata de lixo da História.
Confira: Mudanças climáticas são maior ameaça à saúde deste século, diz estudo
O cancelamento da 25ª Conferência de Clima da ONU, a COP – 25, que seria aqui no país no próximo ano, anda neste sentido, parar com esta conversa mole.
Leia: Brasil desiste de sediar Conferência do Clima da ONU em 2019
A Amazônia, por exemplo, não ‘fede e nem cheira’ nessa conversa de mudanças climáticas. Ela tem que cumprir sua função, ou seja, produzir madeira, muito minério, muito gado e muita soja e congêneres para melhorar a nossa balança comercial.

Serão detalhes importantes a serem levados, e argumentados, pelo ‘nosso’ chanceler na ocasião propicia por aí em algum fórum internacional.

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sábado

Curso gratuito, online, sobre mudanças climáticas é oferecido pela ONU

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Mesmo nesta grande rotatividade informativa, entre aspas, quem iria imaginar que um tema/fenômeno tão relevante, tão grave, como as mudanças climáticas, saísse de moda.

Relevar seria, é, algo meio suicida, já que a partir do momento que se torna irrelevante deixa-se de buscar fazer algo, mesmo individualmente, por menor que fosse, no sentido de pelo menos minimizar o alcance da ‘coisa’.
Veja também: 
 - Parece anacrônico, mas alerta do papa sobre meio ambiente é atual e oportuno 
 - E aí conhece o microplástico. Veja como este seu ‘companheiro’ do cotidiano pode acabar com os oceanos 
 - Algumas dicas simples no cotidiano dão uma força a planeta e à vida
Se estiver interessado em conhecer melhor a dita cuja: as mudanças climáticas, a ONU está oferecendo um curso que pode fazer isso.

É, também, uma oportunidade de buscar subsídios para – quem sabe? – fazer umas performances ambientalistas por aí, ajudando na divulgação.

Veja abaixo.
"Curso online e gratuito sobre mudanças climáticas é oferecido pela ONU
Depois do sucesso do curso do SUS sobre medicina natural, a ONU também disponibilizou um curso no mesmo estilo sobre as mudanças climáticas. O curso é introdutório e qualquer um pode fazer! Basta entrar neste link e fazer inscrição.

Disponibilizada em cinco diferentes idiomas, mais de 10 mil pessoas já concluíram o curso online. A nossa versão em Português foi realizada em conjunto com a Unesco e é composta por seis módulos:
- Introdução à ciência da mudança climática 
- Introdução ao marco internacional legal e de políticas para enfrentamento da mudança climática 
- Introdução à adaptação à mudança climática 
- Introdução à mitigação da mudança climática 
- Introdução ao financiamento climático 
- Introdução ao planejamento para a mudança climática
Depois de realizar os seis testes para os módulos básicos com pelo menos 70% de acerto em cada um, o aluno pode baixar um certificado de conclusão na página inicial online do curso.

A ideia é que outros cursos surjam daqui para frente na mesma plataforma online. Diversas organizações pretendem usar a ferramenta como treinamento de funcionários e agentes interessados.

Aqui você encontra o Programa do curso.

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segunda-feira

E ai, o ambientalismo acabou? O Brasil ainda lidera em numero de mortes ‘deles’, os ambientalistas de fato

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O ambientalismo parece ter saído de moda, não? Um dos motivos é que uma das fontes de ‘agitação’ as ONGs e vedetes na mídia – sediadas nos ditos países desenvolvidas, que são, na realidade, agentes dissimulados do marketing primeiromundista – como que saíram de cena e das manchetes, em função do acirramento da crise econômica mundial a partir de 2008.

A crise os ‘obrigou’ a voltar em massa ao consumo do maior vilão do meio ambiente desde sempre e do famigerado ‘aquecimento global’, os derivados de petróleo para a produção de energia, daí, como se diz, “botaram a viola no saco” e pararam de acusar os outros, através de seus manjados porta-vozes, as ONGs ditas ambientalistas, sobretudo a WWF e Greenpeace.

É o caso do Brasil, a menina dos olhos ‘deles’, onde a matriz energética passa ao largo desta opção de sempre dos ditos aficionados por derivados de petróleo, já que a base por aqui é energia hidrelétrica, mas, enquanto pregam a defesa do meio ambiente, seus financiadores conspiram pesado pela posse de nossas grandes reservas de petróleo em terra e no pré-sal.

Agora, neste artigo abaixo vai ver que o ambientalismo só saiu de moda como discurso de rico, mas a questão do uso e destruição do planeta continua, e matando quem se atreve a defender. Por trás, estão os interesses de sempre, locais e internacionais.

      "Brasil lidera em mortes de ambientalistas

ONG registra 29 mortes no país em 2014, de um total de 116 casos em todo o mundo. Três em cada quatro assassinatos de ativistas ambientais aconteceram na América Latina 

O Brasil foi o país mais perigoso do mundo para militantes ambientalistas em 2014. Em nenhum outro lugar foram assassinados mais ativistas, segundo relatório da ONG britânica Global Witness, apresentado nesta segunda-feira 20 em Londres.

A América Latina é considerada a região mais perigosa pela organização. De cada quatro mortes, três aconteceram na região. No ano passado foram registrados 116 casos em todo o mundo, número que é recorde histórico e 20% maior que o de 2013. Deles, 87 ocorreram em nações latino-americanas.

Honduras lidera a lista na relação número de casos por habitante, segundo o documento, intitulado How many more? (Quantos mais?). Entre 2002 e 2014, 111 pessoas morreram no país em decorrência de crimes contra ambientalistas.

Entre 2007 e 2011, os crimes contra ambientalistas registrados pela Global Witness triplicaram. Com isso, os militantes do meio ambiente são considerados o grupo de ativistas que mais corre riscos. No mundo inteiro, segundo a instituição, foram mortos, em função do seu trabalho, quase duas vezes mais ambientalistas que jornalistas.

Índios são 40% das vítimas

Em 2014, o Brasil figura no topo da lista, com 29 mortes, seguido pela Colômbia, com 25, pelas Filipinas, com 15, e por Honduras, com 12. Cerca de 40% das vítimas são índios. Já para ativistas do direito à terra, o Sudeste Asiático é a região mais perigosa do mundo.

"Em Honduras e no mundo inteiro, ambientalistas são mortos, sequestrados, ameaçados ou processados como terroristas, em plena luz do dia, porque se opõem ao chamado desenvolvimento", lamentou Billy Kyte, da Global Witness, exigindo que os governos façam mais pela proteção dos ambientalistas.

Segundo a Global Witness, os crimes são praticados por grupos paramilitares, pela polícia e por empresas de segurança privada. Entre os mandantes estariam grandes latifundiários, grupos privados, políticos e membros do crime organizado.

"A maioria desses crimes, realizados em nome de uma poderosa combinação de interesses corporativos e governamentais, fica impune", acrescentou Kyte.


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sexta-feira

E por falar em “aquecimento global”, Paris tem noite mais fria desde 1887

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Paris, 24 mai (EFE).- Os serviços meteorológicos franceses registraram esta madrugada uma temperatura mínima em Paris de 3,7 graus centígrados, o que transformou a noite passada na mais fria na capital francesa em um mês de maio desde 1887.

Nos últimos dez dias, as temperaturas máxima médias em Paris e no norte da França ficaram entre nove e dez graus centígrados.

A previsão da Météo France para Paris nos próximos dias prevê uma leve alta nas temperaturas, passando da mínima de quatro graus para seis amanhã, sete no domingo e oito na próxima segunda-feira.

A última estimativa da Météo France prevê dez graus de mínima no dia 1º de junho, a apenas três semanas de começar oficialmente o verão. EFE



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terça-feira

O Brasil é exemplo no ítem proteção da natureza x crescimento econômico, diz Dilma

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No último Café com a presidenta (11/06/12), em pleno clima da Rio+20 que se inicia na próxima quarta-feira, amanhã (13/06/12), a presidenta salientou que o Brasil tem feito a “lição de casa”, o que deve ser um trunfo a colocar nas mesas de negociações da conferência no Rio, enquanto o clima de incerteza e/ou pessimismo parece predominar entre os organizadores, que temem uma repetição daquilo que já se viu nas conferências climáticas: muita conversa e pouco resultado.

A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (11), no programa de rádio Café com a Presidenta, que o Brasil é exemplo ao combinar proteção da natureza e crescimento econômico. Segundo Dilma, o modelo de desenvolvimento brasileiro, que tem como base os eixos crescer, incluir e proteger, será apresentado ao mundo durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.
    “O Brasil tem dado um grande exemplo de respeito ao meio ambiente, mas, também, de capacidade de combinar a proteção da natureza com a redução da pobreza e o crescimento econômico. Na última década, elevamos 40 milhões de brasileiros à classe média, tiramos outras dezenas de milhões de brasileiros da pobreza e, ao mesmo tempo, reduzimos drasticamente o desmatamento da Amazônia e mantivemos o crescimento econômico.”
No programa, a presidenta reiterou que em 2011 foi registrado o menor desmatamento da história do país. Segundo ela, a redução é resultado da ação do governo na fiscalização e também na oferta de alternativas de produção e renda para a população que vive nas florestas.

A presidenta disse ainda que as compras do governo federal vão dar prioridade a produtos e serviços que forem fabricados respeitando o meio ambiente. De acordo com Dilma, o novo modelo de compras governamentais vai ajudar a proteger o meio ambiente.
    “As compras do governo são muito importantes para vários setores da economia (…) A partir de agora, nós vamos exigir ou vamos dar prioridade a produtos e serviços que sejam produzidos ou feitos de forma sustentável. Isso significa que se a gente tiver dois fornecedores de um determinado produto, vamos comprar daquele que produz com menor impacto sobre as matas, o ar, o solo e os rios, com economia de água e energia.” (Blog do Planalto)
Os céticos de plantão vão questionar estas afirmações, lembrando de episódios como o Código Florestal e a Usina de Belo Monte. É como disse a Dilma no último Forum Mundial, em Porto Alegre, algo assim: que a função da presidente é governar o país e tomar as medidas necessárias para que isso seja feito e que aos movimentos sociais de todo tipo cabe se organizar e protestar, mesmo. Clique nos links e leia.

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sábado

Fórum Social Temático 2012. Participe!

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O Fórum Social Temático (FST) se inscreve no processo do Fórum Social Mundial e será uma etapa preparatória a Cúpula dos Povos na Rio+20. O evento acontecerá do dia 24 a 29 de janeiro de 2012 e será sediado por Porto Alegre e cidades da região Metropolitana – Gravataí, Canoas, São Leopoldo, e Novo Hamburgo.

Como um espaço aberto e plural, a programação do Fórum será fundamentalmente constituída por atividades propostas e geridas por movimentos, coletivos e organizações da sociedade civil, relacionadas ao tema “Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental”. Além disso, o Fórum acolherá também o encontro de redes internacionais, articuladas em torno de Grupos Temáticos de reflexão sobre assuntos pertinentes ao Fórum. O diálogo no âmbito dos grupos já está em andamento, na Plataforma de Diálogos do Fórum Social Temático .

Por que “Crise capitalista, Justiça Social e Ambiental?

(baseado nos documentos Convocatória ; Metodologia)
Um nível inusitado de atividade de movimentos de massas atinge países conhecidos por sua estabilidade social. Protestos e mobilizações indígenas produzem uma grande efervescência  na  usualmente  tempestuosa região andina. Estudantes em diversos países organizam atos com uma capacidade de mobilização há tempos não vista. Em 15 de outubro tivemos manifestações em quase mil cidades de 82 países.

Continue lendo...

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segunda-feira

Vídeos, dos atores da Globo, e o dos alunos da UNICAMP em defesa de Belo Monte

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Depois do vídeo dos atores do Movimento Gota D’Água, da Globo, contra a construção da Usina de Belo Monte, alunos de engenharia civil e economia da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), fizeram uma sátira do vídeo, em defesa da hidrelétrica, com o nome “Tempestade em Copo D’Água”. 

Se, ainda, não viu, confira!

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As propostas e os desafios da Conferência Rio+20


A preparação da conferência ocorre em um momento complexo, quando, de muitos lados, vem sendo questionada a capacidade das organizações multilaterais de oferecer soluções para os problemas globais, em que há a crise econômica, o aumento do desemprego e da desigualdade, os conflitos armados e a violação de direitos humanos, as mudanças climáticas, entre tantos outros”, disse Chediek. 

Este é o cenário ou o pano de fundo das conferências climáticas que se sucedem e que, efetivamente, não saem do lugar. 

Jorge Chediek é o coordenador da ONU para o Brasil e fez esta avaliação em encontro em Brasília em (24/10/11), onde se celebrava o aniversário de 66 anos das Nações Unidas (ONU), quando se falou em Sustentabilidade e a Conferência Rio+20, em 2012.

 
Na mesma ocasião a ministra do Meio Ambiente, Izabelle Texeira, ratificou o propósito do Brasil de tornar a RIO+20, uma referência na luta por uma economia verde, ampliando o conceito de sustentabilidade ambiental: “O Brasil virá com a proposta de uma economia verde inclusiva e isso nós estamos esperando compartilhar com os outros países e com outras sociedades, de tal maneira que nós temos a plena convicção de que é possível sim promover a inclusão social, promover a estabilidade econômica e promover sustentabilidade ambiental”.

A ministra falou também sobre os desafios do governo “Temos certamente um desafio que é erradicar a pobreza no Brasil, a extrema pobreza que está agora também sendo um desafio também como as questões ambientais, e o Brasil lançou o Bolsa Verde.

A Rio+20, vai acontecer já sobre um contexto de decisões, ou ausência delas, da COP17 que se realiza em Durban, na África do Sul, no período de 30 de novembro a 9 de dezembro próximo, quando as perspectivas de acordos ou avanços não são nada otimistas.

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domingo

Protocolo de Kioto será enterrado em Durban?


As conferências climáticas seguem acontecendo como em um ritual de faz de conta, onde nem mesmo se tenta mais posar de bonzinho ou bem intencionado escancarando o que antes era dissimulado, o pouco caso que governos tratam o que seria um grande, senão o maior, problema, não para o planeta em si, mas, para a humanidade como um todo.

Este pouco caso, sobretudo, dos principais protagonistas do que se denomina aquecimento global, só alimenta as suspeitas e denuncias de cientistas de que tudo isso não passaria de uma grande armação, ou seja, que as mudanças climáticas estariam sendo provocadas pelas atividades humanas, notadamente, as emissões de carbono.

Seria um jogo de cena para tentar “deter” a grande escalada dos países emergentes que não só ameaçam, mas, estão virando à mesa no equilíbrio econômico e de poder e relativizando a hegemonia dos EUA e União Europeia.


O natimorto Protocolo de Kioto – que se encerra em 2012 – que não vai ter a sua ratificação como querem os ditos países pobres, deve sair de cena na próxima Conferência Climática, a COP17, em Durban, na África do Sul, 30 de novembro a 9 de dezembro próximo, que é – seria – um protocolo de intenções com a exigência de compromissos formais e mensuráveis de corte de emissões dos grandes poluidores ou países ricos, que preferem enterrá-lo de vez, já que não o cumpriram e nem pretendem fazê-lo.

Agindo assim, cria-se o estado ideal para os países ricos ou desenvolvidos. A total ausência de quaisquer acordos climáticos, ou compromissos, mesmo o fictício como o Protocolo de Kioto, a incomodá-los e todos poderão dedicar-se ‘sem problemas’ a recuperarem as suas combalidas economias que eles próprios detonaram, já que não veem conseguindo repassar as próprias culpas sobre as emissões históricas de carbono para os outros.

Fonte: BBC

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