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sábado

Vulcão no Chile, imagens incríveis...

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Imagens da erupção do Vulcão Puyehue, no Chile (06/2011), quando entrou em erupção depois de "adormecido" por mais de 50 anos, quando provocou o cancelamento de voos na região sul da América do Sul, inclusive no Brasil.

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quinta-feira

Atividades humanas podem, mesmo, provocar terremotos

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Canos bombeiam vapor quente em usina geotérmica, na China
A intervenção do homem em sua tentativa de dominar a natureza, que é um paradigma de desenvolvimento anacrônico e comprovadamente ineficaz, e mesmo algumas delas teem um potencial de provocar reações radicais e destrutivas, inclusive o que vem demonstrando a escalada de fenômenos naturais cada vez mais letais.

As mudanças climáticas, hipoteticamente provocadas pelas emissões de carbono fóssil na atmosfera é uma delas, embora hajam cada vez mais controvérsias.

Sobretudo depois que se descobriu manipulação de dados para os adequarem às teorias sobre o aquecimento, além de cada vez mais cientistas climáticos as considerarem como resultado do próprio metabolismo do planeta, logo natural, além das pouco consideradas e/ou divulgadas influências das atividades solares sobre o clima no planeta.

A construção da maior usina hidrelétrica do mundo, a Três Gargantas, na China, em área com certa “fragilidade sísmica”, já provocou terremotos na região, e promete mais.
Outra fonte de produção de energia utilizada por muitos países é a geotérmica, quando se injeta água sob grande pressão a quilômetros de profundidade sobre rochas quentes, provocando a formação do vapor d’água superaquecido que é utilizado em usinas termoelétricas.
O processo tem provocado terremotos, ainda, de baixa magnitude, como já ocorre na Alemanha, Reino Unido e Suiça, por exemplo, o que vem provocando reações crescentes ao uso desta tecnologia o que pode inviabilizá-la.
Isso só para ficar nestes exemplos.
Como vê, o “domínio da natureza” trás certos riscos, e só ultimamente o homem parece começar a levar mais à sério. 
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quarta-feira

Vulcão Mirapi, mostra a fragilidade de nossas pretenções destrutivas e/ou salvacionistas

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O vulcão Mirapi, na Indonésia, tem uma altitude de 2.914 metros e lança nuvens de cinza e gás a 4 quilômetros de altura, que se espalha em um grande raio de destruição, como pode ver na imagem 3, que deixa o cenário com uma aparência inusitada.

A natureza demonstra sempre, como tambem com aquele vulcão na Islândia ( abril de 2010), que provocou um “sufoco” na União Europeia, que está “se lixando” para as pretensões tanto destrutivas como salvacionistas da ciência e dos “ambientalistas” sobre o planeta terra, que continua em seu curso de 4 bilhões da anos, em uma história onde – nós humanos – não passamos de um traço estatístico.

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sexta-feira

Terremoto no Haiti, ajuda internacional ficou só na promessa

As grandes catástrofes: terremotos, tsunamis e inundações, que periodicamente acontecem são um prato cheio para a mídia que acaba por provocar uma comoção internacional, quando as declarações explícitas de ajuda e doações de governos, empresas e famosos chegam a emocionar as pessoas diante de tanta generosidade. Mas o se sabe é que a ocasião é uma boa oportunidade para se faturar um marketing oportuno diante das imagens da tragédia.

Faturar um marketing oportuno porque é normal as promessas de doações de ajuda ficarem só promessa mesmo, isso depois de já terem dado “um trato” na imagem pública dos “doadores” que ficaram bem na foto. Como disse, isso vem sendo feito por governos, empresas e celebridades, que de alguma maneira devem até ficar felizes com a “oportunidade”. Continue lendo...

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quarta-feira

Vulcão na Islândia não reconhece fronteiras. É assim que funciona a natureza

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A erupção vulcânica na Islandia, fartamente noticiada, embora não tenha provocado mortes por estar em área, relativamente, isolada tráz danos materiais e evacuações de moradores próximos à àrea, em função das inundações provocadas com o derretimeno da geleira onde está localizado, com destruição de infra-estrutura como estradas e pontes.

Como vê nas imagens, as núvens de cinza e fumaça que atingiram quase toda a Europa, forçando o fechamento dos aeroportos e o cancelamento de milhares de võos para todo o mundo, mostram como as políticas ambientais de qualquer natureza, sobretudo as que se referem à atmosfera – como as controvertidas conclusões do Relatorio do IPCC, da ONU, sobre mudança climatica e aquecimento global – teem que ser pensadas globalmente, pois, este episódio do vulcão na Islândia.

O episodio comprova que as fronteira políticas e geográficas estabelecidas pelo homem, não são reconhecidas pela natureza, logo, a responsabilidade é geral e as políticas devem ser pensadas a nível planetário e não com este jogo de empurra, como se paises fossem compartimentos estanques onde cada um defende o que, hipoteticamente, considera melhor para si mesmos.

Pois, por mais que os interesses políticos e econômicos que teem pautado, e prevalecido, nas conversas, negociações e ações dos Estados em torno do esgotamento de recursos naturais – como a água – e mudanças climáticas, independente das previsões e/ou conclusões do relatório do IPCC, são fatos, e vai chegar um momento em que o paradigma na relação com o meio ambiente e a natureza terá que mudar.

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segunda-feira

HAARP. Sabe o que significa? A máquina de terremotos pode ser real

Teorias conspiratorias, em que pese o carater meio pejorativo que muitos atribuem a elas, temos na História a comprovação de que sempre estiveram nos bastidores das decisões de Estado, das guerras, conflitos e de todo tipo de evento importante nas relações internacionais.

Denuncias e preocupações de políticos e cientistas com o que se denomina HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program) – projeto de pesquisas na ionosfera, já chamado de maquina de terremotos, apontam evidencias segundo as quais os EUA estariam provocando alterações sérias na atmosfera do planeta, ao que tudo indica, com objetivos estratégicos e militares e teriam tudo a ver com os terremotos do Haiti, do Chile e de um grande e devastador na China, em 2008, que provocou destruição radical em instalações militares e de pesquisas com energia nuclear.

É surpreendente, vale à pena conferir: o texto e os varios vídeos. É só clicar no link: HAARP – A maquina de terremotos.

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Terremotos, previsão na Islândia é como temos por aqui com o tempo

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Não deve ser fácil viver em um país onde os tremores de terra ou terremotos, por menores que sejam, façam parte do cotidiano e, é óbvio, sem prévio aviso. Países como o Japão e, recentemente, a Islândia, por exemplo, vem ocupando as manchetes da mídia em todo o mundo com um vulcão entre geleiras, ver na imagem, próximo a cidade de Eyjafjallajökull que resolve despertar depois de mais de 200 anos, e se insinua e ameaça entrar de vez em erupção.

O curioso é que nas previsões meteorológicas islandesas, além das triviais previsões do tempo – como ocorre por aqui – ela registra e tenta fazer previsões de terremotos, como no último 23/03/2010, em que ocorreram mais de 60 deles.

Nascer e viver em um país, como o Brasil, situado sobre uma placa tectônica, a Sul-Americana, não deixa de ter lá suas vantagens.

Fonte: Carta Capital

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quarta-feira

Porque não existem terremotos no Brasil?


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Quando ocorrem terremotos, principalmente tão perto como no país vizinho, o Chile, embora preocupados, não deixamos de nos sentir aliviados por morarmos no Brasil e não termos que conviver com expectativa tão aterradora de ser surpreendidos a qualquer momento – no Chile, agora, às 3h34 da madrugada – por uma força tão poderosa como destruidora da natureza.

Mas, se tão perto, porque eles não nos atingem? Tecnicamente, o que ocorre é que, como as atividades sísmicasvulcões e terremotos ocorrem em áreas de encontro de placas tectônicas – tipo gomos que constituem a crosta terrestre, como uma bola de futebol – o território brasileiro está localizado, inteiro, sobre uma dessas placas, a Placa Sul-Americana, como você vê, na cor rosa, na imagem acima e, no máximo, receberia reflexos das atividades que ocorrem nos encontros com a Placa de Nazca – na linha pontilhada, à esquerda – onde se localiza o Chile.

Teoricamente, em todos os países localizados sobre este encontro de placas, ou em suas bordas, os terremotos são inevitáveis, como o Japão, por exemplo, localizado sobre o encontro de 3 placas tectônicas, que convive, praticamente, com terremotos diários, que embora pequenos, pode ser surpreendido a qualquer momento por um mais forte e destruidor.


Não há nada que o homem possa fazer para impedir, nem mesmo prever com exatidão um terremoto, que potencializa o seu poder de destruição, exatamente, pelo fator surpresa e, só restando ao país atingido administrar os estragos e mortes.

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sexta-feira

Terremotos podem ser “induzidos” pelas atividades humanas no meio ambiente?

Sichuan, na China
Como sabemos, os terremotos são fenômenos naturais que ocorrem em áreas de junções das placas tectônicas que, por mais que o homem pesquise e se informe, o muito que consegue fazer é tentar administrar os estragos e mortes provocadas por eles.

Que são imprevisíveis e detém um alto poder de destruição e mortes, não é novidade, mas, algumas pesquisas vem sinalizando, ou melhor, juntando evidências, segundo as quais algumas atividades do homem no meio ambiente poderiam provocá-los.

Alguns terremotos de media magnitude, ocorreram em regiões que sofreram forte intervenção humana, como foi o caso do último que ocorreu em Sichuan, na China (julho 2008) - imagem acima - que matou mais de 180 mil pessoas, e que estaria associado a construção de uma grande barragem e usina hidrelétrica na área.

As alterações na morfologia do solo sob as barragens, com a pressão exercida pelo grande volume de água ( 150 a 200 metros de profundidade), teria levado a uma infiltração de água a camadas mais profundas do solo e, provavelmente, interferido na dinâmica das placas tectônicas.

A se confirmarem essas considerações – embora prematuras ou incipientes – esperam-se sérias reações ao grande volume de água da maior barragem do mundo, a Três Gargantas no rioYang Tsé , também, na China em área de atividades sísmicas consideráveis.

Qual a sua opinião? Acha que é paranóia em torno de um fenômeno natural, ou isso sinaliza no sentido de que o homem deva repensar as suas intervenções no meio ambiente?

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