Mostrando postagens com marcador Gente e Bichos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gente e Bichos. Mostrar todas as postagens

sábado

As galinhas, verdadeiros clones pós-modernos, tem a carne mais consumida no mundo

.
É isso, são verdadeiros clones pós-modernos em termos evolutivos, quando representam, hoje, em todo o mundo um total de 23 bilhões de ‘cabeças’, como se diz.

"A massa total de galinhas domésticas é o triplo de todas as espécies de aves selvagens reunidas", hipertrofia em seu crescimento, tanto em número como em anatomia, digamos assim, deve-se à grande apreciação de seus ovos e carnes, sendo a carne mais consumida no mundo.
Leia também: Porque você vai acabar se tornando vegetariano. Não acredita? Confira!
É uma evolução considerável em relação a seu uso como suporte alimentar humano, mas, o mesmo não pode ser dito para elas próprias.

Destaca Carys Bennett, pesquisador que ‘descobriu coisas’ surpreendentes sobre as galinhas atuais.

Com informações UOL Noticias

Se quiser conferir mais, clique aqui.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

terça-feira

O que seu celular e whattsapps têm a ver com a preservação da vida? É isso, da sua também

.

A questão da importância das abelhas na preservação da vida, da nossa vida no planeta não chega a ser lá uma informação assim, como poderíamos dizer... Tão disseminada, conhecida, já que as abelhas são normalmente associadas, apenas, ao mel.

Falta de conhecimento este que não diminui a importância e os riscos decorrentes de seu fim e comprometimento da vida, pelo contrário, só aumenta, complica.

A questão ambiental como um todo perdeu prestígio nos últimos tempos, como se o planeta e seus recursos vitais, diríamos assim, estivessem às mil maravilhas, e a vida... Vai muito bem obrigado.

Tem até gente dizendo que aquecimento global e mudanças climáticas... É pura balela comunista. Não, não é só no Brasil, o fascista de plantão nos EUA vai pelo mesmo raciocínio.
Confira o quadro catastrófico: O desaparecimento de polinizadores – borboletas e insetos – coloca em risco a sobrevivência da humanidade
Além dos fatores tradicionais, digamos assim, que podem levar ao desaparecimento das abelhas como o agronegócio, para ficarmos só neste exemplo, um fator radical foi identificado como o mais novo vilão. O celular!

É, o celular, esse “ser” omnipresente não só em nosso cotidiano, mas nos corações e mentes de, praticamente, todo mundo...

A notícia nem é tão nova assim, é de 2016, o que, longe de aliviar, complica ainda mais, já que de lá pra cá o número de celulares...*
“As abelhas estão morrendo e a culpa é dos celulares, afirma cientista
Ondas deixam os insetos desorientados, provocando o abandono das colmeias e a morte.

Cientistas dizem ter provas de que os sinais dos celulares são os responsáveis pela queda repentina da população mundial de abelhas.

Pesquisadores da suíça descobriram que as micro-ondas têm confundido os insetos, que começam a voar erraticamente e depois morrerem precocemente.

A equipe de cientistas colocou telefones celulares em uma série de colmeias sob condições controladas e monitorou os resultados. Foram 83 experimentos medindo a reação das abelhas quando o telefone estava desligado, em stand by, ou realizando uma ligação.

O barulho produzido pelas abelhas aumentou mais de dez vezes quando o celular recebia ou realizava uma ligação. O nível sonoro voltava ao normal quando o aparelho era desligado ou era colocado em stand by.

De acordo com Daniel Favre, líder da pesquisa, as ondas dos telefones claramente irritam as abelhas. “Elas emitem um sinal para evacuar a colmeia, mas ficam tão confusas que muitas morrem voando”, disse Favre em entrevista ao jornal inglês Daily Mail.

O estudo não é o primeiro a relacionar telefones celulares e a morte de abelhas. Em 2008, um pesquisador alemão descobriu que os insetos se recusavam a voltar à colmeia quando telefones celulares eram colocados em torno da estrutura. Perdidas e desorientadas, elas morriam.

Em março de 2010 um relatório da ONU alertou que a queda repentina na população de abelhas está sendo causada por uma “tempestade perfeita de perigos e ameaças”. Cientistas já identificaram mais de dez fatores – de pesticidas químicos a perda de flores nativas – que conspiram contra as abelhas.

Em Veja
* No Brasil são 235,45 milhões de linhas de telefonia móvel, segundo o jornal o Valor. No mesmo período, – julho de 2018 – dados do IBGE estimam a população em 208 milhões de habitantes. 
Em dados de fevereiro de 2018, segundo informações de O Globo, o número de usuários únicos de celular no mundo era de 5 bilhões de aparelhos, para uma população estimada de 7,6 bilhões de habitantes, em dados de 2017 segundo a ONU.
Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

segunda-feira

Plantas ornamentais conhecidas que podem ser tóxicas para cães e gatos

.
É a modernidade, entre aspas, que torna importante um artigo como este, pois, pelo menos em princípio, o instinto animal impediria que um caso assim ocorresse por ingestão, contato ou o envenenamento de cães e gatos com plantas.

A ‘culpada’ é a tal modernidade e o contato longo e intensivo – senão ‘pouco animal’ – com os humanos que eliminou esta ‘aptidão’ tão oportuna, logo, é bom dar uma olhada na lista, pois a ‘turma’ hoje pode se dar mal.

A ideia é colocar as plantas fora do alcance dos ditos cujos, já que não seria bom nos privarmos da companhia e beleza delas.

Tanto cães como gatos têm um hábito de “comerem plantas” quando estão com ‘algum problema digestivo’, que costuma funcionar como um recurso para forçar o vômito, o que os deixa vulneráveis em contato com as plantas tóxicas, ou consideradas como tais para eles.

Veja esta relação abaixo com as mais comuns ou mais facilmente encontradas em casa.

 - Comigo-ninguém-pode (é a campeã...)
Devido à beleza de suas folhagens e pela crença popular de que a planta traz proteção ao lar, a Diffenbachia sp é facilmente encontrada nos lares brasileiros e é campeã como causadora de intoxicação em animais. Seus mecanismos de toxicidade são múltiplos e as substâncias encontradas na planta, como o oxalato de cálcio, irritam as mucosas de animais e humanos. 

A intoxicação pode ocorrer por ingestão de qualquer parte da planta ou por contato com a pele. Os sintomas variam desde edema e irritação da mucosa, até asfixia e morte, sempre causando dor intensa. "Essa planta foi a campeã de ingestão por cães e gatos. É conhecida pela beleza de suas folhas e facilidade de cultivo, mas quando em contato com os animais, pode levar à morte facilmente por asfixia. Para se ter noção, meia folha é o bastante para matar um humano", disse a professora da USP Silvana Górniak.

 - Avenca
A planta Adiantum capillus-veneris, que não é nativa do Brasil, é bastante cultivada como planta medicinal e pela crença popular de espantar o mau-olhado. A ingestão dos brotos da Avenca, no entanto, pode causar câncer nos animais.

 - Lírio e Lírio-da-Paz
Muito encontradas nas casas brasileiras como plantas ornamentais, todas as partes do Lilium sp e do Spathiphyllum wallisii são tóxicas. A ingestão das plantas pode causar irritação oral e de mucosas, irritação ocular, dificuldade de engolir e até problemas respiratórios em casos mais graves. Ainda podem aparecer como sintomas da intoxicação pelo Lírio/Lírio da paz alterações nas funções renal e neurológica.

 - Violeta 
O caule e as sementes da Viola adorata são altamente tóxicos. A ingestão dessa planta ornamental tão comum pode causar, na ingestão de latas doses, severas gastrites, depressão circulatória e respiratória, além de vômitos e diarreias. Os princípios ativos tóxicos são viloinha, acido tânico e salicílico.   

 - Espada-de-são-jorge
Sansevieria trifasciata é uma planta ornamental muito utilizada nos lares brasileiros pela crença popular de que traz prosperidade. No entanto, a Espada-de-são-jorge possui substâncias de alta toxicidade. Entre os males que pode causar aos animais de estimação está a dificuldade de movimentação e de respiração devido à irritação da mucosa e salivação intensa.

 - Bico-de-papagaio
Euphorbia-pulcherrima possui uma seiva leitosa tóxica, chamada látex irritante, que em contato com a pele dos animais, pode causar lesões cutâneas e conjuntivite. A ingestão dessa planta pode causar náuseas, vômitos e gastroenterite em gatos e cachorros.

 - Coroa de Cristo
O conhecido arbusto espinhoso, Euphorbia milii, encontrado em jardins e calçadas, possui como substância tóxica o látex irritante, substância que ao entrar em contato com o animal de estimação – seja pela pele, ou ingestão – pode causar reações inflamatórias como inchaço, dor e vermelhidão.

Antúrio
Todas as partes da planta Anthurium spp possuem oxalato de cálcio, um princípio ativo que oferece riscos à saúde dos animais. Os principais sintomas são queimação de mucosas, inchaço da boca, lábios e garganta, edema de glote, asfixia, náuseas, salivação, vômitos e diarreia.

 - Azaléia
Azalea sp é considerada um símbolo da cidade de São Paulo, sendo encontrada facilmente nos lares como planta ornamental. Seu princípio ativo é a andromedotixina, uma substância que, quando ingerida, pode causar distúrbios digestivos durante até 6 horas após o consumo, além de provocar disfunções cardíacas.

Como pode ver, são plantas relativamente comuns e muito encontradas ‘por aí’, embora existam outras na lista, como o copo de leite, a espirradeira, o fumo bravo, o tomate verde, a maconha, a mamona, inclusive que podem nascer aleatoriamente no quintal ou jardim.

Com informações de Marina Rappa

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

sábado

Puns e arrotos têm mais ‘poder’ no aquecimento global do que se imaginava

.
Quem diria hein? Que os Puns – ou peidos, traques, bufas, flátuos... É só escolher – teriam um efeito tão danoso assim sobre o meio ambiente e, consequentemente, sobre a vida, não é verdade?

O problema não é o ‘fenômeno’ em si mesmo, mas o grande volume... Já que, pelo menos em princípio, todos os seres, inclusive os humanos, também são ‘chegados’...

Ainda tem o ‘apoio’ dos arrotos, pode?

Pelo visto, em função dos nossos hábitos alimentares, sobretudo, a coisa fica de difícil solução, já que a tendência é o aumento no consumo dos derivados ‘deles’ – bois, porcos, ovelhas etc. – e não se vê movimentos por aí tentando reduzir significativamente, exceto os veganos e vegetarianos. Eu, por exemplo, me incluo na categoria.

              “Nós subestimamos grosseiramente o papel dos puns de bovinos no aquecimento global

Um novo estudo patrocinado pela NASA mostra que as emissões globais de metano produzidas pelo gado são 11% maiores do que as estimativas levantadas na última década. Como o metano é um gás de efeito estufa particularmente perigoso, a nova descoberta significa que será ainda mais difícil combater as mudanças climáticas do que parece.

Sabemos há bastante tempo que os gases de efeito estufa emitidos pelo gado, ovelhas e porcos contribuem significativamente para o aquecimento global, mas uma nova pesquisa, publicada no Carbon Balance and Management, mostra que a situação é pior do que pensávamos. Os números atualizados ​​de metano produzidos pelo gado em 2011 foram 11% maiores do que as estimativas levantadas em 2006 pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) – informações que, agora, estão desatualizadas.

É difícil acreditar que os arrotos, puns e o cocô do gado possam ter qualquer tipo de efeito atmosférico global, mas isso é questão de escala e da natureza do próprio gás metano.

Muito e muito gado

Existem cerca de 1,5 bilhão de vacas e bois no planeta, cada um deles expulsando mais de 30 a 50 galões de metano por dia. Normalmente, pensamos que os puns sejam os maiores responsáveis pela emissão, mas os arrotos são, na verdade, a principal fonte de metano produzido pelo gado, representando 95% do problema dos gases com efeito estufa.

Isso é de fato grave e problemático. O metano é cerca de 30 vezes mais eficiente na captura do calor radiante do Sol do que o dióxido de carbono, em uma escala de tempo de cerca de um século. Pode haver mais CO2 na atmosfera do que o metano, mas, isoladamente, o metano é o gás de efeito estufa mais destrutivo.

Tanto a iniciativa de pesquisa do Sistema de Monitoramento de Carbono da NASA quanto o Instituto de Pesquisa de Mudanças Climáticas Globais (JGCRI) contribuíram para os resultados trazidos no estudo. A equipe de Wolf reavaliou os dados utilizados para produzir as estimativas de emissão de metano do IPCC 2006. As estimativas anteriores basearam-se em taxas relativamente modestas de aumento de metano, entre os anos 2000 e 2006. Depois, porém as coisas mudaram dramaticamente, aumentando dez vezes ao longo dos dez anos seguintes.

As novas estatísticas demonstram um aumento de 8,4% nas emissões de metano a partir da digestão (processo também conhecido como “fermentação entérica”) em vacas leiteiras e outros bovinos, e um aumento de 36,7% no metano emitido através do estrume, em comparação a estimativas anteriores do IPCC. O novo relatório mostra que o metano representou aproximadamente 16% das emissões globais de gases de efeito estufa em 2016. Outras atividades humanas, como a produção e transporte de gás, petróleo e carvão, junto à redução de nossos resíduos orgânicos, também contribuem para a emissão global de metano.

Aumento nas estimativas

É importante destacar que as novas estimativas são 15% mais altas do que as estimativas globais produzidas pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) e quatro por cento maiores do que dados trazidos pelo Emissions Database for Global Atmospheric Resear.

“Em muitas regiões do mundo, a pecuária está mudando e a criação resultou em animais maiores com uma taxa mais alta de ingestão de alimentos”, observou Wolf em um comunicado. “Isto, juntamente com as mudanças na gestão da pecuária, pode levar a maiores emissões de metano”. Sobre isso, ele acrescentou: “Medições diretas de emissões de metano não estão disponíveis em todas as fontes que liberam o gás. Assim, elas são relatadas com base em estimativas e diferentes métodos ou premissas. Neste estudo, estabelecemos novos marcos por animal – que são medidas da quantidade média de CH4 descarregada por eles na atmosfera – e novas estimativas das emissões globais de metano através do gado”.

Entre aumentos e reduções

A nova pesquisa mostra que as emissões de gás metano diminuíram nos EUA, no Canadá e na Europa, mas estão aumentando em outros lugares. Muito provavelmente, o restante do planeta está alcançando os padrões de primeiro mundo em termos de consumo de carne e lácteos.

“Nas regiões globais, houve uma variação notável nas tendências das emissões estimadas nas últimas décadas”, disse Ghassem Asrar, diretor da JGCRI e co-autor do novo estudo. “Por exemplo, descobrimos que as emissões totais de metano do gado aumentaram mais em regiões em rápido desenvolvimento situadas na Ásia, América Latina e África. Encontramos os maiores aumentos nas emissões anuais nos trópicos do norte, seguido pelos trópicos do sul”.

Não está claro à primeira vista como, ou mesmo se, esses números atualizados ​​afetarão a produção pecuária ou as políticas públicas. A nível individual, porém, as estimativas sugerem que devemos reduzir nosso consumo de carne e produtos lácteos. Nossa dominação sobre esses animais, ao que parece, agora nos cobra um alto preço. 

Por carolina goettenem, em hiperciência

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

quinta-feira

Veganismo x Aquecimento Global. E você com isso?

.
Embora o aquecimento global e suas consequências deletérias para o planeta, para a vida, terem saído de moda e das pautas da mídia convencional, o problema em si mesmo “vai muito bem, obrigado”, ou seja, crescendo, aumentando e com isso todos as grandes consequências esperadas.

Entretanto, fora do círculo “de moda”, nas universidades e em meio a movimentos ambientais sobreviventes, a preocupação, e ação, estão na ordem do dia, ou seja, continuam na busca de soluções, senão atenuantes, e este blogue se tem em conta como um dos que lutam, que tentam fazer a sua parte, no sentido de divulgar informações para assim tentar abrir os olhos de mais gente e assim engajar nesta luta que parece inglória.

É o caso do consumo de carne.
Está mais do que provado que a produção de carne planeta afora é um dos fatores fundamentais, senão ‘o’ fator, no aumento do aquecimento global, daí as tentativas de se emplacar um ‘surto vegano/vegetariano’ para reduzir o consumo de carne, consequentemente os rebanhos de gado.
Veja também: 
- Parece anacrônico, mas alerta do papa sobre meio ambiente é atual e oportuno 
- Trump renega problemas climáticos e quer “tirar corpo fora”     
- Como fazer algo sustentável para o planeta e/ou para si, o que dá no mesmo 
- Porque você pode acabar se tornando vegetariano. Não acredita? Confira!
A China, um “peso pesado” na produção de carne, por exemplo, está com uma política de Estado no sentido de reduzir para a metade o consumo de carnes no país. E olha que sua população é ‘só’ a fichinha de 1,371 bilhão de habitantes (2015).

Outro exemplo interessante é o esforço da Universidade de Hoxford – na Inglaterra – desenvolvendo um projeto a ser aplicado em todo o país, de estímulo ao veganismo com o mesmo propósito.
Obs. Outra universidade britânica andou tendo uma ideia, no mínimo,  polêmica, confira aqui.

Estamos falando apenas sobre os malefícios para o planeta, para a vida. Nossa, é claro!

Mas, motivos diretos para repensar o uso de carnes têm de sobra. Dê uma olhada neste parágrafo abaixo. No mínimo da para pensar, ou repensar algumas práticas diárias nossas ou mesmo relativizar o engajamento/consumo de carnes.

“Além dos fatores ambientais, no sistema intensivo, os animais fazem parte de uma linha de produção em massa e são tratados como mercadorias. Aves são criadas aglomeradas em galpões enormes a mal podem andar, além de receberem hormônios para crescerem mais rápido e renderem maior quantidade de carne. Os porcos são obrigados a viver na sujeira, amontoados e são castrados sem anestesia, e as fêmeas, exploradas para a reprodução, passam longos períodos em baias tão pequenas que não conseguem nem virar o corpo. Os bois têm seus chifres cortados e são marcados com ferro quente, o que causa muita dor e sofrimento. Animais para o consumo passam sua vida confinados e são violentamente mortos para que, assim, os humanos possam se alimentar de suas carnes.”

É um reforço considerável, não acha? Não são informações tão divulgadas assim e a grande maioria das pessoas desconhece o que tem por trás de hábito tão prazeroso.

Sei, não é nada tão simples assim, mas, é plenamente possível.

Pense nisso!

Se quiser conferir mais artigos sobre o Aquecimento Global, na “tag”, aqui.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

sábado

Performance de rua e o ataque do bem-te-vi ao gavião... Pode?

.
Há já algum tempo penso em criar uma “tag”, tipo “estórias e causos”, aberta a relatos de estórias e causos envolvendo o meio ambiente, animais e quaisquer experiências como esses e temas correlatos.

Uma experiência que tive hoje, finalmente me fez desencantar a tal ‘tag’.

Estava indo a pé para um empório aqui perto de casa, quando vi alguns cantos/gritos de maritacas e como não são tão comuns por aqui, pelo menos não tão perto, a não ser passando – voando alto – pela manhã e à tarde para algum lugar, observei que estavam, 4 delas, nos fios de um poste.

Mesmo correndo o risco do ‘mico’, parei em uma área protegida no meio da rua, próximo à esquina em que estavam e fiquei olhando pra cima.

Para quem passava e via um cara deste tamanho, barbado, com a cara pra cima pode ter pensado em minha duvidosa sanidade mental ou mesmo que poderia ser algo tipo um OVNI. Mas, fui recompensando por minha audácia performática, já que muitas pessoas próximas, inclusive nos carros que passavam me olhavam e, pelo visto, tentavam descobrir o porquê da performance.

Na sequência pousou um gavião tamanho família em uma antena de televisão alta sobre uma casa próxima, o que fez calar imediatamente as maritacas, que ficaram ligadas no dito cujo.

Enquanto ele se ajeitava, provavelmente ‘pensando’ em alguma estratégia para garantir a janta – eram umas 17 horas – eis que me aparece o estraga jantares...

Um bem-te-vi fez um vôo rasante sobre o dito cujo. Não sei se chegou atingi-lo, só sei que ele tentou se defender e diante do ataque cerrado – aos gritos do bem-te-vi – ele ‘picou a mula’, como se diz, e foi sendo assessorado com mais ataques rasantes enquanto se afastava pra longe.

Provavelmente ele estava tentando proteger algum ninho/filhotes seu nas imediações.

Apesar do inusitado da situação perante letalidade e tamanho do gavião e /ou pequenez e fragilidade do atacante, um fator que, provavelmente, deixa o bem-te-vi em vantagem é o seu bico grande, forte e pontudo, potencializado por seus vôos de ataque – como caças militares, rápidos e rasantes – enquanto o gavião, em que pese todo o seu esquema de poder e ataque, no caso, não pode fazer nado, pois o seu bico em forma de gancho não é apropriado ao ataque – só para cortar/rasgar a carne das presas – e seu tamanho acaba sendo uma desvantagem.

Com isso as maritacas voltaram a se animar e a cantar e o gavião foi procurar o seu jantar em outro lugar.

Quando percebi, tinha bem mais gente vendo, e comentando, a cena do que ligadas em minha performance.

Um detalhe a lembrar é que eu estava, moro, em uma cidade de mais de 1 milhão de habitantes e em local próximo ao centro, embora a existência de um bosque público nas imediações possa ter facilitado a presença dos protagonistas do “evento”.

Se você tem uma estória ou causo do gênero “estórias e causos” e queira partilhar, use o espaço dos comentários. A depender do caso, e tamanho nós o publicaremos como artigo seu sob a ‘nova tag’.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

domingo

Carga valiosa. Abelha ‘sui generis’ leva ‘carga especial’

.
É público e notório, como já ouvimos antes, que as abelhas buscam o tal pólen, o ‘pólen’ de sua vida e de sua prole. Entretanto esta inova e aproveita outro recurso da natureza para dar uma força no cuidado da família e prole.

É o que vai ver abaixo.
"Carga valiosa
Ao visitar flores, as abelhas solitárias do gênero Tetrapedia não buscam apenas pólen. Elas são especializadas em recolher óleo, que transportam em meio às cerdas das estruturas das patas conhecidas como escopas e usam para alimentar as larvas e construir seu ninho.

 “Na maior parte das vezes elas coletam tanto óleo como pólen, que carregam misturados”, conta a ecóloga Paula Montagnana. Em seu doutorado, ela estuda o efeito da cobertura florestal na abundância dessas abelhas na serra da Cantareira, norte da metrópole paulistana.

 “A floresta é importante tanto por fornecer alimento como cavidades para ninhos.” Ao contrário das conhecidas colmeias construídas pelas abelhas sociais, estas aproveitam ocos em troncos e galhos.

Foto de Rafael Souza Cruz Alves enviada por Paula Montagnana, doutoranda no campus de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP)

Sua pesquisa rende fotos bonitas/ Mande para imagenspesquisa@fapesp.br Seu trabalho poderá ser publicado na revista.


Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

sábado

O desaparecimento de polinizadores – borboletas e insetos – coloca em risco a sobrevivência da humanidade

.

O interessante é que li recentemente em um blog, tipo como fazer você mesmo, aqui, um artigo onde o autor estimula a produção de borboletas em casa, vasos e jardins, apontando a contradição segundo a qual as pessoas gostam de borboletas, sentem a sua falta, mas não percebem que ao destruírem todas as lagartas, que periodicamente, comem nas plantas, eliminam qualquer possibilidade de retorno das borboletas, e o que é pior, contribuem para o seu extermínio.

As borboletas, além de embelezarem os ares e os jardins, estão diretamente ligadas à nossa própria sobrevivência, graças a sua função polinizadora, logo à produção de alimentos.

É o que vai ver abaixo neste alerta da ONU.
"ONU alerta sobre o desaparecimento de polinizadores e pede medidas urgentes
Cerca de 75% das plantações precisam, total ou parcialmente, do trabalho de insetos como abelhas e borboletas.

Uma grande gama de fatores está contribuindo para o desaparecimento de animais polinizadores no mundo todo, o que ameaça a produção de alimentos para o ser humano, revelou nesta sexta-feira (26/2) um relatório do organismo da Organização das Nações Unidas (ONU) encarregado de proteger a biodiversidade.

O documento da Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços de Ecossistemas (IPBES) identificou uma série de medidas que governos e o setor privado deveriam tomar de forma "urgente" para remediar o desaparecimento animais como abelhas, borboletas e alguns mais complexos como as aves.

De acordo com o vice-presidente do IPBES, Robert Watson, não existe um fator único que seja responsável pelo desaparecimento dos polinizadores.

"Há uma série de razões que explicam o declive, como a mudança do uso do solo, o uso de pesticidas e a mudança climática. Não se pode dizer que há uma ameaça maior que outra para cada animal polinizador ou para cada lugar do mundo onde estão desaparecendo. É um conjunto de ameaças", disse.

O relatório, intitulado "Avaliação Temática sobre Polinizadores, Polinização e Produção de Alimentos", é o primeiro feito pelo IPBES e é fruto de dois anos de trabalho do organismo da ONU que foi fundado há quatro e é integrado por 124 países, incluindo o Brasil.

Existem milhares de espécies que são polinizadoras, animais que transportam pólen do órgão masculino de uma flor ao estigma, o órgão feminino, o que permite a fertilização. Nos últimos anos, os cientistas observaram o alarmante desaparecimento das abelhas, das que existem mais de 20 mil espécies silvestres, e borboletas, especialmente na Europa Ocidental e na América do Norte, o que foi atribuído a pesticidas e ao crescente uso de plantas modificadas geneticamente.

O relatório confirmou que pesticidas, incluindo os neonicotinoides - quimicamente relacionados à nicotina -, representam uma ameaça mundial para os polinizadores, apesar de seus efeitos em longo prazo ainda não serem conhecidos.

O IPBES destacou a importância econômica dos organismos polinizadores ao assinalar no estudo que 75% dos cultivos para alimentos do mundo dependem, pelo menos parcialmente, da existência de polinizadores. O valor anual dos cultivos diretamente afetados por polinizadores é estimado entre US$ 235 bilhões e US$ 577 bilhões.

O relatório, intitulado "Avaliação Temática sobre Polinizadores, Polinização e Produção de Alimentos", é o primeiro feito pelo IPBES e é fruto de dois anos de trabalho do organismo da ONU que foi fundado há quatro e é integrado por 124 países, incluindo o Brasil.

Existem milhares de espécies que são polinizadoras, animais que transportam pólen do órgão masculino de uma flor ao estigma, o órgão feminino, o que permite a fertilização. Nos últimos anos, os cientistas observaram o alarmante desaparecimento das abelhas, das que existem mais de 20 mil espécies silvestres, e borboletas, especialmente na Europa Ocidental e na América do Norte, o que foi atribuído a pesticidas e ao crescente uso de plantas modificadas geneticamente.

O relatório confirmou que pesticidas, incluindo os neonicotinoides - quimicamente relacionados à nicotina -, representam uma ameaça mundial para os polinizadores, apesar de seus efeitos em longo prazo ainda não serem conhecidos.

O IPBES destacou a importância econômica dos organismos polinizadores ao assinalar no estudo que 75% dos cultivos para alimentos do mundo dependem, pelo menos parcialmente, da existência de polinizadores. O valor anual dos cultivos diretamente afetados por polinizadores é estimado entre US$ 235 bilhões e US$ 577 bilhões.

"Os polinizadores são grandes colaboradores da produção mundial de alimentos e segurança nutricional", disse Vera Lúcia Imperatriz Fonseca, professora de Ecologia no Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo e uma das diretoras do relatório de IPBES.

Segundo ela, o relatório "oferece opções sobre o que fazer de acordo com o problema específico de cada lugar do mundo em relação aos polinizadores, a polinização e a produção de alimentos". Entre as soluções estão a criação de uma maior diversidade dos habitat dos polinizadores tanto no ambiente rural quanto no urbano, o apoio a práticas tradicionais de rotação de cultivo e manutenção de áreas não exploradas e a redução da exposição dos polinizadores a pesticidas.

O professor holandês Koos Biesmeijer, um dos autores do relatório, reconheceu que existem "vazios de conhecimento" com relação com a finalidade dos pesticidas e outros fatores que impactam negativamente nos polinizadores. "Embora não saibamos tudo, em muitos casos, há claras conclusões", afirmou.

A professora da USP, por sua vez, destacou a gravidade da situação. "Deveríamos atuar agora para deter o declive dos polinizadores", afirmou.

Já o vice-presidente do IPBES acrescentou que todas as ações, desde as que podem ser tomadas por agricultores até às que podem ser feitas pelos governos, poderiam começar o quanto antes. "Não precisamos de novas tecnologias. Todas estas são opções que podem nos ajudar a sair na frente", alertou.

Ele deu com exemplo o efeito negativo que têm as grandes extensões de monoculturas.

"Necessitamos uma agricultura mais sustentável. Eliminemos essas enormes extensões de monoculturas e asseguremos que estão salpicadas com zonas de habitat natural que atrairão os polinizadores nos campos de cultivo", concluiu.

Por Agência EFE

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark