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sábado

Precisamos mentir [sobre desmatamento da Amazônia], pois pega mal para a imagem do Brasil lá fora. Diz general

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Desmatamento em amarelo [via satélite] Inpe
É, foi o general estrategista do governo, ministro do Gabinete de Segurança Augusto Heleno, depois da repercussão internacional [sobretudo], com a divulgação dos últimos dados do desmatamento feito pelo Inpi.

A ideia é ocultar, ou seja, mentir [palavrinha quase inexpressiva de tão gasta]. É como disse, literalmente, o tal do general estrategista, que não precisamos deixar ‘vazar’ os dados sobre o desmatamento na Amazônia, pois pega mal para a imagem do Brasil lá fora [e para os negócios].

Daí o pupilo do sistema de degradação nacional, exerce o seu papelzinho medíocre, a título de decisão pessoal [já que só segue o script] e demite o presidente do Inpe*, como já detonou outros profissionais de instituições reguladoras na mesma linha, tipo Ibama.

Claro que por aqui, para o público interno não tem necessidade, já que a mídia oficiosa não se dá ao trabalho de informar, pois é bem paga pra isso.

O lance é externo, quando a mídia internacional tem vias próprias para buscar as suas informações, mas se os levantamentos não forem feitos, forem manipulados ou fraudados na origem..., fica mais difícil.

Apesar da catástrofe que se abate sobre o país a partir do golpe, [com o temer] e aprofundada ao limite nesse “governo bolsonaro”, tem gente que pensa, ou melhor, se ilude achando que depois “a gente conserta”...

Então, replantar uma floresta que tem ‘só’ 55 milhões de anos..., fica difícil.

*Veja aqui, jornal USP.

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terça-feira

O que seu celular e whattsapps têm a ver com a preservação da vida? É isso, da sua também

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A questão da importância das abelhas na preservação da vida, da nossa vida no planeta não chega a ser lá uma informação assim, como poderíamos dizer... Tão disseminada, conhecida, já que as abelhas são normalmente associadas, apenas, ao mel.

Falta de conhecimento este que não diminui a importância e os riscos decorrentes de seu fim e comprometimento da vida, pelo contrário, só aumenta, complica.

A questão ambiental como um todo perdeu prestígio nos últimos tempos, como se o planeta e seus recursos vitais, diríamos assim, estivessem às mil maravilhas, e a vida... Vai muito bem obrigado.

Tem até gente dizendo que aquecimento global e mudanças climáticas... É pura balela comunista. Não, não é só no Brasil, o fascista de plantão nos EUA vai pelo mesmo raciocínio.
Confira o quadro catastrófico: O desaparecimento de polinizadores – borboletas e insetos – coloca em risco a sobrevivência da humanidade
Além dos fatores tradicionais, digamos assim, que podem levar ao desaparecimento das abelhas como o agronegócio, para ficarmos só neste exemplo, um fator radical foi identificado como o mais novo vilão. O celular!

É, o celular, esse “ser” omnipresente não só em nosso cotidiano, mas nos corações e mentes de, praticamente, todo mundo...

A notícia nem é tão nova assim, é de 2016, o que, longe de aliviar, complica ainda mais, já que de lá pra cá o número de celulares...*
“As abelhas estão morrendo e a culpa é dos celulares, afirma cientista
Ondas deixam os insetos desorientados, provocando o abandono das colmeias e a morte.

Cientistas dizem ter provas de que os sinais dos celulares são os responsáveis pela queda repentina da população mundial de abelhas.

Pesquisadores da suíça descobriram que as micro-ondas têm confundido os insetos, que começam a voar erraticamente e depois morrerem precocemente.

A equipe de cientistas colocou telefones celulares em uma série de colmeias sob condições controladas e monitorou os resultados. Foram 83 experimentos medindo a reação das abelhas quando o telefone estava desligado, em stand by, ou realizando uma ligação.

O barulho produzido pelas abelhas aumentou mais de dez vezes quando o celular recebia ou realizava uma ligação. O nível sonoro voltava ao normal quando o aparelho era desligado ou era colocado em stand by.

De acordo com Daniel Favre, líder da pesquisa, as ondas dos telefones claramente irritam as abelhas. “Elas emitem um sinal para evacuar a colmeia, mas ficam tão confusas que muitas morrem voando”, disse Favre em entrevista ao jornal inglês Daily Mail.

O estudo não é o primeiro a relacionar telefones celulares e a morte de abelhas. Em 2008, um pesquisador alemão descobriu que os insetos se recusavam a voltar à colmeia quando telefones celulares eram colocados em torno da estrutura. Perdidas e desorientadas, elas morriam.

Em março de 2010 um relatório da ONU alertou que a queda repentina na população de abelhas está sendo causada por uma “tempestade perfeita de perigos e ameaças”. Cientistas já identificaram mais de dez fatores – de pesticidas químicos a perda de flores nativas – que conspiram contra as abelhas.

Em Veja
* No Brasil são 235,45 milhões de linhas de telefonia móvel, segundo o jornal o Valor. No mesmo período, – julho de 2018 – dados do IBGE estimam a população em 208 milhões de habitantes. 
Em dados de fevereiro de 2018, segundo informações de O Globo, o número de usuários únicos de celular no mundo era de 5 bilhões de aparelhos, para uma população estimada de 7,6 bilhões de habitantes, em dados de 2017 segundo a ONU.
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sexta-feira

Estudo alerta para extinção em massa de alimentos. Não, não é para o futuro distante... É logo!

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Plantação de café
Ao que tudo indica, conversas desse tipo... Se são ‘vistas’, efetivamente, funcionam em boa parte das cabeças das pessoas – quando acontece – como algo meio fictício, que caso venha a acontecer vai ser em um tempo/data perdido no tempo e no espaço futuros, logo não teria nada a ver com ele, com a sua vidinha...

Pelas datas dá para ver que não estaria tão longe assim – filhos, netos... –, isso sem falar que “sintomas” da “coisa” já podem estar afetando a vida, os bolsos, hoje – e estão – sem que as pessoas se deem conta disso.

Logo, é bom nos informarmos, mas, sobretudo para saber o que cada um de nós pode fazer – agora – para, no mínimo, contribuir para atenuar a “coisa”. 

        “Estudo alerta para extinção em massa de alimentos

Não apenas espécies animais, mas também vegetais estão em risco, afirmam pesquisadores: agricultura industrial e mudanças climáticas ameaçam alimentos como batatas, cacau e café.

Nos últimos tempos, houve muita discussão sobre a chamada sexta extinção em massa, mas as graves consequências para os alimentos têm ficado em segundo plano, alerta o grupo de pesquisa Bioversity International.

Em relatório divulgado nesta terça-feira (26/09), o grupo aponta que, das estimadas 7 mil espécies vegetais comestíveis, majoritariamente 30 são usadas para alimentar o mundo.

O documento, de quase 200 páginas, apresenta evidências de que investimentos em biodiversidade agrícola podem desempenhar um papel-chave na redução da fome, da desnutrição, da degradação ambiental e das mudanças climáticas.

"De alguma maneira, essa questão [da agrobiodiversidade] foi negligenciada, assim como acontecia com a agricultura orgânica há 20 anos, quando era vista como algo de nicho", afirma Ann Tutwiler, diretora-geral da Bioversity International e coautora do relatório.

Em artigo publicado pelo jornal britânico The Guardian nesta terça-feira, Tutwiler destaca que até 22% das espécies de batatas existentes devem entrar em extinção até 2055 devido às mudanças climáticas. Cacaueiros em Gana e na Costa do Marfim, de onde se originam 70% do chocolate mundial, podem não sobreviver a um aumento da temperatura global de 2 °C. E na Tanzânia, as plantações de café já produzem metade do que produziam em 1960.

Mundo afora, apenas três culturas agrícolas – arroz, milho e trigo – fornecem cerca de 50% do total de calorias consumidas. Em quase 80% das áreas dedicadas ao cultivo de cereais, são plantadas apenas essas três variedades vegetais. Qualquer ameaça a esses alimentos provocada pelas mudanças climáticas poderia ser devastadora, alerta o grupo de pesquisadores.

A solução seria parar de colocar todos os ovos na mesma cesta e cultivar diferentes tipos de alimentos. "A biodiversidade precisa ser integrada à agricultura", afirma Tutwiler.

"Uma série de variedades tradicionais de sementes têm traços únicos que as fazem resistentes ao calor, a secas e a enchentes. Elas precisam ser encontradas, preservadas e usadas em programas de desenvolvimento de culturas agrícolas", afirma, apontando a agrobiodiversidade como a maneira mais efetiva de reduzir os efeitos das mudanças climáticas na produção de alimentos.

Outra solução para a extinção de alimentos seria criar demanda por diferentes culturas agrícolas. "Hoje temos demanda por café da Etiópia, por quinoa da Bolívia e dos Andes", diz Tutwiler. "Essas eram culturas que haviam sido completamente esquecidas. E em parte por meio dos nossos próprios esforços elas foram conservadas e agora têm um valor econômico."

A agrobiodiversidade inclui estratégias como rotação de culturas e não deve ser apenas aplicada a pequenos agricultores, destaca Tutwiler.

A Bioversity International destaca ainda que os sistemas agrícolas industriais, que produzem a maior parte dos alimentos consumidos no mundo, estão, na realidade, impulsionando as mudanças climáticas e a degradação ambiental.

Segundo o estudo, a agricultura é responsável por 24% das emissões de gases do efeito estufa mundo afora e é a maior consumidora de água doce do mundo. Mais de 60% das 5.497 espécies que a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) classifica de ameaçadas são impactadas pela agricultura.

Gado e soja

A questão da extinção em massa também será o foco da conferência internacional Extinction and Livestock (Extinção e Pecuária), que tem início no próximo dia 5 de outubro, em Londres. No evento, será discutido como transformar nossos sistemas alimentícios e agrícolas globais em prol das pessoas, do planeta e dos animais.

"A agricultura intensiva causa um enorme dano à vida selvagem, às pessoas e ao meio ambiente e é um dos principais fatores que contribuem para a extinção de espécies e a perda de biodiversidade no planeta", diz Philip Lymbery, CEO da organização Compassion in World Farming e um dos organizadores do evento em Londres.

Lymbery afirma que, enquanto se fala muito nas mudanças climáticas e na caça furtiva para explicar a extinção de espécies, a indústria da carne, assim como os cereais e a soja cultivados para alimentar o gado, são o problema fundamental.

Segundo o especialista, a quantidade de cereal e soja usada como alimento para animais na pecuária mundo afora seria suficiente para alimentar 4 bilhões de pessoas. Ele classifica de "loucura em um prato de comida" a perda de biodiversidade devido à produção de carne, leite e ovos.

Em DW

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quarta-feira

O ambientalismo e suas mazelas sumiram da mídia oficial. Acredite se quiser, Brasil é recordista em crimes

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É como escrevemos na introdução de um artigo aqui no blogue, sobre a qualidade da água que bebemos:
Não sei por que cargas d´água as questões ambientas saíram de moda... É como se estivéssemos vivendo em um planeta ‘zero bala’ onde as mazelas construídas, ou destruídas, pelo sistema de produção/exploração e uso dos recursos naturais sumissem como que por um passe de mágica. 
A mídia convencional calou-se – se é que informava, de fato, antes – os ambientalistas de plantão sumiram e até ONGs, blogs e sites que, ainda, tratam do tema têm ‘ibope’ perto de zero nas redes sociais. Os temas ambientais sumiram mesmo... (Veja aqui)
A “nova” fase do capitalismo, pelo visto vem jogando pesado e a mídia associada não tem feito diferente e vem exercitando seu papelzinho de sempre, ou seja, tem tentando fazer de conta que está tudo bem...

Veja esta ‘notícia’ abaixo...
"Brasil é o País mais perigoso do mundo para ativistas ambientais e rurais, aponta estudo
Um estudo publicado nesta quinta-feira (13) pela ONG Global Witness apontou que o Brasil é o país mais perigoso do mundo quando se trata de questões agrárias.

Segundo dados publicados pela organização, 49 pessoas que defendiam causas ambientais e rurais foram assassinadas em 2016.

 A ONG ainda afirma que a indústria madeireira estaria ligada a 16 assassinatos, enquanto que grandes proprietários de terra seriam responsáveis por inúmeras mortes na Amazônia. Para a Global Witness, “o Brasil tem sido sistematicamente o país mais funesto para defensores e defensoras do meio ambiente e da terra”.

Com relação a políticas ambientais e proteção aos ativistas, a organização afirma que, “apesar do chocante e crescente número de assassinatos, o governo brasileiro tem, na verdade, diminuído a proteção a defensoras e defensores ambientais” e destaca medidas negativas tomadas por Michel Temer que “quase imediatamente após assumir o poder, em agosto do ano passado, desmantelou o Ministério dos Direitos Humanos”. 

Caros amigos em Opera Mundi

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domingo

Índios ‘levam’ parte da fatura que o temer tem que pagar para a manutenção do “seu” cargo

Indígena protesta na frente do Congresso Nacional, em abril deste ano. Eraldo Peres AP

“Temer determina que só poderão ser demarcadas terras que estavam ocupadas por eles em 1988”. 

O pagamento da fatura sempre cai, preferencialmente, no famoso “lado mais fraco”, o que é compreensível, e é óbvio, dado a sua parca ou quase nenhuma capacidade de protestar, de afetar significativamente ou trazer algum dividendo político negativo, já que os “formadores de opinião” de grande parte da população esta a cargo de um sócio majoritário de todo esquema do gênero – que por sinal leva muito bem o “seu” – daí o pouco caso.

É a tal mídia, que diante da grande relevância nos corações e mentes de tantos, podemos afirmar sem exageros: JN e demais “produtos globo”.

Diante de um contexto assim, índio está meio que fora desta categoria, tipo cidadão, direito ou coisa que o valha. Existe mais como um conceito meramente sociológico, ambientalista, senão simplesmente folclórico, daí o pouco caso com eventuais direitos, coisa criada por algum antropólogo radical, diriam.

E o lucro é alto. Só 30% da bancada na Câmara é formada por ruralistas, a Frente Parlamentar da Agropecuária. Pode? Quem jogaria fora tanto voto assim para garantir o “cargo suado”? Daí o capricho do Temer

Os setores, do “povo”, que apoiaram o golpe e estão se sentindo o máximo... Terão o seu. Ia dizer: é só esperar pra ver... Mas pelo visto não vai dar tempo... 

Seria o preço que iria sobrar para aqueles que se têm como esclarecidos e que foi às ruas bater panelas. O “novo” preço da gasolina é só um ensaio. Mas, não terão coragem de admitir que os afetou ou que erraram na “opção” política... Já que não teriam como esconder o papel (ão) de massa de manobra que desempenharam para beneficiar os de sempre.

Este comportamento, também, vale para os ‘novos ricos’ – filhos dos tempos Lula/Dilma – que saíram às ruas com suas panelas posando de “ricos”, e que, igualmente, jamais darão o braço a torcer.

Esta parte da fatura vai para os índios. Afinal 30 % de votos não é pouca coisa.
Mas, se der tempo, mais gente vai “sobrar”. 

É bom lembrar, que o “tipo de uso” das tais terras liberadas é feito de forma diferenciada pelos índios e pelos ruralistas, e sendo assim, quem vai perder, e muito, é a cobertura vegetal/florestal do país.

É, a cobertura vegetal – leia-se, florestas – com todas as consequências ambientais. O que dispensa maiores explicações.


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sábado

O meio ambiente e a segurança jurídica estão indo pelo ralo. Meio ambiente é a bola da vez

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Segue o “pagamento da fatura” do golpe. A Constituição e seu arcabouço de leis que garantiam a segurança jurídica estão indo pelo ralo.

Primeiro é a flexibilização, entre aspas, das reservas indígenas, que deve ser um desejo antigo dos pecuaristas e grandes proprietários de terra locais e estrangeiros, notadamente sobre terras da Amazônia, agora é a proteção ambiental, com a flexibilização – leia-se revogação – da exigência de licença ambiental para obras que possam impactar o meio ambiente e a qualidade de vida.

Quem aprovou – nas ruas e na festa com o golpe contra o governo constituído, legal – deve estar muito satisfeito com o novo “andar da carruagem”.

Muito mais está vindo por aí. Para quem não faz parte do seleto grupo dos “donos das coisas”... Vai sobrar, e muito, para todo mundo. É esperar pra ver!
     “Votação de 'licenciamento flex' é suspensa na Câmara por falta de quórum
São Paulo - A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara suspendeu nesta quarta-feira, 14, a votação do substitutivo do deputado Mauro Pereira (PMDB/RS) ao projeto de lei 3. 729/2004, que isenta e simplifica o processo de licenciamento ambiental. A suspensão  ocorreu por falta de quórum.

Apesar de a bancada ruralista estar em peso na sessão, defendendo que houvesse a votação, deputados de PT, Rede e PSOL obstruíram a votação.

O texto polêmico colocou em franca oposição o Ministério do Meio Ambiente, que defende um texto menos permissivo, e a Casa Civil, que resolveu apoiar o texto de Pereira para atender aos pedidos da bancada ruralista.

Mais de 250 organizações da sociedade civil manifestaram repúdio ao projeto, apontando que, se aprovado, ele será uma "fábrica de Marianas" - numa relação ao grande acidente ambiental que atingiu a cidade mineira em 2015.

O projeto de Pereira dispensa o licenciamento para atividades agropecuárias e de florestas plantadas; de melhoria ou reforço de sistemas de transmissão e distribuição de energia licenciados; em intervenções nas faixas de domínio das rodovias federais pavimentadas; e na execução de dragagens de manutenção e outras atividades destinadas à manutenção das condições operacionais pré-existentes em hidrovias, portos organizados e instalações portuárias em operação.

Em linhas gerais, o substitutivo de Pereira estabelece a dispensa e a simplificação do licenciamento. Em alguns casos, basta a empresas preencher um formulário na internet, como ocorre na Bahia com o modelo de "adesão e compromisso", o que é questionado pelo Ministério Público.

O texto delega aos Estados e municípios a definição de quais empreendimentos estarão sujeitos ao licenciamento ambiental, segundo natureza, porte e potencial poluidor. E restringe manifestações de órgãos interessados no licenciamento, como ligados às unidades de conservação (ICMBio), indígenas (Funai) e quilombolas (Fundação Cultural Palmares).

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, enviou uma carta à Casa Civil pedindo empenho para que o projeto não fosse votado. Em nota à imprensa, disse que "vê com preocupação a possível aprovação desse substitutivo que, além de propiciar a guerra ambiental entre os Estados, geraria insegurança jurídica e a judicialização do processo de licenciamento ambiental, o que comprometeria seriamente a produção e a economia do País".
           
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                * Citar ou usar fontes assim, como Globo, Folha, Estadão e outros que fazem parte do “staff” do golpe, invadindo e detonando os corações e mentes de seus leitores – junto com as TVs –, é pertinente porque para muitos, sobretudo os menos crédulos ou, com o perdão da palavra, os mais alienados, serve como referencia para não começarem a achar que é invenção de algum ambientalistazinho radical.

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domingo

Novo secretário de meio ambiente do Alckmin é um primor de ambientalista. Confira você mesmo!

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É aquela velha sabedoria popular: Colocar a raposa para cuidar do galinheiro.
Uma peça com um histórico destes e idéias que não tem pejo em confessar assim, tão livremente sobre o que pensa deste tal de meio ambiente e suas teorias conservacionistas, só poderiam vir de ‘um coiso’ como o alquimin/psdb.

Aí, se é paulista e votou na peça, pode comemorar, Ele está mesmo cuidando do Estado e do bem estar futuro da população e de seus filhos, em um mundo onde as perspectivas ambientais globais não são nada alvissareiras.

Veja a pérola que o dito cujo disse na estréia:
Em sua posse, Salles prometeu menos preservação e mais apoio ao agronegócio, “o único setor da economia brasileira que vai bem”. Para ele, a preservação de áreas de mata ciliar de acordo com o tamanho dos rios, nascentes ou córregos – como determina o Código Florestal –, pode tornar inviável a produção agrícola em alguns locais. Além disso, o advogado se manifestou contra o tombamento integral da Serra da Mantiqueira e disse que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) “não tem mais razão de existir”.

      Alckmin empossa defensor da ditadura de 1964 como secretário de Meio Ambiente

O advogado Ricardo Salles, criador do Movimento Endireita Brasil, afirmou que generais não deviam depor à Comissão Nacional da Verdade por crimes do período ditatorial.

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) empossou na segunda-feira (18),como secretário do Meio Ambiente, o advogado Ricardo Salles, criador do Movimento Endireita Brasil, e defensor de que generais não deviam depor à Comissão Nacional da Verdade por crimes da ditadura (1964-1985). A nomeação foi feita em troca do apoio do PP, legenda do deputado federal e ex-prefeito da capital paulista Paulo Maluf, à candidatura de João Dória à prefeitura de São Paulo nas eleições deste ano.

Entre 2013 e 2014, Salles foi secretário pessoal de Alckmin. Nesse período, durante uma palestra no Clube Militar, no Rio de Janeiro, o advogado disse que não iríamos “ver generais e coronéis, acima dos 80 anos, presos por causa dos crimes de 64″. “Se é que esses crimes ocorreram”, acrescentou. Contradizendo-se, alegou que não é a favor de governos repressores, mas “entre uma ditadura de esquerda e uma de direita, foi melhor para o Brasil ter tido uma de direita”. O advogado já foi filiado ao próprio PSDB de Alckmin e ao DEM, partido herdeiro da extinta Arena, legenda de sustentação do regime.

O movimento fundado por Salles foi um dos mais empenhados na campanha pelo impeachment da presidenta Dilma Rousseff e na perseguição a pessoas ligadas a ela ou que a defendessem. Em uma postagem feita em abril deste ano, nas redes sociais do Endireita Brasil, o grupo ofereceu R$ 1 mil para quem hostilizasse o ex-ministro e ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT), em um restaurante do Itaim Bibi, na zona sul de São Paulo.

Em sua posse, Salles prometeu menos preservação e mais apoio ao agronegócio, “o único setor da economia brasileira que vai bem”. Para ele, a preservação de áreas de mata ciliar de acordo com o tamanho dos rios, nascentes ou córregos – como determina o Código Florestal –, pode tornar inviável a produção agrícola em alguns locais. Além disso, o advogado se manifestou contra o tombamento integral da Serra da Mantiqueira e disse que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) “não tem mais razão de existir”.

Com sua experiência na área de meio ambiente resumida à atuação no Comitê de Desenvolvimento Sustentável da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), Salles substitui a professora doutora de direito ambiental Patricia Iglecias.

Em Sul21

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