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quinta-feira

Abaixo assinado pelo fim do "produtivismo" para construir mundo pós-pandemia

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Veja manifesto francês que surgiu na esteira da grande crise:

(...) O manifesto "Iniciativa Comum" defende a solidariedade nacional que deve intervir para ajudar os inquilinos a pagar as contas de água e luz, fornecer alimentos, máscaras gratuitas e outros apoios excepcionais individuais necessários. "Defendemos uma sociedade que reconheça e saiba valorizar todos os trabalhadores, sem os quais ela não funcionaria nem durante a crise, nem depois dela", dizem os signatários. Para eles, o salário desses trabalhadores invisíveis, profissionais da saúde e professores, tem que ser valorizado. (...)

A ideia de um novo mundo fundamentado em novos valores, mais humanitários e ambientais no pós-coronavírus, ainda rola como esperança em função do medo que faz muita gente repensar as coisas e achar que algo de consistente mudou ou pode mudar.

Mas passando a crise tudo deve cair na real, em que pese às expectativas da continuidade de riscos em aglomerações, por exemplo, tudo deve voltar ao normal e a vidinha costumeira voltará a rolar naturalmente.

Sobretudo porque o sistema econômico – mundial diríamos assim – está a postos para retomar as rédeas e não desiste de minimizar os riscos da coisa desde que seus lucros sejam mantidos.

Veja imagem na França, imediatamente após a suspensão da quarentena, na porta da Zara.

A morte de um bom número de pessoas não vai chegar a comprometer o mercado consumidor, principalmente por que se espera que morram os pobres, o que, no final não vai feder nem cheirar.

Claro que vão rolar movimentos mundo a fora que tentarão fazer algo no sentido da tal oportunidade de reformulação, mas, o muito que pode rolar é uma revitalização dos movimentos ambientais que andaram sumidos.

Sumidos porque foram sugados pelo grande mercado consumidor, que acabou por deglutir tudo, inclusive ou, sobretudo, os corações e mentes de todos, enquanto o processo de detonação do planeta como um todo..., vai muito bem, obrigado!

Veja mais sobre o movimento francês: Movimento pós-crise

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sexta-feira

Porque a reciclagem é [continua sendo] uma boa ideia

A questão ambiental deixou há muito tempo de ser moda..., é que teve uma época que era de “bom tom”, como se diz, não pelo reciclar em si mesmo, mas fazermos com que os vizinhos, amigos e conhecidos soubessem sobre o nosso elevado nível de consciência ambiental.

Sabe-se lá o que aconteceu, mas o fato e que ‘caiu de moda’. Contraditoriamente em momento em que a questão ficou mais grave, logo mais necessária.

O domínio da mídia em toda sua diversidade radicalizou no tal do ‘silencio ambiental’, provavelmente fazendo jus ao financiamento feito pelas grandes empesas, sobretudo via publicidade condicionada, que ’precisam de liberdade’ para usar, gastar e destruir livremente, sem que isso possa de alguma maneira comprometer suas imagens diante do consumidor.

O fato é que o planeta não foi consultado e continua na sua, ou seja, reagindo naturalmente e gestando as consequências já muito bem previstas, notadamente via a síntese de tudo o mais, o aquecimento global.

Se não quiser engrossar o time daqueles que ‘pagam pra ver’ [a maioria não passa de um “monte de sem noção”, como se diz], a saída é cada um fazer a sua parte. Simples assim!

Em minha rua [quadra], que pelo menos em tese teria um nível socioeconômico e cultural razoável [superior em grande parte], eu quase tenho que disfarçar..., pois os únicos ‘sacos com produtos recicláveis... ’, são os meus, é verdade! E o caminhão sempre dá uma passadinha por aqui duas vezes por semana.

             Obs. O pessoal do caminhão de lixo [comum], não deve entender como, ‘pega’ tão pouco por aqui, em relação ao dos vizinhos.

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segunda-feira

Nova onde ambiental ilustrada..., sei não, tem cara de “coisa feita”. Veja!

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Até agora eu só estou observando..., de longe.

Associated Press, agência de notícias dos EUA, em Davos, cortou a imagem da ativista ambiental negra deixando só as ruivinhas escandinavas e ainda por cima tentou justificar, dizendo que só estava “ajeitando” melhor a foto, procurando uma melhor pegada...

Depois de protestos e reações, mesmo se justificando que “não foi por maldade” [racismo], divulgou a imagem original.
Conforme esta notícia recente [acima] vê-se que o mundo que se quer preservar não inclui a África..., muito menos outros locais na terra onde o povo tem um leve colorido não ariano... [e é pobre...].

Esta “nova” onda neoliberal que assola o mundo nos últimos tempos já deixou isto muito claro. Veja o caso do Brasil com o atual esquema de governo, vulgo Bolsonaro. Pobre tem mais é que morrer..., já que a maior parte dos pobres é colorida...

E está funcionando!

Também, graças ao trabalho primoroso do Guedes a soldo de seus patrões além-mar e do nosso voto/apoio oportuno [e do coitado do voto do ‘pobre’ enganado].

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sábado

E a Amazônia, hem? Quanta (in) diferença...

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A questão amazônica saiu do foco da mídia, tanto local como internacional, mas, o fogo..., vai muito bem obrigado!

Apesar do fato de um aumento significativo das queimadas e derrubadas na esteira do surgimento do esquema bolsonaro [começou a se acelerar ainda na primeira fase do golpe, no governo temer, aqui], que lhe empresta o nome e as sandices marketeiras para distrair a atenção da galera, o que rola mesmo é muita hipocrisia.

Inclusive ou, sobretudo no discurso primeiro-mundista, que deita e rola na Amazônia enquanto doa merrecas para disfarçar o financiamento e participação direta na exploração e destruição da região.
Veja: Salvar a Amazônia..., uma invasão estrangeira?
Paraísos decantados europeus como a Noruega e a Dinamarca, para ficarmos apenas nestes exemplos, mantêm empreendimentos de queimadas e exploração de madeira, assim como mineração, com nenhuma preocupação com a legislação e preservação local.

A santinha ambiental Noruega, que mantém mineração de alumínio em plena floresta, já tendo sido autuada por destruição de mananciais com despejos de refugos minerais, mas que continua posando de evoluída, ambientalista esclarecida e preocupada com o meio ambiente.
VejaMineradora norueguesa lança clandestinamente rejeitos tóxicos em nascentes amazônicas.
Só para lembrar ela, a Noruega, está começando um projeto novo de exploração de minério de ferro na floresta [veja aqui, BBC].

O esquema denominado de “governo bolsonaro”, especificamente, não inventou a roda, e o processo de destruição já havia se acentuado, como nos referimos acima, desde o princípio do golpe.

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Precisamos mentir [sobre desmatamento da Amazônia], pois pega mal para a imagem do Brasil lá fora. Diz general

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Desmatamento em amarelo [via satélite] Inpe
É, foi o general estrategista do governo, ministro do Gabinete de Segurança Augusto Heleno, depois da repercussão internacional [sobretudo], com a divulgação dos últimos dados do desmatamento feito pelo Inpi.

A ideia é ocultar, ou seja, mentir [palavrinha quase inexpressiva de tão gasta]. É como disse, literalmente, o tal do general estrategista, que não precisamos deixar ‘vazar’ os dados sobre o desmatamento na Amazônia, pois pega mal para a imagem do Brasil lá fora [e para os negócios].

Daí o pupilo do sistema de degradação nacional, exerce o seu papelzinho medíocre, a título de decisão pessoal [já que só segue o script] e demite o presidente do Inpe*, como já detonou outros profissionais de instituições reguladoras na mesma linha, tipo Ibama.

Claro que por aqui, para o público interno não tem necessidade, já que a mídia oficiosa não se dá ao trabalho de informar, pois é bem paga pra isso.

O lance é externo, quando a mídia internacional tem vias próprias para buscar as suas informações, mas se os levantamentos não forem feitos, forem manipulados ou fraudados na origem..., fica mais difícil.

Apesar da catástrofe que se abate sobre o país a partir do golpe, [com o temer] e aprofundada ao limite nesse “governo bolsonaro”, tem gente que pensa, ou melhor, se ilude achando que depois “a gente conserta”...

Então, replantar uma floresta que tem ‘só’ 55 milhões de anos..., fica difícil.

*Veja aqui, jornal USP.

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segunda-feira

Bolsonaro nem assumiu direito e madeireiros já detonam a Floresta Amazônica. Veja você mesmo!

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“Esta é a situação real da extração de madeira dentro da Floresta Amazônica após a eleição de Bolsonaro. Este é um vídeo 2019 de  "Cachoeira do Aruã ".
A destruição do sistema de fiscalização feita por Bolsonaro está aumentando o mercado de madeira no Brasil. 
Faça algo agora ou chore para sempre!”.  [@Observar]

A fixação do Bolsonaro contra o Ibama... Nem precisou apressar com a coisa, pois o pessoal lá na floresta já se antecipou mesmo antes da posse.

Tem gente, só pode ser eleitor genial do dito cujo, que ainda diz, deixe o home governar, se não der certo agente tira depois...

Então, quanto a Floresta Amazônica... É só replantar tudo de volta*.

Não é à toa que votaram no dito cujo.
*É como o pré-sal... Agente ‘acha’ outro depois...
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terça-feira

O que seu celular e whattsapps têm a ver com a preservação da vida? É isso, da sua também

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A questão da importância das abelhas na preservação da vida, da nossa vida no planeta não chega a ser lá uma informação assim, como poderíamos dizer... Tão disseminada, conhecida, já que as abelhas são normalmente associadas, apenas, ao mel.

Falta de conhecimento este que não diminui a importância e os riscos decorrentes de seu fim e comprometimento da vida, pelo contrário, só aumenta, complica.

A questão ambiental como um todo perdeu prestígio nos últimos tempos, como se o planeta e seus recursos vitais, diríamos assim, estivessem às mil maravilhas, e a vida... Vai muito bem obrigado.

Tem até gente dizendo que aquecimento global e mudanças climáticas... É pura balela comunista. Não, não é só no Brasil, o fascista de plantão nos EUA vai pelo mesmo raciocínio.
Confira o quadro catastrófico: O desaparecimento de polinizadores – borboletas e insetos – coloca em risco a sobrevivência da humanidade
Além dos fatores tradicionais, digamos assim, que podem levar ao desaparecimento das abelhas como o agronegócio, para ficarmos só neste exemplo, um fator radical foi identificado como o mais novo vilão. O celular!

É, o celular, esse “ser” omnipresente não só em nosso cotidiano, mas nos corações e mentes de, praticamente, todo mundo...

A notícia nem é tão nova assim, é de 2016, o que, longe de aliviar, complica ainda mais, já que de lá pra cá o número de celulares...*
“As abelhas estão morrendo e a culpa é dos celulares, afirma cientista
Ondas deixam os insetos desorientados, provocando o abandono das colmeias e a morte.

Cientistas dizem ter provas de que os sinais dos celulares são os responsáveis pela queda repentina da população mundial de abelhas.

Pesquisadores da suíça descobriram que as micro-ondas têm confundido os insetos, que começam a voar erraticamente e depois morrerem precocemente.

A equipe de cientistas colocou telefones celulares em uma série de colmeias sob condições controladas e monitorou os resultados. Foram 83 experimentos medindo a reação das abelhas quando o telefone estava desligado, em stand by, ou realizando uma ligação.

O barulho produzido pelas abelhas aumentou mais de dez vezes quando o celular recebia ou realizava uma ligação. O nível sonoro voltava ao normal quando o aparelho era desligado ou era colocado em stand by.

De acordo com Daniel Favre, líder da pesquisa, as ondas dos telefones claramente irritam as abelhas. “Elas emitem um sinal para evacuar a colmeia, mas ficam tão confusas que muitas morrem voando”, disse Favre em entrevista ao jornal inglês Daily Mail.

O estudo não é o primeiro a relacionar telefones celulares e a morte de abelhas. Em 2008, um pesquisador alemão descobriu que os insetos se recusavam a voltar à colmeia quando telefones celulares eram colocados em torno da estrutura. Perdidas e desorientadas, elas morriam.

Em março de 2010 um relatório da ONU alertou que a queda repentina na população de abelhas está sendo causada por uma “tempestade perfeita de perigos e ameaças”. Cientistas já identificaram mais de dez fatores – de pesticidas químicos a perda de flores nativas – que conspiram contra as abelhas.

Em Veja
* No Brasil são 235,45 milhões de linhas de telefonia móvel, segundo o jornal o Valor. No mesmo período, – julho de 2018 – dados do IBGE estimam a população em 208 milhões de habitantes. 
Em dados de fevereiro de 2018, segundo informações de O Globo, o número de usuários únicos de celular no mundo era de 5 bilhões de aparelhos, para uma população estimada de 7,6 bilhões de habitantes, em dados de 2017 segundo a ONU.
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sexta-feira

Ao cancelar COP 25 por aqui Brasil ratifica tese do novo Chanceler de que é tudo bazófia

“Especialistas alertam para efeitos do aquecimento global sobre vidas humanas e sistemas de saúde mundo afora. Impactos incluem novos padrões de doenças e maior risco de desnutrição”.

O governo do bozó, na figura de seu chanceler, vai revogar esta onda alarmista e colocar os pingos nos is, ou seja, vai comprovar que a solução para essa conversa, essa bazófia de aquecimento global e mudanças climáticas e coisas do gênero, pode ser vencida com uma eleição bem feita, sobretudo nos corações e mentes das pessoas, como o foi aqui no Brasil via whattsapp.

É o caminho para colocar este tal de comunismo, autor desta conversa fiada toda, na lata de lixo da História.
Confira: Mudanças climáticas são maior ameaça à saúde deste século, diz estudo
O cancelamento da 25ª Conferência de Clima da ONU, a COP – 25, que seria aqui no país no próximo ano, anda neste sentido, parar com esta conversa mole.
Leia: Brasil desiste de sediar Conferência do Clima da ONU em 2019
A Amazônia, por exemplo, não ‘fede e nem cheira’ nessa conversa de mudanças climáticas. Ela tem que cumprir sua função, ou seja, produzir madeira, muito minério, muito gado e muita soja e congêneres para melhorar a nossa balança comercial.

Serão detalhes importantes a serem levados, e argumentados, pelo ‘nosso’ chanceler na ocasião propicia por aí em algum fórum internacional.

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quarta-feira

O projeto de demolição nacional do Bolsonaro continua: a Ministra do Agronegócio, ops! Da Agricultura com vocês

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É isso, não tem como deixar de fazer referência à política convencional – por mais polêmica que seja ou esteja – diante de um quadro assim que temos pela frente no país, no que se refere à Questão Ambiental maior, a Amazônia.

Você pode até ter votado no dito cujo, é um direito inalienável seu, embora saibamos que o resultado não poderia deixar de ser e, é coletivo. No caso específico, mundial.

Um governo, como sabemos, não se forma depois do resultado das urnas. Muitas vezes, em grande parte ele já vem pronto com o beneficiamento direto dos seus, não só idealizadores, mas, sobretudo, financiadores e beneficiários.

Clique aqui e veja como funcionam as coisas, no cotidiano do Congresso Nacional. O Nacional é entre aspas.



O fato de termos a chefe do agronegócio no Congresso na direção das questões ambientais em seu sentido mais amplo, diríamos assim, é como diz o velho ditado popular: ‘Seria como colocar a raposa para cuidar do galinheiro’.*

Com certeza a sua ‘alcunha’ não é aleatória, a “musa do veneno”. No meio ambiente é ‘só’ o efeito imediato, entretanto, o que ‘pega’, mesmo, é a vida...

Para não parecer que estamos falando mal da ‘coitadinha’, confira você mesmo, parte de seu currículo e atividades, aqui.

·         Só pra lembrar. O fato de se colocar a global, a maitê proença à frente do Ministério do Meio Ambiente, é só para inglês ver, como se diz. Já que o antigo ministério está, de fato, às mãos dessa aí, acima. Afinal foi o que prometeu o bolsonaro mais de uma vez, logo, a indicação simbólica, digamos assim, é só para continuar enganando trouxas, ops! Desculpe-me, seus eleitores...
·         Obs.: Os nomes próprios em minúsculas não é erro e nem aleatório, é para tentar atingir a sua verdadeira dimensão...

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sexta-feira

“...a área ambiental deve passar por mudança radical...”, diz eventual ministro do Bolsonaro


Preferências políticas e partidárias à parte, o que parece estar em jogo neste momento, nestas eleições no país, é muito mais do que filigranas ideológicas ou coisas do gênero.
A avaliar pelo que a mídia toda, mesmo aquela comprometida com o discurso conservador e de direita histórica no país – como este jornal que divulgou esta entrevista – vem mostrando que o estrago que o dito cujo de plantação da direita nestas eleições pode fazer, pode ser tornar irreversível para o país como um todo e sem chances de se passar a borracha e corrigir em qualquer momento depois.
A Amazônia, por exemplo, já foi varias vezes alvo de comentários de membros da equipe do candidato, inclusive chegando a afirmar uma infantilidade, se é que possa me expressar assim, de simplesmente passar a dita cuja pra frente, é vender ou doar para o candidato de plantão há tanto tempo, os EUA.
Duvida? Dê uma olhada na mídia que esta aí pra quem quiser ver. Não é a tal do modismo vigente, a fake news, infelizmente.

Leia também: Organizações repudiam fala de Bolsonaro contra ativismo
Infelizmente porque as chances do dito cujo vencer e nos ferrar a todos, já que em tese ferrar o Brasil e democratizar o feito são grandes, o mínimo que podemos fazer agora, e deixar filigranas partidárias ou de cor de bandeiras de lado e votar pela preservação do Brasil.
Simples assim! Depois agente tenta voltar à velha discussão das filigranas partidárias e/ou governistas.
O discurso: ‘No meu tempo, não tinha MP e Ibama para encher o saco’, diz general, título deste artigo no Estadão sobre o eventual ministro do dito cujo, diz com todas as letras que a legislação ambiental como um todo é balela e vai ser revogada, mesmo, em eventual governo Bolsonaro.
O lance, como se diz, é que não dá para chorar ou se arrepender depois do leite derramado... A hora é agora pra tentar evitar o pior!
Clique aqui e confira o artigo por si mesmo.
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Como usar dicas simples para não desperdiçar água. Vale à pena dar uma olhada

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A água é tão omnipresente em nosso cotidiano que dificilmente imaginaríamos um cenário sem ela, não é verdade? Entretanto, a avaliar pelo que andam fazendo com ela por aí... Não seria tão absurdo assim chegarmos a ter que usá-la de forma radicalmente racional em algum momento, ou seja, racionamento.

Logo, não custa começarmos a fazer a nossa parte e usá-la com mais racionalidade e bom senso em nosso dia a dia.

Aqui no Brasil detemos um dos seus grandes reservatórios – cerca de 12% de toda a água doce superficial disponível no planeta  mas nada que justifique o seu desperdício. Pelo contrário, precisamos é cuidar muito bem desta preciosidade.
Veja também: 
 - Quando não falta ‘só’ água 
 - Reuso da água uma ideia que pode ser uma boa ideia 
 - Algumas dicas simples no cotidiano dão uma força ao planeta e a vida 
 - Dicas oportunas e eficientes para garantir um uso mais racional da água
Um dado interessante é que sua distribuição não é assim – como poderíamos dizer? – tão equilibrada pelo território nacional. A Amazônia, por exemplo, que tem um percentual pequeno de nossa população, detém 78% do total, ao passo que a densamente povoada Região Sudeste fica, apenas, com 6%.

Como pode ver, um pouco de cuidado nunca é demais.

Veja abaixo algumas dicas simples.
'1 – Use um balde no chuveiro 
Ao esperar enquanto o chuveiro aquece o suficiente para seu banho, muita água escorre pelo ralo sem ser, de fato, utilizada. Para evitar esse desperdício, coloque um balde sob o chuveiro, da próxima vez, dessa forma você estará captando a água que não serviria para nada – e pode utilizá-la para algo útil. 
2 – Capte a água da chuva 
Uma cisterna ou mesmo um barril colocados sob a calha podem fazer maravilhas na captação de água da chuva. Se você não quer gastar muito, opte por um sistema mais simples e barato – qualquer esforço é válido, nesse sentido. A calha te ajudará a captar uma maior quantidade de água a cada tempestade. 
3 – Reutilize 
Quando cozinhar macarrão, não jogue a água usada fora. Posicione o escorredor sobre outra panela para armazenar a água e, depois que ela esfriar, regue suas plantas com ela. 
A cozinha, aliás, é um ótimo lugar para exercitar a reciclagem de água. Não apenas a utilizada no cozimento do macarrão é útil e, ao lavar os vegetais – frutas, verduras e legumes -, você pode posicionar uma bacia embaixo deles e, posteriormente, reutilizar toda aquela água que seria jogada fora. 
4 – Instale um sistema para reutilizar a “água cinza” 
A água cinza é toda água residual – ou seja, que já foi utilizada uma vez – que não contenha esgoto, por exemplo, a água utilizada no banho, na lavagem de roupas ou quando você lava as mãos. 
Há sistemas profissionais para captação e reutilização dessa água, como alguns que enviam a água do chuveiro para a descarga do vaso sanitário. Entretanto, se você não quer gastar com a instalação de um sistema profissional, pode simplesmente dedicar-se a captar a água cinza da sua máquina de lavar utilizando baldes, bacias e mesmo o próprio tanque de roupas. Depois, essa água pode ser usada para lavar as calçadas ou áreas molhadas da casa. 
5 – Não jogue água potável fora 
Isso serve para aqueles copos e outros recipientes contendo água, que podem ser esquecidos pela casa. Ao encontra-los, a atitude natural seria jogar o conteúdo fora, mas vale a pena pensar melhor: regar as plantas, por exemplo, pode ser uma boa saída para não desperdiçar H2O.'
Com informações de dicasdemulher

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domingo

Preservação ambiental... Saiu de moda de vez? A Sabesp vem inovando...

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Fica um ‘coisa’ com cara de proselitismo político, sobretudo neste contexto em que vivemos hoje, falar sobre o desserviço que o atual governador de São Paulo vem fazendo no Estado no que se refere à questão ecológico-­ambiental.

Originalmente tínhamos país afora instituições públicas voltadas à preservação ambiental, não apenas como um ‘delírio ecológico-ambiental’, diríamos assim, mas como um pressuposto indispensável para a preservação de recursos imprescindíveis à vida em seu sentido mais amplo das populações locais no curto, médio e longo prazo.

Entretanto algumas “correntes ideológicas” não veem valores como estes como ‘coisas validas’, já que se pautam, ou melhor, existem em função do lucro imediato, de preferência mais fácil e barato, é claro.

É o que parece estar acontecendo no Estado de São Paulo. Para nos atermos apenas a este exemplo.

A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), uma grande instituição que fazia jus ao nome e função para os quais foi concebida e fundada, foi praticamente privatizada, ou seja, saiu do domínio e interesse público, e se pauta hoje em suas ações como uma empresa comum onde o lucro é o “moto propulsor”.

É o que vai constatar neste exemplo explícito de mudança radical de paradigma ambiental no Estado, com a obra de transposição das águas do rio Itapanhaú, em Bertioga, clique aqui e confira.

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sábado

Meio ambiente? Que haja discurso... É só um “chover no molhado”

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O que é isso, mesmo... ?

A tal sociedade de consumo entranhou tanto em nossos corações e mentes, que não existe consciência por parte das pessoas, e muito menos de suas consequências para a vida... Para ‘nossa’ vida...

As campanhas publicitárias que servem de suporte ao lançamento de produtos trabalham com sutilezas da consciência humana, quando o processo de condicionamentos é plenamente imperceptível e extremante eficiente, extremamente eficaz em seus objetivos, ou seja, nos fazer consumir sem limites, como se aquele produto já fizesse parte desde sempre da nossa vida, e sem o qual, muitos deles, não pensaríamos em passar sem... Não conseguiríamos viver...
O trabalho de divulgação, de tentativas de levar á reflexão ao consumidor é de efeitos parcos, quando o tal discurso ambientalista, ‘chove no molhado’, ou usando outra expressão popular, ‘fala para ouvidos moucos’.

Quando as pessoas ouvem, entre aspas, acha até bonitinho, mas, daí a alterar um centímetro de seus hábitos diários... É outra conversa.

Não é à toa que os movimentos ambientais vêm sumindo do mapa, ajudados, com certeza, pelo silêncio obsequioso da mídia, que presta um bom serviço aos seus patrocinadores, aos grandes fabricantes destes tais produtos da lista de antivida, antiplaneta...

Nesta imagem acima tem a relação de alguns produtos “triviais” que estão em nosso cotidiano com suas respectivas vidas... (‘durabilidade’) Longevidades... (leia-se, “empestando o meio ambiente”).

Você toparia parar com algum deles, estes mais longevos, em função destas informações?

Não, né? Eu sozinho não faria diferença... Só que faz, já que o todo, o grande, entre aspas, só se faz com as partes... Pequenas... Individuais...

Sobre o sumiço dos movimentos ambientais... Basta dar um zapeada pelas redes sociais, todas elas... Então, raramente vê-se alguma referência ao tema.

Saiu de moda... E a vida...?

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