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segunda-feira

Evolução a toque de caixa...

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Ecologia_Liang Junqi Mutation - P.R CHINA - 2º lugar

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quarta-feira

O projeto de demolição nacional do Bolsonaro continua: a Ministra do Agronegócio, ops! Da Agricultura com vocês

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É isso, não tem como deixar de fazer referência à política convencional – por mais polêmica que seja ou esteja – diante de um quadro assim que temos pela frente no país, no que se refere à Questão Ambiental maior, a Amazônia.

Você pode até ter votado no dito cujo, é um direito inalienável seu, embora saibamos que o resultado não poderia deixar de ser e, é coletivo. No caso específico, mundial.

Um governo, como sabemos, não se forma depois do resultado das urnas. Muitas vezes, em grande parte ele já vem pronto com o beneficiamento direto dos seus, não só idealizadores, mas, sobretudo, financiadores e beneficiários.

Clique aqui e veja como funcionam as coisas, no cotidiano do Congresso Nacional. O Nacional é entre aspas.



O fato de termos a chefe do agronegócio no Congresso na direção das questões ambientais em seu sentido mais amplo, diríamos assim, é como diz o velho ditado popular: ‘Seria como colocar a raposa para cuidar do galinheiro’.*

Com certeza a sua ‘alcunha’ não é aleatória, a “musa do veneno”. No meio ambiente é ‘só’ o efeito imediato, entretanto, o que ‘pega’, mesmo, é a vida...

Para não parecer que estamos falando mal da ‘coitadinha’, confira você mesmo, parte de seu currículo e atividades, aqui.

·         Só pra lembrar. O fato de se colocar a global, a maitê proença à frente do Ministério do Meio Ambiente, é só para inglês ver, como se diz. Já que o antigo ministério está, de fato, às mãos dessa aí, acima. Afinal foi o que prometeu o bolsonaro mais de uma vez, logo, a indicação simbólica, digamos assim, é só para continuar enganando trouxas, ops! Desculpe-me, seus eleitores...
·         Obs.: Os nomes próprios em minúsculas não é erro e nem aleatório, é para tentar atingir a sua verdadeira dimensão...

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sábado

Puns e arrotos têm mais ‘poder’ no aquecimento global do que se imaginava

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Quem diria hein? Que os Puns – ou peidos, traques, bufas, flátuos... É só escolher – teriam um efeito tão danoso assim sobre o meio ambiente e, consequentemente, sobre a vida, não é verdade?

O problema não é o ‘fenômeno’ em si mesmo, mas o grande volume... Já que, pelo menos em princípio, todos os seres, inclusive os humanos, também são ‘chegados’...

Ainda tem o ‘apoio’ dos arrotos, pode?

Pelo visto, em função dos nossos hábitos alimentares, sobretudo, a coisa fica de difícil solução, já que a tendência é o aumento no consumo dos derivados ‘deles’ – bois, porcos, ovelhas etc. – e não se vê movimentos por aí tentando reduzir significativamente, exceto os veganos e vegetarianos. Eu, por exemplo, me incluo na categoria.

              “Nós subestimamos grosseiramente o papel dos puns de bovinos no aquecimento global

Um novo estudo patrocinado pela NASA mostra que as emissões globais de metano produzidas pelo gado são 11% maiores do que as estimativas levantadas na última década. Como o metano é um gás de efeito estufa particularmente perigoso, a nova descoberta significa que será ainda mais difícil combater as mudanças climáticas do que parece.

Sabemos há bastante tempo que os gases de efeito estufa emitidos pelo gado, ovelhas e porcos contribuem significativamente para o aquecimento global, mas uma nova pesquisa, publicada no Carbon Balance and Management, mostra que a situação é pior do que pensávamos. Os números atualizados ​​de metano produzidos pelo gado em 2011 foram 11% maiores do que as estimativas levantadas em 2006 pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) – informações que, agora, estão desatualizadas.

É difícil acreditar que os arrotos, puns e o cocô do gado possam ter qualquer tipo de efeito atmosférico global, mas isso é questão de escala e da natureza do próprio gás metano.

Muito e muito gado

Existem cerca de 1,5 bilhão de vacas e bois no planeta, cada um deles expulsando mais de 30 a 50 galões de metano por dia. Normalmente, pensamos que os puns sejam os maiores responsáveis pela emissão, mas os arrotos são, na verdade, a principal fonte de metano produzido pelo gado, representando 95% do problema dos gases com efeito estufa.

Isso é de fato grave e problemático. O metano é cerca de 30 vezes mais eficiente na captura do calor radiante do Sol do que o dióxido de carbono, em uma escala de tempo de cerca de um século. Pode haver mais CO2 na atmosfera do que o metano, mas, isoladamente, o metano é o gás de efeito estufa mais destrutivo.

Tanto a iniciativa de pesquisa do Sistema de Monitoramento de Carbono da NASA quanto o Instituto de Pesquisa de Mudanças Climáticas Globais (JGCRI) contribuíram para os resultados trazidos no estudo. A equipe de Wolf reavaliou os dados utilizados para produzir as estimativas de emissão de metano do IPCC 2006. As estimativas anteriores basearam-se em taxas relativamente modestas de aumento de metano, entre os anos 2000 e 2006. Depois, porém as coisas mudaram dramaticamente, aumentando dez vezes ao longo dos dez anos seguintes.

As novas estatísticas demonstram um aumento de 8,4% nas emissões de metano a partir da digestão (processo também conhecido como “fermentação entérica”) em vacas leiteiras e outros bovinos, e um aumento de 36,7% no metano emitido através do estrume, em comparação a estimativas anteriores do IPCC. O novo relatório mostra que o metano representou aproximadamente 16% das emissões globais de gases de efeito estufa em 2016. Outras atividades humanas, como a produção e transporte de gás, petróleo e carvão, junto à redução de nossos resíduos orgânicos, também contribuem para a emissão global de metano.

Aumento nas estimativas

É importante destacar que as novas estimativas são 15% mais altas do que as estimativas globais produzidas pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) e quatro por cento maiores do que dados trazidos pelo Emissions Database for Global Atmospheric Resear.

“Em muitas regiões do mundo, a pecuária está mudando e a criação resultou em animais maiores com uma taxa mais alta de ingestão de alimentos”, observou Wolf em um comunicado. “Isto, juntamente com as mudanças na gestão da pecuária, pode levar a maiores emissões de metano”. Sobre isso, ele acrescentou: “Medições diretas de emissões de metano não estão disponíveis em todas as fontes que liberam o gás. Assim, elas são relatadas com base em estimativas e diferentes métodos ou premissas. Neste estudo, estabelecemos novos marcos por animal – que são medidas da quantidade média de CH4 descarregada por eles na atmosfera – e novas estimativas das emissões globais de metano através do gado”.

Entre aumentos e reduções

A nova pesquisa mostra que as emissões de gás metano diminuíram nos EUA, no Canadá e na Europa, mas estão aumentando em outros lugares. Muito provavelmente, o restante do planeta está alcançando os padrões de primeiro mundo em termos de consumo de carne e lácteos.

“Nas regiões globais, houve uma variação notável nas tendências das emissões estimadas nas últimas décadas”, disse Ghassem Asrar, diretor da JGCRI e co-autor do novo estudo. “Por exemplo, descobrimos que as emissões totais de metano do gado aumentaram mais em regiões em rápido desenvolvimento situadas na Ásia, América Latina e África. Encontramos os maiores aumentos nas emissões anuais nos trópicos do norte, seguido pelos trópicos do sul”.

Não está claro à primeira vista como, ou mesmo se, esses números atualizados ​​afetarão a produção pecuária ou as políticas públicas. A nível individual, porém, as estimativas sugerem que devemos reduzir nosso consumo de carne e produtos lácteos. Nossa dominação sobre esses animais, ao que parece, agora nos cobra um alto preço. 

Por carolina goettenem, em hiperciência

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quarta-feira

Acredite! Poluição de Manaus compromete a Floresta Amazônica ao ‘reduzir’ chuvas. Pode?

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Floresta Amazônica

Parece brincadeira, não é verdade? Mais engraçado, entre aspas, é a manchete de outra matéria sobre Manaus que estaria empenhada em sair da lista das cidades menos arborizadas do país. Pode? 

Será se caberia o velho ditado popular segundo o qual “em casa de ferreiro o espeto é de pau”?

Leia também:   
Incrustada na maior floresta tropical do planeta... “Um mar de árvores”... E às margens do pequenino Rio Amazonas, ou melhor, de seu afluentezinho Rio Negro, e devolve este verdadeiro “presente de grego” para a floresta...

Se com uma infra dessa, passa por problemas desta ‘natureza’... Imagina o que não se faz por aí com a poluição livre ‘leve’ e solta?
"Poluição de Manaus inibe a fotossíntese da floresta e reduz a formação de chuvas
Está comprovado: a poluição urbana produzida pela cidade de Manaus tem influência direta – e potencialmente prejudicial – sobre a biogeoquímica da floresta amazônica. Por onde passa, a pluma de poluição que emana da capital amazonense interfere nos mecanismos de produção de partículas de aerossóis, com consequências nos mecanismos de formação de nuvens, sua evolução e a produção de chuva. A interação da pluma urbana com as emissões naturais da floresta produz ozônio em níveis que podem ser fitotóxicos para a vegetação.

É o que mostra o artigo “Fotoquímica do isopreno sobre a Floresta Amazônica”, que acaba de ser publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

Trata-se de um dos primeiros resultados da campanha científica internacional GoAmazon, um grande experimento realizada ao longo de 2014 e 2015 ao redor de Manaus, envolvendo vários projetos financiados pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos (DoE, na sigla em inglês), a FAPESP e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), entre outros parceiros.

O projeto liderado por Artaxo, “GoAmazon: Interação da pluma urbana de Manaus com emissões biogênicas da Floresta Amazônica”, foi desenvolvido no âmbito do Programa de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas da FAPESPe utilizou, entre outros recursos, dois aviões de pesquisa com instrumentos de última geração que sobrevoaram extensivamente a Amazônia central ao longo de 2014 (Mais informações em: agencia.fapesp.br/20150/).

“O foco dos estudos foi desvendar os mecanismos de interação entre as emissões de Manaus e as da floresta”, diz Paulo Artaxo, professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP) e um dos coordenadores do experimento GoAmazon. Com cerca de 400 trabalhos publicados e mais de 12 mil citações, Artaxo foi um dos quatro brasileiros citados no início do ano entre os pesquisadores “mais influentes” do mundo pela empresa Thomson Reuters.

Segundo Artaxo, a floresta emite naturalmente os chamados compostos orgânicos voláteis (VOCs) como parte do seu metabolismo. Uma vez na atmosfera, os VOCs interagem com outros gases e são oxidados. Esse processo tem papel fundamental na formação de nuvens e, consequentemente, da chuva que cai na região.

É neste ponto que a pluma de poluição manauara mostra a sua influência. As emissões que saem das chaminés industriais e dos escapamentos da frota de veículos formam uma pluma de poluentes na troposfera sobre Manaus. Tal pluma é continuamente transportada pelos ventos para longe da cidade, geralmente na direção oeste, formando uma mancha atmosférica que se estende por 100, 200 e até 300 quilômetros (km) de distância.

Os gases poluentes da pluma alteram as reações químicas dos VOCs na atmosfera, produzindo mais ozônio e mais partículas de aerossóis do que ocorreria naturalmente longe da presença da pluma de poluição. “O ozônio é um gás fitotóxico. Ele é tóxico para as plantas em altas concentrações”, diz Artaxo.

A concentração normal de ozônio na troposfera da Amazônia é muito baixa, de 10 a 15 partes por bilhão (ppb) no meio do dia. Por onde passa a pluma poluente de Manaus, as concentrações de ozônio quadruplicam, saltando para 40 a 50 ppb. “A maior concentração de ozônio inibe a fotossíntese, pois faz com que os estômatos não se abram para a realização da fotossíntese. Como resultado, as plantas absorvem menos carbono da atmosfera. Nessas condições, a vegetação tem a fotossíntese reduzida”, afirma Artaxo. “Uma exposição de longo prazo da vegetação a elevadas concentrações de ozônio levaria a uma redução na quantidade de biomassa da floresta que estiver sob a influência da pluma de Manaus". 


Tal redução ainda não foi verificada in loco, sublinha o físico brasileiro. “Esta aferição é muito difícil. Requer um monitoramento de longo prazo. Sabemos do efeito nocivo das altas concentrações de ozônio sobre as plantas graças aos estudos em estufas artificiais. Quando as plantas são submetidas a concentrações de ozônio de 40 a 50 ppb. a fotossíntese é reduzida. Estamos neste momento desenhando novos experimentos que vão tentar quantificar qual seria o efeito da pluma de Mansu na floresta,” completa Artaxo.

Interações entre partículas

Um segundo efeito importante observado no experimento GoAmazon diz respeito às interações entre as partículas formadas pela interação dos VOCs naturais da floresta com os óxidos de nitrogênio emitidos pelos carros e indústrias. Foi observada uma produção alta de partículas como resultado da interação da poluição com as emissões da floresta. Essas partículas afetam os mecanismos de formações de nuvens, formando gotas menores, que demoram mais para crescer e evoluir, potencialmente diminuindo a chuva para nuvens formadas a partir da interação entre a poluição com as emissões da floresta. “Ainda não temos uma quantidade precisa do efeito, só estudamos os mecanismos até o momento”, afirma Artaxo.

A compreensão de tais efeitos terá aplicação em toda a Amazônia, dado que a pluma de poluição sobre a floresta não é uma exclusividade da área urbana de Manaus. Ela existe, em menor grau, em todas as outras cidades amazônicas, como Belém, Santarém, Porto Velho e Rio Branco.

O artigo Isoprene photochemistry over the Amazon rainforest (doi: 10.1073/pnas.1524136113), assinado por Artaxo e Yingjiun Liu, Joel Brito, Matthew R Dorris,Jean C.Rivera-Rios, Roger seco, Kelvin H.Goldstein, Alex B. Guenther, Antonio O. Manzi, Rodrigo A.F. Souza, Stephen R. Springson, Thomas B. Watson, Karena A. McKinney, and Scot T. Martin, publicado em Proceedings of the National Academy of Sciences, está acessível no endereço:  http://www.pnas.org/content/early/2016/05/10/1524136113.abstract

Por Peter Moon | Agência FAPESP 

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sexta-feira

A Europa em alerta com o retorno do uso de lenha nas residências e o aumento da poluição


Embora os riscos sobre o controvertido aquecimento global, sobretudo depois de denuncias de fraudes e outras manipulações nos dados divulgados, quando até a expressão está sendo gradualmente deixada de lado e substituída por mudanças climáticas, que pode não ter nada a ver com as atividades humanas, o fato é que a poluição ambiental e atmosférica faz mal, sim, à saúde das pessoas.

São dados que aparecem pouco na mídia, mas, uma infinidade de doenças é provocada ou agravada pela poluição e seu grande coquetel de elementos químicos nocivos à vida.

Veja tambem: Mortes por poluição – pesquisa FAPESP
 
Diante da grande crise econômica que afeta o mundo, sobretudo, a União Europeia e os EUA, combustíveis mais poluentes como o óleo diesel e carvão, além de praticas antigas que seriam inconcebíveis – e desnecessárias – para as pessoas aqui, no Brasil, como o retorno ao uso de lenha, por exemplo, por ser mais barata que as outras opções, nas residências em países europeus, está, também, na causa do aumento da deterioração ambiental

Logo, embora não se fale muito em crise de União Europeia e seus efeitos perversos na qualidade de vida da população, por aqui, com a mídia dominante que fez a opção de não fazer jornalismo e sim servir de panfleto partidário oposicionista ao governo, fatos assim não serão vistos, jamais em um “Fantástico” ou Jornal Nacional, por exemplo, o que poderia servir também como fator de comparação com a situação local, no país.

Pois, o propósito é filtrar ou selecionar o que podem de coisas ruins para tentar alimentar o “espírito de vira-latas” de muitos, que insistem em continuar considerando que o Brasil é o “o” do mundo, e que os governos Lula e Dilma seriam os responsáveis por isso.

O interessante é que estas pessoas que tiveram suas vidas alteradas e melhoradas nos últimos anos acham que isso se deve a algo, tipo uma “geração espontânea”, ou seja, surgiram do nada.


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segunda-feira

De COP em COP os desafios ambientais continuam sendo empurrados com a barriga

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Mapa climático mundial
Estas “COPs” que se repetem a cada ano, nada mais são do que tentativas de ratificar o primeiro protocolo, o do Kioto, acordo assinado no Japão em 1997, que é letra morta desde então, em função, sobretudo, da negativa dos EUA em assumir a sua parte no corte de emissões, como grande emissor histórico que é.

O resto e conversa jogada fora.

E, pelo visto, esta, a COP18, vai pelo mesmo caminho com mais "tranquilidade", já que a desculpa da crise econômica vai facilitar as coisas, e mais países: Japão, Canadá, Rússia e Nova Zelândia, já disseram que não pretendem assinar um segundo período do acordo.

A realidade é que nunca se usou tanto carvão mineral como agora – o maior vilão das emissões de CO² – com a desculpa da deterioração das condições econômicas, tanto na UE como nos EUA e muitos outros países. É que ele é relativamente abundante e barato, por ter uma distribuição mais democrática no mundo, ao contrário de outras fontes de energia como o gás natural e o petróleo.

A contradição desta COP18 começa com o local do encontro, Doha, no Qatar, que é um micro país criado artificialmente sobre um super poço de gas natural e detém o recorde de maior emissor “per capta” de CO² do mundo.

É que o pais vem tentando se especializar em sediar grandes conferências e eventos de todo tipo, como uma tal “Rodada do Doha”, da Organização Mundial de Comércio, em uma tentativa de acordo internacional para a redução de barreiras comerciais que, como agora vai acontecer com a COP18, não deu em nada.

O que se espera é que de COP em COP algo de concreto acabe saindo, mesmo que de forma pontual e menos ambiciosa do que o Protocolo de Kioto, que já nasceu caduco.

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quinta-feira

Em vez de aquecimento, teremos uma nova era glacial. Dizem cientistas do clima


Ao contrário do que se prega, e se espera, podemos ter uma “bela surpresa” em termos climáticos. Em vez dos anos tórridos que seriam provocados pelo efeito estufa, o que teremos é uma nova era glacial. É isto mesmo! Uma nova era glacial com uma baixa de temperatura entre 9º e 18º graus, sobretudo, no hemisfério norte. Duvida? Confira abaixo.

Estradas na Espanha no inverno em 2010
William Curry é um cientista do clima e não um crítico de arte. Mas ele passou muito tempo analisando o quadro “George Washington Atravessando o Delaware”, de Gottlieb Leutze, que mostra um barco carregado de soldados coloniais americanos em um rio congelado no dia seguinte ao Natal de 1776.

“Posso afirmar que esse tipo de coisa simplesmente não acontece mais”, diz Curry.

Pode voltar a acontecer em breve. E as cenas de congelamento como as imortalizadas as pelo pintor flamengo do século 16 Pieter Brueghel, o `Velho`, também poderão voltar à Europa. Seus quadros, incluindo a obra-prima de 1565 “Caçadores na Neve”, fazem as paisagens europeias, hoje temperadas, parecerem mais a Lapônia.

Esses cenários gélidos foram comuns durante um período que durou aproximadamente de 1300 a 1850, porque grande parte da América do Norte e da Europa foi tomada por uma pequena era glacial.

Um número cada vez maior de cientistas, incluindo muitos na base de operações de Curry, o Instituto Oceanográfico Woods Hole, em Massachusetts acredita que há condições para um novo resfriamento prolongado, ou pequena era glacial.

Embora ninguém esteja prevendo uma camada de gelo brutal como a que cobriu o hemisfério norte de geleiras cerca de 12 mil anos atrás, o próximo resfriamento poderá reduzir as temperaturas médias em 9º C sobre grande parte dos Estados Unidos e 18°C no nordeste americano, no norte da Europa e da Ásia. Leia mais...

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terça-feira

O Regime Planetário ou a nova utopia de poder e hegemonia


John Holdren
Este texto do livro “Ecoscience: Population, Resources, Environment”, do assessor para Ciência do presidente Obama, John Holdren, talvez ajude a explicar o pano de fundo onde se desdobram toda a campanha alarmista e apocalíptica do mais que controvertido, mas, pseudo, aquecimento global.

Escorados nesta ideia é que surge o conjunto de propostas que tentam tirar da alçada particular ou da decisão soberana de cada pais ou povo, o poder de gerir e usar os seus próprios recursos naturais, notadamente dos países pobres, em desenvolvimento ou emergentes.

Estes últimos – os emergentes – não só ameaçam, mas, já estão, de fato, virando a mesa no que se refere a poder econômico e político, enquanto os países hegemônicos tradicionais – EUA e UE – se veem às voltas com o “osso” de suas próprias decisões, imposições e desmandos .

Um envolvente Regime Planetário controlaria o desenvolvimento, administração, conservação e distribuição de todos os recursos naturais, renováveis e não-renováveis. Ele teria o poder de controlar a poluição não só da atmosfera e dos oceanos, mas também da água doce de rios e lagos. Regularia todo o comércio incluindo todos os alimentos. Ele determinaria a população ótima para o mundo. Ele deveria ter poder para impor limites populacionais aos países. E se Vs. querem saber quem faria o aborto e a esterilização de massa forçados, eu respondo: ‘pois o Regime Planetário com certeza!’Do livro: “Ecoscience: Population, Resources, Environment”. Autores: John P. Holdren, Paul R. Ehrlich e Anne H. Ehrlich

Depois das denuncias que surgiram antes da COP15, em Copenhague, 2009, o Climategate, quando hakers vazaram na rede milhares de e-mails trocados entre os “cientistas” do IPCC, da ONU, “ avalistas” das teorias sobre o aquecimento global, comprovando a manipulação de dados climáticos para os adequarem às suas teorias, o IPCC perdeu a credibilidade e a cada dia mais cientistas comprovam a sua falácia. 

Como a mídia vive e se nutre do bizarro, do sensacionalismo, catastrofismos e de alimentar o medo e a apreensão, divulga com gosto tudo que é dito e, quanto pior, melhor.


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domingo

Protocolo de Kioto será enterrado em Durban?


As conferências climáticas seguem acontecendo como em um ritual de faz de conta, onde nem mesmo se tenta mais posar de bonzinho ou bem intencionado escancarando o que antes era dissimulado, o pouco caso que governos tratam o que seria um grande, senão o maior, problema, não para o planeta em si, mas, para a humanidade como um todo.

Este pouco caso, sobretudo, dos principais protagonistas do que se denomina aquecimento global, só alimenta as suspeitas e denuncias de cientistas de que tudo isso não passaria de uma grande armação, ou seja, que as mudanças climáticas estariam sendo provocadas pelas atividades humanas, notadamente, as emissões de carbono.

Seria um jogo de cena para tentar “deter” a grande escalada dos países emergentes que não só ameaçam, mas, estão virando à mesa no equilíbrio econômico e de poder e relativizando a hegemonia dos EUA e União Europeia.


O natimorto Protocolo de Kioto – que se encerra em 2012 – que não vai ter a sua ratificação como querem os ditos países pobres, deve sair de cena na próxima Conferência Climática, a COP17, em Durban, na África do Sul, 30 de novembro a 9 de dezembro próximo, que é – seria – um protocolo de intenções com a exigência de compromissos formais e mensuráveis de corte de emissões dos grandes poluidores ou países ricos, que preferem enterrá-lo de vez, já que não o cumpriram e nem pretendem fazê-lo.

Agindo assim, cria-se o estado ideal para os países ricos ou desenvolvidos. A total ausência de quaisquer acordos climáticos, ou compromissos, mesmo o fictício como o Protocolo de Kioto, a incomodá-los e todos poderão dedicar-se ‘sem problemas’ a recuperarem as suas combalidas economias que eles próprios detonaram, já que não veem conseguindo repassar as próprias culpas sobre as emissões históricas de carbono para os outros.

Fonte: BBC

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sábado

A empáfia do Obama na Conferência Climática

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Às vésperas da COP 17, em Durban, na Africa dos Sul, ((28 Novembro - 9 Dezembro 2011), quando não existe nada a comemorar ou esperar nas negociações sobre o acordo climático, esta imagem lembra da COP 15, quando o Obama, que ainda se achava “por cima da cocada preta”, como se diz, posa de dono do mundo e ‘mela’ de vez a conferência e ajuda a determinar o destino das demais, já que ratificou a ausência histórica total de seu país - até então o maior responsável isolado pelo que se denomina Aquecimento Global - de qualquer compromisso, desde o caduco Protocolo de Kioto.

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Engarrafar bufa de vaca. É a ideia de universidade britânica para conter gases



Imagem de experiência feita na Argentina
Seria uma tentativa de reduzir, ou eliminar, os gases emitidos pelos ruminantes em seu processo metabólico, ou seja, o arroto, e o flato, vulgo peido, que segundo se afirma representam 9% do gás carbônico e 33% do metano emitidos na atmosfera.

O que é bastante controvertido. É como a estoria do macaco que poe a batata para assar e ao vê-la queimando tenta tirar do fogo com a mão do gato.

É uma forma de desviar a atenção dos verdadeiros responsáveis que, diga-se passagem continuam tranquilamente a queimar o barato e democrático – existe em todo lugar – carvão mineral, com a desculpa de crise econômica. Este sim, é considerado o verdadeiro vilão do aquecimento global que é usado livremente desde a Revolução Industrial.

Claro que qualquer coisa que se venha a fazer, ajuda. Mas dai a demonizar o gado é outra conversa. E veja que eu sou vegetariano, mesmo, há muito tempo e por mim se parassem com a reprodução do gado e produção da carne, qualquer uma, não faria a menor diferença.

Esta ideia, se der certo, iria influenciar sobretudo o gado confinado em fazendas na UE e EUA, pois a maior parte do gado criado no mundo é feita em criações extensivas, comendo capim, e sabe-se que produzem muito menos destas emissões.

É claro, o gado criado confinado come uma mistura a título de ração que inclui além de cereais, sangue, vísceras e ossos deles próprios, o que gerou doenças radicais como o mal da vaca louca na Inglaterra, provocada pelo consumo desses componentes em sua alimentação.

Logo, o excesso de gases no gado europeu e norte americano, nada mais é do que resultado da má digestão em função da dieta que recebem, já que, como se sabe, são animais herbívoros.

Agora, esta ideia proposta pela Universidade de Bangor, no Pais de Gales, de engarrafar a bufa das vacas é mesmo hilária, isto mesmo, imagine milhares de vacas carregando artefatos como os da imagem, com tubos ligados em seus intestinos... Hilária se não fosse cruel, ao trazer mais este desconforto ao gado que já leva uma "vida de cachorro". Se bem que a ideia não é nova, pois, já foi tentada antes na Argentina.

Fonte: BBC

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domingo

Os problemas da Amazônia não se resumem à Belo Monte

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Enquanto se discute a viabilidade ecológico ambiental da Usina de Belo Monte, sobretudo, em função do impacto que teria sobre a vida dos índios, muito tem sido feito para violar estes direitos dos índios por empresas multinacionais com anuência ou omissão dos órgãos oficiais, e ninguém se interessa, tanto a mídia, frequentemente com discurso colonizado e antinacional ou as ONGs.

Estas últimas, mais ‘coerentes’, pois, o que se suspeita e discute é sua função de testa de ferro de interesses estrangeiros – empresas, corporações e governos – na Amazônia, utilizando como pretexto o falso discurso humanitário de proteção dos índios.

As denuncias e suspeitas sobre um projeto de longo prazo para a internacionalização da Amazônia, decididamente o maior e mais rico sitio mundial em recursos minerais, água e biodiversidade, parecem se confirmar.

Então, porque elas – as ONG – aceitam pacificamente a exploração mineral dentro de terras ianomanis na Amazônia por multinacionais estrangeiras, em projetos que incluem o aliciamento das comunidades indígenas, e engrossam o discurso com Belo Monte, se os motivos alegados custos ambientais e indígenas - são os mesmos?


Seria talvez porque o projeto da usina significa uma “posse mais efetiva” do Estado brasileiro na região?
A luta em torno da Reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, que se arrastou por décadas acabou por representar uma vitória da soberania nacional sobre um território praticamente internacionalizado, já que, ao contrario do que queriam as ONG, aos índios foram concedidos, apenas, o usufruto e não a posse e autonomia da área. 

Leia mais:
O movimento ambientalista gerido sobretudo por ONG estrangeiras, deve ser melhor observado e/ou avaliado se realmente serve aos interesses genuínos de preservação ambiental, sobretudo quando se ocupam em “aprovar greve de fome para os outros fazerem”, já que os países que as patrocinam não abem mão de seus privilégios conseguidos dilapidando os recursos do planeta e criando o tal do efeito estufa, enquanto pregam um ‘ambientalista utópico’ para enganar aos incautos.

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quinta-feira

Aquecimento Global, uma farsa? Confira vídeos!




O “mito” do aquecimento global entranhou de tal maneria nos meios de comunicação, que o contraditório ou a refutação que são inerentes ao processo de produção científica foram inteiramente revogados, e os opositores desta ideia já hegemônica, são silenciados a partir do momento em que não teem qualquer visibilidade na mídia internacional que historicamente servem a interesses nem sempre, ou quase nunca, revelados ou confessados.

Confira os vídeos acima, respectivamente o 1º e o 8º e clique no link: A grande farsa do aquecimento global e veja o restante, isto se você preferir ouvir outros lados da “verdade”, e com isso tirar as suas próprias conclusões e não apenas se fiar nos Jornais Nacionais da vida, embora seja mais cômodo, mas, com certeza, menos inteligente.

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