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domingo

O aumento do estresse, de perda da qualidade de vida, baixa do sistema imunológico..., e a crise

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Uma figurinha carimbada hoje nos corações e mentes de praticamente todo mundo é o tal do estresse. É isso, o estresse.

Em principio era algo que “se pegava” na rua, ou seja, fora de casa, tipo rua mesmo, trânsito, trabalho e outras atividades externas, e ao chegarmos em casa, é como se nos aliviássemos na entrada para entrar livres, leves e soltos  para o merecido descanso.  

Mas o que ocorre hoje é que em função da forma como vimos tocando as coisas, a nossa própria vida doméstica, reduzimos ou mesmo eliminamos esta diferença, transformando nosso antigo reduto de descanso em uma continuação dos ritmos externos e vivemos praticamente todo tempo estressados.

A própria forma como arrumamos ou organizamos, aspas, nossas coisas, nosso espaço pode ter tudo a ver com isso.

Em função da perda gradual do índice de qualidade de vida – e baixa do sistema imunológico – que vem adquirindo um caráter quase endêmico, sobretudo nas cidades maiores, pesquisas variadas veem sendo feitas por universidades em todo o mundo, não só no sentido de identificar os seus focos, como buscar um jeito de equacionar e solucionar estes fatores de estresse em nossa vida, casas, em nosso cotidiano.

Este surto epidêmico com o corona, que radicalmente promoveu uma parada na vida e cotidiano de todo mundo, não chega a ser grande novidade em termos históricos, mas um fator que lhe potencializa, e muito, é a perda acentuada de qualidade de vida hoje, com grande queda na imunidade natural associada á perda de cuidados e de preservação dos ritmos mais naturais de vida.

Logo, é um momento para repensarmos nossas atividades e ritmos de vida como um todo buscado não só resgatar mais adicionar mais qualidade de vida ao nosso cotidiano.

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quinta-feira

Abaixo assinado pelo fim do "produtivismo" para construir mundo pós-pandemia

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Veja manifesto francês que surgiu na esteira da grande crise:

(...) O manifesto "Iniciativa Comum" defende a solidariedade nacional que deve intervir para ajudar os inquilinos a pagar as contas de água e luz, fornecer alimentos, máscaras gratuitas e outros apoios excepcionais individuais necessários. "Defendemos uma sociedade que reconheça e saiba valorizar todos os trabalhadores, sem os quais ela não funcionaria nem durante a crise, nem depois dela", dizem os signatários. Para eles, o salário desses trabalhadores invisíveis, profissionais da saúde e professores, tem que ser valorizado. (...)

A ideia de um novo mundo fundamentado em novos valores, mais humanitários e ambientais no pós-coronavírus, ainda rola como esperança em função do medo que faz muita gente repensar as coisas e achar que algo de consistente mudou ou pode mudar.

Mas passando a crise tudo deve cair na real, em que pese às expectativas da continuidade de riscos em aglomerações, por exemplo, tudo deve voltar ao normal e a vidinha costumeira voltará a rolar naturalmente.

Sobretudo porque o sistema econômico – mundial diríamos assim – está a postos para retomar as rédeas e não desiste de minimizar os riscos da coisa desde que seus lucros sejam mantidos.

Veja imagem na França, imediatamente após a suspensão da quarentena, na porta da Zara.

A morte de um bom número de pessoas não vai chegar a comprometer o mercado consumidor, principalmente por que se espera que morram os pobres, o que, no final não vai feder nem cheirar.

Claro que vão rolar movimentos mundo a fora que tentarão fazer algo no sentido da tal oportunidade de reformulação, mas, o muito que pode rolar é uma revitalização dos movimentos ambientais que andaram sumidos.

Sumidos porque foram sugados pelo grande mercado consumidor, que acabou por deglutir tudo, inclusive ou, sobretudo, os corações e mentes de todos, enquanto o processo de detonação do planeta como um todo..., vai muito bem, obrigado!

Veja mais sobre o movimento francês: Movimento pós-crise

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segunda-feira

Anvisa dá aval para fábrica de nova bebida chique e saudável

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Anvisa dá aval, e empresa se prepara para vender água do mar engarrafada no Brasil
Empresas envasadoras de água dessalinizada se preparam para levar o produto ao mercado brasileiro já no ano que vem. Isso será possível graças ao aval dado a elas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) nessa sexta -feira (18).

Sócio da Ocean Par, Silvio Paixão contou ao jornal que a empresa já exportou para mercados de baixa abundância de água doce, mas suspendeu as operações para reformular o processo. Agora também quer fazer condimentos com o que sobra do tratamento da água do mar.

A meta no Brasil é vender com preço acima da água mineral e abaixo das importadas, sobretudo em busca de consumidores que optam por bebidas saudáveis.

A empresa conseguiu autorização para atuar nesse mercado antes mesmo da publicação das regras da Anvisa.

Em Yahoo

É isto aí que você leu “ipsis litteris”... [os grifos são meus], uma palavra mereceu um grifo duplo (?), condimentos...

Já imaginou a quantidade de ‘gente chique’ que vai sair correndo atrás da novidade?

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quarta-feira

Talvez seja a hora de voltarmos a falar em produtos orgânicos na alimentação

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Nestes tempos polêmicos sobre a invasão de agrotóxicos perigosos [mais perigosos] na agricultura nacional, inclusive alguns letais, diretamente para as abelhas, embora o sejam também para nós como consequência direta, talvez fosse interessante começar a prestar mais atenção ao que consumimos.

Parece que, sabe-se lá o porquê, as questões ambientais vêm sendo deixadas de lado, onde até se questiona sua autenticidade [veja aqui], e pior, tem muita gente indo na conversa.
Confira: Como fazer para identificar um produto orgânico
Mas, voltando, veneno é veneno, sobretudo se já tem efeito comprovado, 
logo, a conversa sobre produtos orgânicos deva entrar na ordem do dia. É como vi uma frase outro dia: “O dinheiro que se gasta a mais com o produto orgânico, se economiza na farmácia e no médico”.

Talvez a mudança possa ser feita de forma gradual, descartando [substituindo] a princípio aqueles mais perigosos e que nem desconfiamos.

Dê uma olhada nesta lista da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), aqui.

Neste artigo acima você encontra mais informações sobre os produtos orgânicos, ou como reconhecê-los, inclusive uma boa fonte de informação é a cartilha O Olho do Consumidor, ilustrada pelo Ziraldo, logo mais antiga, mas com suas informações atuais e bem oportunas.

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terça-feira

Vegetarianismo e/ou veganismo, um pouco mais do que modismos. Ou porque você vai acabar fazendo

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Clique na imagem para ampliar
Em que pese à brincadeira com os vocábulos, a questão parece mais seria e, “por bem ou por mal”, como se diz, vai acabar entrando na ordem do dia pra valer. Isto é, além dos modismos periódicos ou não obstante os ‘legítimos’ que optaram, mesmo, como uma filosofia de vida e de respeito à vida animal.

Ou seja, vegetarianismo e/ou veganismo passam por ondas periódicas de animação e sucesso para, da mesma forma como surgiram, acabarem sumindo em meio a outro modismo mais ‘na moda’, digamos assim.
Veja: Porque você pode acabar se tornando vegetariano
Mas, dados sobre a criação de animais, sobretudo na produção de carnes, vem assumindo índices verdadeiramente insustentáveis no médio logo prazo, logo, por uma mera questão de logística de produção ou da simples sobrevivência, entre aspas, algo terá que ser feito ou mudado.

As conclusões científicas não são novas, mas a atualização de índices não deixa a menor dúvida do crescendo da situação, da absoluta falta de condições de se continuar a produzir carne como vem sendo feito até agora.

É como se diz: ‘A terra nun guenta o tranco!’

Estes dados na imagem foram publicados recentemente pela ONU Meio Ambiente.

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O que seu celular e whattsapps têm a ver com a preservação da vida? É isso, da sua também

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A questão da importância das abelhas na preservação da vida, da nossa vida no planeta não chega a ser lá uma informação assim, como poderíamos dizer... Tão disseminada, conhecida, já que as abelhas são normalmente associadas, apenas, ao mel.

Falta de conhecimento este que não diminui a importância e os riscos decorrentes de seu fim e comprometimento da vida, pelo contrário, só aumenta, complica.

A questão ambiental como um todo perdeu prestígio nos últimos tempos, como se o planeta e seus recursos vitais, diríamos assim, estivessem às mil maravilhas, e a vida... Vai muito bem obrigado.

Tem até gente dizendo que aquecimento global e mudanças climáticas... É pura balela comunista. Não, não é só no Brasil, o fascista de plantão nos EUA vai pelo mesmo raciocínio.
Confira o quadro catastrófico: O desaparecimento de polinizadores – borboletas e insetos – coloca em risco a sobrevivência da humanidade
Além dos fatores tradicionais, digamos assim, que podem levar ao desaparecimento das abelhas como o agronegócio, para ficarmos só neste exemplo, um fator radical foi identificado como o mais novo vilão. O celular!

É, o celular, esse “ser” omnipresente não só em nosso cotidiano, mas nos corações e mentes de, praticamente, todo mundo...

A notícia nem é tão nova assim, é de 2016, o que, longe de aliviar, complica ainda mais, já que de lá pra cá o número de celulares...*
“As abelhas estão morrendo e a culpa é dos celulares, afirma cientista
Ondas deixam os insetos desorientados, provocando o abandono das colmeias e a morte.

Cientistas dizem ter provas de que os sinais dos celulares são os responsáveis pela queda repentina da população mundial de abelhas.

Pesquisadores da suíça descobriram que as micro-ondas têm confundido os insetos, que começam a voar erraticamente e depois morrerem precocemente.

A equipe de cientistas colocou telefones celulares em uma série de colmeias sob condições controladas e monitorou os resultados. Foram 83 experimentos medindo a reação das abelhas quando o telefone estava desligado, em stand by, ou realizando uma ligação.

O barulho produzido pelas abelhas aumentou mais de dez vezes quando o celular recebia ou realizava uma ligação. O nível sonoro voltava ao normal quando o aparelho era desligado ou era colocado em stand by.

De acordo com Daniel Favre, líder da pesquisa, as ondas dos telefones claramente irritam as abelhas. “Elas emitem um sinal para evacuar a colmeia, mas ficam tão confusas que muitas morrem voando”, disse Favre em entrevista ao jornal inglês Daily Mail.

O estudo não é o primeiro a relacionar telefones celulares e a morte de abelhas. Em 2008, um pesquisador alemão descobriu que os insetos se recusavam a voltar à colmeia quando telefones celulares eram colocados em torno da estrutura. Perdidas e desorientadas, elas morriam.

Em março de 2010 um relatório da ONU alertou que a queda repentina na população de abelhas está sendo causada por uma “tempestade perfeita de perigos e ameaças”. Cientistas já identificaram mais de dez fatores – de pesticidas químicos a perda de flores nativas – que conspiram contra as abelhas.

Em Veja
* No Brasil são 235,45 milhões de linhas de telefonia móvel, segundo o jornal o Valor. No mesmo período, – julho de 2018 – dados do IBGE estimam a população em 208 milhões de habitantes. 
Em dados de fevereiro de 2018, segundo informações de O Globo, o número de usuários únicos de celular no mundo era de 5 bilhões de aparelhos, para uma população estimada de 7,6 bilhões de habitantes, em dados de 2017 segundo a ONU.
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sexta-feira

Como usar dicas simples para não desperdiçar água. Vale à pena dar uma olhada

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A água é tão omnipresente em nosso cotidiano que dificilmente imaginaríamos um cenário sem ela, não é verdade? Entretanto, a avaliar pelo que andam fazendo com ela por aí... Não seria tão absurdo assim chegarmos a ter que usá-la de forma radicalmente racional em algum momento, ou seja, racionamento.

Logo, não custa começarmos a fazer a nossa parte e usá-la com mais racionalidade e bom senso em nosso dia a dia.

Aqui no Brasil detemos um dos seus grandes reservatórios – cerca de 12% de toda a água doce superficial disponível no planeta  mas nada que justifique o seu desperdício. Pelo contrário, precisamos é cuidar muito bem desta preciosidade.
Veja também: 
 - Quando não falta ‘só’ água 
 - Reuso da água uma ideia que pode ser uma boa ideia 
 - Algumas dicas simples no cotidiano dão uma força ao planeta e a vida 
 - Dicas oportunas e eficientes para garantir um uso mais racional da água
Um dado interessante é que sua distribuição não é assim – como poderíamos dizer? – tão equilibrada pelo território nacional. A Amazônia, por exemplo, que tem um percentual pequeno de nossa população, detém 78% do total, ao passo que a densamente povoada Região Sudeste fica, apenas, com 6%.

Como pode ver, um pouco de cuidado nunca é demais.

Veja abaixo algumas dicas simples.
'1 – Use um balde no chuveiro 
Ao esperar enquanto o chuveiro aquece o suficiente para seu banho, muita água escorre pelo ralo sem ser, de fato, utilizada. Para evitar esse desperdício, coloque um balde sob o chuveiro, da próxima vez, dessa forma você estará captando a água que não serviria para nada – e pode utilizá-la para algo útil. 
2 – Capte a água da chuva 
Uma cisterna ou mesmo um barril colocados sob a calha podem fazer maravilhas na captação de água da chuva. Se você não quer gastar muito, opte por um sistema mais simples e barato – qualquer esforço é válido, nesse sentido. A calha te ajudará a captar uma maior quantidade de água a cada tempestade. 
3 – Reutilize 
Quando cozinhar macarrão, não jogue a água usada fora. Posicione o escorredor sobre outra panela para armazenar a água e, depois que ela esfriar, regue suas plantas com ela. 
A cozinha, aliás, é um ótimo lugar para exercitar a reciclagem de água. Não apenas a utilizada no cozimento do macarrão é útil e, ao lavar os vegetais – frutas, verduras e legumes -, você pode posicionar uma bacia embaixo deles e, posteriormente, reutilizar toda aquela água que seria jogada fora. 
4 – Instale um sistema para reutilizar a “água cinza” 
A água cinza é toda água residual – ou seja, que já foi utilizada uma vez – que não contenha esgoto, por exemplo, a água utilizada no banho, na lavagem de roupas ou quando você lava as mãos. 
Há sistemas profissionais para captação e reutilização dessa água, como alguns que enviam a água do chuveiro para a descarga do vaso sanitário. Entretanto, se você não quer gastar com a instalação de um sistema profissional, pode simplesmente dedicar-se a captar a água cinza da sua máquina de lavar utilizando baldes, bacias e mesmo o próprio tanque de roupas. Depois, essa água pode ser usada para lavar as calçadas ou áreas molhadas da casa. 
5 – Não jogue água potável fora 
Isso serve para aqueles copos e outros recipientes contendo água, que podem ser esquecidos pela casa. Ao encontra-los, a atitude natural seria jogar o conteúdo fora, mas vale a pena pensar melhor: regar as plantas, por exemplo, pode ser uma boa saída para não desperdiçar H2O.'
Com informações de dicasdemulher

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terça-feira

Algumas curiosidades que podem despertar em você o espírito da reciclagem

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Algumas das sugestões – argumentos – utilizados no artigo abaixo, publicado antes, sobre a reciclagem partem de um pressuposto equivocado, não a ideia em si, mas a forma.

É quando cita países com práticas desejáveis, que são relativizáveis, já que alguns são países milenares e com pouca população, ainda, aliado ao fato de terem problemas sérios de abastecimento destes recursos, também em função de suas condições ambientais e territórios pequenos, o que funciona como argumento radical no convencimento da população.

O que há de convir que não é o nosso caso. Claro que não justifica, mas algum ‘espírito de vira-latas’ enrustido faz pressupor serem povos mais evoluídos, entre aspas, e mais conscientes em seu sentido lato, e não movidos por força das circunstâncias.

A lista é pertinente porque coloca à luz do dia, do nosso cotidiano, formas de refletirmos e daí repensarmos práticas costumeiras e que podem ser mudadas em benefício de todos e sem quaisquer ônus adicionais.

Na medida do possível dá para irmos nos adaptando e mudando gradualmente, fazendo aquilo que é essencial, que é básico... A nossa parte, a parte de cada um... Como pressuposto para uma mudança ampla e significativa que altere, efetivamente, o estado de coisa que está aí.

A bola da vez está comigo, está com você...

Confira!
 “Recicla? Não? Dê uma olhada nestes dados – estimulantes – abaixo
O “estimulante” no título parece uma ironia, mas é um misto de brincadeira/estímulo para quem recicla continuar firme e, sobretudo, para quem ainda, não entrou para o “clube”.

Em atualização nos dados sobre reciclagem/reutilização de recursos só muda em índices, o que nem em tudo tem a ver apenas com atuações públicas na área, mas, sobretudo, com a consciência ambiental de cada um, já que todo processo começa na cabeça e depois nos procedimentos dentro de casa/trabalho.

No texto abaixo vai conferir alguns “incentivos” para confortá-lo se já recicla, ou se não, como estímulo para que entre para o “grupo”... A natureza, ou melhor, definindo, a vida, agradece... A de todos os seres, inclusive ou, sobretudo a nossa.
É uma panorâmica sobre o cenário da utilização x reciclagem x descarte ambiental de algumas “figurinhas carimbadas” que fazem parte radical de nosso cotidiano, de nossa vida.

 1 - Economia

Reciclar uma tonelada de papel economiza 2,5 mil litros de petróleo, 26,5 mil litros de água e evita a derrubada de 17 árvores...

2 - Uso nobre

27 mil árvores são derrubadas a cada dia para fazer papel higiênico...

3 - Impressos

95% das informações do mundo continuam sendo armazenadas em papel. A maioria nunca é vista mais de uma vez...

4 - Japão

O papel foi reciclado pela primeira vez no ano 1031, no Japão...

5 - Lâmpada

Reciclar uma única garrafa de plástico pode economizar energia suficiente para manter acesa uma lâmpada de 60 w durante seis horas

6 - Desperdício

Os americanos jogam no lixo 2,5 milhões de garrafas plásticas por hora. Cada uma leva 500 anos para se decompor...

7 - Plástico no tanque

Reciclar uma tonelada de plástico economiza 7,5 mil litros de gasolina...

8 - Lixo marinho

Seis milhões de toneladas de lixo são jogadas no mar todos os anos. Na maior parte, plástico.

9 - Engano fatal

Milhares de criaturas marinhas morrem ao comer sacos plásticos achando que são águas-vivas...

10 - Exemplo

Na Finlândia, são recicladas 9 de cada 10 garrafas plásticas, e quase 100% das garrafas de vidro...

11 - Astronômico

A quantidade de latas e garrafas de refrigerante dispensada pelos americanos em um ano é suficiente para chegar à Lua e voltar 20 vezes...

12 - Som na lata

Reciclar uma latinha de alumínio pode poupar energia para ouvir um álbum inteiro no seu iPod ou assistir TV por duas horas...

13 - Negócio lucrativo

A reciclagem do alumínio economiza 95% do custo de energia para produzir alumínio novo...

14 - Ciclo

Uma lata de alumínio reciclada pode voltar para a prateleira do supermercado em dois meses...

15 - Multa

 Desde 2005, os moradores de Nova York devem reciclar seus aparelhos eletrônicos, ou pagar uma multa de US$ 100 por peça...

16 - Poluição

Se os Estados Unidos elevassem a taxa de reciclagem de 34,5% para 75%, seria o equivalente a remover o monóxido de carbono emitido por 50 milhões de automóveis...

17 - Arquivo secreto

A CIA queima documentos confidenciais para aquecer sua água...

18 - Desvantagem

Nem sempre a reciclagem resulta em economia financeira. Por exemplo, resina plástica virgem custa 40% menos que resina reciclada...

Como pode ver é uma ‘panorâmica’ sobre recursos naturais que estão na ordem do dia em qualquer lugar.

Com informações UOL (30/05/2016) 

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Podar as plantas parece – e é – fácil, veja boas dicas

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Podar plantas parece inútil ou pouco ambiental, entre aspas, mas, é um bom recurso para dar-lhe vitalidade, ‘educá-la’ a adequá-la ao ambiente em sua casa e, ao contrário do que se pensa, adicionar-lhe mais vitalidade.

Cuidar de plantas é uma ‘tarefa que, a bem da verdade, como se diz, faz mais bem a quem cuida do que para a própria planta. E podar é um detalhe simples, que traz bons resultados, tanto para a planta em si como para os ‘olhos de quem tem e cuida’.

Confira:
Como fazer para podar suas plantas e garantir-lhes saúde e beleza
É um recurso necessário para garantir não só o espaço que reservou para elas, bem como para mantê-las sempre belas e saudáveis.

Antes de iniciar certifique-se que esteja com as ferramentas necessárias, e bem amoladas, já que, quando cegas cortam mal e deixam cicatrizes de demorada recuperação que pode comprometer a saúde da planta.

Você pode utilizar uma tesoura de poda convencional ou, se não tem uma à mão, pode usar uma faca super amolada – corte devagar e com cuidado para não ‘mastigar’ ou lascar – ou mesmo um estilete grande o suficiente para a tarefa, já que são bem amolados e eficientes (deixe uma ponta curta ao cortar para evitar acidentes ou que venha a quebrar).
Veja também: Poluição em ambientes internos é real. Veja como suavizar ou combater
É bom lembrar que estas sugestões de ‘ferramentas alternativas’ se reservam a plantas mais tenras e de fácil manuseio. Já que, a depender do caso, pode até usar um serrote, de preferência pequeno e fino.

O primeiro passo seria meio ‘estético/sanitário’. É o caso de eliminar os ramos, e folhas, secos, fracos e doentes. É um procedimento sanitário e estético, quando vai educando/moldando a planta ao seu gosto e às características do espaço onde está localizada.
Na poda convencional, periódica, identifique os ramos ou galhos pouco desenvolvidos em relação aos demais. Ao cortar, pode fazer a opção de fazê-lo logo acima de uma nova gema – ou broto – quando vai ser gerado novo galho mais fino. Mas, caso queira “educar”, mesmo, corte bem rente ao caule ou na haste do ramo maior de onde ele se originou que não voltará a crescer.

Lembre-se.  Tente, antes, visualizar a nova planta que vai surgir depois de sua intervenção. O formato, o rumo do crescimento e o visual final em plena forma e verifique se é o que pretende ao podá-la.

Observe igualmente a sua interação com as vizinhas e o ‘arranjo estético’ final do seu espaço.

Publicado originalmente em Como fazer você mesmo

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sábado

Meio ambiente? Que haja discurso... É só um “chover no molhado”

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O que é isso, mesmo... ?

A tal sociedade de consumo entranhou tanto em nossos corações e mentes, que não existe consciência por parte das pessoas, e muito menos de suas consequências para a vida... Para ‘nossa’ vida...

As campanhas publicitárias que servem de suporte ao lançamento de produtos trabalham com sutilezas da consciência humana, quando o processo de condicionamentos é plenamente imperceptível e extremante eficiente, extremamente eficaz em seus objetivos, ou seja, nos fazer consumir sem limites, como se aquele produto já fizesse parte desde sempre da nossa vida, e sem o qual, muitos deles, não pensaríamos em passar sem... Não conseguiríamos viver...
O trabalho de divulgação, de tentativas de levar á reflexão ao consumidor é de efeitos parcos, quando o tal discurso ambientalista, ‘chove no molhado’, ou usando outra expressão popular, ‘fala para ouvidos moucos’.

Quando as pessoas ouvem, entre aspas, acha até bonitinho, mas, daí a alterar um centímetro de seus hábitos diários... É outra conversa.

Não é à toa que os movimentos ambientais vêm sumindo do mapa, ajudados, com certeza, pelo silêncio obsequioso da mídia, que presta um bom serviço aos seus patrocinadores, aos grandes fabricantes destes tais produtos da lista de antivida, antiplaneta...

Nesta imagem acima tem a relação de alguns produtos “triviais” que estão em nosso cotidiano com suas respectivas vidas... (‘durabilidade’) Longevidades... (leia-se, “empestando o meio ambiente”).

Você toparia parar com algum deles, estes mais longevos, em função destas informações?

Não, né? Eu sozinho não faria diferença... Só que faz, já que o todo, o grande, entre aspas, só se faz com as partes... Pequenas... Individuais...

Sobre o sumiço dos movimentos ambientais... Basta dar um zapeada pelas redes sociais, todas elas... Então, raramente vê-se alguma referência ao tema.

Saiu de moda... E a vida...?

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