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quinta-feira

Quase 25% da energia consumida no país está vindo de termelétricas

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As termelétricas não são nenhum objeto de desejo de ninguém, sobretudo, dentro da perspectiva ambiental, já que usam combustíveis fósseis como o carvão mineral, o óleo e o gás natural. Entretanto, elas constituem a reserva mais segura para garantir o abastecimento interno em ocasiões em que as condições naturais como chuva e ventos (eólica) podem não estar favoráveis como agora, com os baixos níveis de água dos reservatórios das hidrelétricas. Em função disso, depois das experiências com o racionamento de energia no governo do FHC (PSDB), foi criado este sistema de segurança no governo Lula (PT).
Usina Termelétrica Euzébio Rocha
(Cubatão) - Petrobras
"O nível abaixo do normal na maioria dos reservatórios do país faz com que quase um quarto da energia distribuída pelo Sistema Interligado Nacional (SIN) e consumida em todo o país seja proveniente de usinas termelétricas. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), pelo menos 60 usinas termelétricas estão despachando energia, por meio do SIN, de todas os tipos de fontes: eólica, a carvão, a óleo diesel e combustível, nuclear e a gás natural.

(...) O ONS admitiu que os níveis dos reservatórios estão abaixo do normal e que no subsistema Sudeste/Centro Oeste o nível dos reservatórios das hidrelétricas é hoje de 28,9 – o mais baixo para os meses de janeiro dos últimos 12 anos – menor do que o verificado no mesmo mês de 2001, quando houve o último racionamento de energia elétrica no país.

Em todos os subsistemas, o nível dos reservatórios está abaixo ou próximo da Curva de Aversão ao Risco (CAR). No Nordeste, o nível dos reservatórios está em 30,96%; na Região Norte, em 40,48%; e no Sul, em 40,39%.

(...)Procurada pelo Agência Brasil, a Petrobras informou, em nota, que, do total do despacho termelétrico do Sistema Interligado Nacional, previsto para esta semana, cerca de 8,1 gigawatts (GW) serão produzidos em usinas a gás natural, dos quais 5,3 GW em usinas sob controle da estatal.

A nota diz ainda que, além da geração nas usinas a gás natural, a Petrobras deverá fornecer 0,5 GW provenientes de usinas a óleo. (da Agência Brasil)

Para ler o texto completo, aqui.

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segunda-feira

De COP em COP os desafios ambientais continuam sendo empurrados com a barriga

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Mapa climático mundial
Estas “COPs” que se repetem a cada ano, nada mais são do que tentativas de ratificar o primeiro protocolo, o do Kioto, acordo assinado no Japão em 1997, que é letra morta desde então, em função, sobretudo, da negativa dos EUA em assumir a sua parte no corte de emissões, como grande emissor histórico que é.

O resto e conversa jogada fora.

E, pelo visto, esta, a COP18, vai pelo mesmo caminho com mais "tranquilidade", já que a desculpa da crise econômica vai facilitar as coisas, e mais países: Japão, Canadá, Rússia e Nova Zelândia, já disseram que não pretendem assinar um segundo período do acordo.

A realidade é que nunca se usou tanto carvão mineral como agora – o maior vilão das emissões de CO² – com a desculpa da deterioração das condições econômicas, tanto na UE como nos EUA e muitos outros países. É que ele é relativamente abundante e barato, por ter uma distribuição mais democrática no mundo, ao contrário de outras fontes de energia como o gás natural e o petróleo.

A contradição desta COP18 começa com o local do encontro, Doha, no Qatar, que é um micro país criado artificialmente sobre um super poço de gas natural e detém o recorde de maior emissor “per capta” de CO² do mundo.

É que o pais vem tentando se especializar em sediar grandes conferências e eventos de todo tipo, como uma tal “Rodada do Doha”, da Organização Mundial de Comércio, em uma tentativa de acordo internacional para a redução de barreiras comerciais que, como agora vai acontecer com a COP18, não deu em nada.

O que se espera é que de COP em COP algo de concreto acabe saindo, mesmo que de forma pontual e menos ambiciosa do que o Protocolo de Kioto, que já nasceu caduco.

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domingo

Pré-Sal, cobiça e poder global


Como a Amazônia, alvo histórico da cobiça internacional, o Pré-Sal e o alvo da vez. Foi como disse o queridinho dos “ambientalistas” locais, o Al Gore: ...ao contrario do que acreditam os brasileiros , a Amazônia não é propriedade deles, ela pertence a todos nós” , ou como mais de uma vez se referiraram à Amazônia jornais estadunidenses e ingleses. Como diz o artigo abaixo, é só uma questão de tempo para manchetes assim começarem a surgir nos jornalões porta-vozes de países e suas petroleiras multinacionais. E, o que é pior, os “nossos” jornalões e revistas que sempre trabalharam a serviço de interesses não nacionais, ao lado de governos como FHC e seu partido, o PSDB.
Clique na imagem para ampliar
O Pré-Sal pertence à humanidade” é a tradução do título do editorial do The New York Times que irá sair em um futuro não muito distante. A pregação diz que o Pré-Sal é da humanidade porque está em área do globo terrestre que não pertence a nenhum país. Logo após esta afirmação, o jornal lança o conceito de que quem chegar primeiro passa a ter a propriedade do petróleo e do gás produzidos. Estas são as teses principais do editorial, representando a opinião de fortes grupos de interesse do capitalismo internacional.

 A maioria das áreas do Pré-Sal está realmente em mar internacional. Os Estados Unidos não ratificaram o tratado internacional que aceita a faixa de 12 até 200 milhas da costa como pertencente ao domínio econômico exclusivo do país, apesar de 150 nações, das 190 existentes, já o terem ratificado. Porém, este editorial esconderá o fato de que é muito custoso explorar o Pré-Sal sem utilizar bases logísticas no Brasil. Talvez porque esta seja uma batalha posterior.

 Apesar de o editorial ser uma ficção, é bem possível que a tese descrita já esteja sendo germinada. O tema petróleo sofre manipulação da mídia do capital, devido a sua importância estratégica e valor econômico. Tenta-se convencer a pequena parcela da população mundial que está atenta aos acontecimentos sobre a atratividade das posições do capital, que, via de regra, não são benéficas à sociedade.

Usa-se de todos os métodos necessários para tal convencimento, desde o fato de salientar aspectos irrelevantes na análise, para confundir, até mentiras deslavadas. Tem-se liberdade total para criar versões substitutas dos fatos reais. Comunicadores excelentes, capazes de distorcer os fatos, criadores de verdades infundadas, além de analistas hábeis, despojados de compromissos para com a sociedade, estão sempre a serviço do capital petrolífero privado, ofuscando aspectos e valores de maior interesse para o povo brasileiro.


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quinta-feira

Brasil começa a adotar botijões de plástico para o gás de cozinha

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Os botijões de gás, de aço, distribuídos pela Liquigrás, a maior distribuidora de gás de cozinha do país (GLP), controlada pela Petrobras, faz experiência desde fevereiro último em 3 grandes cidades brasileiras com o botijão de plastico com o objetivo de introduzi-lo de vez no mercado nacional em substituição ao convencional.

A nova tecnologia é econômica e ecologicamente mais vantajosa. É mais durável pois não está sujeita a corrosão e à reprovação nos testes de requalificação. Por ser de plástico, é mais leve, mais segura – o gás é mantido em um envolucro interno de aço – e não terá que ser repintado a cada 45 dias como ocorre com o de aço. 

A versão brasileira da nova tecnologia, que terá que ser produzida no país, poderá ainda utilizar as rezinas “verdes” ou o plástico verde desenvolvido pela petroquímica Braskem, parceira da Petrobras no empreendimento.
Embora ainda não se possa mensurar, haverá redução nas emissões de dióxido de carbono (CO²), já que os caminhões gastarão menos óleo diesel no transporte por levarem uma carga mais leve.
Resta saber se o consumidor vai aceitar a mudança e se a nova tecnologia se adaptará às condições de transporte no país.

Fonte: Valor

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terça-feira

Petrobras inicia produção em águas ultraprofundas do Golfo do México


A Petrobras comunica que foi iniciada a produção do campo de Cascade através do poço Cascade 4, interligado ao FPSO (navio- plataforma flutuante de produção, com capacidade de estocagem e escoamento) BW Pioneer, localizado a aproximadamente 250 quilômetros da costa do Estado da Lousiana, em profundidade de água de 2500 metros, no Golfo do México americano, em 25 de fevereiro de 2012.

É o primeiro FPSO a produzir petróleo e gás no setor americano do Golfo do México. O navio-plataforma tem capacidade de processar 80 mil barris de petróleo e 500 mil metros cúbicos de gás por dia, e de estocar 500 mil barris de petróleo. 

O navio possui um sistema de ancoragem desconectável, que permite o seu deslocamento para áreas abrigadas durante a ocorrência de furacões e tempestades, trazendo segurança para a tripulação e o meio ambiente e preservando os equipamentos. (mais…)

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domingo

Com 90% Petrobras controla setor de petróleo no país

 
A quebra do monopólio da Petrobras sobre a exploração de petróleo no país ocorreu em 1997 no governo FHC (PSDB), quando, tambem, foi feita a privatização da empresa. No final de seu governo, o Lula (PT) promoveu a reestatização de fato da empresa, Pré-sal Petróleo S/A. Nova estatal “nacionaliza” o petróleo, em momento oportuno para garantir ao Brasil a posse real das riquezas do pré-sal. 
 
Clique para ampliar
Quatorze anos depois da quebra do monopólio na exploração de petróleo no país, a Petrobras mantém o domínio quase absoluto do setor. Concentra as importantes descobertas dos últimos anos e responde por quase 90% da produção nacional.

Desde 1999, foram enviadas 1.201 notificações de descobertas à Agência Nacional do Petróleo (ANP), mas apenas 152 se mostraram comerciais e receberam ou ainda vão receber investimentos que resultarão em nova produção de óleo ou gás. Dessas 152 descobertas, 92 foram feitas em campos operados pela Petrobras. 

No mar, houve 49 descobertas no período, sendo 39 em áreas operadas pela estatal. A maioria são campos em terra, de pequenas dimensões e que agregam pouco à produção nacional, com exceções importantes como as reservas de gás da Petrobras no rio Solimões e da OGX no Parnaíba.

A estatal também responde pelo maior volume de investimentos previstos para os próximos anos. Planeja investir US$ 215 bilhões até 2015, ou 83,3% do total do setor de petróleo e gás. As companhias estrangeiras são responsáveis pela produção de 10% do petróleo no país. Em outubro, extraíram 216 mil barris de óleo e gás por dia, ante uma produção total de 2,5 milhões de barris/dia.

Os adiamentos das novas rodadas de licitações para exploração - o último leilão foi em 2008 e a 11ª rodada vem sendo postergada desde abril - acentuam o poderio da Petrobras, porque fecham o espaço para a operação de novos concorrentes. "O monopólio está voltando a todo vapor", afirma Wagner Freire, ex-diretor da Braspetro e da Petrobras. (Valor)
 
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quarta-feira

O ambientalismo como “cortina de fumaça” para o que interessa, mesmo


Enquanto os “ambientalistas” fazem a maior zoada em torno dos belo montes da vida e juram que as necessidades energéticas do mundo podem ser supridas com o vento, luz solar direta e outras perfumarias, o mundo real continua na luta encarniçada pelo velho ouro negro que, se alguém disse que ia acabar em breve, só estava jogando conversa fora ou querendo desviar a atenção do que realmente interessa aos “donos do mundo”, atuais e eventuais candidatos.

Acidente provocado pela Chevron
A luta pela posse das novas e/ou até presumíveis ou hipotéticas reservas de petróleo e gás, notadamente, aquelas no fundo dos oceanos, já está com as cartas sendo jogadas à mesa, e não promete cenários nada animadores para as relações internacionais.

Enquanto isso, a velha cortina de fumaça do aquecimento global e dos “ambientalistas” bonzinhos são, provavelmente, em muitos casos, nada mais do que “bois de piranha” para abrir passagem para os reais objetivos de, e dos de sempre, hegemonia e poder.

Foi como disse o conhecido chanceler de ferro, o prussiano, Otto von Bismark, (1815 - 1898): “O povo não precisa saber como são feitas as salsichas”.

 Leia tambem:  

O episódio envolvendo o acidente provocado pela petroleira norte-americana Chevron e as suas, mais que meras suspeitas, mas, intenções de acessar o pré-sal propriamente dito, por vias ilegais, além do descaso com que tratou as autoridades nacionais, dissimulando dados, escondendo informações vitais, enquanto a mídia associada local (PIG) tentou – mais não colou – botar a culpa na Petrobras, mostra a natureza dos seus métodos e as suas reais intenções.

Práticas estas que, diga-se de passagem, deve ser o seu “código de conduta” normal em terras dos outros, o que não é de estranhar, já que é o mesmo adotado pelo governo do seu país. Vide as justificativas para invadir, destruir e roubar as reservas de petróleo e gás do Iraque, para ficar só neste exemplo.

Clique no link: a “guerra do petróleo” e veja um “esquema” com o quadro que se desenha no mundo sobre as tentativas de domínio das novas reservas.

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sábado

Engarrafar bufa de vaca. É a ideia de universidade britânica para conter gases



Imagem de experiência feita na Argentina
Seria uma tentativa de reduzir, ou eliminar, os gases emitidos pelos ruminantes em seu processo metabólico, ou seja, o arroto, e o flato, vulgo peido, que segundo se afirma representam 9% do gás carbônico e 33% do metano emitidos na atmosfera.

O que é bastante controvertido. É como a estoria do macaco que poe a batata para assar e ao vê-la queimando tenta tirar do fogo com a mão do gato.

É uma forma de desviar a atenção dos verdadeiros responsáveis que, diga-se passagem continuam tranquilamente a queimar o barato e democrático – existe em todo lugar – carvão mineral, com a desculpa de crise econômica. Este sim, é considerado o verdadeiro vilão do aquecimento global que é usado livremente desde a Revolução Industrial.

Claro que qualquer coisa que se venha a fazer, ajuda. Mas dai a demonizar o gado é outra conversa. E veja que eu sou vegetariano, mesmo, há muito tempo e por mim se parassem com a reprodução do gado e produção da carne, qualquer uma, não faria a menor diferença.

Esta ideia, se der certo, iria influenciar sobretudo o gado confinado em fazendas na UE e EUA, pois a maior parte do gado criado no mundo é feita em criações extensivas, comendo capim, e sabe-se que produzem muito menos destas emissões.

É claro, o gado criado confinado come uma mistura a título de ração que inclui além de cereais, sangue, vísceras e ossos deles próprios, o que gerou doenças radicais como o mal da vaca louca na Inglaterra, provocada pelo consumo desses componentes em sua alimentação.

Logo, o excesso de gases no gado europeu e norte americano, nada mais é do que resultado da má digestão em função da dieta que recebem, já que, como se sabe, são animais herbívoros.

Agora, esta ideia proposta pela Universidade de Bangor, no Pais de Gales, de engarrafar a bufa das vacas é mesmo hilária, isto mesmo, imagine milhares de vacas carregando artefatos como os da imagem, com tubos ligados em seus intestinos... Hilária se não fosse cruel, ao trazer mais este desconforto ao gado que já leva uma "vida de cachorro". Se bem que a ideia não é nova, pois, já foi tentada antes na Argentina.

Fonte: BBC

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segunda-feira

Dilma pretende exportar o pré-sal, “in natura”

Plataforma da Petrobras

A estratégia da Dilma, anunciada por ocasião da visita do Barack Obama, de tornar o Brasil do pré-sal um fornecedor preferencial de petróleo e gás aos EUA, festejada pelos norte-americanos e alguns setores aqui no país, é um grande equívoco.

Vamos simplesmente substituir as ditaduras árabes e norte-africanas subsierventes aos EUA e União Europeia, que ditam as regras e preços e, como está ocorrendo, agora, na Líbia, ficar à merce de intervenções armadas quando alguma conveniência interna, no país, vier, em algum momento e lugar no futuro, resolver mudar esta política de exportação do petróleo “in natura", visando favorecer aos interesses e/ou necessidades internas.

O presidente Lula, o “pai do pré-sal" em cujo governo aconteceu, graças aos esforços da Petrobras, e que conseguiu nacionalizar novamente o petróleo e gás com a criação da Pré-sal SA,  depois do marco regulatório do governo FHC/PSDB, que o entregou de mão beijada às petroleiras estrangeiras, defendeu que o petróleo e gás brasileiros sejam fatores de desenvolvimento, geração de riquezas e empregos.

Leia: Pré-sal Petróleo S/A. Nova estatal “nacionaliza” o petróleo.

Para isso não seria suficiente a renda gerada com a venda do petróleo “in natura", mas através do seu processamento interno, agregando-lhe valor com sua transformação em combustiveis e outros derivados, levando a criação de novas refinarias e crescimento da industria petroquimica, que garantiriam a geração de mais desenvolvimento, empregos e renda.

A justificativa declarada de exportar o “pré-sal" para preservar a matriz enérgetica limpa e renovável, tambem, não procede, pois, o plano original do presidente Lula, não conflita com isso, só garante um petróleo e gás como maior gerador de riqueza no país com a agregação de maior valor, como já nos referimos acima.

Os grandes produtores e exportadores de petróleo no mundo continuam, em grande parte, como países pobres, onde os grandes lucros do petróleo nunca chegam de fato às suas populações, o que não ocorreria se o processassem eles próprios, gerando desenvolvimento, empregos, renda e qualidade de vida às suas populações, como preconizou o presidente Lula, para o “nosso” pré-sal.

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quinta-feira

Os problemas energéticos foram resolvidos, e não com fontes ecologicamente corretas


O gás de xisto parece ter sido eleito como a “salvação da lavoura”, de europeus, norte-americanos e outros dependentes externos de petróleo e gás natural, alem de grandes consumidores de carvão mineral, o vilão principal do aquecimento global. Estes países teem reservas consideráveis do “novo gás" em seus subsolos, como de resto boa parte do mundo. O problema é a complexidade do processo de exploração e o grande débito ambiental.
Clique para ampliar
Campo de exploração do gás, EUA

Quem sonhava, como os ambientalistas e utópicos de plantão, com um futuro movido a turbinas eólicas e placas de energia solar, pode tirar o cavalo da chuva.

Primeiro porque, apesar de toda euforia com as energias alternativas, assim como algumas tecnologias de ponta, elas esbarram com a pouca disponibilidade no mundo de alguns minerais e, sobretudo, das “terras raras” que é um composto mineral que contem cerca de 17 elementos químicos essenciais na fabricação tanto das baterias dos novos gadgets de todo tipo, como de componentes na construção das turbinas eólicas e tecnologias de energia solar.

Segundo porque, longe de “gastar pestana” no real desenvolvimento de novas tecnologias energéticas, os grandes consumidores de carvão mineral e derivados do petróleo, alem de responsáveis pelo efeito estufa que está aí, como os EUA e União Europeia, sobretudo, optaram de vez pelo gás de xisto, que tem alto custo tecnológico e ambiental.

Embora não seja nenhuma novidade, o seu uso só passou a ser factível, com os elevados preços do petróleo e gás natural, quando passa a ser viável economicamente, apenas, já que o custo ambiental continua muito elevado.

A opção de grandes consumidores como a União Europeia e EUA pelo gás de xisto, tem tambem, motivações políticas e estratégicas, já que dependem inteiramente da importação de grande parte da energia que consomem. No caso da União Europeia, do gás da Rússia e os EUA, de países do Oriente Médio e áreas adjacentes como Norte da Africa, que teem governos autoritários para os padrões ocidentais e principalmente instáveis politicamente, como demonstra a onda de revoltas que vem ocorrendo nos últimos dias.

O grande risco ambiental que revoga toda e qualquer perspectiva de mudanças tendo em vista as mudanças climáticas, é o uso acentuado de água no processo de extração e processamento do gás, que é contaminada irreversivelmente com elementos químicos altamente tóxicos, comprometendo ou inutilizando tanto as fontes da superfície como rios e lagos, como os lençóis freáticos.

Logo, o gás de xisto é o grande achado destes mega consumidores de combustíveis e energia fóssil e poluidores históricos, que mostram categoricamente que estão mais preocupados com os seus umbigos do que com um hipotético aquecimento global, se é que é real e não uma jogada como outra qualquer, que só tem uma vantagem, não ser pior do que o famigerado carvão mineral com o qual construíram o seu desenvolvimento.

Fonte: 20 Minutes.fr

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quarta-feira

Os EUA protagonizaram os maiores acidentes no meio ambiente marinho de todos os tempos

Plataforma da British Petrolium 
Os EUA teem um débito ambiental considerável e representa, isoladamente, o maior responsável pela degradação do planeta com as suas históricas emissões de gases de efeito estufa em função de uma matriz energética suja, fundamentada no uso maciço de carvão mineral e outros combustíveis fósseis, além de ter protagonizado os maiores acidentes no meio ambiente marinho com comprometimento irreversível, e já que não existem compartimentos estanque, no médio longo prazo afeta o ecossistema marinho como um todo.

O derramamento de óleo do Golfo Pérsico em função da Guerra do Golfo em 1991, o acidente com o petroleiro Exxon Valdez, no Alasca em 1989, e agora o acidente da British Petrolium, da Inglaterra, no Golfo do México.

Estes acidentes deixam evidente a relação equivocada da ciência com a natureza mostrando a prepotência de quem acha que tudo pode e que é, frequentemente, deixada “com as calças na mão” e, o que é pior, não aprende com os próprios erros. Neste artigo, alem de informações detalhadas sobre o acidente mais recente, pode ver a gênese desta atitude de enfrentamento da natureza tão cara a “ciência”.
No arco da história humana, a noção de que a natureza é máquina que aí está para ser objeto de reengenharia ao bel prazer do engenheiro é conceito relativamente recente. Em livro seminal de 1980, The Death of Nature, Carolyn Merchant, historiadora das ciências do meio ambiente, lembra os leitores de que, até os anos 1600s, a terra era viva, quase sempre sob a forma de uma mãe. Os europeus – como todos os povos nativos em todo o planeta – acreditavam que o planeta fosse ser vivo, cheio de potências de vida e de terríveis tempestades. Por isso havia tabus que impediam ações que deformassem e violassem “a mãe”, entre os quais a mineração. Continue lendo...

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sábado

Petrobras descobre novo poço de petróleo na Amazônia

As descobertas de novos poços de petróleo e/ou gás pela Petrobras já se tornaram tão frequêntes que não chamam mais tanta atenção assim, principalmente aqueles descobertos na área do pré-sal, onde pelo visto “a coisa” só está começando.

Entretanto esta descoberta agora é em uma região de grandes promessas e que já vem sendo explorado pela Petrobras de forma mais modesta, notadamente depois do grande “achado” na camada do pré-sal. É o petróleo na Amazônia. A empresa anunciou, 26/11/2010, a descoberta de novo poço de petróleo e gás natural, em Tefé, município a 630 km de Manaus, com um óleo leve (46°API), que é mais raro, e caro, em função de seu baixo custo de processamento.

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sexta-feira

Aumento no consumo da carne e a sua relação com as mudanças climáticas e o meio ambiente


À criação de gado é atribuida uma das maiores responsabilidades pela emissão de gases de efeito estufa – no caso o metano – como consequência do metabolismo dos animais, além de fatores ligados a sua produção e transporte.

Aliado a isso outros dados apontam para a impossibilidade de se continuar a sua criação e expansão por sua relação custo benefício no uso da terra, pastos e forragens, na produção de proteina com aquela obtida com a agricultura. Para produzir 1kg de carne são necessários 8 kg de grãos, isso principalmente nas áreas de criação intensiva como na União Européia e EUA, ou a relação do uso do solo que é de 1 para 14, ou seja, a mesma quantidade de terras utilizada para alimentar uma pessoa com a pecuária, alimentaria 14 se a mesma terra fosse utilizada para a agricultura. Outra forma de mostrar o desperdício é que são necessários de 11 à 17 calorias de proteína vegetal para produzir 1 caloria de proteína animal.

Logo, mesmo sem levar em consideração fatores filosóficos e/ou humanitários, a redução no consumo da carne ou mesmo a sua gradual extinção é uma questão de racionalidade em termos de garantir a alimentação no planeta, mas, tambem econômico e ambiental por total impossibilidade de sustentabilidade, pelo menos no medio longo prazo, daí a conveniência de se repensar o modelo de produção de alimentos.

Conveniência e necessidade esta, que está na contramão da tendência natural que é o aumento de consumo da carne que vem com a melhoria da renda, que é um modelo de consumo ocidental, e é o que vem ocorrendo atualmente com a entrada no mercado mundial de milhões de consumidores, 300 milhões só na China.

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segunda-feira

Termoelétrica flex. É isso, bi-combustível


O Brasil sai na frente novamente na inovação tecnológica na produção e uso de fontes de energia alternativas, e renováveis. Depois do álcool combustível – Pró-Álcool nos anos 70 – do biodiesel e do carro flex, é inaugurada pelo presidente Lula, em Juiz de Fora – MG – a primeira usina termoelétrica flex, bi-combustível, da Petrobras, que passa a utilizar o etanol em vez do gás natural, para gerar energia elétrica. Como nos carros flex, ela tem um mecanismo que reconhece o combustivel e pode adaptar-se automaticamente caso mude o combustível, e volte a usar o gás natural.

Os ganho são muitos, tanto econômicos, energéticos como ambientais. A redução das emissões de gases de efeito estufa na atmosfera; autonomia por utilizar um combustível renovável e largamente produzido no país; a possibilidade de exportar esta tecnologia agregada ao etanol e, ainda, a possibilidade de venda de créditos de carbono no mercado internacional. A perspectiva é adaptar as 14 termoelétricas a gás natural da Petrobras que, junto com 12 de óleo e 15 pequenas hidrelétricas, compõe o parque gerador da empresa.

A iniciativa vem em boa hora, pois, em função das dificuldades de conseguir licenças ambientais para a construção de novas hidroelétricas, como Belo Monte, por exemplo, o crescimento da oferta de energia no país vem sendo feita, principalmente por termoelétricas movidas a gás natural e até mesmo carvão mineral, o que não faz parte da cultura energética nacional.
Fonte:Tendência e Mercado

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terça-feira

Petrobrás deve anunciar novas reservas de óleo e gás, no Acre e em Minas Gerais

A Petrobras confirmou duas novas descobertas de óleo e gás e deve fazer o anuncio oficial em breve. Uma se encontra no Acre, de gás e petróleo, que é considerado superleve e de alto valor comercial, e a outra reserva é de gás natural e foi encontrada no noroeste de Minas Gerais.
As novas reservas de gás natural prometem acabar com a dependência que ainda existe do gás Boliviano.

Essas novas descobertas vêem confirmar a nova fase da Petrobras que, aliadas as reservas já conhecidas e o grande potencial do pré-sal, mudam definitivamente o perfil da empresa e tornou o Brasil detentor de uma das maiores reservas de petróleo e gás do mundo.

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segunda-feira

Amazônia Azul, você conhece? É a novo frente de defesa da soberania nacional

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Em meio ao cenário de Aquecimento Global, degradação do meio ambiente, crise energética e de alimentos, o Brasil passa a ter um destaque maior no ãmbito internacional por possuir algumas peculiaridades que vão da natureza de sua infra-estrutura ou matriz energética, passando pela Amazônia e o seu perfil como um grande produtor/exportador de alimentos.
Clique na imagem

O governo federal, do Presidente Lula (PT), vem se dedicando, também, a reequipar as Forças Armadas, que até então, andaram com o “pires na mão” durante os últimos governos, pois, elas passam a ter uma importância cada vez maior, na defesa e proteção dos interesses e soberania nacionais.

A Amazônia que, inegavelmente, tem sido alvo da “cobiça internacional', o que dispensa justificativas e, agora, a Amazônia Azul ou a grande extensão litorãnea brasileira com a sua plataforma continental rica em petróleo e gás - jazidas do pré-sal - prospectado e explorado pela Petrobras a centenas de milhas – nacionais – da costa, necessitam de proteção e eventual defesa.

Unidades de produção da Petrobrás
(Clique na imagem para ampliar )
Nestas duas Amazônias existe tudo de bom, que temos de sobra e que grande parte do mundo tem de menos: florestas, água potável, terras, recursos minerais diversos, petróleo, gás, grande biodiversidade e muito mais riquezas.

É muito recurso, muita riqueza para serem deixados à própria sorte e a descoberto, sob olhares sedentos e cobiçosos de meio mundo.

Logo, as Forças Armadas nacionais precisam aumentar o seu poder de “fogo persuasivo”, para garantir o respeito de quem quer que seja, que se aventure a romper convenções internacionais que garantem a auto-determinação e soberania, já que a História nos tem mostrado que tudo isso costuma virar letra morta, com certa facilidade, diante de interesses daqueles que se auto-proclamam “donos do mundo”.

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sexta-feira

Carvão Mineral, o primo pobre do petróleo é cada vez mais utilizado


Usina Termoelétrica, a carvão mineral, Presidente Médices - RS
 

A crise ambiental que surgiu com a divulgação do relatório do IPCC, em 02/02/07, trouxe a tona uma realidade que passava despercebida, o uso maciço do carvão mineral como fonte de energia. 

O seu uso generalizado que vai desde o industrial até a calefação doméstica (hemisfério norte), se deve ao seu baixo custo em função de sua abundancia relativamente democrática, pois, ocorre em quase todos os países no planeta.

Enquanto as atenções sempre se voltaram para a “vedete energética”, o petróleo, ele, o primo pobre, ficou com o serviço pesado e sujo, literalmente. É a principal fonte de energia emissora de CO2 e provavelmente a maior responsável pelos gases de efeito estufa. 

O carvão mineral continua sendo cada vez mais utilizado, apesar dos inconvenientes ambientais, sobretudo, pela escassez de outras fontes de energia e pela escalada nos preços do petróleo. O bom senso, dentro da ética ambiental, seria a sua redução gradual e substituição por alternativas mais limpas, mas, não é o que ocorre, pois, o “pragmatismo econômico” vem prevalecendo.

Mesmo o Brasil, tem algumas termoelétricas que consomem o carvão mineral extraído de minas em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além de possuir reservas consideráveis que só não são mais utilizadas porque o país não precisa lançar mão desse recurso. 

Com a crise no fornecimento do gás boliviano, estuda-se a possibilidade de utilizar mais intensivamente o carvão mineral para alimentar usinas termoelétricas para suprir demandas comprometidas, já que a maturação, ou seja, o tempo para entrar em uso é menor que a construção de uma usina hidrelétrica

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terça-feira

Petrobrás, exemplo de auto-suficiência, competência tecnológica, eficiência e honestidade administrativa no trato com a coisa pública

A Petrobrás, realmente, vem fazendo o “serviço de casa” e enchendo de orgulho, e tranqüilidade, aos brasileiros.

Com as grandes descobertas: do Poço de Tupi, de petróleo, que você lê aqui; do Poço de Júpiter, de Gás com “post”, aqui; e agora, o Poço de Pão de Açúcar, que você pode ler, também, aqui, noticia ainda não confirmado oficialmente, elevando as reservas de óleo do Brasil de 12 bilhões de barris para, 67 bilhões de barris, aproximadamente.

Isso depois de ter sido citada pela ONG, Transparência Internacional - que pesquisa e combate a corrupção em muitos setores, desde empresa a governos - como falamos aqui, no blog Coluna do Leitor, por estar entre as primeiras empresas exemplares, no item honestidade no trato com lucros e benéficos a população do país.

Graças a esse hitórico e à sua eficiência, não só como petroleira que é, mas como uma gigante da produção de Energia, foi classificada ontem como a 3ª maior empresa da América, desbancando a gigante Microsoft.

Tudo isso é produto da competência tecnológica, da administração profissional, eficiente e honesta de uma Empresa Estatal exemplar.


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Pão de Açúcar, o novo mega poço de petróleo da Petrobras

P-36- A maior plataforma de petróleo do mundo

Depois da boa surpresa que foi para o Brasil e, perplexidade para o mundo, com a descoberta do Poço de Tupi (20 bilhões de barris), aqui, notícias ainda não confirmadas, oficialmente, falam de um super poço de petróleo – já batizado Poço Pão de Açúcar – com (33 bilhões de barris), encontrado na mesma área, quando as nossa reservas, antes, eram de apenas 12 bilhões de barris.

Isso significa nada menos que é, o 3º maior poço de petróleo já encontrado no mundo, em todos os tempos.

Se o Poço Tupi já colocou o Brasil entre os maiores detentores de reservas e entre os maiores produtores, com o Poço Pão de Açúcar, sairemos da 15º lugar na produção para o 7º, e 8º posição nas reservas do óleo.

O Conselho Nacional de Política Energética, formado por nove ministérios e por integrantes da sociedade civil, como já falamos aqui, esta discutindo a questão energética para o Brasil, no médio longo prazo, depois que as descobertas de o Poço de Tupi (petróleo) e Poço de Júpiter (gás), aqui, e agora o Poço Pão de Açúcar (petróleo), mudaram drasticamente o cenário e as perspectivas do Brasil na área.

Nesse momento, os olhos do mundo se voltam para o Brasil, não só pelo álcool etanol – mas também, pelo Petróleo, que para nos brasileiros, é uma grata e feliz surpresa.
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segunda-feira

O Poço de Tupi levanta o debate sobre a necessidade de se repensar a política do petróleo no Brasil

(Clique na imagem para ampliar)

Este mapa mostra a exata localização do Poço de Tupi, no litoral do Rio de Janeiro. Localizado, segundo estudos já feitos, em uma área com grandes probabilidades de descoberta de novos poços iguais ou maiores.

Como o governo anterior, FHC (PSDB) acabou com o monopólio da Petrobras, inclusive a obrigando a vender a “preço de banana”, áreas já pesquisadas e com garantia de existência de óleo, a nova descoberta deve provocar uma corrida ao “Novo Eldorado”.

As grandes multinacionais petroleiras deverão “chover” nos próximos leilões de licitação de novas áreas na região. O roubo das informações da Petrobras deve estar nesse contexto.

Estes leilões foram programados ainda no governo do FHC (PSDB).

O governo Lula (PT), já retirou, previamente, 41 áreas próximas, de grandes probabilidades de existência de outros “Tupis e Júpiteres”, do próximo leilão programado par o fim do mês.

Cressem pressões de entidades políticas e civis no Brasil, para que o governo suspenda o leilão de vez, enquanto se repensa a política energética e do petróleo, resguardando os interesses nacionais.

É importante que se diga que, pelas regras feitas pelo FHC (PSDB), as multinacionais que encontrarem o petróleo ou gás, poderão exportá-los integralmente para seus países de origem ou para quem quiserem, mesmo que, hipoteticamente, o Brasil venha a precisar deles.

Da para questionar: o FHC (PSDB) foi um governo de quem afinal?

E o petróleo nosso, é “nosso” ou não?


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