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segunda-feira
Evolução a toque de caixa...
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quinta-feira
Se gosta, e usa, é bom ficar ligado: Coca-Cola é a líder mundial em substâncias cancerígenas
A Coca-Cola comercializada no Brasil contém a maior concentração da substância 4-MI (4-metil-imidazol), presente no corante Caramelo IV, classificado como possivelmente cancerígeno. O resultado é de um teste do CSPI (Centro de Ciência no Interesse Público, em tradução livre), da capital norte-americana, Washington D.C. Eles avaliaram também a quantidade da substância nas latas de Coca-Cola vendidas no Canadá, Emirados Árabe, México, Reino Unido e nos Estados Unidos.
Um estudo feito pelo Programa Nacional de Toxicologia do Governo dos Estados Unidos já havia apontado efeitos carcinogênicos do 4-MI em ratos, e fez com que a Iarc (Agência Internacional para Pesquisa em Câncer), da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluísse o 4-MI na lista de substâncias possivelmente cancerígenas.
Concentrações
Diante dos estudos que apontam para o perigo desse aditivo, o Instituto questionou se as empresas parariam de utilizá-lo. Na ocasião, o Idec enviou cartas à diversas empresas e à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) questionando-os sobre a periculosidade do Caramelo IV e sua associação com o câncer.
De acordo com o CSPI, o refrigerante vendido no Brasil contém 263 mcg (microgramas) de 4-MI em 350 ml, cerca de 267mcg/355 ml. Essa é uma concentração muito grande quando comparada com a segunda maior, vendida no Quênia, com 170 cmg/355 ml. Confira os demais resultados na tabela abaixo:
A Coca-Cola do Brasil traz nove vezes o limite diário de 4-MI estabelecido pelo governo da Califórnia, que estipulou a necessidade de uma advertência nos alimentos que contiverem mais que 29 mcg da substância. Além dessa quantidade diária, o risco de câncer seria maior do que um caso em 100 mil pessoas.
Os limites atuais para a quantidade de Caramelo IV nos alimentos, estabelecidos pelo Jecfa (um comitê de especialistas em aditivos alimentares da FAO/OMS), são baseados em estudos da década de 1980. Além disso, aqueles estudos foram gerados pela International Technical Caramel Association. Com os estudos que agora vem à tona, espera-se que os limites e a legislação atuais, tanto internacional como nacional, sejam alterados.
Se gosta, e usa, é bom ficar ligado: Coca-Cola é a líder mundial em substâncias cancerígenas
sábado
Transgênicos e energia nuclear, somos todos cobaias?
Agora é esperar chegar por aqui.
Transgênicos e energia nuclear, somos todos cobaias?
segunda-feira
O veneno está na nossa mesa. Fazer o que?
Leia:
- Como fazer uma pequena horta orgânica, em casa ou no apartamento
- Como fazer para eliminar pulgões na horta e nas plantas
O veneno está na nossa mesa. Fazer o que?
domingo
Ciclo evolutivo...
Remédios e cosméticos, os “novos” vilões da água e do meio ambiente
É preciso pesquisar para encontra notícias boas no que se refere ao meio ambiente ou ao estado de sua degradação provocada por uma insensata “filosofia” de exploração e “domínio” da natureza. Nós estamos nos tornando verdadeiros reféns de nossos maus hábitos consumistas.
Onde vão parar os resíduos dos remédios, dentifrícios, cremes, sabonetes? Na água: da descarga dos vasos sanitários ou dos chuveiros uma torrente de princípios ativos tóxicos termina na água dos rios e lagos, nos lençóis freáticos, na irrigação das culturas agrícolasNa Itália, análises recentes das águas da província da Lombardia, e dos sedimentos encontrados nos rios Po, Lambro e Adda, bem como nos aquedutos das cidades de Varese e de Lodi, revelaram a presença em altas doses de antibióticos, antitumorais, anti-inflamatórios, diuréticos, ansiolíticos, medicamentos anticolesterol, sem falar das substâncias hormonais.
As autoridades sanitárias da região ficaram de cabelos em pé. A primeira pergunta que veio à tona não poderia ser outra: essa poluição se limita à Itália do Norte? A resposta, infelizmente, é não. Ela está hoje em toda parte, em todos os países, em todos os continentes. O Brasil está bem longe de ser exceção à regra.
Onde vão parar os restos de dentifrícios, cremes e sabões? Os fármacos que eliminamos com as fezes e a urina? As drogas, os conservantes de comidas e bebidas? Tudo acaba na água: a partir das descargas dos vasos sanitários, das banheiras e duchas, dos tanques e máquinas de lavar roupa, toda essa enorme carga de produtos químicos e princípios ativos farmacêuticos termina nos rios, nos mares, nos lagos, nos lençóis freáticos e na água usada para a irrigação das lavouras agrícolas.
A cada dia, novos estudos confirmam consequências alarmantes, particularmente sobre a sexualidade e o sistema reprodutivo dos peixes e dos anfíbios. Produzem as mesmas consequências em nós? Podemos prescindir dessas substâncias?
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Remédios e cosméticos, os “novos” vilões da água e do meio ambiente
sábado
“Quero um dinossauro de estimação”. É, você ainda pode ter um
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A ideia era partir de um gene encontrado em material fóssil ou mesmo a partir de um animal perservado como o filhote de mamute encontrado em um geleira na Sibéria, em perfeito estado de conservação.
Agora surge o “projeto frangossauro”, ou seja provocar uma “evolução reversa” a partir de uma galinha, já que esta seria o parente mais próximo dos grandes dinossauros.
É, parece ficção científica, e pode ter uma dose razoável disso, mas, o fato é que existem tetativas sendo feitas, mesmo, como pode conferir em artigo, no link: “Quero um dinossauro de estimação”.
“Quero um dinossauro de estimação”. É, você ainda pode ter um
segunda-feira
Produto cancerígeno na Coca e Pepsi obriga mudança de fórmula
A notificação passou a ser obrigatória depois que a Califórnia incorporou um componente químico presente no corante caramelo na lista de substâncias cancerígenas.A Coca-Cola e a Pepsi decidiram mudar a fórmula, nos EUA, de corante caramelo que compõe os refrigerantes para não ter de colocar um alerta de risco de câncer em suas latas.
A decisão foi motivada por pressão da entidade de consumidor Centro de Ciência para Interesse Público, que apresentou um estudo com indicações da conexão da substância com o desenvolvimento do câncer.
A associação das indústrias de bebidas dos EUA contesta o conteúdo do estudo. Segundo o grupo, a substância 4-metilimizadol, alvo do questionamento, já foi autorizada por reguladores nos EUA e em outras partes do mundo.
Apesar disso, a entidade confirmou que as empresas trabalham para mudar a fórmula para atender as requisições do Estado da Califórnia.
"Consumidores não vão notar a diferença nos produtos e não tem razão alguma para preocupações em relação à saúde", afirmou a associação em nota.
O FDA (órgão norte-americano que regula remédios e alimentos) analisa um pedido da entidade de consumidores sobre o assunto. Um porta-voz da agência informou que um consumidor teria de beber mais do que 1.000 latas de refrigerante por dia para alcançar os níveis apresentados no estudo que mostrou uma relação com câncer em roedores.
"Embora acreditemos que não há risco para saúde pública que justifique mudanças, pedimos aos fornecedores do caramelo que deem esse passo para que nossos produtos não estejam sujeitos à exigência de um aviso sem fundamento científico", afirmou a representante da Coca-Cola, Diana Garza Ciarlante.(Folha.com)
Produto cancerígeno na Coca e Pepsi obriga mudança de fórmula
sábado
França pede proibição de milho transgênico na Europa
O governo da França reiterou esta semana o pedido para que a Comissão Europeia suspenda a autorização do plantio do milho transgênico MON 810, da Monsanto. O Ministério do Meio Ambiente baseou a nova solicitação em estudos que mostram a contaminação das lavouras cultivadas com variedades tradicionais.
A França apontou ainda que vai manter a proibição local ao plantio da única variedade de milho geneticamente modificado autorizada na União Europeia. O país mantém desde 2007 postura contrária ao produto da norte-americana Monsanto por considerar que ele implica em contaminação dos plantios tradicionais e do pólen usado na produção de mel, outro produto importante para o país.
A postura francesa é alvo de irritação dos diplomatas dos Estados Unidos, como revelaram em 2010 telegramas filtrados pelo projeto Wikileaks. Durante o governo de George W. Bush, embaixadores chegaram a sugerir uma retaliação “ao estilo militar” como forma de punir economicamente a União Europeia e fortalecer as vozes a favor da biotecnologia, isolando a França e os pesquisadores contrários às alterações genéticas, que veem no uso da transgenia danos à saúde e ao meio ambiente.
O governo da nação europeia vale-se do “princípio da precaução”, uma norma presente na constituição de vários países assegurando que nenhum Estado tem o poder de expor seus cidadãos a substâncias sobre as quais pesem dúvidas quanto aos riscos que acarretam.
O caso do MON 810 levou a uma discussão para permitir aos países da União Europeia imporem, individualmente, barreiras ao plantio de transgênicos. A França e outras nações, porém, anseiam por uma proibição continental para evitar que a contaminação por meio da fertilização cruzada leve à inocuidade dos vetos locais. (Rede Brasil Atual)
França pede proibição de milho transgênico na Europa
quarta-feira
Praga do milho resiste ao milho transgênico da Monsanto
Pesquisadores da
Universidade de Illinois, nos EUA, descobriram que lavouras
cultivadas com o milho transgênico da Monsanto estavam,
inexplicavelmente, muito danificadas pela lagarta raiz. A suspeita é
que as lagartas, consideradas uma das mais sérias pragas do milho,
estão desenvolvendo resistência ao milho geneticamente
modificado da Monsanto.Agrotóxicos, defensivos e transgênicos, venenos à mesa
Salmão transgênico é aprovado para consumo pelo FDA
A Republica Unida da Soja. Território supranacional da Monsanto
Praga do milho resiste ao milho transgênico da Monsanto
sábado
Industria desrespeita lei e não rotula transgênicos
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| Rótulo exigido por lei |
Industria desrespeita lei e não rotula transgênicos
Porque as abelhas estão desaparecendo?
Esta notícia não surpreende. É uma consequência, relativamente previsível diante do que se vem fazendo com as práticas agrícolas, a cada dia “mais modernas”, cheias de inovações tecnológicas no que se refere à manipulação genética de sementes - transgênicos -, e ao uso de adubos e defensivos “sofisticados”.
Quem nasceu no interior sabe do desaparecimento dos insetos, borboletas e outros agentes polinizadores. Já que as “monsantos da vida” parecem saber o que estão fazendo, poderiam muito bem inventar sementes cujas plantas se auto-polinizassem, porque mais do que a queda na produção do mel, o problema real é a redução na produção de alimentos, logo em tempos tão “bicudos”.
“Há cerca de quatro anos, apicultores americanos, canadenses e europeus começaram a ter problemas com suas abelhas melíferas (Apis mellifera): elas estavam desaparecendo das colmeias. O sumiço estava causando prejuízo tanto aos que viviam diretamente da polinização e do beneficiamento dos produtos de origem apiária quanto aos agricultores, que dependiam dos insetos nas lavouras.
(...)
Algumas possíveis causas já foram apontadas, como o uso de novos inseticidas, aparição de vírus, problemas com a variabilidade genética, falta de alimentos adequados, fungicidas que afetam a alimentação das abelhas e a intensidade no manejo das colmeias, que são transportadas e alugadas para a polinização de lavouras em todo o País. (...)
(...)
O mesmo está acontecendo em Santa Catarina, onde a Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores (Faasc) recebeu tantas reclamações recentemente que criou uma comissão técnico-científica para estudar o assunto.
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Porque as abelhas estão desaparecendo?
segunda-feira
Agrotóxicos, defensivos e transgênicos, venenos à mesa
Os defensivos agrícolas entraram há tanto tempo e tão profundamente em nosso cotidiano, em nossa, vida ou mais precisamente em nossa alimentação e nossos corpos que, parece ter-nos tornado refratários a notícias ou advertências sobre o seu uso e malefícios sérios que provocam em nossa saúde e vida, por mais radicais e alarmantes que sejam.
O Brasil detem um triste recorde, quando a partir de 2009 tornou-se o maior consumidor mundial de agrotóxico, o que reduz drasticamente as nossas chances de ter acesso a um alimento saudável, efetivamente.A pergunta recorrente e fatalista é: fazer o que, ou comer o que? Como os seus efeitos não são – como poderia dizer? – imediatos, e sim sutis e cumulativos, não costuma haver o estabelecimento de uma relação de causa e efeito quando acometidos por doenças sérias e/ou fatais, comprovadamente associadas ao seu uso.
O mesmo ocorre com o coquetel químico de aditivos e conservantes nos alimentos industrializados, que se consome a cada dia mais, alem do crescimento no uso de sementes transgênicas, muitas delas proibidas em muitos países. Leia mais sobre o uso de transgênicos no país, clicando no link: Transgênicos.
A desinformação ou ignorância sobre isso ajuda a explicar, mas, mesmo no caso onde ela – a informação – existe, porque rola a displicência, o comodismo e uma boa dose do tal do pensamento mágico, ou seja, não vai acontecer comigo.
Muitas leis no país já obrigam produtores e fabricantes a colocarem informações e sobre os produtos e advertência sobre os seus riscos e malefícios, mas, ainda é uma mera formalidade, já que, praticamente não se lê rótulos das embalagens, tanto é que ninguém reclama do absurdo do tamanho das letras, praticamente inacessíveis à visão comum, que pode muito bem ser um “truque” dos fabricantes para burlarem a lei e enganarem você, desestimulando o controle do consumidor.
O lance aqui não é alarmar ninguém, mas, se preza a sua saúde, a sua vida, é bom começar a se informar e buscar alternativas. Elas existem, com certeza, para quem quer encontrar.
Se quiser mais informações sobre alternativas mais saudáveis e outras informações sobre agrotóxicos e defensivos agrícolas, clique no link: Alternativas de alimentos saudáveis e outras informações. É só seguir o comando à sua esquerda, na barra amarela junto à barra de ferramentas de seu navegador e conferir os artigos.
Agrotóxicos, defensivos e transgênicos, venenos à mesa
quarta-feira
Conheça a origem do salmão que você tanto aprecia
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| Fazenda de salmão |
Conforme os estudiosos do tema, este microambiente dos vivieiros, infestado por microorganismos patológicos está "vazando" para o ecossitema natural e pode, no médio longo prazo, decretar a extinção dos salmões selvagens restantes, já que estes não contam com o coquetel químico e nem como os antibióticos com que tentam proteger os criados em cativeiro nas fazendas..
Conheça a origem do salmão que você tanto aprecia
sexta-feira
Tratamento de água ou esgoto, qual deve ser a prioridade?
A falta de tratamento dos esgotos, tanto domésticos como industriais, que são lançados “in natura” em córregos e rios gera, além da destruição destes e comprometimento do meio ambiente como um todo, a necessidade de grandes investimentos na recuperação dessa água para o consumo que, entretanto, trás uma potabilidade conceitual, pois, é de conhecimento de pesquisadores em todo o mundo, que os métodos tradicionais de tratamento não impedem o consumo de elementos ou substâncias quimicas e orgânicas, que apontam para um grande comprometimento da biodiversidade e da saúde e vida no médio longo prazo.
Tratamento de água ou esgoto, qual deve ser a prioridade?
quarta-feira
Existe o “dedo” da Monsanto na nomeação do novo presidente da CNTBio?
Existe o “dedo” da Monsanto na nomeação do novo presidente da CNTBio?
segunda-feira
Orgânicos, produtos melhores que os convencionais?
Um estudo feito pelo Food Standards Agency, do Reino Unido, comparando a composição de nutrientes entre produtos agrícolas convencionais e os produtos orgânicos, concluiu que não existem diferenças significativas entre os dois “gêneros”. Entretanto, no mesmo estudo, paradoxalmente afirma que os orgânicos possuem 53% mais de betacaroteno, 38,4% mais de flavonóides, mais vitamina C e 12,7% mais de proteínas.
Orgânicos, produtos melhores que os convencionais?
quarta-feira
Defesa dos alimentos orgânicos. Porque a cartilha foi proibida?
Os alimentos transgênicos invadem a mesa do brasileiro com cada vez mais frequência e com um número crescente de produtos, sem que as pessoas se deem conta.
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- - Transgênicos e soberania;
- - Transgênicos, a luta perdida?;
- - Manipulação genética ou abrindo a caixa de pandora;
- - A produção de alimentos transgênicos vem sendo aprovada,sem uma análise...
Defesa dos alimentos orgânicos. Porque a cartilha foi proibida?
terça-feira
Manipulação genética ou abrindo a “Caixa de Pandora”
Na foto ao lado você vê um galo geneticamente modificado ou manipulado, onde os autores do feito pretendem otimizar a criação e, sobretudo, o abate e processamento, eliminando a fase de retirada das penas e a limpeza.Como o código genético é uma “Caixa de Surpresas” onde o homem ainda tateia, a maior parte dos experimentos com seres humanos, também, deve permanecer oculta, já que, com certeza, não trariam a notoriedade que buscam com as aberrações que devem produzir.
A necessidade de sucesso e notoriedade a qualquer custo é o que move parte dos pesquisadores que fraudam e maquiam resultados, como comentamos no Coluna do Leitor, que você pode ler clicando no artigo: "Pesquisa comprova que cientistas trapaceiam nos resutados de seus trabalhos", sobre pesquisa feita por Instituições Nacionais de Saúde (NIH), nos EUA.
A tentativa de aprovarem um projeto de lei que está em tramitação no Congresso Nacional, desobrigando os fabricantes que utilizam produtos transgênicos em alimentos, de declararem isso na embalagem, como ocorre hoje, conforme artigo que você pode ler clicado no link: "Projeto de Lei patrocinado por multinacinais dos transgênicos..." levanta a suspeita: Porque estariam querendo esconder do consumidor, se são alimentos inócuos e saudáveis, como dizem?
O aprimoramento ou melhoramento genético tem sido uma pratica utilizada há muito tempo, com bons resultados no aumento da produção de alimentos e, sem alterar a sua natureza, logo, não trazendo riscos à saúde e nem ao meio ambiente.
Faça um comentário e dê sua opinião.
Manipulação genética ou abrindo a “Caixa de Pandora”
domingo
Transgênicos, a luta perdida?
A luta contra o plantio e uso de transgênicos é como se diz popularmente: “um tiro n’àgua”.
O Brasil já “caminha” a passos largos para os primeiros postos na liderança mundial de produtores de transgênicos – 2º lugar –, atrás apenas dos EUA.
A soja, o algodão, o milho, e breve, o arroz...
É normal este comportamento “pragmático” do ser humano, “pagar pra ver”. No caso, se as expectativas de muitos estudos se confirmarem: as alterações no meio ambiente e comprometimento da saúde da população.
Depois, é só pensar em alguma solução e/ou paliativo.
Não é pessimismo. É só a decisão de não mais gastar o vernáculo, falando sobre o inevitável.
O poder de fogo dos “lobbys” das grandes multinacionais dos pesticidas, adubos e sementes, torna a soberania de qualquer povo ou governo, uma brincadeira.
O lance agora é tentar consumir, ao máximo, os produtos orgânicos, fugindo dos industrializados e, quando consumi-los, ver se encontra no rótulo, o “aviso obrigatório” de produto transgênico, para procurar alternativas.
O boicote é a saída, mas isso só será possível, com muita informação e consciência.
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