Dezembro 15, 2009
Mudanças climáticas. Fundamentos científico-ambientais ou político-econômico?
Dezembro 12, 2009
Manifestação em Copenhague
Dezembro 09, 2009
A farsa da Conferência Climática, em Copenhague, se confirma. Confira!
Fonte: Agência Brasil e TV Brasil
- “Climategate” derruba diretor de centro de pesquisas, do Reino Unido, envolvido em manipulação de dados sobre aquecimento global;
- Porque a Conferência Climática de Copenhague 2009, pode ser um fiasco;
- Enquanto o Geenpeace “agita” por aqui, os EUA e China tiram o corpo fora dos compromissos com o meio ambiente;
- Blog Action Day 2009. Copenhague 2009. Não dá para aceitar a socialização dos prejuízos ao meio ambiente provocados pelos países desenvolvidos;
- Pseudo-Ambientalistas propõem desaceleração do desenvolvimento econômico, “dos outros”.
Dezembro 02, 2009
“Climategate” derruba diretor de centro de pesquisas, do Reino Unido, envolvido em manipulação de dados sobre aquecimento global
Novembro 30, 2009
O foco do combate às emissões de CO² estaria mesmo na contenção dos desmatamentos? E as cidades?
Novembro 28, 2009
5º Prêmio FIESP de Conservação e Reúso de Água
“O Prêmio FIESP de Conservação e Reúso de Água objetiva conhecer, difundir e homenagear, anualmente, empresas que utilizam boas práticas na promoção do uso eficiente de água, com medidas efetivas na redução do consumo e do desperdício de água, gerando benefícios ambientais, econômicos e sociais e aumentando a competitividade do setor, bem como dar ampla publicidade às ações realizadas pela indústria paulista na construção do desenvolvimento sustentável.”E tendo como público alvo, “Empresas industriais com sede no Estado de São Paulo, independente de seu porte.”
Novembro 26, 2009
Informações contraditórias – fraudes? – sobre o aquecimento global, surgem às vésperas da COP15
Novembro 18, 2009
Porque a Conferência Climática de Copenhague 2009, pode ser um fiasco

Novembro 16, 2009
Enquanto o Geenpeace “agita” por aqui, os EUA e China tiram o corpo fora dos compromissos com o meio ambiente
Novembro 09, 2009
200 bilhões de neurônios. Apesar deles...
Novembro 06, 2009
Brasil constrói usina hidrelétrica, ecologicamente neutra
O Brasil está inovando no trato com a questão do meio ambiente, centrada nas emissões de carbono. Em Cristália, Estado de Goiás, está em consturção, por empresas nacionais – Camargo Corrêia e Furnas – a usina hidrelétrica de Batalha, com procedimentos inéditos.
A idéia é construir uma obra de impacto ambiental neutro no meio ambiente, com a compensação pelas emissões de carbono geradas pela usina desde o princípio de sua construção.
Até as emissões dos 36 milhões de litros de diesel usados pelas máquinas, serão compensadas pelo plantio de 68 mil mudas de árvores, das quais metade já foram plantadas.
É um grande trunfo da inventividade do Brasil, que será mostrado durante o Congresso Mundial das Grandes Barragens – Hidro 2009 – de 26 a 28 de novembro, em Lyon, na França.
Fonte: Le Monde
Novembro 04, 2009
8ª Edição do Prêmio Chico Mendes de Meio Ambiente
É o foco da premiação. As inscrições ainda estão abertas, até o dia 11/11/09. Mais informações no link: Prêmio Chico Mendes de Meio Ambiente.
Outubro 31, 2009
Imposto verde, uma boa idéia que vem dando certo
Uma “instituição” que vem dando certo, e crescendo, no país é o Imposto Verde. Provavelmente tenha começado no Estado do Paraná, e hoje já vigora em 12 Estados, com mais 12 em processo de implantação.
A idéia é reservar um percentual do ICMS – de 0,5 a 5% - para ser distribuído aos municípios que se comprometem com a preservação do meio ambiente. As ações vão desde a criação e conservação de áreas verdes protegidas até a proteção dos mananciais para garantir o abastecimento de água.
A idéia deu tão certo, que tem muito prefeito criando ou mantendo um grande leque de ações a favor do meio ambiente, apenas para receber a verba que passa a ter um peso significativo no orçamento do município.
As ações podem ser: coleta seletiva de lixo, educação ambiental nas escolas, plantio de árvores na cidade, criação de áreas de preservação permanente, o que dá para garantir cidades mais ecológicas e com melhoria significativa na qualidade de vida da população.
Fonte: Problemas Brasileiros - SESC
Outubro 28, 2009
Política Nacional sobre Mudança do Clima é aprovada na Câmara dos Deputados
O Projeto de Lei 18/07, que institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima, com propostas para implementar medidas de adaptações e mudanças no sentido de reduzir as emissões de gases de efeito estufa e contribuir no combate ao aquecimento global, foi aprovado nesta teça-feira (27/10/09) e segue agora para votação no Senado.
O projeto original está em tramitação desde 2007, e foi aprovado meio que às pressas para que o Brasil possa apresentar na 15ª Conferência de Nações Unidas para Mudanças Climáticas (COP 15), em Copenhague, na Dinamarca, de 7 a 18 de dezembro e, talvez em função disso, ele tenha um caráter “generalista” e não tenha estabelecido metas precisas de cortes de emissões e limites ao desmatamento como gostariam entidades ambientais – estrangeiras, diga-se de passagem – como pressionaram em Brasília para que, o presidente Lula e o Congresso Nacional o fizessem.
Este aspecto – propostas e metas a serem determinadas depois – é relevante, quando se sabe que existe um perigo real de os políticos se mostrarem indecisos, principalmente, daqueles países que ainda estão às voltas com a crise internacional – União Européia e EUA – de reagirem moderadamente as necessidades de controles mais drásticos de emissões, que possam comprometer a sua recuperação econômica.
Logo, o momento é de ação, mas, também, de cautela por parte do Brasil.
Fonte:Agência Câmara
Outubro 25, 2009
Matança de golfinhos no Japão e na Dinamarca. Confira os vídeos
Matança de golfinhos nas Ilhas Faroe, Dinamarca
Matança de golfinhos nas Ilhas Honshu, Japão
Se você tiver “estômago”, confira, e veja que os países ditos desenvolvidos, e “civilizados”, teem mesmo é muita “garganta” quando se trata de meio ambiente e aquecimento global, principalmente, para dar lição de moral e para transferir responsabilidades suas pelo que fizeram pelas condições de vida no planeta, para os outros – países – que estão chegando agora.
Leia:"Matança de golfinhos na Dinamarca. Quem viu protestos do Greenpeace e WWF?"
Outubro 22, 2009
A Republica Unida da Soja. Território supranacional da Monsanto
Escrevemos um artigo no blogue Coluna do Leitor: ”Transgênicos e soberania”, onde comentamos que o sistema adotado pelas multinacionais da semente transgênica: controle de área plantada e cobrança de royaltes proporcionais a área plantada/produzida, cria um problema sério de propriedade efetiva da terra e do produto, bem como de soberania nacional, que você pode conferir no link do artigo.
Existia um sistema de produção agrícola primitivo, no Brasil, onde o dono da propriedade entrava com a terra e o “meeiro” com as sementes e o trabalho e, no final, a produção era dividida ao meio. Pelo visto, sua versão moderna, com os transgênicos, piorou.
Além disso, um “fato novo” é o que as próprias empresas envolvidas na produção e comercialização – ou seria concessão? – das sementes, criaram. O nome é “Republica Unida da Soja”, que abrange grandes áreas da Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai, que é ostentada com orgulho em função da imensa área territorial – supranacional – controlada, sobretudo, pela Monsanto, (EUA).
Se associarmos a isso o fato de o grosso da comercialização desses grãos – o Brasil é o 2º maior produtor mundial – ser feito por multinacionais como a Cargill, ADM, Bunge, Dreyfus, para países que as utilizam na alimentação do gado, veremos que, o “negócio da soja” não é, genuinamente, algo nacional.
Além da soberania nacional, temos o comprometimento do meio ambiente e biodiversidade, provocado pelo inseticida, glifosfato (Monsanto) que mata tudo, menos a soja, a troco de algumas cifras na balança comercial, por um produto “in natura” e sem nenhum valor agregado.
Se usa o óleo de soja e derivados, tenha certeza – confira no rótulo – que está apostando sua saúde, já que, praticamente, toda soja é transgênica e ainda não existem estudos definitivos que atestem a sua inocuidade à saúde humana e ao meio ambiente. Muito pelo contrário.
Outubro 20, 2009
Ministério das Cidades divulga dados sobre coleta seletiva de lixo que é de 56,9%
De um universo de 90% de cobertura média de coleta de lixo, 56,9% conta com coleta seletiva. Os dados são do Ministério das Cidades (17/10/09) e se referem ao 6° Diagnóstico do Manejo de Resíduos Sólidos 2007, do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). Foram coletados nos 306 municípios do país, que representam 54,8% da população – 87 milhões – urbana, em 306 municípios, dentre os quais 77 com mais de 250 mil habitantes, incluindo todas as capitais.
Do total do lixo coletado, parte vai para aterros sanitários (37,1%), aterros controlados (31,8%) e lixões (31,1%).
Do material selecionado, o papel e o papelão representam o maior volume (50,7%), plásticos (26,4%), metais (12,1%) e vidros (6,4%). Isso representa 3,1 kilos por habitante, apenas 1,5% do que poderia ser aproveitado.
Foi identificado ainda, a presença de catadores em 83% dos 306 municípios pesquisados, em sua maioria organizados em cooperativas.
Fonte: Ministério das Cidades
Outubro 17, 2009
Matança de golfinhos na Dinamarca. Quem viu protestos do Greenpeace e WWF?
Clique na imagem para ampliarVimos falando aqui sobre o “pé atrás” que devemos ter em relação a ONGs europeias e norte-americanas de defesa do meio ambiente e suas sucursais por aqui. É comum o “lance” de exigir e votar “greve de fome” para o outro fazer ou, como diz o velho ditado popular, sempre oportuno: “Em casa de ferreiro o espeto é de pau”, ou seja, o que é bom para “eles”, não o é, necessariamente, para ou outros, ou para nós.
Há algum tempo, no primeiro mandato do George Bush, depois de noticiada a derrubada de um floresta nativa, nos EUA, ele – o presidente – se saiu com algo assim: os lenhadores ou madeireiros não podem ficar desempregados.
O Japão, símbolo de desenvolvimento e de primeiro mundo, exige, e consegue o direito de matar milhares de baleias (além de golfinhos) todos os anos, como uma cota para “fins científicos” (eufemismo para culinária local). A Noruega tem o mesmo direito, por fatores “culturais” de seu povo.
Agora, (07/10/09) até de forma dissimulada pela mídia – saiu em blogs na internet – o massacre de golfinhos nas Ilhas Faroe, na Dinamarca – como vê na imagem – tida como um ícone da modernidade e civilização, sob a justificativa de manter a tradição de um tal de “ritual de maturidade” dos jovens.
Viu algum veemente protesto do Greenpeace, WWF e outros “estilingues” europeus ou do dito primeiro mundo? Acesse os seu sites para ver se encontra a mais leve condenação ou protesto e relate aqui. Eu não encontrei.
Em contrapartida, já viram a virulência com que atacam o governo brasileiro na “defesa da Amazônia”? Pra quem? Na realidade, eles estão preocupados apenas com os seus próprios umbigos e “direitos culturais”. Não arredam um só milímetro de seus privilégios. Daqueles cujo aquecimento global foi o preço, e que querem que todos nós paguemos.
Leia artigos relacionados:
- Fundador da ONG de defesa ambiental Cool Earth, de Londres, é multado pelo IBAMA por desmatamento ilegal na Amazônia;
- Pseudo-Ambientalistas propõem desaceleração do desenvolvimento econômico, “dos outros”;
- Aquecimento global, irresponsabilidade e fome;
- Ecologia produtiva. O que é isso?
- Blog Action Day 2009. Copenhague 2009. Não dá para aceitar a socialização dos prejuízos ao meio ambiente provocados pelos países desenvolvidos;
- O aumento no consumo de fontes de energia ecologicamente não-sustentáveis;
- INCRA pode cassar registro de latifúndio de milionário sueco na Amazônia.
Outubro 15, 2009
Blog Action Day 2009. Copenhague 2009. Não dá para aceitar a socialização dos prejuízos ao meio ambiente provocados pelos países desenvolvidos.
Este é um “post” pelo Blog Action Day 2009, cujo tema é: Climate Change, em preparação para a Conferência Climática 2009, em Copenhague. Claro que o planeta é um só! Pelo menos em princípio, as alterações climáticas e o comprometimento do meio ambiente tendem a afetar a todos, mas, não indistintamente.
Acho hipócrita e colonialista, como sempre, a idéia de transferir responsabilidades, e culpa, aos países ditos emergentes, quando é notório que este estado de coisas atual – as elevadas taxas de CO² na atmosfera – é de responsabilidade dos países desenvolvidos, emitidas sem limites ou critérios em seu processo de desenvolvimento.
Hoje, quando se fala que os EUA e a China são os responsáveis por 40% das emissões, é uma conta só parcialmente correta, já que a China é, relativamente, novata no processo, embora emita taxas elevadas em seu ritmo acelerado de desenvolvimento. Em contrapartida, os EUA continuam ainda com os seus elevados níveis de emissão, enquanto o Barak Obama joga conversa por aí, posando de ambientalista e exigindo, dos outros, as restrições que o país não fez, não faz e nada garante que fará.
Durante toda a vigência do Protocolo de Kioto (1997 - 2012) os EUA se recusaram até a conversar sobre o assunto, chegando mesmo a negar as conclusões do IPCC, sendo o principal responsável pelo “fiasco” do Protocolo de Kioto, já que outros grandes emissores seguiram o seu exemplo.
A moda, agora, de “ambientalistas” europeus e norte-americanos é pregar a desaceleração do desenvolvimento econômico, dos outros – “degrowth” (ou retração econômica) – bem como o controle e redução drástica da natalidade da população, dos outros. Enquanto lutam arduamente para acelerar as suas próprias economias e turbinar as taxas de natalidade de suas populações envelhecidas, como se temessem um desequilíbrio de poder por uma questão puramente demográfica, como já afirmaram alguns teóricos europeus.
Claro que algo precisa ser feito. A “renovação” do Protocolo de Kioto, em Copenhague é mais do que necessária. Entretanto, não é o momento de socializar o ônus e/ou prejuízos ao meio ambiente, se os benefícios já foram extremamente capitalizados pelos países desenvolvidos, que vivem os mais elevados níveis de consumo e qualidade de vida, enquanto bilhões de pessoas em todo mundo nem chegaram ainda a contemporaneidade.
Para os países emergentes ou em desenvolvimento, assumir esta carga que, diga-se de passagem, não devem, pode significar hipotecar o futuro de suas populações que, hoje, ainda vivem à margem das mínimas condições de uma vida digna e decente.
Leia artigo relacionado:
Outubro 13, 2009
Um planeta melhor para os nossos filhos, ou filhos melhores...
Sobre os problemas do meio ambiente, duas questões colocadas parecem equivocadas ou, no mínimo, não corretamente formuladas. A primeira se refere à necessidade de se salvar o planeta. O planeta, efetivamente, não precisa ser salvo.
Leia: “O planeta não precisa ser salvo ”.
O que tem que se repensado, senão recuperadas são as condições objetivas, no meio ambiente, que permitam a continuação da vida como a percebemos. O planeta só aparenta fragilidade. Na realidade ele é extremamente poderoso, com um poder “brutal” que pode inviabilizar a vida. As tragédias ambientais que se sucedem não deixam duvidas quanto a isso. A depredação irracional e a falta de cuidados pode gerar reações muito além das nossas pretensões – e da ciência – de prever e contornar ou corrigir.
A segunda, é sobre a "inversão" da primeira, quando se preconizam ações para deixarmos um planeta melhor – mais preservado – para os nossos filhos ou as próximas gerações. Será se a questão, também, não está mal formulada?
Não seria criar ou educar as novas gerações, deixando filhos ou pessoas melhores, mais conscientes para garantir e preservar, não o planeta em si, mas as condições de vida para continuar a “experiencia humana na terra”?
Acha que estamos deixando filhos melhores, criando gerações melhores?
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