Quarta-feira, Fevereiro 01, 2012

Aumento da pobreza e desperdício de alimentos na União Europeia

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A fome no mundo – 1 bilhão de pessoas, segundo a FAO – é um grande desafio a ser superado, sobretudo em tempos de crise econômica, quando o desemprego agrava a já grave situação da distribuição dos alimentos, pois, como se sabe, não existe falta de alimentos no planeta, mas, má distribuição e muito, muito desperdício, mesmo.

Dados divulgados pelo Parlamento Europeu (21 de janeiro de 2012) denuncia que mais de 50% dos alimentos na região são desperdiçados, algo em torno de 89 milhões de toneladas ou 180 quilos por pessoa, por ano.

Isso em um cenário onde 85 milhões vivem abaixo da linha da pobreza e 16 milhões só sobrevivem graças a ajuda direta de instituição beneficentes, sendo que os recursos desta ajuda veem sendo cortados como “medidas de austeridade” contra a crise.

Parecem dados de países subdesenvolvidos, não é verdade? Mas, são dos até então desenvolvidos europeus, cada ver mais enquadrados em uma nova categoria de países, “os imergentes”.

O desperdício de alimentos ocorre ao longo de todos os elos da cadeia agroalimentar: campos agrícolas, industrias de transformação, 39%, e rede de distribuição, 14%, e casas dos consumidores, 42%.

O Parlamento Europeu sugere medidas para conter os desperdício, dentre elas alteração na etiquetagem dos produtos, pois a população não entende claramente as recomendações, que se promovam campanhas de sensibilização e incentivem a introdução de programas de educação em todos o níveis do ensino, notadamente superior, que expliquem, por exemplo, como armazenar, cozinhar e eliminar os alimentos.

Como vê, é como falamos acima. A produção por alimentos em todos os continentes é superior às necessidades de suas populações – a exceção da África – comprovando que a fome que castiga as mais de 1 bilhão de pessoas em todo mundo se deve à má distribuição e ao desperdício. 

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Domingo, Janeiro 29, 2012

A sacola plástica não é o "vilão" como pintam

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O acordo feito entre o governo e a APAS - Associação Paulista de Supermercados para não mais fornecer sacolas plásticas aos clientes em suas compras, parece vir ao encontro das medidas no sentido da sustentabilidade e de preocupações com o meio ambiente.

Digo parece, porque se analisarmos mais detidamente não parece lá estas coisas em sustentabilidade e preocupações com o meio ambiente, assim.

Apesar dos problemas ambientais gerados pelo excesso de sacolas plásticas, acredito que elas acabarão por serem substituídas por plásticos – sacolas, mesmo – compradas ou saquinhos de lixo que quase desapareceram do mercado em função do uso das sacolas.

Elas não iam simplesmente para o lixo, assim, como lixo. A venda dos tais sacos de lixo que despencaram com o hábito de se utilizar as sacolas para acondicioná-los, vai, como disse acima, voltar a todo vapor e seu destino, na mesma proporção, será os aterros sanitários e lixões.

Ou seja, o que vai acontecer é que, como ninguém vai voltar aos velhos latões de lixo doméstico, os lixões e /ou aterros sanitários vão continuar recebendo “zilhões” de sacos plásticos de todo tipo e, mais uma vez, só quem não leva nada nessa são os de sempre: o consumidor e o meio ambiente.

O uso das sacolas ecológicas ou “ecobags” é uma boa ideia que já vimos utilizando há muito tempo e vemos muitas pessoas utilizando. Entretanto, nem tudo dá para colocar em uma sacola “retornável”, tudo misturado.

O correto, mesmo, seria a obrigação dos supermercados fornecerem as tais sacolas biodegradáveis ou voltarem a utilizar os sacos de papel como no passado, que não agride o meio ambiente e é reciclável, o que é adotado em muitos países.

Acho que quem agradece são os supermercados que contabilizam o preço das sacolas que já estava embutido nos preços e os fabricantes de “sacos de lixo” e outros que terão a demanda aumentada com as novas regras.

Acaba por começarmos a desconfiar que esta jogada é típica do sistema capitalista que fatura sempre, mesmo em cima das ideias ou ideais mais bem intencionados. 

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Quinta-feira, Janeiro 26, 2012

Em vez de aquecimento, teremos uma nova era glacial. Dizem cientistas do clima


Ao contrário do que se prega, e se espera, podemos ter uma “bela surpresa” em termos climáticos. Em vez dos anos tórridos que seriam provocados pelo efeito estufa, o que teremos é uma nova era glacial. É isto mesmo! Uma nova era glacial com uma baixa de temperatura entre 9º e 18º graus, sobretudo, no hemisfério norte. Duvida? Confira abaixo.

Estradas na Espanha no inverno em 2010
William Curry é um cientista do clima e não um crítico de arte. Mas ele passou muito tempo analisando o quadro “George Washington Atravessando o Delaware”, de Gottlieb Leutze, que mostra um barco carregado de soldados coloniais americanos em um rio congelado no dia seguinte ao Natal de 1776.

“Posso afirmar que esse tipo de coisa simplesmente não acontece mais”, diz Curry.

Pode voltar a acontecer em breve. E as cenas de congelamento como as imortalizadas as pelo pintor flamengo do século 16 Pieter Brueghel, o `Velho`, também poderão voltar à Europa. Seus quadros, incluindo a obra-prima de 1565 “Caçadores na Neve”, fazem as paisagens europeias, hoje temperadas, parecerem mais a Lapônia.

Esses cenários gélidos foram comuns durante um período que durou aproximadamente de 1300 a 1850, porque grande parte da América do Norte e da Europa foi tomada por uma pequena era glacial.

Um número cada vez maior de cientistas, incluindo muitos na base de operações de Curry, o Instituto Oceanográfico Woods Hole, em Massachusetts acredita que há condições para um novo resfriamento prolongado, ou pequena era glacial.

Embora ninguém esteja prevendo uma camada de gelo brutal como a que cobriu o hemisfério norte de geleiras cerca de 12 mil anos atrás, o próximo resfriamento poderá reduzir as temperaturas médias em 9º C sobre grande parte dos Estados Unidos e 18°C no nordeste americano, no norte da Europa e da Ásia. Leia mais...

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Sexta-feira, Janeiro 20, 2012

É inaugurado o primeiro módulo de pesquisas do Brasil na Antártica

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O primeiro módulo científico brasileiro acaba de ser criado dentro do Programa Antártico Brasileiro, o Criosfera 1. O INPI ( Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) que já realiza pesquisas na região há mais de 25 anos ao lado de outras instituições, irá receber informações diárias por satélite dos dados meteorológicos coletados pelo Criosfera 1, com a intenção de obter análises sobre os reflexos dos poluentes gerados na América do Sul e em outras partes do mundo no continente antártico.
Agência FAPESP - Cientistas inauguraram o primeiro módulo brasileiro no interior da Antártica, o Criosfera 1, durante cerimônia realizada em 12 de janeiro no acampamento avançado, localizado a 84°S. Após quase um mês no continente gelado, enfrentando sensações térmicas de até 42°C negativos, o grupo concluiu o trabalho de instalação de todos os equipamentos internos e externos do módulo.

As primeiras transmissões de dados meteorológicos, em fase de teste, foram enviadas via satélite no início de janeiro para o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

De acordo com o Inpe, este é o primeiro módulo científico brasileiro no interior do continente antártico – o país possui apenas uma base na região da península. Toda a infraestrutura do Criosfera 1 foi desenvolvida, integrada e testada no instituto.
(...)
Entre as principais atividades científicas estão: a perfuração das camadas de gelo sobre o continente antártico do acampamento avançado, a fim de obter os testemunhos que revelam a história da composição atmosférica do planeta (cilindros de gelo com cerca de 7 cm de diâmetro e 80 cm de comprimento), a montagem e ativação do módulo Criosfera 1, que ficará funcionando de forma autônoma e enviando dados meteorológicos durante todo o ano, e o levantamento da morfologia e dinâmica das massas de gelo da Geleira Union e como elas respondem às variações ambientais.

  
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Terça-feira, Janeiro 17, 2012

Vacina para quem vai deixar o país em viagem para a Europa e EUA, pode?

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“Nada como um dia após o outro”, não é verdade? No noticiário na TV o apresentador fala sobre a a necessidade da vacina contra o sarampo para todos os que estão deixando o Brasil, em viagens para a Europa e EUA...

Pensou que fosse para a África ou algum país latino-americano?

Pois é, é que o sarampo vem fazendo vítimas fatais na Europa, 29 casos, e outro tanto nos EUA. O Brasil? Erradicou a dita cuja desde o ano 2002.

No citado noticiário é entrevistado o diretor da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), alertando para a necessidade de se tomar a vacina, gratuita, antes do embarque, para que os brasileiros não se contaminem durante a viagem e, além do sério problema pessoal, não traga a doença para o país e comprometa o trabalho de extinção da doença feito no Brasil.

Os até então desenvolvidos estão em um processo gradual e continuo de imersão, ou seja, estão se tornando países imergentes, de fato.

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Sábado, Janeiro 14, 2012

Fórum Social Temático 2012. Participe!

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O Fórum Social Temático (FST) se inscreve no processo do Fórum Social Mundial e será uma etapa preparatória a Cúpula dos Povos na Rio+20. O evento acontecerá do dia 24 a 29 de janeiro de 2012 e será sediado por Porto Alegre e cidades da região Metropolitana – Gravataí, Canoas, São Leopoldo, e Novo Hamburgo.

Como um espaço aberto e plural, a programação do Fórum será fundamentalmente constituída por atividades propostas e geridas por movimentos, coletivos e organizações da sociedade civil, relacionadas ao tema “Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental”. Além disso, o Fórum acolherá também o encontro de redes internacionais, articuladas em torno de Grupos Temáticos de reflexão sobre assuntos pertinentes ao Fórum. O diálogo no âmbito dos grupos já está em andamento, na Plataforma de Diálogos do Fórum Social Temático .

Por que “Crise capitalista, Justiça Social e Ambiental?

(baseado nos documentos Convocatória ; Metodologia)
Um nível inusitado de atividade de movimentos de massas atinge países conhecidos por sua estabilidade social. Protestos e mobilizações indígenas produzem uma grande efervescência  na  usualmente  tempestuosa região andina. Estudantes em diversos países organizam atos com uma capacidade de mobilização há tempos não vista. Em 15 de outubro tivemos manifestações em quase mil cidades de 82 países.

Continue lendo...

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Quarta-feira, Janeiro 11, 2012

Demanda de energia no Brasil vai precisar de mais três Itaipu

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Usina de Itaipu
Segundo um estudo divulgado pela estatal Empresa de Pesquisa Energética (EPE) (04/01/12), para suprir a demanda prevista de energia em 2021 e manter o seu ritmo de crescimento, o Brasil vai precisar de outras três hidroelétricas equivalentes a Itaipu.

O que significa que a demanda de energia em 2021 será 56% superior à do ano passado, ou saltara de 472 mil megawatts hora em 2011 para 736 mil megawatts hora em 2021.

Este volume equivale ao produzido por três hidrelétricas de Itaipu, a segunda do mundo, que o Brasil compartilha com o Paraguai.

Parte desta energia será atendida pelas três usinas que o pais está construindo na Amazônia, Belo Monte, Santo Antônio e Jirau e que entrarão em operação nos próximos anos.

Esta demanda será impulsionada pelo setor comercial, seguido pelo setor residencial e pela industria. Apesar do crescimento da demanda do setor comercial, o setor industrial é o que mais consome energia no país, com mais da metade do consumo e vai manter a posição em 2021, segundo a EPE.

Fonte: EFE

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Domingo, Janeiro 01, 2012

Com 90% Petrobras controla setor de petróleo no país

 
A quebra do monopólio da Petrobras sobre a exploração de petróleo no país ocorreu em 1997 no governo FHC (PSDB), quando, tambem, foi feita a privatização da empresa. No final de seu governo, o Lula (PT) promoveu a reestatização de fato da empresa, Pré-sal Petróleo S/A. Nova estatal “nacionaliza” o petróleo, em momento oportuno para garantir ao Brasil a posse real das riquezas do pré-sal. 
 
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Quatorze anos depois da quebra do monopólio na exploração de petróleo no país, a Petrobras mantém o domínio quase absoluto do setor. Concentra as importantes descobertas dos últimos anos e responde por quase 90% da produção nacional.

Desde 1999, foram enviadas 1.201 notificações de descobertas à Agência Nacional do Petróleo (ANP), mas apenas 152 se mostraram comerciais e receberam ou ainda vão receber investimentos que resultarão em nova produção de óleo ou gás. Dessas 152 descobertas, 92 foram feitas em campos operados pela Petrobras. 

No mar, houve 49 descobertas no período, sendo 39 em áreas operadas pela estatal. A maioria são campos em terra, de pequenas dimensões e que agregam pouco à produção nacional, com exceções importantes como as reservas de gás da Petrobras no rio Solimões e da OGX no Parnaíba.

A estatal também responde pelo maior volume de investimentos previstos para os próximos anos. Planeja investir US$ 215 bilhões até 2015, ou 83,3% do total do setor de petróleo e gás. As companhias estrangeiras são responsáveis pela produção de 10% do petróleo no país. Em outubro, extraíram 216 mil barris de óleo e gás por dia, ante uma produção total de 2,5 milhões de barris/dia.

Os adiamentos das novas rodadas de licitações para exploração - o último leilão foi em 2008 e a 11ª rodada vem sendo postergada desde abril - acentuam o poderio da Petrobras, porque fecham o espaço para a operação de novos concorrentes. "O monopólio está voltando a todo vapor", afirma Wagner Freire, ex-diretor da Braspetro e da Petrobras. (Valor)
 
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Quarta-feira, Dezembro 28, 2011

Praga do milho resiste ao milho transgênico da Monsanto

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Pesquisadores da Universidade de Illinois, nos EUA, descobriram que lavouras cultivadas com o milho transgênico da Monsanto estavam, inexplicavelmente, muito danificadas pela lagarta raiz. A suspeita é que as lagartas, consideradas uma das mais sérias pragas do milho, estão desenvolvendo resistência ao milho geneticamente modificado da Monsanto.

Os sinais de resistência já forma encontrados em quatro estados do Meio-Oeste norte-americano. Pesquisadores da Agência de Proteção Ambiental (EPA), divulgaram memorando confirmando os casos de resistência e, alertada, a Monsanto alegou que o problema envolve apenas uma pequena fração das lavouras plantadas com o milho neste ano, embora considere que a avaliação da agência é séria, mas que seus atuais procedimentos de monitoramento são completos.
Leia tambem:
Industria desrespeita lei e não rotula transgênicos
 
Agrotóxicos, defensivos e transgênicos,‭ ‬venenos à mesa

Salmão transgênico é aprovado para consumo pelo FDA  

A Republica Unida da Soja. Território supranacional da Monsanto

A companhia foi a primeira a vender sementes modificadas para resistir à lagarta da raiz, em 2003. A semente contém um gene de um microrganismo do solo que produz uma proteína chamada Cry3Bb1, que tem a capacidade de matar a lagarta. As informações são da Dow Jones.
Este caso confirma as apreensões e justifica o combate ao uso de sementes geneticamente modificadas, já que a tecnologia é relativamente nova e não foram feitos estudos suficientes que comprovem a sua inocuidade ao meio ambiente e a saúde.
Os casos de resistência aos transgênicos podem provocar o surgimento de super pragas que podem gerar um crise radical na produção de alimentos, já que as sementes modificadas são – pelo lucro que proporciona a empresa – de lavouras que produzem alimentos de grande produção e consumo em todo o mundo, como o milho e a soja. 
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Sábado, Dezembro 24, 2011

Vulcão no Chile, imagens incríveis...

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Clique nas imagens para ampliar
Imagens da erupção do Vulcão Puyehue, no Chile (06/2011), quando entrou em erupção depois de "adormecido" por mais de 50 anos, quando provocou o cancelamento de voos na região sul da América do Sul, inclusive no Brasil.

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Quarta-feira, Dezembro 21, 2011

Maioria da população de São Paulo gostaria de mudar-se da cidade

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Inundação em rua de São Paulo
É inegável que as grandes cidades tem grandes vantagens, sobretudo, no que se refere a oportunidades de emprego, assistência médica e educação, o que as tornam grandes objetos de desejo de muita gente, o que comprova o seu porte, que em países em desenvolvimento como a China e Índia, por exemplo, tem criado cidades gigantescas.

Gigantescas como o são os seus problemas. Problemas de segurança, infraestrutura, transportes, poluição e até abastecimento de itens essenciais como água. Tudo isso que compõe o “cesto” de atributos que se traduzem em qualidade de vida.

Pesquisa feita em grandes cidades como Paris, que não é tão grande assim, mostrou que a maioria de seus habitantes gostaria de voltar ao campo ou pequenas vilas no interior: Franceses querem voltar ao campo, diz pesquisa.

Em São Paulo, o nosso exemplo acabado de cidade gigante, um estudo feito pelo Movimento Nossa São Paulo encomendado ao Ibope (2010), mostra que 57% de seus habitantes se mudaria para o interior se pudessem.

Os problemas citados no estudo são: violência, alagamentos provocados pelas chuvas, o sistema deficiente de transportes e péssimas administrações municipais, prefeitos e vereadores.
Leia tambem:

No nível de maior importância e/ou prioridade, os alagamentos provocados pelas chuvas, são tambem de responsabilidade do governo do Estado – do PSDB – que só fez promessas nestes quase 20 anos que administra o Estado e tempo equivalente na Prefeitura.
Os projetos ligados aos rios Tietê e Pinheiros, sobretudo, já engoliram bilhões de reais e tudo continua como antes, ou pior.
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Domingo, Dezembro 18, 2011

O vídeo da Globo contra Belo Monte continua a gerar reações, confira vídeo de alunos da UNB!

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O vídeo feito por atores da Rede Globo contra a construção da usina de Belo Monte, cai nos mesmos cacoetes do canal e do sistema de comunicações para o qual trabalham.

Valendo-se de sua notoriedade como atores, o que acaba por torná-los “formadores de opinião”, no bom e mau sentidos, a depender da biografia de cada um, acabam por ter um peso considerável na opinião pública, notadamente nos usuários de seu produto mais famoso, as telenovelas.

No vídeo, muitos mentem literalmente e, provavelmente liam o teleprompter à sua frente – como atores – sem se darem ao respeito ao telespectador que “confia” em sua imagem.

Se o vídeo teve um mérito, foi o de suscitar reações e, embora, talvez, não quisesse, aumentou o debate na internet, já que ninguém teria o “direito de resposta” ou refutação em espaço privilegiado como eles tiveram.

A resposta de estudantes da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), você vê clicando no link, o nome da universidade, onde encontra, tambem, o da Rede Globo. O vídeo resposta dos alunos da UNB (Universidade Nacional de Brasília), você confere acima. 

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Quinta-feira, Dezembro 15, 2011

Atividades humanas podem, mesmo, provocar terremotos

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Canos bombeiam vapor quente em usina geotérmica, na China
A intervenção do homem em sua tentativa de dominar a natureza, que é um paradigma de desenvolvimento anacrônico e comprovadamente ineficaz, e mesmo algumas delas teem um potencial de provocar reações radicais e destrutivas, inclusive o que vem demonstrando a escalada de fenômenos naturais cada vez mais letais.

As mudanças climáticas, hipoteticamente provocadas pelas emissões de carbono fóssil na atmosfera é uma delas, embora hajam cada vez mais controvérsias.

Sobretudo depois que se descobriu manipulação de dados para os adequarem às teorias sobre o aquecimento, além de cada vez mais cientistas climáticos as considerarem como resultado do próprio metabolismo do planeta, logo natural, além das pouco consideradas e/ou divulgadas influências das atividades solares sobre o clima no planeta.

A construção da maior usina hidrelétrica do mundo, a Três Gargantas, na China, em área com certa “fragilidade sísmica”, já provocou terremotos na região, e promete mais.
Outra fonte de produção de energia utilizada por muitos países é a geotérmica, quando se injeta água sob grande pressão a quilômetros de profundidade sobre rochas quentes, provocando a formação do vapor d’água superaquecido que é utilizado em usinas termoelétricas.
O processo tem provocado terremotos, ainda, de baixa magnitude, como já ocorre na Alemanha, Reino Unido e Suiça, por exemplo, o que vem provocando reações crescentes ao uso desta tecnologia o que pode inviabilizá-la.
Isso só para ficar nestes exemplos.
Como vê, o “domínio da natureza” trás certos riscos, e só ultimamente o homem parece começar a levar mais à sério. 
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Segunda-feira, Dezembro 12, 2011

Vídeos, dos atores da Globo, e o dos alunos da UNICAMP em defesa de Belo Monte

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Depois do vídeo dos atores do Movimento Gota D’Água, da Globo, contra a construção da Usina de Belo Monte, alunos de engenharia civil e economia da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), fizeram uma sátira do vídeo, em defesa da hidrelétrica, com o nome “Tempestade em Copo D’Água”. 

Se, ainda, não viu, confira!

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Sexta-feira, Dezembro 09, 2011

Queijos artesanais e tradicionais podem desaparecer no Brasil


Utilizando critérios “anacrônicos” de saúde pública o Estado, através de suas agências reguladoras destroem uma cultura secular no Brasil, para favorecer aos grande laticínios, quando se sabe que países europeus como a França tem legislação que protege seus queijos artesanais seculares, itens de excelência e requinte da culinária francesa, como os queijos Roquefort e Gorgonzola, e o mesmo ocorre com outros países.

Os queijos artesanais brasileiros, preparados com leite cru, estão em risco de extinção.

Essa é a opinião de produtores, acadêmicos e associações sem fins lucrativos, que estiveram reunidos na última semana em Fortaleza, no primeiro Simpósio de Queijos Artesanais do Brasil.

Um objetivo comum os uniu ali, por três dias de palestras, debates e discussões: preservar os processos seculares de produção desses queijos, que carregam, em si, valores culturais e históricos.

"É mais que um alimento, é uma expressão profunda da nossa forma de vida", disse Kátia Karan, do movimento Slow Food (a favor da pequena produção camponesa).

Não importa se o queijo é feito no Rio Grande do Sul, nas serras de Minas Gerais ou no agreste pernambucano.

Todos são de "terroir", ou seja, estão relacionados ao clima, à pastagem e ao tipo de bactérias de cada região.

São feitos em pequena escala com leite cru (não pasteurizado), em propriedades familiares, de receitas tradicionais -o saber fazer passa de geração para geração. 


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Terça-feira, Dezembro 06, 2011

Álcool combustível, você pode fazer o seu


O álcool combustível o o etanol é, decididamente a melhor opção pra substituir os combustíveis derivados do petróleo, tanto pelo seu baixo custo como por ser um recuso renovável e ecologicamente sustentável e correto.

A novidade é que a sua fabricação não tem grandes mistérios e pode ser uma mão na roda para um pequeno produtor rural que queira conseguir a sua autonomia, produzindo para suas necessidades pessoais e da propriedade.

Este vídeo mostra um projeto de uma mini destilaria desenvolvido pelo professor Juarez de Souza Silva, da Universidade de Viçosa, que ilustra bem esta possibilidade.

Publicado originalmente em Como fazer você mesmo

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Sábado, Dezembro 03, 2011

Chuvas, tempo bom e bonito, mesmo!


Guarda-Chuvas_Renoir
É um velho hábito. Não sei quem começou, se as previsões do tempo, via TV, ou se foram as pessoas mesmo. 

Sempre que está chovendo ou está para chover, todo mundo, literalmente, fala em tempo feio ou tempo ruim.

Sei que as chuvas, principalmente, nas grandes cidades costumam trazer alguns transtornos, não por culpa dela, é claro, mas de nossa própria insensatez, construindo uma infraestrutura urbana que não leva em conta as peculiaridades do sistemas e dos fenômenos naturais como as chuvas.

Mas, já pensou se tivéssemos, sempre, “tempo bom” – sem chuvas – como iriamos comer, beber, ter energia elétrica e outros benefícios que nem suspeitamos, que facilitam e tornam a nossa vida possível?

Já pensou nos inúmeros países que padecem da falta de chuvas – e de água – que olham o céu a procura de um tempo bomchuva – que não chega?

Então, acho que devemos parar de maldizer a chuva e agradecer essa dadiva da natureza ou do Deus, conforme a crença de cada um.

Quanto aos estragos, tomar cuidado com o próximo voto no prefeito e cobrar dos que já estão aí, alguma ação concreta para adaptar a cidade a este fenômeno “bonito”, mesmo, e de valor inestimável.

Publicado originalmente em Coisaboa

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Quarta-feira, Novembro 30, 2011

O ambientalismo como “cortina de fumaça” para o que interessa, mesmo


Enquanto os “ambientalistas” fazem a maior zoada em torno dos belo montes da vida e juram que as necessidades energéticas do mundo podem ser supridas com o vento, luz solar direta e outras perfumarias, o mundo real continua na luta encarniçada pelo velho ouro negro que, se alguém disse que ia acabar em breve, só estava jogando conversa fora ou querendo desviar a atenção do que realmente interessa aos “donos do mundo”, atuais e eventuais candidatos.

Acidente provocado pela Chevron
A luta pela posse das novas e/ou até presumíveis ou hipotéticas reservas de petróleo e gás, notadamente, aquelas no fundo dos oceanos, já está com as cartas sendo jogadas à mesa, e não promete cenários nada animadores para as relações internacionais.

Enquanto isso, a velha cortina de fumaça do aquecimento global e dos “ambientalistas” bonzinhos são, provavelmente, em muitos casos, nada mais do que “bois de piranha” para abrir passagem para os reais objetivos de, e dos de sempre, hegemonia e poder.

Foi como disse o conhecido chanceler de ferro, o prussiano, Otto von Bismark, (1815 - 1898): “O povo não precisa saber como são feitas as salsichas”.

 Leia tambem:  

O episódio envolvendo o acidente provocado pela petroleira norte-americana Chevron e as suas, mais que meras suspeitas, mas, intenções de acessar o pré-sal propriamente dito, por vias ilegais, além do descaso com que tratou as autoridades nacionais, dissimulando dados, escondendo informações vitais, enquanto a mídia associada local (PIG) tentou – mais não colou – botar a culpa na Petrobras, mostra a natureza dos seus métodos e as suas reais intenções.

Práticas estas que, diga-se de passagem, deve ser o seu “código de conduta” normal em terras dos outros, o que não é de estranhar, já que é o mesmo adotado pelo governo do seu país. Vide as justificativas para invadir, destruir e roubar as reservas de petróleo e gás do Iraque, para ficar só neste exemplo.

Clique no link: a “guerra do petróleo” e veja um “esquema” com o quadro que se desenha no mundo sobre as tentativas de domínio das novas reservas.

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Domingo, Novembro 27, 2011

Lixo eletrônico se transforma em terra-rara

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Mineral "terras raras"
Pesquisa feita no IPT abre caminho para o descarte de ímãs de computadores velhos e reaproveitamento de terras-raras, elementos químicos cujo monopólio mundial está nas mãos da China (IPT) 

Uma pesquisa realizada no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) sobre o reprocessamento de ímãs de neodímio-ferro-boro (NdFeB) abre caminho para o descarte sustentável dos ímãs contidos nos discos rígidos de computadores fora de uso e para o desenvolvimento de tecnologias da cadeia produtiva de terras-raras.

Terras-raras compõem um grupo de 17 elementos químicos – entre os quais cério, praseodímio, térbio e neodímio – com aplicações diversas, como na produção de supercondutores, catalisadores e componentes para carros híbridos.(…)

Leia tambem:

Quando o consumidor troca o computador, ele descarta o equipamento porque busca uma maior capacidade de processamento, por exemplo, e não porque o ímã parou de funcionar”, explicou. “O material magnético continua operante e nas mesmas condições da época em que o computador foi comprado.”


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Quinta-feira, Novembro 24, 2011

Chevron está proibida de operar em todo território nacional

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Tanto a Transocean como a Chevron estiveram envolvidas em um dos maiores desastres ambientais marinhos do mundo, no Golfo do México e, além de serem acusadas de incompetentes, esconderam e dissimularam informações importantes sobre o acidente para as autoridades, desobedecer normas de licitação e utilizar técnica não permitida para “recolher” o óleo vazado, lançando-o ao fundo do mar.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) determinou nesta quarta-feira (23) a suspensão das atividades de perfuração da Chevron no Campo de Frade, “até que sejam identificadas as causas e os responsáveis pelo vazamento de petróleo e restabelecidas as condições de segurança na área”

Segundo nota da ANP, a deliberação suspende toda atividade de perfuração da Chevron do Brasil no território nacional.

Leia: Acidente no pré-sal é da Chevron, dos EUA, a mesma do acidente no Golfo do México


A agência também rejeitou pedido da concessionária para perfurar novo poço no Campo de Frade com o objetivo de atingir o pré-sal. A ANP entende que “a perfuração de reservatórios no pré-sal implicaria riscos de natureza idêntica aos ocorridos no poço que originou o vazamento, maiores e agravados pela maior profundidade”.

Ainda segundo a ANP, a decisão “se baseou nas análises e observações técnicas da agência, que evidenciam negligência, por parte da concessionária na apuração de dado fundamental para a perfuração de poços e na elaboração e execução de cronograma de abandono, além de falta de maior atenção às melhores práticas da indústria”. (Agência Brasil).


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Terça-feira, Novembro 22, 2011

O Regime Planetário ou a nova utopia de poder e hegemonia


John Holdren
Este texto do livro “Ecoscience: Population, Resources, Environment”, do assessor para Ciência do presidente Obama, John Holdren, talvez ajude a explicar o pano de fundo onde se desdobram toda a campanha alarmista e apocalíptica do mais que controvertido, mas, pseudo, aquecimento global.

Escorados nesta ideia é que surge o conjunto de propostas que tentam tirar da alçada particular ou da decisão soberana de cada pais ou povo, o poder de gerir e usar os seus próprios recursos naturais, notadamente dos países pobres, em desenvolvimento ou emergentes.

Estes últimos – os emergentes – não só ameaçam, mas, já estão, de fato, virando a mesa no que se refere a poder econômico e político, enquanto os países hegemônicos tradicionais – EUA e UE – se veem às voltas com o “osso” de suas próprias decisões, imposições e desmandos .

Um envolvente Regime Planetário controlaria o desenvolvimento, administração, conservação e distribuição de todos os recursos naturais, renováveis e não-renováveis. Ele teria o poder de controlar a poluição não só da atmosfera e dos oceanos, mas também da água doce de rios e lagos. Regularia todo o comércio incluindo todos os alimentos. Ele determinaria a população ótima para o mundo. Ele deveria ter poder para impor limites populacionais aos países. E se Vs. querem saber quem faria o aborto e a esterilização de massa forçados, eu respondo: ‘pois o Regime Planetário com certeza!’Do livro: “Ecoscience: Population, Resources, Environment”. Autores: John P. Holdren, Paul R. Ehrlich e Anne H. Ehrlich

Depois das denuncias que surgiram antes da COP15, em Copenhague, 2009, o Climategate, quando hakers vazaram na rede milhares de e-mails trocados entre os “cientistas” do IPCC, da ONU, “ avalistas” das teorias sobre o aquecimento global, comprovando a manipulação de dados climáticos para os adequarem às suas teorias, o IPCC perdeu a credibilidade e a cada dia mais cientistas comprovam a sua falácia. 

Como a mídia vive e se nutre do bizarro, do sensacionalismo, catastrofismos e de alimentar o medo e a apreensão, divulga com gosto tudo que é dito e, quanto pior, melhor.


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Sábado, Novembro 19, 2011

Crise energética no Japão e a volta às velhas formas de aquecimento no inverno

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A vulnerabilidade energética é um problema grave para muitos povos e países. É o caso do Japão. Estruturado sobre fontes de energia que dependem de importação e/ou dos humores do mercado internacional, e confiando em uma fonte perigosa em um país tão vulnerável às atividades sísmicas, é montar uma bomba relógio, principalmente, com o adicional da má administração das usinas nucleares – 30% do consumo – acidentadas, como ficou provado e muito pouco divulgado.

Diante da crise, o governo prega a “volta ao passado” com o óbvio retorno das roupas adequadas às estações.

É o retorno ao trivial agasalho dentro de casa em vez do, agora, improvável aquecimento ou calefação no inverno, o uso da chaleira quente para aquecer no lugar dos aquecedores elétricos e, no verão, abrir mão da “elegância dos costumes” para o uso de roupas mais leves e adequadas para um ambiente sem as benesses do ar condicionado que vem se tornando proibitivo.

Como consequência da crise energética que chegou na esteira dos acidentes recentes com as usinas nucleares em Fukushima, a campanha “Warm Biz” já está nas ruas para convencer o povo a voltar aos antigos hábitos de aquecimento de inverno e de aliviar o calor no verão.

Fonte: Reuters

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Quarta-feira, Novembro 16, 2011

Uma ideia de biodiversidade...

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Domingo, Novembro 13, 2011

Acidente no pré-sal é da Chevron, dos EUA, a mesma do acidente no Golfo do México

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O primeiro vazamento de petróleo no alto-mar do Brasil depois do acidente de Macondo, no Golfo do México, foi protagonizado pela americana Chevron. A companhia passou a tarde tentando debelar o vazamento de meio barril de petróleo por hora na bacia de Campos, na área ao redor do campo de Frade.

À noite, a Chevron calculava que 60 barris de óleo tinham chegado à superfície, sem detalhar os procedimentos que estavam sendo adotados para estancar o vazamento no fundo do mar. O poço fica a 370 quilômetros a nordeste da costa do Rio de Janeiro, em uma profundidade de 1.200 metros.

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) informou que o acidente ocorreu na quarta-feira. Houve um descontrole da saída de gás (kick no jargão técnico) durante o procedimento de injeção do fluido de perfuração.

O trabalho estava sendo feito por técnicos da plataforma semissubmersível Sedco706, da Transocean. O equipamento para prevenção de explosões (BOP na sigla em inglês) funcionou mas a manobra com o conjunto de válvulas para "matar" o poço parece ter ativado uma falha na estrutura geológica. 


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Quinta-feira, Novembro 10, 2011

Projeto patrocinado pela Petrobras estuda golfinho ameaçado de extinção


Foto: Marta J. Cremer, coordenadora geral do Projeto
A única espécie de golfinho em risco de extinção no país e a mais ameaçada do Atlântico Sul Ocidental, a toninha, está mais acessível aos pesquisadores.

O menor golfinho  do Brasil é também uma espécie bastante arredia, o que dificulta a coleta de dados sobre a população. Estimativas indicam que mais de mil animais morrem todo ano, presos acidentalmente em redes, por estarem localizadas em região pesqueira, entre o Espírito Santo e a Argentina.

Pensando nisso, o Projeto Toninhas, da Fundação Educacional da Região de Joinville (FURJ), que estuda a população há mais de 10 anos, realizou a captura e marcação de exemplares da espécie, com patrocínio da Petrobras por meio do Programa Petrobras Ambiental.

Com esses recursos, os animais receberam transmissores satelitais, possibilitando a investigação de seus padrões de movimentação diária, área de vida, habitat, além de duração e profundidade de mergulhos da espécie. Estas informações serão muito importantes para a conservação desta população, e servirão de subsídio para a análise de áreas prioritárias para a conservação da toninha no litoral brasileiro. Veja a matéria exibida na manhã desta quinta-feira (03/11) no Bom Dia Brasil e saiba mais sobre a iniciativa.

Publicado originalmente no Fatos e Dados, Blog da Petrobras

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Programa Petrobras Ambiental

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