terça-feira

O que é o Blog Action Day e como você pode participar deste movimento

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Olá! 

Se não conhece, ainda, este texto é um esclarecimento sobre esta ação internacional, a Blog Action Day.
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Este artigo (no link abaixo) foi publicado como contribuição de uma ação internacional a Blog Action Day que há já alguns anos, mais precisamente há 7 anos, ou em 2008 – estamos participando desde 2009, veja banners com os temas anteriores na lateral do blog – quando a cada ano se discute e se chama a intenção para um problema grave ou questão de importância ou alcance planetário.  

Se ainda não viu: A desigualdade é basicamente uma questão de consciência do próprio oprimido

Como pode ver nas tags e na imagem que ilustra o artigo, o tema deste ano foi a #inequality, ou desigualdade, nada mais relevante no momento, haja vista que a tal crise econômica internacional serviu, como sempre acontece, para concentrar ainda mais os recursos mundiais em mãos dos de sempre, um número restrito de “pessoas”, estima-se em 85, o que daria até para inferir ou desconfiar que elas, as crises, podem muito bem ser periodicamente encomendadas, já que o seu efeito é o de sempre, os pobres cada vez mais pobres e os ricos cada vez mais ricos e poderosos.

Portanto, convido você a participar e endossar essa campanha, sobretudo se tem um blog, o que não impede que possa usar sua participação nas redes sociais, Facebook, Twitter e outras, para divulgar esta ação que visa lutar por um mundo menos desigual e mais justo para todos os viajantes dessa incrível e maravilhosa nave espacial chamada Planeta Terra.

Você pode se inscrever agora, visando à próxima campanha, quando poderá ser convidado a opinar – e votar – sobre o tema de 2015. Clique aqui e confira.

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domingo

“Privatização” da Sabesp tem tudo a ver com a falta de água no Estado

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Gestão tucana em São Paulo levou o sistema Cantareira para o nível mais baixo da história

Veja o estrago da privatização da água na Espanha que passa por uma gravíssima crise econômica:
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Levando em consideração as especificidades de cada caso, o processo pelo qual passa São Paulo com a seca do reservatório de Cantareira e a falta de água para a população, tem tudo a ver com a privatização, já que é público e notório que o governo Alckmin preferiu usar os recursos existentes na Sabesp para “pagar” acionistas da empresa na Bolsa de Nova York, como foi noticiado pela mídia – depois das eleições, é claro – logo, a privatização da Sabesp – gestão, controle e distribuição de água – aliada ao descaso do governador com as advertências de entidades  da área, em 2004 e 2010 sobre este quadro em que estamos vivendo agora, ilustra sua irresponsabilidade como governante, que já está indo para o seu 4º mandato e, infelizmente, graças aos eleitores, hoje, também sem água.

É bom lembrar, que o reservatório de Cantareira foi construído nos anos 60, e de lá pra cá foram construídos mais dois adendos, o último pelo governador Paulo Egydio (1975 – 1979), sendo que, apesar do crescimento da economia e da população nestas últimas décadas, os sucessivos governos do PSDB que vão agora para 24 anos, não adicionou ao sistema uma mísera cisterna. Isso apesar dos estudos científicos e meteorológicos que apontavam com bastante antecedência, este quadro de seca que castiga o Estado.

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terça-feira

Onde se encontra o tal ambientalismo da Marina? Você não pode perder esta!

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“... é a economia, estúpido” (os estúpidos somos nós, claro). É o lema real da “ecologista” Marina, a candidata à presidência da República que insistia em dizer-se ambientalista, embora não seja, absolutamente, nada disso. O estúpido na frase acima somos nós, ou pelo menos quem bota fé nela ou acha que ela tem efetivamente um programa ou mesmo alguma intenção por mais vaga que seja do que se convencionou chamar de ecológico.

Este artigo é por demais revelador, com se diz, sobre esta personagem que conseguiu iludir tanta gente, ambientalistas bem intencionados, e que ainda podem estar viajando na maionese, considerando que ela seja mesmo alguém preocupada com o tal meio ambiente, com a Amazônia e coisas do gênero.
"Não, não é o Velho Testamento, não se trata de nenhuma loteria bíblica. As decisões de Marina decorrem de motivações bem mais terrenas e materiais.

Depois de criticar a polarização entre os “iguais” e dizer que representava uma alternativa “a tudo o que está aí”, a líder da nova política declara apoio à velhíssima política dos Neves.

Quem vê a trajetória de Marina percebe que ela teve boas intuições e, talvez, boas intenções, ao propor essa “despolarização”. O problema é sua fragilidade, sua insegurança. Problema? Não, talvez seja problema para ela, mas não para os espertos que a adotaram e conduziram.

É compreensível o espanto e a decepção que já começam a aparecer entre militantes de sua Rede. Uma parte deles rompeu explicitamente com a dirigente e com a sua posição de se atrelar ao PSDB. Mas esses militantes deveriam saber que essa decisão está bem longe de ser inesperada e bem longe de ser incoerente.
Com certeza, vale à pena conferir, sobretudo se você é, ou foi, um (a) “marinista”, aqui

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quinta-feira

A desigualdade é basicamente uma questão de consciência do próprio oprimido

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#BlogActionDay2014

A #desigualdade é tão antiga como o próprio homem ou suas relações. Tão antiga que parece até natural, normal, o que leva a grande maioria das pessoas a nem percebê-la como tal, como anormal que é.

Esta aparente naturalidade nos faz conviver com verdadeiros paroxismos de injustiças e crueldade, que indigna a poucos de nós e muito menos nos movemos no sentido de fazer algo para mudar a coisa.

Quando incomoda optamos pelo execício da caridade, da ajuda humanitária, quando separamos algo, algum dinheiro, que usamos para acalmar, para apascentar algum vestígio,  impulso ou sensação de pena, solidariedade ou injustiça, mas, quase sempre de efeito temporário ou localizado.

É o que acaba por alimentar as inúmeras ONGs, entidades variadas e/ou instituições a cuidar de administrar esta nossa crise de “consciência pesada”.

É bom! Graças a elas as pessoas que contribuem acabam por ajudar muitos dentre os cerca de um bilhão de desvalidos e injustiçados em todo o planeta, que recebem algum alivio para suas necessidades, carências e sofrimentos.

Entretanto, esta situação - de ajuda e amparo pontual - não é nova, é tão antiga como a própria desigualdade. É como se fosse uma válvula de escape, de alívio da pressão interna dos sistema dominante desigual, que paradoxalmente contribui para a sua própria manutenção.

A solução? Soluções têm sido tentadas ou pelo menos iniciativas ou medidas que equacionassem de uma vez por todas este quadro terminal de #desigualdade e injustiça. São as ideologias de orientação social ou socialista, que preconizam uma organização econômica e social que combata ou desmonte o modelo concentrador de bens e rendas, que independente de denominação, tem sido a tônica da organização econômica e social predominante desde sempre, embora se metamorfoseie e se “travista” de novidade, como o, hoje, neoliberalismo, quando pretensiosamente incorporou princípios do socialismo, com execução e/ou práticas pífias, como forma de tentar esvaziar o discurso ou proposta socialista em uma tentativa de autopreservação e perpetuação.

O fato é que a alternativa socialista em suas varias modalidades e vertentes, já passou , e passa, por seus momentos de laboratório, já que é inovadora como sujeito histórico, sobretudo a partir da segunda metade do século passado, mas, com honrosas exceções, ainda patina na luta pelo poder,  e já tendo passado sua forma revolucionária, agora, atua através do voto, com o desafio que e ó próprio oprimido, já alienado pelos mecanismos midiáticos, acabando por se converter em aliado e agente inconsciente de sua própria indigência, sobretudo em regimes tidos como democráticos.

Nas sociedades tradicionais o domínio colonial impôs um modelo “ocidental” que desestruturou as relações econômicas e sociais vigentes desde sempre.

Logo, a luta contra a #desigualdade é uma luta pela reconquista, ou melhor, construção das consciências, que só pode ser encaminhada através da educação, que subtraia o oprimido  dos mecanismos de alienação e manutenção dos “status quo” vigente.

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