quarta-feira

Oceanos terão mais plásticos do que peixes em 2050. Acha que isso tem algo a ver com sua vida?

.
O saco plástico é o vilão! Pode? Pelo menos é a impressão que fica quando se lê artigos assim. O saco plástico!

Educação ambiental, educação e orientação para o uso racional, a reutilização, a reciclagem Tudo isso não passa de palavras de ambientalista fora de moda…

As pessoas estão se lixando para as tais teorias sobre degradação ambiental e comprometimento da qualidade de vida… Da vida! O lance é consumir, pura e simplesmente.

Ambientalismo, e os ambientalistas, está tão fora de moda, que se bobear as novas gerações vão pensar que é alguma coisa que se come… Que se adquire em lanchonetes…
 
        "Oceanos terão mais plásticos do que peixes em 2050

O uso maciço de plásticos é tamanho que os oceanos abrigarão mais detritos plásticos do que peixes em 2050 – informou nesta terça-feira o Fórum Econômico Mundial de Davos.

"O sistema atual de produção, utilização e descarte de plásticos tem efeitos negativos importantes: de 80 a 120 bilhões de dólares de embalagens plásticas são perdidos anualmente. E além do custo financeiro, sem nada em troca, os oceanos terão mais plástico do que peixes (em peso) até 2050", informa um comunicado.

O fórum de Davos, cujas reuniões de trabalho começam na quarta-feira, revela um estudo realizado com a fundação da navegadora Ellen MacArthur e a consultoria McKinsey.

Segundo o documento, a proporção de toneladas de plástico-toneladas de peixes era de uma para cinco em 2014, será de uma para três em 2025 e vai ultrapassar uma para uma em 2050.

O fórum estima necessária "uma refundação total das embalagens e dos plásticos em geral" e a busca por alternativas ao petróleo como material de base para sua produção - pois caso nada mude, o plástico representará 20% da produção petroleira em 2050.

Por causa dos sacos de plástico de uso único, "95% do valor das embalagens de plástico, estimado entre 80 e 120 bilhões por ano, se perde", lamenta o WEF, pedindo o estabelecimento de canais de reciclagem verdadeiros e reutilização.

"Os modelos de produção e consumo lineares são cada vez mais questionados (...) e isso é especialmente verdadeiro para os setores onde existem grandes volumes de baixo valor como as embalagens de plástico", apontou em declaração a navegadora Ellen MacArthur, também solicitando a criação de uma economia circular, reutilizando os materiais.

Vários países estão tentando limitar o uso de sacos plásticos. Na França, por exemplo, os sacos de plástico de uso único devem ser proibidos em março.

No Reino Unido, a legislação impõe que os consumidores paguem pelos sacos plásticos, a fim de tentar reduzir sua utilização.

   Em Davos, Suíça

Via UOL

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

segunda-feira

Energia solar deixa de ser privilégio e gera melhorias e renda no sertão

.

Um Brasil, relativamente, silencioso vem se construindo à revelia da tal oposição política e de uma mídia que oculta tudo de bom que rola país afora e hipertrofia, e frequentemente, edita ou inventa as más notícias como se tentasse construir uma forma de “queimar” e inviabilizar o governo federal em exercício, provavelmente querendo inverter a ordem de prioridades que vem sendo adotada nos últimos anos, de privilegio a setores até então alijados da vida do país.

A incorporação de grande parcela da população à vida econômica do país com mais de 63 milhões de brasileiros retirados da miséria, vem promovendo mudanças significativas que se espalham por todos os rincões do Brasil.

Este caso abaixo é um bom exemplo destas mudanças que chegam silenciosamente e que vêm mudando a cara do país.
"Energia solar em telhados gera renda e melhorias no sertão baiano
Com 9.144 placas fotovoltaicas instaladas nos telhados dos blocos com quatro ou seis apartamentos, os conjuntos vizinhos do Minha Casa Minha Vida, lar de mil famílias de baixa renda, têm potencial para produzir 2,1 Megawatts (MW), capazes de abastecer 3,6 mil domicílios por ano. Transformados na maior microusina de energia solar do País, os residenciais Praia do Rodeadouro e Morada do Salitre, em Juazeiro, no sertão baiano, ultrapassaram a marca de R$ 2 milhões em receita obtida com a venda da energia elétrica à distribuidora local.

Os 5,465 Gigawatts-hora (GWh) comercializados renderam R$ 2,27 milhões líquidos entre fevereiro de 2014 e novembro de 2015 — os dados podem ser acompanhados pelo site, com defasagem de um dia. Desse bolo, uma fatia de 60% vai para o bolso das famílias, 30% são aplicados num fundo para o condomínio e a associação de moradores e os 10% restantes pagam as despesas de manutenção dos residenciais. 

Investimento

Em dinheiro, o fundo de investimento arrecadou R$ 683 mil no período, o que lhe permitiu bancar melhoramentos como a reforma e ampliação dos centros comunitários, antes ocupando quiosques abertos, além da instalação de sala de informática, parada de ônibus coberta, sinalização de trânsito e de serviços de atendimento médico, odontológico e psicológico.

Os investimentos foram decididos pelos próprios moradores via associação. E mais: não há taxa de condomínio, e cada família recebeu R$ 1.366 até novembro de 2015, ou uma média de R$ 62 mensais, valor suficiente para cobrir as prestações mensais do programa Minha Casa Minha Vida, que variam de R$ 25 a R$ 80.

Modelo Sustentável

O Fundo Socioambiental Caixa investiu R$ 6 milhões em recursos não reembolsáveis no projeto, implantado pela Brasil Solair, que entrou com contrapartida de R$ 880 mil. A empresa também instalou seis torres de microgeração eólica, que produzem a energia que abastece as áreas comuns dos condomínios.

“Os resultados desse projeto são surpreendentes e nos motivam a buscar novos modelos de negócio para promover a sustentabilidade dos condomínios do Minha Casa Minha Vida”, afirmou Mara Alvim Motta, gerente executiva da Gerência Nacional de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental da Caixa.


Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

sábado

Benditas chuvas! Itaipu volta a liderar a produção mundial de energia. É, no Brasil!

.

Quem vê algumas pessoas se referirem ao Brasil é como se não tivessem a mínima noção do país que ‘têm’, em que vivem, e se referem a ele como um ‘paisico chinfrim’ do qual lamentam muito terem nascido por aqui.

Olham por um canudinho e definem o que veem como a própria realidade.

Santa ignorância!

   "Itaipu volta a liderar a produção mundial de energia


A energia produzida pela usina de Itaipu, em 2015, seria suficiente para suprir o consumo de todo o Nordeste do Brasil por um ano e um mês.

A usina Itaipu Binacional obteve, em 2015, a posição de líder mundial em geração de energia com a produção de 89,2 milhões de megawatts-hora (MWh) de energia elétrica. Esse resultado é 2,5% maior que a produção registrada na usina de Três Gargantas na China, de 87 milhões de MWh.

Desde que entrou em operação, a Itaipu Binacional perdeu a posição de líder mundial de produção anual de eletricidade apenas em 2014, quando gerou 87.795.393 MWh. Em 2015, Itaipu registrou 89.2 milhões de MWh, 1,6% a mais do que no ano anterior. A expectativa é de que a usina produza acima dos 90 milhões de MWh até o final de 2016.

A hidrelétrica, que pertence ao Brasil e ao Paraguai, também é a maior produtora de energia limpa e renovável do planeta, com mais de 2,312 bilhões de MWh acumulados desde a sua entrada em operação, em maio de 1984, há exatamente 31 anos e oito meses. 

Comparativos

A energia produzida pela Itaipu em 2015 (89.215.404 milhões de MWh) seria suficiente para suprir o consumo de todo o Nordeste do Brasil por um ano e um mês; a região Sudeste, por quatro meses; e o Sul, por um ano. Atenderia também a toda a demanda de uma cidade como São Paulo por três anos; Curitiba, por 18 anos; e Foz do Iguaçu, por 155 anos e oito meses.

Já a energia acumulada (2,312 bilhões de MWh) seria suficiente para suprir o consumo do Norte por 71 anos e cinco meses; o Sudeste, por nove anos e seis meses; e o Sul, por 27 anos e três meses. Toda a demanda de uma cidade do porte de São Paulo seria atendida por 78 anos e cinco meses; a de Curitiba, por 467 anos; e a de Foz do Iguaçu, por 4.036 anos e um mês.

Itaipu responde atualmente por 15% de toda a energia elétrica consumida no Brasil e atende a mais de 75% do mercado paraguaio de eletricidade. 

 Fonte: Portal Brasil, com informações do MME e Itaipu Binacional

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

quinta-feira

Racionamento 'duro' atinge 35% dos moradores de SP, diz Datafolha. Vindo da Folha, o ‘duro’ é eufemismo

.

Por ser da Folha de São Paulo, o DataFolha costuma dourar a pílula quando se trata de algo não propriamente positivo ou abonador dos governos psdb, e com o alquimin não ia ser diferente, assim mesmo quando divulga.

Sem falar que deve usar as filigranas dos dados, até certo ponto permitido pelas pesquisas, quem estudou estatística sabe disso, para minimizar as ‘coisas’. Mesmo assim, os dados são terríveis e, como sempre, a tal corda sempre arrebenta do lado mais fraco.

O que nos consola é que, apesar de toda grana do contribuinte aplicada na mídia associada para minimizar as coisas, o investimento não vem trazendo lá estes resultados todos, tanto é que o próprio datafolha atesta queda na popularidade do caudilho do Palácio dos Bandeirantes.

Pode ter certeza que ele conta com seu voto, conivente ou alienado, para tentar o Palácio do Planalto em 2018, sobretudo se mora em São Paulo e não está entre os 35 % (suavizados pelo datafolha, com certeza) e recebe água regularmente em casa, dando até para dar banho de mangueira em seu cachorro e dar um trato no passeio para tirar a poeira desses tempos quentes, que ninguém é de ferro.

Dê uma olhada no texto da Folha.

"Racionamento 'duro' atinge 35% dos moradores de SP
O racionamento de água imposto pela gestão Geraldo Alckmin (PSDB) em meio à crise hídrica atinge de forma dura ao menos 35% dos paulistanos, em especial os mais pobres e com baixa escolaridade, revela pesquisa Datafolha.

Essa é a proporção de moradores que afirmam ter sofrido interrupção no fornecimento de água em suas residências em cinco ou mais dias nos últimos 30 dias.

Entre os afetados, está a diarista Cláudia Nogueira, 35, moradora do bairro do Agreste (zona norte de São Paulo). Para ela, ter água sempre é questão de saúde, já que sua sogra passa por tratamento de câncer no intestino e necessita de higiene constante.

"Fora a última semana, quando teve água por dias seguidos, todo dia falta água durante a tarde e a noite", diz.

Pelo levantamento do Datafolha, 14% citaram que sofreram corte de água em até quatro dias no período de um mês –48% disseram não ter ocorrido nenhuma interrupção do tipo e 3% não souberam responder.

Oficialmente, a gestão tucana diz que a manobra que reduz a pressão nos encanamentos –provocando racionamento– tem prejudicado apenas 1% da população.

NORTE E LESTE

A pesquisa realizada na semana passada mostra ainda que as regiões da capital paulista mais afetadas pela distribuição controlada de água são as zonas norte e leste.

Essas duas áreas são as mais dependentes do Cantareira - maior sistema da Grande São Paulo, em situação crítica desde 2014 e que nesta terça (3) estava com 12,7% de sua capacidade.

O Cantareira atualmente só consegue operar com a ajuda de bombas que retiram água do fundo das represas – do chamado volume morto.

Na zona leste, por exemplo, 43% dos paulistanos disseram sofrer com a interrupção de água em cinco ou mais dias ao longo de um mês. Na zona norte, são 40% os que se dizem mais prejudicados.

Por exemplo, gente como Zélia Costa, 46, dona do Bar do Baixinho, na Vila Santista, que precisou estabelecer uma regra que se tornou conhecida por seus clientes: depois das 16h, não há mais descarga no banheiro. "Todo mundo que vem aqui é do bairro. Então já sabem que, depois de determinada hora, não tem como dar descarga. Só se for de balde ou esperar até o dia seguinte", conta.

Já no centro, os impactos do racionamento são bastante reduzidos. Somente 5% relataram esse grau de interrupção da água, de acordo com a pesquisa Datafolha.
As taxas também são mais baixas nas zonas oeste (32%) e sul (28%) da capital paulista, que são socorridas pelo reservatório do Guarapiranga.

O tempo de duração da falta de água em um mesmo dia não é considerado no levantamento. Segundo a própria gestão Alckmin, algumas regiões ficam entre 15 e 20 horas por dia sem água.

POBRES

As informações de falta de água em cinco ou mais dias do mês indicam que os pobres têm sido muito mais atingidos pelo racionamento do Estado do que os ricos.

A pesquisa aponta que, entre os que ganham até dois salários mínimos, 42% dizem que tiveram torneiras secas com mais frequência no último mês. O índice cai para 19% no grupo dos que ganham mais de 10 salários mínimos.

As regiões mais periféricas sofrem com a redução de pressão tanto por questões geográficas quanto por causa de falta de infraestrutura nas residências. As casas da periferia estão normalmente no fim da rede de distribuição e muitas vezes em zonas altas, onde é mais difícil bombear água sem pressão.

O tamanho pequeno das caixas d'água ou até mesmo a falta delas ainda deixa milhares de pessoas muito mais vulneráveis à falta do abastecimento público de água.

Para Fábio Mota, 36, que mora na zona norte, são os pobres que mais poupam água em São Paulo. "Quem tem dinheiro sabe que não vai faltar água para ele."


Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark