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terça-feira

Vegetarianismo e/ou veganismo, um pouco mais do que modismos. Ou porque você vai acabar fazendo

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Em que pese à brincadeira com os vocábulos, a questão parece mais seria e, “por bem ou por mal”, como se diz, vai acabar entrando na ordem do dia pra valer. Isto é, além dos modismos periódicos ou não obstante os ‘legítimos’ que optaram, mesmo, como uma filosofia de vida e de respeito à vida animal.

Ou seja, vegetarianismo e/ou veganismo passam por ondas periódicas de animação e sucesso para, da mesma forma como surgiram, acabarem sumindo em meio a outro modismo mais ‘na moda’, digamos assim.
Veja: Porque você pode acabar se tornando vegetariano
Mas, dados sobre a criação de animais, sobretudo na produção de carnes, vem assumindo índices verdadeiramente insustentáveis no médio logo prazo, logo, por uma mera questão de logística de produção ou da simples sobrevivência, entre aspas, algo terá que ser feito ou mudado.

As conclusões científicas não são novas, mas a atualização de índices não deixa a menor dúvida do crescendo da situação, da absoluta falta de condições de se continuar a produzir carne como vem sendo feito até agora.

É como se diz: ‘A terra nun guenta o tranco!’

Estes dados na imagem foram publicados recentemente pela ONU Meio Ambiente.

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quarta-feira

E aí, qual açúcar prefere? Tem açúcares e açúcares... Confira!

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O açúcar, quem diria? Pode alguém ter ‘inventado’ algo ruim em coisa tão doce... Tão imprescindível em nosso cotidiano? Alguém aí gosta de café, ou do velho ‘pingado paulista’ sem açúcar?

Duvido!

No mínimo... É escolher aquele, como poderia dizer? Mais saudável.

Neste texto abaixo vai conferir as diferenças essências entre os diversos tipos. Mas, vai precisar de um pouquinho de empenho e vontade para fazer a opção, caso seja por um tipo pouco convencional, já que o gosto “das coisas” muda um pouco.

Eu já fiz há já algum tempo: é o açúcar mascavo, e o gosto ‘das coisas’ continua bom... O pingado? Ficou bem melhor!
Demerara, mascavo ou refinado: qual é a diferença entre cada açúcar?...
Prestar atenção nos ingredientes dos produtos industrializados e reduzir o consumo de açúcar são hábitos essenciais para quem busca melhorar a própria qualidade de vida. Contudo, quando vão adoçar sua bebida, muitas pessoas, ainda tem dúvidas na hora de escolher.

Pensando nisso, separamos algumas dicas da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo para ajudá-lo a entender a diferença entre cada e fazer a melhor opção. 

Confira:

O ideal seria preservar o gosto naturalmente doce dos alimentos, fazendo um uso bastante moderado do produto. Mesmo porque consumir açúcar refinado em excesso pode causar hiperatividade, inflamações, acne, lipogênese (acúmulo de gordura corporal) e ainda o risco de desenvolvimento da diabetes. Entre as opções do produto, estão:
Refinado: o ideal é substituí-lo por outra opção, pois ele perde mais de 90% de seus nutrientes no processo de refinamento, além de conter substâncias químicas que o ajudam a ficar branco e fino. 
Cristal: outro que também perde praticamente todos os seus nutrientes, apesar de não possuir tantos aditivos químicos quanto a versão refinada. 
Mascavo: por não precisar passar pelo processo de branqueamento, cristalização e refino, contém uma maior concentração de nutrientes, com destaque para o cálcio e o ferro. 
Demerara: apesar de também passar por um leve processo de refinamento, não recebe nenhum aditivo químico, o que ajuda a preservar melhor seus nutrientes. 
Orgânico: não possui nenhum tipo de ingrediente artificial e tem o mesmo poder adoçante, apesar de ser mais grosso e escuro do que a versão refinada. 
Light: trata-se da combinação entre o açúcar refinado comum e adoçantes artificiais, deixando-o com maior poder adoçante. Cuidado para não usar demais. 
Mel: contém cálcio, fósforo, potássio, sódio e manganês, vitaminas C e B e proteínas, além de possuir nutrientes funcionais como FOS (frutooligossacarídeos), importantes para o funcionamento do intestino.
ATENÇÃO: açúcar mascavo e mel são mais saudáveis por conterem mais nutrientes, no entanto, assim como o açúcar branco, aumentam a glicemia e favorecem o ganho de peso.

Fonte: osul

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sexta-feira

Estudo alerta para extinção em massa de alimentos. Não, não é para o futuro distante... É logo!

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Plantação de café
Ao que tudo indica, conversas desse tipo... Se são ‘vistas’, efetivamente, funcionam em boa parte das cabeças das pessoas – quando acontece – como algo meio fictício, que caso venha a acontecer vai ser em um tempo/data perdido no tempo e no espaço futuros, logo não teria nada a ver com ele, com a sua vidinha...

Pelas datas dá para ver que não estaria tão longe assim – filhos, netos... –, isso sem falar que “sintomas” da “coisa” já podem estar afetando a vida, os bolsos, hoje – e estão – sem que as pessoas se deem conta disso.

Logo, é bom nos informarmos, mas, sobretudo para saber o que cada um de nós pode fazer – agora – para, no mínimo, contribuir para atenuar a “coisa”. 

        “Estudo alerta para extinção em massa de alimentos

Não apenas espécies animais, mas também vegetais estão em risco, afirmam pesquisadores: agricultura industrial e mudanças climáticas ameaçam alimentos como batatas, cacau e café.

Nos últimos tempos, houve muita discussão sobre a chamada sexta extinção em massa, mas as graves consequências para os alimentos têm ficado em segundo plano, alerta o grupo de pesquisa Bioversity International.

Em relatório divulgado nesta terça-feira (26/09), o grupo aponta que, das estimadas 7 mil espécies vegetais comestíveis, majoritariamente 30 são usadas para alimentar o mundo.

O documento, de quase 200 páginas, apresenta evidências de que investimentos em biodiversidade agrícola podem desempenhar um papel-chave na redução da fome, da desnutrição, da degradação ambiental e das mudanças climáticas.

"De alguma maneira, essa questão [da agrobiodiversidade] foi negligenciada, assim como acontecia com a agricultura orgânica há 20 anos, quando era vista como algo de nicho", afirma Ann Tutwiler, diretora-geral da Bioversity International e coautora do relatório.

Em artigo publicado pelo jornal britânico The Guardian nesta terça-feira, Tutwiler destaca que até 22% das espécies de batatas existentes devem entrar em extinção até 2055 devido às mudanças climáticas. Cacaueiros em Gana e na Costa do Marfim, de onde se originam 70% do chocolate mundial, podem não sobreviver a um aumento da temperatura global de 2 °C. E na Tanzânia, as plantações de café já produzem metade do que produziam em 1960.

Mundo afora, apenas três culturas agrícolas – arroz, milho e trigo – fornecem cerca de 50% do total de calorias consumidas. Em quase 80% das áreas dedicadas ao cultivo de cereais, são plantadas apenas essas três variedades vegetais. Qualquer ameaça a esses alimentos provocada pelas mudanças climáticas poderia ser devastadora, alerta o grupo de pesquisadores.

A solução seria parar de colocar todos os ovos na mesma cesta e cultivar diferentes tipos de alimentos. "A biodiversidade precisa ser integrada à agricultura", afirma Tutwiler.

"Uma série de variedades tradicionais de sementes têm traços únicos que as fazem resistentes ao calor, a secas e a enchentes. Elas precisam ser encontradas, preservadas e usadas em programas de desenvolvimento de culturas agrícolas", afirma, apontando a agrobiodiversidade como a maneira mais efetiva de reduzir os efeitos das mudanças climáticas na produção de alimentos.

Outra solução para a extinção de alimentos seria criar demanda por diferentes culturas agrícolas. "Hoje temos demanda por café da Etiópia, por quinoa da Bolívia e dos Andes", diz Tutwiler. "Essas eram culturas que haviam sido completamente esquecidas. E em parte por meio dos nossos próprios esforços elas foram conservadas e agora têm um valor econômico."

A agrobiodiversidade inclui estratégias como rotação de culturas e não deve ser apenas aplicada a pequenos agricultores, destaca Tutwiler.

A Bioversity International destaca ainda que os sistemas agrícolas industriais, que produzem a maior parte dos alimentos consumidos no mundo, estão, na realidade, impulsionando as mudanças climáticas e a degradação ambiental.

Segundo o estudo, a agricultura é responsável por 24% das emissões de gases do efeito estufa mundo afora e é a maior consumidora de água doce do mundo. Mais de 60% das 5.497 espécies que a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) classifica de ameaçadas são impactadas pela agricultura.

Gado e soja

A questão da extinção em massa também será o foco da conferência internacional Extinction and Livestock (Extinção e Pecuária), que tem início no próximo dia 5 de outubro, em Londres. No evento, será discutido como transformar nossos sistemas alimentícios e agrícolas globais em prol das pessoas, do planeta e dos animais.

"A agricultura intensiva causa um enorme dano à vida selvagem, às pessoas e ao meio ambiente e é um dos principais fatores que contribuem para a extinção de espécies e a perda de biodiversidade no planeta", diz Philip Lymbery, CEO da organização Compassion in World Farming e um dos organizadores do evento em Londres.

Lymbery afirma que, enquanto se fala muito nas mudanças climáticas e na caça furtiva para explicar a extinção de espécies, a indústria da carne, assim como os cereais e a soja cultivados para alimentar o gado, são o problema fundamental.

Segundo o especialista, a quantidade de cereal e soja usada como alimento para animais na pecuária mundo afora seria suficiente para alimentar 4 bilhões de pessoas. Ele classifica de "loucura em um prato de comida" a perda de biodiversidade devido à produção de carne, leite e ovos.

Em DW

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terça-feira

Alimentos ‘excedentes’ são distribuídos gratuitamente na Nova Zelândia

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Segundo estimativas da FAOOrganização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura, cerca de 1,3 bilhão de toneladas de alimentos é desperdiçada anualmente em todo o mundo, enquanto milhões de pessoas passam fome.

Em função disso uma boa iniciativa surgiu na Nova Zelândia que distribui gratuitamente todo o excedente que seria jogado no lixo.

Um detalhe é que na existe ‘público alvo’ na distribuição, é plenamente aberto a quem se interessar.

Veja como funciona. Se a moda pega...
“Capital da Nova Zelândia abre mercado grátis para combater desperdício
(...) Chamada de Free Store, a mercearia começou como um projeto temporário, há cerca de sete anos, pensado pelo artista Kim Paton. Felizmente, a ideia vingou e o que era para durar duas semanas, virou uma iniciativa permanente. Hoje, a loja enche suas prateleiras com alimentos excedentes de padarias e supermercados.

Mas, qualquer morador pode chegar e levar? Segundo o co-fundador Benjamin Johnson, não há nenhum tipo de restrição. “Não há condições sobre quem pode chegar à The Free Store. Não há critérios. Qualquer um pode vir por qualquer motivo e levar o que quiser”, garante.

O mercado gratuito tem o apoio de voluntários, doadores e cerca de 65 fornecedores, localizados em torno do centro da cidade de Wellington. De acordo com Johnson, a Free Store distribui entre 800 a 1.500 itens alimentares a cada sexta-feira entre as 18h e as 19h, com média de cerca de 250 mil itens alimentares -; o que equivale a um milhão de dólares de alimentos economizados por ano.

Vale lembrar também o desperdício representa 10% das emissões globais da agricultura. Um estudo do Instituto de Pesquisa sobre o Impacto Climático de Postdã mostrou que esse número pode aumentar de 0,5 para 2,5 gigatoneladas as emissões de CO2e até 2050.

A Free Store já possui quatro lojas em toda a Nova Zelândia.”


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quinta-feira

Alimentos integrais e fibras reduzem risco de câncer no intestino, diz estudo

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Falar em alimentação natural, fibras integrais... Tem gente que até torce o nariz, já que o “folclore” costuma associar ‘as coisas da área’ como coisas exóticas e, sobretudo, ruins.

Acho que existe outro nome para isto... Há, é o velho preconceito! Ou seja, tem gente que ‘nunca comeu e não gostou... ’. Pode?

Aveia, por exemplo, é um “must”, como se diz, de tão boa/gostosa, e pode fazer parte de inúmeras combinações e/ou pratos deliciosos, diga-se de passagem.  E dizer que o arroz integral e pão integral são ruins... Aí só quem explica é o preconceito...

É só provar!

Então, com os “argumentos” no artigo abaixo dá para, no mínimo – como se diz – conferir!

A ‘notícia’ não chega a ser nova...* Mas, para quem não viu e/ou não conhece...

É isso! Confira!!!
“Alimentos integrais e fibras reduzem risco de câncer no intestino
Pesquisadores britânicos e holandeses confirmam ação positiva de alimentos como arroz integral e aveia.

Um estudo realizado por pesquisadores da Grã-Bretanha e da Holanda sugere que o consumo de mais cereais e grãos integrais pode reduzir o risco de câncer colorretal, ou câncer do intestino grosso.

Segundo os cientistas do Imperial College de Londres, para cada dez gramas de aumento no consumo de fibras, ocorreu uma queda de 10% no risco deste tipo de câncer.

Já se sabia que o consumo destes alimentos ajuda a proteger contra problemas cardiovasculares, mas os especialistas afirmam que qualquer ligação com câncer colorretal era menos clara, pois as pesquisas não tinham dado resultados consistentes.

Os cientistas britânicos e holandeses analisaram 25 estudos relativos ao assunto, que envolveram cerca de 2 milhões de pessoas, e concluíram que o consumo de alimentos como arroz integral, aveia e outros cereais são os responsáveis por esta diminuição de risco.

Dagfinn Aune, uma das autoras do estudo e pesquisadora associada no Departamento de Epidemiologia e Bioestatísticas do Imperial College, afirmou que a análise realizada ajudou a encontrar uma associação linear entre a fibra na dieta e o câncer colorretal.

"Quanto mais fibras como estas você come, melhor é. Até quantidades menores tem algum efeito", afirma.

O estudo foi publicado na revista especializada "British Medical Journal".

Outros benefícios

Os pesquisadores informaram que a adição de 90 gramas por dia de grãos integrais na dieta está ligada a uma redução de 20% no risco de câncer colorretal.

Eles dizem ainda que os benefícios para saúde do consumo destes grãos não se limitam apenas à diminuição do risco deste tipo específico de câncer.

"Também pode reduzir o risco de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, excesso de peso e obesidade e, possivelmente, mortalidade geral", afirmaram.

No entanto, o último estudo afirma que não há provas de que as fibras presentes em frutas ou vegetais tenham a mesma importância neste resultado.

Uma pesquisa anterior que mostrou a redução do risco devido ao alto consumo de frutas e vegetais sugere que outros compostos presentes nas frutas, ao invés das fibras, podem ser os responsáveis.

Yinka Ebo, da organização de caridade britânica de combate ao câncer Cancer Research UK, afirmou que esta pesquisa dá mais credibilidade às afirmações de que fibras protegem contra o câncer no intestino.

"Comer fibras é apenas uma das muitas coisas que você pode fazer para diminuir o risco de desenvolver a doença, junto com manter um peso saudável, uma vida ativa, diminuir o consumo de álcool, de carne vermelha e industrializada, e não fumar", afirmou.

Obs.* Saiu nova versão da pesquisa “made in usa”, agora, que você confere aqui.


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sábado

Alimentos orgânicos, mais que modismos... É necessidade!

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A massificação na produção de alimentos levou a um ponto onde a qualidade hoje não passa de um clichê. Qualidade no que se refere a sua constituição mesmo, quando vêm plenos de produtos químicos criados e usados em função das necessidades tanto de superprodução, como de transporte e armazenamento no longo prazo. 

Isso sem falar naqueles industrializados, mesmo, processados, que acabam por receber mais “coisas” – aditivos e conservantes de todos os tipos – complementos não necessariamente alimentos ou boas para a saúde e vida.

O desafio é resgatar qualidade através da produção e consumo de produtos orgânicos, ou seja, um nome novo para falar daquele alimento original – como é na realidade – como a natureza fez e que cumpre muito bem sua função alimentar sem contratempos ou problemas para a saúde e vida.


Entre os grandes produtores de alimentos não existe esta perspectiva – de larga produção orgânica – o que poderia gerar mais custos na produção, logo, menos lucros. Daí a produção hoje ser residual, feita por pequenos produtores, cujos produtos são encontrados, sobretudo em feiras de orgânicos espalhadas por todo o país ou até mesmo em setores especializados em grandes supermercados.
Nesta lista abaixo vai conferir algumas vantagens que comprovam o ‘acerto’ em voltar a consumir alimento “mesmo”, como se diz, que adicionam saúde e vida... Sem contratempos.

Confira:
10 motivos para consumir orgânicos
1. Evita problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias químicas tóxicas. Pesquisas e estudos tem demonstrado que os agrotóxicos são prejudiciais ao nosso organismo e os resíduos que permanecem nos alimentos podem provocar reações alérgicas, respiratórias, distúrbios hormonais, problemas neurológicos e até câncer.
2. Alimentos orgânicos são mais nutritivos. Solos ricos e balanceados com adubos naturais produzem alimentos com maior valor nutritivo.
3. Alimentos orgânicos são mais saborosos. Sabor e aroma são mais intensos – em sua produção não há agrotóxicos ou produtos químicos que possam alterá-los.
4. Protege futuras gerações de contaminação química. A intensa utilização de produtos químicos na produção de alimentos afeta o ar, o solo, a água, os animais e as pessoas. A agricultura orgânica exclui o uso de fertilizantes, agrotóxicos ou qualquer produto químico; e tem como base de seu trabalho a preservação dos recursos naturais.
5. Evita a erosão do solo. Através das técnicas orgânicas tais como rotação de culturas, plantio consorciado, compostagem, etc., o solo se mantém fértil e permanece produtivo ano após ano.
6. Protege a qualidade da água. Os agrotóxicos utilizados nas plantações atravessam o solo, alcançam os lençóis d’água e poluem rios e lagos.
7. Restaura a biodiversidade, protegendo a vida animal e vegetal. A agricultura orgânica respeita o equilíbrio da natureza, criando ecossistemas saudáveis. A vida silvestre, parte essencial do estabelecimento agrícola é preservada e áreas naturais são conservadas.
8. Ajuda os pequenos agricultores. Em sua maioria, a produção orgânica provém de pequenos núcleos familiares que tem na terra a sua única forma de sustento. Mantendo o solo fértil por muitos anos, o cultivo orgânico prende o homem à terra e revitaliza as comunidades rurais.
9. Economiza energia. O cultivo orgânico dispensa os agrotóxicos e adubos químicos, utilizando intensamente a cobertura morta, a incorporação de matéria orgânica ao solo e o trato manual dos canteiros. É o procedimento contrário da agricultura convencional que se apoia no petróleo como insumo de agrotóxicos e fertilizantes e é a base para a intensa mecanização que a caracteriza.
10. O produto orgânico é certificado. A qualidade do produto orgânico é assegurada por um Selo de Certificação. Este Selo é fornecido pelas associações de agricultura orgânica ou por órgãos certificadores independentes, que verificam e fiscalizam a produção de alimentos orgânicos desde a sua produção até a comercialização.
O Selo de Certificação é a garantia do consumidor de estar adquirindo produtos mais saudáveis e isentos de qualquer resíduo tóxico. 
Fonte: Ambiente Brasil
Como pode ver, é tudo de bom e só recebem esta relevância em função do abandono disso tudo nos últimos tempos, quando pouco se percebe, ou se sabe, sobre a sua relevância ou mesmo as consequências disso que não chegou a ser, mesmo uma opção, o consumo de alimentos “industrializados”, digamos assim.

Nesse link você encontra um mapa indicativo de ‘feiras de produtos orgânicos’ por todo o Brasil: Feiras de Produtos Orgânicos.

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