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quinta-feira

Minas de betume e destruição de florestas boreais

Mordor existe. Lembra-se em “Senhor dos Anéis”, onde se gesta “o fim da era dos homens”? Mina de areias betuminosas para produção de petróleo - para exportação - uma verdadeira bomba ambiental, no Canadá, onde antes havia florestas, lagos e rios, grandes fontes de água de qualidade, utilizadas em larga escala no processo de exploração.

Embora a ênfase dos movimentos de defesa do meio ambiente em todo o mundo seja o desmatamento nas florestas tropicais, como na Amazônia, a taiga, bioma tão ou mais importante para presevação da qualidade da vida no planeta do que as florestas tropicais, vem sendo destruido sistematicamente, no Canadá e em países do norte do continente europeu.

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Os problemas energéticos foram resolvidos, e não com fontes ecologicamente corretas


O gás de xisto parece ter sido eleito como a “salvação da lavoura”, de europeus, norte-americanos e outros dependentes externos de petróleo e gás natural, alem de grandes consumidores de carvão mineral, o vilão principal do aquecimento global. Estes países teem reservas consideráveis do “novo gás" em seus subsolos, como de resto boa parte do mundo. O problema é a complexidade do processo de exploração e o grande débito ambiental.
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Campo de exploração do gás, EUA

Quem sonhava, como os ambientalistas e utópicos de plantão, com um futuro movido a turbinas eólicas e placas de energia solar, pode tirar o cavalo da chuva.

Primeiro porque, apesar de toda euforia com as energias alternativas, assim como algumas tecnologias de ponta, elas esbarram com a pouca disponibilidade no mundo de alguns minerais e, sobretudo, das “terras raras” que é um composto mineral que contem cerca de 17 elementos químicos essenciais na fabricação tanto das baterias dos novos gadgets de todo tipo, como de componentes na construção das turbinas eólicas e tecnologias de energia solar.

Segundo porque, longe de “gastar pestana” no real desenvolvimento de novas tecnologias energéticas, os grandes consumidores de carvão mineral e derivados do petróleo, alem de responsáveis pelo efeito estufa que está aí, como os EUA e União Europeia, sobretudo, optaram de vez pelo gás de xisto, que tem alto custo tecnológico e ambiental.

Embora não seja nenhuma novidade, o seu uso só passou a ser factível, com os elevados preços do petróleo e gás natural, quando passa a ser viável economicamente, apenas, já que o custo ambiental continua muito elevado.

A opção de grandes consumidores como a União Europeia e EUA pelo gás de xisto, tem tambem, motivações políticas e estratégicas, já que dependem inteiramente da importação de grande parte da energia que consomem. No caso da União Europeia, do gás da Rússia e os EUA, de países do Oriente Médio e áreas adjacentes como Norte da Africa, que teem governos autoritários para os padrões ocidentais e principalmente instáveis politicamente, como demonstra a onda de revoltas que vem ocorrendo nos últimos dias.

O grande risco ambiental que revoga toda e qualquer perspectiva de mudanças tendo em vista as mudanças climáticas, é o uso acentuado de água no processo de extração e processamento do gás, que é contaminada irreversivelmente com elementos químicos altamente tóxicos, comprometendo ou inutilizando tanto as fontes da superfície como rios e lagos, como os lençóis freáticos.

Logo, o gás de xisto é o grande achado destes mega consumidores de combustíveis e energia fóssil e poluidores históricos, que mostram categoricamente que estão mais preocupados com os seus umbigos do que com um hipotético aquecimento global, se é que é real e não uma jogada como outra qualquer, que só tem uma vantagem, não ser pior do que o famigerado carvão mineral com o qual construíram o seu desenvolvimento.

Fonte: 20 Minutes.fr

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segunda-feira

O xisto esta chegando ao cenário das carências e/ou "alternativas" energéticas

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Em meio a esse “tiroteio” todo, no jogo de empurra, sobre preços, carências e demandas por energia e alimentos, fontes de energia até então descartadas, estão surgido no cenário. É o caso do xisto pirobetuminoso, na foto abaixo à direita, de nome tão pomposo quanto desconhecido pela maioria das pessoas.

É um elemento da família dos combustíveis fósseis, que foi relegado a um canto diante da inexistência de uma tecnologia adequada para o seu processamento, principalmente, diante das facilidades e abundancia do petróleo, a vedete da família.

Dele se extrai, praticamente os mesmos derivados do petróleo e, no Brasil, que detém a 2ª maior reserva mundial, depois dos EUA, veja mapa acima, a Petrobras vem, ao longo das últimas décadas, trabalhando no desenvolvimento de uma tecnologia viável e o mais limpa possível, para aproveitar as suas generosas reservas.

Ela já produz em Unidade de Negócio da Industrialização do Xisto (SIX), em São Mateus do Sul, no Paraná, com uma tecnologia própria e viável ecologicamente, o gás liqüefeito, o óleo combustível, a nafta, gás combustível e enxofre, além de subprodutos que podem se utilizados nas industrias de asfalto, cimenteira, agrícola e de cerâmica.

A Petrobrasesta pronta para colocar no mercado, em larga escala, um produto – o xisto – que surge como uma das alternativas para as carências de energia que o planeta só esta começando a passar. Como o Brasil tem uma matriz energética diversificada e é auto-suficiente, o mercado externo pode se tornar um grande destino para mais este produto brasileiro.


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sexta-feira

Carvão mineral, antes desprezado, hoje muito querido

O Carvão mineral, sempre foi o primo pobre dos hidrocarbonetos ou combustíveis fosseis, além do xisto, do xisto betuminoso e outros menos conhecidos.

Primeiro pela sua abundância, o que leva a preços muito reduzidos, pela sua aparente generosidade de existir em quase todos os lugares e depois, por não ser – como poderíamos dizer? – “alimento” para a vedete do século passado, pelo menos, o automóvel e os modernos meios de comunicação e transporte.

Mas, como a estória do Patinho Feio, o que parecia ser uma desvantagem, a abundância e os preços baixos, transformaram-se agora – apesar de recordista nas emissões de gases de efeito estufa – em centro das atenções e interesses, como alternativa energética, ao caro e cada vez mais raro petróleo.

E o CO2? Fazer o que, já que ninguém quer perder o “bonde da História”, principalmente, os mais novos passageiros, além dos velhos e conhecidos passageiro do G8 e Cia.

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