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domingo

Gosta de plantas? Mesmo se não bate sol em sua casa estas vivem sem

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Apesar da grande oferta de “plantas descartáveis” em floras e supermercados, ainda tem gente que prefere ter em casa ‘as suas’, plantar e cuidar e assim ter esta companhia maravilhosa no cotidiano, que dá um visual mais ameno e saudável ao ambiente.

Mesmo que o seu apartamento não receba tanto sol assim como seria o desejável para a grande maioria das plantas, dá para selecionar algumas que vivem e se dão muito bem ‘longe do sol’.

Para isto bastam os cuidado habituais necessários, que as terá belas e saudáveis em sua companhia.
Veja também: Podar as plantas parece, e é, fácil, veja boas dicas
Elas precisam de luz essencial e ventilação, além, é claro, de serem regadas com regularidade. Fique atenta à rega, pois o excesso periódico faz mais mal do que um periodozinho sem água, ou seja, molhe o mínimo necessário de cada vez e atente para a frequência.

Confira estas opções:

Violeta
A violeta pode ser uma boa opção se não bate sol na sua casa. Entretanto, como dito acima, precisa de luminosidade e ventilação. Para a rega, leve em consideração a umidade da terra e só acrescente água se estiver seca. E, nesse caso, quanto mais gordinha for a folha da violeta, menos água ela precisa, pois consegue armazená-la por mais tempo.

Espada de São Jorge
Famosa por ser considerada uma proteção contra mau olhado, a espada de São Jorge mantém a coloração verde escura e as folhas saudáveis em locais sem contato direto com o sol. É bastante resistente e precisa de água uma vez a cada 15 dias.

Filodendro pacová
Com folhas grandes e vistosas, o pacová gosta de locais iluminados, mas sem luz solar direta. É um dos preferidos para ambientes internos e gosta de pouca água. Para saber quando regar, sinta a umidade da terra com a ponta dos dedos e coloque água se estiver seca.

Zamioculca
Muito ornamental e resistente, é uma das plantas mais fáceis de cuidar, assim como o pacová, pois precisa de pouca água. Gosta de ambientes internos e com pouca luz.

Orquídea Phaleonopsis
Essa espécie de orquídea pode florescer por dois meses consecutivos e aguenta bem dentro de casa. A phaleonopsis precisa de água apenas uma vez por semana.

Lírio da paz
O lírio da paz tem eventuais flores brancas e é um dos preferidos para lugares com pouco espaço, por conta da folhagem baixa. O ideal é regar uma vez por semana. Para garantir o acerto da água, coloque o dedo na terra e, se ainda estiver úmida, não precisa regar.

Dracena "pau d'água"
Pode ser plantada na terra ou na água, fato curioso que justifica o nome popular. É uma espécie resistente a ambientes internos, inclusive ao ar condicionado. Regue quando a superfície da terra estiver seca.

Como pode ver, são várias, e belas, opções que vão dar um novo visual ao seu espaço. É só escolher e curtir!

Com informações de estilo UOL

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terça-feira

Podar as plantas parece – e é – fácil, veja boas dicas

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Podar plantas parece inútil ou pouco ambiental, entre aspas, mas, é um bom recurso para dar-lhe vitalidade, ‘educá-la’ a adequá-la ao ambiente em sua casa e, ao contrário do que se pensa, adicionar-lhe mais vitalidade.

Cuidar de plantas é uma ‘tarefa que, a bem da verdade, como se diz, faz mais bem a quem cuida do que para a própria planta. E podar é um detalhe simples, que traz bons resultados, tanto para a planta em si como para os ‘olhos de quem tem e cuida’.

Confira:
Como fazer para podar suas plantas e garantir-lhes saúde e beleza
É um recurso necessário para garantir não só o espaço que reservou para elas, bem como para mantê-las sempre belas e saudáveis.

Antes de iniciar certifique-se que esteja com as ferramentas necessárias, e bem amoladas, já que, quando cegas cortam mal e deixam cicatrizes de demorada recuperação que pode comprometer a saúde da planta.

Você pode utilizar uma tesoura de poda convencional ou, se não tem uma à mão, pode usar uma faca super amolada – corte devagar e com cuidado para não ‘mastigar’ ou lascar – ou mesmo um estilete grande o suficiente para a tarefa, já que são bem amolados e eficientes (deixe uma ponta curta ao cortar para evitar acidentes ou que venha a quebrar).
Veja também: Poluição em ambientes internos é real. Veja como suavizar ou combater
É bom lembrar que estas sugestões de ‘ferramentas alternativas’ se reservam a plantas mais tenras e de fácil manuseio. Já que, a depender do caso, pode até usar um serrote, de preferência pequeno e fino.

O primeiro passo seria meio ‘estético/sanitário’. É o caso de eliminar os ramos, e folhas, secos, fracos e doentes. É um procedimento sanitário e estético, quando vai educando/moldando a planta ao seu gosto e às características do espaço onde está localizada.
Na poda convencional, periódica, identifique os ramos ou galhos pouco desenvolvidos em relação aos demais. Ao cortar, pode fazer a opção de fazê-lo logo acima de uma nova gema – ou broto – quando vai ser gerado novo galho mais fino. Mas, caso queira “educar”, mesmo, corte bem rente ao caule ou na haste do ramo maior de onde ele se originou que não voltará a crescer.

Lembre-se.  Tente, antes, visualizar a nova planta que vai surgir depois de sua intervenção. O formato, o rumo do crescimento e o visual final em plena forma e verifique se é o que pretende ao podá-la.

Observe igualmente a sua interação com as vizinhas e o ‘arranjo estético’ final do seu espaço.

Publicado originalmente em Como fazer você mesmo

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segunda-feira

Plantas ornamentais conhecidas que podem ser tóxicas para cães e gatos

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É a modernidade, entre aspas, que torna importante um artigo como este, pois, pelo menos em princípio, o instinto animal impediria que um caso assim ocorresse por ingestão, contato ou o envenenamento de cães e gatos com plantas.

A ‘culpada’ é a tal modernidade e o contato longo e intensivo – senão ‘pouco animal’ – com os humanos que eliminou esta ‘aptidão’ tão oportuna, logo, é bom dar uma olhada na lista, pois a ‘turma’ hoje pode se dar mal.

A ideia é colocar as plantas fora do alcance dos ditos cujos, já que não seria bom nos privarmos da companhia e beleza delas.

Tanto cães como gatos têm um hábito de “comerem plantas” quando estão com ‘algum problema digestivo’, que costuma funcionar como um recurso para forçar o vômito, o que os deixa vulneráveis em contato com as plantas tóxicas, ou consideradas como tais para eles.

Veja esta relação abaixo com as mais comuns ou mais facilmente encontradas em casa.

 - Comigo-ninguém-pode (é a campeã...)
Devido à beleza de suas folhagens e pela crença popular de que a planta traz proteção ao lar, a Diffenbachia sp é facilmente encontrada nos lares brasileiros e é campeã como causadora de intoxicação em animais. Seus mecanismos de toxicidade são múltiplos e as substâncias encontradas na planta, como o oxalato de cálcio, irritam as mucosas de animais e humanos. 

A intoxicação pode ocorrer por ingestão de qualquer parte da planta ou por contato com a pele. Os sintomas variam desde edema e irritação da mucosa, até asfixia e morte, sempre causando dor intensa. "Essa planta foi a campeã de ingestão por cães e gatos. É conhecida pela beleza de suas folhas e facilidade de cultivo, mas quando em contato com os animais, pode levar à morte facilmente por asfixia. Para se ter noção, meia folha é o bastante para matar um humano", disse a professora da USP Silvana Górniak.

 - Avenca
A planta Adiantum capillus-veneris, que não é nativa do Brasil, é bastante cultivada como planta medicinal e pela crença popular de espantar o mau-olhado. A ingestão dos brotos da Avenca, no entanto, pode causar câncer nos animais.

 - Lírio e Lírio-da-Paz
Muito encontradas nas casas brasileiras como plantas ornamentais, todas as partes do Lilium sp e do Spathiphyllum wallisii são tóxicas. A ingestão das plantas pode causar irritação oral e de mucosas, irritação ocular, dificuldade de engolir e até problemas respiratórios em casos mais graves. Ainda podem aparecer como sintomas da intoxicação pelo Lírio/Lírio da paz alterações nas funções renal e neurológica.

 - Violeta 
O caule e as sementes da Viola adorata são altamente tóxicos. A ingestão dessa planta ornamental tão comum pode causar, na ingestão de latas doses, severas gastrites, depressão circulatória e respiratória, além de vômitos e diarreias. Os princípios ativos tóxicos são viloinha, acido tânico e salicílico.   

 - Espada-de-são-jorge
Sansevieria trifasciata é uma planta ornamental muito utilizada nos lares brasileiros pela crença popular de que traz prosperidade. No entanto, a Espada-de-são-jorge possui substâncias de alta toxicidade. Entre os males que pode causar aos animais de estimação está a dificuldade de movimentação e de respiração devido à irritação da mucosa e salivação intensa.

 - Bico-de-papagaio
Euphorbia-pulcherrima possui uma seiva leitosa tóxica, chamada látex irritante, que em contato com a pele dos animais, pode causar lesões cutâneas e conjuntivite. A ingestão dessa planta pode causar náuseas, vômitos e gastroenterite em gatos e cachorros.

 - Coroa de Cristo
O conhecido arbusto espinhoso, Euphorbia milii, encontrado em jardins e calçadas, possui como substância tóxica o látex irritante, substância que ao entrar em contato com o animal de estimação – seja pela pele, ou ingestão – pode causar reações inflamatórias como inchaço, dor e vermelhidão.

Antúrio
Todas as partes da planta Anthurium spp possuem oxalato de cálcio, um princípio ativo que oferece riscos à saúde dos animais. Os principais sintomas são queimação de mucosas, inchaço da boca, lábios e garganta, edema de glote, asfixia, náuseas, salivação, vômitos e diarreia.

 - Azaléia
Azalea sp é considerada um símbolo da cidade de São Paulo, sendo encontrada facilmente nos lares como planta ornamental. Seu princípio ativo é a andromedotixina, uma substância que, quando ingerida, pode causar distúrbios digestivos durante até 6 horas após o consumo, além de provocar disfunções cardíacas.

Como pode ver, são plantas relativamente comuns e muito encontradas ‘por aí’, embora existam outras na lista, como o copo de leite, a espirradeira, o fumo bravo, o tomate verde, a maconha, a mamona, inclusive que podem nascer aleatoriamente no quintal ou jardim.

Com informações de Marina Rappa

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sexta-feira

Porque os gramados, jardins e plantas estariam sumindo das casas?

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Um lance visível hoje em dia é como o verde de qualquer tipo vem sumindo e cedendo espaço para o cimento, para a pavimentação, nas ruas, mas, sobretudo nas casas – frente e verso, ou seja, ‘jardim’ e quintal – “costume pós-moderno” que se alastra por toda a cidade.

O verde – seja ele um gramado, jardins, arbustos, árvores ou qualquer tipo de planta – está se tornando coisa rara em nome da funcionalidade, da praticidade no trato com a casa, com a “vida moderna”, já que ninguém mais tem ‘tempo’ de cuidar destas ‘coisas’, daria muito trabalho, toma muito tempo.

Tempo este, com certeza, usado de forma mais “útil” diante de alguns ‘recursos’ eletrônicos, principalmente o velho, normalmente chamado TV, com seus programas de gosto a cada dia que passa mais duvidosos, principalmente nos fins de semana…

Temos hoje, cada dia mais onipresente na vida e imaginário das pessoas os celulares, smartfones e outras coisas do gênero, com seus inúmeros “recursos” aplicativos e watzapes da vida, onde sua função original, a de “falar”, se tornou um mero detalhe.

Quem ainda ‘gosta’ de plantas e flores prefere ir ao supermercado e adquirir alguns belos exemplares, meio que ‘transgênicos’, que dão aquele ‘up’ ecológico e natural à sua casa, antes de virarem um adicional ao lixo comum, muitas vezes ainda verdes, como costumamos vê-los nas portas ao lado do lixo convencional.

Algumas árvores que restam, de tanto serem mutiladas por podas educativas ou de ‘segurança’, mais parecem espectros, que não reúnem, inclusive, condições para a vida silvestre já que nem os pássaros urbanizados encontram abrigo e proteção em suas copas ralas.

Se ainda resistem, mesmo que mutiladas, é graças a leis municipais que penalizam o corte, em uma intenção, mesmo que burocrática, de garantir algum verde ou ambiente nas ruas, mas que são burladas com as tais podas educativas.

Diante desse cenário, ainda fala-se tanto em aquecimento, como se ele surgisse, assim… Do nada. Como se fossemos apenas vítimas infelizes de uma natureza cruel, que quer nos aniquilar a todos…

Veja como nós, “só”, temos a ver com tudo isso que pode afetar o ‘nosso’ planeta e vida, dê uma olhada: Áreas verdes. Sabe mesmo o que isso significa? O conceito pode se bem mais amplo

É o que atestam dados recentes de um grande estudo ecológico publicado no periódico Nature, segundo o qual o verde está sumindo do planeta. Já vai pra mais da metade, mas o pensamento comum é que isso é coisa de desmatamento, atribuições de governos apenas. Eu não tenho absolutamente nada a ver com isso.

O que muitos não sabem ou se soubessem provavelmente pouco mudaria, é que o ambiente doméstico seria sim, influenciado por gramados, árvores, plantas de todo tipo em casa, com o adicional de favorecer o surgimento de um microambiente saudável, com o surgimento de pássaros, borboletas e outros seres que há muito sumiram.

Logo, se tem alguma condição de restabelecer um ambiente, por menor que seja, para o verde em sua casa, tente. Você pode se surpreender!

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quinta-feira

Áreas verdes. Sabe mesmo o que isso significa? O conceito pode ser bem mais amplo

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No princípio do artigo abaixo, que publicamos em 2010, temos o: Fala-se muito em área verde... Só que hoje isto não acontece. A questão verde, para quem olha de fora.

É como se já tivesse sido equacionada, resolvida, mesmo, já que saiu da ordem do dia, da mídia e dos corações e mentes das pessoas, pelo menos é o que observamos.

Entretanto ela está aí, e o motivo que nos levou a surgir, o metanoverde, foi a sua defesa, através de buscar esclarecimentos, discussões e, também, denuncias sobre aqueles que gestam contra esta infra que se confunde com a própria vida, com a sua preservação em seu sentido mais amplo.
Leia artigos relacionados: 
Como fazer uma pequena horta orgânica, em casa ou no apartamento; 
Chuvas, alagamentos e inundações. De quem é a culpa? 
Como fazer uma pequena horta orgânica 
Torne-se um “guerrilheiro verde”, lance bombas de sementes e ajude na recuperação do meio ambiente; 
Pavimentação de jardins e quintais e problemas para o meio ambiente nas cidades. 
O meio ambiente e a segurança jurídica estão indo pelo ralo. Meio ambiente é a bola da vez
É tão elementar, básica, mas não custa dar uma relembrada.
Áreas verdes. Sabe mesmo o que isso significa?
Fala-se muito em área verde, que seriam fatores de equilíbrio do meio ambiente e qualidade de vida nas cidades. Mas, o que é mesmo uma área verde? Segundo a Organização Mundial de Saúde, da ONU, que sugere um mínimo de 12m² por habitante, ela compreende espaços abertos integrados à cidade e à vida urbana, como praças com cobertura vegetal, gramados, canteiros, arbustos e árvores, além de quintais e jardins nas residências, campos de futebol, zoológicos, jardins botânicos, e até cemitérios modernos com gramados e lápides pequenas.

Apesar da relativa facilidade de se atingir o índice mínimo, a quase totalidade das cidades brasileiras tem menos de 5m² de área verde por habitante, com uma exceção honrosa, Curitiba, com mais de 55m²/hab.

área verde mínima não é uma questão estética, apenas, mas um fator de qualidade de vida, já que garante a relação entre a quantidade de oxigênio disponível e o gás carbônico, além de criar um microclima mais ameno, despoluir o ar de partículas sólidas, reduzir a poluição sonora, reduzir e controlar a velocidade dos ventos – basta ver os estragos que fazem quando chove – e, até a purificação do ar de micro-organismos, como vírus diversos, bactérias e fungos.

Para se ter uma ideia desta última qualidade da “área verde”, foram medidas uma média de 50 micro-organismos por metro cúbico (m³) em uma mata e, até 4.000.000 por metro cúbico (m³), em um ‘shopping center’.

Se a sua casa, também, entra nessa conta, porque não começar a fazer a sua parte? Pense nisso!

Fonte: UNESP

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A poluição em ambientes internos é real. Veja como suavizar ou combater

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A azaleia é uma das espécies capazes de filtrar substâncias químicas do ambiente

Que a poluição é uma ‘persona non grata’ todos nós sabemos, sobretudo porque não é só desconfortável e/ou malcheirosa, mas, ela provoca doenças e mata, mesmo!

Mas, não é só aquela das ruas, no trânsito... Dentro de casa, se não cuidarmos todos teremos uma boa dose deste agente nocivo para uso pessoal, particular. Logo, em função disso o Conselho Regional de Biologia (CRBio-01) indica umas plantas que podem dar um trato no ambiente doméstico, melhorando a qualidade do ar, a saúde e a vida dos moradores.

“São plantas de fácil cuidado, de manutenção simples, e não são difíceis de encontrá-las. Além dos benefícios que elas trazem para o ambiente, por ajudar a manter o ar mais puro, também darão mais beleza ao espaço”, diz o biólogo".
Veja a relação abaixo:

- Aloe Vera ou Babosa

Ótimas filtradoras de ar; podem apresentar manchas marrons quando absorvem grande quantidade de substâncias tóxicas.

- Areca Bambu

A espécie se destaca pela alta ação umidificadora do ar e na eliminação de toxinas derivadas do metanol e de solventes orgânicos.

- Azaléia

Além das lindas flores, a Azaléia ajuda a remover do ar substâncias químicas presentes em móveis de madeira prensada.

- Crisântemo

O crisântemo consegue filtrar o benzeno, substância comum no fumo de tabaco capaz de causar sérios problemas sanguíneos.

- Espada de São Jorge

Além de absorver certas toxinas do ar, a Espada de São Jorge converte gás carbônico em oxigênio – que pode garantir um sono ainda mais tranquilo durante a noite.

- Ficus

A Ficus age contra poluentes como formaldeídos, tricloroetilenos e benzenos - comuns em carpetes, tapetes e mobiliários em geral.

- Gerbera

A Gerbera é indicada para eliminar resíduos de cigarros, charutos e cachimbos. Também converte gás carbônico em oxigênio durante a noite.

- Jiboia

Age especialmente contra o formaldeído, substância que pode causar dificuldade respiratória, enfisema e irritação nos olhos.

- Lírio da Paz

Por ser considerado um dos maiores purificadores naturais do ar, o Lírio da Paz ajuda a diminuir o nível de toxinas do ar.

- Samambaia Boston

A Samambaia é uma espécie que atua contra poluentes do ar e também auxilia a umidificar o ambiente.

Com informações de revista globo rural

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