Mostrando postagens com marcador Produção de animais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Produção de animais. Mostrar todas as postagens

sábado

As galinhas, verdadeiros clones pós-modernos, tem a carne mais consumida no mundo

.
É isso, são verdadeiros clones pós-modernos em termos evolutivos, quando representam, hoje, em todo o mundo um total de 23 bilhões de ‘cabeças’, como se diz.

"A massa total de galinhas domésticas é o triplo de todas as espécies de aves selvagens reunidas", hipertrofia em seu crescimento, tanto em número como em anatomia, digamos assim, deve-se à grande apreciação de seus ovos e carnes, sendo a carne mais consumida no mundo.
Leia também: Porque você vai acabar se tornando vegetariano. Não acredita? Confira!
É uma evolução considerável em relação a seu uso como suporte alimentar humano, mas, o mesmo não pode ser dito para elas próprias.

Destaca Carys Bennett, pesquisador que ‘descobriu coisas’ surpreendentes sobre as galinhas atuais.

Com informações UOL Noticias

Se quiser conferir mais, clique aqui.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

segunda-feira

Plantas ornamentais conhecidas que podem ser tóxicas para cães e gatos

.
É a modernidade, entre aspas, que torna importante um artigo como este, pois, pelo menos em princípio, o instinto animal impediria que um caso assim ocorresse por ingestão, contato ou o envenenamento de cães e gatos com plantas.

A ‘culpada’ é a tal modernidade e o contato longo e intensivo – senão ‘pouco animal’ – com os humanos que eliminou esta ‘aptidão’ tão oportuna, logo, é bom dar uma olhada na lista, pois a ‘turma’ hoje pode se dar mal.

A ideia é colocar as plantas fora do alcance dos ditos cujos, já que não seria bom nos privarmos da companhia e beleza delas.

Tanto cães como gatos têm um hábito de “comerem plantas” quando estão com ‘algum problema digestivo’, que costuma funcionar como um recurso para forçar o vômito, o que os deixa vulneráveis em contato com as plantas tóxicas, ou consideradas como tais para eles.

Veja esta relação abaixo com as mais comuns ou mais facilmente encontradas em casa.

 - Comigo-ninguém-pode (é a campeã...)
Devido à beleza de suas folhagens e pela crença popular de que a planta traz proteção ao lar, a Diffenbachia sp é facilmente encontrada nos lares brasileiros e é campeã como causadora de intoxicação em animais. Seus mecanismos de toxicidade são múltiplos e as substâncias encontradas na planta, como o oxalato de cálcio, irritam as mucosas de animais e humanos. 

A intoxicação pode ocorrer por ingestão de qualquer parte da planta ou por contato com a pele. Os sintomas variam desde edema e irritação da mucosa, até asfixia e morte, sempre causando dor intensa. "Essa planta foi a campeã de ingestão por cães e gatos. É conhecida pela beleza de suas folhas e facilidade de cultivo, mas quando em contato com os animais, pode levar à morte facilmente por asfixia. Para se ter noção, meia folha é o bastante para matar um humano", disse a professora da USP Silvana Górniak.

 - Avenca
A planta Adiantum capillus-veneris, que não é nativa do Brasil, é bastante cultivada como planta medicinal e pela crença popular de espantar o mau-olhado. A ingestão dos brotos da Avenca, no entanto, pode causar câncer nos animais.

 - Lírio e Lírio-da-Paz
Muito encontradas nas casas brasileiras como plantas ornamentais, todas as partes do Lilium sp e do Spathiphyllum wallisii são tóxicas. A ingestão das plantas pode causar irritação oral e de mucosas, irritação ocular, dificuldade de engolir e até problemas respiratórios em casos mais graves. Ainda podem aparecer como sintomas da intoxicação pelo Lírio/Lírio da paz alterações nas funções renal e neurológica.

 - Violeta 
O caule e as sementes da Viola adorata são altamente tóxicos. A ingestão dessa planta ornamental tão comum pode causar, na ingestão de latas doses, severas gastrites, depressão circulatória e respiratória, além de vômitos e diarreias. Os princípios ativos tóxicos são viloinha, acido tânico e salicílico.   

 - Espada-de-são-jorge
Sansevieria trifasciata é uma planta ornamental muito utilizada nos lares brasileiros pela crença popular de que traz prosperidade. No entanto, a Espada-de-são-jorge possui substâncias de alta toxicidade. Entre os males que pode causar aos animais de estimação está a dificuldade de movimentação e de respiração devido à irritação da mucosa e salivação intensa.

 - Bico-de-papagaio
Euphorbia-pulcherrima possui uma seiva leitosa tóxica, chamada látex irritante, que em contato com a pele dos animais, pode causar lesões cutâneas e conjuntivite. A ingestão dessa planta pode causar náuseas, vômitos e gastroenterite em gatos e cachorros.

 - Coroa de Cristo
O conhecido arbusto espinhoso, Euphorbia milii, encontrado em jardins e calçadas, possui como substância tóxica o látex irritante, substância que ao entrar em contato com o animal de estimação – seja pela pele, ou ingestão – pode causar reações inflamatórias como inchaço, dor e vermelhidão.

Antúrio
Todas as partes da planta Anthurium spp possuem oxalato de cálcio, um princípio ativo que oferece riscos à saúde dos animais. Os principais sintomas são queimação de mucosas, inchaço da boca, lábios e garganta, edema de glote, asfixia, náuseas, salivação, vômitos e diarreia.

 - Azaléia
Azalea sp é considerada um símbolo da cidade de São Paulo, sendo encontrada facilmente nos lares como planta ornamental. Seu princípio ativo é a andromedotixina, uma substância que, quando ingerida, pode causar distúrbios digestivos durante até 6 horas após o consumo, além de provocar disfunções cardíacas.

Como pode ver, são plantas relativamente comuns e muito encontradas ‘por aí’, embora existam outras na lista, como o copo de leite, a espirradeira, o fumo bravo, o tomate verde, a maconha, a mamona, inclusive que podem nascer aleatoriamente no quintal ou jardim.

Com informações de Marina Rappa

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

sexta-feira

Estudo alerta para extinção em massa de alimentos. Não, não é para o futuro distante... É logo!

.
Plantação de café
Ao que tudo indica, conversas desse tipo... Se são ‘vistas’, efetivamente, funcionam em boa parte das cabeças das pessoas – quando acontece – como algo meio fictício, que caso venha a acontecer vai ser em um tempo/data perdido no tempo e no espaço futuros, logo não teria nada a ver com ele, com a sua vidinha...

Pelas datas dá para ver que não estaria tão longe assim – filhos, netos... –, isso sem falar que “sintomas” da “coisa” já podem estar afetando a vida, os bolsos, hoje – e estão – sem que as pessoas se deem conta disso.

Logo, é bom nos informarmos, mas, sobretudo para saber o que cada um de nós pode fazer – agora – para, no mínimo, contribuir para atenuar a “coisa”. 

        “Estudo alerta para extinção em massa de alimentos

Não apenas espécies animais, mas também vegetais estão em risco, afirmam pesquisadores: agricultura industrial e mudanças climáticas ameaçam alimentos como batatas, cacau e café.

Nos últimos tempos, houve muita discussão sobre a chamada sexta extinção em massa, mas as graves consequências para os alimentos têm ficado em segundo plano, alerta o grupo de pesquisa Bioversity International.

Em relatório divulgado nesta terça-feira (26/09), o grupo aponta que, das estimadas 7 mil espécies vegetais comestíveis, majoritariamente 30 são usadas para alimentar o mundo.

O documento, de quase 200 páginas, apresenta evidências de que investimentos em biodiversidade agrícola podem desempenhar um papel-chave na redução da fome, da desnutrição, da degradação ambiental e das mudanças climáticas.

"De alguma maneira, essa questão [da agrobiodiversidade] foi negligenciada, assim como acontecia com a agricultura orgânica há 20 anos, quando era vista como algo de nicho", afirma Ann Tutwiler, diretora-geral da Bioversity International e coautora do relatório.

Em artigo publicado pelo jornal britânico The Guardian nesta terça-feira, Tutwiler destaca que até 22% das espécies de batatas existentes devem entrar em extinção até 2055 devido às mudanças climáticas. Cacaueiros em Gana e na Costa do Marfim, de onde se originam 70% do chocolate mundial, podem não sobreviver a um aumento da temperatura global de 2 °C. E na Tanzânia, as plantações de café já produzem metade do que produziam em 1960.

Mundo afora, apenas três culturas agrícolas – arroz, milho e trigo – fornecem cerca de 50% do total de calorias consumidas. Em quase 80% das áreas dedicadas ao cultivo de cereais, são plantadas apenas essas três variedades vegetais. Qualquer ameaça a esses alimentos provocada pelas mudanças climáticas poderia ser devastadora, alerta o grupo de pesquisadores.

A solução seria parar de colocar todos os ovos na mesma cesta e cultivar diferentes tipos de alimentos. "A biodiversidade precisa ser integrada à agricultura", afirma Tutwiler.

"Uma série de variedades tradicionais de sementes têm traços únicos que as fazem resistentes ao calor, a secas e a enchentes. Elas precisam ser encontradas, preservadas e usadas em programas de desenvolvimento de culturas agrícolas", afirma, apontando a agrobiodiversidade como a maneira mais efetiva de reduzir os efeitos das mudanças climáticas na produção de alimentos.

Outra solução para a extinção de alimentos seria criar demanda por diferentes culturas agrícolas. "Hoje temos demanda por café da Etiópia, por quinoa da Bolívia e dos Andes", diz Tutwiler. "Essas eram culturas que haviam sido completamente esquecidas. E em parte por meio dos nossos próprios esforços elas foram conservadas e agora têm um valor econômico."

A agrobiodiversidade inclui estratégias como rotação de culturas e não deve ser apenas aplicada a pequenos agricultores, destaca Tutwiler.

A Bioversity International destaca ainda que os sistemas agrícolas industriais, que produzem a maior parte dos alimentos consumidos no mundo, estão, na realidade, impulsionando as mudanças climáticas e a degradação ambiental.

Segundo o estudo, a agricultura é responsável por 24% das emissões de gases do efeito estufa mundo afora e é a maior consumidora de água doce do mundo. Mais de 60% das 5.497 espécies que a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) classifica de ameaçadas são impactadas pela agricultura.

Gado e soja

A questão da extinção em massa também será o foco da conferência internacional Extinction and Livestock (Extinção e Pecuária), que tem início no próximo dia 5 de outubro, em Londres. No evento, será discutido como transformar nossos sistemas alimentícios e agrícolas globais em prol das pessoas, do planeta e dos animais.

"A agricultura intensiva causa um enorme dano à vida selvagem, às pessoas e ao meio ambiente e é um dos principais fatores que contribuem para a extinção de espécies e a perda de biodiversidade no planeta", diz Philip Lymbery, CEO da organização Compassion in World Farming e um dos organizadores do evento em Londres.

Lymbery afirma que, enquanto se fala muito nas mudanças climáticas e na caça furtiva para explicar a extinção de espécies, a indústria da carne, assim como os cereais e a soja cultivados para alimentar o gado, são o problema fundamental.

Segundo o especialista, a quantidade de cereal e soja usada como alimento para animais na pecuária mundo afora seria suficiente para alimentar 4 bilhões de pessoas. Ele classifica de "loucura em um prato de comida" a perda de biodiversidade devido à produção de carne, leite e ovos.

Em DW

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

sábado

Puns e arrotos têm mais ‘poder’ no aquecimento global do que se imaginava

.
Quem diria hein? Que os Puns – ou peidos, traques, bufas, flátuos... É só escolher – teriam um efeito tão danoso assim sobre o meio ambiente e, consequentemente, sobre a vida, não é verdade?

O problema não é o ‘fenômeno’ em si mesmo, mas o grande volume... Já que, pelo menos em princípio, todos os seres, inclusive os humanos, também são ‘chegados’...

Ainda tem o ‘apoio’ dos arrotos, pode?

Pelo visto, em função dos nossos hábitos alimentares, sobretudo, a coisa fica de difícil solução, já que a tendência é o aumento no consumo dos derivados ‘deles’ – bois, porcos, ovelhas etc. – e não se vê movimentos por aí tentando reduzir significativamente, exceto os veganos e vegetarianos. Eu, por exemplo, me incluo na categoria.

              “Nós subestimamos grosseiramente o papel dos puns de bovinos no aquecimento global

Um novo estudo patrocinado pela NASA mostra que as emissões globais de metano produzidas pelo gado são 11% maiores do que as estimativas levantadas na última década. Como o metano é um gás de efeito estufa particularmente perigoso, a nova descoberta significa que será ainda mais difícil combater as mudanças climáticas do que parece.

Sabemos há bastante tempo que os gases de efeito estufa emitidos pelo gado, ovelhas e porcos contribuem significativamente para o aquecimento global, mas uma nova pesquisa, publicada no Carbon Balance and Management, mostra que a situação é pior do que pensávamos. Os números atualizados ​​de metano produzidos pelo gado em 2011 foram 11% maiores do que as estimativas levantadas em 2006 pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) – informações que, agora, estão desatualizadas.

É difícil acreditar que os arrotos, puns e o cocô do gado possam ter qualquer tipo de efeito atmosférico global, mas isso é questão de escala e da natureza do próprio gás metano.

Muito e muito gado

Existem cerca de 1,5 bilhão de vacas e bois no planeta, cada um deles expulsando mais de 30 a 50 galões de metano por dia. Normalmente, pensamos que os puns sejam os maiores responsáveis pela emissão, mas os arrotos são, na verdade, a principal fonte de metano produzido pelo gado, representando 95% do problema dos gases com efeito estufa.

Isso é de fato grave e problemático. O metano é cerca de 30 vezes mais eficiente na captura do calor radiante do Sol do que o dióxido de carbono, em uma escala de tempo de cerca de um século. Pode haver mais CO2 na atmosfera do que o metano, mas, isoladamente, o metano é o gás de efeito estufa mais destrutivo.

Tanto a iniciativa de pesquisa do Sistema de Monitoramento de Carbono da NASA quanto o Instituto de Pesquisa de Mudanças Climáticas Globais (JGCRI) contribuíram para os resultados trazidos no estudo. A equipe de Wolf reavaliou os dados utilizados para produzir as estimativas de emissão de metano do IPCC 2006. As estimativas anteriores basearam-se em taxas relativamente modestas de aumento de metano, entre os anos 2000 e 2006. Depois, porém as coisas mudaram dramaticamente, aumentando dez vezes ao longo dos dez anos seguintes.

As novas estatísticas demonstram um aumento de 8,4% nas emissões de metano a partir da digestão (processo também conhecido como “fermentação entérica”) em vacas leiteiras e outros bovinos, e um aumento de 36,7% no metano emitido através do estrume, em comparação a estimativas anteriores do IPCC. O novo relatório mostra que o metano representou aproximadamente 16% das emissões globais de gases de efeito estufa em 2016. Outras atividades humanas, como a produção e transporte de gás, petróleo e carvão, junto à redução de nossos resíduos orgânicos, também contribuem para a emissão global de metano.

Aumento nas estimativas

É importante destacar que as novas estimativas são 15% mais altas do que as estimativas globais produzidas pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) e quatro por cento maiores do que dados trazidos pelo Emissions Database for Global Atmospheric Resear.

“Em muitas regiões do mundo, a pecuária está mudando e a criação resultou em animais maiores com uma taxa mais alta de ingestão de alimentos”, observou Wolf em um comunicado. “Isto, juntamente com as mudanças na gestão da pecuária, pode levar a maiores emissões de metano”. Sobre isso, ele acrescentou: “Medições diretas de emissões de metano não estão disponíveis em todas as fontes que liberam o gás. Assim, elas são relatadas com base em estimativas e diferentes métodos ou premissas. Neste estudo, estabelecemos novos marcos por animal – que são medidas da quantidade média de CH4 descarregada por eles na atmosfera – e novas estimativas das emissões globais de metano através do gado”.

Entre aumentos e reduções

A nova pesquisa mostra que as emissões de gás metano diminuíram nos EUA, no Canadá e na Europa, mas estão aumentando em outros lugares. Muito provavelmente, o restante do planeta está alcançando os padrões de primeiro mundo em termos de consumo de carne e lácteos.

“Nas regiões globais, houve uma variação notável nas tendências das emissões estimadas nas últimas décadas”, disse Ghassem Asrar, diretor da JGCRI e co-autor do novo estudo. “Por exemplo, descobrimos que as emissões totais de metano do gado aumentaram mais em regiões em rápido desenvolvimento situadas na Ásia, América Latina e África. Encontramos os maiores aumentos nas emissões anuais nos trópicos do norte, seguido pelos trópicos do sul”.

Não está claro à primeira vista como, ou mesmo se, esses números atualizados ​​afetarão a produção pecuária ou as políticas públicas. A nível individual, porém, as estimativas sugerem que devemos reduzir nosso consumo de carne e produtos lácteos. Nossa dominação sobre esses animais, ao que parece, agora nos cobra um alto preço. 

Por carolina goettenem, em hiperciência

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

quinta-feira

Veganismo x Aquecimento Global. E você com isso?

.
Embora o aquecimento global e suas consequências deletérias para o planeta, para a vida, terem saído de moda e das pautas da mídia convencional, o problema em si mesmo “vai muito bem, obrigado”, ou seja, crescendo, aumentando e com isso todos as grandes consequências esperadas.

Entretanto, fora do círculo “de moda”, nas universidades e em meio a movimentos ambientais sobreviventes, a preocupação, e ação, estão na ordem do dia, ou seja, continuam na busca de soluções, senão atenuantes, e este blogue se tem em conta como um dos que lutam, que tentam fazer a sua parte, no sentido de divulgar informações para assim tentar abrir os olhos de mais gente e assim engajar nesta luta que parece inglória.

É o caso do consumo de carne.
Está mais do que provado que a produção de carne planeta afora é um dos fatores fundamentais, senão ‘o’ fator, no aumento do aquecimento global, daí as tentativas de se emplacar um ‘surto vegano/vegetariano’ para reduzir o consumo de carne, consequentemente os rebanhos de gado.
Veja também: 
- Parece anacrônico, mas alerta do papa sobre meio ambiente é atual e oportuno 
- Trump renega problemas climáticos e quer “tirar corpo fora”     
- Como fazer algo sustentável para o planeta e/ou para si, o que dá no mesmo 
- Porque você pode acabar se tornando vegetariano. Não acredita? Confira!
A China, um “peso pesado” na produção de carne, por exemplo, está com uma política de Estado no sentido de reduzir para a metade o consumo de carnes no país. E olha que sua população é ‘só’ a fichinha de 1,371 bilhão de habitantes (2015).

Outro exemplo interessante é o esforço da Universidade de Hoxford – na Inglaterra – desenvolvendo um projeto a ser aplicado em todo o país, de estímulo ao veganismo com o mesmo propósito.
Obs. Outra universidade britânica andou tendo uma ideia, no mínimo,  polêmica, confira aqui.

Estamos falando apenas sobre os malefícios para o planeta, para a vida. Nossa, é claro!

Mas, motivos diretos para repensar o uso de carnes têm de sobra. Dê uma olhada neste parágrafo abaixo. No mínimo da para pensar, ou repensar algumas práticas diárias nossas ou mesmo relativizar o engajamento/consumo de carnes.

“Além dos fatores ambientais, no sistema intensivo, os animais fazem parte de uma linha de produção em massa e são tratados como mercadorias. Aves são criadas aglomeradas em galpões enormes a mal podem andar, além de receberem hormônios para crescerem mais rápido e renderem maior quantidade de carne. Os porcos são obrigados a viver na sujeira, amontoados e são castrados sem anestesia, e as fêmeas, exploradas para a reprodução, passam longos períodos em baias tão pequenas que não conseguem nem virar o corpo. Os bois têm seus chifres cortados e são marcados com ferro quente, o que causa muita dor e sofrimento. Animais para o consumo passam sua vida confinados e são violentamente mortos para que, assim, os humanos possam se alimentar de suas carnes.”

É um reforço considerável, não acha? Não são informações tão divulgadas assim e a grande maioria das pessoas desconhece o que tem por trás de hábito tão prazeroso.

Sei, não é nada tão simples assim, mas, é plenamente possível.

Pense nisso!

Se quiser conferir mais artigos sobre o Aquecimento Global, na “tag”, aqui.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

sexta-feira

Porque você pode acabar se tornando vegetariano. Não credita? Confira!

.
A notícia não é nova (2015), nem tampouco o problema, embora atualíssimo. Também não é papo de ‘vegano radical’. São conclusões da organização das Nações Unidas.

É que o seu bife diário ou o seu churrasquinho de fim de semana é ‘insustentável’, ambiental e ecologicamente falando. Palavrinhas de ‘ecochatos’ e sem sentido, não? Não, não são! As necessidades de água, e de alimentação, da população mundial são incompatíveis com o consumo de carnes.

Metade, é metade, da população da humanidade, ou algo em torno de 4 bilhões de pessoas, irá ter problemas de falta de água, básica, crônica, para a sobrevivência. Pode?
Leia também: 
Água da Nestlé tem venda proibida pela Anvisa por riscos de infecção em crianças e grávidas 
Cuide de sua água, veja dicas de como fazer isso neste verão 
Veja como consumir melhor, a mais pura, água
Só para ter uma ideia. Para fazer um 1 kg do churrasquinho a vaca consome 15.000 litros de água. É isso! Quinze mil litros de água, por extenso. Não acredita?

Como a opção não depende de ter ou não ter condições de adquirir – assim simplesmente – já que temos regiões ricas com, hipoteticamente, todas as condições de resolver o problema não o farão simplesmente por falta do que adquirir, do que comprar.

No Brasil, o Estado de São Paulo, por exemplo, é useiro e vezeiro da tal crise da água e é assim em qualquer lugar do planeta. Onde nem sempre a ‘grana’ significa muita coisa nesta área.
"Estudos apontam que falta de água pode tornar o mundo vegetariano
De acordo com dados da ONU, seria preciso aumentar a produção de alimentos em 70% para atender a demanda em 2050, no entanto não há água para isso
A crise hídrica que vem assombrando algumas regiões do Brasil não é novidade para outras cidades do mundo, como Califórnia, Barcelona, entre outras. O problema, na verdade, é tão grave que estima-se que metade da população mundial enfrentará falta de água crônica se os atuais hábitos de consumo alimentar continuarem como estão.

A previsão é de Malin Falkenmark, conselheiro científico sênior do Stockholm International Water Institute (SIWI), em um texto para o relatório Food Security: Overcoming Water Scarcity Realities.

O problema se tornou maior depois que a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura revelou, por meio de estudos, que será necessário aumentar a produção de alimentos em 70% nos próximos 40 anos para atender à demanda no planeta.

Segundo Falkenmark, não há água suficiente à disposição para abastecer as demandas atuais de terras agrícolas e haverá muito menos para produzir alimentos para a população esperada pela ONU em 2050.

Isso porque, de acordo com dados e pesquisas, a pegada hídrica de carne de bovinos de corte é muito alta – para apenas 1kg de carne bovina são necessários mais de 15.000 litros de água. Para os ovinos são necessários 10.400 litros, suínos 6.000 litros, caprinos 5.500 e frangos 4.300 litros.

Dessa forma, para mitigar os impactos, o ideal é apostar em dietas nas quais a maior parte da composição alimentar sejam proteínas provenientes de origem vegetal e não animal, como ocorre atualmente. Estima-se que a dieta mais sustentável, ou vegetariana, consuma de cinco a dez vezes menos água que a comum.

Vegetarianismo faz bem para a saúde

Muito comum em diversas partes do mundo, o vegetarianismo ainda sofre preconceitos por parte de médicos e acadêmicos. No entanto, diversos estudos já apontam que esse tipo de dieta vai muito além dos direitos dos animais.

Esse regime alimentar, baseado em alimentos de origem vegetal, faz bem para a saúde, já que elimina e previne contra diversas doenças relacionadas ao câncer e o coração.


Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

domingo

Pesquisa revela que 41% da população é contra testes com animais. Só em laboratórios, diga-se passagem!

.
Mas, testes na cozinha e na churrasqueira continuam muito bem aceitos, e até recomendados, pela população, inclusive ou, sobretudo, entre os mais jovens que veem se iniciando na ‘arte’ por seus predecessores.

Os tais ratos de laboratório e outros, também, nunca causaram “pruridos protecionistas” nos tais defensores, apenas os cães, e os de raça, tipo beagle, por exemplo.

     "Dados são de pesquisa feita com 2.162 pessoas pelo instituto Datafolha.
Oposição em relação aos testes com animais é maior em população jovem.

Uma parcela grande da população brasileira é contra o uso de animais em testes para desenvolver novos remédios. Uma pesquisa feita pelo Datafolha a pedido do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), entidade de pós-graduação para farmacêuticos, revelou que 41% dos brasileiros “discordam plenamente” dessa prática.

Segundo o levantamento, só 36% concordam plenamente com o uso de animais pela ciência. Outros 18% concordam apenas parcialmente com essa aplicação. Para chegar aos resultados, foram entrevistadas 2.162 pessoas em 134 cidades por todo o país. As entrevistas foram feitas entre 24 e 25 de setembro deste ano.

O debate sobre o uso de animais em pesquisas e no desenvolvimento de produtos veio à tona no país em outubro de 2013, quando ativistas invadiram um instituto de pesquisa em São Roque (SP) e levaram do local animais usados em testes, principalmente cães da raça beagle, alegando suspeitas de que os bichos sofriam maus-tratos.

Para Marcus Vinicius Andrade, diretor de pesquisa do ICTQ, a opinião negativa da população faz com que as indústrias farmacêuticas não queriam associar suas marcas e produtos aos testes com animais. No entanto, isso não inibe de fato os experimentos com animais no país.

“As indústrias avaliam que, uma vez que abrem mão das pesquisas em animais aqui no país, as mesmas se tornam dependentes de tecnologias externas, o que consequentemente encarece o medicamento”, afirma Andrade. “Para não encarecer o produto, e também não associar suas marcas a um tema que sofre rejeição em termos de opinião pública, as indústrias terceirizam a pesquisa clínica para institutos e laboratórios especializados.”

Ou seja, na prática, os testes com animais são feitos da mesma forma, apenas por outras instituições.

Entre jovens, rejeição a testes é maior

De acordo com o estudo, quanto mais jovem a população, maior é a oposição ao uso de animais em pesquisas. Entre os jovens de 16 a 24 anos, por exemplo, apenas 29% concordam com os testes em animais. Já a partir dos 40 anos de idade, essa parcela passa a ser de 40%.

A opinião também varia conforme a região do país. O Sul registra o menor índice de aprovação em relação aos testes em animais: 32% dos residentes concordam com o procedimento. No Sudeste e no Nordeste, esse índice é de 36%. No Norte e Centro-Oeste, 38% das pessoas aprovam os testes.

Para a pesquisadora Luisa Maria Gomes de Macedo Braga, professora da PUC-RS e presidente da Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de Laboratório (SBCAL), existe pouco conhecimento por parte da população leiga sobre a importância dos testes com animais para a ciência e para o desenvolvimento de novas drogas. “Se 41% das pessoas são contra o uso de animais em pesquisas, será que elas têm na vida delas uma ausência total de medicamentos, de vacinas? Até para a anticoncepção ainda se usa.”

Ela observa que, nos últimos anos, novos métodos alternativos ao uso de animais têm sido desenvolvidos. Em setembro, por exemplo, o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) reconheceu 17 métodos alternativos para o uso na pesquisa brasileira. “Estamos caminhando com uma perspectiva muito boa nesse sentido de atender ao máximo que pudermos sem o uso de animais. E, quando usar, usar de forma bastante ética, parcimoniosa”, diz Luisa.

A pesquisadora observa que a preocupação com o bem-estar dos animais faz parte do trabalho dos cientistas. “As pessoas que são contra têm que entender que nenhum pesquisador acha bom eutanasiar um animal. Também nos preocupamos muito com isso, mas temos que melhorar a saúde das pessoas e também dos animais. Muita da experimentação que se faz também reverte em benefício dos próprios animais”. (no G1)

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

sexta-feira

Cães mordem 4,5 milhões por ano nos EUA, sendo que metade é criança. E o seu cão?

Não existe um termo ou adjetivo para definir ou classificar a coqueluche de cães que aumenta a cada dia e em todo lugar. Tudo bem, em princípio nada contra, eu mesmo tenho um cão que resgatamos da rua passando fome e cheio de bicheiras, o que gostaríamos de salientar aqui, é a responsabilidade de quem tem e não cuida. Não do cão, mas, sobretudo dos outros, vizinhos e transeuntes que nada têm a ver com isso.

Um ataque de cão e as mutilações e sequelas que deixa é irreversível. Isso além de sua contribuição para a higiene e limpeza publica quando sai com o seu para evitar que tenha que catar e limpar os “serviços” dele em casa, deixando-os na rua e nas portas das casas dos outros.

Esta estatística acima, nos EUA, é séria, embora, que eu saiba, não tenhamos algo similar por aqui, mas, diante do número que temos em todo o país, da para se ter uma ideia.

O Brasil tem hoje 37,1 milhões de cães e 21,3 milhões de gatos. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). Dados de 2013. Isso em um universo de 101,1 milhões de mascotes de todo tipo. Com o 2º lugar no mundo, depois dos EUA. Dá para imaginar o tamanho do “estrago”.
"O vídeo viral em que uma gata sai corajosamente em defesa de um menino atacado por um cão na Califórnia, expôs a "proporção epidêmica" de mordidas de cães nos Estados Unidos, informou nesta quinta-feira uma conhecida adestradora.
A cada ano, os cães mordem mais de 4,5 milhões de americanos, sendo que mais da metade é de crianças, informou a Associação Humana Americana às vésperas da próxima Semana de Prevenção Nacional de Mordidas de Cão, que começa no domingo.
As seguradoras pagaram mais de 484 milhões de dólares por mordidas de cães em 2013. No ano passado, os cirurgiões plásticos fizeram 26.935 operações por causa de ferimentos causados por incidentes com cães e o serviço postal americano USPS destacou que 5.581 carteiros foram atacados por cães no ano passado.
"A situação das mordidas de cães atingiu proporções epidêmicas. Na Europa há menos, mas continua sendo um assunto preocupante", disse à AFP a adestradora e apresentadora de TV Victoria Stilwell, que conduz o programa de 'reality show' "It's Me or the Dog" (O cão ou eu).
"É preciso levar este tema mais a sério", disse Stilwell em um encontro com a imprensa em Washington, do qual participou Elle, uma tranquila cadela terapêutica da raça pitbull.
Stilwell disse que é preciso educar melhor os donos de cães e o público em geral, bem como melhorar o treinamento dos animais.
Em um vídeo feito por câmera de vigilância que se tornou viral no YouTube, o menino de quatro anos Jeremy Triantafilo, de Bakersfield (Califórnia, oeste), é atacado e mordido na perna por um cão que parecia ser um pitbull.
Mas o cão põe o rabo entre as pernas e foge assustado quando Tara, a gata da família, salta sobre ele para defender a criança, com autismo leve, que estava brincando com sua bicicleta na calçada.
"Nossa gata salvou nosso filho!", disse a mãe do menino, Erica Triantafilo, que regava o jardim no momento do incidente, ao relatar o ocorrido à afiliada da emissora ABC em Bakersfield, ao norte de Los Angeles. "Foi incrível. É minha heroína".
O menino precisou levar vários pontos na perna. Já o cão, que pertence a um vizinho, foi levado em quarentena pelas autoridades locais. Tara, a gata, saiu ilesa.




Share/Save/Bookmark