segunda-feira

Superioridade do etanol brasileiro é admitida pelos EUA

Canavial
O desenvolvimento e utilização de novas tecnologias para produção de “energia limpa”, longe de ser um problema, é uma solução, principalmente, em tempos de estagnação econômica como a que ainda “castiga” meio mundo, notadamente aos países desenvolvidos.

A produção de geradores eólicos, por exemplo, cresceu 31%, movimentando 63 bilhões de dólares em 2009, com estimativas de, no curto prazo, chegar a 340 TWh – hoje, 157,9 GW - de produção de energia limpa, evitando a emissão de 204 milhões de toneladas de CO² por ano, conforme dados do Conselho Global de Energia Eólica (GWEC).

Os EUA que o digam. O presidente Barack Obama, em discurso recente, disse apostar na modalidade para não só reduzir a grande dependência externa de energiapetróleo – como uma oportunidade para ajudar no esforço de recuperação do setor produtivo local.

A aposta é, principalmente, nos combustíveis alternativosetanol e biodiesel – pois, ao contrario daquele produzido no Brasil – cana-de açúcar – que tem uma ótima relação custo benefício, não só econômico como ambiental, aquele produzido nos EUA – com o milho – é um “tiro no pé” nos dois quesitos, que é mantido graças a subsídios bilionários do governo.

Em recente pronunciamento, a Agência de Proteção Ambiental daquele país que avalizou a qualidade do álcool brasileiro, que reduz 61% das emissões de CO², enquanto o feito com o milho não passa de 20%, coloca fim a uma controvérsia, quando se recusavam a admitir o que já era largamente conhecido e comprovado.

Mas, apesar da “confissão” as barreiras de importação ao álcool brasileiro continuam, e a sua penetração no país está muito aquém do potencial de exportação do Brasil.

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