quinta-feira

Micróbios nas alturas e sua relevância na “configuração do clima”

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As mudanças climáticas, ou a dinâmica destas mudanças, obedecem a critérios muito mais amplos e complexos que as “meras” emissões de gases de efeito estufa pelas atividades humanas. Pesquisas variadas vem sendo feitas e tem comprovado esta importância, sim, mas, ela não responde sozinha, e até não seria um fator determinante nas catastróficas mudanças que vaticinam e que se espera. Neste artigo vemos um fator interessante, se bem que, provavelmente, não determinante.
Estudo encontra quantidade inesperada de bactérias em regiões elevadas da atmosfera. Esses microrganismos podem ter importante papel no clima, na formação de nuvens e chuva e na dispersão de doenças pelo mundo. 
 
Pesquisadores norte-americanos coletaram amostras de ar de regiões da atmosfera localizadas a até 15 km de altitude e descobriram que há muito mais micróbios por lá do que se pensava: cerca de 20% das partículas em suspensão são bactérias. A descoberta não é importante apenas para biólogos; ela pode influenciar o que se sabe sobre o clima.

Isso porque as bactérias têm papel na formação de nuvens, chuva e neve. Elas oferecem a superfície ideal para que o vapor d’água se condense em gotículas que compõem a nuvem. Além disso, certos gêneros de bactérias, como as Pseudomonas, possuem em sua membrana externa uma proteína que desencadeia a formação de cristais de gelo quando em contato com a água.

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terça-feira

Vários motivos para você deixar de comer carne. Escolha um deles

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Essa sugestão vale, sobretudo para você que se considera um ambientalista ou simpatizante das causas ambientais e de sustentabilidade, ou seja, alguém que se preocupa de alguma maneira com a sua, a nossa, a vida no planeta como um todo. Sobrevivência, mesmo! Não custa dar uma olhada. Afinal, conhecimento não costuma ocupar “muito” espaço na cabeça, a ausência dele sim, pode suprimir alguns.
Novos setores sociais conscientizam-se sobre os danos do consumo de carne. Para enfrentar a força do hábito, surgem opções com o flexitarianismo.

Um dos principais reflexos da produção intensiva de carne se dá na água da região onde a pecuária existe. O problema é ainda maior quando se analisa a produção de alimentos para animais que depois vão para o prato das pessoas. A soja é um dos principais produtos utilizados em rações. O Mato Grosso é o Estado que mais produz esse grão no país e uma pesquisa, realizada em algumas cidades produtoras de soja, “encontrou resíduos de agrotóxicos no sangue e urina de moradores e nos reservatórios de água e poços artesianos das regiões pesquisadas”, como indica Guilherme Carvalho. Ele concedeu a entrevista a seguir por telefone à IHU On-Line em que falou a respeito das consequências e alternativas para o consumo e para a produção de carne no mundo.

Entrevista com Guilherme Carvalho, biólogo e gerente de campanhas da Humane Society International (HSI) no Brasil, uma ONG internacional de proteção animal. 

IHU On-Line – Como você relaciona a questão das mudanças climáticas com o consumo de carne?

Guilherme Carvalho – Há uma relação muito próxima entre a produção de alimentos de cultura animal e as mudanças climáticas. Segundo um relatório de 2006 da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), 18% dos dados de efeito estufa emitidos por atividades humanas vêm deste setor, da cultura animal. Isto vem de vários subsetores dentro da cultura animal, incluindo principalmente o uso de combustíveis fósseis nas propriedades, a utilização de fertilizantes em grãos que vão virar ração animal, grandes quantidades de metano, o manejo, a destinação e o tratamento dos dejetos animais… Isto tudo junto soma, segundo os cálculos da FAO, 18% dos dados do efeito estufa que é comparável ou até mesmo superior à contribuição do setor de transporte.


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domingo

Como evitar acidentes com animais peçonhentes na época das chuvas

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Estas são dicas muito úteis divulgadas pelo Ministério da Saúde, alertando para os riscos com animais peçonhentos, agora, por ocasião das chuvas, e as formas como evitar, se prevenir e o que fazer em caso de acidentes. Sobretudo se mora ou costuma frequentar a zona rural estes riscos ficam potencializados, embora em qualquer local ou casa na zona urbana, mesmo, exista seus riscos.
Clique para ampliar

No período de chuva, aumenta o risco de acidentes com animais peçonhentos, como cobras, aranhas e escorpiões. Isso acontece porque esses bichos costumam procurar abrigo em locais secos, como as residências e locais de grande circulação. O gerente de Vigilância de Zoonoses da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Eduardo Caldas, dá algumas dicas do que fazer para evitar acidentes.
“A prevenção de acidentes em áreas rurais se dá com o uso de equipamentos de proteção individual que são luvas de couro, botas ou perneiras, prestar atenção onde está pisando, se apoiando, não depositar materiais inúteis próximo às habitações, no entorno do domicílio. Nas áreas urbanas, em relação às aranhas, examinar as roupas e calçados, roupas de banho e cama também antes de usar.

Cuidados em relação ao destino do lixo, cuidados em relação à proliferação de insetos, principalmente baratas que são alimentos de escorpiões. Manter os ambientes muito limpos, as camas afastadas das paredes, vedação de paredes, assoalhos, forros e rodapés e uso de telas”, explica.

Em caso de acidentes, a recomendação do Ministério da Saúde é deixar de lado práticas populares e procurar imediatamente uma unidade de saúde. Como explica Eduardo Caldas. “Existem práticas muito comuns e populares que as pessoas fazem que não devem ser adotadas, por exemplo: amarrar o membro do indivíduo que se acidentou, fazer torniquete. Essas situações são desfavoráveis e não devem ser feitas. 

Sugar o ferimento no caso de ter sido mordido ou picado por uma cobra. Não é recomendável. O uso de alguns produtos, tipo pó de café, álcool e tudo mais no ferimento não é recomendável. O que se recomenda é que se procure imediatamente um profissional de saúde e procure, nesse momento, identificar e indicar que tipo de animal que foi o agressor para facilitar até a recomendação e a prescrição de soro sendo o caso”, finaliza.

Eduardo Caldas destaca ainda que no caso de encontrar um animal peçonhento, como uma cobra, por exemplo, é recomendável se afastar com cuidado e evitar assustar ou tocar no animal, mesmo que ele pareça morto. Depois disso, é preciso procurar uma autoridade local para que sejam tomadas as providências. (Do Ministério da Saúde) 

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sexta-feira

'Plasticus oceanicae' o maior predador dos oceanos

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Se essas imagens fossem de uma nova espécie de animais marinhos,poderíamos dizer que ela estaria entre as mais comuns em nossos oceanos. Teria diversas subsespécies, micro e macroscópicas - sacus, garrafoi, embalageae, entre milhares de outras - e, pela quantidade de mortes de animais pelas quais são responsáveis todos os anos, provavelmente seriam todas importantes predadoras nesse ecossistema imaginário.

Infelizmente, essas ‘criaturas’ de plástico não são belas e inusitadas formas de vida, mas sim ameaças concretas à biodiversidade dos mares. As imagens desse post são registros criativos feitos pelo fotógrafo Kim Preston utilizando o material para imitar criaturas marinhas, com o objetivo de chamar a atenção para o problema que os plásticos representam para os oceanos - em especial, o fotógrafo quer denunciar o surrealismo do local conhecido como a ‘grande mancha de lixo do Pacífico’.

Confira uma matéria publicada na CH On-line sobre outra iniciativa que percorreu os oceanos do mundo denunciando a ameça do plástico.

Pelo jeito, é melhor o homem abrir o olho ou daqui a algum tempo essas podem ser praticamente as únicas criaturas a habitar os nossos mares…


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quarta-feira

Porque descartamos em vez de reparar ou consertar?

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Encontrei estes comentários em um blog, Como fazer você mesmo, e publico aqui, porque eles ilustram uma situação muito comum hoje, que é o descarte puro e simples de objetos de uso no nosso cotidiano, como um hábito que já se arraigou em nossas mentes, quando já nem consideramos a possibilidade de buscar o seu reparo ou conserto ao ficarem gastos ou avariados.

É uma atitude que parece aleatória, mas, como diz o comentário, nada mais é do que um produto da manipulação da própria industria e fabricantes, que não tem qualquer compromisso e/ou preocupação com o uso correto dos recursos naturais o que leva ao esgotamento de suas reservas, bem como ao aumento dos lixões e aterros sanitários com sérios custos ambientais e à sustentabilidade no planeta.

Vale à pena conferir, é uma boa oportunidade para refletir sobre estes novos hábitos e, aproveita e pega algumas dicas.


    Comentários:
    Boa dica.

    As vezes o estado das fechaduras e cadeados chagam a um ponto tão irritante que acabamos por optar em trocá-los.
      Olá!

      Ultimamente preferimos descartar do que buscar uma reparação ou conserto. É uma cultura que vem se instalando nos corações e mentes das pessoas, criada pelas exigências do consumo e com sérios custos ambientais, tanto pelo uso excessivo e esgotamento dos recursos naturais como pelo aumento do lixo.

      Em função disso, fica até difícil encontrar um profissional para fazer reparos, e quando os encontramos achamos que a diferença no preço do serviço não compensa e preferimos botar mais algum dinheiro e comprar um novo. Novos estes que a cada dia duram menos, já que são fabricados de propósito para não durarem e serem subsistidos.

      O objetivo deste blog é, exatamente, este, divulgar o saudável habito do “fazer você mesmo”, não só objetos de todo tipo, mas, de jeitos, técnicas e formas de reparar ou consertar, bem como reutilizar, em um exercício de prazer, ecológica e ambientalmente corretos e sustentáveis.

      Abrigado pelo comentário, pois, acabou me permitindo esta resposta que explica o nosso propósito.

      Um abraço
Como vê, é uma oportunidade para repensarmos os nossos hábitos de consumo e, sobretudo, de descarte. Para nós, a diferença nos preços do conserto e de um novo parece pouca, mas, no médio longo prazo pode sair muito caro à vida no planeta.

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segunda-feira

Qual a relação entre o seu churrasco e as mudanças climáticas?

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O que você anda fazendo com os seus
200 bilhões de neurônios?
Uma boa forma de mudança, mudança real, é aquela que começa em nós mesmos.

É assim com a corrupção, quando a maioria de nós prefere fazer coro com a mídia “desinformante” enquanto acalentamos as nossas mazelas pessoais em desonestidade e corrupções em nosso cotidiano, embora, não a reconheçamos como tal, ou o discurso vazio sobre o meio ambiente e sustentabilidade, quando levamos uma vida predatória dos recursos naturais e do ambiente onde vivemos e trabalhamos.

Ou seja, não adianta empunhar bandeiras em defesa do estado de direito e da sustentabilidade ambiental se não estamos dispostos a fazer a nossa mudança pessoal, agora. É como a velha história de uma assembleia de grevistas em São Paulo que quis colocar em votação a proposta de uma greve de fome para pressionar por abertura de negociações, para os outros fazerem, é claro. Isto é, você levanta a mão, aprova a proposta e vai para casa comer o seu pirão normalmente.

Assim é fácil! Posar de cidadão consciente, politicamente correto e/ou de ambientalista engajado, desde que isso não afete a sua vidinha. Já pensou na cadeia de produção que gera a “carninha” que degusta no churrasco de fim de semana? Não? É uma boa pista.

Desde a Rio+20, em 1992, que se discute o meio ambiente e a conveniência de se adotar medidas para conter a degradação ambiental e climática que pode colocar em risco a sobrevivência no planeta, e as perspectivas não são lá muito animadoras.

Isso porque os países são como as pessoas. Primeiro eu e os meus interesses pessoais, o meu estilo de vida, o meu padrão de consumo. Todos agem, ou agimos, como se vivessem em um mundinho à parte, embora, para manter a aparência de preocupado afino o discurso e conto com a leseira dos outros, para que tudo permaneça como está, pelo menos para mim.

É o discurso dos países maiores devedores do planeta, o que não difere muito do nosso, pessoal.

Já pensou, efetivamente, de que maneira você contribui para este estado de coisas no planeta? Não? É bom dar uma olhada, tambem, nesta área não existem inocentes.

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sábado

Proibido o uso de garrafa plástica para água mineral em cidade nos EUA

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É uma iniciativa da cidade de Concord, em Massachusetts, nos EUA, resultante da atuação de grupos ativistas locais que, embora de efeito restrito, é válido, sobretudo, pela reflexão que provoca em torno do uso de matéria-prima fóssil – petróleo - o tereftalato de polietileno (PET), em sua fabricação, alem do grande desperdício, já que os índices de reciclagem são muito baixos, não só nos EUA, mas em todo o mundo.
Segundo o grupo ativista, Campanha da Garrafa: "É preciso 17 milhões de barris de petróleo por ano para fazer todas as garrafas de água de plástico usadas apenas nos EUA. Isso é óleo suficiente para abastecer 1,3 milhões de carros por ano."Seu site também afirma: "Em 2007, os americanos consumiram mais de 50 bilhões de garrafas servem individuais de água com uma taxa de reciclagem de apenas 23%, mais de 38 bilhões de garrafas acabam em aterros sanitários.".
As industrias contrariadas já apelam para a saída que é engarrafarem a água em garrafas maiores, já que a proibição é específica para a garrafinha de uso mais comum, de 500ml.

Os idealizadores da campanha teem consciência da limitação da medida, mas, acreditam no efeito didático e/ou na reflexão que pode gerar nos EUA e em outros países.


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quinta-feira

Quase 25% da energia consumida no país está vindo de termelétricas

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As termelétricas não são nenhum objeto de desejo de ninguém, sobretudo, dentro da perspectiva ambiental, já que usam combustíveis fósseis como o carvão mineral, o óleo e o gás natural. Entretanto, elas constituem a reserva mais segura para garantir o abastecimento interno em ocasiões em que as condições naturais como chuva e ventos (eólica) podem não estar favoráveis como agora, com os baixos níveis de água dos reservatórios das hidrelétricas. Em função disso, depois das experiências com o racionamento de energia no governo do FHC (PSDB), foi criado este sistema de segurança no governo Lula (PT).
Usina Termelétrica Euzébio Rocha
(Cubatão) - Petrobras
"O nível abaixo do normal na maioria dos reservatórios do país faz com que quase um quarto da energia distribuída pelo Sistema Interligado Nacional (SIN) e consumida em todo o país seja proveniente de usinas termelétricas. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), pelo menos 60 usinas termelétricas estão despachando energia, por meio do SIN, de todas os tipos de fontes: eólica, a carvão, a óleo diesel e combustível, nuclear e a gás natural.

(...) O ONS admitiu que os níveis dos reservatórios estão abaixo do normal e que no subsistema Sudeste/Centro Oeste o nível dos reservatórios das hidrelétricas é hoje de 28,9 – o mais baixo para os meses de janeiro dos últimos 12 anos – menor do que o verificado no mesmo mês de 2001, quando houve o último racionamento de energia elétrica no país.

Em todos os subsistemas, o nível dos reservatórios está abaixo ou próximo da Curva de Aversão ao Risco (CAR). No Nordeste, o nível dos reservatórios está em 30,96%; na Região Norte, em 40,48%; e no Sul, em 40,39%.

(...)Procurada pelo Agência Brasil, a Petrobras informou, em nota, que, do total do despacho termelétrico do Sistema Interligado Nacional, previsto para esta semana, cerca de 8,1 gigawatts (GW) serão produzidos em usinas a gás natural, dos quais 5,3 GW em usinas sob controle da estatal.

A nota diz ainda que, além da geração nas usinas a gás natural, a Petrobras deverá fornecer 0,5 GW provenientes de usinas a óleo. (da Agência Brasil)

Para ler o texto completo, aqui.

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terça-feira

Como fazer para eliminar, fácil e barato, as baratas

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Por mais que as baratas tenham um Ibope baixíssimo, sobretudo nas preferências femininas, parece cruel um título assim, não e verdade? Certa vez ouvi um palestrante falando que as baratas são criadas por nós mesmos. Confesso que à primeira impressão foi que ele acabara de dizer uma tremenda besteira. Mas, é verdade! As condições em que “você” vive, a forma como cuida do item higiene e o trato com alimentos e sobras, sobretudo, em sua cozinha, dá plena razão ao palestrante. Pense nisso, e enquanto isso dê uma conferida na receita abaixo.

Primeiro o óbvio. Baratas como qualquer outro inseto, só vão ou permanecem em um lugar quando este tem boas condições de sobrevivência, ou seja, rango à disposição e locais pouco limpos.

Segundo ponto, é que os produtos tipo aerosol que infestam as prateleiras dos supermercados não resolvem, no máximo “pega” aquela que você vê. Só isso. Além, é claro, de não ser lá estas coisas para a sua saúde.

Claro que tem aqueles lances  que deve fazer: manter os alimentos bem tampados e protegidos, a pia e fogão limpos à noite, sobretudo, os ralos fechados, caprichar na limpeza geral, vedação nas portas externas, etc.

Entretanto, uma “formulinha” caseira – tipo fazer você mesmo – elimina todas que já estejam morando em sua casa, e garante uma boa recepção para futuras visitas e/ou candidatas a inquilinas.

É simples. Misture, meio a meio, ácido bórico e açúcar, pouco, e coloque em tampinhas baixas para facilitar o acesso e distribua por ambientes que considere estejam habitados pelas ditas cujas, além de deixar uma perto das portas por onde julga serem as de entrada, delas, é claro!

É rápido. Poucos dias depois você começa a encontrá-las mortas, todas.

Um detalhe importante é que as tampinhas devem estar fora do alcance dos animais domésticos: gatos, cães ou qualquer outro.

É isso, não tem erro! (Do: Como fazer você mesmo)

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sábado

A importância do biochar na captação de CO². Confira vídeo!

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É uma 'tecnologia natural' descoberta à partir de observação das características da “terra preta dos índios”, na Amazônia. Trata-se de trechos de solo originalmente pobres em nutrientes – caolinítico amarelo – que receberam matéria orgânica tornando-os muito férteis. 

Os resíduos de carvão depositados no solo, além de “enterrarem” o carbono retido em função do seu processo de retirada de CO² quando ainda vegetais, atuariam na fertilização do solo e na redução das emissões de gases de efeito estufa, como o metano e o óxido nitroso, por exemplo.

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quinta-feira

Silvicultura já produz 77% da madeira extraída no país

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O aumento da fiscalização e a maior conscientização ambiental no país levaram a uma inversão na participação da extrativa vegetal e da silvicultura (florestas plantadas) na produção primária florestal brasileira, mostram os dados da pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2011 (Pevs), divulgada hoje (6), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Plantação de eucalipto no Maranhão
Em entrevista à Agência Brasil, o gerente da pesquisa, Luís Celso Guimarães Lins, disse que o país vivenciou, nas últimas décadas, uma transformação no setor de produção de madeira, com a expansão da produção de toras de madeiras a partir de florestas plantadas.

“É só observar que em 1990 a extrativa vegetal chegava a responder por 67% de toda a madeira produzida, enquanto a silvicultura era responsável por apenas 33% da madeira produzida nas florestas brasileira. Cinco anos depois, em 1995, esse percentual já havia sido invertido: a extrativa vegetal respondia por apenas 47% da madeira produzida, enquanto a silvicultura saltava para 53%.”

Os números, segundo o técnico do IBGE, foram sendo alterados ano a ano com a produção decorrente da silvicultura e, uma década depois, em 2000, já respondia por 77% da produção total de madeira.

“Não há dúvidas de que a silvicultura vem crescendo ano a ano em detrimento da extrativa vegetal. E dois são os fatores que levam a esse fenômeno: o aumento da fiscalização, principalmente sobre os produtos madeireiros e a necessidade das indústrias de suprir seus parques produtivos. Setores como o de celulose, papel e papelão, siderurgia, móveis – todos estão procurando plantar as árvores que viabilizarão a sua própria produção”, disse à Agência Brasil.

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segunda-feira

De COP em COP os desafios ambientais continuam sendo empurrados com a barriga

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Mapa climático mundial
Estas “COPs” que se repetem a cada ano, nada mais são do que tentativas de ratificar o primeiro protocolo, o do Kioto, acordo assinado no Japão em 1997, que é letra morta desde então, em função, sobretudo, da negativa dos EUA em assumir a sua parte no corte de emissões, como grande emissor histórico que é.

O resto e conversa jogada fora.

E, pelo visto, esta, a COP18, vai pelo mesmo caminho com mais "tranquilidade", já que a desculpa da crise econômica vai facilitar as coisas, e mais países: Japão, Canadá, Rússia e Nova Zelândia, já disseram que não pretendem assinar um segundo período do acordo.

A realidade é que nunca se usou tanto carvão mineral como agora – o maior vilão das emissões de CO² – com a desculpa da deterioração das condições econômicas, tanto na UE como nos EUA e muitos outros países. É que ele é relativamente abundante e barato, por ter uma distribuição mais democrática no mundo, ao contrário de outras fontes de energia como o gás natural e o petróleo.

A contradição desta COP18 começa com o local do encontro, Doha, no Qatar, que é um micro país criado artificialmente sobre um super poço de gas natural e detém o recorde de maior emissor “per capta” de CO² do mundo.

É que o pais vem tentando se especializar em sediar grandes conferências e eventos de todo tipo, como uma tal “Rodada do Doha”, da Organização Mundial de Comércio, em uma tentativa de acordo internacional para a redução de barreiras comerciais que, como agora vai acontecer com a COP18, não deu em nada.

O que se espera é que de COP em COP algo de concreto acabe saindo, mesmo que de forma pontual e menos ambiciosa do que o Protocolo de Kioto, que já nasceu caduco.

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sábado

As razões de ser Guarani-Kaiowá

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Explosão de novos nomes nas redes sociais expressa projeto civilizatório para século 21. Mas na mídia, prefere-se cultuar velhos fracassos…

O conflito dos índios da etnia Guarani Kaiowá com fazendeiros do Mato Grosso do Sul, que segundo a vice-procuradora-geral da República, Deborah Duprat, pode converter-se na maior tragédia contemporânea relacionada à questão indígena em todo o mundo, tem sido praticamente ignorado pela grande mídia. Em contrapartida, a causa dos índios Guarani Kaiowá tem despertado bastante receptividade e difusão nas redes sociais. Uma forma original de manifestação de apoio mostrou-se particularmente popular: a mudança do nome no perfil de cada usuário da rede. Acrescenta-se ao avatar o termo Guarani Kaiowá, como se o indivíduo também fosse parte da tribo em questão. De certa forma, forma-se uma nova “tribo”, composta pelos “Guarani Kaiowá” virtuais. Trata-se de um gesto simbólico, uma forma interessante e original de divulgar a causa, além de se mostrar uma maneira de empatia com uma comunidade indígena vítima de violência e de opressão.

Surpreendentemente, esse singelo ato inofensivo gerou uma onda de reações agressivas por parte de diversos articulistas da grande mídia. Em sua maioria, eles flertaram com argumentos do século XIX que, infelizmente, ainda fazem parte do senso comum. Apresentaram os índios como um povo atrasado, cuja cultura deve ser assimilada em nome do avanço do “progresso” da civilização ocidental. Alguns foram além na argumentação e, semelhantes aos primeiros jesuítas, há cinco séculos, compararam os índios a uma comunidade ainda em estado infantil. Colunista de um dos principais jornais do país chegou a defender a ideia de que as pessoas que acrescentam um nome índio ao seu devem ser classificadas como doentes mentais.
 
Toda essa ira desproporcional conduz à reflexão sobre o fato de nós, brasileiros, ainda termos vergonha da identidade indígena presente em nossa história social e individual, em maior ou menor escala. Parece que o processo colonizador causou danos permanentes na psique nacional, pois refutamos veementemente a ideia de sermos confundidos com os índios, o povo “primitivo”. Queremos nos assemelhar ao colonizador: europeu ou norte-americano, ocidental, branco e “civilizado”.

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quinta-feira

Pré-sal já produz 10% do petróleo brasileiro


Conversa com a PresidentaNa coluna Conversa com a Presidenta desta terça-feira (27), a presidenta Dilma Rousseff falou sobre a exploração de petróleo no pré-sal. Em resposta à engenheira Raianne Justus Bezerra de Almeida, ela afirmou que já são retirados das bacias de Santos e de Campos mais de 200 mil barris por dia, o que representa 10% de toda a produção brasileira.
“A exploração do pré-sal, Raianne, vai significar mais encomendas de bens e serviços no Brasil, criando oportunidades de negócio e de emprego para brasileiros e brasileiras. E usando de forma responsável os recursos dos royalties, teremos um passaporte para transformar o Brasil em um país muito mais desenvolvido e com mais oportunidades para toda a população”, acredita.
Dilma ainda respondeu a Pablo Azevedo da Silva, de Cuiabá, sobre o investimento do governo federal no esporte, que teve, somente em 2012, 4.243 bolsistas de 53 modalidades, que conquistaram 17 medalhas nos Jogos Olímpicos de Londres. Para o funcionário público de Porto Velho Carlos Ramos Filho a presidenta explicou a tarifa social de energia.
“Em todos os casos, o responsável pela residência, munido de comprovante da inscrição no Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), deve procurar a empresa de energia elétrica de seu município e solicitar o benefício. Qualquer dúvida sobre esse benefício, Carlos, pode ser esclarecida em ligação gratuita pelo telefone 0800 7072003”, detalhou.

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terça-feira

Amazônia tem menor taxa histórica de desmatamento, diz ministra

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O Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgou nesta terça-feira (27) os dados do desmatamento referentes ao período de agosto de 2011 a julho de 2012. Pela primeira vez, a quantidade de florestas desmatadas no ano ficou abaixo dos 5 mil km², o que é considerado pelo MMA como a menor taxa da história.

A taxa de destamento anual é calculada pelo Prodes, sistema do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe). Segundo o Inpe, entre agosto de 2011 a julho de 2012 foram desmatados 4.656 km² de florestas, o que representa uma queda de 27% em relação ao período anterior. Esses números ainda são uma estimativa, com 10% de margem de erro. Os números finais serão apresentados em 2013.

O resultado foi comemorado pelo ministério. Segundo a ministra Izabella Teixeira, o anúncio representa um marco no combate ao desmatamento, já que pela primeira vez a taxa ficou abaixo dos 5 mil km². “Arrisco a dizer que foi a única notícia ambiental positiva que o planeta teve esse ano”, disse a ministra.

O desmate diminuiu na maior parte da Amazônia, mas cresceu em três Estados: Tocantins, Amazonas e Acre. Apesar disso, Pará e Mato Grosso continuam sendo os Estados que mais desmatam: só o Pará desmatou mais de um terço do total no período.

Os dados divulgados nesta terça se referem apenas ao período de agosto de 2011 a julho de 2012. No entanto, segundo o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), houve aumento do desmatamento nos meses mais recentes, em setembro e outubro de 2012. O Imazon faz um monitoramento independente e não-oficial do desmatamento da Amazônia. ( do Blog do Planeta)

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sexta-feira

Anvisa demite gerente que denunciou irregularidades na liberação de agrotóxicos

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Na última quarta-feira 14, o ex-gerente geral de toxicologia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi demitido após apontar irregularidades na liberação de sete agrotóxicos. O caso ganhou repercussão depois de Luiz Cláudio Meirelles, antigo gerente geral, ser exonerado e recorrer à internet para denunciar o esquema.

Pelas redes sociais, Meirelles afirmou que os produtos não passaram pela avaliação toxicológica, obrigatória para o registro do Ministério da Agricultura. Além disso, alguns processos continham assinaturas falsificadas ou haviam desaparecido. “O mais grave é o fato de os produtos não terem passado pela avaliação toxicológica. Sem isso não sabemos se um material que vai para as plantações e posteriormente para os alimentos pode ou não ser prejudicial à saúde.”

Desde 2008, o Brasil lidera o comércio mundial de agrotóxico. O crescimento do setor foi meteórico. Enquanto, nos últimos dez anos, o mercado avançava a um ritmo de 90%, no Brasil o setor se expandiu em 190%, de acordo com os dados do Dossiê dos Agrotóxicos, apresentado 10º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, em Porto Alegre. Hoje as plantações brasileiras consomem 7,3 bilhões de dólares de agrotóxicos, equivalente a 19% do mercado global.

“A pressão sobre a Anvisa é grande, tanto em demanda de processos quanto em pressão política para a aprovação”, conta Meirelles a CartaCapital. Funcionário da Anvisa por quase 13 anos, ele vivenciou o processo de crescimento do setor e pressão. “Hoje seis empresas dominam cerca de 70% do mercado de agrotóxicos no País. Por isso é normal existir pressões. Toda semana recebíamos visita de parlamentares para saber do andamento dos processos.”

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quarta-feira

Termoelétricas podem começar a ser desligadas em dezembro

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Elas teem um papel estratégico e são acionadas sempre que o sistema elétrico nacional precisa, atuando no equilíbrio da geração energética do Sistema Interligado Nacional (SIN). As termoelétricas funcionam à base de combustíveis fósseis, mais precisamente o óleo diesel, o carvão e o gás natural (GLN).
Usina Termoelétrica de Santa Cruz,
no Rio de Janeiro, parte integrante de Furnas
As usinas termoelétricas usadas para compensar o baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas poderão começar a ser desligadas em dezembro, caso as atuais condições meteorológicas se mantenham. A previsão é do diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp. Segundo ele, as usinas mais caras, a óleo diesel, serão as primeiras a serem desligadas.

“Felizmente, a gente observa uma descaracterização do El Niño, o que geraria chuva mais forte no Sul. E está chovendo bem no Sudeste e no Nordeste. Quando se tem chuvas cinco dias seguidos em valores superiores a cinco milímetros nas principais bacias do Sudeste e Centro-Oeste está caracterizado o período úmido”, disse Chipp após participar da reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico.

Se essa tendência continuar, acrescentou, “começaremos a desligar [as termoelétricas] em dezembro”. O diretor do ONS informou que, atualmente, cerca de 14 mil megawatts (MW) são gerados a partir desse tipo de usina, a um custo médio de R$ 700 milhões em Encargos de Serviço do Sistema, tributo que posteriormente será descontado nas contas de energia.

As primeiras usinas a serem desligadas serão as de óleo diesel, seguidas das de óleo combustível, gás e carvão. Segundo o ONS, elas estão ligadas desde o dia 18 de outubro. (Agência Brasil)
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segunda-feira

Observadores de pássaros, já conhece?

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Saíra-lagarta
Você conhece a atividade “observação de pássaros”, ou birdwatching, em inglês? É uma atividade antiga, existe como tal desde os anos 70. Hoje, porem, foi turbinada pela onda de ecoturismo e com certo suporte da internet vem ganhando nova cara e novo impulso.

A ideia, como o nome já diz, é se deslocar para áreas de matas e reservas para observar com binóculos ou para fotografar os pássaros.

Inicialmente o equipamento se resumia a um binóculo e disposição para percorrer as trilhas nas matas, parques e bosques, mas, agora, cresce o uso de máquinas fotográficas com teleobjetivas que registram as imagens, em vez da contemplação pura e simples, além de equipamento próprio para o registro de cantos.

Ficou diferente, mais sofisticado, mas, continua interessante.

Algumas empresas de ecoturismo já incorporaram a atividade em seus portfólios. Em função da sua grande diversidade de aves, o Brasil passa a ser um destino de estrangeiros em busca dos biomas nacionais que tem algo em torno de 1.500 espécies de aves conhecidas.

Se quiser experimentar, pode começar pelo básico. Pegue um binóculo é vá apreciá-los em algum parque ou reserva de matas que conheça. O ideal é que faça isso com mais alguém para que possa trocar impressões sobre as belezas que vai encontrar.

Se quiser mais informações, no link: Observação de pássaros. 

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sábado

Governo descarta sabotagem em episódio de falta de energia, será?

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Entretanto, o ministro interino de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, afirma que a sequência de eventos de causas parecidas em tão pouco tempo, 4 em menos de um mês, e os classifica como: “...evento raríssimo de ocorrer, com probabilidades quase zero”. Paranoias à parte, mas, depois da marcação do tal julgamento do “mensalão” para o período eleitoral, e que se encerra, exatamente, com ele, tudo é possível.

"O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, afastou hoje (26) a possibilidade de sabotagem nos quatro eventos de falta de energia que ocorreram em pouco mais de um mês. Segundo ele, um ato de vandalismo teria causado danos aos equipamentos, que não foi verificado nesses casos.
Perguntado sobre a hipótese de sabotagem, o ministro interino de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse que o governo “trabalha para aprofundar todas as alternativas, mas de forma serena”. Para ele, a ocorrência de quatro eventos de falta de energia em pouco mais de um mês, com causas parecidas, foi classificada como um “evento raríssimo de ocorrer, com probabilidade quase zero”.
Zimmermann, que coordenou a reunião extraordinária do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico ocorrida hoje (26), disse que, em todos os eventos recentes, houve falhas na proteção primária dos equipamentos, o que acabou estendendo a falta de energia para diversas regiões.
A falta de energia na madrugada de hoje deixou 100% do Nordeste e 77% dos estados do Pará, Tocantins e Maranhão sem energia. Segundo o ONS, o problema foi provocado por um curto-circuito na linha de transmissão entre Colinas (TO) e Imperatriz (MA), que interliga os sistemas Norte/Nordeste ao Sul/Sudeste.
Zimmermann disse que o governo também trabalha para restabelecer a confiabilidade do sistema elétrico brasileiro. “O sistema elétrico brasileiro foi planejamento para operar em determinado nível de confiabilidade. Se há redução dessa confiabilidade, como agora nessa sequência de eventos, tem que tomar ações necessárias para restabelecer essa confiabilidade que foi projetado para isso”.(trecho extraído de artigo da Agência Brasil que você lê completo aqui.)
É como disse o ministro. O sistema elétrico foi projetado para operar em um nível seguro de confiabilidade, já que todo o pais poderia ficar refém de uma situação que não fosse esta, sobretudo quando estamos, praticamente, às portas de dois eventos de grande importância como a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

Logo, uma hipotética sabotagem visaria atingir esta confiança e, por tabela, ao governo. Seria um prato cheio para reverter uma situação política tão desfavorável a certos setores que não sabem perder, e que, pelo visto não lograram êxito com o circo do STF/Mídia oposicionista.

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quinta-feira

O ACM Neto “insustentável”. Assista vídeo com votação do Código Florestal

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Como pode assistir neste vídeo, a performance do candidato do DEM, ACM Neto, à prefeitura de Salvador na aprovação do Código Florestal torna-o, decididamente, um “candidato insustentável”, literalmente. 

Foi uma das lideranças na Câmara dos Deputados que “melou” o Código Florestal, oportunamente vetado pela presidenta Dilma em seus pontos mais perniciosos ao meio ambiente e à sustentabilidade.

Veja as bravatas!

Logo, eleitores de Salvador, se presam o meio ambiente e o verde da cidade, deixem este anti-ambientalista fora da prefeitura da cidade.

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sábado

Transgênicos e energia nuclear, somos todos cobaias?

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Cartaz de divulgação do filme ‘Tous Cobayes’ (‘Todos cobaias’, em tradução livre), baseado no livro de mesmo nome escrito pelo cientista francês Gilles-Éric Séralini. As obras, que questionam a adoção de alimentos transgênicos e energia nuclear no mundo sem a realização de testes de segurança. Foram lançadas no dia 26 de setembro de 2012.

Agora é esperar chegar por aqui.

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quarta-feira

Os rios deixados de herança para as novas gerações

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Em Jacarta, na Indonésia
Rio Yamuna, na Índia
Baia da Manila, nas Filipinas
Rio Pingba, na China
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