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segunda-feira

Evolução a toque de caixa...

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Ecologia_Liang Junqi Mutation - P.R CHINA - 2º lugar

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quinta-feira

Se gosta, e usa, é bom ficar ligado: Coca-Cola é a líder mundial em substâncias cancerígenas

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Não é a primeira vez, e nem será a última, que surgem denúncias sobre a inconveniência de se cosumir a tal coca-cola. Se bem que, como dizem, é mais um caso de hábito arraigado, ou vicio, aliado a pouca vontade das pessoas de se informarem de verdade. Notícias ou alertas assim é como um ‘tiro n’água’, como se diz. 

Ela, a empresa, com certeza, “deve rir” destas coisas, sobretudo porque o seu gráfico de vendas deve continuar inalterado.

Um fator que talvez contribua para isso é o fato de que, quando surge um sinistro’ grave de saúde, como o que alerta o artigo, ele nunca é associado a este ou àquele produto.

Sabe-se lá por que!

Brasil é o país que possui maior concentração de substância possivelmente cancerígena na Coca-Cola, nove vezes o limite estabelecido pelo governo da Califórnia (EUA).

A Coca-Cola comercializada no Brasil contém a maior concentração da substância 4-MI (4-metil-imidazol), presente no corante Caramelo IV, classificado como possivelmente cancerígeno. O resultado é de um teste do CSPI (Centro de Ciência no Interesse Público, em tradução livre), da capital norte-americana, Washington D.C. Eles avaliaram também a quantidade da substância nas latas de Coca-Cola vendidas no Canadá, Emirados Árabe, México, Reino Unido e nos Estados Unidos.

Um estudo feito pelo Programa Nacional de Toxicologia do Governo dos Estados Unidos já havia apontado efeitos carcinogênicos do 4-MI em ratos, e fez com que a Iarc (Agência Internacional para Pesquisa em Câncer), da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluísse o 4-MI na lista de substâncias possivelmente cancerígenas.

Concentrações

O Idec fez uma pesquisa sobre os refrigerantes e energéticos que possuem o corante Caramelo IV em sua fórmula. O levantamento verificou que a regulação brasileira sobre o tema é falha e que os fabricantes de refrigerantes e bebidas energéticas não estão dispostos a informar ao consumidor a quantidade da substância tóxica em seus produtos.

Diante dos estudos que apontam para o perigo desse aditivo, o Instituto questionou se as empresas parariam de utilizá-lo. Na ocasião, o Idec enviou cartas à diversas empresas e à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) questionando-os sobre a periculosidade do Caramelo IV e sua associação com o câncer.

De acordo com o CSPI, o refrigerante vendido no Brasil contém 263 mcg (microgramas) de 4-MI em 350 ml, cerca de 267mcg/355 ml. Essa é uma concentração muito grande quando comparada com a segunda maior, vendida no Quênia, com 170 cmg/355 ml. Confira os demais resultados na tabela abaixo:

A Coca-Cola do Brasil traz nove vezes o limite diário de 4-MI estabelecido pelo governo da Califórnia, que estipulou a necessidade de uma advertência nos alimentos que contiverem mais que 29 mcg da substância. Além dessa quantidade diária, o risco de câncer seria maior do que um caso em 100 mil pessoas.

Os limites atuais para a quantidade de Caramelo IV nos alimentos, estabelecidos pelo Jecfa (um comitê de especialistas em aditivos alimentares da FAO/OMS), são baseados em estudos da década de 1980. Além disso, aqueles estudos foram gerados pela International Technical Caramel Association. Com os estudos que agora vem à tona, espera-se que os limites e a legislação atuais, tanto internacional como nacional, sejam alterados.

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sábado

Transgênicos e energia nuclear, somos todos cobaias?

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Cartaz de divulgação do filme ‘Tous Cobayes’ (‘Todos cobaias’, em tradução livre), baseado no livro de mesmo nome escrito pelo cientista francês Gilles-Éric Séralini. As obras, que questionam a adoção de alimentos transgênicos e energia nuclear no mundo sem a realização de testes de segurança. Foram lançadas no dia 26 de setembro de 2012.

Agora é esperar chegar por aqui.

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segunda-feira

O veneno está na nossa mesa. Fazer o que?

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A Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos alerta: O veneno está na mesa. Assista ao filme do premiado diretor Sílvio Tendler, que mostra os perigos dos agrotóxicos e aponta que a agroecologia já acontece e representa uma solução real para a agricultura sustentável.
Diante de uma realidade assim, nua e crua, sobre o que ingerirmos todos os dias, surge a pergunta inevitável: Fazer o que, imediatamente?

A ação mais adequada, já que não dá para parar de comer, é minimizar. Como?

Com muita informação, pois, assim será possível evitar alguns alimentos, substituindo-os, adquirir na medida do possível, alimentos orgânicos. Sim, eles são mais caros, mas, quando se trata de saúde ou mesmo de vida ou morte, vale à pena o investimento.

Um aspecto que talvez não ajude as pessoas a mudarem de atitude é que o envenenamento não é imediato, e geralmente não se estabelece uma relação de causa e efeito, quando alguém aparece com uma doença séria tipo câncer, para ficar só neste exemplo, que fica como se tivesse surgido do nada, como uma fatalidade.
Leia: 
Como fazer uma pequena horta orgânica, em casa ou no apartamento 
Como fazer para eliminar pulgões na horta e nas plantas
Uma ideia simples, mas significativa, é partir para se fazer uma horta em casa. Isso mesmo! Porque não?

Pode ser uma tremenda curtição além de garantir alimentos saudáveis, sobretudo aqueles que costumamos comer crus, como couve, alface, cebolinha, salsa, coentro, desde que seja uma cultura orgânica, ou seja, que não caia no “canto de sereia” de produzir hortaliças “mais bonitas”, fazendo uso dos mesmos venenos.

A ideia do filme é trazer consciência e mudança de atitude e não medo e desespero.

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domingo

Ciclo evolutivo...

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Remédios e cosméticos, os “novos” vilões da água e do meio ambiente

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É preciso pesquisar para encontra notícias boas no que se refere ao meio ambiente ou ao estado de sua degradação provocada por uma insensata “filosofia” de exploração e “domínio” da natureza. Nós estamos nos tornando verdadeiros reféns de nossos maus hábitos consumistas.

Onde vão parar os resíduos dos remédios, dentifrícios, cremes, sabonetes? Na água: da descarga dos vasos sanitários ou dos chuveiros uma torrente de princípios ativos tóxicos termina na água dos rios e lagos, nos lençóis freáticos, na irrigação das culturas agrícolas

Na Itália, análises recentes das águas da província da Lombardia, e dos sedimentos encontrados nos rios Po, Lambro e Adda, bem como nos aquedutos das cidades de Varese e de Lodi, revelaram a presença em altas doses de antibióticos, antitumorais, anti-inflamatórios, diuréticos, ansiolíticos, medicamentos anticolesterol, sem falar das substâncias hormonais.

As autoridades sanitárias da região ficaram de cabelos em pé. A primeira pergunta que veio à tona não poderia ser outra: essa poluição se limita à Itália do Norte? A resposta, infelizmente, é não. Ela está hoje em toda parte, em todos os países, em todos os continentes. O Brasil está bem longe de ser exceção à regra.

Onde vão parar os restos de dentifrícios, cremes e sabões? Os fármacos que eliminamos com as fezes e a urina? As drogas, os conservantes de comidas e bebidas? Tudo acaba na água: a partir das descargas dos vasos sanitários, das banheiras e duchas, dos tanques e máquinas de lavar roupa, toda essa enorme carga de produtos químicos e princípios ativos farmacêuticos termina nos rios, nos mares, nos lagos, nos lençóis freáticos e na água usada para a irrigação das lavouras agrícolas.

A cada dia, novos estudos confirmam consequências alarmantes, particularmente sobre a sexualidade e o sistema reprodutivo dos peixes e dos anfíbios. Produzem as mesmas consequências em nós? Podemos prescindir dessas substâncias?

 Mais informações...

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sábado

“Quero um dinossauro de estimação”. É, você ainda pode ter um

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Clique na imagem para ampliar
A ciência sempre alimentou o sonho de “ressuscitar” um dinossauro ou um animal pré-histórico, sonho este que ganhou fôlego graças às descoberta da engenharia genética.

A ideia era partir de um gene encontrado em material fóssil ou mesmo a partir de um animal perservado como o filhote de mamute encontrado em um geleira na Sibéria, em perfeito estado de conservação.

Agora surge o “projeto frangossauro”, ou seja provocar uma  “evolução reversa” a partir de uma galinha, já que esta seria o parente mais próximo dos grandes dinossauros.

É, parece ficção científica, e pode ter uma dose razoável disso, mas, o fato é que existem tetativas sendo feitas, mesmo, como pode conferir em artigo, no link: “Quero um dinossauro de estimação”.

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segunda-feira

Produto cancerígeno na Coca e Pepsi obriga mudança de fórmula


Que a Coca-Cola e similares cola continham “veneno” na fórmula, todos já sabíamos, ou melhor, nem todos, mas, a propaganda massiva e mentirosa aliada a uma boa dose de ignorância e  teimosia faz o refrigerante ser o maior sucesso em todo o mundo e a empresa, ou sua marca, se manter no topo da lista das mais valiosas, as custas da saúde – vida? – dos consumidores. É o que ficou comprovado agora.
A Coca-Cola e a Pepsi decidiram mudar a fórmula, nos EUA, de corante caramelo que compõe os refrigerantes para não ter de colocar um alerta de risco de câncer em suas latas.
A notificação passou a ser obrigatória depois que a Califórnia incorporou um componente químico presente no corante caramelo na lista de substâncias cancerígenas.

A decisão foi motivada por pressão da entidade de consumidor Centro de Ciência para Interesse Público, que apresentou um estudo com indicações da conexão da substância com o desenvolvimento do câncer.

A associação das indústrias de bebidas dos EUA contesta o conteúdo do estudo. Segundo o grupo, a substância 4-metilimizadol, alvo do questionamento, já foi autorizada por reguladores nos EUA e em outras partes do mundo.

Apesar disso, a entidade confirmou que as empresas trabalham para mudar a fórmula para atender as requisições do Estado da Califórnia.

"Consumidores não vão notar a diferença nos produtos e não tem razão alguma para preocupações em relação à saúde", afirmou a associação em nota.

O FDA (órgão norte-americano que regula remédios e alimentos) analisa um pedido da entidade de consumidores sobre o assunto. Um porta-voz da agência informou que um consumidor teria de beber mais do que 1.000 latas de refrigerante por dia para alcançar os níveis apresentados no estudo que mostrou uma relação com câncer em roedores.

"Embora acreditemos que não há risco para saúde pública que justifique mudanças, pedimos aos fornecedores do caramelo que deem esse passo para que nossos produtos não estejam sujeitos à exigência de um aviso sem fundamento científico", afirmou a representante da Coca-Cola, Diana Garza Ciarlante.(Folha.com)

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sábado

França pede proibição de milho transgênico na Europa

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O governo da França reiterou esta semana o pedido para que a Comissão Europeia suspenda a autorização do plantio do milho transgênico MON 810, da Monsanto. O Ministério do Meio Ambiente baseou a nova solicitação em estudos que mostram a contaminação das lavouras cultivadas com variedades tradicionais.

A França apontou ainda que vai manter a proibição local ao plantio da única variedade de milho geneticamente modificado autorizada na União Europeia. O país mantém desde 2007 postura contrária ao produto da norte-americana Monsanto por considerar que ele implica em contaminação dos plantios tradicionais e do pólen usado na produção de mel, outro produto importante para o país.

A postura francesa é alvo de irritação dos diplomatas dos Estados Unidos, como revelaram em 2010 telegramas filtrados pelo projeto Wikileaks. Durante o governo de George W. Bush, embaixadores chegaram a sugerir uma retaliação “ao estilo militar” como forma de punir economicamente a União Europeia e fortalecer as vozes a favor da biotecnologia, isolando a França e os pesquisadores contrários às alterações genéticas, que veem no uso da transgenia danos à saúde e ao meio ambiente.

O governo da nação europeia vale-se do “princípio da precaução”, uma norma presente na constituição de vários países assegurando que nenhum Estado tem o poder de expor seus cidadãos a substâncias sobre as quais pesem dúvidas quanto aos riscos que acarretam.

O caso do MON 810 levou a uma discussão para permitir aos países da União Europeia imporem, individualmente, barreiras ao plantio de transgênicos. A França e outras nações, porém, anseiam por uma proibição continental para evitar que a contaminação por meio da fertilização cruzada leve à inocuidade dos vetos locais. (Rede Brasil Atual)

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quarta-feira

Praga do milho resiste ao milho transgênico da Monsanto

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Pesquisadores da Universidade de Illinois, nos EUA, descobriram que lavouras cultivadas com o milho transgênico da Monsanto estavam, inexplicavelmente, muito danificadas pela lagarta raiz. A suspeita é que as lagartas, consideradas uma das mais sérias pragas do milho, estão desenvolvendo resistência ao milho geneticamente modificado da Monsanto.

Os sinais de resistência já forma encontrados em quatro estados do Meio-Oeste norte-americano. Pesquisadores da Agência de Proteção Ambiental (EPA), divulgaram memorando confirmando os casos de resistência e, alertada, a Monsanto alegou que o problema envolve apenas uma pequena fração das lavouras plantadas com o milho neste ano, embora considere que a avaliação da agência é séria, mas que seus atuais procedimentos de monitoramento são completos.
Leia tambem:
Industria desrespeita lei e não rotula transgênicos
 
Agrotóxicos, defensivos e transgênicos,‭ ‬venenos à mesa

Salmão transgênico é aprovado para consumo pelo FDA  

A Republica Unida da Soja. Território supranacional da Monsanto

A companhia foi a primeira a vender sementes modificadas para resistir à lagarta da raiz, em 2003. A semente contém um gene de um microrganismo do solo que produz uma proteína chamada Cry3Bb1, que tem a capacidade de matar a lagarta. As informações são da Dow Jones.
Este caso confirma as apreensões e justifica o combate ao uso de sementes geneticamente modificadas, já que a tecnologia é relativamente nova e não foram feitos estudos suficientes que comprovem a sua inocuidade ao meio ambiente e a saúde.
Os casos de resistência aos transgênicos podem provocar o surgimento de super pragas que podem gerar um crise radical na produção de alimentos, já que as sementes modificadas são – pelo lucro que proporciona a empresa – de lavouras que produzem alimentos de grande produção e consumo em todo o mundo, como o milho e a soja. 
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sábado

Industria desrespeita lei e não rotula transgênicos


As industrias de alimentos desobedecem a lei que determina a indicação nos rótulos e embalagens sobre a presença de ingredientes transgênicos, enquanto tentam revogar a lei no Congresso, em claro desrespeito ao consumidor que tem direito de saber e recusar um produto geneticamente modificado.

Rótulo exigido por lei
Defensores de direitos de consumidores e ambientalistas afirmam que a indústria de alimentos ainda não está cumprindo a lei que determina a especificação em rótulo informando os consumidores sobre a presença de ingredientes produzidos a partir de organismos geneticamente modificados (OGMs). 

O símbolo, que deveria constar em qualquer alimento com mais de 1% de origem transgênica, é um “T” de cor preta sobre um fundo amarelo em formato de triângulo (semelhante a uma placa de trânsito).

“Falta informação nesse sentido”, aponta a especialista da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo, Andrea Benedetto Arantes. “O consumidor tem o direito de escolher”, ressalta o ex-coordenador da campanha contra os transgênicos do Greenpeace, Iran Magno.

“A informação é extremamente relevante neste caso por uma questão de saúde pública”, alerta Juliana Ferreira, advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). “Infelizmente, se a rotulagem não é feita adequadamente, não há meios de o consumidor saber, ficando tolhido em seu direito de escolha e de ser adequada e claramente informado”, aponta a advogada.


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Porque as abelhas estão desaparecendo?

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Esta notícia não surpreende. É uma consequência, relativamente previsível diante do que se vem fazendo com as práticas agrícolas, a cada dia “mais modernas”, cheias de inovações tecnológicas no que se refere à manipulação genética de sementes - transgênicos -, e ao uso de adubos e defensivos  “sofisticados”. 

Quem nasceu no interior sabe do desaparecimento dos insetos, borboletas e outros agentes polinizadores. Já que as “monsantos da vida” parecem saber o que estão fazendo, poderiam muito bem inventar sementes cujas plantas se auto-polinizassem, porque mais do que a queda na produção do mel, o problema real é a redução na produção de alimentos, logo em tempos tão “bicudos”.

“Há cerca de quatro anos, apicultores americanos, canadenses e europeus começaram a ter problemas com suas abelhas melíferas (Apis mellifera): elas estavam desaparecendo das colmeias. O sumiço estava causando prejuízo tanto aos que viviam diretamente da polinização e do beneficiamento dos produtos de origem apiária quanto aos agricultores, que dependiam dos insetos nas lavouras.

(...)

Algumas possíveis causas já foram apontadas, como o uso de novos inseticidas, aparição de vírus, problemas com a variabilidade genética, falta de alimentos adequados, fungicidas que afetam a alimentação das abelhas e a intensidade no manejo das colmeias, que são transportadas e alugadas para a polinização de lavouras em todo o País. (...)

(...)

O mesmo está acontecendo em Santa Catarina, onde a Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores (Faasc) recebeu tantas reclamações recentemente que criou uma comissão técnico-científica para estudar o assunto.

Continue lendo...

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segunda-feira

Agrotóxicos, defensivos e transgênicos,‭ ‬venenos à mesa

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Os‭ ‬defensivos agrícolas entraram há tanto tempo e tão profundamente em nosso cotidiano,‭ ‬em nossa,‭ ‬vida ou mais precisamente em nossa alimentação e nossos corpos que,‭ ‬parece ter-nos tornado refratários a notícias ou advertências sobre o seu uso e malefícios sérios que provocam em nossa saúde e vida,‭ ‬por mais radicais e alarmantes que sejam.

 O Brasil detem um triste recorde, quando a partir de 2009 tornou-se o maior consumidor mundial de agrotóxico, o que reduz drasticamente as nossas chances de ter acesso a um alimento saudável, efetivamente.

A pergunta recorrente e fatalista é:‭ ‬fazer o que,‭ ‬ou comer o que‭? ‬Como os seus efeitos não são‭ – ‬como poderia dizer‭? – ‬imediatos,‭ ‬e sim sutis e cumulativos,‭ ‬não costuma haver o estabelecimento de uma relação de causa e efeito quando acometidos por doenças sérias e/ou fatais,‭ ‬comprovadamente associadas ao seu uso.‭

O mesmo ocorre com o coquetel químico de‭ ‬aditivos e‭ ‬conservantes nos alimentos industrializados, que se consome a cada dia mais, alem do‭ crescimento no uso de sementes transgênicas, muitas delas proibidas em muitos países‬. Leia mais sobre o uso de transgênicos no país, clicando no link: Transgênicos.

A desinformação ou ignorância sobre isso ajuda a explicar,‭ ‬mas,‭ ‬mesmo no caso onde ela‭ – ‬a informação‭ – ‬existe,‭ ‬porque rola a displicência,‭ ‬o comodismo e uma boa dose do tal do pensamento mágico,‭ ‬ou seja,‭ ‬não vai acontecer comigo.

Muitas leis no país já obrigam produtores e fabricantes a colocarem informações e sobre os produtos e advertência sobre os seus riscos e malefícios,‭ ‬mas,‭ ‬ainda é uma mera formalidade,‭ ‬já que,‭ ‬praticamente não se lê rótulos das embalagens,‭ ‬tanto é que ninguém reclama do absurdo do tamanho das letras,‭ ‬praticamente inacessíveis à visão comum,‭ ‬que pode muito bem ser um‭ “‬truque‭” ‬dos fabricantes para burlarem a lei e enganarem você,‭ ‬desestimulando o controle do‭ ‬consumidor.

O lance aqui não é alarmar ninguém,‭ ‬mas,‭ ‬se preza a sua saúde,‭ ‬a sua vida,‭ ‬é bom começar a se informar e buscar alternativas.‭ ‬Elas existem,‭ ‬com certeza,‭ ‬para quem quer encontrar.

Se quiser mais informações sobre alternativas mais saudáveis e outras informações sobre agrotóxicos e defensivos agrícolas,‭ ‬clique no link:‭ ‬Alternativas de alimentos saudáveis e outras informações.‭ ‬É só seguir o comando à sua esquerda,‭ ‬na barra amarela junto à barra‭ ‬de ferramentas de seu navegador e conferir os artigos.

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quarta-feira

Conheça a origem do salmão que você tanto aprecia

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Depois da divulgação das decantadas propriedades do Omêga 3, principalmente em sua fonte mais nobre, o salmão, o seu uso se universalizou – para quem pode pagar – e o crescimento do consumo levou a, praticamente, extinção do salmão selvagem, que é um “produto” sazonal, logo não disponível o ano todo.

Em função disso, as fazendas de salmão produzem, hoje, o que muitos ainda acreditam ser o salmão original com todas as suas qualidades nutricionais da versão selvagem, qualidades estas “criadas” sobretudo pelas condições de seu ciclo natural de vida nos oceanos.

O primeiro problema com as fazendas surgiu depois que se constatou que a carne de cor salmão, tão apreciada pelos aficionados, era cinza, já que é em função da alimentação do salmão selvagem, uma alga marinha, que lhe dá a cor característica e, exatamente, o omêga 3, logo, a solução encontrada foi adicionar à ração a substância química, cantaxantina, que lhe confere tanto a cor "original", inclusive na tonalidade exigida pelos grandes compradores, como um aporte adicional de vitamina A.

Fazenda de salmão
Á ração, ainda são adicionadas quantidades cada vez maiores de antibióticos e outras substancias químicas para tentarem controlar a infestação dos viveiros das fazendas por fungos, bactérias e vírus que teem dizimado as criações, e que chegam junto ao produto final à mesa, principalmente na forma de consumo cru, se as recomendações não forem seguidas à risca, da fazenda, passando pelo restaurante até a sua mesa.

Conforme os estudiosos do tema, este microambiente dos vivieiros, infestado por microorganismos patológicos está "vazando" para o ecossitema natural e pode, no médio longo prazo, decretar a extinção dos salmões selvagens restantes, já que estes não contam com o coquetel químico e nem como os antibióticos com que tentam proteger os criados em cativeiro nas fazendas..

Como apesar de todos os problemas e restrições o consumo é crescente, o Food and Drug Adminstration (FDA), dos EUA, acaba de aprovar a comercialização do salmão transgênico, sob protestos de cientistas e ambientalistas e, em breve, você poderá provar a iguaria, se é que você vai ficar sabendo quando ocorrer, como a maioria não sabe que o salmão que come, além de não ser o famoso salmão selvagem dos mares gelados, ainda tem a sua cor escolhida em uma paleta de cores pelos compradores, que fazem chegar a iguaria a sua mesa.

Fonte: Food Change

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sexta-feira

Tratamento de água ou esgoto, qual deve ser a prioridade?




A falta de tratamento dos esgotos, tanto domésticos como industriais, que são lançados “in natura” em córregos e rios gera, além da destruição destes e comprometimento do meio ambiente como um todo, a necessidade de grandes investimentos na recuperação dessa água para o consumo que, entretanto, trás uma potabilidade conceitual, pois, é de conhecimento de pesquisadores em todo o mundo, que os métodos tradicionais de tratamento não impedem o consumo de elementos ou substâncias quimicas e orgânicas, que apontam para um grande comprometimento da biodiversidade e da saúde e vida no médio longo prazo.

São os conhecidos como interferentes endócrinos ou hormônios e substâncias químicas como os ftalatos e bisfenol A utilizados na fabricação de plásticos, além de pesticidas e defensivos agrícolas, que não são retidos pelos métodos convencionais de tratamento de água e se alojam em tecidos orgânicos de animais e plantas através do consumo da água e, tambem, atavés da alimentação e que, conforme apontam as pesquisas em todo o mundo, podem provocar alterações genéticas graves em animais e seres humanos, como o hermafroditismo, por exemplo.

Apesar de pesquisas feitas no Brasil e muitos outros países que confirmam estes problemas, a propria ação de se destruir um rio ou manacial para depois gastar bilhões para tentar recuperá-lo é absurdamente irracional tanto pelo aspecto econômico como ambiental e de sustentabilidade.

Estamos repetindo grandes equívocos como cometeram muitos países desenvolvidos que destruiram seus rios durante séculos e levaram um tempo considerável e bilhões de dólares para recuperá-los e, ao que se sabe, dos 55 rios que existem no continente europeu, apenas 5 deles estão despoluídos. No Brasil temos o caso emblemático do Rio Tietê que já consumiu, e consome, uma infinidade de recursos públicos na tentativa de sua recuperação, mas que permanece um grande esgoto a céu aberto e trazendo transtornos consideráveis à vida e ao meio ambiente urbano.

Logo, o tratamento de esgotos é uma atitude mais racional e economicamente mais inteligente, sobretudo em função da falsa potabilidade da água resultante e dos elevados custos em sua recuperação – como explicamos acima – mas, tambem em função da escassez crescente do recurso.
Fonte: UNESP

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quarta-feira

Existe o “dedo” da Monsanto na nomeação do novo presidente da CNTBio?

O novo presidente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, CNTBio, defende não só a liberação irrestrita dos produtos transgênicos, como a sua ocultação – de uso em alimentos – com a suspensão da obrigatoriedade das empresas de colocarem uma advertência nos rótulos dos alimentos que contenham componentes transgênicos em sua composição, como estabelece lei em vigor que, diga-se de passagem, é alvo de reiteradas tentativas de derruba-la por parte da Monsanto e demais empresas da área.

Como sabemos que o lobby da Monsanto e Cia tem uma atuação poderosa nos bastidores do Congresso Nacional e instancias da vida pública no país...

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segunda-feira

Orgânicos, produtos melhores que os convencionais?



Um estudo feito pelo Food Standards Agency, do Reino Unido, comparando a composição de nutrientes entre produtos agrícolas convencionais e os produtos orgânicos, concluiu que não existem diferenças significativas entre os dois “gêneros”. Entretanto, no mesmo estudo, paradoxalmente afirma que os orgânicos possuem 53% mais de betacaroteno, 38,4% mais de flavonóides, mais vitamina C e 12,7% mais de proteínas.
 
Contradições à parte, outros estudos, em outros centros de pesquisa, identificam perdas de ferro, potássio, calcio e vitaminas, ligadas não só ao simples cultivo, mas, a todo processo que envolve a colheita – prematura – processamento e transporte dos produtos convencionais em agricultura intensiva.

Se o primeiro estudo pretendia esclarecer duvidas e ou questionamentos sobre a hipotética superioridade em nutrientes dos produtos orgânicos, não entrando no mérito dos “componentes adicionais” que carregam os produtos convencionais, não convenceu. Pois, estes “componentes adicionais” descartados são mais do que suficientes para determinar a superioridade ou conveniência de se consumir os orgânicos.

A ausência de agrotóxicos e microtoxinas, a melhor aparência, cheiro e sabor, são itens essenciais a uma boa e saudável refeição. Isso, além dos benefícios adicionais ao meio ambiente que, de alguma maneira, também, estão ligados à saúde, ao bem estar e a qualidade de vida como o resgate do solo contaminado por agrotóxicos, a preservação de rios, córregos, mananciais e lençóis freáticos..., como você pode ler no artigo: Alimentos orgânicos, a diferença nos preços você tira no médico e na farmácia”.

A alimentação e a preservação da saúde não se resume ao consumo de um punhado de nutrientes. Afinal todos estamos inseridos em um microsistema muito mais rico e mais complexo, que resulta no que denominamos qualidade de vida.
Fonte: EL PAIS.

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quarta-feira

Defesa dos alimentos orgânicos. Porque a cartilha foi proibida?



Os alimentos transgênicos invadem a mesa do brasileiro com cada vez mais frequência e com um número crescente de produtos, sem que as pessoas se deem conta.

 
Ainda controvertido, o seu uso, já que existem evidências que fazem mal a saúde e ao meio ambiente, a transnacional Monsanto vem se impondo sob a força dos lobbys – com o peso do seu voto - no parlamento e de muita luta judicial.

Clique na imagem para ampliar
Foi o caso do patrocínio de projeto de lei no Congresso Nacional que visava retirar a obrigatoriedade do aviso de advertência no rotulo dos alimentos, como comentamos em artigo:”Projeto de lei patrocinado por multinacionais dos transgênicos quer eliminar advertência no rótulo das embalagens de alimentos”e, a mais recente, a que conseguiu impedir a distribuição da cartilha “O Olho do Consumidor” feita para divulgar a criação do “Selo do SISORG” (Sistema de Avaliação de Conformidade Orgânica), com informações e orientações ao consumidor.

O pretexto foi o seguinte trecho: "O agricultor orgânico não cultiva transgênicos porque não quer colocar em risco a diversidade de variedades que existem na natureza. Transgênicos são plantas e animais onde o homem coloca genes tomados de outras espécies". O que, diga-se de passagem, não contem qualquer inverdade.

Um departamento muito importante na Monsanto é, com certeza, o jurídico, já que não pode se impor ao mercado pela qualidade e sanidade de seus produtos e sim por liminares, confiando na pouca informação das pessoas e certa displicência na hora de escolher os alimentos que consome.

Clique no link: O Olho do Consumidor, e baixe a cartilha, em PDF.

Leia artigos relacionados:
Obs. Se não tem o programa para leitura em PDF, clique no link, Adobe Reader ( 26,12MB) ou em uma versão menor Sumatra (1,66MB).

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terça-feira

Manipulação genética ou abrindo a “Caixa de Pandora”

Na foto ao lado você vê um galo geneticamente modificado ou manipulado, onde os autores do feito pretendem otimizar a criação e, sobretudo, o abate e processamento, eliminando a fase de retirada das penas e a limpeza.

Como o código genético é uma “Caixa de Surpresas” onde o homem ainda tateia, a maior parte dos experimentos com seres humanos, também, deve permanecer oculta, já que, com certeza, não trariam a notoriedade que buscam com as aberrações que devem produzir.

A necessidade de sucesso e notoriedade a qualquer custo é o que move parte dos pesquisadores que fraudam e maquiam resultados, como comentamos no Coluna do Leitor, que você pode ler clicando no artigo: "Pesquisa comprova que cientistas trapaceiam nos resutados de seus trabalhos", sobre pesquisa feita por Instituições Nacionais de Saúde (NIH), nos EUA.

A tentativa de aprovarem um projeto de lei que está em tramitação no Congresso Nacional, desobrigando os fabricantes que utilizam produtos transgênicos em alimentos, de declararem isso na embalagem, como ocorre hoje, conforme artigo que você pode ler clicado no link: "Projeto de Lei patrocinado por multinacinais dos transgênicos..." levanta a suspeita: Porque estariam querendo esconder do consumidor, se são alimentos inócuos e saudáveis, como dizem?

O aprimoramento ou melhoramento genético tem sido uma pratica utilizada há muito tempo, com bons resultados no aumento da produção de alimentos e, sem alterar a sua natureza, logo, não trazendo riscos à saúde e nem ao meio ambiente.

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domingo

Transgênicos, a luta perdida?

A luta contra o plantio e uso de transgênicos é como se diz popularmente: “um tiro n’àgua”.

O Brasil já “caminha” a passos largos para os primeiros postos na liderança mundial de produtores de transgênicos – 2º lugar –, atrás apenas dos EUA.

A soja, o algodão, o milho, e breve, o arroz...

É normal este comportamento “pragmático” do ser humano, “pagar pra ver”. No caso, se as expectativas de muitos estudos se confirmarem: as alterações no meio ambiente e comprometimento da saúde da população.

Depois, é só pensar em alguma solução e/ou paliativo.

Não é pessimismo. É só a decisão de não mais gastar o vernáculo, falando sobre o inevitável.

O poder de fogo dos “lobbys” das grandes multinacionais dos pesticidas, adubos e sementes, torna a soberania de qualquer povo ou governo, uma brincadeira.

O lance agora é tentar consumir, ao máximo, os produtos orgânicos, fugindo dos industrializados e, quando consumi-los, ver se encontra no rótulo, o “aviso obrigatório” de produto transgênico, para procurar alternativas.

O boicote é a saída, mas isso só será possível, com muita informação e consciência.


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