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sexta-feira

Dizem que agora o governo vai cuidar do meio ambiente...

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quarta-feira

O projeto de demolição nacional do Bolsonaro continua: a Ministra do Agronegócio, ops! Da Agricultura com vocês

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É isso, não tem como deixar de fazer referência à política convencional – por mais polêmica que seja ou esteja – diante de um quadro assim que temos pela frente no país, no que se refere à Questão Ambiental maior, a Amazônia.

Você pode até ter votado no dito cujo, é um direito inalienável seu, embora saibamos que o resultado não poderia deixar de ser e, é coletivo. No caso específico, mundial.

Um governo, como sabemos, não se forma depois do resultado das urnas. Muitas vezes, em grande parte ele já vem pronto com o beneficiamento direto dos seus, não só idealizadores, mas, sobretudo, financiadores e beneficiários.

Clique aqui e veja como funcionam as coisas, no cotidiano do Congresso Nacional. O Nacional é entre aspas.



O fato de termos a chefe do agronegócio no Congresso na direção das questões ambientais em seu sentido mais amplo, diríamos assim, é como diz o velho ditado popular: ‘Seria como colocar a raposa para cuidar do galinheiro’.*

Com certeza a sua ‘alcunha’ não é aleatória, a “musa do veneno”. No meio ambiente é ‘só’ o efeito imediato, entretanto, o que ‘pega’, mesmo, é a vida...

Para não parecer que estamos falando mal da ‘coitadinha’, confira você mesmo, parte de seu currículo e atividades, aqui.

·         Só pra lembrar. O fato de se colocar a global, a maitê proença à frente do Ministério do Meio Ambiente, é só para inglês ver, como se diz. Já que o antigo ministério está, de fato, às mãos dessa aí, acima. Afinal foi o que prometeu o bolsonaro mais de uma vez, logo, a indicação simbólica, digamos assim, é só para continuar enganando trouxas, ops! Desculpe-me, seus eleitores...
·         Obs.: Os nomes próprios em minúsculas não é erro e nem aleatório, é para tentar atingir a sua verdadeira dimensão...

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segunda-feira

Sustentabilidade e a inclusão econômico/financeira da população

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Veja vídeo da Fundação Getulio Vargas sobre a relação entre distribuição de renda e sustentabilidade.

Bem oportuno diante do quadro que vivemos no momento, em que se preconiza e luta para fazer exatamente o contrário, pelo projeto de candidato à presidência da república em primeiro lugar nas pesquisas. Isto sem falar nas pretendidas interferências diretas no item sustentabilidade e preservação no país, veja aqui, atuando diretamente no desmonte de toda a infraestrutura existente que tem sido essencial no processo.

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terça-feira

Algumas curiosidades que podem despertar em você o espírito da reciclagem

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Algumas das sugestões – argumentos – utilizados no artigo abaixo, publicado antes, sobre a reciclagem partem de um pressuposto equivocado, não a ideia em si, mas a forma.

É quando cita países com práticas desejáveis, que são relativizáveis, já que alguns são países milenares e com pouca população, ainda, aliado ao fato de terem problemas sérios de abastecimento destes recursos, também em função de suas condições ambientais e territórios pequenos, o que funciona como argumento radical no convencimento da população.

O que há de convir que não é o nosso caso. Claro que não justifica, mas algum ‘espírito de vira-latas’ enrustido faz pressupor serem povos mais evoluídos, entre aspas, e mais conscientes em seu sentido lato, e não movidos por força das circunstâncias.

A lista é pertinente porque coloca à luz do dia, do nosso cotidiano, formas de refletirmos e daí repensarmos práticas costumeiras e que podem ser mudadas em benefício de todos e sem quaisquer ônus adicionais.

Na medida do possível dá para irmos nos adaptando e mudando gradualmente, fazendo aquilo que é essencial, que é básico... A nossa parte, a parte de cada um... Como pressuposto para uma mudança ampla e significativa que altere, efetivamente, o estado de coisa que está aí.

A bola da vez está comigo, está com você...

Confira!
 “Recicla? Não? Dê uma olhada nestes dados – estimulantes – abaixo
O “estimulante” no título parece uma ironia, mas é um misto de brincadeira/estímulo para quem recicla continuar firme e, sobretudo, para quem ainda, não entrou para o “clube”.

Em atualização nos dados sobre reciclagem/reutilização de recursos só muda em índices, o que nem em tudo tem a ver apenas com atuações públicas na área, mas, sobretudo, com a consciência ambiental de cada um, já que todo processo começa na cabeça e depois nos procedimentos dentro de casa/trabalho.

No texto abaixo vai conferir alguns “incentivos” para confortá-lo se já recicla, ou se não, como estímulo para que entre para o “grupo”... A natureza, ou melhor, definindo, a vida, agradece... A de todos os seres, inclusive ou, sobretudo a nossa.
É uma panorâmica sobre o cenário da utilização x reciclagem x descarte ambiental de algumas “figurinhas carimbadas” que fazem parte radical de nosso cotidiano, de nossa vida.

 1 - Economia

Reciclar uma tonelada de papel economiza 2,5 mil litros de petróleo, 26,5 mil litros de água e evita a derrubada de 17 árvores...

2 - Uso nobre

27 mil árvores são derrubadas a cada dia para fazer papel higiênico...

3 - Impressos

95% das informações do mundo continuam sendo armazenadas em papel. A maioria nunca é vista mais de uma vez...

4 - Japão

O papel foi reciclado pela primeira vez no ano 1031, no Japão...

5 - Lâmpada

Reciclar uma única garrafa de plástico pode economizar energia suficiente para manter acesa uma lâmpada de 60 w durante seis horas

6 - Desperdício

Os americanos jogam no lixo 2,5 milhões de garrafas plásticas por hora. Cada uma leva 500 anos para se decompor...

7 - Plástico no tanque

Reciclar uma tonelada de plástico economiza 7,5 mil litros de gasolina...

8 - Lixo marinho

Seis milhões de toneladas de lixo são jogadas no mar todos os anos. Na maior parte, plástico.

9 - Engano fatal

Milhares de criaturas marinhas morrem ao comer sacos plásticos achando que são águas-vivas...

10 - Exemplo

Na Finlândia, são recicladas 9 de cada 10 garrafas plásticas, e quase 100% das garrafas de vidro...

11 - Astronômico

A quantidade de latas e garrafas de refrigerante dispensada pelos americanos em um ano é suficiente para chegar à Lua e voltar 20 vezes...

12 - Som na lata

Reciclar uma latinha de alumínio pode poupar energia para ouvir um álbum inteiro no seu iPod ou assistir TV por duas horas...

13 - Negócio lucrativo

A reciclagem do alumínio economiza 95% do custo de energia para produzir alumínio novo...

14 - Ciclo

Uma lata de alumínio reciclada pode voltar para a prateleira do supermercado em dois meses...

15 - Multa

 Desde 2005, os moradores de Nova York devem reciclar seus aparelhos eletrônicos, ou pagar uma multa de US$ 100 por peça...

16 - Poluição

Se os Estados Unidos elevassem a taxa de reciclagem de 34,5% para 75%, seria o equivalente a remover o monóxido de carbono emitido por 50 milhões de automóveis...

17 - Arquivo secreto

A CIA queima documentos confidenciais para aquecer sua água...

18 - Desvantagem

Nem sempre a reciclagem resulta em economia financeira. Por exemplo, resina plástica virgem custa 40% menos que resina reciclada...

Como pode ver é uma ‘panorâmica’ sobre recursos naturais que estão na ordem do dia em qualquer lugar.

Com informações UOL (30/05/2016) 

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sábado

Meio ambiente? Que haja discurso... É só um “chover no molhado”

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O que é isso, mesmo... ?

A tal sociedade de consumo entranhou tanto em nossos corações e mentes, que não existe consciência por parte das pessoas, e muito menos de suas consequências para a vida... Para ‘nossa’ vida...

As campanhas publicitárias que servem de suporte ao lançamento de produtos trabalham com sutilezas da consciência humana, quando o processo de condicionamentos é plenamente imperceptível e extremante eficiente, extremamente eficaz em seus objetivos, ou seja, nos fazer consumir sem limites, como se aquele produto já fizesse parte desde sempre da nossa vida, e sem o qual, muitos deles, não pensaríamos em passar sem... Não conseguiríamos viver...
O trabalho de divulgação, de tentativas de levar á reflexão ao consumidor é de efeitos parcos, quando o tal discurso ambientalista, ‘chove no molhado’, ou usando outra expressão popular, ‘fala para ouvidos moucos’.

Quando as pessoas ouvem, entre aspas, acha até bonitinho, mas, daí a alterar um centímetro de seus hábitos diários... É outra conversa.

Não é à toa que os movimentos ambientais vêm sumindo do mapa, ajudados, com certeza, pelo silêncio obsequioso da mídia, que presta um bom serviço aos seus patrocinadores, aos grandes fabricantes destes tais produtos da lista de antivida, antiplaneta...

Nesta imagem acima tem a relação de alguns produtos “triviais” que estão em nosso cotidiano com suas respectivas vidas... (‘durabilidade’) Longevidades... (leia-se, “empestando o meio ambiente”).

Você toparia parar com algum deles, estes mais longevos, em função destas informações?

Não, né? Eu sozinho não faria diferença... Só que faz, já que o todo, o grande, entre aspas, só se faz com as partes... Pequenas... Individuais...

Sobre o sumiço dos movimentos ambientais... Basta dar um zapeada pelas redes sociais, todas elas... Então, raramente vê-se alguma referência ao tema.

Saiu de moda... E a vida...?

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segunda-feira

E aí, o que faz com a sua “garrafinha de água” vazia? A sua resposta pode ter um efeito radical

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Ou porque você deve ‘desaposentar’ o velho filtro de cerâmica.
Esta moda e aparente facilidade mesclada com algum conceito vago de modernidade que fez os garrafões e garrafas de água mineral dominarem os ambientes, inclusive as residências, tem trazido um saldo pesado ao ambiente – leia-se à vida – com resultados que se preveem catastróficos no curto médio prazo.

A frase acima: “Ou porque você deve ‘desaposentar’ o velho filtro de cerâmica”, não é uma força de expressão ou uma brincadeira. É um recurso, pessoal, diga-se de passagem, para contribuir com a preservação ambiental.

É, parece pequena, insignificante... Entretanto, sabemos que tudo começa assim no pessoal, no pequeno, na unidade... Isto sem contar sobre a qualidade da água que o “filtro de barro” proporciona. Além dos custos, é claro.

Confira também:
 - Recicla? Não? Dê uma olhada nestes dados – estimulantes – abaixo 
 - O mar de lixo do Caribe e realmente um mar, entre aspas... E eu com isso? 
 - Baleias cachalotes encontradas mortas com estômagos cheios de lixo plástico
O efeito adicional que é deixar de contribuir com o verdadeiro flagelo ao meio ambiente com o descarte irresponsável das ‘garrafinhas’.

Em suma, falar, se preocupar, até condenar o que se fez, e faz, com o meio ambiente e assim comprometendo a continuidade da vida como se conhece... É bom... Mas, “arregaçar as mangas” – como se diz – e fazer algo é bem mais efetivo e racional.

Veja estes dados abaixo:
“Mercado da água de garrafa ameaça meio ambiente
Poluentes gerados pela fabricação, transporte e descarte do produto contribuem para o aquecimento global.

O consumo anual de água mineral em garrafa no Brasil cresce em média cinco litros por pessoa desde 2010, atingindo 55 litros per capita em 2013. O país já é o quarto maior consumidor mundial do produto, atrás apenas de Estados Unidos, China e México. Mas enquanto as cifras do mercado se multiplicam — de acordo com a Associação Internacional de Água Engarrafada (IBWA, na sigla em inglês), só nos EUA, as empresas do setor faturaram US$ 11,8 bilhões em 2012 — a poluição gerada pelo processo de fabricação, transporte e descarte das garrafas causa grande impacto ambiental.

Postado em 2010 pela militante americana Annie Leonard, o vídeo 
A História da Água Engarrafada (Vídeo legendado) circula até hoje na web e foi um dos grandes inspiradores de movimentos como o Água na Jarra, iniciativa criada em São Paulo no mesmo ano para incentivar o consumo de água da torneira. De acordo com Annie, esse crescimento é devido ao que ela chama de “demanda fabricada”.

Há anos, ONGs internacionais alertam sobre um futuro em que a água potável seria rara e valeria “mais do que ouro”. Para garantir seu filão no mercado, as grandes empresas de alimentos e bebidas agiram rápido: questionaram a qualidade da água de torneira e investiram em publicidade para garantir que seu produto era a opção mais saudável. Segundo a IBWA, o setor de água engarrafada é o segundo maior anunciante dos EUA.

O futuro chegou. Hoje, 1 bilhão de pessoas não têm acesso à água potável, de acordo com a Whole World Water. A falta do recurso, reconhecido como direito universal, está relacionado à morte de uma criança a cada 15 segundos no mundo, segundo a Unicef.”

Veja um pouco a ‘história’ da dita cuja:

Fabricação

Os impactos gerados pela embalagem de politereftalato de etileno, ou PET, se iniciam com a extração do petróleo, a fabricação da pré-forma e a produção da garrafa. De acordo com Annie Leonard, no vídeo “A História da Água Engarrafada”, a cada ano, para suprir a demanda dos EUA, a indústria utiliza petróleo e energia suficientes para abastecer um milhão de carros, já que o produto tem que ser resistente o suficiente para ser transportado ao redor do planeta.

Ciclo de vida

Para a análise do ciclo de vida das garrafas são considerados o consumo de recursos naturais e outras matérias-primas, como água (na produção), geração de efluentes líquidos (que acabam poluindo rios, mares e lençóis freáticos), emissões atmosféricas (de transporte e fabricação) e geração de resíduos sólidos. Segundo a 5Gyres, os “plásticos foram feitos para durar para sempre e desenhados para jogar fora”.

Descarte

 No caso do descarte correto da garrafa, os impactos após o consumo são causados pela atividade de coleta e transporte do lixo, principalmente as emissões atmosféricas (CO2). Quando chegam aos aterros sanitários, que não possuem capacidade suficiente para comportar a crescente geração de lixo, as garrafas demoram milhares de anos para serem absorvidas. Quando são descartadas diretamente na natureza, acabam parando em mares e rios, o que agrava o problema das enchentes.

Reciclagem

 Mesmo quando a garrafa é reciclada, ela gera impactos ambientais. De acordo com a tese de mestrado de Renata Bachmann Guimarães (Brasília 2007), utilizada como base pela ONG Água na Jarra, se considerarmos taxas de reciclagem por volta de 50% do consumo, uma garrafa PET gera aproximadamente oito vezes o seu próprio peso em resíduos, levando em conta as emissões atmosféricas, efluentes líquidos e resíduos sólidos.

Oceanos

No mar, a ação de luz e das ondas quebra o plástico em partículas  cada vez menores, chamadas microplástico, que nunca desaparecem completamente, segundo a 5Gyres. O microplástico age como esponja, absorvendo pesticidas, metais pesados e poluentes orgânicos persistentes (POPs), que causam disfunções hormonais, neurológicas e reprodutivas. Já existem ilhas de plástico no oceano nas quais o microplástico é tão abundante que se tornou parte do ecossistema. Plânctons e pequenos crustáceos se alimentam deles, se intoxicam, também intoxicando pequenos peixes que os consomem. O processo se repete até chegar a peixes maiores e, logo, ao homem.

Com informações de Maria Clara Serra

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sexta-feira

Recicla? Não? De uma olhada nestes dados – estimulantes – abaixo

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O “estimulante” no título parece uma ironia, mas é um misto de brincadeira/estímulo para quem recicla continuar firme e, sobretudo, para quem ainda, não entrou para o “clube”.

Em atualização nos dados sobre reciclagem/reutilização de recursos só muda em índices, o que nem em tudo tem a ver apenas com atuações públicas na área, mas, sobretudo, com a consciência ambiental de cada um, já que todo processo começa na cabeça e depois nos procedimentos dentro de casa/trabalho.

No texto abaixo vai conferir alguns “incentivos” para confortá-lo se já recicla, ou se não, como estímulo para que entre para o “grupo”... A natureza, ou melhor, definindo, a vida, agradece... A de todos os seres, inclusive ou, sobretudo a nossa.

É uma panorâmica sobre o cenário da utilização x reciclagem x descarte ambiental de algumas “figurinhas carimbadas” que fazem parte radical de nosso cotidiano, de nossa vida.

Confira!

 - Economia

 Reciclar uma tonelada de papel economiza 2,5 mil litros de petróleo, 26,5 mil litros de água e evita a derrubada de 17 árvores...

 - Uso nobre

27 mil árvores são derrubadas a cada dia para fazer papel higiênico... 

 - Impressos 

95% das informações do mundo continuam sendo armazenadas em papel. A maioria nunca é vista mais de uma vez

 - Lâmpada

Reciclar uma única garrafa de plástico pode economizar energia suficiente para manter acesa uma lâmpada de 60 w durante seis horas...

 - Desperdício

Os americanos jogam no lixo 2,5 milhões de garrafas plásticas por hora. Cada uma leva 500 anos para se decompor...

 - Plástico no tanque

Reciclar uma tonelada de plástico economiza 7,5 mil litros de gasolina...

 - Lixo marinho

Seis milhões de toneladas de lixo são jogadas no mar todos os anos. Na maior parte, plástico...
  Veja: 29 baleias cachalotes são encontradas mortas na Alemanha com estômagos cheios de lixo plástico 
  - Engano fatal

Milhares de criaturas marinhas morrem ao comer sacos plásticos achando que são águas-vivas...
  Veja: Mil tartarugas morrem todos os anos no litoral norte de SP por causa de lixo descartado indevidamente nas praias
 - Exemplo

Na Finlândia, são recicladas 9 de cada 10 garrafas plásticas, e quase 100% das garrafas de vidro...

 - Astronômico

A quantidade de latas e garrafas de refrigerante dispensada pelos americanos em um ano é suficiente para chegar à Lua e voltar 20 vezes...

 - Som na lata

Reciclar uma latinha de alumínio pode poupar energia para ouvir um álbum inteiro no seu iPod ou assistir TV por duas horas...

 - Negócio lucrativo

A reciclagem do alumínio economiza 95% do custo de energia para produzir alumínio novo...

 - Ciclo

Uma lata de alumínio reciclada pode voltar para a prateleira do supermercado em dois meses...

 - Multa

Desde 2005, os moradores de Nova York devem reciclar seus aparelhos eletrônicos, ou pagar uma multa de US$ 100 por peça...

 - Poluição

Se os Estados Unidos elevassem a taxa de reciclagem de 34,5% para 75%, seria o equivalente a remover o monóxido de carbono emitido por 50 milhões de automóveis...

  - Arquivo secreto

A CIA queima documentos confidenciais para aquecer sua água...

  - Desvantagem

Nem sempre a reciclagem resulta em economia financeira. Por exemplo, resina plástica virgem custa 40% menos que resina reciclada...

Como pode ver, esse é o quadro – por alto – da utilização/desperdício de recursos.
O que acha?

Obs. Se, ainda, não tem coleta seletiva onde mora, separe o seu ‘lixo’ assim mesmo, pois pode facilitar a coleta que não raro acontece nos lixões, mesmo de maneira informal pelos conhecidos catadores.

Com informações de bol/uol

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sábado

Sustentabilidade se aprende em casa e na escola. Com exemplos e conversas

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Informação, consciência e atitude... Pelo visto a questão ambiental ou de sustentabilidade do planeta passa, inevitavelmente, por este trio.

Mas, como fazer isso? O tema não dá lá ‘estes ibopes’ todo, apesar da sua vitalidade, literalmente, e nem tampouco a mídia usual perde seu tempo com estas filigranas, já que está por demais – como se diz – mancomunada com os interesses econômicos que usam e abusam do planeta como se ele fosse eterno em recursos e possibilidades.

E então?

A saída, pelo visto, fica com educação ecológica da criança, sobretudo, feita por pais e mestres... É a única saída!

Daí o ‘novo cidadão ecológico’ cresce atuando, praticando aquilo que é o mínimo pessoal e individual possível, para garantir um processo mais sustentável que poupe o planeta e a vida.

É no varejo – no individual – que se constrói o ‘atacado’ necessário.

Com adultos inconscientes a ‘educação’ da criançada ocorre naturalmente, por mera observação dos cacoetes e/ou hábitos equivocados, sobretudo dos pais em casa, que vem condenando o planeta, a vida.  

Tudo acontece “naturalmente”...

A questão ambiental saiu de moda. É como se ‘tudo’ estivesse nos conformes e a dilapidação do planeta segue, também, ‘naturalmente’...
Leia também: 
 - Veja dicas para uma casa sustentável. É fácil... Confira!
Logo, se você é ‘adulto’ – pai e/ou mestre – a bola está com você. Você pode se tornar o exemplo/educação imprescindível para tentarmos reverter todo processo.

Ao pé da letra é só fazer... Os filhos veem e... Isso para os pais, embora a conversa seja um adicional muito importante, pois coloca a questão na ordem do dia.

Veja algumas dicas:

1. Evite o desperdício de energia elétrica. Alerte as crianças sobre a necessidade de desligar os aparelhos que não estão em uso. É comum ver crianças deixando jogos eletrônicos, computadores e carregadores de celulares ligados desnecessariamente. Explique também a elas que deixar as luzes acesas traz um gasto alto de energia elétrica, sendo prejudicial ao planeta.

2. Ensine as crianças a não desperdiçar água. As crianças geralmente apreciam brincar com ela, não tendo a dimensão dos problemas de desperdício desse recurso natural precioso. Ensine que as torneiras devem estar completamente fechadas, mesmo durante a escovação dos dentes, abrindo somente para o enxágue da boca e da escova dental.

3. Habitue a criança a reciclar. Incentive-a a descartar corretamente os resíduos sólidos, a reaproveitar sacos plásticos, papéis e brinquedos. No momento de ir às compras, questione a criança sobre a real necessidade de ter mais um brinquedo, por exemplo. Além de poupar o meio ambiente, a criança aprenderá a consumir produtos com consciência. Lembre-se de que o termo “jogar fora” não existe em nível planetário.

4. Leia com as crianças informações sobre o meio ambiente e sobre como o estilo de vida da família pode impactar negativa ou positivamente na manutenção de nosso planeta. Ensine a elas o conceito de Terra como Casa Comum, termo utilizado pelo Papa Francisco na Carta Encíclica Laudato Si’ – leia aqui – que nos convoca a cuidar de nosso planeta.(g1)

Como falamos acima, tudo isso só será possível se, além das “falações”, a criança observar estas práticas em seu cotidiano, dentro de casa. O exemplo é a ‘lição’ mais eficiente, que funciona até sem que o ‘educado’ perceba.

Se cada um fizer a sua parte – o velho clichê – tudo se encaminha, tudo vai dar certo, embora a única responsabilidade de cada um é consigo mesmo, no caso com os filhos. O vizinho... Só nos resta torcer.

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sexta-feira

Estudo alerta para extinção em massa de alimentos. Não, não é para o futuro distante... É logo!

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Plantação de café
Ao que tudo indica, conversas desse tipo... Se são ‘vistas’, efetivamente, funcionam em boa parte das cabeças das pessoas – quando acontece – como algo meio fictício, que caso venha a acontecer vai ser em um tempo/data perdido no tempo e no espaço futuros, logo não teria nada a ver com ele, com a sua vidinha...

Pelas datas dá para ver que não estaria tão longe assim – filhos, netos... –, isso sem falar que “sintomas” da “coisa” já podem estar afetando a vida, os bolsos, hoje – e estão – sem que as pessoas se deem conta disso.

Logo, é bom nos informarmos, mas, sobretudo para saber o que cada um de nós pode fazer – agora – para, no mínimo, contribuir para atenuar a “coisa”. 

        “Estudo alerta para extinção em massa de alimentos

Não apenas espécies animais, mas também vegetais estão em risco, afirmam pesquisadores: agricultura industrial e mudanças climáticas ameaçam alimentos como batatas, cacau e café.

Nos últimos tempos, houve muita discussão sobre a chamada sexta extinção em massa, mas as graves consequências para os alimentos têm ficado em segundo plano, alerta o grupo de pesquisa Bioversity International.

Em relatório divulgado nesta terça-feira (26/09), o grupo aponta que, das estimadas 7 mil espécies vegetais comestíveis, majoritariamente 30 são usadas para alimentar o mundo.

O documento, de quase 200 páginas, apresenta evidências de que investimentos em biodiversidade agrícola podem desempenhar um papel-chave na redução da fome, da desnutrição, da degradação ambiental e das mudanças climáticas.

"De alguma maneira, essa questão [da agrobiodiversidade] foi negligenciada, assim como acontecia com a agricultura orgânica há 20 anos, quando era vista como algo de nicho", afirma Ann Tutwiler, diretora-geral da Bioversity International e coautora do relatório.

Em artigo publicado pelo jornal britânico The Guardian nesta terça-feira, Tutwiler destaca que até 22% das espécies de batatas existentes devem entrar em extinção até 2055 devido às mudanças climáticas. Cacaueiros em Gana e na Costa do Marfim, de onde se originam 70% do chocolate mundial, podem não sobreviver a um aumento da temperatura global de 2 °C. E na Tanzânia, as plantações de café já produzem metade do que produziam em 1960.

Mundo afora, apenas três culturas agrícolas – arroz, milho e trigo – fornecem cerca de 50% do total de calorias consumidas. Em quase 80% das áreas dedicadas ao cultivo de cereais, são plantadas apenas essas três variedades vegetais. Qualquer ameaça a esses alimentos provocada pelas mudanças climáticas poderia ser devastadora, alerta o grupo de pesquisadores.

A solução seria parar de colocar todos os ovos na mesma cesta e cultivar diferentes tipos de alimentos. "A biodiversidade precisa ser integrada à agricultura", afirma Tutwiler.

"Uma série de variedades tradicionais de sementes têm traços únicos que as fazem resistentes ao calor, a secas e a enchentes. Elas precisam ser encontradas, preservadas e usadas em programas de desenvolvimento de culturas agrícolas", afirma, apontando a agrobiodiversidade como a maneira mais efetiva de reduzir os efeitos das mudanças climáticas na produção de alimentos.

Outra solução para a extinção de alimentos seria criar demanda por diferentes culturas agrícolas. "Hoje temos demanda por café da Etiópia, por quinoa da Bolívia e dos Andes", diz Tutwiler. "Essas eram culturas que haviam sido completamente esquecidas. E em parte por meio dos nossos próprios esforços elas foram conservadas e agora têm um valor econômico."

A agrobiodiversidade inclui estratégias como rotação de culturas e não deve ser apenas aplicada a pequenos agricultores, destaca Tutwiler.

A Bioversity International destaca ainda que os sistemas agrícolas industriais, que produzem a maior parte dos alimentos consumidos no mundo, estão, na realidade, impulsionando as mudanças climáticas e a degradação ambiental.

Segundo o estudo, a agricultura é responsável por 24% das emissões de gases do efeito estufa mundo afora e é a maior consumidora de água doce do mundo. Mais de 60% das 5.497 espécies que a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) classifica de ameaçadas são impactadas pela agricultura.

Gado e soja

A questão da extinção em massa também será o foco da conferência internacional Extinction and Livestock (Extinção e Pecuária), que tem início no próximo dia 5 de outubro, em Londres. No evento, será discutido como transformar nossos sistemas alimentícios e agrícolas globais em prol das pessoas, do planeta e dos animais.

"A agricultura intensiva causa um enorme dano à vida selvagem, às pessoas e ao meio ambiente e é um dos principais fatores que contribuem para a extinção de espécies e a perda de biodiversidade no planeta", diz Philip Lymbery, CEO da organização Compassion in World Farming e um dos organizadores do evento em Londres.

Lymbery afirma que, enquanto se fala muito nas mudanças climáticas e na caça furtiva para explicar a extinção de espécies, a indústria da carne, assim como os cereais e a soja cultivados para alimentar o gado, são o problema fundamental.

Segundo o especialista, a quantidade de cereal e soja usada como alimento para animais na pecuária mundo afora seria suficiente para alimentar 4 bilhões de pessoas. Ele classifica de "loucura em um prato de comida" a perda de biodiversidade devido à produção de carne, leite e ovos.

Em DW

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