terça-feira

O que você acha da internacionalização da Amazônia? Ainda não pensou no assunto?

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Muitas ONGs estrangeiras que vivem assediando os brasileiros tentando ganhar-lhe a simpatia, o apoio e até dinheiro para suas causas, pretensamente, humanitárias ou de sustentabilidade do planeta, escondem o jogo e endossam um velho sonho dos “donos do mundo” de colocarem as mãos sobre a Amazônia, para ficar só neste exemplo.
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Neste sentido, tivemos até grandes lideranças políticas e mesmo presidentes dos EUA, que declararam ser um grande equivoco nosso, brasileiros, nos considerarmos donos dela, como pode ler neste artigo: The New York Times questiona propriedade brasileira sobre a Amazônia.
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Houve até um episódio que durou quase vinte anos na justiça que era uma ação internacional através de ONGs estrangeiras que lutavam pela autonomia da reserva indígena Raposa Terra do Sol, norte de Roraima – maior do que muitos países europeus, e riquíssima em recursos minerais – que faz fronteira com a Guiana (Inglesa) e Venezuela, com o objetivo claro de internacionalizar aquele pedaço do Brasil usando os índios como massa de manobra, como pode ler nos links abaixo, não deu certo.

É bom lembrar que a grande mídia local não deu a cobertura adequada a este episódio, sabe-se lá por que.

Neste vídeo acima, vai conferir uma argumentação irrefutável que elimina qualquer lógica de uma internacionalização "bem intencionada" deste patrimônio do Brasil e do povo brasileiro.



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quarta-feira

Cão pit bull que era tratado como filho, ataca e mata a dona em casa



Não vejo qualquer relevância na divulgação de notícias e/ou fatos como este, geralmente nem leio, a não ser que possamos extrair algo de – como poderia dizer, educativo? – É que a viabilidade da criação de cães desta raça já foi muito discutida, mas, os defensores, leia, sobretudo, criadores, foram muito mais veementes e, ao que tudo indica levaram a melhor. Para se ter uma idéia, no próprio país de origem ele está praticamente extinto, depois da aprovação de lei, há alguns anos, que determinou a castração de todos, mas, por aqui, prevaleceram argumentos que não levaram em conta a segurança e a vida das pessoas.

... Segundo o vizinho Roberto Gomides, Bárbara tinha uma boa relação com o animal. "Ela sempre passeava com ele, era um xodó mesmo", disse. No perfil dela na rede social Facebook, uma foto do cachorro era utilizada como imagem de capa. Há ainda dezenas de fotos do cão no perfil da farmacêutica.

Leia tambem: 

Pitbull é mesmo um predador ou depende da criação?
Cão é condenado à morte por se parecer com pitbull


Entre os amigos, a notícia da morte causou comoção. "Estou revoltada. minha amiga foi morta pelo seu cachorro. Ela o tratava como filho. Eu ainda não acredito", disse Marcela Urbano Diego Silva, que era companheira de trabalho de Bárbara. Já Fernanda Soares, outra amiga, afirmou, no Facebook, que está "chocada" com a morte. (...)





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segunda-feira

O habito civilizado do banho é uma herança dos nossos índios

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O nosso velho hábito de tomar banhos todos os dias, ou simplesmente, tomar banho, já que muitos seguem, mesmo que parcialmente, o hábito “civilizado” dos europeus de não o fazerem, é considerado uma das heranças culturais dos povos indígenas, que gostavam de tomar banho com regularidade e até mais de uma vez por dia.

À época da “invasão” do Brasil pelos portugueses, eles, como os demais povos europeus, não tinham este habito tão prazeroso e saudável de tomarem banhos, e, pelo que se sabe, ainda hoje não são lá muito afeitos aos banhos, como pode comprovar qualquer turista que vem se aventurando por lá.

Os portugueses que aqui desembarcaram, ficaram boquiabertos com este hábito inusitado, agora, imagine a fedentina em que estavam depois de muitos meses no mar, que o escrivão da esquadra de Cabral, Pero Vaz Caminha, chegou a escrever: “São tão limpos e tão gordos e tão formosos que não podem ser mais”.

Quem convive, ou conviveu com os índios, sabe que eles são bem mais limpos que a maioria das pessoas. Como bem relatou uma amiga que passou uma temporada no Parque Nacional do Xingu, e conviveu de perto com eles, quando disse que eles não teem nem os tradicionais cheiros de “CC” tão comuns por ai, que devem ser parte da nossa herança européia.

Temos que “tirar o chapéu” para habito tão maravilhoso como este que os nossos índios nos legaram, e uma forma de honrá-los é praticar todos os dias (brincadeira).

 

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