sábado

Ar puro enlatado já é vendido na China

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Embora a situação de Pequim seja um caso extremo de concentração de poluentes, nas grandes cidades em todo mundo, em São Paulo, por exemplo, tem locais e horários onde uma latinha dessas seria muito bem vinda. Se bobear ela desembarca por aqui nas mãos dos camelôs.
Os terríveis problemas de poluição atmosférica em Pequim forçaram o governo chinês aconselhar os cidadãos a ficar em casa e tem moradores vestindo máscaras em uma tentativa de proteger os pulmões da poluição. No verdadeiro espírito do empreendedorismo chinês, um empresário decidiu lucrar com o "arpocalypse" vendendo a sua própria marca de ar puro enlatado.

Chen Guangbiao, um empresário local conhecido por suas acrobacias de publicidade, afirma que ele está vendendo as latas de ar em parte como uma maneira de chamar a atenção para a qualidade do ar do país. Guangbiao também afirma que cada lata é equipada com um chip que detecta quando iões negativos de oxigênio atingem um ponto determinado de concentração, após o que a tampa da lata é fechada automaticamente.

Você pode pensar que 80 centavos de dólar (cerca de 1,60 reais) por algo que todo mundo pode obter de graça é caro, mas vários relatos afirmam que 100 mil latas colocadas à venda evaporaram das prateleiras apenas alguns dias após o lançamento.

Talvez, assim como a água engarrafada, gastar dinheiro em ar enlatado é apenas uma idéia boba até você começar a prestar atenção à qualidade do que está disponível sem custo adicional.
Resta sabe se a fonte deste “ar puro” é confiável.



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quinta-feira

Ambev é advertida por anúncio de sorvete de cerveja no Facebook


Tambem, depois que o Geraldo Alckmin vetou duas leis aprovadas na Assembléia de São Paulo que visavam proteger as crianças e adolescentes de propagandas abusivas de “pseudos” alimentos e bebidas, que se aproveitam da inocência dos pequenos e da negligência e/ou  ignorância dos pais, as empresas se sentem à vontade para abusar na violência das propagandas direcionadas a elas, aliciando para o uso precoce e nefasto de seus produtos.
A Ambev recebeu uma advertência do Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) pela exposição de um anúncio no Facebook do recém-lançado sorvete da Skol.
Segundo a entidade, a peça não oferecia proteção suficiente para menores de idade. A advertência foi aprovada por unanimidade, mas não tem caráter punitivo -- a fabricante não precisa, por exemplo, tirar o anúncio do ar.
Mesmo que o sorvete não tivesse álcool --o teor alcoólico é de 0,12%-- algum tipo de proteção para o acesso de menores de 18 anos seria recomendada, de acordo com o Conar, pois trata-se de uma extensão da marca.
No acesso ao site da cerveja, por exemplo, uma tela inicial pede a confirmação da idade do internauta.
Procurada, a Ambev afirmou que não vai comentar o parecer do Conar.
Sobre o produto, a empresa reiterou a proibição da venda para menores de 18 anos e afirmou que a comercialização é feita por promotoras que só entregam o sorvete depois de checar a idade.
O sorvete foi lançado no dia 15 e está sendo vendido em bares de São Paulo e do Rio de Janeiro por tempo limitado. (Da Folha)
Espera-se, pelo menos, que nem a título de brincadeira os pais apreciadores de cerveja não submetam as suas crianças a este vedadeiro atentado à sua saúde e integridade física.


Obs. A advertência e não proibição porque – como citamos na introdução os vetos do governo de São Paulo, Geraldo Alckmin – a propaganda tem um órgão regulador, sem força de lei, o Conar, que adverte e sugere a retirada ou mudança da propaganda, apenas isso.

 

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terça-feira

Como fazer para eliminar os ratos naturalmente


Falar em eliminar ratos ou outro “bicho” qualquer parece um tanto quanto antiecológico, já que a vida em toda e qualquer manifestação é essencial ao equilíbrio e a sustentabilidade do meio ambiente.

Entretanto, o rato, bem como outras “pragas”, só se tornou o que é graças aos desequilíbrios no meio ambiente provocados pelo homem, e chegou a tal ponto que se torna imprescindível o seu combate, ou melhor, o seu controle.

O naturalmente (no título), pelo visto, se refere ao uso de um produto natural e não os produtos químicos usuais.

"Depois do famoso “chumbinho” de grande eficiência no combate aos ratos, retirado do mercado em função do seu uso indevido, parece que ainda não surgiu um método tão rápido, fácil e barato para controlar estes sócios indesejáveis. Tudo indica que este é, realmente, eficiente, veja como fazer:
  • Pegue uma xícara de qualquer feijão cru (sem lavar mesmo);
  • Coloque no multiprocessador ou liquidificador (sem água);
  • Triture até virar uma farofinha bem fininha, mas sem virar totalmente pó.
Modo de usar: Coloque em montinhos (uma colher de chá) nos cantos, no chão. 
  •  Perto das portas;
  • Janelas (SIM... eles escalam as janelas...)
  • Atrás da geladeira;
  • Atrás do fogão;
  • À beira de esgotos, de córregos e valas, em ruas e/ou alamedas, por exemplo.
O rato come essa farofinha e por falta de enzimas digestivas ou substâncias que digiram o feijão cru, este causa então o envenenamento natural por fermentação. Ingerem e morrem!

A população de ratos se extingue em três dias no entorno da área em que o farelo do feijão cru foi colocado. Não tem contra indicação. 

Fonte: H.O.Schwartz – UNESP Botucatu

Se você souber de alguma outra idéia ou receita com o mesmo objetivo, partilhe conosco em um comentário."

Publicado originalmente em: Como fazer você mesmo.



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domingo

Mercado no Brasil, com 80 milhões de pets, só é menor do que os EUA


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Segundo os dados mais recentes divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), no ano passado, o segmento faturou R$ 14,2 bilhões e respondeu por 0,32% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas de um país).

Ainda, conforme dados da Abinpet de 2012, existem no país 79,6 milhões de animais, dentre cães, gatos, aves e mamíferos. Veja quadro abaixo.

Clique na imagem para ampliar
O mercado é grande e crescente e as industrias querem uma legislação que não só proteja as suas atividades, como isenções fiscais para o seu negócio, além de uma regulamentação nacional que facilite a criação e comercialização, inclusive de animais silvestres – proibidos no país – mas que encontram restrições nas organizações protetoras dos animais que temem pela sua qualidade de vida. 

Outro problema sobre a questão dos criadouros é o grande aumento no número de abandonos de animais, o que levou muitos municípios, com o apoio de entidades protetoras, incentivam a castração e proibirem a existência de criadouros.

Nos EUA, por exemplo, onde a legislação é bem permissiva, o abandono e mal trato de animais de todo tipo é uma realidade, existindo até uma polícia especializada no combate a estes delitos, o que vai acabar acontecendo por aqui.

Os “depósitos de animais” ou abrigos de animais abandonados,  por aqui, são uma realidade, o que tende a crescer, já que o entusiasmo e o modismo, para alguns, se esgota no trato cotidiano com suas escolhas.

Com informações da Agência Brasil

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