segunda-feira

Confira utilidades inusitadas para o seu celular velho. Não o jogue fora!

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De câmera de segurança até peso de porta (??), o seu celular velho, descartado, pode ser muito bem aproveitado.

Mesmo! Isso porque o texto não se refere a um ‘uso final’, que não seria o lixo, mas a reciclagem em seu sentido mais comum, rasteiro – mais não menos importante ou relevante – ou seja, o desmonte e reutilização de componentes.

Isso sem falar que muito celular “desprezado” por aí pode muito bem conviver com o seu supermoderno, cheio de gadgets (videogames, iPod, e muitas ‘cositas mas’), já que estes nem sempre dão conta do recado sozinhos. Confira antes!

Câmera de segurança
Essa é uma opção inclusive já conhecida, mas não muito usada. Alguns apps são capazes de transformar seu ancião telefone em uma câmera de segurança que você pode imitar de longe por meio de um notebook. É provável monitorar toda a sua casa dessa forma. Entre os apps que podem te proteger, estão o Manything (iOS) e o IP Webcam (Android) 

Saúde e fitness
Celulares viraram importantes aliados a exercícios físicos. Com diferentes capacidades, o uso de um ancião aparelhamento em prol de sua saúde vai depender do nível de sofisticação do celular ancião. Mesmo os smartphones mais básicos, contudo, possuem GPS e, por isso, são capazes de rodar apps como o Runtastic (iOS e Android), que monitoram seu deslocamento de compromisso com o tipo de exercício e calculam a quantidade de calorias gastas. 

Videogame
Celulares antigos podem reunir um desempenho inferior aos atuais, mas também desse jeito podem servir a jogar alguns games. Isso pode libertar espaço e faria com que seu velho celular funcionasse como os antigos game boys. É claro que jogos mais modernos e pesados podem não rodar no seu smartphone parado, mas por que não tentar básicos como os famosos Candy Crush, Angry Birds, Temple Run? 

Controle remoto e de mídias
Seu celular parado pode servir similarmente como um controle remoto universal que você pode configurar. Há apps do tipo tanto na App Store quanto na Play Store, como o Remoto Inteligente. E, é claro, o celular pode ser usado como controle a comandar aplicativos da SmartTV, como Netflix e YouTube via Wi-Fi, e similarmente produtos como o Chromecast. 

Câmera ou porta-retrato digital
Seu celular ancião tem uma câmera também poderosa? Então, que tal usar ele só a essa função? Isso com certeza eliminaria muito espaço do seu novo celular — apesar de que, claro, ocupar a provavelmente mais moderna câmera do seu smartphone mais presente é um tanto próprio, então pode instituir mais sentido usar o Google Fotos a armazenas as imagens na nuvem. O seu celular ancião, também desse jeito, pode servir como um porta-retrato digital em sua casa com a exibição de quantas fotos você quiser. alto a isso utilizar o app Dayframe no Android ou colocar o celular no modo presença na galeria do iPhone. 

Relógio e despertador
É certo que a praticamente todo mundo o celular já substituiu os antigos despertadores e rádio-relógios. Mas, se você é um saudosista fã dos relógios à beirada da cama, seu smartphone ancião pode cumprir essa função. alto minuir um app que faça essa função e que cubra o display com o horário. Na Play Store e na App Store, há vários aplicativos capazes dessa função — uma opção a Android é o Digital Clock Live Wallpaper 7.

Tocador de música
 
É, a gente sabe que uma das principais funções do celular é reunir 1001 utilidades e não instituir com que necessitemos, por exemplo, de MP3 Players. Mas se o seu celular tem pouca capacidade de armazenagem será assaz difícil guardar músicas baixadas ou instituir o download de várias playlists do Spotify a ouvir offline. A solução pode ser usar aquele velho celular só a ouvir músicas. 

GPS e sócio de viagens
Todo mundo sabe que GPS leva a série do celular embora rapidinho. Então que tal manter um celular velho simplesmente como GPS quando for viajar? É provável minuir mapas a ver offline no Google Maps, desse jeito como uma solução é compartilhar a conexão do seu celular principal a o usado como GPS durante a viagem. Dessa forma, você economiza suficiente série de seu celular principal. Em viagens ao exterior, seu smartphone também pode servir como um guia ou um segundo celular a instalar um chip local, por exemplo. 

Diversão a crianças ou monitor de bebês

 
 Essa solução já é usada por muitos pais por então, né? Muitos celulares velhos acabam parando nas mãos de crianças, que aproveitam a jogarem games e assistirem a desenhos no smartphone. É provável impor vários limites ao aparelhamento a que a criança não faça mau uso dele — e, claro, é próprio não deixar elas todo o tempo vidradas na telinha. Uma outra jibóia solução a pais é usar o celular como um monitor de bebês — há vários apps por então que ajudam nisso, como o Dormi – Baby Monitor.

Televisão opção

Se seu smartphone tiver uma tela grande, que tal ocupar isso em cômodos da sua casa onde você não tem uma televisão posicionada? Ele pode ser colocado no sanitário ou, melhor também, na cozinha. desse jeito é provável ver séries e filmes no aparelhamento enquanto passa horas preparando uma receita por além.

Transforme em um livro infinito

Livros digitais estão na moda — apesar de muita gente também preferir os físicos. Seu ancião telefone pode funcionar como um e-reader, com o uso de apps como a Google Play Books ou o Kindle, da Amazon. desse jeito, você pode poupar dinheiro com os e-readers físicos e específicos a a função de leitura.

Peso de porta

Nada disso serve a seu celular velho? Então, meu amante, é hora de usar ele como peso a evitar que aquela porta chata continue batendo. É claro que é uma mangação: o melhor é doar, passar à frente ou então reciclar seus componentes — nunca jogue diretamente no lixo comum, por favor. 

Com informações de tecnologia/uol

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sábado

Alimentos orgânicos, mais que modismos... É necessidade!

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A massificação na produção de alimentos levou a um ponto onde a qualidade hoje não passa de um clichê. Qualidade no que se refere a sua constituição mesmo, quando vêm plenos de produtos químicos criados e usados em função das necessidades tanto de superprodução, como de transporte e armazenamento no longo prazo. 

Isso sem falar naqueles industrializados, mesmo, processados, que acabam por receber mais “coisas” – aditivos e conservantes de todos os tipos – complementos não necessariamente alimentos ou boas para a saúde e vida.

O desafio é resgatar qualidade através da produção e consumo de produtos orgânicos, ou seja, um nome novo para falar daquele alimento original – como é na realidade – como a natureza fez e que cumpre muito bem sua função alimentar sem contratempos ou problemas para a saúde e vida.


Entre os grandes produtores de alimentos não existe esta perspectiva – de larga produção orgânica – o que poderia gerar mais custos na produção, logo, menos lucros. Daí a produção hoje ser residual, feita por pequenos produtores, cujos produtos são encontrados, sobretudo em feiras de orgânicos espalhadas por todo o país ou até mesmo em setores especializados em grandes supermercados.
Nesta lista abaixo vai conferir algumas vantagens que comprovam o ‘acerto’ em voltar a consumir alimento “mesmo”, como se diz, que adicionam saúde e vida... Sem contratempos.

Confira:
10 motivos para consumir orgânicos
1. Evita problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias químicas tóxicas. Pesquisas e estudos tem demonstrado que os agrotóxicos são prejudiciais ao nosso organismo e os resíduos que permanecem nos alimentos podem provocar reações alérgicas, respiratórias, distúrbios hormonais, problemas neurológicos e até câncer.
2. Alimentos orgânicos são mais nutritivos. Solos ricos e balanceados com adubos naturais produzem alimentos com maior valor nutritivo.
3. Alimentos orgânicos são mais saborosos. Sabor e aroma são mais intensos – em sua produção não há agrotóxicos ou produtos químicos que possam alterá-los.
4. Protege futuras gerações de contaminação química. A intensa utilização de produtos químicos na produção de alimentos afeta o ar, o solo, a água, os animais e as pessoas. A agricultura orgânica exclui o uso de fertilizantes, agrotóxicos ou qualquer produto químico; e tem como base de seu trabalho a preservação dos recursos naturais.
5. Evita a erosão do solo. Através das técnicas orgânicas tais como rotação de culturas, plantio consorciado, compostagem, etc., o solo se mantém fértil e permanece produtivo ano após ano.
6. Protege a qualidade da água. Os agrotóxicos utilizados nas plantações atravessam o solo, alcançam os lençóis d’água e poluem rios e lagos.
7. Restaura a biodiversidade, protegendo a vida animal e vegetal. A agricultura orgânica respeita o equilíbrio da natureza, criando ecossistemas saudáveis. A vida silvestre, parte essencial do estabelecimento agrícola é preservada e áreas naturais são conservadas.
8. Ajuda os pequenos agricultores. Em sua maioria, a produção orgânica provém de pequenos núcleos familiares que tem na terra a sua única forma de sustento. Mantendo o solo fértil por muitos anos, o cultivo orgânico prende o homem à terra e revitaliza as comunidades rurais.
9. Economiza energia. O cultivo orgânico dispensa os agrotóxicos e adubos químicos, utilizando intensamente a cobertura morta, a incorporação de matéria orgânica ao solo e o trato manual dos canteiros. É o procedimento contrário da agricultura convencional que se apoia no petróleo como insumo de agrotóxicos e fertilizantes e é a base para a intensa mecanização que a caracteriza.
10. O produto orgânico é certificado. A qualidade do produto orgânico é assegurada por um Selo de Certificação. Este Selo é fornecido pelas associações de agricultura orgânica ou por órgãos certificadores independentes, que verificam e fiscalizam a produção de alimentos orgânicos desde a sua produção até a comercialização.
O Selo de Certificação é a garantia do consumidor de estar adquirindo produtos mais saudáveis e isentos de qualquer resíduo tóxico. 
Fonte: Ambiente Brasil
Como pode ver, é tudo de bom e só recebem esta relevância em função do abandono disso tudo nos últimos tempos, quando pouco se percebe, ou se sabe, sobre a sua relevância ou mesmo as consequências disso que não chegou a ser, mesmo uma opção, o consumo de alimentos “industrializados”, digamos assim.

Nesse link você encontra um mapa indicativo de ‘feiras de produtos orgânicos’ por todo o Brasil: Feiras de Produtos Orgânicos.

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quinta-feira

Veganismo x Aquecimento Global. E você com isso?

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Embora o aquecimento global e suas consequências deletérias para o planeta, para a vida, terem saído de moda e das pautas da mídia convencional, o problema em si mesmo “vai muito bem, obrigado”, ou seja, crescendo, aumentando e com isso todos as grandes consequências esperadas.

Entretanto, fora do círculo “de moda”, nas universidades e em meio a movimentos ambientais sobreviventes, a preocupação, e ação, estão na ordem do dia, ou seja, continuam na busca de soluções, senão atenuantes, e este blogue se tem em conta como um dos que lutam, que tentam fazer a sua parte, no sentido de divulgar informações para assim tentar abrir os olhos de mais gente e assim engajar nesta luta que parece inglória.

É o caso do consumo de carne.
Está mais do que provado que a produção de carne planeta afora é um dos fatores fundamentais, senão ‘o’ fator, no aumento do aquecimento global, daí as tentativas de se emplacar um ‘surto vegano/vegetariano’ para reduzir o consumo de carne, consequentemente os rebanhos de gado.
Veja também: 
- Parece anacrônico, mas alerta do papa sobre meio ambiente é atual e oportuno 
- Trump renega problemas climáticos e quer “tirar corpo fora”     
- Como fazer algo sustentável para o planeta e/ou para si, o que dá no mesmo 
- Porque você pode acabar se tornando vegetariano. Não acredita? Confira!
A China, um “peso pesado” na produção de carne, por exemplo, está com uma política de Estado no sentido de reduzir para a metade o consumo de carnes no país. E olha que sua população é ‘só’ a fichinha de 1,371 bilhão de habitantes (2015).

Outro exemplo interessante é o esforço da Universidade de Hoxford – na Inglaterra – desenvolvendo um projeto a ser aplicado em todo o país, de estímulo ao veganismo com o mesmo propósito.
Obs. Outra universidade britânica andou tendo uma ideia, no mínimo,  polêmica, confira aqui.

Estamos falando apenas sobre os malefícios para o planeta, para a vida. Nossa, é claro!

Mas, motivos diretos para repensar o uso de carnes têm de sobra. Dê uma olhada neste parágrafo abaixo. No mínimo da para pensar, ou repensar algumas práticas diárias nossas ou mesmo relativizar o engajamento/consumo de carnes.

“Além dos fatores ambientais, no sistema intensivo, os animais fazem parte de uma linha de produção em massa e são tratados como mercadorias. Aves são criadas aglomeradas em galpões enormes a mal podem andar, além de receberem hormônios para crescerem mais rápido e renderem maior quantidade de carne. Os porcos são obrigados a viver na sujeira, amontoados e são castrados sem anestesia, e as fêmeas, exploradas para a reprodução, passam longos períodos em baias tão pequenas que não conseguem nem virar o corpo. Os bois têm seus chifres cortados e são marcados com ferro quente, o que causa muita dor e sofrimento. Animais para o consumo passam sua vida confinados e são violentamente mortos para que, assim, os humanos possam se alimentar de suas carnes.”

É um reforço considerável, não acha? Não são informações tão divulgadas assim e a grande maioria das pessoas desconhece o que tem por trás de hábito tão prazeroso.

Sei, não é nada tão simples assim, mas, é plenamente possível.

Pense nisso!

Se quiser conferir mais artigos sobre o Aquecimento Global, na “tag”, aqui.

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terça-feira

E aí, conhece o microplástico? Veja como este ‘companheiro’ em seu cotidiano pode acabar com os oceanos

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“Não compre maçãs embaladas em plástico, não use sacolas plásticas descartáveis, nem canudinhos para descarte imediato. Há um monte de modos de evitar usar plástico, vamos começar por aí”.

E aí, o que achou da recomendação acima? É só uma pontinha do “iceberg” do problema dos microplásticos que se tornaram omnipresentes em nosso cotidiano, com um detalhe que quase ninguém sabe do que se trata e sabe muito menos que estaria em suas mãos, pelo menos em tese, a solução ou o caminho para solucionar este problema “apocalíptico” que ameça silenciosamente a vida nos oceanos... Que ameaça a vida...

Na imagem acima temos dois exemplos de produtos que fazem parte de nossa vida diária e que seriam, ou estariam ‘transportando’ este agente sem que nos demos conta.

A sua ‘detecção’ como problema ambiental tão grave é recente, daí continuarem como ilustres desconhecidos, também em função da grande revolução que provocariam na produção de inúmeros produtos de uso até trivial de tão comuns e que exigiriam mudanças radicais tanto na produção como nos usos/costumes.
"Entenda como microplástico presente em 'quase tudo' está matando os oceanos
De pneus a roupas e cosméticos, o microplástico se encontra praticamente em todos os objetos do dia a dia. E seu impacto sobre as águas do planeta é catastrófico: calcula-se que, dos 9,5 milhões de toneladas de matéria plástica que flutuam nos mares, até 30% sejam compostos por partículas minúsculas. Invisíveis a olho nu, elas constituem uma fonte de poluição mais grave do que se pensava, como mostra o mais recente relatório da International Union for Conservation of Nature (IUCN).

“Nossas atividades diárias, como lavar roupas e andar de carro, contribuem significativamente para a poluição que sufoca os nossos oceanos, tendo efeitos potencialmente desastrosos para a rica diversidade que vive neles e para a saúde humana”, afirma a diretora geral da IUCN, Inger Andersen.

Segundo o estudo da organização, cerca de dois terços do microplástico encontrado nos oceanos são originados dos pneus de automóveis e das microfibras liberadas na lavagem de roupa. Outras fontes poluidoras são a poeira urbana, marcações rodoviárias e os barcos.

Perigo invisível

As imagens de tartarugas presas em redes de pescar e pássaros com anéis de latas de cerveja em volta do pescoço há muito correm mundo. O problema do microplástico, contudo, é invisível, só tendo sido recentemente detectado como tal. Assim, ainda se sabe relativamente pouco sobre sua escala e verdadeiro impacto ambiental.

Ao contrário do lixo plástico convencional, que se degrada na água, o microplástico já é lançado no ambiente em partículas tão microscópicas que driblam os sistemas de filtragem das estações de tratamento de água. É exclusivamente nesse tipo de dejeto que o relatório da IUCN se concentra.

A atual quantidade de microplástico nas águas é de 212 gramas por ser humano, o equivalente a se cada pessoa do planeta jogasse uma sacola plástica por semana no oceano.

Ingeridos por peixes e outros animais marinhos, os minigrãos podem ter sério impacto sobre seus sistemas digestivos e reprodutivos, e há sérias suspeitas de que acabem chegando aos humanos, cadeia alimentar acima. 

Maus hábitos de consumo

Como lembra João de Sousa, diretor do Programa Marinho Global do IUCN, as estratégias globais de combate à poluição marítima se concentram em reduzir o tamanho dos fragmentos do lixo plástico convencional. No entanto essa concepção precisa ser revista.

“As soluções devem incluir design de produtos e de infraestrutura, assim como o comportamento do consumidor. Pode-se projetar roupas sintéticas que liberem menos fibras, por exemplo, e os consumidores também podem agir, optando por tecidos naturais, em vez de sintéticos.”

Segundo outros especialistas, contudo, essa estratégia não tem o alcance necessário, e se precisa também abordar outros hábitos de consumo. Para Alexandra Perschau, da campanha “Detox” da organização ambiental Greenpeace na Alemanha, o real problema não é o tipo de casaco que se compra, mas sim quantos.

“O sistema de moda como um todo é o problema, é excesso de consumo”, comentou à DW. “Em diversos levantamentos, seja na Ásia ou na Europa, grande parte dos consumidores admite possuir mais roupas no armário do que precisam, mas continua comprando mais e mais.”

A produção mundial de vestuário dobrou a partir do ano 2000, excedendo os 100 bilhões de peças em 2014, de acordo com uma sondagem da Greenpeace. Além disso, atualmente as peças de vestuário tende a ser de difícil reciclagem.

“Temos cada vez mais peças confeccionadas com fibras mistas de poliéster e algodão, portanto nem temos como reciclá-las devidamente. No momento a tecnologia não está tão avançada que possamos separar esses tipos de fibras”, explica Perschau.

Entre a moda e meio ambiente

O relatório da IUCN saúda os esforços para banir as microesferas de plástico dos produtos cosméticos, inspirados por relatórios recentes. Trata-se de uma “iniciativa bem-vinda”, porém com impacto restrito, uma vez que esse tipo de material só responde por 2% da poluição com microplástico.

Em vez disso, seria necessária uma investida mais ampla e de impacto real contra as atividades geradoras das minúsculas partículas, segundo Maria Westerbos, diretora da Plastic Soup Foundation, que luta para que se pare de despejar matéria plástica no oceano.

“Somos todos responsáveis: é a ciência, a indústria, são os legisladores – e os consumidores. Todos nós precisamos fazer algo. Todos estamos usando plástico e todos o jogamos fora”, pleiteia Westerbos, sugerindo o desenvolvimento de tecidos que não desfiem e a adoção de novos filtros nas máquinas de lavar roupa – que só devem ser usadas com carga completa e de preferência com sabão líquido.
Perschau, da Greenpeace, acrescenta a importância de aumentar a vida útil das roupas. Em vez de jogar fora as que não se deseja mais, faria mais sentido trocá-las por outras ou entregá-las nas lojas de segunda mão. “Não estamos dizendo que não se deva usar roupa da moda, mas sim ser mais inteligente, vivendo de acordo com os próprios desejos sem comprometer os recursos do planeta.”

Com 7 bilhões de seres humanos e uma população crescente, será preciso mudar nossas atitudes em relação ao plástico, se quisermos salvar os oceanos, observa Westerbos:
“Não compre maçãs embaladas em plástico, não use sacolas plásticas descartáveis, nem canudinhos para descarte imediato. Há um monte de modos de evitar usar plástico, vamos começar por aí“.
Do DW/UOL

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