segunda-feira

Porque os gramados, jardins e plantas estão sumindo das casas?

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Um lance visível hoje em dia é como o verde de qualquer tipo vem sumindo e cedendo espaço para o cimento, para a pavimentação, nas ruas e casas – frente e verso, ou seja, ‘jardim’ e quintal – e por toda a cidade.

O verde – seja ele um gramado, jardins, arbustos, árvores ou qualquer tipo de planta – está se tornando coisa rara em nome da funcionalidade, da praticidade no trato com a casa, com a “vida moderna”, já que ninguém mais tem ‘tempo’ de cuidar destas ‘coisas’, daria muito trabalho, toma um tempo, com certeza, usado de forma mais útil diante de alguns ‘recursos’ eletrônicos, sobretudo dos ‘sem recursos’ ou ‘recurso inútil’, normalmente chamado TV, com seus programas, principalmente nos fins de semana... Pena que não tenho palavras para classificá-los.

Quem ainda ‘gosta’ de plantas e flores prefere ir ao supermercado e adquirir alguns belos exemplares, meio que ‘transgênicos’, que dão aquele ‘up’ ecológico e natural à sua casa, antes de virarem um adicional ao lixo comum, muitas vezes ainda verdes, como costumamos vê-los nas portas ao lado do lixo convencional.

Algumas árvores que restam, de tanto serem mutiladas por ‘podas educativas’ ou de ‘segurança’, mais parecem espectros, que não reúnem, inclusive, condições para a vida silvestre já que nem os pássaros urbanizados encontram abrigo e proteção em suas copas ralas.

Se ainda resistem, mesmo que mutiladas, é graças a leis municipais que penalizam o corte, em uma intenção, mesmo que burocrática, de garantir algum verde ou ambiente nas ruas, mas que são burladas com as tais podas educativas.

Diante desse cenário, ainda fala-se tanto em aquecimento global como se ele surgisse, assim... Do nada. Como se fossemos apenas vítimas infelizes de uma natureza cruel, que quer nos aniquilar a todos...

É o que atestam dados recentes de um grande estudo ecológico publicado no periódico Nature, segundo o qual o verde está sumindo do planeta. Já vai pra mais da metade, mas o pensamento comum é que isso é coisa de desmatamento, atribuições de governos apenas. Eu não tenho absolutamente nada a ver com isso.

O que muitos não sabem ou se soubessem provavelmente pouco mudaria, é que o ambiente doméstico seria sim, influenciado por gramados, árvores, plantas de todo tipo em casa, com o adicional de favorecer o surgimento de um micro ambiente saudável, com o surgimento de pássaros, borboletas e outros seres que há muito sumiram.

Logo, se tem alguma condição de restabelecer um ambiente, por menor que seja, para o verde em sua casa, tente. Você pode se surpreender!

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sábado

O desaparecimento de polinizadores – borboletas e insetos – coloca em risco a sobrevivência da humanidade

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O interessante é que li recentemente em um blog, tipo como fazer você mesmo, aqui, um artigo onde o autor estimula a produção de borboletas em casa, vasos e jardins, apontando a contradição segundo a qual as pessoas gostam de borboletas, sentem a sua falta, mas não percebem que ao destruírem todas as lagartas, que periodicamente, comem nas plantas, eliminam qualquer possibilidade de retorno das borboletas, e o que é pior, contribuem para o seu extermínio.

As borboletas, além de embelezarem os ares e os jardins, estão diretamente ligadas à nossa própria sobrevivência, graças a sua função polinizadora, logo à produção de alimentos.

É o que vai ver abaixo neste alerta da ONU.
"ONU alerta sobre o desaparecimento de polinizadores e pede medidas urgentes
Cerca de 75% das plantações precisam, total ou parcialmente, do trabalho de insetos como abelhas e borboletas.

Uma grande gama de fatores está contribuindo para o desaparecimento de animais polinizadores no mundo todo, o que ameaça a produção de alimentos para o ser humano, revelou nesta sexta-feira (26/2) um relatório do organismo da Organização das Nações Unidas (ONU) encarregado de proteger a biodiversidade.

O documento da Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços de Ecossistemas (IPBES) identificou uma série de medidas que governos e o setor privado deveriam tomar de forma "urgente" para remediar o desaparecimento animais como abelhas, borboletas e alguns mais complexos como as aves.

De acordo com o vice-presidente do IPBES, Robert Watson, não existe um fator único que seja responsável pelo desaparecimento dos polinizadores.

"Há uma série de razões que explicam o declive, como a mudança do uso do solo, o uso de pesticidas e a mudança climática. Não se pode dizer que há uma ameaça maior que outra para cada animal polinizador ou para cada lugar do mundo onde estão desaparecendo. É um conjunto de ameaças", disse.

O relatório, intitulado "Avaliação Temática sobre Polinizadores, Polinização e Produção de Alimentos", é o primeiro feito pelo IPBES e é fruto de dois anos de trabalho do organismo da ONU que foi fundado há quatro e é integrado por 124 países, incluindo o Brasil.

Existem milhares de espécies que são polinizadoras, animais que transportam pólen do órgão masculino de uma flor ao estigma, o órgão feminino, o que permite a fertilização. Nos últimos anos, os cientistas observaram o alarmante desaparecimento das abelhas, das que existem mais de 20 mil espécies silvestres, e borboletas, especialmente na Europa Ocidental e na América do Norte, o que foi atribuído a pesticidas e ao crescente uso de plantas modificadas geneticamente.

O relatório confirmou que pesticidas, incluindo os neonicotinoides - quimicamente relacionados à nicotina -, representam uma ameaça mundial para os polinizadores, apesar de seus efeitos em longo prazo ainda não serem conhecidos.

O IPBES destacou a importância econômica dos organismos polinizadores ao assinalar no estudo que 75% dos cultivos para alimentos do mundo dependem, pelo menos parcialmente, da existência de polinizadores. O valor anual dos cultivos diretamente afetados por polinizadores é estimado entre US$ 235 bilhões e US$ 577 bilhões.

O relatório, intitulado "Avaliação Temática sobre Polinizadores, Polinização e Produção de Alimentos", é o primeiro feito pelo IPBES e é fruto de dois anos de trabalho do organismo da ONU que foi fundado há quatro e é integrado por 124 países, incluindo o Brasil.

Existem milhares de espécies que são polinizadoras, animais que transportam pólen do órgão masculino de uma flor ao estigma, o órgão feminino, o que permite a fertilização. Nos últimos anos, os cientistas observaram o alarmante desaparecimento das abelhas, das que existem mais de 20 mil espécies silvestres, e borboletas, especialmente na Europa Ocidental e na América do Norte, o que foi atribuído a pesticidas e ao crescente uso de plantas modificadas geneticamente.

O relatório confirmou que pesticidas, incluindo os neonicotinoides - quimicamente relacionados à nicotina -, representam uma ameaça mundial para os polinizadores, apesar de seus efeitos em longo prazo ainda não serem conhecidos.

O IPBES destacou a importância econômica dos organismos polinizadores ao assinalar no estudo que 75% dos cultivos para alimentos do mundo dependem, pelo menos parcialmente, da existência de polinizadores. O valor anual dos cultivos diretamente afetados por polinizadores é estimado entre US$ 235 bilhões e US$ 577 bilhões.

"Os polinizadores são grandes colaboradores da produção mundial de alimentos e segurança nutricional", disse Vera Lúcia Imperatriz Fonseca, professora de Ecologia no Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo e uma das diretoras do relatório de IPBES.

Segundo ela, o relatório "oferece opções sobre o que fazer de acordo com o problema específico de cada lugar do mundo em relação aos polinizadores, a polinização e a produção de alimentos". Entre as soluções estão a criação de uma maior diversidade dos habitat dos polinizadores tanto no ambiente rural quanto no urbano, o apoio a práticas tradicionais de rotação de cultivo e manutenção de áreas não exploradas e a redução da exposição dos polinizadores a pesticidas.

O professor holandês Koos Biesmeijer, um dos autores do relatório, reconheceu que existem "vazios de conhecimento" com relação com a finalidade dos pesticidas e outros fatores que impactam negativamente nos polinizadores. "Embora não saibamos tudo, em muitos casos, há claras conclusões", afirmou.

A professora da USP, por sua vez, destacou a gravidade da situação. "Deveríamos atuar agora para deter o declive dos polinizadores", afirmou.

Já o vice-presidente do IPBES acrescentou que todas as ações, desde as que podem ser tomadas por agricultores até às que podem ser feitas pelos governos, poderiam começar o quanto antes. "Não precisamos de novas tecnologias. Todas estas são opções que podem nos ajudar a sair na frente", alertou.

Ele deu com exemplo o efeito negativo que têm as grandes extensões de monoculturas.

"Necessitamos uma agricultura mais sustentável. Eliminemos essas enormes extensões de monoculturas e asseguremos que estão salpicadas com zonas de habitat natural que atrairão os polinizadores nos campos de cultivo", concluiu.

Por Agência EFE

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quinta-feira

Água da Nestlé tem venda proibida pela Anvisa por riscos de infecções em crianças e grávidas

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Bebida vendida na embalagem de 300ml sem gás da marca São Lourenço não deve ser consumida.” Só se você tiver muita coragem ou não dá valor à saúde e vida de seus filhos, da família, se voltar a consumir produtos desta empresa.

Em links abaixo vai conferir que a sua folha corrida é extensa e muito grave em todo o mundo, e a mídia local é que prefere “honrar” – a expressão só é possível entre aspas – os seus compromissos publicitários com a empresa e esconde de você notícias tão vitais à saúde e vida das pessoas e das famílias.
"Anvisa proíbe venda de água mineral da Nestlé, por risco de causar infecções em grávidas e crianças
Em todo o país, do lote 32966047S1 de Água Mineral Natural sem gás de 300ml da marca São Lourenço, produzida pela Nestlé. O lote, que possui validade até 23/10/2014, apresentou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa acima do limite estabelecido na legislação sanitária. A bactéria causa alterações de odor e sabor nos alimentos, mas normalmente não representa risco preocupante à saúde da população em geral. No entanto, em crianças, gestantes e pessoas com sistema imunológico fragilizado, a bactéria pode causar infecções, informou a Anvisa.

A amostra foi coletada pela Vigilância Sanitária de Campinas após denúncia de um consumidor que relatou gosto estranho do produto. A vigilância sanitária de Minas Gerais, onde está localizada a fábrica do produto, já foi acionada para adotar as medidas necessárias junto à empresa.

Leia também:
A medida tem validade imediata. O lote em questão não pode ser vendido e o recolhimento é de responsabilidade do fabricante.

Procurada para comentar o assunto, a Nestlé disse, em nota, que ao receber o primeiro contato da autoridade sanitária, em fevereiro, informando sobre alteração de parâmetro no lote, tomou a decisão de suspender imediatamente a distribuição e venda dos produtos. "A medida foi tomada ainda que controles internos não tivessem apontado nenhuma desconformidade com a legislação vigente", complementou.

Para o esclarecimento de dúvidas ou informação adicional, a empresa coloca à disposição dos consumidores o telefone 0800-979-1819.

Por o globo

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quarta-feira

Oceanos terão mais plásticos do que peixes em 2050. Acha que isso tem algo a ver com sua vida?

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O saco plástico é o vilão! Pode? Pelo menos é a impressão que fica quando se lê artigos assim. O saco plástico!

Educação ambiental, educação e orientação para o uso racional, a reutilização, a reciclagem Tudo isso não passa de palavras de ambientalista fora de moda…

As pessoas estão se lixando para as tais teorias sobre degradação ambiental e comprometimento da qualidade de vida… Da vida! O lance é consumir, pura e simplesmente.

Ambientalismo, e os ambientalistas, está tão fora de moda, que se bobear as novas gerações vão pensar que é alguma coisa que se come… Que se adquire em lanchonetes…
 
        "Oceanos terão mais plásticos do que peixes em 2050

O uso maciço de plásticos é tamanho que os oceanos abrigarão mais detritos plásticos do que peixes em 2050 – informou nesta terça-feira o Fórum Econômico Mundial de Davos.

"O sistema atual de produção, utilização e descarte de plásticos tem efeitos negativos importantes: de 80 a 120 bilhões de dólares de embalagens plásticas são perdidos anualmente. E além do custo financeiro, sem nada em troca, os oceanos terão mais plástico do que peixes (em peso) até 2050", informa um comunicado.

O fórum de Davos, cujas reuniões de trabalho começam na quarta-feira, revela um estudo realizado com a fundação da navegadora Ellen MacArthur e a consultoria McKinsey.

Segundo o documento, a proporção de toneladas de plástico-toneladas de peixes era de uma para cinco em 2014, será de uma para três em 2025 e vai ultrapassar uma para uma em 2050.

O fórum estima necessária "uma refundação total das embalagens e dos plásticos em geral" e a busca por alternativas ao petróleo como material de base para sua produção - pois caso nada mude, o plástico representará 20% da produção petroleira em 2050.

Por causa dos sacos de plástico de uso único, "95% do valor das embalagens de plástico, estimado entre 80 e 120 bilhões por ano, se perde", lamenta o WEF, pedindo o estabelecimento de canais de reciclagem verdadeiros e reutilização.

"Os modelos de produção e consumo lineares são cada vez mais questionados (...) e isso é especialmente verdadeiro para os setores onde existem grandes volumes de baixo valor como as embalagens de plástico", apontou em declaração a navegadora Ellen MacArthur, também solicitando a criação de uma economia circular, reutilizando os materiais.

Vários países estão tentando limitar o uso de sacos plásticos. Na França, por exemplo, os sacos de plástico de uso único devem ser proibidos em março.

No Reino Unido, a legislação impõe que os consumidores paguem pelos sacos plásticos, a fim de tentar reduzir sua utilização.

   Em Davos, Suíça

Via UOL

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segunda-feira

Energia solar deixa de ser privilégio e gera melhorias e renda no sertão

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Um Brasil, relativamente, silencioso vem se construindo à revelia da tal oposição política e de uma mídia que oculta tudo de bom que rola país afora e hipertrofia, e frequentemente, edita ou inventa as más notícias como se tentasse construir uma forma de “queimar” e inviabilizar o governo federal em exercício, provavelmente querendo inverter a ordem de prioridades que vem sendo adotada nos últimos anos, de privilegio a setores até então alijados da vida do país.

A incorporação de grande parcela da população à vida econômica do país com mais de 63 milhões de brasileiros retirados da miséria, vem promovendo mudanças significativas que se espalham por todos os rincões do Brasil.

Este caso abaixo é um bom exemplo destas mudanças que chegam silenciosamente e que vêm mudando a cara do país.
"Energia solar em telhados gera renda e melhorias no sertão baiano
Com 9.144 placas fotovoltaicas instaladas nos telhados dos blocos com quatro ou seis apartamentos, os conjuntos vizinhos do Minha Casa Minha Vida, lar de mil famílias de baixa renda, têm potencial para produzir 2,1 Megawatts (MW), capazes de abastecer 3,6 mil domicílios por ano. Transformados na maior microusina de energia solar do País, os residenciais Praia do Rodeadouro e Morada do Salitre, em Juazeiro, no sertão baiano, ultrapassaram a marca de R$ 2 milhões em receita obtida com a venda da energia elétrica à distribuidora local.

Os 5,465 Gigawatts-hora (GWh) comercializados renderam R$ 2,27 milhões líquidos entre fevereiro de 2014 e novembro de 2015 — os dados podem ser acompanhados pelo site, com defasagem de um dia. Desse bolo, uma fatia de 60% vai para o bolso das famílias, 30% são aplicados num fundo para o condomínio e a associação de moradores e os 10% restantes pagam as despesas de manutenção dos residenciais. 

Investimento

Em dinheiro, o fundo de investimento arrecadou R$ 683 mil no período, o que lhe permitiu bancar melhoramentos como a reforma e ampliação dos centros comunitários, antes ocupando quiosques abertos, além da instalação de sala de informática, parada de ônibus coberta, sinalização de trânsito e de serviços de atendimento médico, odontológico e psicológico.

Os investimentos foram decididos pelos próprios moradores via associação. E mais: não há taxa de condomínio, e cada família recebeu R$ 1.366 até novembro de 2015, ou uma média de R$ 62 mensais, valor suficiente para cobrir as prestações mensais do programa Minha Casa Minha Vida, que variam de R$ 25 a R$ 80.

Modelo Sustentável

O Fundo Socioambiental Caixa investiu R$ 6 milhões em recursos não reembolsáveis no projeto, implantado pela Brasil Solair, que entrou com contrapartida de R$ 880 mil. A empresa também instalou seis torres de microgeração eólica, que produzem a energia que abastece as áreas comuns dos condomínios.

“Os resultados desse projeto são surpreendentes e nos motivam a buscar novos modelos de negócio para promover a sustentabilidade dos condomínios do Minha Casa Minha Vida”, afirmou Mara Alvim Motta, gerente executiva da Gerência Nacional de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental da Caixa.


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