Mostrando postagens com marcador Tecnologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tecnologia. Mostrar todas as postagens

sexta-feira

Pesquisadores da USP desenvolvem cimento ecoeficiente

.
Agência FAPESP – Uma tecnologia desenvolvida por pesquisadores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) pode auxiliar a indústria cimenteira a atingir dois objetivos: dobrar a produção de cimento para atender a demanda mundial e diminuir a pegada de carbono, uma vez que o setor é um dos que mais emitem dióxido de carbono (CO2) na atmosfera.

Os pesquisadores criaram uma formulação que substitui grande parte do material responsável pela emissão de CO2 na fabricação do produto, diminuindo a concentração de material reativo produzido a altas temperaturas na composição de cimentos e, consequentemente, na de concretos e argamassas de revestimento, mantendo a resistência dos materiais.

A tecnologia foi testada em laboratório e despertou o interesse de empresas, que analisam a viabilidade do uso em escala na fabricação do material – o segundo mais produzido e consumido no mundo, atrás apenas dos alimentos.


 

Share/Save/Bookmark

quinta-feira

“O desafio do Pré-sal”. Confira documentário!

.
Vale à pena assistir a esse documentário sobre o projeto e história do pré-sal, as suas vantagens logísticas e econômicas para o desenvolvimento continuado do país, os riscos ambientais e desafios para empreender uma corrida a um mundo inteiramente desconhecido.
 
Leia tambem:
Desafio que exige o desenvolvimento de tecnologias de ponta inéditas que vem otimizando a pesquisa nas universidades brasileiras, em um movimento que transcende as necessidades específicas da exploração do pré-sal
 
Isso tudo, além da necessidade de reaparelhamento das forças armadas, sobretudo a marinha, para garantir a posse dessa riqueza, dessa nova Amazônia, a Amazônia Azul.

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações


Share/Save/Bookmark

segunda-feira

A inviabilidade da energia nuclear


Tem aquela estória do “mal menor”. Talvez fosse uma maneira de considerar a construção de usinas hidrelétricas no país, se pensarmos nas demais alternativas quando se trata de produção consistente com as demandas para a manutenção do desenvolvimento, sobretudo, quando a energia nuclear está na berlinda como opção energética.

Delfim Netto 

O fato de a economia mundial continuar desaquecendo não significa que o Brasil deva reduzir estímulos ao consumo interno ou retardar os investimentos na infraestrutura. Com os ventos externos soprando contra e nenhuma perspectiva de recuperação dos mercados europeus no curto prazo (a estimativa otimista é de mais três anos de estagnação), muitos analistas recomendam extrema cautela nos investimentos públicos.

Sempre me pareceu equivocada a ideia de que a resposta às crises nos mercados financeiros deva ser puxar o “freio de mão” na atividade produtiva, de modo a restringir o consumo e desestimular os investimentos. Com as dificuldades no exterior, o correto é orientar o esforço de crescimento cada vez mais para o mercado interno, explorando o seu grande potencial de expansão. Numa certa medida, pelo menos no número de projetos, este já é o objetivo de uma boa parte das obras apoiadas no PAC.

Na infraestrutura os dois setores-chave são a energia, especialmente a hidreletricidade, e os transportes, envolvendo o rodoferroviário, as hidrovias e os portos, basicamente. No primeiro caso, novos fatores introduzidos recentemente nas discussões da questão ambiental vieram dar esperança de que objeções importantes à construção de hidrelétricas perderam força entre nós. O primeiro deles decorre da divulgação das conclusões de dois relatórios arrasadores sobre a destruição produzida pela explosão dos reatores nucleares de Fukushima (o mais recente, no Japão) e o mais antigo, de Chernobyl (em 1986, na Ucrânia).


Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.


Share/Save/Bookmark

sábado

Toneladas de ouro e prata são “enterradas” nos lixões, diz a ONU



É o lixo eletrônico ou e-waste. Mesmo o computador ou o celular mais “primitivo” contem ouro e prata além de outros metais menos nobres mais valiosos como o cobre, paládio, platina, cobalto ou estanho.

O problema é que milhares de toneladas vão para os lixões junto com a sucata dos computadores e celulares descartados.

Segundo instituições ligadas à ONU (Organização das Nações Unidas), algo em torno de 320 toneladas de ouro e 7,5 mil toneladas de prata são utilizadas por ano na produção de computadores, tabletes e celulares, e menos de 15% do ouro e da prata são recuperados.

O detalhe interessante é que estes metais contidos nos “depósitos” de lixo eletrônico mundial são de 40 a 50 vezes mais ricos que os contidos no subsolo.

Este volume representa cerca de 42 bilhões de dólares de reais, sendo 32 bilhões de reais em ouro e 8 bilhões em prata. Este desperdício tende a aumentar em função da rápida obsolescência dos aparelhos que são cada vez mais rapidamente substituídos por versões mais novas o que estimula a troca e o descarte.
Leia: 
 - E-Lixo, ou lixo eletrônico, veja como descartar 
 - “Terras raras”, cada dia mais raras no mercado 
 -  Brasil faz prospecção de minerais no fundo do Atlântico
Um dos itens que levam ouro em sua constituição são os “pentes de memória” cujos conectores são banhados em ouro 24 K para evitar a oxidação. 

Outros minerais preciosos são essenciais para a produção de muitas das novas tecnologias como baterias para carros elétricos, televisores de telas plana e painéis fotovoltaicos ou solares – as denominadas terras raras – são muito raras, mesmo, sendo encontradas em poucos países e, provavelmente em quantidades aquém das necessidades da produção crescente destas tecnologias. Dai a necessidade radical de seu reaproveitamento.

Fonte: Agência FAPESP

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações

*

Share/Save/Bookmark

quarta-feira

As lâmpadas incandescentes já tem prazo para desaparecer no Brasil


Os dados indicam uma economia considerável na troca das lâmpadas incandescentes pelas fluorecentes. Entretanto é preciso considerar que esta economia não se justifica quando se coloca em risco a saúde dos usuários, haja vista que está comprovado que elas não são inócuas e que efetivamente fazem mal à saúde, Logo, é uma economia burra e arbitrária, porque não deixa opções para quem não quer aderir, ou melhor se preservar.
Apesar de a produção e importação de lâmpadas incandescentes com potência de 150W e 200W estarem proibidas desde ontem (30) no país, os estoques de atacadistas e varejistas ainda poderão ser comercializados até o final do ano, segundo informações do Ministério de Minas e Energia (MME).
A lei, que tem por base uma portaria de dezembro de 2010, é aplicada às lâmpadas que não atenderem a níveis mínimos de eficiência energética, e tem como objetivo reduzir a quantidade de lâmpadas incandescentes e elevar a participação de unidades mais eficientes, como as fluorescentes compactas e halógenas.
Leia tambem:
De acordo com a portaria, a substituição das lâmpadas será feita de forma gradativa, e a previsão é que elas saiam do mercado de acordo com a potência. As mais potentes estarão proibidas de serem comercializadas a partir de 31 de dezembro de 2012; e as de menor potência, a partir de 30 de junho de 2017.
A data limite para fabricação e importação de lâmpadas de 75W e 100W será no dia 30 de junho de 2013. As de 60W, que são as mais comercializadas, terão fabricação e importação proibidas a partir do final de junho do ano que vem e sua comercialização se encerra em junho de 2014.
Dados divulgados pelo MME indicam que, ao ficar ligada quatro horas por dia, uma lâmpada incandescente de 60W pode gerar 7,2 quilowatts-hora (kWh) de consumo no final do mês. No caso de uma lâmpada fluorescente compacta, o consumo pode cair para 1,8 kWh.
As medidas previstas na portaria do MME têm o objetvo de alinhar o país às premissas e diretrizes do Plano Nacional de Eficiência Energética (PNEf). (Agência Brasil)
Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.



Share/Save/Bookmark

quinta-feira

Os Correios utilizam veículo elétrico na entrega de correspondência

.
São pequenos veículos elétricos, os Aris, que em caráter experimental se locomovem em calçadões para a entrega e coleta de encomendas, inicialmente em Curitiba e Porto Alegre e Campinas e, a sequência será levado a outros centros urbanos do país, que foram apresentados na Rio+20.
“A nossa política, enquanto empresa, é a de fazer com que nossos trabalhadores, os carteiros, reduzam cada vez mais o uso de combustíveis fósseis, utilizando em suas atividades de entrega de correspondência veículos leves, o que inclui a adoção, no futuro, desses carros elétricos”, afirmou o presidente dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira.
Na mesma linha de promover a sustentabilidade em suas atividades, está em andamento outro projeto de coleta de lixo dentro do conceito de “logística reversa”, executado em parceria com empresas privadas, que é a entrega, aos carteiros, de equipamentos eletrônicos descartados, como baterias, pilhas, celulares, computadores, que serão encaminhados para as empresas que os fabricam, serviço que será feito pelo contingente de carteiros em todo o país que chega a 56 mil.

Os Correios, tambem expôs durante a Rio+20, um estande com a comercialização do EcoPostal, programa que permite a reutilização de uniformes, malas e malotes postais sem condições de uso para a confecção de bolsas, mochilas e roupas.

São medidas, que efetivam na pratica o conceito de sustentabilidade, não só na inovação do carro elétrico mas na otimização de sua infraestrutura já instalada, agregando valor e sustentabilidade à empresa e ao meio ambiente.

Fonte: Agência Brasil

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações


Share/Save/Bookmark

sábado

“Quero um dinossauro de estimação”. É, você ainda pode ter um

.
Clique na imagem para ampliar
A ciência sempre alimentou o sonho de “ressuscitar” um dinossauro ou um animal pré-histórico, sonho este que ganhou fôlego graças às descoberta da engenharia genética.

A ideia era partir de um gene encontrado em material fóssil ou mesmo a partir de um animal perservado como o filhote de mamute encontrado em um geleira na Sibéria, em perfeito estado de conservação.

Agora surge o “projeto frangossauro”, ou seja provocar uma  “evolução reversa” a partir de uma galinha, já que esta seria o parente mais próximo dos grandes dinossauros.

É, parece ficção científica, e pode ter uma dose razoável disso, mas, o fato é que existem tetativas sendo feitas, mesmo, como pode conferir em artigo, no link: “Quero um dinossauro de estimação”.

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações


Share/Save/Bookmark

quinta-feira

Brasil começa a adotar botijões de plástico para o gás de cozinha

.
Os botijões de gás, de aço, distribuídos pela Liquigrás, a maior distribuidora de gás de cozinha do país (GLP), controlada pela Petrobras, faz experiência desde fevereiro último em 3 grandes cidades brasileiras com o botijão de plastico com o objetivo de introduzi-lo de vez no mercado nacional em substituição ao convencional.

A nova tecnologia é econômica e ecologicamente mais vantajosa. É mais durável pois não está sujeita a corrosão e à reprovação nos testes de requalificação. Por ser de plástico, é mais leve, mais segura – o gás é mantido em um envolucro interno de aço – e não terá que ser repintado a cada 45 dias como ocorre com o de aço. 

A versão brasileira da nova tecnologia, que terá que ser produzida no país, poderá ainda utilizar as rezinas “verdes” ou o plástico verde desenvolvido pela petroquímica Braskem, parceira da Petrobras no empreendimento.
Embora ainda não se possa mensurar, haverá redução nas emissões de dióxido de carbono (CO²), já que os caminhões gastarão menos óleo diesel no transporte por levarem uma carga mais leve.
Resta saber se o consumidor vai aceitar a mudança e se a nova tecnologia se adaptará às condições de transporte no país.

Fonte: Valor

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações

Share/Save/Bookmark

terça-feira

Porque a lâmpada fluorescente não é ecologicamente sustentável

.
Esta ideia de trocar a lâmpada incandescente pela fluorescente em nome da economia de energia e em benefício do meio ambiente vem parecendo mais uma das pseudos soluções sustentáveis, quando, na realidade, significa um novo nicho de grandes lucros de empresas que, como sempre ocorre fazem qualquer coisa, inclusive posarem de ambientalmente corretas, um rótulo que vale ouro, literalmente.

Já está comprovado que ela faz mal à saúde, como pode ler no artigo: A luz fria faz mal, sim ainda não foi divulgado a contento como elas são compostas, quando se sabe da extrema simplicidade de uma lâmpada incandescente, e do relativo baixo impacto ambiental do seu descarte.

O mesmo não ocorre com a fluorescente que tem uma estrutura mais complexa e representa elevados riscos ambientais e de saúde quando quebradas ou descartadas indevidamente, já que não podem ir para o lixão ou mesmo para um aterro sanitário, exigindo o recolhimento pelo fabricante, o que até agora nada foi feito, em que pese o já elevado consumo e as regulamentações da nova Lei de Resíduos Sólidos, que ainda não 
funcionam.
Elas possuem mercúrio (elemento químico) e fósforo em sua composição. É classificada como contaminante químico. Caso tenha destino inadequado, a lâmpada fluorescente pode poluir o ar, solo, lençóis freáticos, rios, chuvas, animais e o homem, comprometendo a cadeia alimentar. Deve ser destinada a empresas de reciclagem. (Wikipédia) 
O que, como disse acima, ainda não ocorre.

Claro que a diferença de consumo de energia entre as duas é significativo, mais os fatores complicadores para a saúde e o meio ambiente, não justificam o risco. A solução seria o desenvolvimento de uma tecnologia tão eficiente no consumo, mas, segura no que se refere aos problemas apresentados.

Ao se adotar esta opção, sob força da lei, como já fez a União Europeia, gera a acomodação e é um desestímulo à procura por solução ecologicamente correta e sustentável.

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações



Share/Save/Bookmark

segunda-feira

Petrobras e UFRN iniciam cultivo de microalgas para biodiesel

.
A Petrobras e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte inauguraram, na cidade de Extremoz (RN), nesta terça-feira (03/04), planta piloto para cultivo de microalgas para produção de biodiesel.

A iniciativa permitirá um avanço nas pesquisas – realizadas até agora apenas em laboratórios – sobre o potencial das microalgas como nova alternativa de suprimento para biodiesel. 

 A solenidade teve a presença do presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, e do gerente Geral de Pesquisa e Desenvolvimento de Abastecimento e Biocombustíveis, Alípio Ferreira Junior, além de representantes da universidade.
 
“A produção de microalgas é um dos projetos de pesquisa prioritários da Petrobras, em razão da sua potencialidade de produção, atuando também na absorção de CO2 e na limpeza da água. Esse projeto coloca a Petrobras na vanguarda das pesquisas de renováveis na América Latina”, explicou Miguel Rossetto, presidente da Petrobras Biocombustível.


Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações

Share/Save/Bookmark

domingo

Brise-soleil, uma boa ideia para reduzir a pegada ecológica


Fachada do Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro, caracterizada pela presença marcante do “brise soleil”, um dispositivo arquitetônico utilizado para impedir a incidência direta da radiação solar nos interiores dos edifícios.

Embora a instalação seja cara, compensa os gastos com o excessivo uso dos condicionadores de ar. (foto: Marcos Leite Almeida/Wikepedia Commons)

Da revista Ciência Hoje

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações
 



Share/Save/Bookmark

sexta-feira

O carro elétrico pode não ser tão verde assim

.
Carro elétrico abastecendo, na Suécia
A ideia de sustentabilidade e de uso de tecnologias limpas de baixa emissão de carbono ou de redução da pegada ecológica vem criando algumas situações inusitadas. A “promessa” dos carros elétricos é uma delas.

A China e a Suécia que são as lideres neste mercado de produção e uso dos carros elétricos vem mostrando uma contrapartida que, se não inviabiliza a tecnologia pelo menos exige uma reformulação ou ações adicionais.

Se na China o crescente uso do carro elétrico com a promessa de 1 milhão de novos carros por ano, reduz o “smog” nas grandes cidades e leva à economia de petróleo, por outro lado vem trazendo um aumento nas emissão de carbono em função da fonte de energia elétrica ser as termoelétricas movidas a carvão mineral.

Como a China produz 37% de todo carvão mineral do mundo, que gera 80% de sua matriz energética, este quadro não deve se alterar, já que a mudança para uma fonte mais limpa é improvável.

Na Suécia que não tem uma matriz energética, necessariamente, limpa: nuclear e biomassa, o carro elétrico é mais barato que o convencional, e além da fonte de energia elétrica, o seu uso  aumentou o consumo e a mobilidade ao lado da redução da “consciência ecológica” da população, o que vem aumentando as emissões de CO² no país.

Logo, o uso maciço do carro elétrico pode trazer vantagens ambientais, sim, mas, depende de toda a cadeia ou ciclo envolvido no processo para colocá-lo nas ruas.

Fonte:Utne

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

É inaugurado o primeiro módulo de pesquisas do Brasil na Antártica

 .
O primeiro módulo científico brasileiro acaba de ser criado dentro do Programa Antártico Brasileiro, o Criosfera 1. O INPI ( Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) que já realiza pesquisas na região há mais de 25 anos ao lado de outras instituições, irá receber informações diárias por satélite dos dados meteorológicos coletados pelo Criosfera 1, com a intenção de obter análises sobre os reflexos dos poluentes gerados na América do Sul e em outras partes do mundo no continente antártico.
Agência FAPESP - Cientistas inauguraram o primeiro módulo brasileiro no interior da Antártica, o Criosfera 1, durante cerimônia realizada em 12 de janeiro no acampamento avançado, localizado a 84°S. Após quase um mês no continente gelado, enfrentando sensações térmicas de até 42°C negativos, o grupo concluiu o trabalho de instalação de todos os equipamentos internos e externos do módulo.

As primeiras transmissões de dados meteorológicos, em fase de teste, foram enviadas via satélite no início de janeiro para o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

De acordo com o Inpe, este é o primeiro módulo científico brasileiro no interior do continente antártico – o país possui apenas uma base na região da península. Toda a infraestrutura do Criosfera 1 foi desenvolvida, integrada e testada no instituto.
(...)
Entre as principais atividades científicas estão: a perfuração das camadas de gelo sobre o continente antártico do acampamento avançado, a fim de obter os testemunhos que revelam a história da composição atmosférica do planeta (cilindros de gelo com cerca de 7 cm de diâmetro e 80 cm de comprimento), a montagem e ativação do módulo Criosfera 1, que ficará funcionando de forma autônoma e enviando dados meteorológicos durante todo o ano, e o levantamento da morfologia e dinâmica das massas de gelo da Geleira Union e como elas respondem às variações ambientais.

  
Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

domingo

Com 90% Petrobras controla setor de petróleo no país

 
A quebra do monopólio da Petrobras sobre a exploração de petróleo no país ocorreu em 1997 no governo FHC (PSDB), quando, tambem, foi feita a privatização da empresa. No final de seu governo, o Lula (PT) promoveu a reestatização de fato da empresa, Pré-sal Petróleo S/A. Nova estatal “nacionaliza” o petróleo, em momento oportuno para garantir ao Brasil a posse real das riquezas do pré-sal. 
 
Clique para ampliar
Quatorze anos depois da quebra do monopólio na exploração de petróleo no país, a Petrobras mantém o domínio quase absoluto do setor. Concentra as importantes descobertas dos últimos anos e responde por quase 90% da produção nacional.

Desde 1999, foram enviadas 1.201 notificações de descobertas à Agência Nacional do Petróleo (ANP), mas apenas 152 se mostraram comerciais e receberam ou ainda vão receber investimentos que resultarão em nova produção de óleo ou gás. Dessas 152 descobertas, 92 foram feitas em campos operados pela Petrobras. 

No mar, houve 49 descobertas no período, sendo 39 em áreas operadas pela estatal. A maioria são campos em terra, de pequenas dimensões e que agregam pouco à produção nacional, com exceções importantes como as reservas de gás da Petrobras no rio Solimões e da OGX no Parnaíba.

A estatal também responde pelo maior volume de investimentos previstos para os próximos anos. Planeja investir US$ 215 bilhões até 2015, ou 83,3% do total do setor de petróleo e gás. As companhias estrangeiras são responsáveis pela produção de 10% do petróleo no país. Em outubro, extraíram 216 mil barris de óleo e gás por dia, ante uma produção total de 2,5 milhões de barris/dia.

Os adiamentos das novas rodadas de licitações para exploração - o último leilão foi em 2008 e a 11ª rodada vem sendo postergada desde abril - acentuam o poderio da Petrobras, porque fecham o espaço para a operação de novos concorrentes. "O monopólio está voltando a todo vapor", afirma Wagner Freire, ex-diretor da Braspetro e da Petrobras. (Valor)
 
Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

sexta-feira

Queijos artesanais e tradicionais podem desaparecer no Brasil


Utilizando critérios “anacrônicos” de saúde pública o Estado, através de suas agências reguladoras destroem uma cultura secular no Brasil, para favorecer aos grande laticínios, quando se sabe que países europeus como a França tem legislação que protege seus queijos artesanais seculares, itens de excelência e requinte da culinária francesa, como os queijos Roquefort e Gorgonzola, e o mesmo ocorre com outros países.

Os queijos artesanais brasileiros, preparados com leite cru, estão em risco de extinção.

Essa é a opinião de produtores, acadêmicos e associações sem fins lucrativos, que estiveram reunidos na última semana em Fortaleza, no primeiro Simpósio de Queijos Artesanais do Brasil.

Um objetivo comum os uniu ali, por três dias de palestras, debates e discussões: preservar os processos seculares de produção desses queijos, que carregam, em si, valores culturais e históricos.

"É mais que um alimento, é uma expressão profunda da nossa forma de vida", disse Kátia Karan, do movimento Slow Food (a favor da pequena produção camponesa).

Não importa se o queijo é feito no Rio Grande do Sul, nas serras de Minas Gerais ou no agreste pernambucano.

Todos são de "terroir", ou seja, estão relacionados ao clima, à pastagem e ao tipo de bactérias de cada região.

São feitos em pequena escala com leite cru (não pasteurizado), em propriedades familiares, de receitas tradicionais -o saber fazer passa de geração para geração. 


Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark