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terça-feira

Panelas de alumínio, repensando o uso e preservando a saúde

O uso de utensílios domésticos de alumínio – panelas, assadeiras, formas etc. – é um hábito tão arraigado que, apesar do que têm sido divulgado sobre os seus malefícios para a saúde, as pessoas continuam utilizando tranquilamente.
Panela de ferro
Além do hábito ou aspecto cultural, temos que considerar, também, o seu relativo baixo custo e certa funcionalidade no trato ou uso. Pesquisas e experimentos vêm alertando sobre a relação entre o hidróxido de fosfato de alumínio liberado nos alimentos e na água durante o cozimento e aquecimento e o surgimentos de algumas doenças.

O seu efeito cumulativo no organismo, por exemplo, traria uma maior predisposição ao Mal de Alzaimer e Mal de Parkson, doenças neurológicas de causa não de todo determinada e de cura não precisa.

Em função disso, recomenda-se parar com o uso desses utensílios, substituindo-os por esmalte (ou ágata), ferro, pedra, barro, pirex, vidro ou mesmo o aço inoxidável, alguns deles com restrições no uso e manuseio, a conferir. A alternativa, ou melhor o paliativo, para quem não quer ou não pode mudar, agora, é evitar aqueles utensílios de alumínio mais finos e frágeis, que teriam mais propensão a se desgastem e liberarem a substancia tóxica, optando por aqueles mais grossos, encorpados ou “duros”.

O teflon, apesar de ser muito usado é, tambem, pouco recomendável em função do desprendimento gradual do seu revestimento, que tem comprovada toxicidade, inclusive, rola na justiça, nos EUA, inúmeros processos contra a empresa Du Pont (EUA), por ocultar riscos para a saúde no uso do produto.

Tem ainda o aspecto ambiental, pois, a “fabricação” do alumínio, que é feita a partir do processamento da bauxita, é a siderurgia que mais consome anergia elétrica que, em tempos de crise de energia é mais do que oportuno reduzir-lhe o consumo.

É uma sugestão a considerar, haja vista, as transformações pelas quais vem passando os nossos alimentos, com defensivos agrícolas, agrotóxicos e aditivos químicos diversos nos alimentos processados – são mais de 100 milhões de substâncias, no total – que, qualquer coisa que fizermos, pode minimizar um pouco a situação e nos proporcionar um alimento mais saudável.
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sábado

Plástico verde. Como o etanol, o Brasil sai na frente, novamente

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Depois do etanol, que o Brasil produz desde a 1ª grande crise do petróleo, em 1973, e que, hoje, fez o país sair na frente, quando o mundo começou a busca por fontes de energias alternativas, em função da crise energética e das mudanças climáticas, associadas ao excesso de emissões de gases de efeito estufa, principalmente aqueles produzidos pelo uso massivo de combustíveis fósseis, agora, o país sai na frente, novamente, e anuncia o plástico verde.

É o biopolietileno ou o polipropileno verde. Um material 100% renovável, feito a partir do etanol da cana-de-açúcar e que já está sendo usado em caráter experimental, e pretende substituir o plastico convencional feito com polipropileno derivado do petróleo. O anúncio foi feito pela Braskem, a maior fabricante de termoplásticos da América Latina.

O material já esta sendo usado em caráter experimental em fábricas de automóveis, embalagens alimentícias, cosméticos, brinquedos, materiais de limpeza entre a outras. O plástico verde, como está sendo chamado, ainda trás algumas vantagens adicionais no que se refere a sustentabilidade, com a redução nas emissões de gases de efeito estufa do produto convencional, que contribui com o aquecimento e as mudanças climáticas. Cada tonelada de plástico verde sequestra e fixa 2,5 toneladas de CO² que estavam na atmosfera.

Outra vantagem é que não terão que ser feitos investimentos para adaptação das máquinas das industrias de transformação, o que implica em menores custos e agilidade na colocação do produto no mercado. Neste sentido a empresa já fez parcerias que levará, em breve, o plastico verde ao consumidor final, no mercado local e em todo o mundo, inicialmente na forma de embalagens e cosméticos.

A Braskem é um empresa nacional, com participação majoritária da Petrobras e da Oderbrecht.

Fontes: Agência Sebrae e Braskem

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Lixo espacial ameaça a internet, GPS e as comunicações


Relatório feito pelo Pentágono e só tornado publico recentemente, afirma que o volume do lixo espacial pode provocar um colapso geral nas comunicações na Terra, tanto civis – internet, telefones, GPS, redes de TV e informações – como as militares, tipo controle e monitoramento de satélites de espionagem, de controle de dispositivos de combate e espionagem teleguiados, além de sistemas de satélites avançados de navegação de mísseis, aviões bombardeiros teleguiados e monitoramento de combates.

Estima-se que haja mais de 370.000 destroços vagando pelo espaço próximo ou órbita da Terra, “disputando” espaço com o 1.100 satélites de todo tipo e utilidades, em funcionamento. Destroços estes formados por restos de foguetes, satélites desativados, ferramentas perdidas e até mesmo os hilários “pacotes de merda” e lixo das estações espaciais. Isso sem contar na queda destes artefatos sobre as nossas cabeças, o que já acontece, embora não seja muito divulgado.

Um choque entre dois satélites desativados ou entre estes e um em funcionamento, provocaria uma eclosão de novos detritos, e/ou uma interrupção imediata na funcionalidade deste – de serviços essenciais aqui na superfície – e sem uma previsão de solução imediata.

Em função destes riscos, considerados muito preocupantes, já se cogita na construção de algum tipo de “lixeiro espacial” para dar uma geral e reduzir os grandes riscos para as comunicações aqui, na superfície da Terra.

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quinta-feira

Nova tecnologia da Petrobras substitui cavalo-de-pau

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A industria do petróleo que usa altas tecnologias na exploração dos combustíveis fósseis – petróleo, gás e outros hidrocarbonetos – como a desenvolvida pela Petrobras de prospecção, perfuração e extração de óleo e gás das camadas do pré-sal a, aproximadamente, 7 mil metros de profundidade, algo equivalente a altura do Pico do Everest, convive com tecnologias desenvolvidas nos primórdios da descoberta e exploração do petróleo que é o cavalo mecânico, mais conhecido como “cavalo-de-pau”, que ainda é utilizado normalmente, há mais de 100 anos em todo o mundo, para a retirada de óleo em poços em terra.

É um mecanismo muito simples que funciona de forma mecânica – com um movimento de vai-e-vem – que aciona o mecanismo no poço e traz o petróleo a superfície. Entretanto, em função de alguns problemas que implicam em altos gastos em manutenção do “cavalo-de-pau”, a Petrobras vem desenvolvendo, junto com o Laboratório de Eletromagnetismo Aplicado (Lmag) do Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétrica (PEA) da Escola Politécnica (Poli) da USP, uma nova tecnologia inédita no mundo que visa servir de alternativa mais eficiente e com um menor custo operacional.

A Petrobras que utiliza o cavalo-de-pau convencional em 68 dos seus poços em terra, não informa quantos já foram substituídos pela nova tecnologia. A perspectiva é de começar a comercialização para o mundo, já que detém a patente do novo motor e, existe ainda a perspectiva de usá-lo, inclusive em poços mais rasos no mar.

O mercado mundial é altamente promissor, pois, como falamos acima, é a primeira tecnologia que substitui efetivamente o cavalo-se-pau tradicional utilizado em todo o mundo.

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terça-feira

Pré-sal Petróleo S/A. Nova estatal “nacionaliza” o petróleo


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O presidente Lula sancionou (02/08/2010), o projeto de lei enviado pelo governo ao Congresso Nacional, que cria a Pré-sal Petróleo S/A (PPSA), empresa estatal que vai gerir a exploração do petróleo do pré-sal. Na realidade, ao substituir o sistema vigente até então de concessões pelo de partilha, a nova lei nacionaliza o petróleo e os demais produtos do pré-sal tornando-os propriedade da União.

É que, com o sistema anterior, as empresas concessionárias – em grande parte multinacionais estrangeiras – eram proprietárias do produto extraído, podendo, inclusive dar-lhe o destino que melhor lhes conviesse, tendo, apenas, que recolherem aos cofres públicos os impostos e/ou taxas devidos, conforme determinava o antigo marco regulatório feito no governo anterior do FHCPSDB – quando da quebra do monopólio da Petrobras e privatização, de fato, da empresa.

Pelo novo sistema, a PPSA vai gerir todos os contratos de exploração do petróleo, partilha de produção e de comercialização de todos os produtos, incluindo o gás natural e outros hidrocarbonetos, alem de monitorar a execução dos projetos de exploração, custos e investimentos, bem como gerar subsídios para as atividades de regulamentação da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Os seus recursos virão, sobretudo, das rendas obtidas com a gestão dos contratos de partilha, quando o petróleo produzido será “dividido” com a empresa – em percentuais pré-estabelecidos – e, a União com a sua parte é quem lhe dará o destino conveniente.

Além das vantagens óbvias para o Brasil, a Pré-sal Petróleo S/A, resgata a soberania nacional sobre uma riqueza de seu sub-solo que é patrimônio de todos os brasileiros, pois, pelo sistema anterior, como proprietária de fato e de direito do petróleo e gás extraídos a empresa estrangeira poderia dar-lhe o destino que quisesse, mesmo que, hipoteticamente, o país precisasse, em eventual crise de escassez interna e ou internacional, em um cenário anunciado há já um bom tempo.
Fonte: Agência Brasil 

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Prêmio Oderbrecht para o Desenvolvimento Sustentável 2010

O prêmio tem como principal objetivo reconhecer e incentivar estudantes universitários que se propõem a pensar a engenharia em uma perspectiva sustentável, voltada para a própria comunidade acadêmica como a sociedade em geral.

O prazo de inscrições vai até o dia 8 de agosto de 2010. Para maiores informações e inscrições, no link: Prêmio Oderbrecht para o Desenvolvimento Sustentável.

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domingo

Usina de ondas no Porto de Pacem, no Ceará

"As obras de preparação de uma área no quebra-mar do Terminal de Multiplas Utilidades do Pacem (TMUT) para abrigar uma usina-piloto de produção de energia elétrica a partir das ondas do mar estão em andamento, devendo ficar prontas ainda este ano. 
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sexta-feira

Poste de iluminação pública alimentado por energia solar e eólica


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Veja detalhes no link: Postes a energia eólica e solar.

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segunda-feira

Bioenergia, 5º Congresso Internacional de 2010

No periodo de 10 a 13 de agosto de 2010, na Expo Unimed, em Curitiba – PR – será realizado o que é considerado o maior forum brasileiro de tecnologia e uso de energias renováveis: biomassa, biocombustíveis, geradores de energia e energias alternativas.

Paralelamente acontecerá a 3ª edição da BioTecFar 2010, com exposição e oferta de tecnologias para produção de energia renovável. Para mais informações e inscrições, acesse o site no link: 5º Congresso Internacional de Bioenergia.

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sexta-feira

Energia eólica. Parque na praia de Parajuru, no Ceará


“Com a inauguração, em agosto do ano passado, do parque eólico Praias de Parajuru, em Beberibe, o Ceará passou a ser o estado brasileiro com maior capacidade instalada em geração de energia elétrica por meio dos ventos, , com mais de 150 megawatts (MW). Instalada em uma área de 325 hectares, localizada a pouco mais de cem quilômetros de Fortaleza, a nova usina passou a funcionar com 19 aerogeradores, capazes de gerar 28,8 MW. O empreendimento é resultado de uma parceria entre a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e a empresa Impsa, fabricante de aerogeradores.

Além dessa, a parceria prevê a construção de dois outros parques eólicos – Praia do Morgado, com uma capacidade também de 28,8 MW, e Volta do Rio, com 28 aerogeradores produzindo, em conjunto, 42 MW de eletricidade. Os dois parques serão instalados no município de Acaraú, a 240 quilômetros de Fortaleza.”
Clique no link e saiba mais...
Transcrição: Conversa Afiada

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segunda-feira

HAARP. Sabe o que significa? A máquina de terremotos pode ser real

Teorias conspiratorias, em que pese o carater meio pejorativo que muitos atribuem a elas, temos na História a comprovação de que sempre estiveram nos bastidores das decisões de Estado, das guerras, conflitos e de todo tipo de evento importante nas relações internacionais.

Denuncias e preocupações de políticos e cientistas com o que se denomina HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program) – projeto de pesquisas na ionosfera, já chamado de maquina de terremotos, apontam evidencias segundo as quais os EUA estariam provocando alterações sérias na atmosfera do planeta, ao que tudo indica, com objetivos estratégicos e militares e teriam tudo a ver com os terremotos do Haiti, do Chile e de um grande e devastador na China, em 2008, que provocou destruição radical em instalações militares e de pesquisas com energia nuclear.

É surpreendente, vale à pena conferir: o texto e os varios vídeos. É só clicar no link: HAARP – A maquina de terremotos.

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Termoelétrica flex. É isso, bi-combustível


O Brasil sai na frente novamente na inovação tecnológica na produção e uso de fontes de energia alternativas, e renováveis. Depois do álcool combustível – Pró-Álcool nos anos 70 – do biodiesel e do carro flex, é inaugurada pelo presidente Lula, em Juiz de Fora – MG – a primeira usina termoelétrica flex, bi-combustível, da Petrobras, que passa a utilizar o etanol em vez do gás natural, para gerar energia elétrica. Como nos carros flex, ela tem um mecanismo que reconhece o combustivel e pode adaptar-se automaticamente caso mude o combustível, e volte a usar o gás natural.

Os ganho são muitos, tanto econômicos, energéticos como ambientais. A redução das emissões de gases de efeito estufa na atmosfera; autonomia por utilizar um combustível renovável e largamente produzido no país; a possibilidade de exportar esta tecnologia agregada ao etanol e, ainda, a possibilidade de venda de créditos de carbono no mercado internacional. A perspectiva é adaptar as 14 termoelétricas a gás natural da Petrobras que, junto com 12 de óleo e 15 pequenas hidrelétricas, compõe o parque gerador da empresa.

A iniciativa vem em boa hora, pois, em função das dificuldades de conseguir licenças ambientais para a construção de novas hidroelétricas, como Belo Monte, por exemplo, o crescimento da oferta de energia no país vem sendo feita, principalmente por termoelétricas movidas a gás natural e até mesmo carvão mineral, o que não faz parte da cultura energética nacional.
Fonte:Tendência e Mercado

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quarta-feira

Captura de CO². Petrobras inaugura projeto na Bahia

Com a elevação da concentração de CO² na atmosfera e a sua associação com o Aquecimento Global e a degradação do meio ambiente, a busca por tecnologias que minimizem ou atenuem estes efeitos tem sido constante, a partir da divulgação do relatorio do IPCC sobre as mudanças climáticas, em Paris, em 2007.

A Petrobras inaugurou na Bahia (28/12/09), um projeto, pioneiro na América Latina, de captura de CO², através da injeção do gás carbônico nos poços do campo de petróleo de Miranga, no município de Pojuca, a Bahia.

A tecnologia adotada visa aumentar a produção de petróleo, ao mesmo tempo em que reduz a emissão de gás na atmosfera.

Leia matéria completa no link: Captura de CO², no Blog Fatos e Dados, da Petrobras.

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segunda-feira

EcoFree, dica que pode usar e contribuir para a preservação do meio ambiente

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O CO², ou dióxido de carbono, não é, decididamente, um produto da inventividade e/ou irresponsabilidade do homem no uso dos recursos naturais e da queima de combustíveis fósseis apenas. É um elemento natural no meio ambiente, que faz parte do “metabolismo” do planeta e só chegou a tornar-se um vilão, em função dos excessos cometidos pelo homem em nome do progresso. Como você lê no artigo:”Dióxido de carbono, de benfeitor a vilão do meio ambiente pela ação humana".

Entretanto a somatória do efeito das emissões de “n” atividades humanas veem gerando um desequilíbrio com altíssima concentração de CO² na atmosfera, literalmente, insustentável.

Muito se tem escrito e falado sobre a influência das atividades pessoais na construção deste cenário, bem como o que pode ser feito por cada um para contribuir na controle do aquecimento e degradação do meio ambiente.

As novas tecnologias, como quaisquer outras, não ficam de fora dessa responsabilidade. Como o seu computador e as suas atividades na Internet, por exemplo. Neste sentido uma idéia simples, mas, que adquire maior significado diante dos mais de 1 bilhão de computadores e os quase 700 milhões de usuários ativos de Internet é reduzir o consumo de energia e as suas emissões de CO², usando tecnologias e/ou procedimentos mais “limpas”.

O portal de pesquisa EcoFree, que utiliza tela preta, pode ajudar, pois, está comprovado que reduz significativamente o uso de energia. Como você pode ver e baixar para o seu computador no link:O "Preto é Verde". Use “tela” preta contra a degradação do meio ambiente e o aquecimento global". Clicando aqui, pode ainda enviar para seus amigos o mesmo portal e assim disseminar esta idéia.

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quarta-feira

Prêmio Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia

Instituído pelo Ministério das Minas e Energia e coordenado pela Eletrobrás e Petrobras, o prêmio visa reconhecer e premiar projetos que propõem o uso racional e eficiente de energia no país.

São seis categorias: Edificações, Empresas do Setor Energético, Imprensa, Industrias, Micro, Pequenas e Médias Empresas e Órgãos e Empresas da Administração Pública.

As inscrições foram prorrogadas até o dia 11 de setembro, com data-limite para o envio dos projetos e documentação pelos Correios até 18 de setembro de 2009.

Mais informações e inscrições no link: Prêmio Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia.

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sábado

Etanol brasileiro é superior às versões europeias e norte-americanas em benefícios ao meio ambiente



Plantação de milho - EUA
O estudo,
Avaliação Econômica das Políticas de Apoio ao Biocombustível, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico apresenta, em Paris, dados que confirmam o que já se suspeitava: a superioridade do etanolálcool – brasileiro sobre os similares europeus e norte-americanos.
 
Conforme o estudo, o etanol brasileiro feito da cana-de-açúcar permite uma redução de 70% a 90% das emissões de CO² em relação aos combustíveis fósseis. Em contrapartida, aquele fabricado a partir de óleos vegetais na União Europeia reduz entre 40% e 55% , e o fabricado do milho nos EUA – maior produtor mundial – com 20% e 50% – média abaixo de 30% - em economia nas emissões de CO², logo em danos ao meio ambiente.

Como já comentamos no artigo: “Um litro de etanol de milho gasta 1 litro de petróleo e 2.138 litros de água para ser produzido”, o processo de produção de etanol norte-americano, feito a base de milho, é um tiro n'água, tanto em termos de meio ambiente ou ambientais como econômicos, e se mantém às custas de subsídios do governo e da taxação do etanol brasileiro, pois, sabem que não seriam páreos em um processo de livre concorrência. 

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quarta-feira

10º Prêmio von Martius de Sustentabilidade

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Estão abertas as inscrições para o Prêmio von Martius de Sustentabilidade, promovido pela Câmara de Comércio Brasil-Alemanha, com o objetivo de valorizar ações voltadas ao desenvolvimento sustentado que possam ser utilizadas em comunidades, como exemplo aplicável às mais variadas situações geoeconômicas do país.

Os projetos devem ser nas categorias: Humanidades, Tecnologia e Natureza.

As inscrições vão até o dia 25 de setembro de 2009.

Maiores informações no link: Prêmio von Martius.

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sábado

Energia nuclear. A crise energética minimiza os riscos e “ressuscita” antigos projetos de usinas


Central nuclear - Mosele, França
As perspectivas de mudanças climáticas em função das emissões de CO² das fontes convencionais de energiapetróleo e carvão mineral – aliadas ao fim das reservas, sobretudo do petróleo, e as discussões sobre alternativas, vem “ressuscitando” a opção nuclear.
 
Parece que a carência de alternativas viáveis no médio e longo prazo, senão a falta de perspectivas para muitos países, vem espantando o fantasma dos acidentes nucleares que tirou de pauta, e da planta, muitos projetos de usinas.

A França, a maior potencia nuclear, e o modelo sugerido e preferencial. Com 78% de suas necessidades de energia elétrica para uma média européia de 30% e de 20 % nos EUA, a Areva – estatal nuclear francesa – vê crescer, a cada dia, a lista de novos clientes.

Isso se deve ao fato de, ao ter que administrar as suas 59 centrais nucleares, garante ter desenvolvido o que se denomina Terceira Geração, o que significa menos emissões de CO², mais eficiência e mais segurança. Essa revisão no trato com a energia nuclear vem acirrando os debates com aqueles que defendem alternativas mais seguras e limpas, pois, além dos riscos, hipotéticos, de acidentes, ainda não existe uma forma segura de armazenamento do lixo nuclear, que talvez seja o ponto mais fraco do sistema.

Outro aspecto a considerar, é o fato de a maioria dos países que usam ou pretendem usar, não tem reservas de urânio – demolindo o mito da auto-suficiência – e a conta do petróleo que não pode ser suavizada com as necessidades de combustível para veículos e transporte. Na França, também, 70% do combustível é baseado no petróleo e no carvão mineral, os velhos vilões de sempre.

Pelo visto, em vêz de uma alternativa energética real e ecologicamente viável, a opção mais provável é por aquela que parece mais fácil. Problemas? O futuro - e as próximas gerações - se encarregará de resolve-los. 
Fonte: EL PAIS 

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segunda-feira

4º Congresso Internacional de Bioenergia

O Brasil vai sediar o 4º Congresso Internacional de Bioenergia, que será realizado de 18 a 21 de agosto de 2009, em Curitiba – PR. O evento tem o propósito de discutir a viabilidade do uso ou aproveitamento de resíduos industriais, na produção de biomassa e biocombustíveis.

Maiores informações e inscrições no link: Bioenergia.

Paralelamente, acontecerá o 1º Congresso Brasileiro de Geração Distribuída e Energias Renováveis, com o propósito de difundir as mais novas praticas de geração de energia elétrica de forma distribuída, com as micro geradoras, além de discutir a regulamentação da atividade e sua integração às redes concessionárias convencionais.

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Outro evento, também, paralelo, será a Bio Tec Fair2ª Feira Internacional de Tecnologia em Bioenergia e Biodiesel, além de energia solar e eólica, onde será apresentada uma Mostra de Produtos e Serviços relacionados à tecnologia na produção de energia.

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sábado

Produto a base de castanha de caju e mamona para remoção de petróleo em acidentes



O Instituto de Macromoléculas Professora Eloisa Mano (IMA), da Universidade Federal do Rio De Janeiro (UFRJ), com apoio da Fundação de Amparo a Pesquisa do Rio de Janeiro (FAPERJ), desenvolveu um método simples, barato e eficiente na remoção de petróleo proveniente de acidentes no meio ambiente.

Derramamento de petróle

O produto é proveniente do Liquido da Castanha do Caju (LCC) e óleo de mamona, matérias-primas renováveis, das quais, a partir de experiências feitas com plásticos produzidos desses óleos, descobriu-se a sua “afinidade” com elementos semelhantes na composição do petróleo com o qual tenderia a interagir.

A nova tecnologia promete racionalizar o processo de limpeza da água do mar e das praias, feitas, hoje, precariamente, pelos processos disponíveis.

Com as novas reservas do pré-sal e a intensificação do transporte de petróleo, a descoberta é bastante oportuna para solucionar hipotéticos, mas, prováveis acidentes futuros nas costa litorânea da região.

Para mais informações, clique em AgroBlog, blog da EMBRAPA e/ou FAPERJ.

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