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quarta-feira

Já tem gente reclamando das faixas exclusivas de ônibus em São Paulo. Pode?

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Já tem gente querendo combater as faixas exclusivas para ônibus do governo Haddad, em São Paulo. É o jornal o Estadão. É fácil ficar criando matérias falando mal do trânsito na cidade e botando a culpa no administrador de plantão, sobretudo se ele é um desafeto político.

Como ficou “pendurado na brocha” ou sem argumentos para “meter o pau” no prefeito, a saída agora é falar mal da solução, as faixas exclusivas para ônibus. Uma solução tão óbvia que surpreende que algum não tenha feito antes.

Pesquisas comprovam que mais da metade da população que se desloca de carros afirmou que passará a utilizar o transporte coletivo se este melhorar e ficar mais ágil. Como vê, a ideia de combater só pode mesmo ter inspiração política e partidária e estão se lixando para os problemas da cidade.

Já que o “negócio” é falar mal do PT e seus administradores.

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quinta-feira

Dois milhões de árvores na cidade... Prefeitura de São Paulo quer conferir

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Clique, amplie e veja detalhes

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, pretende mapear as árvores da cidade. O censo verde objetiva levantar o número total de árvores, espécie e saúde do pé. O projeto está em fase de elaboração e será realizado por uma parceria entre a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Para ajudar o mapeamento, serão compradas imagens de satélite do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. E, para medir a saúde das árvores, haverá vistoria com o uso do Sisgau, software do IPT criado na gestão de Gilberto Kassab.

O ex-prefeito da cidade, também havia prometido a realização do censo com o projeto Identidade Verde, que pretendia mapear 94 mil plantas, mas só cumpriu 17% da meta.

O programa Sisgau avalia a idade, saúde da árvore e qualidade das podas. Porém, já existe outro software mais avançado, chamado Arbour, que consegue registrar a queda das árvores – um dos principais problemas  nas grandes cidades. Segundo o corpo de bombeiros, em 2012, 700 caíram na cidade.  E, nos últimos 14 anos, 72.514 foram cortadas com autorização do poder público.

Parte da cidade já foi mapeada, no bairro dos jardins, a Associação AME Jardins e a AES Eletropaulo contrataram o IPT para pesquisar as espécies do bairro. No total, 2.200 árvores foram catalogadas. O documento foi entregue em novembro passado para a prefeitura. (No Catraca Livre)



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sábado

A metade dos rios chineses desapareceu nos últimos 20 anos

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Segundo um estudo cartográfico recente, mais de 28 mil rios chineses secaram, desapareceram, dos registros do país desde 1990.

O estudo publicado em 26 de março de 2013, feito entre 2010 e 2012 chegou a esta conclusão, ou seja, dos 50 mil rios registrados em 1990, sobraram apenas 22.909 rios. Estes dados chegam a um cenário onde o governo chinês está engajado em uma nova iniciativa para conter a degradação ambiental no país.

Entretanto, a notícia não chaga a surpreender a muitos estudiosos, já que a super exploração a que veem sendo submetidos os recursos fluviais do país, a exemplo do projeto da gigante represa da usina Três Dragões que, segundo outros estudos divulgados antes, pode, inclusive, estar associado ao aumento das atividades sísmicas na região, tamanha a magnitude do lago.

Embora alarmantes, estes dados trazem controvérsias quando se questionam os critérios adotados antes para os estudos e levantamentos dos cursos d’água no país, em contraposição àqueles atuais muito mais precisos e confiáveis.

As reações no país como não poderiam deixar de ser, são de perplexidade, tanto no governo como em outros seguimentos da sociedade, que vêem como um alerta sobre a vulnerabilidade do país, que em busca pelo desenvolvimento econômica e pela melhoria da qualidade de vida da população, com índices recordes e continuados de crescimento – de 8% ao ano – e que já importa alimentos e energia, pode ter que enfrentar mais este fantasma, importar água para o consumo da população.

O lado otimista é que as preocupações e investimentos crescentes do governo com a sustentabilidade no país nos últimos anos já chegam a mais do dobro do índice de crescimento, com 18,8%, o que significa um sério enfrentamento das condições de degradação da sustentabilidade no país.

Com informações do Terra Eco



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quinta-feira

Silvicultura já produz 77% da madeira extraída no país

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O aumento da fiscalização e a maior conscientização ambiental no país levaram a uma inversão na participação da extrativa vegetal e da silvicultura (florestas plantadas) na produção primária florestal brasileira, mostram os dados da pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2011 (Pevs), divulgada hoje (6), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Plantação de eucalipto no Maranhão
Em entrevista à Agência Brasil, o gerente da pesquisa, Luís Celso Guimarães Lins, disse que o país vivenciou, nas últimas décadas, uma transformação no setor de produção de madeira, com a expansão da produção de toras de madeiras a partir de florestas plantadas.

“É só observar que em 1990 a extrativa vegetal chegava a responder por 67% de toda a madeira produzida, enquanto a silvicultura era responsável por apenas 33% da madeira produzida nas florestas brasileira. Cinco anos depois, em 1995, esse percentual já havia sido invertido: a extrativa vegetal respondia por apenas 47% da madeira produzida, enquanto a silvicultura saltava para 53%.”

Os números, segundo o técnico do IBGE, foram sendo alterados ano a ano com a produção decorrente da silvicultura e, uma década depois, em 2000, já respondia por 77% da produção total de madeira.

“Não há dúvidas de que a silvicultura vem crescendo ano a ano em detrimento da extrativa vegetal. E dois são os fatores que levam a esse fenômeno: o aumento da fiscalização, principalmente sobre os produtos madeireiros e a necessidade das indústrias de suprir seus parques produtivos. Setores como o de celulose, papel e papelão, siderurgia, móveis – todos estão procurando plantar as árvores que viabilizarão a sua própria produção”, disse à Agência Brasil.

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segunda-feira

De COP em COP os desafios ambientais continuam sendo empurrados com a barriga

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Mapa climático mundial
Estas “COPs” que se repetem a cada ano, nada mais são do que tentativas de ratificar o primeiro protocolo, o do Kioto, acordo assinado no Japão em 1997, que é letra morta desde então, em função, sobretudo, da negativa dos EUA em assumir a sua parte no corte de emissões, como grande emissor histórico que é.

O resto e conversa jogada fora.

E, pelo visto, esta, a COP18, vai pelo mesmo caminho com mais "tranquilidade", já que a desculpa da crise econômica vai facilitar as coisas, e mais países: Japão, Canadá, Rússia e Nova Zelândia, já disseram que não pretendem assinar um segundo período do acordo.

A realidade é que nunca se usou tanto carvão mineral como agora – o maior vilão das emissões de CO² – com a desculpa da deterioração das condições econômicas, tanto na UE como nos EUA e muitos outros países. É que ele é relativamente abundante e barato, por ter uma distribuição mais democrática no mundo, ao contrário de outras fontes de energia como o gás natural e o petróleo.

A contradição desta COP18 começa com o local do encontro, Doha, no Qatar, que é um micro país criado artificialmente sobre um super poço de gas natural e detém o recorde de maior emissor “per capta” de CO² do mundo.

É que o pais vem tentando se especializar em sediar grandes conferências e eventos de todo tipo, como uma tal “Rodada do Doha”, da Organização Mundial de Comércio, em uma tentativa de acordo internacional para a redução de barreiras comerciais que, como agora vai acontecer com a COP18, não deu em nada.

O que se espera é que de COP em COP algo de concreto acabe saindo, mesmo que de forma pontual e menos ambiciosa do que o Protocolo de Kioto, que já nasceu caduco.

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terça-feira

Amazônia tem menor taxa histórica de desmatamento, diz ministra

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O Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgou nesta terça-feira (27) os dados do desmatamento referentes ao período de agosto de 2011 a julho de 2012. Pela primeira vez, a quantidade de florestas desmatadas no ano ficou abaixo dos 5 mil km², o que é considerado pelo MMA como a menor taxa da história.

A taxa de destamento anual é calculada pelo Prodes, sistema do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe). Segundo o Inpe, entre agosto de 2011 a julho de 2012 foram desmatados 4.656 km² de florestas, o que representa uma queda de 27% em relação ao período anterior. Esses números ainda são uma estimativa, com 10% de margem de erro. Os números finais serão apresentados em 2013.

O resultado foi comemorado pelo ministério. Segundo a ministra Izabella Teixeira, o anúncio representa um marco no combate ao desmatamento, já que pela primeira vez a taxa ficou abaixo dos 5 mil km². “Arrisco a dizer que foi a única notícia ambiental positiva que o planeta teve esse ano”, disse a ministra.

O desmate diminuiu na maior parte da Amazônia, mas cresceu em três Estados: Tocantins, Amazonas e Acre. Apesar disso, Pará e Mato Grosso continuam sendo os Estados que mais desmatam: só o Pará desmatou mais de um terço do total no período.

Os dados divulgados nesta terça se referem apenas ao período de agosto de 2011 a julho de 2012. No entanto, segundo o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), houve aumento do desmatamento nos meses mais recentes, em setembro e outubro de 2012. O Imazon faz um monitoramento independente e não-oficial do desmatamento da Amazônia. ( do Blog do Planeta)

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quinta-feira

O ACM Neto “insustentável”. Assista vídeo com votação do Código Florestal

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Como pode assistir neste vídeo, a performance do candidato do DEM, ACM Neto, à prefeitura de Salvador na aprovação do Código Florestal torna-o, decididamente, um “candidato insustentável”, literalmente. 

Foi uma das lideranças na Câmara dos Deputados que “melou” o Código Florestal, oportunamente vetado pela presidenta Dilma em seus pontos mais perniciosos ao meio ambiente e à sustentabilidade.

Veja as bravatas!

Logo, eleitores de Salvador, se presam o meio ambiente e o verde da cidade, deixem este anti-ambientalista fora da prefeitura da cidade.

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quarta-feira

Os rios deixados de herança para as novas gerações

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Em Jacarta, na Indonésia
Rio Yamuna, na Índia
Baia da Manila, nas Filipinas
Rio Pingba, na China
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segunda-feira

Meio ambiente. Fazer a sua parte é o inicio da mudança #BAD12

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Pegada ecológica
Embora as deliberações e leis de instituições governamentais e as ações de organizações diversas ou ONGs sejam importantes para o enfrentamento dos desafios ambientais que ameaçam a sustentabilidade no planeta, o que efetivamente tem um poder transformador e que pode determinar as mudanças e/ou alterações necessárias é a atitude de cada um.

As limitações impostas pelo sistema econômico e pelo lucro, só serão superadas pela mudança de atitude pessoal no cotidiano, no uso dos recursos naturais sob a forma de mercadoria e serviços.

São exemplos a racionalização no uso da água, o alongamento voluntário da vida útil de bens de consumo variados: eletroeletrônicos, vestuário, bem como a reutilização – dar uma nova função – e o repasse de produtos descartados e/ou tornados obsoletos pela publicidade e moda e, só como último recurso, a reciclagem – com a redução do lixo – já que esta implica em consumo de energia e de uma linha de produção para voltar ao mercado.

Uso racional de recursos não implica em abdicar do seu uso, mas, em não desperdiçar ou utilizar apenas aquilo que efetivamente precisa.

Esta atitude pessoal parece pouco, mas, é o que de mais concreto cada um de nós pode fazer, isso sem falar no exemplo que passamos a dar para parentes, amigos ou mesmo vizinhos, sem que tenhamos que “gastar o verbo”, já que o exemplo é a forma mais simples e efetiva de gerar ou inspirar mudanças.

Obs. Este artigo faz parte do Blog Action Day 2012, #BAD12, que é uma blogagem coletiva internacional, como uma forma de chamar a atenção para problemas sérios que ameaçam a vida no planeta.

Iniciada em 2007, já está indo para a sua 5ª edição e estamos participando pela 4ª vez – veja edições anteriores nos banners na barra ao lado – com temas como mudanças climáticas, água e fome. Este ano o tema é o poder de cada um ou o que cada um pode fazer para contribuir. # powerofwe BAD12

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sábado

Curitiba, 5ª cidade mais desigual da América Latina. O que aconteceu?

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O que aconteceu com o modelo de urbanização e sustentabilidade citado e reconhecido internacionalmente? Este artigo: Curitiba, reconhecida, e premiada, com o prêmio global cidade sustentável, foi publicado aqui em 09/04/2010, veja a introdução:
"Curitiba vence disputa pelo prêmio global Globe Award Sustainnable City, de cidades sustentáveis pelo Globe Forum. Na escolha unânime pelo comitê, superou cidades como Sidney, na Austrália, Malmö, na Suécia, Múrcia, na Espanha, além de outra concorrentes.

...particularmente, a abordagem holística como a cidade encarou os desafios da sustentabilidade é bem delineada e gerenciada numa clara demostração de forte e saudável participação da comunidade e integração cultural, econômica e social”, com esta definição, a Globe Forum justifica a escolha de Curitiba.
Clique no link acima e leia a noticia completa.

Então, o que aconteceu? Porque o título que lhe resta é o de 5ª cidade mais desigual da América Latina, conferido por um estudo da ONU divulgado mês passado?

Neste link: Curitiba 5ª cidade mais desigual, você pode conferir uma reportagem da BandNews que tenta explicar um pouco essa mudança inusitada. 

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sexta-feira

Energias alternativas? A produção de petróleo vai muito bem, obrigado!

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Clique na imagem para ampliar
Um dos fundamentos da insistência na busca por fontes de energias alternativas aos combustíveis fósseis, sobretudo o petróleo, mesmo antes das teorias sobre mudanças climáticas associadas às emissões de carbono, era a certeza do esgotamento das reservas. 
 
Entretanto, estudos recentes vem confirmando que este cenário é improvável, que enquanto algum produtores rumam para o esgotamento de suas reservas, descobertas de novas jazidas, como o pré-sal no Brasil, garantem o fluxo de petróleo e a estabilidade nos preços no médio longo prazo.

Portanto, a luta para melhorar a matriz energética no planeta com a substituição de fontes de energia fóssil por energias mais limpas ou alternativas terá que se apoiar em outros parâmetros ou argumentos, fundamentando-se mais em ação política do que em pressupostos geológicos.

Neste gráfico acima dá para perceber a situação, quando a produção tende a se manter ou mesmo aumentar, o que vai garantir preços estáveis e competitivos com as novas tecnologias de produção de energias limpas.

A avaliar pelo comportamento de governos e empresas, não obstante a retórica ambientalista, o fator determinante é a otimização de lucros e manutenção da atual política de energia, produção e transporte.

Fonte: Outras palavras

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sábado

“Terrorismo verde”, falsos índios lideram quebra-quebra em Belo Monte

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Imagem original do Le Monde (fr)
 Como já comentamos aqui em artigos que você confere abaixo, os índios estão servindo de massa de manobra de ONGs para impedir as construções na Amazônia, não só de usinas. Desta vez, elas utilizaram índios da etnia Munduruku, de Mato Grosso, que não serão afetados diretamente pela obra, o que demonstra a intenção, já comprovada anteriormente, de manipular e enganar as pessoas e a lei. 

As provas que incluem depoimentos e imagens, mostra os “índios cara pálidas” entregando as armas do crime – picaretas – para os índios formarem o pelotão de frente da invasão e depredação do canteiro de obra de Belo Monte.

Houve destruição e roubo de equipamentos. Pelo menos 50 computadores foram quebrados, notebooks, celulares e radiocomunicadores foram furtados, dezenas de aparelhos de ar-condicionado foram danificados e móveis, documentos e projetos foram queimados. A estimativa, segundo o consórcio, é que o prejuízo ultrapasse R$ 500 mil.

Leia: Falsos indios em protesto contra construção de Belo Monte

Já foi feito o pedido de prisão dos ativistas que, segundo a polícia, são ligados ao Cimi Conselho Indigenista Missionário – e ao Movimento Xingu Vivo para Sempre. Já foram identificados 11 ativistas destas duas instituições, enquanto os índios envolvidos podem ou não ser responsabilizados em função de serem inimputáveis, a depender do seu nível de aculturação.

Talvez por isso estejam sendo usados, e mesmo os cara pálidas que se fantasiam de índios devem estar querendo se valer do disfarce para se safarem de suas responsabilidades perante a lei.

Entre as acusações, estão formação de quadrilha, roubo, saque, danos à estrutura dos imóveis e invasão de propriedade privada. Também são acusados de dar suporte logístico para os índios, como transporte e estadia.

É imprescindível a organização da sociedade para participar mais efetivamente das decisões no país, mas, pelo visto, tem grupos que preferem operar na marginalidade, que é o nome real de ações como esta.

Fonte: Agência Brasil

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quarta-feira

A visão “romântica” das ONG sobre as populações ribeirinhas da Amazônia

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Muitas ONGs – sobretudo estrangeiras, que são a maioria e as mais aguerridas, porque turbinadas por um “suporte” não confessado – acham bucólica, pitoresca e até romântica uma vida assim como a desses ribeirinhos da Amazônia.

Acham, mesmo, que é só colorir os seus barracos para agregar qualidade de vida a estas populações que vivem à margem de seu tempo?

É como pintar os barracos de uma favela e manter as condições estruturais, e reais, em que vivem. Só servem para embelezar a paisagem e servir aos cartões postais e as lembranças fotográficas dos turistas.
Este é um dos argumentos que utilizam contra a construção da usina de Belo Monte, preservar a vida das populações ribeirinhas.

Clique nas imagens para ampliar
Sem entrar no mérito da viabilidade ou não da usina, é uma enganação, acham que todo mundo é idiota, sobretudo os próprios ribeirinhos, pois, não acredito que o façam de sã consciência.

É porque não estão na pele daquelas populações que vivem sem qualquer infraestrutura de higiene e conforto, e como já disse em outro artigo, servindo de comida para zilhões de mosquitos que, além do desconforto, trazem doenças como a malária.


Quem disse que eles querem continuar como estão? Alguém os peguntou? Se querem viver romanticamente sem água tratada, esgoto, eletricidade, geladeira, máquinas de lavar, computadores ou outras parafernálias eletro eletrônicas, como “adoramos” por aqui?

E os serviços de educação, saúde, transportes, cultura ou diversão, incluindo os “templos modernos do consumo” os shoppings centers? Quem disse que eles não gostariam de fazer o que todo mundo faz hoje, para o bem e para o mal?
 Para você defender isso, sugiro que faça um “estagio”, mesmo que com curta duração em uma maravilha daqueles pendurada às margens dos rios. 

E, para completar a sua experiência, não leve “nenhuma modernidade” como repelentes de insetos, sua própria comida, notebooks para se distrair ou máquinas fotográficas, ou seja, vá e viva por algum tempo como eles, só assim você terá autoridade para defender esta ideia “maravilhosa. 

Defender isso, é como “votar greve de fome para os outros fazerem”.


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terça-feira

Cai desmatamento na Amazônia Legal


Apesar de tanta celeuma em torna do desflorestamento da Amazônia, a parte desmatada representa algo em torno de 17% de um total de 5,5 milhões de Km² e que representa – a Amazônia Legal – 49,29% do território nacional ou 60% da Amazônia total, logo, o controle é necessário mais não há como preservar tudo isso como um “nicho ecológico”, como se ela representasse a salvação para os desmandos feitos historicamente pelos demais países com os seus próprios biomas, e que comprometeram o meio ambiente no planeta.

Clique na imagem para ampliar. Vale à pena!
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, anunciou hoje (5) redução na taxa de desmatamento da Amazônia Legal. Dados consolidados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (Prodes) indicam, entre agosto de 2010 e julho de 2011, uma redução de 8% no desmatamento em comparação com o período anterior.

Os dados mostram que a Amazônia Legal teve 6,4 mil quilômetros quadrados de sua área desmatada entre agosto de 2010 e julho de 2011. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam que essa é a menor taxa de desmatamento registrada na Amazônia Legal desde que o Inpe começou a fazer a medição, em 1988.

“É um dado muito importante, é a menor taxa de desmatamento de toda a história”, disse a ministra Izabella Teixeira durante o anúncio feito na cerimônia em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, no Palácio do Planalto.

Durante a cerimônia, o governo anuncia um pacote de medidas ambientais. Uma delas é a criação do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranapanema, com área de 105 mil quilômetros quadrados entre os estados do Paraná e de São Paulo. A área inclui 347 municípios com 4,6 milhões de habitantes, sendo 85% de população urbana. O comitê vai deliberar sobre as ações na região e estabelecer mecanismo de cobrança pelo uso dos recursos ambientais disponíveis na região.

As principais atividades desenvolvidas na área da bacia são a agricultura, aquicultura e a hidratação animal, que respondem por quase 40% da demanda total da região. [Agência Brasil]

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quarta-feira

Novo sistema público de compartilhamento de bicicletas, em São Paulo


O sistema que já é utilizado, há muitos anos, em mutias cidades pelo mundo, como Paris ou em cidades na Holanda, por exemplo, é custeado e mantido pelo poder público, quando aqui a parceria com empresas privadas vai fazer com que o usuário, além de pagar pelo uso, ainda desfila como garoto propaganda, de graça, com a propaganda da empresa estampada na bicicleta. (Apagada nesta imagem)

Andar de bicicleta por São Paulo pode ficar mais fácil a partir dessa quinta-feira, 24 de maio, graças à inauguração do projeto Bike Sampa. Feita em parceria entre a prefeitura e empresas privadas, a iniciativa pretende popularizar o sistema de compartilhamento gratuito de bicicletas na maior capital do país.

Assim como no Rio de Janeiro, onde já está implantado desde 2011, o projeto permite que pessoas cadastradas retirem a bicicleta em um dos pontos distribuídos pela cidade e a devolva após 30 minutos em outro ponto. Até o final deste ano, mil bicicletas devem estar disponíveis em 100 estações espalhadas por todas as regiões de São Paulo.

A princípio, seis estações estão funcionando com 60 bicicletas disponíveis no bairro Vila Mariana. Até o meio da próxima semana, a Prefeitura espera inaugurar outras quatro estações na região. Para 2014, a meta é ter 300 estações de retirada e 3 mil bicicletas disponíveis.

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