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sábado

Lixo espacial ameaça a internet, GPS e as comunicações


Relatório feito pelo Pentágono e só tornado publico recentemente, afirma que o volume do lixo espacial pode provocar um colapso geral nas comunicações na Terra, tanto civis – internet, telefones, GPS, redes de TV e informações – como as militares, tipo controle e monitoramento de satélites de espionagem, de controle de dispositivos de combate e espionagem teleguiados, além de sistemas de satélites avançados de navegação de mísseis, aviões bombardeiros teleguiados e monitoramento de combates.

Estima-se que haja mais de 370.000 destroços vagando pelo espaço próximo ou órbita da Terra, “disputando” espaço com o 1.100 satélites de todo tipo e utilidades, em funcionamento. Destroços estes formados por restos de foguetes, satélites desativados, ferramentas perdidas e até mesmo os hilários “pacotes de merda” e lixo das estações espaciais. Isso sem contar na queda destes artefatos sobre as nossas cabeças, o que já acontece, embora não seja muito divulgado.

Um choque entre dois satélites desativados ou entre estes e um em funcionamento, provocaria uma eclosão de novos detritos, e/ou uma interrupção imediata na funcionalidade deste – de serviços essenciais aqui na superfície – e sem uma previsão de solução imediata.

Em função destes riscos, considerados muito preocupantes, já se cogita na construção de algum tipo de “lixeiro espacial” para dar uma geral e reduzir os grandes riscos para as comunicações aqui, na superfície da Terra.

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Efeito estufa. É natural...

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domingo

Mudanças climáticas...


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segunda-feira

Meio ambiente degradado, secas, terremotos, clima, tempestades e inundações. O que isso tem a ver comigo?

Província de Yunnan, na China
O homem sempre conviveu – em muitas partes do planeta – com a falta de água e de terras adequadas para a agricultura. As secas, por exemplo, não são um fato novo, como de resto outras manifestações da natureza que vem assustando as pessoas. A grande visibilidade que adquiriram atualmente, é em função das teorias – ainda contestadas – de aquecimento global e degradação do meio ambiente. O que não é de surpreender, pois, historicamente a posse da terra e da água foi, e ainda é, o motivo principal das guerras, como hoje o conflito entre israelenses e palestinos, por exemplo.

A atuação irracional, senão predatória, no trato com o meio ambiente e os recursos naturais só agravou esta situação – em muitos casos – natural e associada ao próprio “metabolismo” do planeta e, pelo menos para uma coisa as previsões e/ou teorias sobre aquecimento por meios artificiais – emissões excessivas de CO² – da terra já serviu: abrir os olhos para um problema, o que vimos fazendo até agora, que por si só pode inviabilizar a vida, pelo menos como a conhecemos, no planeta.

Portanto, sejam ou não reais as previsões sobre o aquecimento do planeta, o momento é de racionalizar o uso dos recursos naturais e cuidar do meio ambiente – com uma grande cota de responsabilidade pessoalque é a única forma de preservarmos a vida, a nossa vida e de todos os demais seres do planeta.

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Água, curiosidades e especulações

Segundo estimativas feitas a partir de modelos e/ou teorias sobre a natureza do interior da Terra, que diga-se de passagem é um universo desconhecido, existiría mais água sob a crosta terrestre, algo equivalente a 2 a 12 vezes superior a toda água existente na superfície, somadas as águas oceânicas, rios, lagos e as congeladas em geleiras e nos polos.

Ainda conforme as mesmas teorias, se elas, hipoteticamente, aflorassem à superfície, o nível do mar subiria até 12 mil metros acima do nível atual dos oceanos, submergindo o próprio Pico do Evereste, com 8.844m, o ponto mais elevado do planeta.

Esta água toda estaria a aproximadamente 2,800kms de profundidade. Com vê quando se trata do Planeta Terra, mesmo os números são colossais, daí a impropriedade das afirmações segundo as quais, nós poderíamos destruir o planeta, postura tão pretenciosa como infundada de uma ciência que pouco sabe do que está falando.
Fonte: Discovery Channel

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quarta-feira

Vulcão na Islândia não reconhece fronteiras. É assim que funciona a natureza

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A erupção vulcânica na Islandia, fartamente noticiada, embora não tenha provocado mortes por estar em área, relativamente, isolada tráz danos materiais e evacuações de moradores próximos à àrea, em função das inundações provocadas com o derretimeno da geleira onde está localizado, com destruição de infra-estrutura como estradas e pontes.

Como vê nas imagens, as núvens de cinza e fumaça que atingiram quase toda a Europa, forçando o fechamento dos aeroportos e o cancelamento de milhares de võos para todo o mundo, mostram como as políticas ambientais de qualquer natureza, sobretudo as que se referem à atmosfera – como as controvertidas conclusões do Relatorio do IPCC, da ONU, sobre mudança climatica e aquecimento global – teem que ser pensadas globalmente, pois, este episódio do vulcão na Islândia.

O episodio comprova que as fronteira políticas e geográficas estabelecidas pelo homem, não são reconhecidas pela natureza, logo, a responsabilidade é geral e as políticas devem ser pensadas a nível planetário e não com este jogo de empurra, como se paises fossem compartimentos estanques onde cada um defende o que, hipoteticamente, considera melhor para si mesmos.

Pois, por mais que os interesses políticos e econômicos que teem pautado, e prevalecido, nas conversas, negociações e ações dos Estados em torno do esgotamento de recursos naturais – como a água – e mudanças climáticas, independente das previsões e/ou conclusões do relatório do IPCC, são fatos, e vai chegar um momento em que o paradigma na relação com o meio ambiente e a natureza terá que mudar.

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segunda-feira

HAARP. Sabe o que significa? A máquina de terremotos pode ser real

Teorias conspiratorias, em que pese o carater meio pejorativo que muitos atribuem a elas, temos na História a comprovação de que sempre estiveram nos bastidores das decisões de Estado, das guerras, conflitos e de todo tipo de evento importante nas relações internacionais.

Denuncias e preocupações de políticos e cientistas com o que se denomina HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program) – projeto de pesquisas na ionosfera, já chamado de maquina de terremotos, apontam evidencias segundo as quais os EUA estariam provocando alterações sérias na atmosfera do planeta, ao que tudo indica, com objetivos estratégicos e militares e teriam tudo a ver com os terremotos do Haiti, do Chile e de um grande e devastador na China, em 2008, que provocou destruição radical em instalações militares e de pesquisas com energia nuclear.

É surpreendente, vale à pena conferir: o texto e os varios vídeos. É só clicar no link: HAARP – A maquina de terremotos.

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Terremotos, previsão na Islândia é como temos por aqui com o tempo

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Não deve ser fácil viver em um país onde os tremores de terra ou terremotos, por menores que sejam, façam parte do cotidiano e, é óbvio, sem prévio aviso. Países como o Japão e, recentemente, a Islândia, por exemplo, vem ocupando as manchetes da mídia em todo o mundo com um vulcão entre geleiras, ver na imagem, próximo a cidade de Eyjafjallajökull que resolve despertar depois de mais de 200 anos, e se insinua e ameaça entrar de vez em erupção.

O curioso é que nas previsões meteorológicas islandesas, além das triviais previsões do tempo – como ocorre por aqui – ela registra e tenta fazer previsões de terremotos, como no último 23/03/2010, em que ocorreram mais de 60 deles.

Nascer e viver em um país, como o Brasil, situado sobre uma placa tectônica, a Sul-Americana, não deixa de ter lá suas vantagens.

Fonte: Carta Capital

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quarta-feira

Porque não existem terremotos no Brasil?


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Quando ocorrem terremotos, principalmente tão perto como no país vizinho, o Chile, embora preocupados, não deixamos de nos sentir aliviados por morarmos no Brasil e não termos que conviver com expectativa tão aterradora de ser surpreendidos a qualquer momento – no Chile, agora, às 3h34 da madrugada – por uma força tão poderosa como destruidora da natureza.

Mas, se tão perto, porque eles não nos atingem? Tecnicamente, o que ocorre é que, como as atividades sísmicasvulcões e terremotos ocorrem em áreas de encontro de placas tectônicas – tipo gomos que constituem a crosta terrestre, como uma bola de futebol – o território brasileiro está localizado, inteiro, sobre uma dessas placas, a Placa Sul-Americana, como você vê, na cor rosa, na imagem acima e, no máximo, receberia reflexos das atividades que ocorrem nos encontros com a Placa de Nazca – na linha pontilhada, à esquerda – onde se localiza o Chile.

Teoricamente, em todos os países localizados sobre este encontro de placas, ou em suas bordas, os terremotos são inevitáveis, como o Japão, por exemplo, localizado sobre o encontro de 3 placas tectônicas, que convive, praticamente, com terremotos diários, que embora pequenos, pode ser surpreendido a qualquer momento por um mais forte e destruidor.


Não há nada que o homem possa fazer para impedir, nem mesmo prever com exatidão um terremoto, que potencializa o seu poder de destruição, exatamente, pelo fator surpresa e, só restando ao país atingido administrar os estragos e mortes.

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domingo

Inverno rigoroso no hemisfério norte contradiz previsões de aquecimento global?


Estrada na Espanha
O “Aquecimento global” pelo visto ainda não deu as caras no hemisfério norte, com médias de temperatura inéditas, até 47°C negativos, dezenas de mortes, caos e paralisação de meios de transportes.

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sábado

Degradação do meio ambiente é um fato. Não pelos motivos alegados

Poluição em São Paulo
Em meio a estas controvérsias sobre autenticidade ou não dos dados que remeteriam a uma situação de crise no meio ambiente com o aquecimento global, um fato é inquestionável: a degradação do meio ambiente e das condições adequadas a uma vida com qualidade, principalmente, nas cidades.

O excesso de lixo, a degradação do ar, a destruição dos mananciais e rios, as enchentes e inundações provocadas pela excessiva impermeabilização do solo e destruição da cobertura vegetal, a degradação dos solos agricultáveis pelo uso excessivo e irracional de adubos e pesticidas, levando ao baixo nível na qualidade dos alimentos, o uso irracional dos recursos naturais, não renováveis, estimulado pelo consumismo desenfreado e inconsequente. Em suma, a deterioração da qualidade de vida, não obstante os grandes avanços tecnológicos.

Com esta lista dá para perceber que, nada disso tem qualquer relação com – o hipotético – aquecimento global, logo, independente das discussões ou da polêmica instalada sobre objetivos científico- ambientais ou político-econômicos, não nos exime da responsabilidade de nos mobilizarmos, individual e coletivamente, no sentido de recuperar e preservar um meio ambiente que proporcione uma vida mais saudável e com mais qualidade de vida para nós e para as próximas gerações.

Este blog pretende enfocar, principalmente, na preservação e melhoria do meio ambiente, na sustentabilidade, e na qualidade de vida.

E ai, o que acha? Faça um comentário e dê a sua opinião!

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Acordo climático de Copenhague, como previsto, não saiu

O acordo climático sobre mudanças climáticas e aquecimento global saiu como o previsto aqui: não saiu!

Depois da tentativa inicial dos EUA e Inglaterra tentarem impor um “acordo de gaveta”, final, no 2º dos 12 dias da conferência, a reação, praticamente geral, empurrou o processo para frente, para chegar a outro “acordo”, sem ter sido devidamente acordado e, conseqüentemente, sem acordo final.


A idéia era marcar uma defesa de ações para limitar o aumento da temperatura aos 2°C, sem, entretanto, prever metas de emissões para os países desenvolvidos.

O acordo, que não houve, foi proposto pelos EUA, Brasil, Africa do Sul, Índia e China, que consegui desagradar, não só aos países pobres e/ou em desenvolvimento, mas, tambem, a União Européia.
Não se sabe como foi possível fechar “acordos” antes, já que pelas regras da ONU, eles só podem sair por unanimidade e, um único país, por menor que ele seja, pode “melar” qualquer acordo, Tuvalu, por exemplo.

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terça-feira

Mudanças climáticas. Fundamentos científico-ambientais ou político-econômico?

Desde a sua divulgação, em 02 de fevereiro de 2007, em Paris, o relatório sobre mudanças climáticas do IPCC (ONU), e aquecimento global, vem gerando controvérsias, sobre a consistência dos dados apresentados, mas nada que se assemelhe aos recentes acontecimentos com a divulgação de dados manipulados por “cientistas” do IPCC, da Inglaterra e dos EUA.

Dentre os fundamentos daqueles que contestam e/ou negam os dados que indicam índices alarmantes de aquecimento global do planeta, um deles é o fato de o CO² – eleito o vilão das mudanças climáticas – emitido na atmosfera pelas atividades humanas, representarem insignificantes 3% ou 3 bilhões de toneladas em emissões de um total de 200 bilhões de emissões “naturais”.

O metabolismo do planeta, com o fluxo natural dos oceanos, atividades dos vulcões e a vegetação seriam os reais responsáveis pelo fenômeno. Além disso, o processo de aquecimento ou resfriamento do planeta estaria, na realidade, ligado ao sol, que sofre alterações “periódicas” em suas atividades.

O rakeamento dos computadores da universidade inglesa que revelaram mais de mil e-mails que demonstram manipulação de dados sobre o clima, como comentamos no artigo: Informações contraditórias – fraudes? – sobre o aquecimento global, surgem às vésperas da COP15 , comprovam o ocultamento de dados que evidenciam, exatamente, o contrário: resfriamento do planeta para as próximas décadas – até 2040, aproximadamente – em função da redução das atividades do sol.

Logo, o objetivo real da “fraude”, não seria científico-ambiental e sim político e econômico, visando deter a ascensão de novas economias que vem prometendo virar o jogo de poder no mundo, como os denominados BRICBrasil, Rússia, Índia e China, com o foco do “combate” sobre um deles, a China, como já deu para perceber nas “lutas” na Conferência Climática em Copenhague, COP15, ora em curso (até dia 18/12/09).

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sábado

Manifestação em Copenhague - COP 15


Manifestação emCopenhague, Dinamarca, com mais de 500 ONGs de 67 países, pressiona por mais entendimento e compromissos no sentido de um acordo contra as mudanças climáticas.

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quarta-feira

Conferência Climática, em Copenhague. A farsa se confirma. Confira!

Não chega a ser uma surpresa o “vazamento” do documento final da COP15, já no seu 2º dia, quando, ainda, faltam 9 dias de “discussões” e/ou “negociações”.

Em vários artigos publicados aqui no Blog Metanoverde, que você lê no final deste texto, vimos comentando o jogo de cartas marcadas, que sinalizava um Conferência Climática como mera formalidade, ou jogo de cena, dos países desenvolvidos como os EUA, que nunca assumiram, e não vão assumir, não só as suas responsabilidades históricas pela elevada concentração de CO², como qualquer compromisso com o “problema climático”.

O que vazou, hoje (09/12/09), no 2º dia da Conferência Climática, foi o Documento Final – que obviamente só surge no final das negociações e acordos – segundo o qual o Brasil, China e Índia seriam”separados” dos demais países – não desenvolvidos ou em desenvolvimento – além do estabelecimento de cotas obrigatórias de emissões de CO² para as nações em desenvolvimento.

Além da arbitrariedade e “senso colonialista” da “decisão”, as emissões históricas dos países desenvolvidos e a liderança isolada dos EUA como maior emissor per capta do mundo (18 toneladas e média mundial de 4,8) não são nem considerados no tal documento.
Sob protestos do grupo dos países pobres e em desenvolvimento, o G77, inclusive com ameaças de se retirarem da Conferência Climática, a farsa continua.

Em tempo. O documento foi “elaborado” pelos EUA e Inglaterra, os mesmos países cujos “cientistas” climáticos foram pegos e acusados de fraudes e manipulação de dados sobre o aquecimento global como você lê no artigo:Informações contraditórias – fraudes? – sobre o aquecimento global, surgem às vésperas da COP15.

E aí, o que você acha? Faça um comentário e dê a sua opinião.

Fonte: Agência Brasil e TV Brasil

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quinta-feira

Fraudes em dados sobre aquecimento global surgem às vésperas da COP15


Notícias e/ou informações “inusitadas” sobre o clima e o aquecimento global, surgem - estranhamente – às vésperas da Conferência Climática, COP15, em Copenhague, em dezembro próximo, como se oportunamente plantadas para aliviar as pressões sobre os EUA, por exemplo, que já declararam a sua intenção de não assumir qualquer compromisso.

Os propósitos são os de sempre, tirar vantagens econômicas, políticas e estratégicas, daí serem manipuladas por governos e seus “cientistas” de plantão.

São informações, aparentemente contraditórias que, coincidentemente servem como uma luva para as pretensões dos países desenvolvidos, notadamente, os EUA, de fazerem “corpo mole” e continuarem a não assumir compromissos, ou melhor suas responsabilidades.

Uma delas é que, segundo “estudos”, o planeta teria uma capacidade maior do que a conhecida, de absorver o CO², conforme artigo na BBC Brasil (11/11/2009); outra seria a inusitada” estagnação dos índices de concentração de CO² na atmosfera, DER SPIEGUEL (18/11/09) e, a terceira, surge a partir de dados de e-mails “rakeados” de cientistas climáticos dos EUA e Inglaterra, revelando fraudes e/ou manipulações de dados sobre o clima, escondendo, por exemplo, aspectos naturais do processo de aquecimento ou de redução do aquecimento do planeta, dados estes omitidos ou divulgados seletivamente, no The New York Times (23/11/2009).

Como vê, os “cientistas”, pelo menos muitos deles, concordam com muitos governos que consideram que os leitores/contribuintes não passam de um bando de idiotas, como se referiu um dos tais cientistas sobre a ingenuidade das pessoas que “nada” sabem, ou que acreditam no que é divulgado.


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domingo

Matança de golfinhos no Japão e na Dinamarca. Confira os vídeos




Matança de golfinhos nas Ilhas Faroe, Dinamarca




Matança de golfinhos nas Ilhas Honshu, Japão


Se você tiver “estômago”, confira, e veja que os países ditos desenvolvidos, e “civilizados”, teem mesmo é muita “garganta” quando se trata de meio ambiente e aquecimento global, principalmente, para dar lição de moral e para transferir responsabilidades suas pelo que fizeram pelas condições de vida no planeta, para os outros – países – que estão chegando agora.

Leia:"Matança de golfinhos na Dinamarca. Quem viu protestos do Greenpeace e WWF?".

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quinta-feira

Mudanças Climáticas. A socialização das responsabilidades - Blog Action Day 2009

 .
Não dá para aceitar a socialização dos prejuízos ao meio ambiente  provocados pelos países desenvolvidos.

Este é um “post” pelo Blog Action Day 2009, cujo tema é: Climate Change, em preparação para a Conferência Climática 2009, em Copenhague.
 
Claro que o planeta é um só! Pelo menos em princípio, as alterações climáticas e o comprometimento do meio ambiente tendem a afetar a todos, mas, não indistintamente.

Acho hipócrita e colonialista, como sempre, a idéia de transferir responsabilidades, e culpa, aos países ditos emergentes, quando é notório que este estado de coisas atual – as elevadas taxas de CO² na atmosfera – é de responsabilidade dos países desenvolvidos, emitidas sem limites ou critérios em seu processo de desenvolvimento.

Hoje, quando se fala que os EUA e a China são os responsáveis por 40% das emissões, é uma conta só parcialmente correta, já que a China é, relativamente, novata no processo, embora emita taxas elevadas em seu ritmo acelerado de desenvolvimento. Em contrapartida, os EUA continuam ainda com os seus elevados níveis de emissão, enquanto o Barak Obama joga conversa por aí, posando de ambientalista e exigindo, dos outros, as restrições que o país não fez, não faz e nada garante que fará.

Durante toda a vigência do Protocolo de Kioto (1997 - 2012) os EUA se recusaram até a conversar sobre o assunto, chegando mesmo a negar as conclusões do IPCC, sendo o principal responsável pelo “fiasco” do Protocolo de Kioto, já que outros grandes emissores seguiram o seu exemplo.

A moda, agora, de “ambientalistas” europeus e norte-americanos é pregar a desaceleração do desenvolvimento econômico, dos outros – “degrowth” (ou retração econômica) – bem como o controle e redução drástica da natalidade da população, dos outros. Enquanto lutam arduamente para acelerar as suas próprias economias e turbinar as taxas de natalidade de suas populações envelhecidas, como se temessem um desequilíbrio de poder por uma questão puramente demográfica, como já afirmaram alguns teóricos europeus.

Claro que algo precisa ser feito. A “renovação” do Protocolo de Kioto, em Copenhague é mais do que necessária. Entretanto, não é o momento de socializar o ônus e/ou prejuízos ao meio ambiente, se os benefícios já foram extremamente capitalizados pelos países desenvolvidos, que vivem os mais elevados níveis de consumo e qualidade de vida, enquanto bilhões de pessoas em todo mundo nem chegaram ainda a contemporaneidade.

Para os países emergentes ou em desenvolvimento, assumir esta carga que, diga-se de passagem, não devem, pode significar hipotecar o futuro de suas populações que, hoje, ainda vivem à margem das mínimas condições de uma vida digna e decente.

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terça-feira

Um planeta melhor para os nossos filhos, ou filhos melhores...

Sobre os problemas do meio ambiente, duas questões colocadas parecem equivocadas ou, no mínimo, não corretamente formuladas. A primeira se refere à necessidade de se salvar o planeta. O planeta, efetivamente, não precisa ser salvo.

Leia: “O planeta não precisa ser salvo ”.

O que tem que se repensado, senão recuperadas são as condições objetivas, no meio ambiente, que permitam a continuação da vida como a percebemos. O planeta só aparenta fragilidade. Na realidade ele é extremamente poderoso, com um poder “brutal” que pode inviabilizar a vida. As tragédias ambientais que se sucedem não deixam duvidas quanto a isso. A depredação irracional e a falta de cuidados pode gerar reações muito além das nossas pretensões – e da ciência – de prever e contornar ou corrigir.

A segunda, é sobre a "inversão" da primeira, quando se preconizam ações para deixarmos um planeta melhor – mais preservado – para os nossos filhos ou as próximas gerações. Será se a questão, também, não está mal formulada?

Não seria criar ou educar as novas gerações, deixando filhos ou pessoas melhores, mais conscientes para garantir e preservar, não o planeta em si, mas as condições de vida para continuar a “experiencia humana na terra”?

Acha que estamos deixando filhos melhores, criando gerações melhores?

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segunda-feira

EcoFree, dica que pode usar e contribuir para a preservação do meio ambiente

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O CO², ou dióxido de carbono, não é, decididamente, um produto da inventividade e/ou irresponsabilidade do homem no uso dos recursos naturais e da queima de combustíveis fósseis apenas. É um elemento natural no meio ambiente, que faz parte do “metabolismo” do planeta e só chegou a tornar-se um vilão, em função dos excessos cometidos pelo homem em nome do progresso. Como você lê no artigo:”Dióxido de carbono, de benfeitor a vilão do meio ambiente pela ação humana".

Entretanto a somatória do efeito das emissões de “n” atividades humanas veem gerando um desequilíbrio com altíssima concentração de CO² na atmosfera, literalmente, insustentável.

Muito se tem escrito e falado sobre a influência das atividades pessoais na construção deste cenário, bem como o que pode ser feito por cada um para contribuir na controle do aquecimento e degradação do meio ambiente.

As novas tecnologias, como quaisquer outras, não ficam de fora dessa responsabilidade. Como o seu computador e as suas atividades na Internet, por exemplo. Neste sentido uma idéia simples, mas, que adquire maior significado diante dos mais de 1 bilhão de computadores e os quase 700 milhões de usuários ativos de Internet é reduzir o consumo de energia e as suas emissões de CO², usando tecnologias e/ou procedimentos mais “limpas”.

O portal de pesquisa EcoFree, que utiliza tela preta, pode ajudar, pois, está comprovado que reduz significativamente o uso de energia. Como você pode ver e baixar para o seu computador no link:O "Preto é Verde". Use “tela” preta contra a degradação do meio ambiente e o aquecimento global". Clicando aqui, pode ainda enviar para seus amigos o mesmo portal e assim disseminar esta idéia.

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