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quarta-feira

Produção de biodiesel cresce e diversifica fontes de matéria-prima


Mamona

A produção de biodiesel no Brasil já é uma realidade e integra o leque de iniciativas do país na ampliação da usa matriz energética limpa e renovável, a maior do mundo, com quase 50 % do total, embora ela – a produção do biodiesel – ainda esteja ferramentada no uso da soja e sebo de boi, majoritariamente, com 75% e 14%, respectivamente, em que pese as iniciativas da Petrobras e outras empresas em diversificarem as fontes de matéria-prima como o uso de vegetais alternativos, hoje, com 7%.


O projeto de aumento da capacitação da produção do biodiesel pela Petrobras, que já conta com 4 usinas: Candeias (B), Quixadá (CE) e Montes Claros (MG) além de uma parceria no Rio de Janeiro, prevê a inclusão social com a incorporação da agricultura familiar na produção de culturas oleaginosas como mamona,‭ ‬o dendê,‭ ‬o girassol,‭ ‬canola,‭ ‬pinhão manso e o algodão, contribuindo para o aumento da renda do agricultor familiar.

Pelos percentuais vê-se que ainda falta crescer muito a participação dessas culturas, e reduzir o ônus social e ambiental, frequentemente associados à criação de gado e à cultura da soja, como pode conferir no artigo acima.

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quinta-feira

A Usina de Belo Monte, conveniência e a “intimação” da OEA


Esta questão da Usina de Belo Monte não é nova, há décadas que se discute o que seria a maior usina hidrelétrica nacional e terceira do mundo, já que a Itaipu é binacional, e a polêmica que parece chegar a um final, ainda provoca reações as mais inusitadas. É o caso do quase ultimato da OEAOrganização dos Estados Americanos- que inclui os EUA, o que em muitas questões importantes deixou de ser relevante – a sua opinião – em função exatamente das suspeitas de que, como a ONU, ela funcione como se uma extensão do Departamento de Estado dos Estados Unidos, para impor as suas vontades e/ou conveniências no restante dos países membros.


Enquanto se discute esta e outras opções de usinas hidrelétricas para garantir o esforço de desenvolvimento que o Brasil vem vivendo nos últimos anos, a matriz energética, embora ainda seja a mais limpa do mundo, exatamente pela sua matriz hidrelétrica, vem sendo descaracterizada nos últimos tempos com a proliferação das usinas térmicas movidas a carvão mineral e óleo, ou as duas maiores fonte poluentes do planeta e que são isoladamente as responsáveis pelo efeito estufa que está aí.

O argumento das fontes de energia alternativas tipo eólica, solar e similares, são inviáveis no curto médio prazo, e o país não pode parar, promover novos “apagões” ou lançar mão dos combustíveis sujos como vem fazendo, o que vem passando batido pelos críticos da usina, notadamente os ambientalistas. 

A situação dos índios da área, me parece mais uma jogada demagógica, quando são usados para provocar emoções mais fortes, mas, pelo que sabemos os índios são “nômades”, logo, não são essencialmente ligados a um território específico e podem muito bem ser deslocados para outras áreas da floresta. 

A invejada matriz energética brasileira, ainda a mais limpa do mundo, com os restantes quase 50% de energias limpas e renováveis – que vem se reduzindo gradualmente – graças, como falamos acima, a energia hidrelétrica, ao etanol e biodiesel, é um trunfo que lhe garante um fornecimento permanente, seguro e, relativamente, mais barato.
A construção de usinas hidrelétricas implica em alagamento de terras e deslocamentos de populações, cidades inteiras, como já foi feito inúmeras vezes no país e no mundo, pois, não há como se fazer de outra maneira, e o país não pode voltar aos tempos dos apagões ou racionamentos de energia e ”parar” seu processo de desenvolvimento pela primeira vez em sua história, deixando o atraso e subdesenvolvimento para traz.

Ninguém que engrossa as fileiras de protestos está disposto a abri mão de seus empregos, e toda sorte de eletroeletrônicos e demais comodidades que só são possíveis com um fornecimento de energia abundante e seguro e, no nosso caso, agora, urgente.

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domingo

Biodiesel,‭ ‬não é uma energia tão limpa como pregam

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Usina de biodiesel, no Rio Grande do Sul 

Na busca por fontes de‭ ‬energia alternativas ou‭ ‬energia limpa,‭ ‬nem tudo é tão limpo como parece à primeira vista.‭ ‬As‭ ‬mudanças climáticas e todas as perspectivas de alterações do‭ ‬meio ambiente,‭  ‬levam à necessidade de novas tecnologias,‭ ‬embora as intenções e ou procedimentos sejam os mesmo de sempre,‭ ‬apenas‭  ‬mais uma oportunidade de faturar como outra qualquer.

Na produção do‭ ‬biodiesel,‭ ‬por exemplo,‭ ‬em que pese a propaganda de‭ ‬combustivel limpo,‭ ‬ecologica‭ ‬e ambientamente corretos,‭ ‬com a utilização de materias primas vegetais alternativas e renováveis,‭ ‬se escondem práticas como o uso maciço da soja,‭ ‬com suas implicações na expansão com‭ ‬desmatamento na Amazônia e,‭ ‬o que é menos divulgado ainda,‭ ‬com o uso do‭ ‬sebo de boi‭ (‬14%‭) ‬que,‭ ‬mais do que a‭ ‬soja‭ (‬75%‭)‬,‭ ‬tem um curriculo supeito com o uso recorrente de‭ ‬mão-de-obra escrava,‭ ‬apesar do combate do governo,‭ ‬além do‭ ‬desmatamento.

Apesar desse passivo social‭ – ‬trabalhista‭ – ‬e ambiental,‭ ‬o que se vê é a divulgação da imagem de‭ ‬combustivel limpo,‭ ‬que utiliza fontes de matéria prima vegetal como a mamona,‭ ‬o dendê,‭ ‬o girassol,‭ ‬canola,‭ ‬pinhão manso e o algodão,‭ ‬em parte ligados a projetos de‭ ‬inclusão social e da‭ ‬agricultura familiar que,‭ ‬na realidade,‭ ‬ainda, representam algo em torno de‭ ‬7%.‭ ‬Sendo‭ ‬2,5%‭ ‬do total destes vegetais,‭ ‬menos os‭  ‬4,11%‭ ‬do algodão.

Esta é a imagem divulgada‭ – ‬com apenas os‭ ‬7%‭ ‬-‭ ‬para dar um caráter de‭ ‬combustível limpo e social e ambientalmente corretos,‭ ‬o que está bem longe da realidade.

Publicado originalmente em Coluna do Leitor

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quinta-feira

Os problemas energéticos foram resolvidos, e não com fontes ecologicamente corretas


O gás de xisto parece ter sido eleito como a “salvação da lavoura”, de europeus, norte-americanos e outros dependentes externos de petróleo e gás natural, alem de grandes consumidores de carvão mineral, o vilão principal do aquecimento global. Estes países teem reservas consideráveis do “novo gás" em seus subsolos, como de resto boa parte do mundo. O problema é a complexidade do processo de exploração e o grande débito ambiental.
Clique para ampliar
Campo de exploração do gás, EUA

Quem sonhava, como os ambientalistas e utópicos de plantão, com um futuro movido a turbinas eólicas e placas de energia solar, pode tirar o cavalo da chuva.

Primeiro porque, apesar de toda euforia com as energias alternativas, assim como algumas tecnologias de ponta, elas esbarram com a pouca disponibilidade no mundo de alguns minerais e, sobretudo, das “terras raras” que é um composto mineral que contem cerca de 17 elementos químicos essenciais na fabricação tanto das baterias dos novos gadgets de todo tipo, como de componentes na construção das turbinas eólicas e tecnologias de energia solar.

Segundo porque, longe de “gastar pestana” no real desenvolvimento de novas tecnologias energéticas, os grandes consumidores de carvão mineral e derivados do petróleo, alem de responsáveis pelo efeito estufa que está aí, como os EUA e União Europeia, sobretudo, optaram de vez pelo gás de xisto, que tem alto custo tecnológico e ambiental.

Embora não seja nenhuma novidade, o seu uso só passou a ser factível, com os elevados preços do petróleo e gás natural, quando passa a ser viável economicamente, apenas, já que o custo ambiental continua muito elevado.

A opção de grandes consumidores como a União Europeia e EUA pelo gás de xisto, tem tambem, motivações políticas e estratégicas, já que dependem inteiramente da importação de grande parte da energia que consomem. No caso da União Europeia, do gás da Rússia e os EUA, de países do Oriente Médio e áreas adjacentes como Norte da Africa, que teem governos autoritários para os padrões ocidentais e principalmente instáveis politicamente, como demonstra a onda de revoltas que vem ocorrendo nos últimos dias.

O grande risco ambiental que revoga toda e qualquer perspectiva de mudanças tendo em vista as mudanças climáticas, é o uso acentuado de água no processo de extração e processamento do gás, que é contaminada irreversivelmente com elementos químicos altamente tóxicos, comprometendo ou inutilizando tanto as fontes da superfície como rios e lagos, como os lençóis freáticos.

Logo, o gás de xisto é o grande achado destes mega consumidores de combustíveis e energia fóssil e poluidores históricos, que mostram categoricamente que estão mais preocupados com os seus umbigos do que com um hipotético aquecimento global, se é que é real e não uma jogada como outra qualquer, que só tem uma vantagem, não ser pior do que o famigerado carvão mineral com o qual construíram o seu desenvolvimento.

Fonte: 20 Minutes.fr

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segunda-feira

Automóveis, mais do que simples meios de locomoção e transporte


Uma conversa que se ouve com frequência é sobre a quantidade de carros e a morosidade do transito nas cidades, bem como da qualidade discutível do transporte coletivo. Sensíveis a isso, é também comum ver o discursos políticos sobre melhoria do transporte coletivo , quando o que se sabe é que a cidade vem cedendo cada vez mais espaço ao transporte individual – literalmente – do automóvel. Leia o artigo abaixo, onde o autor fala da cultura do automóvel que vai muito alem da pura necessidade de locomoção, adquirindo outras conotações que podem dificultar a adoção de uma solução para uma cidade mais leve e com mais mobilidade.

Um automóvel deveria ser uma extensão das pernas, uma maneira de ir e vir de forma rápida, eficiente, econômica e com qualidade. No entanto, esta não é a realidade do mercado. Ter um carro significa mostrar poder, capacidade de consumo e coisas que nada tem a ver com ir e vir. Uma vez, em uma conversa com a psicóloga Ana Verônica Mautner, ela se saiu com essa: “Tem homem que precisa de um motor para carregar seu próprio pinto. A potência é da máquina, e não dele”. Do lado feminino já se criou, inclusive, a pouco honrada denominação de “Maria Gasolina”, que define as mulheres que colocam as qualidades do carro acima das qualidades do motorista.

(…)

No entanto, enquanto o carro for extensão do ego, e não das pernas, não haverá alternativas, porque políticos continuarão fazendo a demagogia do discurso pelo público e o investimento pelo individual, e as pessoas vão continuar a usar desculpas para não utilizar o transporte público. Continue lendo...

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sábado

Plástico verde. Como o etanol, o Brasil sai na frente, novamente

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Depois do etanol, que o Brasil produz desde a 1ª grande crise do petróleo, em 1973, e que, hoje, fez o país sair na frente, quando o mundo começou a busca por fontes de energias alternativas, em função da crise energética e das mudanças climáticas, associadas ao excesso de emissões de gases de efeito estufa, principalmente aqueles produzidos pelo uso massivo de combustíveis fósseis, agora, o país sai na frente, novamente, e anuncia o plástico verde.

É o biopolietileno ou o polipropileno verde. Um material 100% renovável, feito a partir do etanol da cana-de-açúcar e que já está sendo usado em caráter experimental, e pretende substituir o plastico convencional feito com polipropileno derivado do petróleo. O anúncio foi feito pela Braskem, a maior fabricante de termoplásticos da América Latina.

O material já esta sendo usado em caráter experimental em fábricas de automóveis, embalagens alimentícias, cosméticos, brinquedos, materiais de limpeza entre a outras. O plástico verde, como está sendo chamado, ainda trás algumas vantagens adicionais no que se refere a sustentabilidade, com a redução nas emissões de gases de efeito estufa do produto convencional, que contribui com o aquecimento e as mudanças climáticas. Cada tonelada de plástico verde sequestra e fixa 2,5 toneladas de CO² que estavam na atmosfera.

Outra vantagem é que não terão que ser feitos investimentos para adaptação das máquinas das industrias de transformação, o que implica em menores custos e agilidade na colocação do produto no mercado. Neste sentido a empresa já fez parcerias que levará, em breve, o plastico verde ao consumidor final, no mercado local e em todo o mundo, inicialmente na forma de embalagens e cosméticos.

A Braskem é um empresa nacional, com participação majoritária da Petrobras e da Oderbrecht.

Fontes: Agência Sebrae e Braskem

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domingo

Usina de ondas no Porto de Pacem, no Ceará

"As obras de preparação de uma área no quebra-mar do Terminal de Multiplas Utilidades do Pacem (TMUT) para abrigar uma usina-piloto de produção de energia elétrica a partir das ondas do mar estão em andamento, devendo ficar prontas ainda este ano. 
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segunda-feira

O Brasil é 2º no mundo em consumo verde


Um levantamento feito para medir o comportamento e estilo de vida feito com 17 mil pessoas em 17 países, deixou claro o tamanho e a falácia dos discursos dos países desenvolvidos que vivem – através de suas ONGs – pregando “greve de fome” para os outros fazerem no que se refere às mudanças climáticas e ao meio ambiente e sustentabilidade.

Feito e divulgado pela National Geographic Society (EUA), deixou no último lugar do ranking de consumo verde, exatamente os EUA, com o Canadá, França e Inglaterra lhes fazendo companhia nos últimos lugares. Em primeiro lugar ficou a Índia, o Brasil em 2º, além da China e México nas primeiras colocações.

O levantamento é feito há 3 anos, analisando itens como os hábitos de consumo de energia e outras práticas sustentáveis da população e do país. O Brasil se destacou nos itens baixo impacto ambiental das moradias e alto consumo de biocombustíveis e energias limpas.

Como vê, quem precisa fazer a lição de casa não somos nós, não é verdade?

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sexta-feira

O custo ONG das emissões de CO² e da tarifa elétrica




Denúncias e suspeitas rolam aqui e ali sobre a real intenção das ONGs estrangeiras que atuam no país, notadamente a mais badalada delas o Greenpeace, que tem um marketing eficiente e vem conquistando os corações e mentes de muitos brasileiros.

Por ocasião da última conferência climatica, a COP15, em Copenhague, quando, por exemplo, o presidente Lula ligava para o Barck Obama para que repensasse a sua decisão de não comparecer à conferência, a enterrando de saída, e o Congresso Nacional votava uma proposta unilateral de política ambiental com redução no desmatamento e emissão de gases de efeito estufa, foi aqui, no Brasil, que o Greenpeace concentrou os seus esforços e manifestações para que o Brasil radicalizasse na sua Lei Ambiental como se, tanto o problema como a solução das mudanças climáticas não fossem dos países desenvolvidos – de onde vem a ONG – mas, do Brasil.

Teve um ex-presidente, o FHC, quando ainda governo, alertou para o risco de se confundir as ONGs. Pois existiriam as ONGs: organizações não-governamentais e as ONGs: organizações neo-governamentais, ou seja, instrumentos dissimulados de países e empresas que a título de defesa do planeta e do meio ambiente defendem interesses políticos e econômcos de governos, empresas e grupos interessados em socializar o ônus e/ou responsabilidades pela situação climática, e ainda capitalizar sobre isso. Para não falar de interesses mais sérios, na Amazônia por exemplo.


Com o processo de desenvolvimento pelo qual vem passando, o país precisa, na afirmação do coordenador do Grupo de Estudos do Setor de Energia Elétrica da Universidade Federal, do Rio de Janeiro (Gesel – UFRJ) Nivaldo de Castro, de uma Belo Monte por ano ou algo que varia de 4,5 megawattes na seca e 11,2 mil megawattes em sua capacidade total para não comprometer o crescimento econômico.

Enquanto as ONGs “criam caso” e atrasam as obras, o governo federal teve que contratar – entre 2007 e 2008 – 7 mil megawattes de energia de usinas termoelétricas a óleo consideradas mais caras e, como é sabido, muito mais poluentes ou mais emissoras de gases de efeito estufa, comprometendo a matriz energética do país, notoriamente a mais limpa do mundo, com algo em torno de 50% de energias limpas e renováveis – já foi maior – quando os países que teem mais giram em torno de 10%.

Então, qual é a dessas ONGs? A matriz elétrica do país vem sendo substituida – para garantir a demanda e o crescimento econômico – pelo modelo europeu e norte-americano de termoelétricas a óleo e carvão mineral, que são, na realidade, as principais responsáveis pelas elevadas concentrações de CO² na atmosfera hoje.

Sem as usinas hidrelétricas – alvo de combate das ONGs – o uso do carvão mineral e óleo no país está em um rítmo crescente, já que será indispensável se o Brasil quiser manter o nível de crescimento econômico e com isso os custos/preços da energia, inclusive direto no seu bolso na conta do final do mês.

Se você simpatiza e, sobretudo, contibue e milita nestas ONGs, é melhor – com todo respeito – começar a repensar no assunto, pois, pode estar trabalhando não só contra os interesses do país, mas, os seus e o de seu filhos e netos.

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Poste de iluminação pública alimentado por energia solar e eólica


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Veja detalhes no link: Postes a energia eólica e solar.

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segunda-feira

Bioenergia, 5º Congresso Internacional de 2010

No periodo de 10 a 13 de agosto de 2010, na Expo Unimed, em Curitiba – PR – será realizado o que é considerado o maior forum brasileiro de tecnologia e uso de energias renováveis: biomassa, biocombustíveis, geradores de energia e energias alternativas.

Paralelamente acontecerá a 3ª edição da BioTecFar 2010, com exposição e oferta de tecnologias para produção de energia renovável. Para mais informações e inscrições, acesse o site no link: 5º Congresso Internacional de Bioenergia.

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sexta-feira

Energia eólica. Parque na praia de Parajuru, no Ceará


“Com a inauguração, em agosto do ano passado, do parque eólico Praias de Parajuru, em Beberibe, o Ceará passou a ser o estado brasileiro com maior capacidade instalada em geração de energia elétrica por meio dos ventos, , com mais de 150 megawatts (MW). Instalada em uma área de 325 hectares, localizada a pouco mais de cem quilômetros de Fortaleza, a nova usina passou a funcionar com 19 aerogeradores, capazes de gerar 28,8 MW. O empreendimento é resultado de uma parceria entre a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e a empresa Impsa, fabricante de aerogeradores.

Além dessa, a parceria prevê a construção de dois outros parques eólicos – Praia do Morgado, com uma capacidade também de 28,8 MW, e Volta do Rio, com 28 aerogeradores produzindo, em conjunto, 42 MW de eletricidade. Os dois parques serão instalados no município de Acaraú, a 240 quilômetros de Fortaleza.”
Clique no link e saiba mais...
Transcrição: Conversa Afiada

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Petrobras. Depois do biodiesel, a produção de etanol

Usina de Biodiesel, em Candeias (BA)
A Petrobras, que já produz biodiesel em 3 unidades que mantem em Montes Claros (MG), Quixadá (CE) e Candeias (BA), começa agora a produzir etanol na cidade mineira de Bambui. É mais uma “ponta” na produção de energia que vai compor a planta ou o parque energético da empresa que além da produção do petroleo, gás e biodiesel mantem, ainda, usinas termelétricas movidas a oleo, gás e etanol, além de usinas hidrelétricas.

Ao adquirir participação na empresa, já instalada, Total Agroindustria Canavieira a Petrobrás Biocombustíveis efetiva a sua primeira unidade produtora do etanol, em um processo que objetiva crescer com a participação em empreeendimentos já instalados de outras empresas da área.

Esta iniciativa é oportuna, haja vista a participação já conhecida de petroleiras estrangeiras na produção do etanol no Brasil, um produto que só tende a crescer em importancia, principalmente aquele produzido no país, a partir da cana-de-açucar, de longe a que tem a melhor relação custo benefício não só no aspecto econômico, mas, de favorecimento ao meio ambiente, em relação ao produzido com milho nos EUA, e a colza na União Européia.
Fonte:Tendências e Mercado

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quarta-feira

Energia solar. Primeira usina na América do Sul



A primeira usina de energia elétrica termo solar na América do Sul, será instalada na cidade de Corema, na Paraíba. O local foi escolhido em função de, conforme estudos técnicos, a sua localização geográfica faz com que tenha a maior incidência de raios de sol na Região Nordeste.

A usina, como toda termoelétrica, vai utilizar uma fonte de calor – no caso o sol – que produzirá vapor, que por sua vez movimentará uma turbina que vai gerar energia elétrica, logo, o único diferencial em relação as demais termoelétricas: nucleares, a óleo, a gás ou a carvão mineral, é a fonte de calor.

As usinas termo solares, como as eólicas não deslancharam mundo á fora, embora venham crescendo bastante, tambem, em função do baixo custo do carvão mineral, por exemplo, que apesar de ter sido eleito o vilão das mudanças climáticas, existe em grandes quantidades em, praticamente todo planeta, logo tem um preço muito baixo, por isso nunca foi tão utilizado, tanto pelos países em ecodesenvolvimento como a Índia e China, como pelos próprios países desenvolvidos, enquanto criam “parques cosméticos”, de energia eólica e solar.
Fonte:Tendências e Mercado

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segunda-feira

Termoelétrica flex. É isso, bi-combustível


O Brasil sai na frente novamente na inovação tecnológica na produção e uso de fontes de energia alternativas, e renováveis. Depois do álcool combustível – Pró-Álcool nos anos 70 – do biodiesel e do carro flex, é inaugurada pelo presidente Lula, em Juiz de Fora – MG – a primeira usina termoelétrica flex, bi-combustível, da Petrobras, que passa a utilizar o etanol em vez do gás natural, para gerar energia elétrica. Como nos carros flex, ela tem um mecanismo que reconhece o combustivel e pode adaptar-se automaticamente caso mude o combustível, e volte a usar o gás natural.

Os ganho são muitos, tanto econômicos, energéticos como ambientais. A redução das emissões de gases de efeito estufa na atmosfera; autonomia por utilizar um combustível renovável e largamente produzido no país; a possibilidade de exportar esta tecnologia agregada ao etanol e, ainda, a possibilidade de venda de créditos de carbono no mercado internacional. A perspectiva é adaptar as 14 termoelétricas a gás natural da Petrobras que, junto com 12 de óleo e 15 pequenas hidrelétricas, compõe o parque gerador da empresa.

A iniciativa vem em boa hora, pois, em função das dificuldades de conseguir licenças ambientais para a construção de novas hidroelétricas, como Belo Monte, por exemplo, o crescimento da oferta de energia no país vem sendo feita, principalmente por termoelétricas movidas a gás natural e até mesmo carvão mineral, o que não faz parte da cultura energética nacional.
Fonte:Tendência e Mercado

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