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segunda-feira

4º Congresso Internacional de Bioenergia

O Brasil vai sediar o 4º Congresso Internacional de Bioenergia, que será realizado de 18 a 21 de agosto de 2009, em Curitiba – PR. O evento tem o propósito de discutir a viabilidade do uso ou aproveitamento de resíduos industriais, na produção de biomassa e biocombustíveis.

Maiores informações e inscrições no link: Bioenergia.

Paralelamente, acontecerá o 1º Congresso Brasileiro de Geração Distribuída e Energias Renováveis, com o propósito de difundir as mais novas praticas de geração de energia elétrica de forma distribuída, com as micro geradoras, além de discutir a regulamentação da atividade e sua integração às redes concessionárias convencionais.

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Outro evento, também, paralelo, será a Bio Tec Fair2ª Feira Internacional de Tecnologia em Bioenergia e Biodiesel, além de energia solar e eólica, onde será apresentada uma Mostra de Produtos e Serviços relacionados à tecnologia na produção de energia.

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quinta-feira

Biodiesel. Aumenta mistura no diesel mineral

Mamona
Como vimos no artigo: “Energia renovável. Desafio diante do uso acentuado dos combustíveis fosseis, a matriz energética do Brasil é a mais limpa, com 46% de fontes renováveis, contra 12% da média mundial.

Isso graças, principalmente, as hidrelétricas, ao álcool ou etanol e ao biodiesel. O biodiesel que é produzido a partir de oleaginosas como a soja, mamona, palma e girassol, e tem a sua produção e uso com a adição – de 3% para 4% - ao diesel mineral convencional.

A adição, que pode chegar a 42%, reduz a emissão de poluentes desse combustível fóssil e largamente utilizado no transporte de cargas no país.

Fonte: Ministério da Agricultura

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sexta-feira

Terremotos podem ser “induzidos” pelas atividades humanas no meio ambiente?

Sichuan, na China
Como sabemos, os terremotos são fenômenos naturais que ocorrem em áreas de junções das placas tectônicas que, por mais que o homem pesquise e se informe, o muito que consegue fazer é tentar administrar os estragos e mortes provocadas por eles.

Que são imprevisíveis e detém um alto poder de destruição e mortes, não é novidade, mas, algumas pesquisas vem sinalizando, ou melhor, juntando evidências, segundo as quais algumas atividades do homem no meio ambiente poderiam provocá-los.

Alguns terremotos de media magnitude, ocorreram em regiões que sofreram forte intervenção humana, como foi o caso do último que ocorreu em Sichuan, na China (julho 2008) - imagem acima - que matou mais de 180 mil pessoas, e que estaria associado a construção de uma grande barragem e usina hidrelétrica na área.

As alterações na morfologia do solo sob as barragens, com a pressão exercida pelo grande volume de água ( 150 a 200 metros de profundidade), teria levado a uma infiltração de água a camadas mais profundas do solo e, provavelmente, interferido na dinâmica das placas tectônicas.

A se confirmarem essas considerações – embora prematuras ou incipientes – esperam-se sérias reações ao grande volume de água da maior barragem do mundo, a Três Gargantas no rioYang Tsé , também, na China em área de atividades sísmicas consideráveis.

Qual a sua opinião? Acha que é paranóia em torno de um fenômeno natural, ou isso sinaliza no sentido de que o homem deva repensar as suas intervenções no meio ambiente?

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Carvão Mineral, o primo pobre do petróleo é cada vez mais utilizado


Usina Termoelétrica, a carvão mineral, Presidente Médices - RS
 

A crise ambiental que surgiu com a divulgação do relatório do IPCC, em 02/02/07, trouxe a tona uma realidade que passava despercebida, o uso maciço do carvão mineral como fonte de energia. 

O seu uso generalizado que vai desde o industrial até a calefação doméstica (hemisfério norte), se deve ao seu baixo custo em função de sua abundancia relativamente democrática, pois, ocorre em quase todos os países no planeta.

Enquanto as atenções sempre se voltaram para a “vedete energética”, o petróleo, ele, o primo pobre, ficou com o serviço pesado e sujo, literalmente. É a principal fonte de energia emissora de CO2 e provavelmente a maior responsável pelos gases de efeito estufa. 

O carvão mineral continua sendo cada vez mais utilizado, apesar dos inconvenientes ambientais, sobretudo, pela escassez de outras fontes de energia e pela escalada nos preços do petróleo. O bom senso, dentro da ética ambiental, seria a sua redução gradual e substituição por alternativas mais limpas, mas, não é o que ocorre, pois, o “pragmatismo econômico” vem prevalecendo.

Mesmo o Brasil, tem algumas termoelétricas que consomem o carvão mineral extraído de minas em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além de possuir reservas consideráveis que só não são mais utilizadas porque o país não precisa lançar mão desse recurso. 

Com a crise no fornecimento do gás boliviano, estuda-se a possibilidade de utilizar mais intensivamente o carvão mineral para alimentar usinas termoelétricas para suprir demandas comprometidas, já que a maturação, ou seja, o tempo para entrar em uso é menor que a construção de uma usina hidrelétrica

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Matriz energética brasileira, alteração coloca a cana em 2º lugar



O aumento na produção do álcooletanol – vem mudando a relação entre as fontes de energia que compõe a matriz energética brasileira, conforme dados publicados (nesta quinta-feira) pelo Balanço Energético Nacional (BEN-2007).
A matriz energética compreende a energia produzida/consumida geral, incluindo o setor de combustíveis, além dageração de energia elétrica.

Embora a participação na matriz energética brasileira das energias renováveis seja de 46,4% enquanto a média mundial e de 12,7%, o petróleo continua liderando com 36,7%, a cana-de-açúcar com 16,0% energia hidrelétrica com 14,7%. A boa notícia – que não é nova – é que o Brasil é auto-suficiente em todos esses seguimentos, além de se exportador do álcool/etanol.

O aumento do consumo interno do álcool hidratado vem se dando com os carros tipo Flexbicombustíveis – e, também com o aumento no consumo do álcool anidro, que é misturado à gasolina. Logo, o Brasil com uma política de biocombustível que remonta ao Proálcool, feito como reação à crise do petróleo do início dos anos 70, saiu na frente na produção e detém, hoje, a matriz energética mais limpa e adequada em tempos de crise de energia e mudanças climáticas.

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segunda-feira

Poço de Tupi, no pré-sal, afasta a ameaça de apagão

A matriz energética brasileira que é, provavelmente, a mais limpa e renovável do mundo, com 75.9% de energia hidrelétrica, vem se reduzindo e perdendo espaço para outras fontes “sujas”, como as termelétricas movidas a derivados de petróleo e carvão mineral, e não renováveis, já com 11,1%. Isso esta ocorrendo em função das dificuldades no licenciamento ambiental de novas usinas, como as duas no Rio Madeira na Amazônia, cujos projetos são de máxima urgência.

Apesar de limpas, no sentido de renovável e não poluidoras, as usinas hidrelétricas, em sua construção provocam um impacto ambiental considerável, ao inundarem grandes áreas de terra e promoverem alterações no curso dos rios com reflexos na flora e fauna.

A saída, também contestada por ambientalistas, seria a nuclear, que é uma usina termelétrica, com combustível mais “limpo” no sentido ambiental, mas com riscos e problemas – como o lixo radioativoainda não solucionado. Apesar de parecer uma opção perigosa, vem aumentando no mundo e só na França representa quase 90% de sua matriz energética.

Não existe solução fácil, e o risco de um apagão energético só foi afastado, agora, com a nova descoberta da Petrobras, na Bacia de Santos, do Tupi, gigantesco poço de petróleo e gás. O quadro muda radicalmente, e as perspectivas não poderiam ser melhores, embora o petróleo não seja o combustível ou a fonte ideal de energia, tem, ainda, o gás e a certeza de garantia de suprimento energético, com a construção de usinas termoeléticas.

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