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quarta-feira

As lâmpadas incandescentes já tem prazo para desaparecer no Brasil


Os dados indicam uma economia considerável na troca das lâmpadas incandescentes pelas fluorecentes. Entretanto é preciso considerar que esta economia não se justifica quando se coloca em risco a saúde dos usuários, haja vista que está comprovado que elas não são inócuas e que efetivamente fazem mal à saúde, Logo, é uma economia burra e arbitrária, porque não deixa opções para quem não quer aderir, ou melhor se preservar.
Apesar de a produção e importação de lâmpadas incandescentes com potência de 150W e 200W estarem proibidas desde ontem (30) no país, os estoques de atacadistas e varejistas ainda poderão ser comercializados até o final do ano, segundo informações do Ministério de Minas e Energia (MME).
A lei, que tem por base uma portaria de dezembro de 2010, é aplicada às lâmpadas que não atenderem a níveis mínimos de eficiência energética, e tem como objetivo reduzir a quantidade de lâmpadas incandescentes e elevar a participação de unidades mais eficientes, como as fluorescentes compactas e halógenas.
Leia tambem:
De acordo com a portaria, a substituição das lâmpadas será feita de forma gradativa, e a previsão é que elas saiam do mercado de acordo com a potência. As mais potentes estarão proibidas de serem comercializadas a partir de 31 de dezembro de 2012; e as de menor potência, a partir de 30 de junho de 2017.
A data limite para fabricação e importação de lâmpadas de 75W e 100W será no dia 30 de junho de 2013. As de 60W, que são as mais comercializadas, terão fabricação e importação proibidas a partir do final de junho do ano que vem e sua comercialização se encerra em junho de 2014.
Dados divulgados pelo MME indicam que, ao ficar ligada quatro horas por dia, uma lâmpada incandescente de 60W pode gerar 7,2 quilowatts-hora (kWh) de consumo no final do mês. No caso de uma lâmpada fluorescente compacta, o consumo pode cair para 1,8 kWh.
As medidas previstas na portaria do MME têm o objetvo de alinhar o país às premissas e diretrizes do Plano Nacional de Eficiência Energética (PNEf). (Agência Brasil)
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quinta-feira

Os Correios utilizam veículo elétrico na entrega de correspondência

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São pequenos veículos elétricos, os Aris, que em caráter experimental se locomovem em calçadões para a entrega e coleta de encomendas, inicialmente em Curitiba e Porto Alegre e Campinas e, a sequência será levado a outros centros urbanos do país, que foram apresentados na Rio+20.
“A nossa política, enquanto empresa, é a de fazer com que nossos trabalhadores, os carteiros, reduzam cada vez mais o uso de combustíveis fósseis, utilizando em suas atividades de entrega de correspondência veículos leves, o que inclui a adoção, no futuro, desses carros elétricos”, afirmou o presidente dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira.
Na mesma linha de promover a sustentabilidade em suas atividades, está em andamento outro projeto de coleta de lixo dentro do conceito de “logística reversa”, executado em parceria com empresas privadas, que é a entrega, aos carteiros, de equipamentos eletrônicos descartados, como baterias, pilhas, celulares, computadores, que serão encaminhados para as empresas que os fabricam, serviço que será feito pelo contingente de carteiros em todo o país que chega a 56 mil.

Os Correios, tambem expôs durante a Rio+20, um estande com a comercialização do EcoPostal, programa que permite a reutilização de uniformes, malas e malotes postais sem condições de uso para a confecção de bolsas, mochilas e roupas.

São medidas, que efetivam na pratica o conceito de sustentabilidade, não só na inovação do carro elétrico mas na otimização de sua infraestrutura já instalada, agregando valor e sustentabilidade à empresa e ao meio ambiente.

Fonte: Agência Brasil

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terça-feira

O Brasil é exemplo no ítem proteção da natureza x crescimento econômico, diz Dilma

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No último Café com a presidenta (11/06/12), em pleno clima da Rio+20 que se inicia na próxima quarta-feira, amanhã (13/06/12), a presidenta salientou que o Brasil tem feito a “lição de casa”, o que deve ser um trunfo a colocar nas mesas de negociações da conferência no Rio, enquanto o clima de incerteza e/ou pessimismo parece predominar entre os organizadores, que temem uma repetição daquilo que já se viu nas conferências climáticas: muita conversa e pouco resultado.

A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (11), no programa de rádio Café com a Presidenta, que o Brasil é exemplo ao combinar proteção da natureza e crescimento econômico. Segundo Dilma, o modelo de desenvolvimento brasileiro, que tem como base os eixos crescer, incluir e proteger, será apresentado ao mundo durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.
    “O Brasil tem dado um grande exemplo de respeito ao meio ambiente, mas, também, de capacidade de combinar a proteção da natureza com a redução da pobreza e o crescimento econômico. Na última década, elevamos 40 milhões de brasileiros à classe média, tiramos outras dezenas de milhões de brasileiros da pobreza e, ao mesmo tempo, reduzimos drasticamente o desmatamento da Amazônia e mantivemos o crescimento econômico.”
No programa, a presidenta reiterou que em 2011 foi registrado o menor desmatamento da história do país. Segundo ela, a redução é resultado da ação do governo na fiscalização e também na oferta de alternativas de produção e renda para a população que vive nas florestas.

A presidenta disse ainda que as compras do governo federal vão dar prioridade a produtos e serviços que forem fabricados respeitando o meio ambiente. De acordo com Dilma, o novo modelo de compras governamentais vai ajudar a proteger o meio ambiente.
    “As compras do governo são muito importantes para vários setores da economia (…) A partir de agora, nós vamos exigir ou vamos dar prioridade a produtos e serviços que sejam produzidos ou feitos de forma sustentável. Isso significa que se a gente tiver dois fornecedores de um determinado produto, vamos comprar daquele que produz com menor impacto sobre as matas, o ar, o solo e os rios, com economia de água e energia.” (Blog do Planalto)
Os céticos de plantão vão questionar estas afirmações, lembrando de episódios como o Código Florestal e a Usina de Belo Monte. É como disse a Dilma no último Forum Mundial, em Porto Alegre, algo assim: que a função da presidente é governar o país e tomar as medidas necessárias para que isso seja feito e que aos movimentos sociais de todo tipo cabe se organizar e protestar, mesmo. Clique nos links e leia.

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domingo

Pré-Sal, cobiça e poder global


Como a Amazônia, alvo histórico da cobiça internacional, o Pré-Sal e o alvo da vez. Foi como disse o queridinho dos “ambientalistas” locais, o Al Gore: ...ao contrario do que acreditam os brasileiros , a Amazônia não é propriedade deles, ela pertence a todos nós” , ou como mais de uma vez se referiraram à Amazônia jornais estadunidenses e ingleses. Como diz o artigo abaixo, é só uma questão de tempo para manchetes assim começarem a surgir nos jornalões porta-vozes de países e suas petroleiras multinacionais. E, o que é pior, os “nossos” jornalões e revistas que sempre trabalharam a serviço de interesses não nacionais, ao lado de governos como FHC e seu partido, o PSDB.
Clique na imagem para ampliar
O Pré-Sal pertence à humanidade” é a tradução do título do editorial do The New York Times que irá sair em um futuro não muito distante. A pregação diz que o Pré-Sal é da humanidade porque está em área do globo terrestre que não pertence a nenhum país. Logo após esta afirmação, o jornal lança o conceito de que quem chegar primeiro passa a ter a propriedade do petróleo e do gás produzidos. Estas são as teses principais do editorial, representando a opinião de fortes grupos de interesse do capitalismo internacional.

 A maioria das áreas do Pré-Sal está realmente em mar internacional. Os Estados Unidos não ratificaram o tratado internacional que aceita a faixa de 12 até 200 milhas da costa como pertencente ao domínio econômico exclusivo do país, apesar de 150 nações, das 190 existentes, já o terem ratificado. Porém, este editorial esconderá o fato de que é muito custoso explorar o Pré-Sal sem utilizar bases logísticas no Brasil. Talvez porque esta seja uma batalha posterior.

 Apesar de o editorial ser uma ficção, é bem possível que a tese descrita já esteja sendo germinada. O tema petróleo sofre manipulação da mídia do capital, devido a sua importância estratégica e valor econômico. Tenta-se convencer a pequena parcela da população mundial que está atenta aos acontecimentos sobre a atratividade das posições do capital, que, via de regra, não são benéficas à sociedade.

Usa-se de todos os métodos necessários para tal convencimento, desde o fato de salientar aspectos irrelevantes na análise, para confundir, até mentiras deslavadas. Tem-se liberdade total para criar versões substitutas dos fatos reais. Comunicadores excelentes, capazes de distorcer os fatos, criadores de verdades infundadas, além de analistas hábeis, despojados de compromissos para com a sociedade, estão sempre a serviço do capital petrolífero privado, ofuscando aspectos e valores de maior interesse para o povo brasileiro.


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quinta-feira

Brasil começa a adotar botijões de plástico para o gás de cozinha

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Os botijões de gás, de aço, distribuídos pela Liquigrás, a maior distribuidora de gás de cozinha do país (GLP), controlada pela Petrobras, faz experiência desde fevereiro último em 3 grandes cidades brasileiras com o botijão de plastico com o objetivo de introduzi-lo de vez no mercado nacional em substituição ao convencional.

A nova tecnologia é econômica e ecologicamente mais vantajosa. É mais durável pois não está sujeita a corrosão e à reprovação nos testes de requalificação. Por ser de plástico, é mais leve, mais segura – o gás é mantido em um envolucro interno de aço – e não terá que ser repintado a cada 45 dias como ocorre com o de aço. 

A versão brasileira da nova tecnologia, que terá que ser produzida no país, poderá ainda utilizar as rezinas “verdes” ou o plástico verde desenvolvido pela petroquímica Braskem, parceira da Petrobras no empreendimento.
Embora ainda não se possa mensurar, haverá redução nas emissões de dióxido de carbono (CO²), já que os caminhões gastarão menos óleo diesel no transporte por levarem uma carga mais leve.
Resta saber se o consumidor vai aceitar a mudança e se a nova tecnologia se adaptará às condições de transporte no país.

Fonte: Valor

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terça-feira

Porque a lâmpada fluorescente não é ecologicamente sustentável

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Esta ideia de trocar a lâmpada incandescente pela fluorescente em nome da economia de energia e em benefício do meio ambiente vem parecendo mais uma das pseudos soluções sustentáveis, quando, na realidade, significa um novo nicho de grandes lucros de empresas que, como sempre ocorre fazem qualquer coisa, inclusive posarem de ambientalmente corretas, um rótulo que vale ouro, literalmente.

Já está comprovado que ela faz mal à saúde, como pode ler no artigo: A luz fria faz mal, sim ainda não foi divulgado a contento como elas são compostas, quando se sabe da extrema simplicidade de uma lâmpada incandescente, e do relativo baixo impacto ambiental do seu descarte.

O mesmo não ocorre com a fluorescente que tem uma estrutura mais complexa e representa elevados riscos ambientais e de saúde quando quebradas ou descartadas indevidamente, já que não podem ir para o lixão ou mesmo para um aterro sanitário, exigindo o recolhimento pelo fabricante, o que até agora nada foi feito, em que pese o já elevado consumo e as regulamentações da nova Lei de Resíduos Sólidos, que ainda não 
funcionam.
Elas possuem mercúrio (elemento químico) e fósforo em sua composição. É classificada como contaminante químico. Caso tenha destino inadequado, a lâmpada fluorescente pode poluir o ar, solo, lençóis freáticos, rios, chuvas, animais e o homem, comprometendo a cadeia alimentar. Deve ser destinada a empresas de reciclagem. (Wikipédia) 
O que, como disse acima, ainda não ocorre.

Claro que a diferença de consumo de energia entre as duas é significativo, mais os fatores complicadores para a saúde e o meio ambiente, não justificam o risco. A solução seria o desenvolvimento de uma tecnologia tão eficiente no consumo, mas, segura no que se refere aos problemas apresentados.

Ao se adotar esta opção, sob força da lei, como já fez a União Europeia, gera a acomodação e é um desestímulo à procura por solução ecologicamente correta e sustentável.

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quarta-feira

Luz para Todos leva energia solar para comunidades isoladas

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O programa do governo Lula que levou energia elétrica a quase 12 milhões de pessoas que vivem em áreas rurais tem o desafio, agora, de atender a cerca de 30 mil comunidades isoladas, localizadas sobretudo na região Norte do país, onde o acesso à energia elétrica convencional é inviável ou teria um custo muito elevado. 
 
Em função disso o Ministério de Minas e Energia está investindo em energias alternativas, especialmente a solar, para levar a energia onde não existe esta possibilidade de fazer ligações elétricas convencionais. O sistema já está em funcionamento em algumas comunidades da Amazônia.

O programa tambem está utilizando cabos subaquáticos para as comunidades de ilhas fluviais e oceânicas, além de postes de fibra que, por flutuarem e poderem ser transportados até em canoas, facilitam o descolamento principalmente na região amazônica.

A meta do Luz para Todos entre 2011 e 2014 é fazer 716 mil ligações, sendo que 39 já tinham sido cumpridos até o fim de março.

Fonte: Agência Brasil

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sexta-feira

Luta contra usinas hidrelétricas é fantasia, diz a Dilma


É um tema caro aos ditos ambientalistas que, como diz a Dilma, parecem alimentar não uma utopia de uma sociedade ou de um planeta preservado com o uso, apenas, de energias eólica e solar, mas uma fantasia onde querem que países que sempre viveram na rabeira da história como o Brasil, possam dar-se ao luxo de se preservar por inteiro para garantir uma qualidade de vida, notadamente no primeiro mundo da qual efetivamente os brasileiros não seriam chamados a participar, como historicamente vem ocorrendo. A Amazônia que é mais da metade do Brasil, tem, apesar de toda a “zoada”, 17% de seu total, efetivamente desmatada.

G. Hoffmann, Dilma, Luis Pingueli Rosa e Isabel Teixeira
A presidente Dilma Rousseff (PT) aproveitou uma reunião com os integrantes do Fórum do Clima, no Palácio do Planalto, para avisar de vez aos grupos ambientalistas que lutam contra a construção de usinas hidrelétricas na Amazônia que o governo não mudará seu projeto de aumento da oferta de energia e de desenvolvimento da região. Ela chegou a dizer que essas pessoas contrárias à construção das hidrelétricas vivem num estado de "fantasia".

Ao se referir à participação do Brasil na Rio+20, a conferência das Nações Unidas que será realizada em junho, na capital do Rio de Janeiro, a presidente lembrou aos que estavam na reunião que o mundo real não trata de tema "absurdamente etéreo ou fantasioso".

"Ninguém numa conferência dessas também aceita, me desculpem, discutir a fantasia. Ela não tem espaço para a fantasia. Não estou falando da utopia, essa pode ter, estou falando da fantasia", afirmou Dilma.

Dilma disse que o Brasil vai trabalhar pelo desenvolvimento sustentável, para tirar as pessoas da pobreza e para encontrar formas de conciliar o progresso com o respeito ao meio ambiente.


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terça-feira

Petrobras inicia produção em águas ultraprofundas do Golfo do México


A Petrobras comunica que foi iniciada a produção do campo de Cascade através do poço Cascade 4, interligado ao FPSO (navio- plataforma flutuante de produção, com capacidade de estocagem e escoamento) BW Pioneer, localizado a aproximadamente 250 quilômetros da costa do Estado da Lousiana, em profundidade de água de 2500 metros, no Golfo do México americano, em 25 de fevereiro de 2012.

É o primeiro FPSO a produzir petróleo e gás no setor americano do Golfo do México. O navio-plataforma tem capacidade de processar 80 mil barris de petróleo e 500 mil metros cúbicos de gás por dia, e de estocar 500 mil barris de petróleo. 

O navio possui um sistema de ancoragem desconectável, que permite o seu deslocamento para áreas abrigadas durante a ocorrência de furacões e tempestades, trazendo segurança para a tripulação e o meio ambiente e preservando os equipamentos. (mais…)

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domingo

Brise-soleil, uma boa ideia para reduzir a pegada ecológica


Fachada do Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro, caracterizada pela presença marcante do “brise soleil”, um dispositivo arquitetônico utilizado para impedir a incidência direta da radiação solar nos interiores dos edifícios.

Embora a instalação seja cara, compensa os gastos com o excessivo uso dos condicionadores de ar. (foto: Marcos Leite Almeida/Wikepedia Commons)

Da revista Ciência Hoje

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sexta-feira

O carro elétrico pode não ser tão verde assim

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Carro elétrico abastecendo, na Suécia
A ideia de sustentabilidade e de uso de tecnologias limpas de baixa emissão de carbono ou de redução da pegada ecológica vem criando algumas situações inusitadas. A “promessa” dos carros elétricos é uma delas.

A China e a Suécia que são as lideres neste mercado de produção e uso dos carros elétricos vem mostrando uma contrapartida que, se não inviabiliza a tecnologia pelo menos exige uma reformulação ou ações adicionais.

Se na China o crescente uso do carro elétrico com a promessa de 1 milhão de novos carros por ano, reduz o “smog” nas grandes cidades e leva à economia de petróleo, por outro lado vem trazendo um aumento nas emissão de carbono em função da fonte de energia elétrica ser as termoelétricas movidas a carvão mineral.

Como a China produz 37% de todo carvão mineral do mundo, que gera 80% de sua matriz energética, este quadro não deve se alterar, já que a mudança para uma fonte mais limpa é improvável.

Na Suécia que não tem uma matriz energética, necessariamente, limpa: nuclear e biomassa, o carro elétrico é mais barato que o convencional, e além da fonte de energia elétrica, o seu uso  aumentou o consumo e a mobilidade ao lado da redução da “consciência ecológica” da população, o que vem aumentando as emissões de CO² no país.

Logo, o uso maciço do carro elétrico pode trazer vantagens ambientais, sim, mas, depende de toda a cadeia ou ciclo envolvido no processo para colocá-lo nas ruas.

Fonte:Utne

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terça-feira

Vazamento na bacia de Santos não foi no pré-sal, diz Petrobras


Sobre o anunciado vazamento de petróleo no pré-sal veiculado pela mídia, “a Petrobras reitera que o rompimento se deu no duto que liga o poço à plataforma. Não houve vazamento do poço, que foi fechado automaticamente após a ruptura do duto. Portanto, a ocorrência não se deu no pré-sal, que está a mais de 2.000 metros de profundidade no solo marinho.”

A Petrobras informa que depois de sobrevoos realizados na manhã desta sexta (3/2) na área de Carioca Nordeste, na Bacia de Santos, não foram mais identificados quaisquer vestígios de petróleo no mar. 

Diante disso, de acordo com os procedimentos previstos no Plano de Emergência e com o conhecimento da Marinha, Ibama e ANP, as ações de contingência foram desmobilizadas. Serão mantidas na área as embarcações que executam o Plano de Monitoramento iniciado ontem.

A Petrobras mobilizou os melhores especialistas da Companhia para compor a comissão que investiga as causas da ocorrência, com dedicação integral. Conta, também, com o suporte do seu Centro de Pesquisas, de universidades e empresas globais especializadas em projeto, teste e análise de equipamentos submarinos.

Os trabalhos dessa comissão técnica serão acompanhados pela ANP, Ibama e Marinha do Brasil. (Blog da Petrobras)

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quarta-feira

Demanda de energia no Brasil vai precisar de mais três Itaipu

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Usina de Itaipu
Segundo um estudo divulgado pela estatal Empresa de Pesquisa Energética (EPE) (04/01/12), para suprir a demanda prevista de energia em 2021 e manter o seu ritmo de crescimento, o Brasil vai precisar de outras três hidroelétricas equivalentes a Itaipu.

O que significa que a demanda de energia em 2021 será 56% superior à do ano passado, ou saltara de 472 mil megawatts hora em 2011 para 736 mil megawatts hora em 2021.

Este volume equivale ao produzido por três hidrelétricas de Itaipu, a segunda do mundo, que o Brasil compartilha com o Paraguai.

Parte desta energia será atendida pelas três usinas que o pais está construindo na Amazônia, Belo Monte, Santo Antônio e Jirau e que entrarão em operação nos próximos anos.

Esta demanda será impulsionada pelo setor comercial, seguido pelo setor residencial e pela industria. Apesar do crescimento da demanda do setor comercial, o setor industrial é o que mais consome energia no país, com mais da metade do consumo e vai manter a posição em 2021, segundo a EPE.

Fonte: EFE

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domingo

Com 90% Petrobras controla setor de petróleo no país

 
A quebra do monopólio da Petrobras sobre a exploração de petróleo no país ocorreu em 1997 no governo FHC (PSDB), quando, tambem, foi feita a privatização da empresa. No final de seu governo, o Lula (PT) promoveu a reestatização de fato da empresa, Pré-sal Petróleo S/A. Nova estatal “nacionaliza” o petróleo, em momento oportuno para garantir ao Brasil a posse real das riquezas do pré-sal. 
 
Clique para ampliar
Quatorze anos depois da quebra do monopólio na exploração de petróleo no país, a Petrobras mantém o domínio quase absoluto do setor. Concentra as importantes descobertas dos últimos anos e responde por quase 90% da produção nacional.

Desde 1999, foram enviadas 1.201 notificações de descobertas à Agência Nacional do Petróleo (ANP), mas apenas 152 se mostraram comerciais e receberam ou ainda vão receber investimentos que resultarão em nova produção de óleo ou gás. Dessas 152 descobertas, 92 foram feitas em campos operados pela Petrobras. 

No mar, houve 49 descobertas no período, sendo 39 em áreas operadas pela estatal. A maioria são campos em terra, de pequenas dimensões e que agregam pouco à produção nacional, com exceções importantes como as reservas de gás da Petrobras no rio Solimões e da OGX no Parnaíba.

A estatal também responde pelo maior volume de investimentos previstos para os próximos anos. Planeja investir US$ 215 bilhões até 2015, ou 83,3% do total do setor de petróleo e gás. As companhias estrangeiras são responsáveis pela produção de 10% do petróleo no país. Em outubro, extraíram 216 mil barris de óleo e gás por dia, ante uma produção total de 2,5 milhões de barris/dia.

Os adiamentos das novas rodadas de licitações para exploração - o último leilão foi em 2008 e a 11ª rodada vem sendo postergada desde abril - acentuam o poderio da Petrobras, porque fecham o espaço para a operação de novos concorrentes. "O monopólio está voltando a todo vapor", afirma Wagner Freire, ex-diretor da Braspetro e da Petrobras. (Valor)
 
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O vídeo da Globo contra Belo Monte continua a gerar reações, confira vídeo de alunos da UNB!

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O vídeo feito por atores da Rede Globo contra a construção da usina de Belo Monte, cai nos mesmos cacoetes do canal e do sistema de comunicações para o qual trabalham.

Valendo-se de sua notoriedade como atores, o que acaba por torná-los “formadores de opinião”, no bom e mau sentidos, a depender da biografia de cada um, acabam por ter um peso considerável na opinião pública, notadamente nos usuários de seu produto mais famoso, as telenovelas.

No vídeo, muitos mentem literalmente e, provavelmente liam o teleprompter à sua frente – como atores – sem se darem ao respeito ao telespectador que “confia” em sua imagem.

Se o vídeo teve um mérito, foi o de suscitar reações e, embora, talvez, não quisesse, aumentou o debate na internet, já que ninguém teria o “direito de resposta” ou refutação em espaço privilegiado como eles tiveram.

A resposta de estudantes da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), você vê clicando no link, o nome da universidade, onde encontra, tambem, o da Rede Globo. O vídeo resposta dos alunos da UNB (Universidade Nacional de Brasília), você confere acima. 

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quinta-feira

Atividades humanas podem, mesmo, provocar terremotos

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Canos bombeiam vapor quente em usina geotérmica, na China
A intervenção do homem em sua tentativa de dominar a natureza, que é um paradigma de desenvolvimento anacrônico e comprovadamente ineficaz, e mesmo algumas delas teem um potencial de provocar reações radicais e destrutivas, inclusive o que vem demonstrando a escalada de fenômenos naturais cada vez mais letais.

As mudanças climáticas, hipoteticamente provocadas pelas emissões de carbono fóssil na atmosfera é uma delas, embora hajam cada vez mais controvérsias.

Sobretudo depois que se descobriu manipulação de dados para os adequarem às teorias sobre o aquecimento, além de cada vez mais cientistas climáticos as considerarem como resultado do próprio metabolismo do planeta, logo natural, além das pouco consideradas e/ou divulgadas influências das atividades solares sobre o clima no planeta.

A construção da maior usina hidrelétrica do mundo, a Três Gargantas, na China, em área com certa “fragilidade sísmica”, já provocou terremotos na região, e promete mais.
Outra fonte de produção de energia utilizada por muitos países é a geotérmica, quando se injeta água sob grande pressão a quilômetros de profundidade sobre rochas quentes, provocando a formação do vapor d’água superaquecido que é utilizado em usinas termoelétricas.
O processo tem provocado terremotos, ainda, de baixa magnitude, como já ocorre na Alemanha, Reino Unido e Suiça, por exemplo, o que vem provocando reações crescentes ao uso desta tecnologia o que pode inviabilizá-la.
Isso só para ficar nestes exemplos.
Como vê, o “domínio da natureza” trás certos riscos, e só ultimamente o homem parece começar a levar mais à sério. 
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segunda-feira

Vídeos, dos atores da Globo, e o dos alunos da UNICAMP em defesa de Belo Monte

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Depois do vídeo dos atores do Movimento Gota D’Água, da Globo, contra a construção da Usina de Belo Monte, alunos de engenharia civil e economia da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), fizeram uma sátira do vídeo, em defesa da hidrelétrica, com o nome “Tempestade em Copo D’Água”. 

Se, ainda, não viu, confira!

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terça-feira

Álcool combustível, você pode fazer o seu


O álcool combustível o o etanol é, decididamente a melhor opção pra substituir os combustíveis derivados do petróleo, tanto pelo seu baixo custo como por ser um recuso renovável e ecologicamente sustentável e correto.

A novidade é que a sua fabricação não tem grandes mistérios e pode ser uma mão na roda para um pequeno produtor rural que queira conseguir a sua autonomia, produzindo para suas necessidades pessoais e da propriedade.

Este vídeo mostra um projeto de uma mini destilaria desenvolvido pelo professor Juarez de Souza Silva, da Universidade de Viçosa, que ilustra bem esta possibilidade.

Publicado originalmente em Como fazer você mesmo

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sábado

Crise energética no Japão e a volta às velhas formas de aquecimento no inverno

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A vulnerabilidade energética é um problema grave para muitos povos e países. É o caso do Japão. Estruturado sobre fontes de energia que dependem de importação e/ou dos humores do mercado internacional, e confiando em uma fonte perigosa em um país tão vulnerável às atividades sísmicas, é montar uma bomba relógio, principalmente, com o adicional da má administração das usinas nucleares – 30% do consumo – acidentadas, como ficou provado e muito pouco divulgado.

Diante da crise, o governo prega a “volta ao passado” com o óbvio retorno das roupas adequadas às estações.

É o retorno ao trivial agasalho dentro de casa em vez do, agora, improvável aquecimento ou calefação no inverno, o uso da chaleira quente para aquecer no lugar dos aquecedores elétricos e, no verão, abrir mão da “elegância dos costumes” para o uso de roupas mais leves e adequadas para um ambiente sem as benesses do ar condicionado que vem se tornando proibitivo.

Como consequência da crise energética que chegou na esteira dos acidentes recentes com as usinas nucleares em Fukushima, a campanha “Warm Biz” já está nas ruas para convencer o povo a voltar aos antigos hábitos de aquecimento de inverno e de aliviar o calor no verão.

Fonte: Reuters

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sexta-feira

Parque Eólico da Petrobras entra em operação comercial


A Petrobras deixou de ser, definitivamente, uma petroleira como originalmente foi constituída. Antenada nos novos tempos de mudanças climáticas e da colocação em xeque do uso de combustíveis fósseis, que ainda predominam na empresa e no mundo, ela vem diversificando a sua pauta de produtos com as novas fontes de energias alternativas, como etanol, biodiesel e eólica. O novo parque eólico recém-inaugurada é um exemplo disso.

A Petrobras informa que as usinas Potiguar, Cabugi, Juriti e Mangue Seco, que compõem o Parque Eólico de Mangue Seco, já estão operando comercialmente no Rio Grande do Norte. Com investimento de R$ 424 milhões, o primeiro Parque Eólico da Petrobras entrou em operação comercial oito meses antes do compromisso assumido com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

Os contratos de venda de energia para as usinas foram ofertados no primeiro leilão de energia eólica, realizado em dezembro de 2009 e são válidos por 20 anos.  

O certame de 2009 previa que a energia gerada pelas usinas seria disponibilizada para o Sistema Interligado Nacional em 1º de julho de 2012, mas a Petrobras antecipou o cronograma e todo o parque eólico está em operação comercial desde esta terça-feira (1º de novembro), com a entrada em operação da última usina, a Juriti. A usina de Potiguar está em operação comercial desde 26 de agosto de 2011 e as usinas de Cabuji e Mangue Seco, desde 24 de setembro de 2011 e 6 de outubro de 2011, respectivamente.


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