Mostrando postagens com marcador Energia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Energia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira

Brasil vai produzir energia limpa na Antártida


O pioneirismo do Brasil no uso de energia renovável que começou com o pro álcool no inicio dos anos 70 não deixa de surpreender. É o caso do carro flex, o uso de 25% na mistura com a gasolina e, agora, na produção de energia na Estação Antártica Comandante Ferraz, substituindo o óleo diesel que é utilizado, tambem, pelos demais países que mantem estações de pesquisa na região.
É o resultado de uma parceria entre a Petrobras Biocombustível, Vale Soluções em Energia (VSE) e a Marinha do Brasil.
A iniciativa abre a expectativa de abertura de um novo campo de uso do etanol nacional na produção de energia elétrica, elem do forte efeito simbólico: “Queremos desenvolver na geração de energia elétrica limpa o mesmo conhecimento e competência que temos na área de etanol combustível”, como disse o diretor de etanol da Petrobras Biocombustível, Ricardo Castello Branco.
Os testes começam a partir de novembro próximo onde serão analisadas a utilização do etanol sob condições climáticas extremas em um gerador específico, quando serão utilizados tanques especiais sobre trenós produzidos peal Petrobras para o transporte do etanol até a estação.
Os geradores foram desenvolvidos Vale Soluções em Energia – Vale, 53% e BNDESPar, 47% – já produzidos para a Amazonas Energia, da Eletrobras, para a geração de energia limpa em substituição ao óleo diesel na região.
A utilização do etanol para produção de energia, abre boas perspetivas de mercado no médio prazo, como diz o diretor da Petrobras Distribuidora. "Veja a necessidade de energia do Japão, por exemplo. Grandes geradores que funcionem a partir de etanol poderiam suprir parte dessa demanda".
Na Estação Comandante Ferraz, do Programa Antártico Brasileiro (Proantar), gerenciada pela Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), o Brasil realiza estudos sobre os impactos do aumento da concentração de gases de efeito estufa no planeta, além de pesquisas científicas sobre os fenômenos que ocorrem no continente, e tem como uma das prioridades a qualidade ambiental das operações da estação na Antártida.
Fonte: Estadão
Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

domingo

Embrapa pesquisa novas fontes de produção do etanol



Novos fontes de produção do etanol estão sendo estudadas pela EMBRAPA, visando diversificar a produção no pais, o que pode não só reduzir os preços como criar uma escala de produção que garanta uma posição de liderança mundial do Brasil na produção do combustível. Confira o vídeo para maiores informações.

Leia tambem: Novas fontes de produção do biodiesel

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.


Share/Save/Bookmark

quarta-feira

Maconha pode virar biodiesel

.
A busca por formas de produção de energias alternativas, movidas menos por preocupações ambientais propriamente ditas, e mais na busca de novas oportunidades de faturar, vem trazendo uma gama muito grande, e até inusitadas, de ‘fontes’, embora a corrida pelo óleo negro continue a todo vapor.

Depois do etanol, é o biodiesel que trás as maiores novidades como combustível alternativo, já que, praticamente todas as fontes de óleos essenciais contidos nos vegetais e as gorduras animais são potenciais promessas.

A tecnologia ou o mecanismo de produção é tão simples que não demora alguém vai lançar um “kit combustível alternativo” para você mesmo fazer em casa o combustível do seu veículo.

Pesquisas na USP poe na lista a borra do café que além de grande produtor mundial é o produto de maior consumo no país. Outra aposta é nas penas de frango que até então eram utilizadas como ração, deles próprios e adubo, agora, podem ser utilizadas na produção do biodiesel.

Como subproduto das fazendas de criação e abate de jacarés, nos EUA, que abastecem a industria da moda – com os “crocos” – e aos restaurantes especializados, a gordura até então sem um destino mais nobre, tambem, deve ser transformada em combustível.

Correndo por fora, e se tudo der certo vai ser um grande alívio para o meio ambiente, é a tentativa de algumas empresas de produzirem um diesel sintético com as fraldas que aos bilhões entulham os lixões e aterros sanitários em todo o mundo.

Agora, para ajudar a convencer aqueles que duvidam das propriedades benéficas da cannabis sativa, pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos EUA, descobriram que o seu alto teor de óleos essenciais a torna uma grande candidata a produtora de biodiesel, tambem, devido a sua pouca exigência por solos e cuidados especiais no cultivo.

Como vê, não parece difícil encontrar um substituto para o velho petróleo como combustível, o lance é a tal da “vontade política” ou um nível mais radical de necessidade, o que, a avaliar pelas novas descoberta de jazidas não vai ocorrer tão cedo.

Fonte: Exame

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.


Share/Save/Bookmark

sábado

Câmara dos EUA, abandona as energias alternativas pela convencional


Esta decisão da Câmara dos Estados Unidos não chega a surpreender. Envolvido em uma crise colossal e com previsões nada otimistas no médio longo prazo, continuar investindo no desenvolvimento de novas tecnologias de produção de energias alternativas, não parece ser um bom negócio, em função do seu alto custo e pouco eficiência na produção de grande volumes de energia, um desafio permanente, principalmente para quem tem que “apertar o cinto”. Nada é páreo para o velho, barato e abundante carvão mineral, e principal emissor de CO², diga-se de passagem.
A Câmara dos Estados Unidos aprovou hoje, com 219 votos a favor e 196 contra, um projeto de lei que retira o apoio federal a fontes de energia renováveis e aumenta os recursos para pesquisas sobre tecnologias que usam combustíveis fósseis (carvão, petróleo e gás). Será difícil a lei ser aprovada pelo Senado, onde o Partido Democrata, do presidente Barack Obama, tem maioria. A Câmara é controlada pelo Partido Republicano.

O projeto aprovado pela Câmara reduz os investimentos em pesquisa
sobre energia solar e para programas de promoção de eficiência no uso da energia e corta as garantias de crédito para projetos de energia renovável. Ele aumenta os recursos para pesquisas sobre tecnologia para captura de emissões de carbono de usinas termelétricas a carvão e para a construção de um depósito de lixo nuclear na montanha Yucca, em Nevada, projeto que há anos é objeto de críticas por parte dos ambientalistas.

Anteontem, a Câmara já havia aprovado um projeto que limita a autoridade da Agência de Proteção Ambiental
(EPA, na sigla em inglês). De acordo com esse projeto, a EPA não poderá mais vetar a concessão de permissões para projetos de mineração de carvão, nem impor padrões de poluição da água aos governos estaduais. O presidente Obama já disse que deverá vetar esse projeto. As informações são da Dow Jones.
Do A Tarde 

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

sexta-feira

Petrobrás vai investir ‘pesado’ na produção própria do etanol

.
A Petrobrás que participa da produção de etanol através de participação em várias empresas privadas resolve investir pesado na produção própria e garantir não só a nacionalização de fato desta produção, exportação e distribuição, já bastante ocupada por empresas multinacionais estrangeiras, como garantir o abastecimento interno sem traumas, com a criação de estoques reguladores.

... o Brasil é o maior produtor e exportador de açúcar do mundo, com quase a metade do volume total do comércio mundial do produto. Mas nossas exportações são centradas na exportação em bruto, que representa mais de dois terços do volume total enviado ao exterior.  E o preço deste é cerca de 60% apenas do refinado, que é o essencial para o abastecimento do mercado interno.(...)

É com esta “sobreoferta” que o Governo conta para a formação do estoque regulador – de um mês de comercialização – que vai determinar às distribuidoras. E a Petrobras Distribuidora é a maior delas, um pouco à frente da Shell/Cosan, num mercado que está sendo marcado pela forte concentração: a participação das pequenas distribuidoras no mercado caiu, desde 2006 (quando começou a onda de aquisições no mercado – de mais de 60% para algo em torno de 35%.(...)

Já passou da hora de  implementar esta – vamos assumir o nome, sem medo de sermos felizes – intervenção estatal no setor, que representa a possibilidade de dirigi-lo segundo as conveniências do país. Porque intervenção  estatal no setor  houve desde o início e ninguém reclama, porque sempre foi para subsidiar a produção de álcool.


Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga noTwitter para acompanhar as nossas atualizações

Share/Save/Bookmark

quinta-feira

“Terras raras”, cada dia mais raras no mercado


O desenvolvimento ou expansão na busca por novas formas de produção de energias alternativaseólica, solar e baterias (carros e celulares) – esbarra na relativa escassez ou “raridade” das terras raras, também conhecidas como elementos químicos metálicos.

Terras raras” é o que se denomina o conjunto de minerais que contem insumos fundamentais para a produção das tecnologias que vão das turbinas eólicas, baterias elétricas para automóveis, além das tecnologias de comunicação como celulares e gadgets de todo tipo.

Os EUA que há algum tempo era o maior produtor mundial, cedem lugar à China, que detém, hoje, mais da metade da produção mundial e quase 100% da oferta.

O detalhe interessante é que a China vem reduzindo gradualmente esta oferta, preferindo concentrar-se no mercado interno, na produção de tecnologias tanto para uso próprio como para exportação, no sentido de concretizar o seu propósito de se tornar o líder mundial a produção de tecnologia de produção de energias alternativas.

No Brasil, surgiu evidencias de jazidas de “terras raras” no Nordeste e no Meio-norte – Maranhão.
Tudo indica que muitos países, como os EUA, podem sair de uma dependência do petróleo árabe, para caírem na dependência das tecnologias de produção de energias alternativas, da China.

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

domingo

Energia na China, também uma questão de estabilidade social

 .
A China vem conquistando a liderança mundial na produção de tecnologias de produção de energias alternativas. A grande expansão na produção de energia eólica, solar e geotérmica, além das convencionais, não é uma preocupação, apenas, ecológico ambiental como pode parecer à primeira vista. 

Além da crescente demanda por energia, turbinada por índices de crescimento inéditos que leva à necessidade de gerar energia de todas as formas, existe, tambem, a preocupação em manter a estabilidade social.

Com uma fórmula nova, onde convive um Estado marxista com uma economia capitalista, tenta-se evitar que uma eventual crise de energia, que viesse a comprometer a explosão de consumo em que vive o maior mercado consumidor do mundo, possa desestabilizar o país e comprometer o frágil equilíbrio que vem mantendo.

O seu domínio na produção e uso das “terras raras”, também conhecidas como elementos químicos metálicos, fundamentos tanto das tecnologias de produção de energia alternativas como de celulares, por exemplo, ajudam a explicar a sua estratégia.

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

sábado

Cresce a instalação de parques eólicos no país


Mesmo que não represente uma opção real no curto e médio prazo como alternativa às fontes convencionais de energia, as ditas fontes alternativas, a energia eólica, sobretudo, vem crescendo gradualmente em sua capacidade instalada no país.

Embora a sua escala de produção seja, ainda, pequena e complementar, como produto final – energia – é como os demais, e nos “leilões de energia” disputam em pé de igualdade com as outras fontes convencionais.

É o que vem estimulando muitas empresas a se dedicarem à sua produção, pois, além dos incentivos, gozam de simpatia institucional o que facilita, comparativamente, a sua aprovação pelas instancias oficiais (EIA/RIMA), o que não ocorre com as demais modalidades, tipo energia hidrelétrica e termoelétricas movidas a diesel e carvão mineral. 


Estes projetos teem um bom percurso a percorrer com as exigências dos relatórios de impactos ambiental, junto ao Ibama, o que não tem sido lá muito fácil, embora novos aportes de energia sejam necessidades prementes para o país, para que não se comprometa o processo de crescimento econômico que o país vem experimentando nos últimos anos, haja vista a “batalha” para a construção da Usina de Belo Monte, na Amazônia.

A previsão é que entrem em funcionamento em 2013, os 164 projetos em andamento elevando os 0,5%, hoje, para 4%. Dentre os 8 Estados produtores ( previstos ), destacam-se o Rio Grande do Norte, Bahia e Ceará, com 132 projetos.

Parece pouco, mas, representa um salto em termos de capacidade instalada, e o Brasil é considerado um país privilegiado. O seu potencial se explica pela complementaridade com a energia hidrelétrica, quando ambas dependem do regime de chuvas no país, que vai favorecê-las em cada estação: de chuvas a hidro, e de seca a eólica, quando aumentam os ventos.

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações

Share/Save/Bookmark

quarta-feira

Produção de biodiesel cresce e diversifica fontes de matéria-prima


Mamona

A produção de biodiesel no Brasil já é uma realidade e integra o leque de iniciativas do país na ampliação da usa matriz energética limpa e renovável, a maior do mundo, com quase 50 % do total, embora ela – a produção do biodiesel – ainda esteja ferramentada no uso da soja e sebo de boi, majoritariamente, com 75% e 14%, respectivamente, em que pese as iniciativas da Petrobras e outras empresas em diversificarem as fontes de matéria-prima como o uso de vegetais alternativos, hoje, com 7%.


O projeto de aumento da capacitação da produção do biodiesel pela Petrobras, que já conta com 4 usinas: Candeias (B), Quixadá (CE) e Montes Claros (MG) além de uma parceria no Rio de Janeiro, prevê a inclusão social com a incorporação da agricultura familiar na produção de culturas oleaginosas como mamona,‭ ‬o dendê,‭ ‬o girassol,‭ ‬canola,‭ ‬pinhão manso e o algodão, contribuindo para o aumento da renda do agricultor familiar.

Pelos percentuais vê-se que ainda falta crescer muito a participação dessas culturas, e reduzir o ônus social e ambiental, frequentemente associados à criação de gado e à cultura da soja, como pode conferir no artigo acima.

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

quinta-feira

A Usina de Belo Monte, conveniência e a “intimação” da OEA


Esta questão da Usina de Belo Monte não é nova, há décadas que se discute o que seria a maior usina hidrelétrica nacional e terceira do mundo, já que a Itaipu é binacional, e a polêmica que parece chegar a um final, ainda provoca reações as mais inusitadas. É o caso do quase ultimato da OEAOrganização dos Estados Americanos- que inclui os EUA, o que em muitas questões importantes deixou de ser relevante – a sua opinião – em função exatamente das suspeitas de que, como a ONU, ela funcione como se uma extensão do Departamento de Estado dos Estados Unidos, para impor as suas vontades e/ou conveniências no restante dos países membros.


Enquanto se discute esta e outras opções de usinas hidrelétricas para garantir o esforço de desenvolvimento que o Brasil vem vivendo nos últimos anos, a matriz energética, embora ainda seja a mais limpa do mundo, exatamente pela sua matriz hidrelétrica, vem sendo descaracterizada nos últimos tempos com a proliferação das usinas térmicas movidas a carvão mineral e óleo, ou as duas maiores fonte poluentes do planeta e que são isoladamente as responsáveis pelo efeito estufa que está aí.

O argumento das fontes de energia alternativas tipo eólica, solar e similares, são inviáveis no curto médio prazo, e o país não pode parar, promover novos “apagões” ou lançar mão dos combustíveis sujos como vem fazendo, o que vem passando batido pelos críticos da usina, notadamente os ambientalistas. 

A situação dos índios da área, me parece mais uma jogada demagógica, quando são usados para provocar emoções mais fortes, mas, pelo que sabemos os índios são “nômades”, logo, não são essencialmente ligados a um território específico e podem muito bem ser deslocados para outras áreas da floresta. 

A invejada matriz energética brasileira, ainda a mais limpa do mundo, com os restantes quase 50% de energias limpas e renováveis – que vem se reduzindo gradualmente – graças, como falamos acima, a energia hidrelétrica, ao etanol e biodiesel, é um trunfo que lhe garante um fornecimento permanente, seguro e, relativamente, mais barato.
A construção de usinas hidrelétricas implica em alagamento de terras e deslocamentos de populações, cidades inteiras, como já foi feito inúmeras vezes no país e no mundo, pois, não há como se fazer de outra maneira, e o país não pode voltar aos tempos dos apagões ou racionamentos de energia e ”parar” seu processo de desenvolvimento pela primeira vez em sua história, deixando o atraso e subdesenvolvimento para traz.

Ninguém que engrossa as fileiras de protestos está disposto a abri mão de seus empregos, e toda sorte de eletroeletrônicos e demais comodidades que só são possíveis com um fornecimento de energia abundante e seguro e, no nosso caso, agora, urgente.

Leia artigos relacionados:
Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

terça-feira

EUA tem a maior concentração de radioatividade do planeta

Enquanto o terremoto no Japão provocava comoção internacional, que passou logo para apreensão em função dos diversos acidentes envolvendo suas usinas nucleares, um país mais do que os demais ficou verdadeiramente preocupado, pois, já protagonizou um dos maiores acidentes nucleares da história, o de Three Mile Island, em 20 de março de 1979, na Pensilvânia, tambem porque tem uma “arsenal explosivo” de lixo radioativo que não sabe o que fazer com ele, isso sem falar em suas várias usinas, e os EUA não são um país fora do circuito das áreas passíveis de terremotos.

 Piscina de combustível usado de usina nos EUA
  • La mayor concentración de radiactividad en el planeta está en EE.UU. Residuos radiactivos y “combustible nuclear usado”.
Por Rady Ananda

Traducido del inglés para Rebelión por Germán Leyens

En una reciente entrevista com The Real News Network, Robert Álvarez, especialista en política nuclear desde 1975, informa de que el combustible nuclear usado en EE.UU. representa la mayor concentración de radiactividad en el planeta: 71.000 toneladas. Peor todavía: ya que el depósito de residuos de Yucca Mountain ha sido eliminado por su proximidad a fallas activas, la Comisión Reguladora Nuclear (NRC) ha permitido que los operadores de reactores almacenen cuatro veces más residuos en las piscinas de combustible usado de la cantidad para la que fueron diseñadas.

Cada piscina de combustible usado de Fukushima contiene unas 100 toneladas, dice, mientras que cada piscina en EE.UU. contiene entre 500 y 700 toneladas. Un solo incendio en una piscina liberaría cantidades catastróficas de radiactividad, haciendo que entre 44.000 y 56.000 kilómetros cuadrados fueran inhabitables. Es aproximadamente el tamaño de Nueva Hampshire y Vermont, por el incendio de una sola piscina.


Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

domingo

Biodiesel,‭ ‬não é uma energia tão limpa como pregam

Clique na imagem para ampliar
Usina de biodiesel, no Rio Grande do Sul 

Na busca por fontes de‭ ‬energia alternativas ou‭ ‬energia limpa,‭ ‬nem tudo é tão limpo como parece à primeira vista.‭ ‬As‭ ‬mudanças climáticas e todas as perspectivas de alterações do‭ ‬meio ambiente,‭  ‬levam à necessidade de novas tecnologias,‭ ‬embora as intenções e ou procedimentos sejam os mesmo de sempre,‭ ‬apenas‭  ‬mais uma oportunidade de faturar como outra qualquer.

Na produção do‭ ‬biodiesel,‭ ‬por exemplo,‭ ‬em que pese a propaganda de‭ ‬combustivel limpo,‭ ‬ecologica‭ ‬e ambientamente corretos,‭ ‬com a utilização de materias primas vegetais alternativas e renováveis,‭ ‬se escondem práticas como o uso maciço da soja,‭ ‬com suas implicações na expansão com‭ ‬desmatamento na Amazônia e,‭ ‬o que é menos divulgado ainda,‭ ‬com o uso do‭ ‬sebo de boi‭ (‬14%‭) ‬que,‭ ‬mais do que a‭ ‬soja‭ (‬75%‭)‬,‭ ‬tem um curriculo supeito com o uso recorrente de‭ ‬mão-de-obra escrava,‭ ‬apesar do combate do governo,‭ ‬além do‭ ‬desmatamento.

Apesar desse passivo social‭ – ‬trabalhista‭ – ‬e ambiental,‭ ‬o que se vê é a divulgação da imagem de‭ ‬combustivel limpo,‭ ‬que utiliza fontes de matéria prima vegetal como a mamona,‭ ‬o dendê,‭ ‬o girassol,‭ ‬canola,‭ ‬pinhão manso e o algodão,‭ ‬em parte ligados a projetos de‭ ‬inclusão social e da‭ ‬agricultura familiar que,‭ ‬na realidade,‭ ‬ainda, representam algo em torno de‭ ‬7%.‭ ‬Sendo‭ ‬2,5%‭ ‬do total destes vegetais,‭ ‬menos os‭  ‬4,11%‭ ‬do algodão.

Esta é a imagem divulgada‭ – ‬com apenas os‭ ‬7%‭ ‬-‭ ‬para dar um caráter de‭ ‬combustível limpo e social e ambientalmente corretos,‭ ‬o que está bem longe da realidade.

Publicado originalmente em Coluna do Leitor

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

terça-feira

A luz fria faz mal, sim

Este texto abaixo, publicado na revista Vida Simples, inicia afirmando que a “luz fria” ou fluorescente, não faz mal, embora fique claro que “faz mal”,sim. É o que você vai constatar ao ler. Esta campanha pela substituição da “lâmpada incandescente”, parece mais uma jogada de “marketing” do que uma questão ambiental, já que, existem muitas outras formas de se economizar no uso da energia elétrica e, é bom lembrar, que toda a perocupação com o meio ambiente é, exatamente, preservar a qualidade de vida, e não é o que faz a tal da “luz fria”.


Não, a A lâmpada fluorescente (também conhecida como luz fria) emite uma quantidade de raios ultravioleta tão pequena que não faz mal às pessoas em condições normais de saúde.
Pode ser prejudicial apenas àqueles que têm hipersensibilidade a esses raios ou possuem alguma doença fotossensível. Elas funcionam da seguinte maneira: a corrente elétrica entra em contato com vapor de mercúrio e produz radiação ultravioleta, que é transformada em luz branca quando entra em choque com as partículas de fósforo presentes na lâmpada.

“O problema é que há sempre uma quantidade de raios ultravioleta que não é processada dentro da lâmpada e se espalha no ambiente”, afirma Elvo Calixto Burini Jr., pesquisador do Instituto de Eletrotécnica da Universidade de São Paulo. Já as lâmpadas incandescentes, de “luz amarela”, iluminam quando a corrente elétrica aquece o fio de tungstênio (sem liberar raios ultravioleta). A lâmpada fluorescente é mais cara, mas gasta menos energia.

“Para amenizar os efeitos da lâmpada, recomenda-se a utilização de um lustre, já que a lâmina de vidro é suficiente para filtrar os raios ultravioleta. Outra opção é utilizar um bom filtro solar”, explica Eduard René Brechtbuhl, do Departamento de Oncologia Cutânea do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Só para lembrar, na embalagem das lâmpadas vendidadas no mercado, ainda tem esta advertência: “Esta lâmpada pode causar interferência em aparelhos eletro-eletrônicos”.


Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

quinta-feira

Minas de betume e destruição de florestas boreais

Mordor existe. Lembra-se em “Senhor dos Anéis”, onde se gesta “o fim da era dos homens”? Mina de areias betuminosas para produção de petróleo - para exportação - uma verdadeira bomba ambiental, no Canadá, onde antes havia florestas, lagos e rios, grandes fontes de água de qualidade, utilizadas em larga escala no processo de exploração.

Embora a ênfase dos movimentos de defesa do meio ambiente em todo o mundo seja o desmatamento nas florestas tropicais, como na Amazônia, a taiga, bioma tão ou mais importante para presevação da qualidade da vida no planeta do que as florestas tropicais, vem sendo destruido sistematicamente, no Canadá e em países do norte do continente europeu.

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

Os problemas energéticos foram resolvidos, e não com fontes ecologicamente corretas


O gás de xisto parece ter sido eleito como a “salvação da lavoura”, de europeus, norte-americanos e outros dependentes externos de petróleo e gás natural, alem de grandes consumidores de carvão mineral, o vilão principal do aquecimento global. Estes países teem reservas consideráveis do “novo gás" em seus subsolos, como de resto boa parte do mundo. O problema é a complexidade do processo de exploração e o grande débito ambiental.
Clique para ampliar
Campo de exploração do gás, EUA

Quem sonhava, como os ambientalistas e utópicos de plantão, com um futuro movido a turbinas eólicas e placas de energia solar, pode tirar o cavalo da chuva.

Primeiro porque, apesar de toda euforia com as energias alternativas, assim como algumas tecnologias de ponta, elas esbarram com a pouca disponibilidade no mundo de alguns minerais e, sobretudo, das “terras raras” que é um composto mineral que contem cerca de 17 elementos químicos essenciais na fabricação tanto das baterias dos novos gadgets de todo tipo, como de componentes na construção das turbinas eólicas e tecnologias de energia solar.

Segundo porque, longe de “gastar pestana” no real desenvolvimento de novas tecnologias energéticas, os grandes consumidores de carvão mineral e derivados do petróleo, alem de responsáveis pelo efeito estufa que está aí, como os EUA e União Europeia, sobretudo, optaram de vez pelo gás de xisto, que tem alto custo tecnológico e ambiental.

Embora não seja nenhuma novidade, o seu uso só passou a ser factível, com os elevados preços do petróleo e gás natural, quando passa a ser viável economicamente, apenas, já que o custo ambiental continua muito elevado.

A opção de grandes consumidores como a União Europeia e EUA pelo gás de xisto, tem tambem, motivações políticas e estratégicas, já que dependem inteiramente da importação de grande parte da energia que consomem. No caso da União Europeia, do gás da Rússia e os EUA, de países do Oriente Médio e áreas adjacentes como Norte da Africa, que teem governos autoritários para os padrões ocidentais e principalmente instáveis politicamente, como demonstra a onda de revoltas que vem ocorrendo nos últimos dias.

O grande risco ambiental que revoga toda e qualquer perspectiva de mudanças tendo em vista as mudanças climáticas, é o uso acentuado de água no processo de extração e processamento do gás, que é contaminada irreversivelmente com elementos químicos altamente tóxicos, comprometendo ou inutilizando tanto as fontes da superfície como rios e lagos, como os lençóis freáticos.

Logo, o gás de xisto é o grande achado destes mega consumidores de combustíveis e energia fóssil e poluidores históricos, que mostram categoricamente que estão mais preocupados com os seus umbigos do que com um hipotético aquecimento global, se é que é real e não uma jogada como outra qualquer, que só tem uma vantagem, não ser pior do que o famigerado carvão mineral com o qual construíram o seu desenvolvimento.

Fonte: 20 Minutes.fr

Leia artigos relacionados:
Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

segunda-feira

Automóveis, mais do que simples meios de locomoção e transporte


Uma conversa que se ouve com frequência é sobre a quantidade de carros e a morosidade do transito nas cidades, bem como da qualidade discutível do transporte coletivo. Sensíveis a isso, é também comum ver o discursos políticos sobre melhoria do transporte coletivo , quando o que se sabe é que a cidade vem cedendo cada vez mais espaço ao transporte individual – literalmente – do automóvel. Leia o artigo abaixo, onde o autor fala da cultura do automóvel que vai muito alem da pura necessidade de locomoção, adquirindo outras conotações que podem dificultar a adoção de uma solução para uma cidade mais leve e com mais mobilidade.

Um automóvel deveria ser uma extensão das pernas, uma maneira de ir e vir de forma rápida, eficiente, econômica e com qualidade. No entanto, esta não é a realidade do mercado. Ter um carro significa mostrar poder, capacidade de consumo e coisas que nada tem a ver com ir e vir. Uma vez, em uma conversa com a psicóloga Ana Verônica Mautner, ela se saiu com essa: “Tem homem que precisa de um motor para carregar seu próprio pinto. A potência é da máquina, e não dele”. Do lado feminino já se criou, inclusive, a pouco honrada denominação de “Maria Gasolina”, que define as mulheres que colocam as qualidades do carro acima das qualidades do motorista.

(…)

No entanto, enquanto o carro for extensão do ego, e não das pernas, não haverá alternativas, porque políticos continuarão fazendo a demagogia do discurso pelo público e o investimento pelo individual, e as pessoas vão continuar a usar desculpas para não utilizar o transporte público. Continue lendo...

Share/Save/Bookmark

quinta-feira

A “fome” de óleo dos EUA

Após o último de uma série de acidentes no meio ambiente marinho provocados por empresas nos EUA, como o último no Golfo do México, com a explosão de plataforma e derramamento de óleo e desastre ambiental provocado pela petroleira inglesa British Petrolium, BP, pesquisa do Gallup feita nos EUA, mostra que 55% contra 39% da população prefere o meio ambiente à produção de energia.

Do: The New York Times


Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

quarta-feira

Os EUA protagonizaram os maiores acidentes no meio ambiente marinho de todos os tempos

Plataforma da British Petrolium 
Os EUA teem um débito ambiental considerável e representa, isoladamente, o maior responsável pela degradação do planeta com as suas históricas emissões de gases de efeito estufa em função de uma matriz energética suja, fundamentada no uso maciço de carvão mineral e outros combustíveis fósseis, além de ter protagonizado os maiores acidentes no meio ambiente marinho com comprometimento irreversível, e já que não existem compartimentos estanque, no médio longo prazo afeta o ecossistema marinho como um todo.

O derramamento de óleo do Golfo Pérsico em função da Guerra do Golfo em 1991, o acidente com o petroleiro Exxon Valdez, no Alasca em 1989, e agora o acidente da British Petrolium, da Inglaterra, no Golfo do México.

Estes acidentes deixam evidente a relação equivocada da ciência com a natureza mostrando a prepotência de quem acha que tudo pode e que é, frequentemente, deixada “com as calças na mão” e, o que é pior, não aprende com os próprios erros. Neste artigo, alem de informações detalhadas sobre o acidente mais recente, pode ver a gênese desta atitude de enfrentamento da natureza tão cara a “ciência”.
No arco da história humana, a noção de que a natureza é máquina que aí está para ser objeto de reengenharia ao bel prazer do engenheiro é conceito relativamente recente. Em livro seminal de 1980, The Death of Nature, Carolyn Merchant, historiadora das ciências do meio ambiente, lembra os leitores de que, até os anos 1600s, a terra era viva, quase sempre sob a forma de uma mãe. Os europeus – como todos os povos nativos em todo o planeta – acreditavam que o planeta fosse ser vivo, cheio de potências de vida e de terríveis tempestades. Por isso havia tabus que impediam ações que deformassem e violassem “a mãe”, entre os quais a mineração. Continue lendo...

Share/Save/Bookmark

sábado

Plástico verde. Como o etanol, o Brasil sai na frente, novamente

.
Depois do etanol, que o Brasil produz desde a 1ª grande crise do petróleo, em 1973, e que, hoje, fez o país sair na frente, quando o mundo começou a busca por fontes de energias alternativas, em função da crise energética e das mudanças climáticas, associadas ao excesso de emissões de gases de efeito estufa, principalmente aqueles produzidos pelo uso massivo de combustíveis fósseis, agora, o país sai na frente, novamente, e anuncia o plástico verde.

É o biopolietileno ou o polipropileno verde. Um material 100% renovável, feito a partir do etanol da cana-de-açúcar e que já está sendo usado em caráter experimental, e pretende substituir o plastico convencional feito com polipropileno derivado do petróleo. O anúncio foi feito pela Braskem, a maior fabricante de termoplásticos da América Latina.

O material já esta sendo usado em caráter experimental em fábricas de automóveis, embalagens alimentícias, cosméticos, brinquedos, materiais de limpeza entre a outras. O plástico verde, como está sendo chamado, ainda trás algumas vantagens adicionais no que se refere a sustentabilidade, com a redução nas emissões de gases de efeito estufa do produto convencional, que contribui com o aquecimento e as mudanças climáticas. Cada tonelada de plástico verde sequestra e fixa 2,5 toneladas de CO² que estavam na atmosfera.

Outra vantagem é que não terão que ser feitos investimentos para adaptação das máquinas das industrias de transformação, o que implica em menores custos e agilidade na colocação do produto no mercado. Neste sentido a empresa já fez parcerias que levará, em breve, o plastico verde ao consumidor final, no mercado local e em todo o mundo, inicialmente na forma de embalagens e cosméticos.

A Braskem é um empresa nacional, com participação majoritária da Petrobras e da Oderbrecht.

Fontes: Agência Sebrae e Braskem

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark

terça-feira

Pré-sal Petróleo S/A. Nova estatal “nacionaliza” o petróleo


Clique na imagem para ampliar
O presidente Lula sancionou (02/08/2010), o projeto de lei enviado pelo governo ao Congresso Nacional, que cria a Pré-sal Petróleo S/A (PPSA), empresa estatal que vai gerir a exploração do petróleo do pré-sal. Na realidade, ao substituir o sistema vigente até então de concessões pelo de partilha, a nova lei nacionaliza o petróleo e os demais produtos do pré-sal tornando-os propriedade da União.

É que, com o sistema anterior, as empresas concessionárias – em grande parte multinacionais estrangeiras – eram proprietárias do produto extraído, podendo, inclusive dar-lhe o destino que melhor lhes conviesse, tendo, apenas, que recolherem aos cofres públicos os impostos e/ou taxas devidos, conforme determinava o antigo marco regulatório feito no governo anterior do FHCPSDB – quando da quebra do monopólio da Petrobras e privatização, de fato, da empresa.

Pelo novo sistema, a PPSA vai gerir todos os contratos de exploração do petróleo, partilha de produção e de comercialização de todos os produtos, incluindo o gás natural e outros hidrocarbonetos, alem de monitorar a execução dos projetos de exploração, custos e investimentos, bem como gerar subsídios para as atividades de regulamentação da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Os seus recursos virão, sobretudo, das rendas obtidas com a gestão dos contratos de partilha, quando o petróleo produzido será “dividido” com a empresa – em percentuais pré-estabelecidos – e, a União com a sua parte é quem lhe dará o destino conveniente.

Além das vantagens óbvias para o Brasil, a Pré-sal Petróleo S/A, resgata a soberania nacional sobre uma riqueza de seu sub-solo que é patrimônio de todos os brasileiros, pois, pelo sistema anterior, como proprietária de fato e de direito do petróleo e gás extraídos a empresa estrangeira poderia dar-lhe o destino que quisesse, mesmo que, hipoteticamente, o país precisasse, em eventual crise de escassez interna e ou internacional, em um cenário anunciado há já um bom tempo.
Fonte: Agência Brasil 

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.

Share/Save/Bookmark