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sexta-feira

O custo ONG das emissões de CO² e da tarifa elétrica




Denúncias e suspeitas rolam aqui e ali sobre a real intenção das ONGs estrangeiras que atuam no país, notadamente a mais badalada delas o Greenpeace, que tem um marketing eficiente e vem conquistando os corações e mentes de muitos brasileiros.

Por ocasião da última conferência climatica, a COP15, em Copenhague, quando, por exemplo, o presidente Lula ligava para o Barck Obama para que repensasse a sua decisão de não comparecer à conferência, a enterrando de saída, e o Congresso Nacional votava uma proposta unilateral de política ambiental com redução no desmatamento e emissão de gases de efeito estufa, foi aqui, no Brasil, que o Greenpeace concentrou os seus esforços e manifestações para que o Brasil radicalizasse na sua Lei Ambiental como se, tanto o problema como a solução das mudanças climáticas não fossem dos países desenvolvidos – de onde vem a ONG – mas, do Brasil.

Teve um ex-presidente, o FHC, quando ainda governo, alertou para o risco de se confundir as ONGs. Pois existiriam as ONGs: organizações não-governamentais e as ONGs: organizações neo-governamentais, ou seja, instrumentos dissimulados de países e empresas que a título de defesa do planeta e do meio ambiente defendem interesses políticos e econômcos de governos, empresas e grupos interessados em socializar o ônus e/ou responsabilidades pela situação climática, e ainda capitalizar sobre isso. Para não falar de interesses mais sérios, na Amazônia por exemplo.


Com o processo de desenvolvimento pelo qual vem passando, o país precisa, na afirmação do coordenador do Grupo de Estudos do Setor de Energia Elétrica da Universidade Federal, do Rio de Janeiro (Gesel – UFRJ) Nivaldo de Castro, de uma Belo Monte por ano ou algo que varia de 4,5 megawattes na seca e 11,2 mil megawattes em sua capacidade total para não comprometer o crescimento econômico.

Enquanto as ONGs “criam caso” e atrasam as obras, o governo federal teve que contratar – entre 2007 e 2008 – 7 mil megawattes de energia de usinas termoelétricas a óleo consideradas mais caras e, como é sabido, muito mais poluentes ou mais emissoras de gases de efeito estufa, comprometendo a matriz energética do país, notoriamente a mais limpa do mundo, com algo em torno de 50% de energias limpas e renováveis – já foi maior – quando os países que teem mais giram em torno de 10%.

Então, qual é a dessas ONGs? A matriz elétrica do país vem sendo substituida – para garantir a demanda e o crescimento econômico – pelo modelo europeu e norte-americano de termoelétricas a óleo e carvão mineral, que são, na realidade, as principais responsáveis pelas elevadas concentrações de CO² na atmosfera hoje.

Sem as usinas hidrelétricas – alvo de combate das ONGs – o uso do carvão mineral e óleo no país está em um rítmo crescente, já que será indispensável se o Brasil quiser manter o nível de crescimento econômico e com isso os custos/preços da energia, inclusive direto no seu bolso na conta do final do mês.

Se você simpatiza e, sobretudo, contibue e milita nestas ONGs, é melhor – com todo respeito – começar a repensar no assunto, pois, pode estar trabalhando não só contra os interesses do país, mas, os seus e o de seu filhos e netos.

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segunda-feira

Meio ambiente degradado, secas, terremotos, clima, tempestades e inundações. O que isso tem a ver comigo?

Província de Yunnan, na China
O homem sempre conviveu – em muitas partes do planeta – com a falta de água e de terras adequadas para a agricultura. As secas, por exemplo, não são um fato novo, como de resto outras manifestações da natureza que vem assustando as pessoas. A grande visibilidade que adquiriram atualmente, é em função das teorias – ainda contestadas – de aquecimento global e degradação do meio ambiente. O que não é de surpreender, pois, historicamente a posse da terra e da água foi, e ainda é, o motivo principal das guerras, como hoje o conflito entre israelenses e palestinos, por exemplo.

A atuação irracional, senão predatória, no trato com o meio ambiente e os recursos naturais só agravou esta situação – em muitos casos – natural e associada ao próprio “metabolismo” do planeta e, pelo menos para uma coisa as previsões e/ou teorias sobre aquecimento por meios artificiais – emissões excessivas de CO² – da terra já serviu: abrir os olhos para um problema, o que vimos fazendo até agora, que por si só pode inviabilizar a vida, pelo menos como a conhecemos, no planeta.

Portanto, sejam ou não reais as previsões sobre o aquecimento do planeta, o momento é de racionalizar o uso dos recursos naturais e cuidar do meio ambiente – com uma grande cota de responsabilidade pessoalque é a única forma de preservarmos a vida, a nossa vida e de todos os demais seres do planeta.

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quarta-feira

Navio com carvão mineral provoca acidente ambiental

Clique na imagem para ampliar
Um navio que transporta carvão mineral da Austrália para a China, encalhou na Grande Barreira de Corais e, em função da batida, toneladas de óleo combustível já começa a comprometer o ecossistema local, veja imagem. Se a situação não for resolvida, a quebra do navio poderá despejar 65.00 toneladas da carga que transporta.

Em que pese as consequências ambientais imediatas – na barreira de coral – o episódio ilustra o fato de que, na realidade, as questões do meio ambiente com a hipotética mudança climática ou aquecimento global, não passam de discurso dos governantes para ficarem bem na foto.

Não é por menos que a Austrália, que possui as maiores reservas de carvão mineral do mundo – 35% do total – e é o maior exportador, fez coro com os EUA, quando boicotaram o Protocolo de Kioto e, agora, a reedição na Conferência de Copenhague, em dezembro último.

Enquanto o Barack Obama discursa, os EUA estão concluindo um oleoduto para o Canadá, para transporte de óleo produzido a partir do xisto e de areias betuminosas, que são os produtos fósseis de baixíssima qualidade, e com um poder poluidor e emissor de gases de efeito estufa muitas vezes superior aos combustíveis convencionais como o petróleo e o gaz natural e até pior que próprio carvão mineral, em termos ambientais, pelo elevado volume de água que gasta em seu processamento.

Como vê, o aquecimento global, se é que exista mesmo, já que está envolto em tantas controvérsias, ainda não vem sendo levado a serio por empresas e governos, que continuam movidos pelos mesmos interesses de sempre o lucro a qualquer custo e poder, principalmente em tempos de crise econômica séria.
Fonte: Getting Holl in Here

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sábado

Morreram – de frio – 4,6 milhões de animais de criação na Mongólia. E o aquecimento global?

As descobertas de manipulação de dados e fraudes nas pesquisas e/ou estudos que fundamentaram o relatorio do IPCC, da ONU, que estariam a serviço de interesses econômicos e políticos de países desenvolvidos e, que colocou na ordem do dia o que se denominou Aquecimento Global ou Mudanças Climáticas, trazendo apreensão – para dizer o mínimo – em todo o mundo, tiraram a credibilidade não só das previsões como de cientistas climáticos envolvidos no relatório.

Que o processo de desenvolvimento – principalmente dos países desenvolvidos – provocou, e ainda provoca um elevado nível de degradação ambiental é um fato, embora não tenha relação com os motivos alegados agora, as emissões de CO², ou seja, não teriam uma relação direta, e sim com a própria forma predatória e irracional com que sempre se encarou e tratou a natureza, o meio ambiente e os recursos naturais.

O inverno excessivamente rigoroso – e inusitado – no hemisfério norte vem suscitando mais dúvidas e questionamentos sobre a hipotética elevação da temperatura no planeta. É o caso dos 4,6 milhões de animais de criação que morreram em função do frio extremo na Mongólia (29/03/2010), e ameaça à vida de milhares de pessoas, ou mesmo as muitas mortes e problemas de comunicação e transportes por toda a União Européia, além de problemas idênticos nos EUA.

Mas, pelo menos para uma coisa o tal relatório serviu, que foi o de despertar as pessoas para a forma como veem tratando recursos naturais ameaçados de longas datas, como a água, e da necessidade de se repensar a forma como nos relacionamos – consumimos e desperdiçamos – com ela e outros recursos preciosos para a continuação da vida agora e no futuro.

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domingo

Inverno rigoroso no hemisfério norte contradiz previsões de aquecimento global?


Estrada na Espanha
O “Aquecimento global” pelo visto ainda não deu as caras no hemisfério norte, com médias de temperatura inéditas, até 47°C negativos, dezenas de mortes, caos e paralisação de meios de transportes.

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segunda-feira

Rio+20. Nova conferência sobre mudanças climáticas, em 2012

Atendendo a um pedido do presidente Lula, feito em 2007, a Assembléia Geral das Nações Unidas (ONU), aprovou, em dezembro último, para o Rio de Janeiro a próxima Conferência Climática, com o tema Desenvolvimento e Sustentabilidade, em 2012.

O nome Rio+20 reporta a Eco92, também, realizada no Rio de Janeiro, quando ainda não se conheciam as conclusões do Painel Internacional sobre Mudanças Climática, (IPCC), da ONU sobre o Aquecimento Global, divulgadas em 02 de fevereiro de 2007, em Paris, na França.

É mais um vitória do presidente Lula e do seu governo, que favorece ao Rio de Janeiro e ao Brasil.

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sábado

Degradação do meio ambiente é um fato. Não pelos motivos alegados

Poluição em São Paulo
Em meio a estas controvérsias sobre autenticidade ou não dos dados que remeteriam a uma situação de crise no meio ambiente com o aquecimento global, um fato é inquestionável: a degradação do meio ambiente e das condições adequadas a uma vida com qualidade, principalmente, nas cidades.

O excesso de lixo, a degradação do ar, a destruição dos mananciais e rios, as enchentes e inundações provocadas pela excessiva impermeabilização do solo e destruição da cobertura vegetal, a degradação dos solos agricultáveis pelo uso excessivo e irracional de adubos e pesticidas, levando ao baixo nível na qualidade dos alimentos, o uso irracional dos recursos naturais, não renováveis, estimulado pelo consumismo desenfreado e inconsequente. Em suma, a deterioração da qualidade de vida, não obstante os grandes avanços tecnológicos.

Com esta lista dá para perceber que, nada disso tem qualquer relação com – o hipotético – aquecimento global, logo, independente das discussões ou da polêmica instalada sobre objetivos científico- ambientais ou político-econômicos, não nos exime da responsabilidade de nos mobilizarmos, individual e coletivamente, no sentido de recuperar e preservar um meio ambiente que proporcione uma vida mais saudável e com mais qualidade de vida para nós e para as próximas gerações.

Este blog pretende enfocar, principalmente, na preservação e melhoria do meio ambiente, na sustentabilidade, e na qualidade de vida.

E ai, o que acha? Faça um comentário e dê a sua opinião!

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Acordo climático de Copenhague, como previsto, não saiu

O acordo climático sobre mudanças climáticas e aquecimento global saiu como o previsto aqui: não saiu!

Depois da tentativa inicial dos EUA e Inglaterra tentarem impor um “acordo de gaveta”, final, no 2º dos 12 dias da conferência, a reação, praticamente geral, empurrou o processo para frente, para chegar a outro “acordo”, sem ter sido devidamente acordado e, conseqüentemente, sem acordo final.


A idéia era marcar uma defesa de ações para limitar o aumento da temperatura aos 2°C, sem, entretanto, prever metas de emissões para os países desenvolvidos.

O acordo, que não houve, foi proposto pelos EUA, Brasil, Africa do Sul, Índia e China, que consegui desagradar, não só aos países pobres e/ou em desenvolvimento, mas, tambem, a União Européia.
Não se sabe como foi possível fechar “acordos” antes, já que pelas regras da ONU, eles só podem sair por unanimidade e, um único país, por menor que ele seja, pode “melar” qualquer acordo, Tuvalu, por exemplo.

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terça-feira

Mudanças climáticas. Fundamentos científico-ambientais ou político-econômico?

Desde a sua divulgação, em 02 de fevereiro de 2007, em Paris, o relatório sobre mudanças climáticas do IPCC (ONU), e aquecimento global, vem gerando controvérsias, sobre a consistência dos dados apresentados, mas nada que se assemelhe aos recentes acontecimentos com a divulgação de dados manipulados por “cientistas” do IPCC, da Inglaterra e dos EUA.

Dentre os fundamentos daqueles que contestam e/ou negam os dados que indicam índices alarmantes de aquecimento global do planeta, um deles é o fato de o CO² – eleito o vilão das mudanças climáticas – emitido na atmosfera pelas atividades humanas, representarem insignificantes 3% ou 3 bilhões de toneladas em emissões de um total de 200 bilhões de emissões “naturais”.

O metabolismo do planeta, com o fluxo natural dos oceanos, atividades dos vulcões e a vegetação seriam os reais responsáveis pelo fenômeno. Além disso, o processo de aquecimento ou resfriamento do planeta estaria, na realidade, ligado ao sol, que sofre alterações “periódicas” em suas atividades.

O rakeamento dos computadores da universidade inglesa que revelaram mais de mil e-mails que demonstram manipulação de dados sobre o clima, como comentamos no artigo: Informações contraditórias – fraudes? – sobre o aquecimento global, surgem às vésperas da COP15 , comprovam o ocultamento de dados que evidenciam, exatamente, o contrário: resfriamento do planeta para as próximas décadas – até 2040, aproximadamente – em função da redução das atividades do sol.

Logo, o objetivo real da “fraude”, não seria científico-ambiental e sim político e econômico, visando deter a ascensão de novas economias que vem prometendo virar o jogo de poder no mundo, como os denominados BRICBrasil, Rússia, Índia e China, com o foco do “combate” sobre um deles, a China, como já deu para perceber nas “lutas” na Conferência Climática em Copenhague, COP15, ora em curso (até dia 18/12/09).

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sábado

Manifestação em Copenhague - COP 15


Manifestação emCopenhague, Dinamarca, com mais de 500 ONGs de 67 países, pressiona por mais entendimento e compromissos no sentido de um acordo contra as mudanças climáticas.

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quarta-feira

Conferência Climática, em Copenhague. A farsa se confirma. Confira!

Não chega a ser uma surpresa o “vazamento” do documento final da COP15, já no seu 2º dia, quando, ainda, faltam 9 dias de “discussões” e/ou “negociações”.

Em vários artigos publicados aqui no Blog Metanoverde, que você lê no final deste texto, vimos comentando o jogo de cartas marcadas, que sinalizava um Conferência Climática como mera formalidade, ou jogo de cena, dos países desenvolvidos como os EUA, que nunca assumiram, e não vão assumir, não só as suas responsabilidades históricas pela elevada concentração de CO², como qualquer compromisso com o “problema climático”.

O que vazou, hoje (09/12/09), no 2º dia da Conferência Climática, foi o Documento Final – que obviamente só surge no final das negociações e acordos – segundo o qual o Brasil, China e Índia seriam”separados” dos demais países – não desenvolvidos ou em desenvolvimento – além do estabelecimento de cotas obrigatórias de emissões de CO² para as nações em desenvolvimento.

Além da arbitrariedade e “senso colonialista” da “decisão”, as emissões históricas dos países desenvolvidos e a liderança isolada dos EUA como maior emissor per capta do mundo (18 toneladas e média mundial de 4,8) não são nem considerados no tal documento.
Sob protestos do grupo dos países pobres e em desenvolvimento, o G77, inclusive com ameaças de se retirarem da Conferência Climática, a farsa continua.

Em tempo. O documento foi “elaborado” pelos EUA e Inglaterra, os mesmos países cujos “cientistas” climáticos foram pegos e acusados de fraudes e manipulação de dados sobre o aquecimento global como você lê no artigo:Informações contraditórias – fraudes? – sobre o aquecimento global, surgem às vésperas da COP15.

E aí, o que você acha? Faça um comentário e dê a sua opinião.

Fonte: Agência Brasil e TV Brasil

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“Climategate” derruba diretor de centro de pesquisas do IPCC do Reino Unido

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Como comentamos em artigo aqui no blog: Informações contraditórias – fraudes? – sobre o aquecimento global, surgem às vésperas da COP15, sobre a descoberta de manipulação de dados ou fraudes sobre o aquecimento global, conforme artigo publicado no The New York Times (23/11/09), e hoje, o Le Monde traz a notícia do afastamento do diretor do centro de pesquisa, inglês, Climate Research Unit (CRU), da universidade d'East Anglia, enquanto uma investigação independente apura as denúncias envolvendo as centenas de e-mails “hackeados” trocados entre cientistas do Programa Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), da ONU, que declaram, textualmente, manipulação de dados referentes ao aquecimento global.

O “Climategate”, como está sendo chamado, pode significar mais um fator complicador nas relações entre os países envolvidos na negociação de um novo acordo climático, agora, 07 a 18 de dezembro, em Copenhague que, diante da não só aparente, mas, declarada, má vontade dos protagonistas “mais “culpados” e de quem se espera e exige, uma ação mais efetiva, pode dar em nada de substancial e/ou significativo.

Fonte: Le Monde

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segunda-feira

Emissões de CO², o foco do combate deveria estar nas cidades?

Parece que esta lógica em combater o desmatamento da Floresta Amazônica, por exemplo, alegando o seu grande potencial, ou fator mesmo, de emissões de CO², carece – como poderia dizer? - de lógica. Também, o seu poder de absorver CO², o tal “pulmão do mundo” - como se divulgou por muito tempo – tão pouco tem qualquer fundamento científico.
É como se fosse um fetiche, um capricho dos tais países desenvolvidos que, de suas florestas originais não tem nem vestígios. Se é que não exitam interesses outros pouco confessáveis.

Alguns dados ajudam a compor este raciocínio, ou a pouca logica do argumento acima. É sabido que 80% das emissões de gás de efeito estufa (CO²) é produzido pelas cidades, já que consomem 75% de toda energia e concentram mais da metade da população mundial, logo, o foco do combate às tais emissões estaria deslocado. Portanto, diante desse quadro, as cidades seriam o campo propício e adequado para “atacar” o problema das emissões.

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quinta-feira

Fraudes em dados sobre aquecimento global surgem às vésperas da COP15


Notícias e/ou informações “inusitadas” sobre o clima e o aquecimento global, surgem - estranhamente – às vésperas da Conferência Climática, COP15, em Copenhague, em dezembro próximo, como se oportunamente plantadas para aliviar as pressões sobre os EUA, por exemplo, que já declararam a sua intenção de não assumir qualquer compromisso.

Os propósitos são os de sempre, tirar vantagens econômicas, políticas e estratégicas, daí serem manipuladas por governos e seus “cientistas” de plantão.

São informações, aparentemente contraditórias que, coincidentemente servem como uma luva para as pretensões dos países desenvolvidos, notadamente, os EUA, de fazerem “corpo mole” e continuarem a não assumir compromissos, ou melhor suas responsabilidades.

Uma delas é que, segundo “estudos”, o planeta teria uma capacidade maior do que a conhecida, de absorver o CO², conforme artigo na BBC Brasil (11/11/2009); outra seria a inusitada” estagnação dos índices de concentração de CO² na atmosfera, DER SPIEGUEL (18/11/09) e, a terceira, surge a partir de dados de e-mails “rakeados” de cientistas climáticos dos EUA e Inglaterra, revelando fraudes e/ou manipulações de dados sobre o clima, escondendo, por exemplo, aspectos naturais do processo de aquecimento ou de redução do aquecimento do planeta, dados estes omitidos ou divulgados seletivamente, no The New York Times (23/11/2009).

Como vê, os “cientistas”, pelo menos muitos deles, concordam com muitos governos que consideram que os leitores/contribuintes não passam de um bando de idiotas, como se referiu um dos tais cientistas sobre a ingenuidade das pessoas que “nada” sabem, ou que acreditam no que é divulgado.


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quarta-feira

Porque a Conferência Climática de Copenhague 2009, pode ser um fiasco

O fiasco previsível da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas 2009, em Copenhague, em dezembro próximo já vem sendo afirmada por este blogue há já algum tempo.

Não, não é pessimismo. O objetivo desse blogue é exatamente contribuir, modestamente, para o debate necessário sobre a melhoria das condições objetivas necessárias à vida no planeta.

Qualquer idéia ou opinião, pró ou contra, sobre qualquer coisa, em princípio só se constrói ou se sustenta, com a busca do conhecimento, informação e senso crítico, que surge da reflexão sobre tudo isso.

Por exemplo. Uma pedra fundamental para o sucesso do acordo climático, ou para que haja um, são os EUA, não só pelo poder político e econômico que mantem, mas, sobretudo, por ser o maior responsável individual pelo volume de concentração de CO², hoje, na atmosfera, bem como por continuar (18 toneladas per cápta), ao lado da China (5,2 toneladas per cápta), como o maior emissor de gases de efeito estufa (média mundial per cápta de 4,8), agravando, em princípio, mais ainda os problemas do meio ambiente.

Enquanto o Barak Obama, viaja por aí, vendendo simpatia e promessas, o Congresso norte-americano mantém engavetado, há meses, uma ampla proposta sobre mudança climática para o país, repetindo o governo anterior – tão criticado – G. Bush.

Outros “fatos novos” que dificultam mais ainda a construção de um acordo é a divulgação de estudos segundo os quais o planeta teria uma capacidade maior do que se pensava, de absorver o CO², aliado a outra conclusão que o aquecimento global está, hoje, relativamente, estagnado, embora pouco tenha sido feito, efetivamente, para isso.

Se reais – ou feitos sob encomenda – ou não, estes estudos são bastante oportunos, e chegam em boa hora para dar respaldo a idéia dos EUA e China, principalmente, de deixarem tudo como está.

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segunda-feira

Enquanto o Geenpeace “agita” por aqui, os EUA e China tiram o corpo fora dos compromissos com o meio ambiente

Vimos falando aqui há já algum tempo, sobre as ONGs estrangeiras – européias e norte-americanas – que acamparam por aqui e, vem se servindo de “um monte” de brasileiros “bem-intencionados”, e fazem o maior escarcéu no Brasil, acusando e, até desrespeitando o governo brasileiro, em suas pressões para que o país, sozinho assuma compromissos com o combate pela redução do aquecimento global. Agora, antes da próxima conferencia climática, a COP 15, em Copenhague, os EUA e a China fazem acordos para retirar suas propostas – promessas – que nunca acreditei que cumprissem, como pode ler nos artigos, para o novo acordo climático.

O Obama, com sua pinta de bom moço que a mídia vendeu a meio mundo como se fosse um novo messias, tendo até ganho um prêmio nobel por intenções de campanha, me surpreende, pois, mostra a sua cara mais cedo do que eu esperava, ou seja, falar bonito na conferência, prometer muito e depois não fazer nada.

Se você, que vem lendo os meus artigos onde “meto o pau” nestas ONGs estrangeiras – organizações neo-governamentais – talvez tenha me achado meio radical, pois, leia o artigo onde o Ministro Reinoldh Stefhanes da agricultura fala sobre isso, é só clicar no link: “Para ministro, ONGs deviam protestar nos EUA e China, não no Brasil.

O Brasil, não só decidiu por estabelecer voluntariamente metas de corte e/ou redução de emissões, como resolve pressionar aos EUA e China, para que façam a sua parte para salvar o “compromisso climático” que ameaça nascer morto, pois, os EUA, como já falamos aqui reiteradas vezes é o maior responsável isolado pelo atual estado de alta concentração de CO² na atmosfera que está gerando o aquecimento do planeta, ao lado da antiga Europa e, hoje, junto com a China, produzem, sozinhos, mais de 40% de todo CO² lançado na atmosfera.

Se você continua gastando seu dinheirinho com os “geenpeaces da vida”, é bom começar a se informar melhor para depois não se arrepender. Já se perguntou quem financia a super-estrutura de um Greenpeace e um WWF? Ou acha que é o seu dinheirinho? Ninguém gosta de ser enganado e fazer papel de bobo alegre. Elas são, na realidade, simulacros de entidades ambientais, que servem a interesses não revelados e a governos. O discurso é bonito e engajado, mas, os objetivos não são confessáveis, principalmente para você que contribui e milita.

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quarta-feira

Política Nacional sobre Mudança do Clima é aprovada na Câmara dos Deputados

O Projeto de Lei 18/07, que institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima, com propostas para implementar medidas de adaptações e mudanças no sentido de reduzir as emissões de gases de efeito estufa e contribuir no combate ao aquecimento global, foi aprovado nesta teça-feira (27/10/09) e segue agora para votação no Senado.

O projeto original está em tramitação desde 2007, e foi aprovado meio que às pressas para que o Brasil possa apresentar na 15ª Conferência de Nações Unidas para Mudanças Climáticas (COP 15), em Copenhague, na Dinamarca, de 7 a 18 de dezembro e, talvez em função disso, ele tenha um caráter “generalista” e não tenha estabelecido metas precisas de cortes de emissões e limites ao desmatamento como gostariam entidades ambientais – estrangeiras, diga-se de passagem – como pressionaram em Brasília para que, o presidente Lula e o Congresso Nacional o fizessem.

Este aspecto – propostas e metas a serem determinadas depois – é relevante, quando se sabe que existe um perigo real de os políticos se mostrarem indecisos, principalmente, daqueles países que ainda estão às voltas com a crise internacionalUnião Européia e EUA – de reagirem moderadamente as necessidades de controles mais drásticos de emissões, que possam comprometer a sua recuperação econômica.

Logo, o momento é de ação, mas, também, de cautela por parte do Brasil.

Fonte: Agência Câmara

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quinta-feira

Mudanças Climáticas. A socialização das responsabilidades - Blog Action Day 2009

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Não dá para aceitar a socialização dos prejuízos ao meio ambiente  provocados pelos países desenvolvidos.

Este é um “post” pelo Blog Action Day 2009, cujo tema é: Climate Change, em preparação para a Conferência Climática 2009, em Copenhague.
 
Claro que o planeta é um só! Pelo menos em princípio, as alterações climáticas e o comprometimento do meio ambiente tendem a afetar a todos, mas, não indistintamente.

Acho hipócrita e colonialista, como sempre, a idéia de transferir responsabilidades, e culpa, aos países ditos emergentes, quando é notório que este estado de coisas atual – as elevadas taxas de CO² na atmosfera – é de responsabilidade dos países desenvolvidos, emitidas sem limites ou critérios em seu processo de desenvolvimento.

Hoje, quando se fala que os EUA e a China são os responsáveis por 40% das emissões, é uma conta só parcialmente correta, já que a China é, relativamente, novata no processo, embora emita taxas elevadas em seu ritmo acelerado de desenvolvimento. Em contrapartida, os EUA continuam ainda com os seus elevados níveis de emissão, enquanto o Barak Obama joga conversa por aí, posando de ambientalista e exigindo, dos outros, as restrições que o país não fez, não faz e nada garante que fará.

Durante toda a vigência do Protocolo de Kioto (1997 - 2012) os EUA se recusaram até a conversar sobre o assunto, chegando mesmo a negar as conclusões do IPCC, sendo o principal responsável pelo “fiasco” do Protocolo de Kioto, já que outros grandes emissores seguiram o seu exemplo.

A moda, agora, de “ambientalistas” europeus e norte-americanos é pregar a desaceleração do desenvolvimento econômico, dos outros – “degrowth” (ou retração econômica) – bem como o controle e redução drástica da natalidade da população, dos outros. Enquanto lutam arduamente para acelerar as suas próprias economias e turbinar as taxas de natalidade de suas populações envelhecidas, como se temessem um desequilíbrio de poder por uma questão puramente demográfica, como já afirmaram alguns teóricos europeus.

Claro que algo precisa ser feito. A “renovação” do Protocolo de Kioto, em Copenhague é mais do que necessária. Entretanto, não é o momento de socializar o ônus e/ou prejuízos ao meio ambiente, se os benefícios já foram extremamente capitalizados pelos países desenvolvidos, que vivem os mais elevados níveis de consumo e qualidade de vida, enquanto bilhões de pessoas em todo mundo nem chegaram ainda a contemporaneidade.

Para os países emergentes ou em desenvolvimento, assumir esta carga que, diga-se de passagem, não devem, pode significar hipotecar o futuro de suas populações que, hoje, ainda vivem à margem das mínimas condições de uma vida digna e decente.

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terça-feira

Um planeta melhor para os nossos filhos, ou filhos melhores...

Sobre os problemas do meio ambiente, duas questões colocadas parecem equivocadas ou, no mínimo, não corretamente formuladas. A primeira se refere à necessidade de se salvar o planeta. O planeta, efetivamente, não precisa ser salvo.

Leia: “O planeta não precisa ser salvo ”.

O que tem que se repensado, senão recuperadas são as condições objetivas, no meio ambiente, que permitam a continuação da vida como a percebemos. O planeta só aparenta fragilidade. Na realidade ele é extremamente poderoso, com um poder “brutal” que pode inviabilizar a vida. As tragédias ambientais que se sucedem não deixam duvidas quanto a isso. A depredação irracional e a falta de cuidados pode gerar reações muito além das nossas pretensões – e da ciência – de prever e contornar ou corrigir.

A segunda, é sobre a "inversão" da primeira, quando se preconizam ações para deixarmos um planeta melhor – mais preservado – para os nossos filhos ou as próximas gerações. Será se a questão, também, não está mal formulada?

Não seria criar ou educar as novas gerações, deixando filhos ou pessoas melhores, mais conscientes para garantir e preservar, não o planeta em si, mas as condições de vida para continuar a “experiencia humana na terra”?

Acha que estamos deixando filhos melhores, criando gerações melhores?

Faça um comentário e deixe a sua opinião?

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quinta-feira

Ecologia produtiva. O que é isso?



Ecologia produtiva é o movimento ou ação ecológica que focaliza a resolução dos problemas ecológicos e do meio ambiente, criando e desenvolvendo ações no sentido de encontrar novas soluções, empregos, desenvolvimento e riquezas com novos paradigmas, ao mesmo tempo em que se estabelece uma harmonia do homem com a natureza e revogando séculos de abusos e depredação.

Isso em contraposição aos movimentos ecológicos predominantes, que se nutrem do denuncismo emocionado, de criar e divulgar perspectivas catastróficas com a ênfase no “disparo” das taxas (CO²), a obstrução de iniciativas de desenvolvimento de forma espetaculosa com parca racionalidade e pregam a interrupção do desenvolvimento econômico a qualquer custo.

É o caso de algumas ONGs européias, principalmente, que sentadas sobre as “benesses” do seu elevado nível de consumo e de qualidade de vida, conseguidas, diga-se de passagem, com emissões livres de CO², preconizam desonesta e hipocritamente a interrupção do desenvolvimento dos outros, como você lê no artigo: "Pseudo ambientalistas propõem desaceleração do desenvolvimento econômico,'dos outros”.

É o tipico caso do “chutar a escada” para os outros não subirem, como disse o presidente Lula em recente encontro do G8 + G5, em L’Aquila, na Itália, como comentamos em artigo: G8 renova discurso/proposta de empurrar as próprias responsabilidades para o G5”.

Essas considerações sobre as duas concepções de movimento ecológico são feitas, por Claude Allegre em artigo no Jornal francês Libération: L’ecologie non productive, c’est quoi?. Confira!

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