Mostrando postagens com marcador EfeitoEstufa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador EfeitoEstufa. Mostrar todas as postagens

sábado

O Álcool e o biodiesel brasileiros, são alternativas reais

O alarde feito por movimento e entidades ambientais internacionais, contra o etanol e o biodiesel, com reflexos e apoios de movimentos e da mídia local, é parcial e no mínimo insensato. Há quem diga até que serve a interesses da UE e EUA, para atrapalhar a industrial nacional do álcool.

A quase totalidade do álcool ou etanol produzido no Brasil, ainda vem de culturas em terras paulistas e o uso da cana, nunca foi motivo ou causa de crise na produção de alimentos por aqui.

O que existe de fato, e preocupante mesmo, são os esforços dos EUA em produzirem o seu etanol, utilizando o milho como matéria-prima, quando se sabe que, uma das bases, senão a maior, da alimentação dos norte-americanos e de meio mundo na América Latina, é o milho e seus derivados e ou subprodutos.

Os problemas com os preços majorados e abastecimento, são fatos, há já algum tempo, com revezes, principalmente no México e países centro-americanos.

O discurso contra é generalista, quando o álcool não se encaixa no quadro e nem no diagnóstico, e é realmente um alívio, e pode ser mais, para as emissões dos veículos de todo tipo, que na param de aumentar em quantidade, aqui e no mundo, e claro, de emitir gases de efeito estufa.


Share/Save/Bookmark

sexta-feira

Carvão mineral, antes desprezado, hoje muito querido

O Carvão mineral, sempre foi o primo pobre dos hidrocarbonetos ou combustíveis fosseis, além do xisto, do xisto betuminoso e outros menos conhecidos.

Primeiro pela sua abundância, o que leva a preços muito reduzidos, pela sua aparente generosidade de existir em quase todos os lugares e depois, por não ser – como poderíamos dizer? – “alimento” para a vedete do século passado, pelo menos, o automóvel e os modernos meios de comunicação e transporte.

Mas, como a estória do Patinho Feio, o que parecia ser uma desvantagem, a abundância e os preços baixos, transformaram-se agora – apesar de recordista nas emissões de gases de efeito estufa – em centro das atenções e interesses, como alternativa energética, ao caro e cada vez mais raro petróleo.

E o CO2? Fazer o que, já que ninguém quer perder o “bonde da História”, principalmente, os mais novos passageiros, além dos velhos e conhecidos passageiro do G8 e Cia.

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações


Share/Save/Bookmark

quinta-feira

Efeito estufa pode ter detonado a vida em Vênus

A sonda européia Vênus Express, revela novas e surpreendentes informações sobre o vizinho mais próximo da Terra no Sistema Solar.

A constatação de que o planeta já teve condições idênticas às da Terra, se reforçam agora com a descoberta que Vênus possuía grandes oceanos de água, perdidos provavelmente por um radical efeito estufa, que provocou a evaporação total e alterações subseqüentes na atmosfera, o que tornaram impossível a vida, pelo menos como nós a conhecemos.

Em vez de uma “curiosidade científica” apenas, pode ser um sinal interessante, senão um aviso.

A vida é frágil e um pouco de cuidado, vai beneficiar não o Planeta Terra, como dizem hoje, mas à continuidade da experiência humana por aqui.


Share/Save/Bookmark

quarta-feira

Emissões - de - gases - e - efeito - estufa.jpg


Share/Save/Bookmark

Bali, conferência sobre mudanças climáticas

Em Bali, na Indonésia, está acontecendo a Conferência sobre Mudanças Climáticas, para substituir ou dar continuidade ao Protocolo de Kyoto, feito em 1991, que tem grandes desafios a superar. Primeiro porque o próprio Protocolo de Kyoto teve seu efeito bastante reduzido, oua para ser mais preciso anulado, durante estes anos todos, sobretudo, pela negação dos EUA, maior poluidor e emissor de gases de efeito estufa individualmente, ter-se recusado – e ainda se recusa – a ratificá-lo.

Segundo por que, no geral, os demais países alvos – maiores emissores de CO2 – praticamente o G8, aderiram formalmente ao protocolo, mas, na realidade, empurraram com a barriga as suas metas de cortes de emissões propostas ou previstas.

Agora, o terceiro e grande desafio, é conter a expansão do uso do carvão mineral, que é disparado, o maior produtor de emissões de CO2, já que a crise nos preços do petróleo e as baixas reservas, aliados as ainda incipientes e caras fontes alternativas de energia, como o etanol e o biodiesel, forçarem a sua utilização cada vez maior.

Ele – o carvão mineral – é abundante e barato, principalmente nos países em franco e acelerado desenvolvimento como a China e Índia, embora tanto a União Européia como os EUA continuem usando largamente como todos os demais, provavelmente para aliviar a conta do petróleo. Isto tudo, além do difícil desafio dos países desenvolvidos, de tentarem dividir com os países em desenvolvimento, a fatura, própria, de corte e/ou redução compulsória de emissões.

Só os mais otimistas acreditam que algo de concreto possa sair dessa conferência que, no máximo, funciona como um jogo de cena dos principais atores enquanto, tentam socializar os prejuízos provocados ao meio ambiente em seu processo de desenvolvimento e enriquecimento de suas populações.

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.


Share/Save/Bookmark

domingo

ONU defende a eliminação das tarifas a importação do etanol do Brasil

O etanol brasileiro é reconhecidamente o mais barato de produzir, gera menos emissões de CO2 na produção e é mais eficiente na redução da intensidade de emissões de carbono de veículos de transporte.

Este não é um texto de propaganda do governo brasileiro para promover o etanol ou álcool nacional. É parte do texto de um relatório /recomendação de um órgão da ONU, chamando a atenção para a irracionalidade de se cobrarem tarifas para a importação do combustível brasileiro.

Segundo o mesmo documento, a adoção de tarifas para a importação do etanol brasileiro pela União Européia e EUA prejudica o esforço pela redução das emissões de CO2 e efeito estufa.

Estas tarifas têm motivos comerciais que visam dar competitividade artificial ao etanol produzido na União Européia e EUA que utilizam a colza e o milho, respectivamente, comprometendo os preços internacionais dos produtos e o abastecimento de alimentos.

São procedimentos, tecnologicamente mais caros, com maiores custos ambientais e energéticos, impedindo que consigam um preço competitivo, tanto interno como internacionalmente, com relação ao álcool brasileiro.

A ONU defende a eliminação das tarifas, na realidade subsídios, à importação do etanol brasileiro, não só porque beneficiaria o Brasil em seu esforço de desenvolvimento, mas, sobretudo, porque permite maior produção e uso do etanol, com as vantagens ambientais conhecidas


Share/Save/Bookmark

sexta-feira

O Planeta não recisa ser salvo, mas nós sim!

Há um equívoco recorrente na mídia e entre os movimentos ecológico-ambientais, sobre a necessidade e urgência de salvar o Planeta Terra.

A atitude de quem quer salvar – no fundo – é a mesma de quem acha que destrói, a pretensão científica.

A crença é a mesma. E crença, até então, foi tida só como coisa do misticismo, ou seja, construída com parca base empírica e ampla onipotência.

O homem, é um traço estatístico, ou seja, nada, na longa vida do planeta.

Cuidar, preservar, é vital para nós, apenas.

O Homem é como uma coceira impertinente que incomoda, e que o planeta pode defenestrar no momento “que achar conveniente”.

Como tudo no sistema capitalista acaba sempre virando lucro, as empresas e os governos – principalmente dos países mais ricos – ao lado de preocupações dissimuladas, esfregam as mãos de satisfação com as imensas possibilidades de faturarem com a desgraça dos outros, como sempre ocorre.

É uma atitude, para dizer o mínimo, irresponsável, pois não dá para pedir para parar o planeta para descer, quando as coisas para nós humanos, começarem a ficar pretas, etimologicamente falando.

O resto é crença. “Científica”, mas é crença.


Share/Save/Bookmark

domingo

Crise do etanol II

Muitas pessoas vêm criticando o programa brasileiro do álcool combustível ou etanol, como vem sendo chamado ultimamente.

Argumentos já conhecidos sobre a concentração das terras agricultáveis, sobre a expulsão do homem do campo, da exploração do bóia-fria, ou que a expansão da cultura da cana compromete a preservação de florestas... parece que chegaram ao Brasil hoje.

A concentração da terra com o agronegócio e o consequênte êxodo rural, não é novo no Brasil. Intensificou-se ainda no período dos governos militares, com a expansão da soja, do milho, dos pastagens para o gado e muitas outras culturas.

A urbanização acelerada das últimas décadas, não é um fenômeno só brasileiro, e a mecanização da agricultura é universal e irreversível.

Os bóias-frias são um problema econômico e social que tem que ser equacionado com educação e emprego, além de distribuição de terras, e os canaviais para o etanol, não contribuiram significativamente para isso.

A mecanização no corte da cana esta crescendo, como de resto ocorreu com a agricultura como um todo, e esta levando ao desemprego do próprio bóia-fria e não a sua criação.

Entrar nesse discurso, é fazer coro com os países europeus, principalmente, que passada a euforia inicial, descobriram que somente o Brasil com a cana, é capaz de produzir um etanol com preços competitivos no mercado internacional.

Daí as suas pseudo-preocupações com hipotéticos desmatamentos por aqui, que têm outros motivos que passam longe das preocupações com o meio ambiente.
Share/Save/Bookmark

quinta-feira

Os benefícios do efeito estufa em seu estado natural

O efeito estufa virou vilão nos últimos tempos, em função da degradação do meio ambiente e do superaquecimento do planeta que lhe é atribuído, causado pelo uso exaustivo de combustíveis fósseis, principalmente o petróleo e o carvão mineral. Entretanto, o efeito estufa sempre existiu e é um dos fatores – antes natural – entre outros, que vêm garantindo a vida no planeta.

A natureza, independente da ação humana, produz uma cota razoável de CO2, que na atmosfera impede o retorno de parte do calor do sol para o espaço e garante que tenhamos uma temperatura amena à noite, pois, do contrário, teríamos noites com temperaturas de 30°C abaixo das atuais, ou seja, médias sempre abaixo de zero.
Logo, o efeito estufa, como tudo na vida, tem dois lados.

O que precisamos fazer é nos informar e nos conscientizar para não só não contribuir para o seu aumento descontrolado, mas, também para reduzi-lo, pelo menos dos níveis em que se encontram hoje, quando já podem estar provocando mudanças climáticas que podem comprometer o meio ambiente e a vida no planeta.

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.



Share/Save/Bookmark