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segunda-feira

Festival de carne de cachorro na China

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Voluntários chineses resgatam cães que iam para o abate

Você acha mesmo que faz uma diferença significativa se o bife é de cachorro, de um boi, carneiro ou de um bezerro, o “baby beef”, quando se abatem bezerros de 1 a 6 meses, que são criados em condições desumanas para não endurecer o beef, que é um prato chique para quem pode pagar, ou mesmo um caranguejo na praia que é jogado vivo em água fervendo para preservar a cor e sabor?

É só uma questão cultural ou de necessidade?

Abatedouros de cães
O consumo de cachorros na China ou em outros países asiáticos é uma questão cultural, como o é, também a dos japoneses e noruegueses que comem baleias e golfinhos, estes últimos mortos na praia à “pauladas” em festival nas Ilhas Faroe, na Noruega, não acha?

Veja também: Cães para abate...

Os chineses também gostam de criar cães como se faz por aqui, mas, em algumas regiões do país existe um festival onde se consome a carne de cachorro, quando acontece um verdadeiro festival gastronômico.

Alguns movimentos ambientalistas chineses – como pode ver na 1ª imagem – tentam combater o costume, mas, como muitas campanhas do gênero – em defesa de animais – por aqui, também não têm funcionado. 

Com informações de The Guardian

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terça-feira

O que você acha da internacionalização da Amazônia? Ainda não pensou no assunto?

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Muitas ONGs estrangeiras que vivem assediando os brasileiros tentando ganhar-lhe a simpatia, o apoio e até dinheiro para suas causas, pretensamente, humanitárias ou de sustentabilidade do planeta, escondem o jogo e endossam um velho sonho dos “donos do mundo” de colocarem as mãos sobre a Amazônia, para ficar só neste exemplo.
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Neste sentido, tivemos até grandes lideranças políticas e mesmo presidentes dos EUA, que declararam ser um grande equivoco nosso, brasileiros, nos considerarmos donos dela, como pode ler neste artigo: The New York Times questiona propriedade brasileira sobre a Amazônia.

Houve até um episódio que durou quase vinte anos na justiça que era uma ação internacional através de ONGs estrangeiras que lutavam pela autonomia da reserva indígena Raposa Terra do Sol, norte de Roraima – maior do que muitos países europeus, e riquíssima em recursos minerais – que faz fronteira com a Guiana (Inglesa) e Venezuela, com o objetivo claro de internacionalizar aquele pedaço do Brasil usando os índios como massa de manobra, como pode ler nos links abaixo, não deu certo.

É bom lembrar que a grande mídia local não deu a cobertura adequada a este episódio, sabe-se lá por que.

Neste vídeo acima, vai conferir uma argumentação irrefutável que elimina qualquer lógica de uma internacionalização "bem intencionada" deste patrimônio do Brasil e do povo brasileiro.



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sábado

Governo descarta sabotagem em episódio de falta de energia, será?

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Entretanto, o ministro interino de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, afirma que a sequência de eventos de causas parecidas em tão pouco tempo, 4 em menos de um mês, e os classifica como: “...evento raríssimo de ocorrer, com probabilidades quase zero”. Paranoias à parte, mas, depois da marcação do tal julgamento do “mensalão” para o período eleitoral, e que se encerra, exatamente, com ele, tudo é possível.

"O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, afastou hoje (26) a possibilidade de sabotagem nos quatro eventos de falta de energia que ocorreram em pouco mais de um mês. Segundo ele, um ato de vandalismo teria causado danos aos equipamentos, que não foi verificado nesses casos.
Perguntado sobre a hipótese de sabotagem, o ministro interino de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse que o governo “trabalha para aprofundar todas as alternativas, mas de forma serena”. Para ele, a ocorrência de quatro eventos de falta de energia em pouco mais de um mês, com causas parecidas, foi classificada como um “evento raríssimo de ocorrer, com probabilidade quase zero”.
Zimmermann, que coordenou a reunião extraordinária do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico ocorrida hoje (26), disse que, em todos os eventos recentes, houve falhas na proteção primária dos equipamentos, o que acabou estendendo a falta de energia para diversas regiões.
A falta de energia na madrugada de hoje deixou 100% do Nordeste e 77% dos estados do Pará, Tocantins e Maranhão sem energia. Segundo o ONS, o problema foi provocado por um curto-circuito na linha de transmissão entre Colinas (TO) e Imperatriz (MA), que interliga os sistemas Norte/Nordeste ao Sul/Sudeste.
Zimmermann disse que o governo também trabalha para restabelecer a confiabilidade do sistema elétrico brasileiro. “O sistema elétrico brasileiro foi planejamento para operar em determinado nível de confiabilidade. Se há redução dessa confiabilidade, como agora nessa sequência de eventos, tem que tomar ações necessárias para restabelecer essa confiabilidade que foi projetado para isso”.(trecho extraído de artigo da Agência Brasil que você lê completo aqui.)
É como disse o ministro. O sistema elétrico foi projetado para operar em um nível seguro de confiabilidade, já que todo o pais poderia ficar refém de uma situação que não fosse esta, sobretudo quando estamos, praticamente, às portas de dois eventos de grande importância como a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

Logo, uma hipotética sabotagem visaria atingir esta confiança e, por tabela, ao governo. Seria um prato cheio para reverter uma situação política tão desfavorável a certos setores que não sabem perder, e que, pelo visto não lograram êxito com o circo do STF/Mídia oposicionista.

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quarta-feira

Os rios deixados de herança para as novas gerações

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Em Jacarta, na Indonésia
Rio Yamuna, na Índia
Baia da Manila, nas Filipinas
Rio Pingba, na China
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sábado

Você é contra experimentos com animais? A hora é agora, dê a sua opinião!

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É isso! A hora é agora. Você pode dar a sua opinião sobre esta prática que vem provocando grande polêmica em todo o mundo. Participe e divulgue para que mais gente que pensa como você possa participar e fazer a diferença.
Rato de laboratórioA consulta pela internet é a oitava fase de contribuições ao debate que tem por base a Diretriz para o Cuidado e Utilização de Animais para Fins Científicos e Didáticos (Audrey_sel/Creative Commons).

Você é a favor dos experimentos científicos em animais? Acha ético testar alimentos, cosméticos e medicamentos em coelhos, ratos ou macacos, por exemplo? Para receber contribuições da população sobre este assunto, está aberto até o dia 15 de outubro, uma consulta pública para pessoas e entidades opinarem sobre estes padrões no Brasil.

A consulta foi aberta pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

A consulta pública pela internet é a oitava fase de contribuições ao debate que tem por base a Diretriz Brasileira de Prática para o Cuidado e Utilização de Animais para Fins Científicos e Didáticos (DBPA), aprovada em reunião ordinária do colegiado.

O documento estabelece critérios para a criação e a utilização de animais em atividades de ensino ou pesquisa científica no país. A proposta de elaboração vai ao encontro dos princípios éticos da utilização de animais, a fim de nortear as boas práticas para o uso em experimentação e apresentar princípios de conduta que permitam garantir cuidado e manejo adequados para fins científicos ou didáticos. 

Os princípios estabelecidos na diretriz servirão como orientações técnicas para pesquisadores, professores, estudantes, técnicos, instituições, Comissões de Ética no Uso de Animais (Ceuas), entre outros. A formulação e o zelo pelo cumprimento de normas relativas à utilização humanitária de animais com finalidade educacional ou científica é uma das atribuições do Concea. (da EBC)

Neste momento, grandes empresas ocidentais que tinham parado de fazer experimentos em animais em função das campanhas e denúncias das pessoas e organizações de defesa dos animais, terão que voltar a usar animais por exigências da legislação chinesa, que tem um mercado consumidor gigantesco e ninguém quer ficar fora dele.

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quarta-feira

As lâmpadas incandescentes já tem prazo para desaparecer no Brasil


Os dados indicam uma economia considerável na troca das lâmpadas incandescentes pelas fluorecentes. Entretanto é preciso considerar que esta economia não se justifica quando se coloca em risco a saúde dos usuários, haja vista que está comprovado que elas não são inócuas e que efetivamente fazem mal à saúde, Logo, é uma economia burra e arbitrária, porque não deixa opções para quem não quer aderir, ou melhor se preservar.
Apesar de a produção e importação de lâmpadas incandescentes com potência de 150W e 200W estarem proibidas desde ontem (30) no país, os estoques de atacadistas e varejistas ainda poderão ser comercializados até o final do ano, segundo informações do Ministério de Minas e Energia (MME).
A lei, que tem por base uma portaria de dezembro de 2010, é aplicada às lâmpadas que não atenderem a níveis mínimos de eficiência energética, e tem como objetivo reduzir a quantidade de lâmpadas incandescentes e elevar a participação de unidades mais eficientes, como as fluorescentes compactas e halógenas.
Leia tambem:
De acordo com a portaria, a substituição das lâmpadas será feita de forma gradativa, e a previsão é que elas saiam do mercado de acordo com a potência. As mais potentes estarão proibidas de serem comercializadas a partir de 31 de dezembro de 2012; e as de menor potência, a partir de 30 de junho de 2017.
A data limite para fabricação e importação de lâmpadas de 75W e 100W será no dia 30 de junho de 2013. As de 60W, que são as mais comercializadas, terão fabricação e importação proibidas a partir do final de junho do ano que vem e sua comercialização se encerra em junho de 2014.
Dados divulgados pelo MME indicam que, ao ficar ligada quatro horas por dia, uma lâmpada incandescente de 60W pode gerar 7,2 quilowatts-hora (kWh) de consumo no final do mês. No caso de uma lâmpada fluorescente compacta, o consumo pode cair para 1,8 kWh.
As medidas previstas na portaria do MME têm o objetvo de alinhar o país às premissas e diretrizes do Plano Nacional de Eficiência Energética (PNEf). (Agência Brasil)
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