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segunda-feira

Sustentabilidade e a inclusão econômico/financeira da população

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Veja vídeo da Fundação Getulio Vargas sobre a relação entre distribuição de renda e sustentabilidade.

Bem oportuno diante do quadro que vivemos no momento, em que se preconiza e luta para fazer exatamente o contrário, pelo projeto de candidato à presidência da república em primeiro lugar nas pesquisas. Isto sem falar nas pretendidas interferências diretas no item sustentabilidade e preservação no país, veja aqui, atuando diretamente no desmonte de toda a infraestrutura existente que tem sido essencial no processo.

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sexta-feira

“...a área ambiental deve passar por mudança radical...”, diz eventual ministro do Bolsonaro


Preferências políticas e partidárias à parte, o que parece estar em jogo neste momento, nestas eleições no país, é muito mais do que filigranas ideológicas ou coisas do gênero.
A avaliar pelo que a mídia toda, mesmo aquela comprometida com o discurso conservador e de direita histórica no país – como este jornal que divulgou esta entrevista – vem mostrando que o estrago que o dito cujo de plantação da direita nestas eleições pode fazer, pode ser tornar irreversível para o país como um todo e sem chances de se passar a borracha e corrigir em qualquer momento depois.
A Amazônia, por exemplo, já foi varias vezes alvo de comentários de membros da equipe do candidato, inclusive chegando a afirmar uma infantilidade, se é que possa me expressar assim, de simplesmente passar a dita cuja pra frente, é vender ou doar para o candidato de plantão há tanto tempo, os EUA.
Duvida? Dê uma olhada na mídia que esta aí pra quem quiser ver. Não é a tal do modismo vigente, a fake news, infelizmente.

Leia também: Organizações repudiam fala de Bolsonaro contra ativismo
Infelizmente porque as chances do dito cujo vencer e nos ferrar a todos, já que em tese ferrar o Brasil e democratizar o feito são grandes, o mínimo que podemos fazer agora, e deixar filigranas partidárias ou de cor de bandeiras de lado e votar pela preservação do Brasil.
Simples assim! Depois agente tenta voltar à velha discussão das filigranas partidárias e/ou governistas.
O discurso: ‘No meu tempo, não tinha MP e Ibama para encher o saco’, diz general, título deste artigo no Estadão sobre o eventual ministro do dito cujo, diz com todas as letras que a legislação ambiental como um todo é balela e vai ser revogada, mesmo, em eventual governo Bolsonaro.
O lance, como se diz, é que não dá para chorar ou se arrepender depois do leite derramado... A hora é agora pra tentar evitar o pior!
Clique aqui e confira o artigo por si mesmo.
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domingo

Preservação ambiental... Saiu de moda de vez? A Sabesp vem inovando...

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Fica um ‘coisa’ com cara de proselitismo político, sobretudo neste contexto em que vivemos hoje, falar sobre o desserviço que o atual governador de São Paulo vem fazendo no Estado no que se refere à questão ecológico-­ambiental.

Originalmente tínhamos país afora instituições públicas voltadas à preservação ambiental, não apenas como um ‘delírio ecológico-ambiental’, diríamos assim, mas como um pressuposto indispensável para a preservação de recursos imprescindíveis à vida em seu sentido mais amplo das populações locais no curto, médio e longo prazo.

Entretanto algumas “correntes ideológicas” não veem valores como estes como ‘coisas validas’, já que se pautam, ou melhor, existem em função do lucro imediato, de preferência mais fácil e barato, é claro.

É o que parece estar acontecendo no Estado de São Paulo. Para nos atermos apenas a este exemplo.

A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), uma grande instituição que fazia jus ao nome e função para os quais foi concebida e fundada, foi praticamente privatizada, ou seja, saiu do domínio e interesse público, e se pauta hoje em suas ações como uma empresa comum onde o lucro é o “moto propulsor”.

É o que vai constatar neste exemplo explícito de mudança radical de paradigma ambiental no Estado, com a obra de transposição das águas do rio Itapanhaú, em Bertioga, clique aqui e confira.

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Índios ‘levam’ parte da fatura que o temer tem que pagar para a manutenção do “seu” cargo

Indígena protesta na frente do Congresso Nacional, em abril deste ano. Eraldo Peres AP

“Temer determina que só poderão ser demarcadas terras que estavam ocupadas por eles em 1988”. 

O pagamento da fatura sempre cai, preferencialmente, no famoso “lado mais fraco”, o que é compreensível, e é óbvio, dado a sua parca ou quase nenhuma capacidade de protestar, de afetar significativamente ou trazer algum dividendo político negativo, já que os “formadores de opinião” de grande parte da população esta a cargo de um sócio majoritário de todo esquema do gênero – que por sinal leva muito bem o “seu” – daí o pouco caso.

É a tal mídia, que diante da grande relevância nos corações e mentes de tantos, podemos afirmar sem exageros: JN e demais “produtos globo”.

Diante de um contexto assim, índio está meio que fora desta categoria, tipo cidadão, direito ou coisa que o valha. Existe mais como um conceito meramente sociológico, ambientalista, senão simplesmente folclórico, daí o pouco caso com eventuais direitos, coisa criada por algum antropólogo radical, diriam.

E o lucro é alto. Só 30% da bancada na Câmara é formada por ruralistas, a Frente Parlamentar da Agropecuária. Pode? Quem jogaria fora tanto voto assim para garantir o “cargo suado”? Daí o capricho do Temer

Os setores, do “povo”, que apoiaram o golpe e estão se sentindo o máximo... Terão o seu. Ia dizer: é só esperar pra ver... Mas pelo visto não vai dar tempo... 

Seria o preço que iria sobrar para aqueles que se têm como esclarecidos e que foi às ruas bater panelas. O “novo” preço da gasolina é só um ensaio. Mas, não terão coragem de admitir que os afetou ou que erraram na “opção” política... Já que não teriam como esconder o papel (ão) de massa de manobra que desempenharam para beneficiar os de sempre.

Este comportamento, também, vale para os ‘novos ricos’ – filhos dos tempos Lula/Dilma – que saíram às ruas com suas panelas posando de “ricos”, e que, igualmente, jamais darão o braço a torcer.

Esta parte da fatura vai para os índios. Afinal 30 % de votos não é pouca coisa.
Mas, se der tempo, mais gente vai “sobrar”. 

É bom lembrar, que o “tipo de uso” das tais terras liberadas é feito de forma diferenciada pelos índios e pelos ruralistas, e sendo assim, quem vai perder, e muito, é a cobertura vegetal/florestal do país.

É, a cobertura vegetal – leia-se, florestas – com todas as consequências ambientais. O que dispensa maiores explicações.


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sábado

Novo prefeito de São Paulo vai privatizar o Parque Ibirapuera

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Se mora em São Paulo e tem o saudável hábito de dar uma passadinha neste patrimônio verde desta cidade ‘não tão verde’ assim, pode começar a botar as barbas de molho. Ou melhor, o ‘trocado’ disponível.

É que o novo prefeitinho psdb vai doá-lo à iniciativa privada. É, doá-lo, já que deve fazer parte do trato de financiamento de campanha, logo, o preço é um mero detalhe.
"Privatização do Ibirapuera: Quem ganha com isso?
O prefeito eleito de São Paulo, João Dória Jr., propôs vender ou privatizar vários bens públicos da capital. Entre eles, o Parque do Ibirapuera, um dos maiores e mais frequentados do município. Se a proposta é privatizar, isso significa que uma empresa com fins lucrativos vai explorar comercialmente aquele lugar, e, em contrapartida investir na manutenção do parque. A polêmica toda começa aí. O que essa empresa vai vender? Como ela vai vender? E como isso pode afetar o uso público e gratuito do parque?

Ao longo da semana, pós-anúncio da privatização, ouvi argumentos do tipo “o Central Park, em Nova Iorque, tem gestão privada e presta um bom serviço à comunidade, por que não seguir o mesmo modelo?”. Na minha coluna dessa semana na Rádio USP, expliquei para a repórter Sandra Capomaccio que esse argumento não é verdadeiro.

Na verdade, cerca de 75% dos US$76 milhões anuais necessários para a manutenção e pequenos restauros do Central Park são cobertos por uma entidade sem fins lucrativos criada no final dos anos 1980 por moradores da cidade, usuários do parque e pessoas preocupadas com seu mau estado de conservação naquele momento. Os recursos dessa entidade são provenientes de doações de pessoas e empresas que acreditam na importância de manter o parque aberto à comunidade. Além desses recursos, o parque opera também com campanhas específicas, sempre baseadas em doações. Ou seja, sem retorno, sem negócio, sem lucro.

Isso nada tem a ver com “privatização”. É muito mais uma gestão compartilhada.

Raquel Rolnik, em seu blog 

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sexta-feira

Porque a lâmpada fluorescente não é saudável e nem ecologicamente sustentável

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Agora, com a retirada progressiva das lâmpadas incandescentes do mercado de forma definitiva, é mais uma vitória dos grandes fabricantes, que conseguiram emplacar um engodo – provavelmente, também, a custos elevados para conseguirem votos favoráveis dos ‘nobres deputados’ no Congresso, como é de praxe – que é o discurso fajuto de preocupações ambientais, quando é, exatamente, o contrário que acontece com a adoção da “nova tecnologia”.

Esta é a ideia. Ideia só, não, é fato! Trocar a lâmpada incandescente pela fluorescente em nome da economia de energia e em benefício do meio ambiente já se revelou ser uma das pseudos soluções sustentáveis, quando, na realidade, significa um novo nicho de grandes lucros de empresas que, como sempre ocorre fazem qualquer coisa, inclusive posarem de ambientalmente corretas, um rótulo que vale ouro, literalmente.

Já está comprovado que ela faz mal à saúde, como pode ler no artigo: A luz fria faz mal, sim ainda não foi divulgado a contento como elas são compostas, quando se sabe da extrema simplicidade de uma lâmpada incandescente, e do relativo baixo impacto ambiental do seu descarte.

Leia também:
- Segundo cientistas, lâmpadas fluorescentes são risco à saúde
O mesmo não ocorre com a fluorescente que tem uma estrutura mais complexa e representa elevados riscos ambientais e de saúde quando quebradas ou descartadas indevidamente, já que não podem ir para o lixão ou mesmo para um aterro sanitário, exigindo o recolhimento pelo fabricante, o que até agora nada foi feito, em que pese o já elevado consumo e as regulamentações da nova Lei de Resíduos Sólidos, que, ainda, não funcionam.

Elas possuem mercúrio (elemento químico) e fósforo em sua composição. É classificada como contaminante químico. Caso tenha destino inadequado, a lâmpada fluorescente pode poluir o ar, solo, lençóis freáticos, rios, chuvas, animais e o homem, comprometendo a cadeia alimentar. Deve ser destinada a empresas de reciclagem. (Wikipédia)

O que, como disse acima, ainda não ocorre, embora a lei tenha sido aprovada em 2010.

Claro que a diferença de consumo de energia entre as duas é significativa, mais os fatores complicadores para a saúde e o meio ambiente, como pode conferir nos links acima, não justificam o risco. A solução seria o desenvolvimento de uma tecnologia tão eficiente no consumo, mas, segura no que se refere aos problemas apresentados.

Ao se adotar esta opção, sob força da lei, como já fez a União Européia, gera a acomodação e é um desestímulo à procura por solução ecologicamente correta e sustentável.

   Obs. Um lembrete significativo é o preço das novas lâmpadas, que, embora prometam longevidade, quem já usou sabe que é balela.

Revisto e republicado

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quinta-feira

Se gosta, e usa, é bom ficar ligado: Coca-Cola é a líder mundial em substâncias cancerígenas

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Não é a primeira vez, e nem será a última, que surgem denúncias sobre a inconveniência de se cosumir a tal coca-cola. Se bem que, como dizem, é mais um caso de hábito arraigado, ou vicio, aliado a pouca vontade das pessoas de se informarem de verdade. Notícias ou alertas assim é como um ‘tiro n’água’, como se diz. 

Ela, a empresa, com certeza, “deve rir” destas coisas, sobretudo porque o seu gráfico de vendas deve continuar inalterado.

Um fator que talvez contribua para isso é o fato de que, quando surge um sinistro’ grave de saúde, como o que alerta o artigo, ele nunca é associado a este ou àquele produto.

Sabe-se lá por que!

Brasil é o país que possui maior concentração de substância possivelmente cancerígena na Coca-Cola, nove vezes o limite estabelecido pelo governo da Califórnia (EUA).

A Coca-Cola comercializada no Brasil contém a maior concentração da substância 4-MI (4-metil-imidazol), presente no corante Caramelo IV, classificado como possivelmente cancerígeno. O resultado é de um teste do CSPI (Centro de Ciência no Interesse Público, em tradução livre), da capital norte-americana, Washington D.C. Eles avaliaram também a quantidade da substância nas latas de Coca-Cola vendidas no Canadá, Emirados Árabe, México, Reino Unido e nos Estados Unidos.

Um estudo feito pelo Programa Nacional de Toxicologia do Governo dos Estados Unidos já havia apontado efeitos carcinogênicos do 4-MI em ratos, e fez com que a Iarc (Agência Internacional para Pesquisa em Câncer), da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluísse o 4-MI na lista de substâncias possivelmente cancerígenas.

Concentrações

O Idec fez uma pesquisa sobre os refrigerantes e energéticos que possuem o corante Caramelo IV em sua fórmula. O levantamento verificou que a regulação brasileira sobre o tema é falha e que os fabricantes de refrigerantes e bebidas energéticas não estão dispostos a informar ao consumidor a quantidade da substância tóxica em seus produtos.

Diante dos estudos que apontam para o perigo desse aditivo, o Instituto questionou se as empresas parariam de utilizá-lo. Na ocasião, o Idec enviou cartas à diversas empresas e à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) questionando-os sobre a periculosidade do Caramelo IV e sua associação com o câncer.

De acordo com o CSPI, o refrigerante vendido no Brasil contém 263 mcg (microgramas) de 4-MI em 350 ml, cerca de 267mcg/355 ml. Essa é uma concentração muito grande quando comparada com a segunda maior, vendida no Quênia, com 170 cmg/355 ml. Confira os demais resultados na tabela abaixo:

A Coca-Cola do Brasil traz nove vezes o limite diário de 4-MI estabelecido pelo governo da Califórnia, que estipulou a necessidade de uma advertência nos alimentos que contiverem mais que 29 mcg da substância. Além dessa quantidade diária, o risco de câncer seria maior do que um caso em 100 mil pessoas.

Os limites atuais para a quantidade de Caramelo IV nos alimentos, estabelecidos pelo Jecfa (um comitê de especialistas em aditivos alimentares da FAO/OMS), são baseados em estudos da década de 1980. Além disso, aqueles estudos foram gerados pela International Technical Caramel Association. Com os estudos que agora vem à tona, espera-se que os limites e a legislação atuais, tanto internacional como nacional, sejam alterados.

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