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terça-feira

Como fazer ‘algo’ sustentável para o planeta e/ou para si, o que dá no mesmo

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A tal sustentabilidade, pelo visto, saiu de moda de vez, nem mesmo a palavra usada eufemisticamente não se vê mais por aí, já que parece prevalecer um vale tudo nas regras e ações tanto governamentais como pessoais.

Mas, o planeta continua o mesmo no que se refere às suas necessidades, que no fundo são nossas, já que não temos como nos safar dela caso algo dê errado de vez, logo, apesar do descaso e das crises de todo tipo, entre aspas, não custa dar uma olhada e fazer a sua parte.

Vejamos algumas ideias: 
- Seja solidário: doe roupas, sapatos e aparelhos que não usa mais. Eles podem ser úteis para outras pessoas. Acumular objetos que não utiliza só vai contribuir para tornar sua casa menos organizada.
- Conserte os eletroeletrônicos sempre que possível para evitar comprar novos e gerar mais lixo.
- Procure comprar produtos que permitam a reutilização das embalagens com refil.
- Separe o lixo e mande-o para a reciclagem. Separando o lixo, você estará gerando emprego para catadores e dando oportunidade a reciclagem de materiais. Para facilitar a separação, tenha em casa uma pequena lixeira de coleta seletiva, para que todos na casa participem.
- Tenha em casa uma pequena composteira com restos orgânicos como cascas de frutas, legumes e folhas. Ela produz adubo natural para o seu jardim e de seus vizinhos.
- Instale torneiras com aerador ("peneirinhas" ou "telinhas" na saída da água). Ele dá a sensação de maior vazão, mas, na verdade, faz exatamente o contrário.
- Para lavar verduras use também uma bacia para deixá-las de molho (pode ser inclusive com algumas gotas de vinagre), passando-as depois por um pouco de água corrente para terminar de limpá-las.
- Substitua a mangueira por um balde com pano para retirar a sujeira do veículo. Lavar o carro com a torneira aberta é uma das piores e mais comuns maneiras de desperdiçar água.
- Evite lavar a calçada. Limpe-a com uma vassoura, ou lave-a com a água já usada na lavagem das roupas. Utilize o resto da água com sabão para lavar o seu quintal. Depois, se quiser, jogue um pouco de água no chão, somente para "baixar a poeira". Para isto você pode usar aquela água que sobrou do tanque ou máquina de lavar roupas.
- Retire os eletroeletrônicos como TV, som e microondas da tomada sempre que possível. As luzinhas vermelhas ou relógios digitais que indicam que o aparelho está em ‘stand by’, gastam bastante energia.
- Evite tomar banho entre 18h e 20h30 se utilizar chuveiro elétrico. Neste horário, 18% de toda a energia elétrica gerada no país é utilizada pelos chuveiros elétricos. Esse hábito torna necessária a construção de mais usinas elétricas.
- Quando comprar eletrodomésticos prefira aparelhos com o selo Procel. Isso indica que o aparelho consome menos energia.
- Troque a borracha da geladeira sempre que preciso. É uma medida que conserva seu eletrodoméstico e evita o desperdício de energia elétrica.
- Evite colocar alimentos quentes na geladeira, quando isso acontece, o refrigerador gasta mais energia elétrica.
E aí, não chega a ser tão difícil assim, não é verdade?

Com informações de organizesuavida

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segunda-feira

Porque os gramados, jardins e plantas estão sumindo das casas?

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Um lance visível hoje em dia é como o verde de qualquer tipo vem sumindo e cedendo espaço para o cimento, para a pavimentação, nas ruas e casas – frente e verso, ou seja, ‘jardim’ e quintal – e por toda a cidade.

O verde – seja ele um gramado, jardins, arbustos, árvores ou qualquer tipo de planta – está se tornando coisa rara em nome da funcionalidade, da praticidade no trato com a casa, com a “vida moderna”, já que ninguém mais tem ‘tempo’ de cuidar destas ‘coisas’, daria muito trabalho, toma um tempo, com certeza, usado de forma mais útil diante de alguns ‘recursos’ eletrônicos, sobretudo dos ‘sem recursos’ ou ‘recurso inútil’, normalmente chamado TV, com seus programas, principalmente nos fins de semana... Pena que não tenho palavras para classificá-los.

Quem ainda ‘gosta’ de plantas e flores prefere ir ao supermercado e adquirir alguns belos exemplares, meio que ‘transgênicos’, que dão aquele ‘up’ ecológico e natural à sua casa, antes de virarem um adicional ao lixo comum, muitas vezes ainda verdes, como costumamos vê-los nas portas ao lado do lixo convencional.

Algumas árvores que restam, de tanto serem mutiladas por ‘podas educativas’ ou de ‘segurança’, mais parecem espectros, que não reúnem, inclusive, condições para a vida silvestre já que nem os pássaros urbanizados encontram abrigo e proteção em suas copas ralas.

Se ainda resistem, mesmo que mutiladas, é graças a leis municipais que penalizam o corte, em uma intenção, mesmo que burocrática, de garantir algum verde ou ambiente nas ruas, mas que são burladas com as tais podas educativas.

Diante desse cenário, ainda fala-se tanto em aquecimento global como se ele surgisse, assim... Do nada. Como se fossemos apenas vítimas infelizes de uma natureza cruel, que quer nos aniquilar a todos...

É o que atestam dados recentes de um grande estudo ecológico publicado no periódico Nature, segundo o qual o verde está sumindo do planeta. Já vai pra mais da metade, mas o pensamento comum é que isso é coisa de desmatamento, atribuições de governos apenas. Eu não tenho absolutamente nada a ver com isso.

O que muitos não sabem ou se soubessem provavelmente pouco mudaria, é que o ambiente doméstico seria sim, influenciado por gramados, árvores, plantas de todo tipo em casa, com o adicional de favorecer o surgimento de um micro ambiente saudável, com o surgimento de pássaros, borboletas e outros seres que há muito sumiram.

Logo, se tem alguma condição de restabelecer um ambiente, por menor que seja, para o verde em sua casa, tente. Você pode se surpreender!

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sábado

O desaparecimento de polinizadores – borboletas e insetos – coloca em risco a sobrevivência da humanidade

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O interessante é que li recentemente em um blog, tipo como fazer você mesmo, aqui, um artigo onde o autor estimula a produção de borboletas em casa, vasos e jardins, apontando a contradição segundo a qual as pessoas gostam de borboletas, sentem a sua falta, mas não percebem que ao destruírem todas as lagartas, que periodicamente, comem nas plantas, eliminam qualquer possibilidade de retorno das borboletas, e o que é pior, contribuem para o seu extermínio.

As borboletas, além de embelezarem os ares e os jardins, estão diretamente ligadas à nossa própria sobrevivência, graças a sua função polinizadora, logo à produção de alimentos.

É o que vai ver abaixo neste alerta da ONU.
"ONU alerta sobre o desaparecimento de polinizadores e pede medidas urgentes
Cerca de 75% das plantações precisam, total ou parcialmente, do trabalho de insetos como abelhas e borboletas.

Uma grande gama de fatores está contribuindo para o desaparecimento de animais polinizadores no mundo todo, o que ameaça a produção de alimentos para o ser humano, revelou nesta sexta-feira (26/2) um relatório do organismo da Organização das Nações Unidas (ONU) encarregado de proteger a biodiversidade.

O documento da Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços de Ecossistemas (IPBES) identificou uma série de medidas que governos e o setor privado deveriam tomar de forma "urgente" para remediar o desaparecimento animais como abelhas, borboletas e alguns mais complexos como as aves.

De acordo com o vice-presidente do IPBES, Robert Watson, não existe um fator único que seja responsável pelo desaparecimento dos polinizadores.

"Há uma série de razões que explicam o declive, como a mudança do uso do solo, o uso de pesticidas e a mudança climática. Não se pode dizer que há uma ameaça maior que outra para cada animal polinizador ou para cada lugar do mundo onde estão desaparecendo. É um conjunto de ameaças", disse.

O relatório, intitulado "Avaliação Temática sobre Polinizadores, Polinização e Produção de Alimentos", é o primeiro feito pelo IPBES e é fruto de dois anos de trabalho do organismo da ONU que foi fundado há quatro e é integrado por 124 países, incluindo o Brasil.

Existem milhares de espécies que são polinizadoras, animais que transportam pólen do órgão masculino de uma flor ao estigma, o órgão feminino, o que permite a fertilização. Nos últimos anos, os cientistas observaram o alarmante desaparecimento das abelhas, das que existem mais de 20 mil espécies silvestres, e borboletas, especialmente na Europa Ocidental e na América do Norte, o que foi atribuído a pesticidas e ao crescente uso de plantas modificadas geneticamente.

O relatório confirmou que pesticidas, incluindo os neonicotinoides - quimicamente relacionados à nicotina -, representam uma ameaça mundial para os polinizadores, apesar de seus efeitos em longo prazo ainda não serem conhecidos.

O IPBES destacou a importância econômica dos organismos polinizadores ao assinalar no estudo que 75% dos cultivos para alimentos do mundo dependem, pelo menos parcialmente, da existência de polinizadores. O valor anual dos cultivos diretamente afetados por polinizadores é estimado entre US$ 235 bilhões e US$ 577 bilhões.

O relatório, intitulado "Avaliação Temática sobre Polinizadores, Polinização e Produção de Alimentos", é o primeiro feito pelo IPBES e é fruto de dois anos de trabalho do organismo da ONU que foi fundado há quatro e é integrado por 124 países, incluindo o Brasil.

Existem milhares de espécies que são polinizadoras, animais que transportam pólen do órgão masculino de uma flor ao estigma, o órgão feminino, o que permite a fertilização. Nos últimos anos, os cientistas observaram o alarmante desaparecimento das abelhas, das que existem mais de 20 mil espécies silvestres, e borboletas, especialmente na Europa Ocidental e na América do Norte, o que foi atribuído a pesticidas e ao crescente uso de plantas modificadas geneticamente.

O relatório confirmou que pesticidas, incluindo os neonicotinoides - quimicamente relacionados à nicotina -, representam uma ameaça mundial para os polinizadores, apesar de seus efeitos em longo prazo ainda não serem conhecidos.

O IPBES destacou a importância econômica dos organismos polinizadores ao assinalar no estudo que 75% dos cultivos para alimentos do mundo dependem, pelo menos parcialmente, da existência de polinizadores. O valor anual dos cultivos diretamente afetados por polinizadores é estimado entre US$ 235 bilhões e US$ 577 bilhões.

"Os polinizadores são grandes colaboradores da produção mundial de alimentos e segurança nutricional", disse Vera Lúcia Imperatriz Fonseca, professora de Ecologia no Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo e uma das diretoras do relatório de IPBES.

Segundo ela, o relatório "oferece opções sobre o que fazer de acordo com o problema específico de cada lugar do mundo em relação aos polinizadores, a polinização e a produção de alimentos". Entre as soluções estão a criação de uma maior diversidade dos habitat dos polinizadores tanto no ambiente rural quanto no urbano, o apoio a práticas tradicionais de rotação de cultivo e manutenção de áreas não exploradas e a redução da exposição dos polinizadores a pesticidas.

O professor holandês Koos Biesmeijer, um dos autores do relatório, reconheceu que existem "vazios de conhecimento" com relação com a finalidade dos pesticidas e outros fatores que impactam negativamente nos polinizadores. "Embora não saibamos tudo, em muitos casos, há claras conclusões", afirmou.

A professora da USP, por sua vez, destacou a gravidade da situação. "Deveríamos atuar agora para deter o declive dos polinizadores", afirmou.

Já o vice-presidente do IPBES acrescentou que todas as ações, desde as que podem ser tomadas por agricultores até às que podem ser feitas pelos governos, poderiam começar o quanto antes. "Não precisamos de novas tecnologias. Todas estas são opções que podem nos ajudar a sair na frente", alertou.

Ele deu com exemplo o efeito negativo que têm as grandes extensões de monoculturas.

"Necessitamos uma agricultura mais sustentável. Eliminemos essas enormes extensões de monoculturas e asseguremos que estão salpicadas com zonas de habitat natural que atrairão os polinizadores nos campos de cultivo", concluiu.

Por Agência EFE

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quinta-feira

Água da Nestlé tem venda proibida pela Anvisa por riscos de infecções em crianças e grávidas

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Bebida vendida na embalagem de 300ml sem gás da marca São Lourenço não deve ser consumida.” Só se você tiver muita coragem ou não dá valor à saúde e vida de seus filhos, da família, se voltar a consumir produtos desta empresa.

Em links abaixo vai conferir que a sua folha corrida é extensa e muito grave em todo o mundo, e a mídia local é que prefere “honrar” – a expressão só é possível entre aspas – os seus compromissos publicitários com a empresa e esconde de você notícias tão vitais à saúde e vida das pessoas e das famílias.
"Anvisa proíbe venda de água mineral da Nestlé, por risco de causar infecções em grávidas e crianças
Em todo o país, do lote 32966047S1 de Água Mineral Natural sem gás de 300ml da marca São Lourenço, produzida pela Nestlé. O lote, que possui validade até 23/10/2014, apresentou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa acima do limite estabelecido na legislação sanitária. A bactéria causa alterações de odor e sabor nos alimentos, mas normalmente não representa risco preocupante à saúde da população em geral. No entanto, em crianças, gestantes e pessoas com sistema imunológico fragilizado, a bactéria pode causar infecções, informou a Anvisa.

A amostra foi coletada pela Vigilância Sanitária de Campinas após denúncia de um consumidor que relatou gosto estranho do produto. A vigilância sanitária de Minas Gerais, onde está localizada a fábrica do produto, já foi acionada para adotar as medidas necessárias junto à empresa.

Leia também:
A medida tem validade imediata. O lote em questão não pode ser vendido e o recolhimento é de responsabilidade do fabricante.

Procurada para comentar o assunto, a Nestlé disse, em nota, que ao receber o primeiro contato da autoridade sanitária, em fevereiro, informando sobre alteração de parâmetro no lote, tomou a decisão de suspender imediatamente a distribuição e venda dos produtos. "A medida foi tomada ainda que controles internos não tivessem apontado nenhuma desconformidade com a legislação vigente", complementou.

Para o esclarecimento de dúvidas ou informação adicional, a empresa coloca à disposição dos consumidores o telefone 0800-979-1819.

Por o globo

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sexta-feira

Racionalizar no uso de energia elétrica é bom para o seu bolso e para o meio ambiente


Mesmo que não exista qualquer evidência de necessidades ou tentativas de racionamento, ou mesmo racionalização no uso de energia elétrica no local onde mora, adotar certos hábitos que evitam o desperdício é uma boa ideia, já que além da economia, mesmo que pequena, leva a não necessidade de novas construções de usinas e seu consequente impacto ambiental.

Não é nada que vai afetar o seu bem estar e comodidade, mas, ao contrário, a racionalização no uso vai dar uma força ao meio ambiente, a natureza e ao planeta Terra. 

Pense nisso!

Algumas ações simples no cotidiano contribuem para dar uma grande força:
1- Doe roupas, sapatos e aparelhos e outros objetos que não usa mais. O que bem existe são entidades filantrópicas e/ou assistenciais especializadas em repassar estes produtos por baixo preço e se financiarem com isso. Ou o faça diretamente as pessoas.
2- Cuide da manutenção e em caso de pane conserte os eletroeletrônicos sempre que possível para evitar comprar novos e gerar mais lixo.
3- Separe o lixo. Fazendo isso você estará gerando emprego para catadores e dando oportunidade a reciclagem de materiais. Para isso mantenha recipientes separados – sacos ou sacolas plásticas, se for o caso – o que vai facilitar a separação em casa e a coleta pelo serviço oficial ou catadores individuais.
4- Se tem área de terra em casa – jardim ou quintal – faça uma composteira com restos orgânicos como cascas de frutas, legumes e folhas. Ela produz adubo natural para o seu jardim e de seus vizinhos. Mantenha-a fechada durante o processo para evitar insetos.
5- Prefira instalar torneiras com aerador ("peneirinhas" ou "telinhas" na saída da água). Ele dá a sensação de maior vazão, mas, na verdade, faz exatamente o contrário.
6- Para lavar verduras use também uma bacia para deixá-las de molho (pode ser inclusive com algumas gotas de vinagre), passando-as depois por um pouco de água corrente para terminar de limpá-las.
Sempre que possível prefira adquirir produtos orgânicos.
7- Substitua a mangueira por um balde com pano para retirar a sujeira do veículo. Lavar o carro com a torneira aberta é uma das piores e mais comuns maneiras de desperdiçar água.
Aproveite e instale um “bico seletor” na ponta da mangueira para facilitar o controle de vazão.
8- Evite lavar a calçada. Limpe-a com uma vassoura, ou lave-a com a água já usada na lavagem das roupas. Utilize o resto da água com sabão para lavar o seu quintal. Depois, se quiser, jogue um pouco de água no chão, somente para "baixar a poeira". Para isto você pode usar aquela água que sobrou do tanque ou máquina de lavar roupas.
9- Retire os eletroeletrônicos como TV, som e microondas da tomada sempre que possível. As luzinhas vermelhas ou relógios digitais que indicam que o aparelho está em ‘stand by’, gastam bastante energia.
10- Evite tomar banho entre 18h e 20h30 se utilizar chuveiro elétrico.
Neste horário, 18% de toda a energia elétrica gerada no país é utilizada pelos chuveiros elétricos. Esse hábito torna necessária a construção de mais usinas elétricas.
11- Quando comprar eletrodomésticos prefira aparelhos com o selo Procel. Isso indica que o aparelho consome menos energia.
12- Troque a borracha da geladeira sempre que preciso. É uma medida que conserva seu eletrodoméstico e evita o desperdício de energia elétrica. Evite, também, deixá-la aberta por muito tempo enquanto retira ou coloca algo nela.
13- Evite colocar alimentos quentes na geladeira, quando isso acontece, o refrigerador gasta mais energia elétrica.
Como vê, nada de tão complicado assim, não é verdade? Ia dizer que a natureza agradece, mas, para ser mais preciso, as próximas gerações, sim, terão muito que agradecerem por atitudes tão simples assim tomadas agora.

Com informações de organizesuavida

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