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domingo

Gosta de plantas? Mesmo se não bate sol em sua casa estas vivem sem

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Apesar da grande oferta de “plantas descartáveis” em floras e supermercados, ainda tem gente que prefere ter em casa ‘as suas’, plantar e cuidar e assim ter esta companhia maravilhosa no cotidiano, que dá um visual mais ameno e saudável ao ambiente.

Mesmo que o seu apartamento não receba tanto sol assim como seria o desejável para a grande maioria das plantas, dá para selecionar algumas que vivem e se dão muito bem ‘longe do sol’.

Para isto bastam os cuidado habituais necessários, que as terá belas e saudáveis em sua companhia.
Veja também: Podar as plantas parece, e é, fácil, veja boas dicas
Elas precisam de luz essencial e ventilação, além, é claro, de serem regadas com regularidade. Fique atenta à rega, pois o excesso periódico faz mais mal do que um periodozinho sem água, ou seja, molhe o mínimo necessário de cada vez e atente para a frequência.

Confira estas opções:

Violeta
A violeta pode ser uma boa opção se não bate sol na sua casa. Entretanto, como dito acima, precisa de luminosidade e ventilação. Para a rega, leve em consideração a umidade da terra e só acrescente água se estiver seca. E, nesse caso, quanto mais gordinha for a folha da violeta, menos água ela precisa, pois consegue armazená-la por mais tempo.

Espada de São Jorge
Famosa por ser considerada uma proteção contra mau olhado, a espada de São Jorge mantém a coloração verde escura e as folhas saudáveis em locais sem contato direto com o sol. É bastante resistente e precisa de água uma vez a cada 15 dias.

Filodendro pacová
Com folhas grandes e vistosas, o pacová gosta de locais iluminados, mas sem luz solar direta. É um dos preferidos para ambientes internos e gosta de pouca água. Para saber quando regar, sinta a umidade da terra com a ponta dos dedos e coloque água se estiver seca.

Zamioculca
Muito ornamental e resistente, é uma das plantas mais fáceis de cuidar, assim como o pacová, pois precisa de pouca água. Gosta de ambientes internos e com pouca luz.

Orquídea Phaleonopsis
Essa espécie de orquídea pode florescer por dois meses consecutivos e aguenta bem dentro de casa. A phaleonopsis precisa de água apenas uma vez por semana.

Lírio da paz
O lírio da paz tem eventuais flores brancas e é um dos preferidos para lugares com pouco espaço, por conta da folhagem baixa. O ideal é regar uma vez por semana. Para garantir o acerto da água, coloque o dedo na terra e, se ainda estiver úmida, não precisa regar.

Dracena "pau d'água"
Pode ser plantada na terra ou na água, fato curioso que justifica o nome popular. É uma espécie resistente a ambientes internos, inclusive ao ar condicionado. Regue quando a superfície da terra estiver seca.

Como pode ver, são várias, e belas, opções que vão dar um novo visual ao seu espaço. É só escolher e curtir!

Com informações de estilo UOL

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sexta-feira

Como usar dicas simples para não desperdiçar água. Vale à pena dar uma olhada

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A água é tão omnipresente em nosso cotidiano que dificilmente imaginaríamos um cenário sem ela, não é verdade? Entretanto, a avaliar pelo que andam fazendo com ela por aí... Não seria tão absurdo assim chegarmos a ter que usá-la de forma radicalmente racional em algum momento, ou seja, racionamento.

Logo, não custa começarmos a fazer a nossa parte e usá-la com mais racionalidade e bom senso em nosso dia a dia.

Aqui no Brasil detemos um dos seus grandes reservatórios – cerca de 12% de toda a água doce superficial disponível no planeta  mas nada que justifique o seu desperdício. Pelo contrário, precisamos é cuidar muito bem desta preciosidade.
Veja também: 
 - Quando não falta ‘só’ água 
 - Reuso da água uma ideia que pode ser uma boa ideia 
 - Algumas dicas simples no cotidiano dão uma força ao planeta e a vida 
 - Dicas oportunas e eficientes para garantir um uso mais racional da água
Um dado interessante é que sua distribuição não é assim – como poderíamos dizer? – tão equilibrada pelo território nacional. A Amazônia, por exemplo, que tem um percentual pequeno de nossa população, detém 78% do total, ao passo que a densamente povoada Região Sudeste fica, apenas, com 6%.

Como pode ver, um pouco de cuidado nunca é demais.

Veja abaixo algumas dicas simples.
'1 – Use um balde no chuveiro 
Ao esperar enquanto o chuveiro aquece o suficiente para seu banho, muita água escorre pelo ralo sem ser, de fato, utilizada. Para evitar esse desperdício, coloque um balde sob o chuveiro, da próxima vez, dessa forma você estará captando a água que não serviria para nada – e pode utilizá-la para algo útil. 
2 – Capte a água da chuva 
Uma cisterna ou mesmo um barril colocados sob a calha podem fazer maravilhas na captação de água da chuva. Se você não quer gastar muito, opte por um sistema mais simples e barato – qualquer esforço é válido, nesse sentido. A calha te ajudará a captar uma maior quantidade de água a cada tempestade. 
3 – Reutilize 
Quando cozinhar macarrão, não jogue a água usada fora. Posicione o escorredor sobre outra panela para armazenar a água e, depois que ela esfriar, regue suas plantas com ela. 
A cozinha, aliás, é um ótimo lugar para exercitar a reciclagem de água. Não apenas a utilizada no cozimento do macarrão é útil e, ao lavar os vegetais – frutas, verduras e legumes -, você pode posicionar uma bacia embaixo deles e, posteriormente, reutilizar toda aquela água que seria jogada fora. 
4 – Instale um sistema para reutilizar a “água cinza” 
A água cinza é toda água residual – ou seja, que já foi utilizada uma vez – que não contenha esgoto, por exemplo, a água utilizada no banho, na lavagem de roupas ou quando você lava as mãos. 
Há sistemas profissionais para captação e reutilização dessa água, como alguns que enviam a água do chuveiro para a descarga do vaso sanitário. Entretanto, se você não quer gastar com a instalação de um sistema profissional, pode simplesmente dedicar-se a captar a água cinza da sua máquina de lavar utilizando baldes, bacias e mesmo o próprio tanque de roupas. Depois, essa água pode ser usada para lavar as calçadas ou áreas molhadas da casa. 
5 – Não jogue água potável fora 
Isso serve para aqueles copos e outros recipientes contendo água, que podem ser esquecidos pela casa. Ao encontra-los, a atitude natural seria jogar o conteúdo fora, mas vale a pena pensar melhor: regar as plantas, por exemplo, pode ser uma boa saída para não desperdiçar H2O.'
Com informações de dicasdemulher

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terça-feira

Podar as plantas parece – e é – fácil, veja boas dicas

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Podar plantas parece inútil ou pouco ambiental, entre aspas, mas, é um bom recurso para dar-lhe vitalidade, ‘educá-la’ a adequá-la ao ambiente em sua casa e, ao contrário do que se pensa, adicionar-lhe mais vitalidade.

Cuidar de plantas é uma ‘tarefa que, a bem da verdade, como se diz, faz mais bem a quem cuida do que para a própria planta. E podar é um detalhe simples, que traz bons resultados, tanto para a planta em si como para os ‘olhos de quem tem e cuida’.

Confira:
Como fazer para podar suas plantas e garantir-lhes saúde e beleza
É um recurso necessário para garantir não só o espaço que reservou para elas, bem como para mantê-las sempre belas e saudáveis.

Antes de iniciar certifique-se que esteja com as ferramentas necessárias, e bem amoladas, já que, quando cegas cortam mal e deixam cicatrizes de demorada recuperação que pode comprometer a saúde da planta.

Você pode utilizar uma tesoura de poda convencional ou, se não tem uma à mão, pode usar uma faca super amolada – corte devagar e com cuidado para não ‘mastigar’ ou lascar – ou mesmo um estilete grande o suficiente para a tarefa, já que são bem amolados e eficientes (deixe uma ponta curta ao cortar para evitar acidentes ou que venha a quebrar).
Veja também: Poluição em ambientes internos é real. Veja como suavizar ou combater
É bom lembrar que estas sugestões de ‘ferramentas alternativas’ se reservam a plantas mais tenras e de fácil manuseio. Já que, a depender do caso, pode até usar um serrote, de preferência pequeno e fino.

O primeiro passo seria meio ‘estético/sanitário’. É o caso de eliminar os ramos, e folhas, secos, fracos e doentes. É um procedimento sanitário e estético, quando vai educando/moldando a planta ao seu gosto e às características do espaço onde está localizada.
Na poda convencional, periódica, identifique os ramos ou galhos pouco desenvolvidos em relação aos demais. Ao cortar, pode fazer a opção de fazê-lo logo acima de uma nova gema – ou broto – quando vai ser gerado novo galho mais fino. Mas, caso queira “educar”, mesmo, corte bem rente ao caule ou na haste do ramo maior de onde ele se originou que não voltará a crescer.

Lembre-se.  Tente, antes, visualizar a nova planta que vai surgir depois de sua intervenção. O formato, o rumo do crescimento e o visual final em plena forma e verifique se é o que pretende ao podá-la.

Observe igualmente a sua interação com as vizinhas e o ‘arranjo estético’ final do seu espaço.

Publicado originalmente em Como fazer você mesmo

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quinta-feira

O famigerado plástico? Veja como reduzir o seu uso neste Natal

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O vilão, ‘mesmo’ que está aí pra ‘minar’ a vida em seu sentido amplo está tão embolado em nosso cotidiano que ninguém mais o percebe como tal, como uma praga ambiental, entre aspas, que está empenhado em melar o jogo da vida e não brinca em serviço.

Neste artigo abaixo, você confere em links no texto um pouco do que estamos falando aqui.

A ideia é começarmos a perceber o dito cujo em nosso cotidiano e, na medida do possível ir evitando seu uso, logo deixando de contribuir, fazendo a nossa parte que parece pequena, mas o todo só se faz/completa com as partes, por menores que sejam.

Veja também: E aí o que faz com sua 'garrafinha de água mineral' vazia? A sua resposta pode ter um efeito radical

A ideia aqui é “abrirmos os olhos” e vermos, efetivamente, como o plástico está tão enfronhado em nosso cotidiano e, como dissemos acima e, na medida do possível, mas de forma perseverante e efetiva, irmos reduzindo a sua presença por perto.
5 dicas para usar menos plástico neste Natal
Com as festividades, aumenta a quantidade de embalagens de plástico e sacos, comida desperdiçada, papel de embrulho, fitas e laços que acabam no lixo.

Os produtos e embalagens de plástico que usamos durante pouco tempo estão a poluir as nossas praias, rios, oceanos e a colocar a fauna aquática em risco. Até 2050, haverá mais plástico do que peixes (por peso) no mar e 99% das aves marinhas terão este material no seu aparelho digestivo. 

Aqui está uma lista com 5 dicas que o podem ajudar a reduzir a quantidade de plástico que usa durante esta época festiva. Boas festas!

1 - Diga não às decorações de plástico. Não utilize flocos de neve artificial, que costumam ser feitos de plástico. Em vez de decorar o pinheiro com enfeites de plástico, dê asas à sua criatividade: enfeite-o com origami, grinaldas de pipocas e arandos, pinhas, bolachas, bonecos de feltro ou madeira, etc. Opte por decorações reutilizáveis em vez de descartáveis. Evite os enfeites com purpurina.

2 - Não compre presentes que vêm embalados em plástico. Procure prendas sem embalagens ou ofereça “experiências”, como bilhetes para um concerto, peça de teatro ou evento desportivo, massagens, um jantar num restaurante, etc.

3 - Embrulhe os seus presentes com materiais naturais. Não utilize fita plástica para embrulhar (que pode ter um impacto devastador). Use cordel, ráfia natural, tecido ou papel para decorar as suas prendas. Também pode usar jornal, papel reciclado ou até mesmo tecido para embrulhar as suas prendas.

4 - Diga não aos talheres, copos e pratos descartáveis de plástico. Embora as suas cores e desenhos possam parecer festivos, estes produtos, que usamos durante apenas alguns minutos, demorarão séculos a decompor-se. Utilize copos, pratos e talheres convencionais nas festas.

5 - Não ofereça brinquedos de plástico. Opte por comprar brinquedos de madeira, tecido ou papel reciclado e, sempre que puder, dê preferência aos artigos de produção artesanal e local. 


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segunda-feira

E aí, o que faz com a sua “garrafinha de água” vazia? A sua resposta pode ter um efeito radical

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Ou porque você deve ‘desaposentar’ o velho filtro de cerâmica.
Esta moda e aparente facilidade mesclada com algum conceito vago de modernidade que fez os garrafões e garrafas de água mineral dominarem os ambientes, inclusive as residências, tem trazido um saldo pesado ao ambiente – leia-se à vida – com resultados que se preveem catastróficos no curto médio prazo.

A frase acima: “Ou porque você deve ‘desaposentar’ o velho filtro de cerâmica”, não é uma força de expressão ou uma brincadeira. É um recurso, pessoal, diga-se de passagem, para contribuir com a preservação ambiental.

É, parece pequena, insignificante... Entretanto, sabemos que tudo começa assim no pessoal, no pequeno, na unidade... Isto sem contar sobre a qualidade da água que o “filtro de barro” proporciona. Além dos custos, é claro.

Confira também:
 - Recicla? Não? Dê uma olhada nestes dados – estimulantes – abaixo 
 - O mar de lixo do Caribe e realmente um mar, entre aspas... E eu com isso? 
 - Baleias cachalotes encontradas mortas com estômagos cheios de lixo plástico
O efeito adicional que é deixar de contribuir com o verdadeiro flagelo ao meio ambiente com o descarte irresponsável das ‘garrafinhas’.

Em suma, falar, se preocupar, até condenar o que se fez, e faz, com o meio ambiente e assim comprometendo a continuidade da vida como se conhece... É bom... Mas, “arregaçar as mangas” – como se diz – e fazer algo é bem mais efetivo e racional.

Veja estes dados abaixo:
“Mercado da água de garrafa ameaça meio ambiente
Poluentes gerados pela fabricação, transporte e descarte do produto contribuem para o aquecimento global.

O consumo anual de água mineral em garrafa no Brasil cresce em média cinco litros por pessoa desde 2010, atingindo 55 litros per capita em 2013. O país já é o quarto maior consumidor mundial do produto, atrás apenas de Estados Unidos, China e México. Mas enquanto as cifras do mercado se multiplicam — de acordo com a Associação Internacional de Água Engarrafada (IBWA, na sigla em inglês), só nos EUA, as empresas do setor faturaram US$ 11,8 bilhões em 2012 — a poluição gerada pelo processo de fabricação, transporte e descarte das garrafas causa grande impacto ambiental.

Postado em 2010 pela militante americana Annie Leonard, o vídeo 
A História da Água Engarrafada (Vídeo legendado) circula até hoje na web e foi um dos grandes inspiradores de movimentos como o Água na Jarra, iniciativa criada em São Paulo no mesmo ano para incentivar o consumo de água da torneira. De acordo com Annie, esse crescimento é devido ao que ela chama de “demanda fabricada”.

Há anos, ONGs internacionais alertam sobre um futuro em que a água potável seria rara e valeria “mais do que ouro”. Para garantir seu filão no mercado, as grandes empresas de alimentos e bebidas agiram rápido: questionaram a qualidade da água de torneira e investiram em publicidade para garantir que seu produto era a opção mais saudável. Segundo a IBWA, o setor de água engarrafada é o segundo maior anunciante dos EUA.

O futuro chegou. Hoje, 1 bilhão de pessoas não têm acesso à água potável, de acordo com a Whole World Water. A falta do recurso, reconhecido como direito universal, está relacionado à morte de uma criança a cada 15 segundos no mundo, segundo a Unicef.”

Veja um pouco a ‘história’ da dita cuja:

Fabricação

Os impactos gerados pela embalagem de politereftalato de etileno, ou PET, se iniciam com a extração do petróleo, a fabricação da pré-forma e a produção da garrafa. De acordo com Annie Leonard, no vídeo “A História da Água Engarrafada”, a cada ano, para suprir a demanda dos EUA, a indústria utiliza petróleo e energia suficientes para abastecer um milhão de carros, já que o produto tem que ser resistente o suficiente para ser transportado ao redor do planeta.

Ciclo de vida

Para a análise do ciclo de vida das garrafas são considerados o consumo de recursos naturais e outras matérias-primas, como água (na produção), geração de efluentes líquidos (que acabam poluindo rios, mares e lençóis freáticos), emissões atmosféricas (de transporte e fabricação) e geração de resíduos sólidos. Segundo a 5Gyres, os “plásticos foram feitos para durar para sempre e desenhados para jogar fora”.

Descarte

 No caso do descarte correto da garrafa, os impactos após o consumo são causados pela atividade de coleta e transporte do lixo, principalmente as emissões atmosféricas (CO2). Quando chegam aos aterros sanitários, que não possuem capacidade suficiente para comportar a crescente geração de lixo, as garrafas demoram milhares de anos para serem absorvidas. Quando são descartadas diretamente na natureza, acabam parando em mares e rios, o que agrava o problema das enchentes.

Reciclagem

 Mesmo quando a garrafa é reciclada, ela gera impactos ambientais. De acordo com a tese de mestrado de Renata Bachmann Guimarães (Brasília 2007), utilizada como base pela ONG Água na Jarra, se considerarmos taxas de reciclagem por volta de 50% do consumo, uma garrafa PET gera aproximadamente oito vezes o seu próprio peso em resíduos, levando em conta as emissões atmosféricas, efluentes líquidos e resíduos sólidos.

Oceanos

No mar, a ação de luz e das ondas quebra o plástico em partículas  cada vez menores, chamadas microplástico, que nunca desaparecem completamente, segundo a 5Gyres. O microplástico age como esponja, absorvendo pesticidas, metais pesados e poluentes orgânicos persistentes (POPs), que causam disfunções hormonais, neurológicas e reprodutivas. Já existem ilhas de plástico no oceano nas quais o microplástico é tão abundante que se tornou parte do ecossistema. Plânctons e pequenos crustáceos se alimentam deles, se intoxicam, também intoxicando pequenos peixes que os consomem. O processo se repete até chegar a peixes maiores e, logo, ao homem.

Com informações de Maria Clara Serra

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sexta-feira

Recicla? Não? De uma olhada nestes dados – estimulantes – abaixo

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O “estimulante” no título parece uma ironia, mas é um misto de brincadeira/estímulo para quem recicla continuar firme e, sobretudo, para quem ainda, não entrou para o “clube”.

Em atualização nos dados sobre reciclagem/reutilização de recursos só muda em índices, o que nem em tudo tem a ver apenas com atuações públicas na área, mas, sobretudo, com a consciência ambiental de cada um, já que todo processo começa na cabeça e depois nos procedimentos dentro de casa/trabalho.

No texto abaixo vai conferir alguns “incentivos” para confortá-lo se já recicla, ou se não, como estímulo para que entre para o “grupo”... A natureza, ou melhor, definindo, a vida, agradece... A de todos os seres, inclusive ou, sobretudo a nossa.

É uma panorâmica sobre o cenário da utilização x reciclagem x descarte ambiental de algumas “figurinhas carimbadas” que fazem parte radical de nosso cotidiano, de nossa vida.

Confira!

 - Economia

 Reciclar uma tonelada de papel economiza 2,5 mil litros de petróleo, 26,5 mil litros de água e evita a derrubada de 17 árvores...

 - Uso nobre

27 mil árvores são derrubadas a cada dia para fazer papel higiênico... 

 - Impressos 

95% das informações do mundo continuam sendo armazenadas em papel. A maioria nunca é vista mais de uma vez

 - Lâmpada

Reciclar uma única garrafa de plástico pode economizar energia suficiente para manter acesa uma lâmpada de 60 w durante seis horas...

 - Desperdício

Os americanos jogam no lixo 2,5 milhões de garrafas plásticas por hora. Cada uma leva 500 anos para se decompor...

 - Plástico no tanque

Reciclar uma tonelada de plástico economiza 7,5 mil litros de gasolina...

 - Lixo marinho

Seis milhões de toneladas de lixo são jogadas no mar todos os anos. Na maior parte, plástico...
  Veja: 29 baleias cachalotes são encontradas mortas na Alemanha com estômagos cheios de lixo plástico 
  - Engano fatal

Milhares de criaturas marinhas morrem ao comer sacos plásticos achando que são águas-vivas...
  Veja: Mil tartarugas morrem todos os anos no litoral norte de SP por causa de lixo descartado indevidamente nas praias
 - Exemplo

Na Finlândia, são recicladas 9 de cada 10 garrafas plásticas, e quase 100% das garrafas de vidro...

 - Astronômico

A quantidade de latas e garrafas de refrigerante dispensada pelos americanos em um ano é suficiente para chegar à Lua e voltar 20 vezes...

 - Som na lata

Reciclar uma latinha de alumínio pode poupar energia para ouvir um álbum inteiro no seu iPod ou assistir TV por duas horas...

 - Negócio lucrativo

A reciclagem do alumínio economiza 95% do custo de energia para produzir alumínio novo...

 - Ciclo

Uma lata de alumínio reciclada pode voltar para a prateleira do supermercado em dois meses...

 - Multa

Desde 2005, os moradores de Nova York devem reciclar seus aparelhos eletrônicos, ou pagar uma multa de US$ 100 por peça...

 - Poluição

Se os Estados Unidos elevassem a taxa de reciclagem de 34,5% para 75%, seria o equivalente a remover o monóxido de carbono emitido por 50 milhões de automóveis...

  - Arquivo secreto

A CIA queima documentos confidenciais para aquecer sua água...

  - Desvantagem

Nem sempre a reciclagem resulta em economia financeira. Por exemplo, resina plástica virgem custa 40% menos que resina reciclada...

Como pode ver, esse é o quadro – por alto – da utilização/desperdício de recursos.
O que acha?

Obs. Se, ainda, não tem coleta seletiva onde mora, separe o seu ‘lixo’ assim mesmo, pois pode facilitar a coleta que não raro acontece nos lixões, mesmo de maneira informal pelos conhecidos catadores.

Com informações de bol/uol

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sábado

Sustentabilidade se aprende em casa e na escola. Com exemplos e conversas

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Informação, consciência e atitude... Pelo visto a questão ambiental ou de sustentabilidade do planeta passa, inevitavelmente, por este trio.

Mas, como fazer isso? O tema não dá lá ‘estes ibopes’ todo, apesar da sua vitalidade, literalmente, e nem tampouco a mídia usual perde seu tempo com estas filigranas, já que está por demais – como se diz – mancomunada com os interesses econômicos que usam e abusam do planeta como se ele fosse eterno em recursos e possibilidades.

E então?

A saída, pelo visto, fica com educação ecológica da criança, sobretudo, feita por pais e mestres... É a única saída!

Daí o ‘novo cidadão ecológico’ cresce atuando, praticando aquilo que é o mínimo pessoal e individual possível, para garantir um processo mais sustentável que poupe o planeta e a vida.

É no varejo – no individual – que se constrói o ‘atacado’ necessário.

Com adultos inconscientes a ‘educação’ da criançada ocorre naturalmente, por mera observação dos cacoetes e/ou hábitos equivocados, sobretudo dos pais em casa, que vem condenando o planeta, a vida.  

Tudo acontece “naturalmente”...

A questão ambiental saiu de moda. É como se ‘tudo’ estivesse nos conformes e a dilapidação do planeta segue, também, ‘naturalmente’...
Leia também: 
 - Veja dicas para uma casa sustentável. É fácil... Confira!
Logo, se você é ‘adulto’ – pai e/ou mestre – a bola está com você. Você pode se tornar o exemplo/educação imprescindível para tentarmos reverter todo processo.

Ao pé da letra é só fazer... Os filhos veem e... Isso para os pais, embora a conversa seja um adicional muito importante, pois coloca a questão na ordem do dia.

Veja algumas dicas:

1. Evite o desperdício de energia elétrica. Alerte as crianças sobre a necessidade de desligar os aparelhos que não estão em uso. É comum ver crianças deixando jogos eletrônicos, computadores e carregadores de celulares ligados desnecessariamente. Explique também a elas que deixar as luzes acesas traz um gasto alto de energia elétrica, sendo prejudicial ao planeta.

2. Ensine as crianças a não desperdiçar água. As crianças geralmente apreciam brincar com ela, não tendo a dimensão dos problemas de desperdício desse recurso natural precioso. Ensine que as torneiras devem estar completamente fechadas, mesmo durante a escovação dos dentes, abrindo somente para o enxágue da boca e da escova dental.

3. Habitue a criança a reciclar. Incentive-a a descartar corretamente os resíduos sólidos, a reaproveitar sacos plásticos, papéis e brinquedos. No momento de ir às compras, questione a criança sobre a real necessidade de ter mais um brinquedo, por exemplo. Além de poupar o meio ambiente, a criança aprenderá a consumir produtos com consciência. Lembre-se de que o termo “jogar fora” não existe em nível planetário.

4. Leia com as crianças informações sobre o meio ambiente e sobre como o estilo de vida da família pode impactar negativa ou positivamente na manutenção de nosso planeta. Ensine a elas o conceito de Terra como Casa Comum, termo utilizado pelo Papa Francisco na Carta Encíclica Laudato Si’ – leia aqui – que nos convoca a cuidar de nosso planeta.(g1)

Como falamos acima, tudo isso só será possível se, além das “falações”, a criança observar estas práticas em seu cotidiano, dentro de casa. O exemplo é a ‘lição’ mais eficiente, que funciona até sem que o ‘educado’ perceba.

Se cada um fizer a sua parte – o velho clichê – tudo se encaminha, tudo vai dar certo, embora a única responsabilidade de cada um é consigo mesmo, no caso com os filhos. O vizinho... Só nos resta torcer.

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