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quarta-feira

Parece anacrônico, mas alerta do papa sobre o meio ambiente é atual e oportuno

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Voltar a divulgar/enfatizar a primeira Encíclica Papal do papa Francisco dedicada ao meio ambiente é importante para quem ainda não tomou conhecimento de seu conteúdo, assim como torna-se bem oportuno, diante de coisas tipo Trump e suas ações anti-ambientais e anti-sustentabilidade.

É quando rasga e joga no lixo iniciativas que, embora não tenham, ainda, ‘dado conta do recado’ a que vieram, eram referências importantes para manter a reflexão em dia, sobre a necessidade de iniciativas mais efetivas, urgentes até, sobre os desafios para preservar as condições de vida no planeta.

Á primeira vista – com o apoio inestimável da mídia, entre aspas – é como se todos os problemas ambientais tivessem sido resolvidos, ou como deve achar o tal do Trump, que não passam de contos de carochinha, só que este, e “sua opinião”, com um poder muito grande para “melar as coisas”, e não está perdendo tempo.
"Papa pede ação rápida para salvar planeta e critica consumismo
Na primeira encíclica papal dedicada ao meio ambiente, Francisco defende fim da "cultura do consumo descartável" e chama aquecimento global de um dos principais desafios da humanidade.

papa Francisco apresentou nesta quinta-feira 18 a primeira encíclica dedicada ao meio ambiente, na qual exige dos líderes globais uma ação rápida para salvar o planeta da destruição e defende uma mudança no que chamou de "cultura do consumo descartável" dos países desenvolvidos.

Na encíclica Laudato si – Sobre o cuidado da casa comum, Francisco defende "ações decisivas, aqui e agora," para interromper a degradação ambiental e o aquecimento global e apoia explicitamente os cientistas que afirmam que o planeta está se aquecendo principalmente por causa da ação humana.

Ele afirma que se baseia "nos resultados da melhor investigação científica disponível" e chama o aquecimento global de "um dos principais desafios que a humanidade enfrenta em nossos dias", destacando que os países pobres são os mais afetados.

"A humanidade é chamada a reconhecer a necessidade de mudanças de estilo de vida, produção e consumo, a fim de combater este aquecimento ou, pelo menos, as causas humanas que o produzem ou agravam", afirma.

Francisco defende que os países ricos devem sacrificar parte do seu crescimento e assim liberar recursos necessários aos países mais pobres. "Chegou a hora de aceitar crescer menos em algumas partes do mundo, disponibilizando recursos para outras partes poderem crescer de forma saudável", escreveu o papa.

Ele apela às potências mundiais para salvarem o planeta, considerando que o consumismo ameaça destruir a Terra – transformada num "depósito de porcarias" – e denunciando o egoísmo econômico e social das nações mais ricas. "Hoje, tudo o que é frágil, como o ambiente, está indefeso em relação aos interesses do mercado divinizado, transformado em regra absoluta."
No texto, Francisco critica um sistema econômico que aposta na mecanização para reduzir custos de produção e faz com que "o ser humano se vire contra si próprio", defendendo que o valor do trabalho tem que ser respeitado numa "ecologia integral".

Ele rejeita o argumento de que a tecnologia vai resolver todos os problemas ambientais (e que) a fome e a pobreza serão eliminadas simplesmente pelo crescimento do mercado. "Uma vez mais, temos de rejeitar uma concepção mágica de mercado, que sugere que problemas possam ser resolvidos simplesmente por meio de um aumento nos lucros de empresas ou indivíduos."

O papa estabelece uma relação íntima entre os pobres e a fragilidade do planeta. "A convicção de que tudo está estreitamente interligado no mundo, a crítica do paradigma que deriva da tecnologia, a busca de outras maneiras de entender a economia e o progresso, o valor próprio de cada criatura, o sentido humano da ecologia, a grave responsabilidade da política, a cultura do descartável e a proposta de um novo estilo de vida são os eixos desta encíclica, inspirada na sensibilidade ecológica de Francisco de Assis", lê-se no 16.º parágrafo do documento papal.

O papa também aborda diretamente alguns dos principais tópicos ambientais. Ele defende que o consumo de combustíveis fósseis seja banido o mais depressa possível em favor das energias renováveis. Essa mudança, porém, não será possível sem que os países mais ricos aceitem ajudar os mais pobres, escreve.

Francisco alerta para o perigo de dar o controle da água às multinacionais, manifestando-se contra a privatização do que chama de direito humano básico. "Enquanto se deteriora constantemente a qualidade da água disponível, em alguns lugares avança a tendência para privatizar este recurso escasso, convertido numa mercadoria que se regula pelas leis do mercado", critica.

O líder da Igreja Católica refere-se ainda aos "pulmões do planeta", repletos de biodiversidade, como a Amazônia, a bacia hidrográfica do Congo e outros grandes rios ou os glaciares, todos eles lugares importantes para "todo o planeta e para o futuro da humanidade".

Francisco propõe ainda que se comece uma "discussão científica e social responsável e ampla" sobre o desenvolvimento e a utilização dos organismos geneticamente modificados para alimentação ou medicina.

"Embora não haja provas definitivas sobre eventuais malefícios dos cereais transgênicos para os seres humanos e estes tenham provocado um crescimento econômico que ajudou a resolver problemas, há dificuldades importantes" sobre o uso destes organismos que não podem ser esquecidas, alerta.

Segundo ele, o uso de transgênicos levou a que haja "concentração de terras produtivas nas mãos de poucos e o progressivo desaparecimento de pequenos produtores, que, tendo perdido as suas terras, tiveram que se retirar" da agricultura.

O papa também critica o uso excessivo das redes sociais. "A verdadeira sabedoria, produto da reflexão, do diálogo e do encontro generoso entre as pessoas, não se consegue com uma mera acumulação de dados que acabam em saturação e embaçamento, numa espécie de poluição mental", escreve.

O pronunciamento papal mais controverso em meio século já despertou a ira de setores conservadores, incluindo vários candidatos presidenciais republicanos dos Estados Unidos, que criticaram Francisco por se aprofundar em questões científicas e políticas. O apelo papal, porém, ganhou amplos elogios de cientistas, das Nações Unidas e de ativistas ambientais.

Por Deutsche Welle, em Cartacapital

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domingo

Porque descartar em vez de reparar ou consertar? E o meio ambiente com isso?

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Encontrei estes comentários em um blog, Como fazer você mesmo, e publico aqui, porque eles ilustram uma situação muito comum hoje, que é o descarte puro e simples de objetos de uso no nosso cotidiano, como um hábito que já se arraigou em nossas mentes, quando já nem consideramos a possibilidade de buscar o seu reparo ou conserto ao ficarem gastos ou avariados.

É uma atitude que parece aleatória, mas, como diz o comentário, nada mais é do que um produto da manipulação da própria indústria e fabricantes, que não tem qualquer compromisso e/ou preocupação com o uso correto dos recursos naturais o que leva ao esgotamento de suas reservas, bem como ao aumento dos lixões e aterros sanitários com sérios custos ambientais e à sustentabilidade no planeta.

Vale à pena conferir, é uma boa oportunidade para refletir sobre estes novos hábitos e, aproveita e pega algumas dicas.

Há já algum tempo esta conversa sobre meio ambiente, aquecimento global saiu de moda, vindo à tona, paradoxalmente, com o tal do Trump quando subiu na tampinha para desqualificar ‘a coisa’ em suas falas sobre o pouco interesse na renovação do Acordo de Paris de 2015 e acabou recolocando o velho tema na ordem do dia.

Isso sem lá muito entusiasmo de ninguém, diga-se de passagem, nem mesmo das entidades ambientalistas tradicionais.

Como pode ver abaixo no comentário que gerou este artigo, a data é de 2013, mas, bem oportuna diante do marasmo a que o tema foi relegado.

Veja:
Trump renega problemas climáticos globais e quer “tirar corpo fora” 
O meio ambiente e segurança jurídica estão indo pelo ralo. Meio ambiente é a bola da vez
Mas, independente de posições oficiais polêmicas e ‘interesseiras’ a saída é cada um fazer o que estiver a seu alcance, a sua parte, no sentido de contribuir para preservar o planeta – mais perto de você – em atitudes simples no cotidiano.


Comentários:

Boa dica.

Às vezes o estado das fechaduras e cadeados chagam a um ponto tão irritante que acabamos por optar em trocá-los.

Olá!

Ultimamente preferimos descartar do que buscar uma reparação ou conserto. É uma cultura que vem se instalando nos corações e mentes das pessoas, criada pelas exigências do consumo e com sérios custos ambientais, tanto pelo uso excessivo e esgotamento dos recursos naturais como pelo aumento do lixo.

Em função disso, fica até difícil encontrar um profissional para fazer reparos, e quando os encontramos achamos que a diferença no preço do serviço não compensa e preferimos botar mais algum dinheiro e comprar um novo. Novos estes que a cada dia duram menos,   já que são fabricados de propósito para não durarem e serem substituídos.

O objetivo deste blog é, exatamente, este, divulgar o saudável habito do “fazer você mesmo”, não só objetos de todo tipo, mas, de jeitos, técnicas e formas de reparar ou consertar, bem como reutilizar, em um exercício de prazer, ecológica e ambientalmente corretos e sustentáveis.

Abrigado pelo comentário, pois, acabou me permitindo esta resposta que explica o nosso propósito.

Um abraço

Como vê, é uma oportunidade para repensarmos os nossos hábitos de consumo e, sobretudo, de descarte. Para nós, a diferença nos preços do conserto e de um novo parece pouca, mas, no médio longo prazo pode sair muito caro à vida no planeta.

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sexta-feira

Porque os gramados, jardins e plantas estariam sumindo das casas?

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Um lance visível hoje em dia é como o verde de qualquer tipo vem sumindo e cedendo espaço para o cimento, para a pavimentação, nas ruas, mas, sobretudo nas casas – frente e verso, ou seja, ‘jardim’ e quintal – “costume pós-moderno” que se alastra por toda a cidade.

O verde – seja ele um gramado, jardins, arbustos, árvores ou qualquer tipo de planta – está se tornando coisa rara em nome da funcionalidade, da praticidade no trato com a casa, com a “vida moderna”, já que ninguém mais tem ‘tempo’ de cuidar destas ‘coisas’, daria muito trabalho, toma muito tempo.

Tempo este, com certeza, usado de forma mais “útil” diante de alguns ‘recursos’ eletrônicos, principalmente o velho, normalmente chamado TV, com seus programas de gosto a cada dia que passa mais duvidosos, principalmente nos fins de semana…

Temos hoje, cada dia mais onipresente na vida e imaginário das pessoas os celulares, smartfones e outras coisas do gênero, com seus inúmeros “recursos” aplicativos e watzapes da vida, onde sua função original, a de “falar”, se tornou um mero detalhe.

Quem ainda ‘gosta’ de plantas e flores prefere ir ao supermercado e adquirir alguns belos exemplares, meio que ‘transgênicos’, que dão aquele ‘up’ ecológico e natural à sua casa, antes de virarem um adicional ao lixo comum, muitas vezes ainda verdes, como costumamos vê-los nas portas ao lado do lixo convencional.

Algumas árvores que restam, de tanto serem mutiladas por podas educativas ou de ‘segurança’, mais parecem espectros, que não reúnem, inclusive, condições para a vida silvestre já que nem os pássaros urbanizados encontram abrigo e proteção em suas copas ralas.

Se ainda resistem, mesmo que mutiladas, é graças a leis municipais que penalizam o corte, em uma intenção, mesmo que burocrática, de garantir algum verde ou ambiente nas ruas, mas que são burladas com as tais podas educativas.

Diante desse cenário, ainda fala-se tanto em aquecimento, como se ele surgisse, assim… Do nada. Como se fossemos apenas vítimas infelizes de uma natureza cruel, que quer nos aniquilar a todos…

Veja como nós, “só”, temos a ver com tudo isso que pode afetar o ‘nosso’ planeta e vida, dê uma olhada: Áreas verdes. Sabe mesmo o que isso significa? O conceito pode se bem mais amplo

É o que atestam dados recentes de um grande estudo ecológico publicado no periódico Nature, segundo o qual o verde está sumindo do planeta. Já vai pra mais da metade, mas o pensamento comum é que isso é coisa de desmatamento, atribuições de governos apenas. Eu não tenho absolutamente nada a ver com isso.

O que muitos não sabem ou se soubessem provavelmente pouco mudaria, é que o ambiente doméstico seria sim, influenciado por gramados, árvores, plantas de todo tipo em casa, com o adicional de favorecer o surgimento de um microambiente saudável, com o surgimento de pássaros, borboletas e outros seres que há muito sumiram.

Logo, se tem alguma condição de restabelecer um ambiente, por menor que seja, para o verde em sua casa, tente. Você pode se surpreender!

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quinta-feira

Áreas verdes. Sabe mesmo o que isso significa? O conceito pode ser bem mais amplo

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No princípio do artigo abaixo, que publicamos em 2010, temos o: Fala-se muito em área verde... Só que hoje isto não acontece. A questão verde, para quem olha de fora.

É como se já tivesse sido equacionada, resolvida, mesmo, já que saiu da ordem do dia, da mídia e dos corações e mentes das pessoas, pelo menos é o que observamos.

Entretanto ela está aí, e o motivo que nos levou a surgir, o metanoverde, foi a sua defesa, através de buscar esclarecimentos, discussões e, também, denuncias sobre aqueles que gestam contra esta infra que se confunde com a própria vida, com a sua preservação em seu sentido mais amplo.
Leia artigos relacionados: 
Como fazer uma pequena horta orgânica, em casa ou no apartamento; 
Chuvas, alagamentos e inundações. De quem é a culpa? 
Como fazer uma pequena horta orgânica 
Torne-se um “guerrilheiro verde”, lance bombas de sementes e ajude na recuperação do meio ambiente; 
Pavimentação de jardins e quintais e problemas para o meio ambiente nas cidades. 
O meio ambiente e a segurança jurídica estão indo pelo ralo. Meio ambiente é a bola da vez
É tão elementar, básica, mas não custa dar uma relembrada.
Áreas verdes. Sabe mesmo o que isso significa?
Fala-se muito em área verde, que seriam fatores de equilíbrio do meio ambiente e qualidade de vida nas cidades. Mas, o que é mesmo uma área verde? Segundo a Organização Mundial de Saúde, da ONU, que sugere um mínimo de 12m² por habitante, ela compreende espaços abertos integrados à cidade e à vida urbana, como praças com cobertura vegetal, gramados, canteiros, arbustos e árvores, além de quintais e jardins nas residências, campos de futebol, zoológicos, jardins botânicos, e até cemitérios modernos com gramados e lápides pequenas.

Apesar da relativa facilidade de se atingir o índice mínimo, a quase totalidade das cidades brasileiras tem menos de 5m² de área verde por habitante, com uma exceção honrosa, Curitiba, com mais de 55m²/hab.

área verde mínima não é uma questão estética, apenas, mas um fator de qualidade de vida, já que garante a relação entre a quantidade de oxigênio disponível e o gás carbônico, além de criar um microclima mais ameno, despoluir o ar de partículas sólidas, reduzir a poluição sonora, reduzir e controlar a velocidade dos ventos – basta ver os estragos que fazem quando chove – e, até a purificação do ar de micro-organismos, como vírus diversos, bactérias e fungos.

Para se ter uma ideia desta última qualidade da “área verde”, foram medidas uma média de 50 micro-organismos por metro cúbico (m³) em uma mata e, até 4.000.000 por metro cúbico (m³), em um ‘shopping center’.

Se a sua casa, também, entra nessa conta, porque não começar a fazer a sua parte? Pense nisso!

Fonte: UNESP

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terça-feira

Como adicionar o conceito de sustentabilidade às suas atividades, ao ‘faça você mesmo’

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Este artigo foi publicado originalmente no blog Como fazer você mesmo, cujo nome já trás as pistas do que trata, quando dá dicas para adicionar a este grande prazer de fazer as coisas – de toda ordem e tipo – por si mesmo, o conceito de sustentabilidade que, embora pareça ter saído de moda, continua na ordem do dia como premência e/ou necessidade vital como sempre.
Como fazer para adicionar o conceito de sustentabilidade ao faça você mesmo
... em sua casa

A ideia deste blog é estimular o hábito saudável, prazeroso e econômico até, do fazer você mesmo, aliado ao inegável efeito – como poderíamos dizer? – ecológico/ambiental e sustentável, com a economia de materiais, a reutilização de produtos e matérias-primas de todo tipo.

Em função disso, alguns procedimentos simples e fáceis em casa no nosso cotidiano, estão dentro desse espírito e só adicionam à ideia de preservação e cuidados.

Consertar os eletroeletrônicos e outros aparelhos, bem como ficar ligado em sua manutenção constante, o que otimiza o seu uso e funcionamento bem como retarda ou evita a necessidade de substituição por outro.

Fique ligado, também, na manutenção das tomadas que não funcionam ou que apresentem problemas, como faíscas. Isso vale, também, para bocais, tanto aqueles da iluminação convencional como em abajures e/ou quebra-luzes.

Outro item que “dá pau” com certa frequência são as torneiras. Quando começam a pingar insistentemente, logo, substitua a “bucha” no princípio.  Aproveite e instale redutor de vazão nas torneiras, bicos e as tradicionais “peneirinhas” ou telas, o que facilita o uso – evita o excesso de pressão que espalha a água – além de reduzir o consumo enquanto mantém a mesmo efeito de vazão, até parece aumentar, sem comprometer o trabalho.

Faça a manutenção de fechaduras, cadeados e ferrolhos, o que não só facilita o seu uso e eficiência no cotidiano, bem como aumenta a sua durabilidade e vida útil, evitando assim a perda e sua substituição.

Limpe e engraxe os calçados e outros objetos de couro como bolsas, mochilas e carteiras, o que mantém sua beleza e garante a conservação do couro, que pode ter uma vida útil, praticamente sem limites, desde que bem cuidados.

Cuidado com as plantas, tanto no jardim como em vasos, observando a colocação de adubos ou nova terra e transplantes, o que as mantém bonitas e viçosas e ficará menos tentado a substituí-las em uma vista à flora ou ao setor específico nos supermercados.

Faça uma “composteira” com restos orgânicos, como cascas de frutas, sobras de legumes e folhas, bem como outros materiais, o que vai lhe garantir um adubo orgânico e saudável para seus vasos e hortas. Se você mora em apartamento, providencie um recipiente de plástico fechado, e se em casa ela pode se feita no chão, mesmo, em um canto no quintal ou jardim.

Cuide do piso, sobretudo se é de taco, fazendo não só a limpeza sistemática, a recolocação e colagem dos tacos soltos, medida que serve também para os pisos de lajotas e azulejos soltos.

Não espere que os descascados e pequenas ferrugens tomem conta de seus portões e grades de metal, use uma lixa de ferro ou um anti-ferrugem químico e limpe o local afetado, em seguida use tinta para restaurar e recompro a pintura original.  Agindo assim, vai impedir a progressão da ferrugem e futuro comprometimento geral da estrutura.

Estes pequenos procedimentos no cuidado e manutenção em sua casa contribuem para preservar e prolongar a vida útil dos materiais e equipamentos, evitando uma troca precoce, com o custo financeiro e ambiental com o descarte.

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sexta-feira

Porque você pode acabar se tornando vegetariano. Não credita? Confira!

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A notícia não é nova (2015), nem tampouco o problema, embora atualíssimo. Também não é papo de ‘vegano radical’. São conclusões da organização das Nações Unidas.

É que o seu bife diário ou o seu churrasquinho de fim de semana é ‘insustentável’, ambiental e ecologicamente falando. Palavrinhas de ‘ecochatos’ e sem sentido, não? Não, não são! As necessidades de água, e de alimentação, da população mundial são incompatíveis com o consumo de carnes.

Metade, é metade, da população da humanidade, ou algo em torno de 4 bilhões de pessoas, irá ter problemas de falta de água, básica, crônica, para a sobrevivência. Pode?
Leia também: 
Água da Nestlé tem venda proibida pela Anvisa por riscos de infecção em crianças e grávidas 
Cuide de sua água, veja dicas de como fazer isso neste verão 
Veja como consumir melhor, a mais pura, água
Só para ter uma ideia. Para fazer um 1 kg do churrasquinho a vaca consome 15.000 litros de água. É isso! Quinze mil litros de água, por extenso. Não acredita?

Como a opção não depende de ter ou não ter condições de adquirir – assim simplesmente – já que temos regiões ricas com, hipoteticamente, todas as condições de resolver o problema não o farão simplesmente por falta do que adquirir, do que comprar.

No Brasil, o Estado de São Paulo, por exemplo, é useiro e vezeiro da tal crise da água e é assim em qualquer lugar do planeta. Onde nem sempre a ‘grana’ significa muita coisa nesta área.
"Estudos apontam que falta de água pode tornar o mundo vegetariano
De acordo com dados da ONU, seria preciso aumentar a produção de alimentos em 70% para atender a demanda em 2050, no entanto não há água para isso
A crise hídrica que vem assombrando algumas regiões do Brasil não é novidade para outras cidades do mundo, como Califórnia, Barcelona, entre outras. O problema, na verdade, é tão grave que estima-se que metade da população mundial enfrentará falta de água crônica se os atuais hábitos de consumo alimentar continuarem como estão.

A previsão é de Malin Falkenmark, conselheiro científico sênior do Stockholm International Water Institute (SIWI), em um texto para o relatório Food Security: Overcoming Water Scarcity Realities.

O problema se tornou maior depois que a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura revelou, por meio de estudos, que será necessário aumentar a produção de alimentos em 70% nos próximos 40 anos para atender à demanda no planeta.

Segundo Falkenmark, não há água suficiente à disposição para abastecer as demandas atuais de terras agrícolas e haverá muito menos para produzir alimentos para a população esperada pela ONU em 2050.

Isso porque, de acordo com dados e pesquisas, a pegada hídrica de carne de bovinos de corte é muito alta – para apenas 1kg de carne bovina são necessários mais de 15.000 litros de água. Para os ovinos são necessários 10.400 litros, suínos 6.000 litros, caprinos 5.500 e frangos 4.300 litros.

Dessa forma, para mitigar os impactos, o ideal é apostar em dietas nas quais a maior parte da composição alimentar sejam proteínas provenientes de origem vegetal e não animal, como ocorre atualmente. Estima-se que a dieta mais sustentável, ou vegetariana, consuma de cinco a dez vezes menos água que a comum.

Vegetarianismo faz bem para a saúde

Muito comum em diversas partes do mundo, o vegetarianismo ainda sofre preconceitos por parte de médicos e acadêmicos. No entanto, diversos estudos já apontam que esse tipo de dieta vai muito além dos direitos dos animais.

Esse regime alimentar, baseado em alimentos de origem vegetal, faz bem para a saúde, já que elimina e previne contra diversas doenças relacionadas ao câncer e o coração.


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segunda-feira

Cuide de sua água. Veja dicas de como fazer isso não só nesse verão

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Veja nos links abaixo algumas informações interessantes sobre esse recurso de valor inestimável, que vimos sair tão naturalmente das torneiras que nos esquecemos de fazer a nossa parte, simples e fácil, em sua melhor preservação.

Já que é finita, mesmo!
Dicas para não desperdiçar a água. É bom lembrar... 
Filtro de barro brasileiro é o mais eficiente do mundo 
Veja como consumir a melhor e mais pura água 
Água mineral. Seu consumo não garante qualidade da água  
Vale à pena conferir!

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sábado

O meio ambiente e a segurança jurídica estão indo pelo ralo. Meio ambiente é a bola da vez

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Segue o “pagamento da fatura” do golpe. A Constituição e seu arcabouço de leis que garantiam a segurança jurídica estão indo pelo ralo.

Primeiro é a flexibilização, entre aspas, das reservas indígenas, que deve ser um desejo antigo dos pecuaristas e grandes proprietários de terra locais e estrangeiros, notadamente sobre terras da Amazônia, agora é a proteção ambiental, com a flexibilização – leia-se revogação – da exigência de licença ambiental para obras que possam impactar o meio ambiente e a qualidade de vida.

Quem aprovou – nas ruas e na festa com o golpe contra o governo constituído, legal – deve estar muito satisfeito com o novo “andar da carruagem”.

Muito mais está vindo por aí. Para quem não faz parte do seleto grupo dos “donos das coisas”... Vai sobrar, e muito, para todo mundo. É esperar pra ver!
     “Votação de 'licenciamento flex' é suspensa na Câmara por falta de quórum
São Paulo - A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara suspendeu nesta quarta-feira, 14, a votação do substitutivo do deputado Mauro Pereira (PMDB/RS) ao projeto de lei 3. 729/2004, que isenta e simplifica o processo de licenciamento ambiental. A suspensão  ocorreu por falta de quórum.

Apesar de a bancada ruralista estar em peso na sessão, defendendo que houvesse a votação, deputados de PT, Rede e PSOL obstruíram a votação.

O texto polêmico colocou em franca oposição o Ministério do Meio Ambiente, que defende um texto menos permissivo, e a Casa Civil, que resolveu apoiar o texto de Pereira para atender aos pedidos da bancada ruralista.

Mais de 250 organizações da sociedade civil manifestaram repúdio ao projeto, apontando que, se aprovado, ele será uma "fábrica de Marianas" - numa relação ao grande acidente ambiental que atingiu a cidade mineira em 2015.

O projeto de Pereira dispensa o licenciamento para atividades agropecuárias e de florestas plantadas; de melhoria ou reforço de sistemas de transmissão e distribuição de energia licenciados; em intervenções nas faixas de domínio das rodovias federais pavimentadas; e na execução de dragagens de manutenção e outras atividades destinadas à manutenção das condições operacionais pré-existentes em hidrovias, portos organizados e instalações portuárias em operação.

Em linhas gerais, o substitutivo de Pereira estabelece a dispensa e a simplificação do licenciamento. Em alguns casos, basta a empresas preencher um formulário na internet, como ocorre na Bahia com o modelo de "adesão e compromisso", o que é questionado pelo Ministério Público.

O texto delega aos Estados e municípios a definição de quais empreendimentos estarão sujeitos ao licenciamento ambiental, segundo natureza, porte e potencial poluidor. E restringe manifestações de órgãos interessados no licenciamento, como ligados às unidades de conservação (ICMBio), indígenas (Funai) e quilombolas (Fundação Cultural Palmares).

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, enviou uma carta à Casa Civil pedindo empenho para que o projeto não fosse votado. Em nota à imprensa, disse que "vê com preocupação a possível aprovação desse substitutivo que, além de propiciar a guerra ambiental entre os Estados, geraria insegurança jurídica e a judicialização do processo de licenciamento ambiental, o que comprometeria seriamente a produção e a economia do País".
           
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                * Citar ou usar fontes assim, como Globo, Folha, Estadão e outros que fazem parte do “staff” do golpe, invadindo e detonando os corações e mentes de seus leitores – junto com as TVs –, é pertinente porque para muitos, sobretudo os menos crédulos ou, com o perdão da palavra, os mais alienados, serve como referencia para não começarem a achar que é invenção de algum ambientalistazinho radical.

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quinta-feira

Índios pós-modernos...

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terça-feira

Veja como consumir a melhor, a mais pura, água

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As pesquisas compiladas no livro “The Drinking Water Book” (“O Livro da Água Potável”, em livre tradução), de Colin Ingram, apontam que o filtro de barro – aquele que sua avó provavelmente usa ou já usou – é o mais eficiente do mundo.

Ele é bom na retenção de cloro, pesticidas, ferro e alumínio, além de também não deixar passar 95% de chumbo e 99% de Criptosporidiose, parasita que causa diarréias e dor de barriga.’ (ExameAbril)

São os tradicionais filtros de “barro”, com filtragem por gravidade e/ou versões mais modernas como aqueles acoplados diretamente na água que vem da rua, com filtragem por pressão – embora possam não ser tão eficientes como os de “barro”, tanto é que as pesquisas se referem ao tradicional – mas, que, basicamente funcionam com o mesmo principio.

Este filtro de barro como conhecemos, é uma criação brasileira do início do século 20 e, apesar das mudanças nas preferências e nos costumes dos consumidores, continua sendo apontado por especialistas como uma das maneiras mais eficientes de se filtrar água no mundo.

O tradicional filtro São João, por exemplo, tem classificação máxima pelo INMETRO, e é o mais vendido, tendo recebido a classificação ‘P’ ou a melhor concedida aos purificadores e que retêm as menores partículas.

Leia também:
- Água da Nestlé tem venda proibida pela Anvisa por riscos de infecção em crianças e grávidas 
- Nestlé e Coca-Cola são condenadas na Califórnia – EUA – por venderem água de torneira como mineral
Além disso, ainda tem algumas vantagens adicionais e diferenciais do filtro de barro – todo de barro ou cerâmica – está em seu baixo custo de manutenção e a capacidade de refrescar a água de modo natural, sem gastos de energia elétrica. Isso porque a cerâmica diminui a temperatura da água, em média, em até 5 graus centigrados.

Ferver a água, por exemplo, ainda é uma forma eficaz para a purificação de água junto e os filtros de barro são os melhores meios de filtragem do mundo, segundo a publicação americana “The Drinking Water Book”.

Como vê as águas ditas minerais, ou que vêm em garrafas e garrafões só devem ter o nome e fama graças ao suporte de marketing, que não vemos por aí quando se trata dos filtros tradicionais e de sua água de qualidade superior.

E, como vai conferir nos links acima, se as grandes vedetes da comercialização de água no mundo – Nestlé e Coca-Cola – têm enfrentado a lei por graves irregularidades contra a saúde pública, uma fraude total, dá para imaginar que não deve ter lá coisas tão boas na área como um todo.


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