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terça-feira

Desenvolvimento sustentável da Amazônia, para quem?

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Diz o leitor: "Desenvolvimento sustentável significa que o meio ambiente deve ser submetido à racionalidade do crescimento econômico e não ser um entrave/obstáculo à melhoria das condições de vida da população, redução da pobreza, distribuição de renda e etc.. É só ver o exemplo dos países desenvolvidos. Querer que 1/3 do Brasil permaneça como selva é fácil se você vive no exterior." (blog do Planeta)
Este é um comentário de um usuário que encontrei na rede. Não deixa de ser uma opinião que merece reflexões. A expressão desenvolvimento sustentável virou quase um clichê e o seu sentido não deve ficar muito claro para todo mundo.
Um aspecto das discussões sobre Belo Monte é que a usina iria interferir ou deslocar populações que vivem às margens dos rios, os ribeirinhos (nas imagens), comprometendo o seu estilo de vida ou coisa do gênero. É provável que isto vá acontecer, mesmo se a usina for construída, já que a ‘subida do rio’ fatalmente vai deslocá-los.
Entretanto, sem entrar no mérito da viabilidade ambiental ou econômica do projeto, será se estes motivos alegados procedem?
Alguém já perguntou seriamente a estas pessoas se aquela vida que levam: vivendo da pesca artesanal e de sobrevivência, morando em cabanas toscas de madeira, sem condições mínimas, conhecidas, de conforto e higiene, sem saneamento básico, locomoção adequada, alimentação, educação e dando comida a zilhões de mosquitos e ou parasitas, é o que sonham para si e seus filhos?
Isso sem falar no que ‘nosotros’ de todo lugar não abrimos mão, como toda sorte de eletroeletrônicos como máquinas de lavar, TV à cabo, microondas, geladeira, computadores, secador de cabelo e toda a parafernália de gadgets de todo tipo que faz a cabeça de meio mundo?
Não seria uma visão romântico ambientalista que prega “greve de fome para o outro fazer?
Você pode até achar – meio que hipocritamente – que estas “coisas” não são essenciais para uma vida saudável... Sei, você acredita, mesmo, nisso? Então, como querer “condenar” estes brasileiros como nós, a viverem romanticamente à margem de tudo isso?
Pelo que se sabe, os desalojados de suas casas e terras na construção de outras usinas não tiveram, necessariamente, piora nas condições de vida, já que os projetos sempre preveem ações compensatórias. Não, não estou fazendo uma apologia da construção da usina, pelo menos não é este o objetivo deste artigo.
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domingo

Os problemas da Amazônia não se resumem à Belo Monte

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Enquanto se discute a viabilidade ecológico ambiental da Usina de Belo Monte, sobretudo, em função do impacto que teria sobre a vida dos índios, muito tem sido feito para violar estes direitos dos índios por empresas multinacionais com anuência ou omissão dos órgãos oficiais, e ninguém se interessa, tanto a mídia, frequentemente com discurso colonizado e antinacional ou as ONGs.

Estas últimas, mais ‘coerentes’, pois, o que se suspeita e discute é sua função de testa de ferro de interesses estrangeiros – empresas, corporações e governos – na Amazônia, utilizando como pretexto o falso discurso humanitário de proteção dos índios.

As denuncias e suspeitas sobre um projeto de longo prazo para a internacionalização da Amazônia, decididamente o maior e mais rico sitio mundial em recursos minerais, água e biodiversidade, parecem se confirmar.

Então, porque elas – as ONG – aceitam pacificamente a exploração mineral dentro de terras ianomanis na Amazônia por multinacionais estrangeiras, em projetos que incluem o aliciamento das comunidades indígenas, e engrossam o discurso com Belo Monte, se os motivos alegados custos ambientais e indígenas - são os mesmos?


Seria talvez porque o projeto da usina significa uma “posse mais efetiva” do Estado brasileiro na região?
A luta em torno da Reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, que se arrastou por décadas acabou por representar uma vitória da soberania nacional sobre um território praticamente internacionalizado, já que, ao contrario do que queriam as ONG, aos índios foram concedidos, apenas, o usufruto e não a posse e autonomia da área. 

Leia mais:
O movimento ambientalista gerido sobretudo por ONG estrangeiras, deve ser melhor observado e/ou avaliado se realmente serve aos interesses genuínos de preservação ambiental, sobretudo quando se ocupam em “aprovar greve de fome para os outros fazerem”, já que os países que as patrocinam não abem mão de seus privilégios conseguidos dilapidando os recursos do planeta e criando o tal do efeito estufa, enquanto pregam um ‘ambientalista utópico’ para enganar aos incautos.

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sexta-feira

Rio subterrâneo gigantesco é descoberto sob o rio Amazonas


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Trabalho desenvolvido pela pesquisadora da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Elizabeth Tavares, aponta fortes indícios da existência de um rio subterrâneo sob o Rio Amazonas.

Segundo o trabalho divulgado pelo Observatório Nacional, ligado ao Ministério de Ciência e Tecnologia, o rio que nasce no Acre e segue a mesma trajetória do Rio Amazonas até o Atlântico – denominado Hamza pela autora do trabalho – teria dimensões menores que o Amazonas, algo equivalente à vazão média do rio São Francisco e desemboca em áreas profundas do Oceano Atlântico.

Ele está localizado a uma profundidade de 4 mil metros abaixo do Rio Amazonas e o volume de água que lança no mar, talvez ajude a explicar os grandes bolsões de ‘água doce' encontrados no mar em áreas adjacentes à Foz do Rio Amazonas.

A sua existência comprova teorias segundo a qual o volume de água na superfície do planeta equivaleria a uma ponta de iceberg, tamanho o volume existente em camadas mais profundas do interior da terra, o que, em certo sentido alivia as previsões catastróficas sobre o esgotamento das reservas de água disponíveis para o consumo humano.

Esgotamento que só existe ou ameça em função da atitude predatória que homem sempre teve em relação aos rios e mananciais, bem como com as águas de todo tipo e origem, como a própria água do mar.

Fonte: amazonia.org

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domingo

Brasil faz prospecção de minerais no fundo do Atlântico


O fundo dos oceanos vem se tornando a nova fronteira de exploração de recursos minerais, não só o petróleo, mas, de minerais convencionais, relativamente raros, e caros, como as terras raras, de uso crescente nas tecnologias de ponta e cada vez mais raras, com poucas jazidas conhecidas e localizadas pouco democraticamente na superfície. É um dos focos das novas buscas.
Uma cordilheira submersa a 1.500 quilômetros da costa do Brasil guarda riquezas naturais que entraram na mira do Serviço Geológico Brasileiro (CPRM), ligado ao Ministério de Minas e Energia. Com o objetivo de mapear esse tesouro escondido sob toneladas de rochas, o CPRM acaba de realizar a segunda de uma série de seis expedições em alto-mar. Todas custeadas com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que alocou R$ 47 milhões este ano para programas de exploração marinha, incluindo o da Elevação do Rio Grande, como é chamada a cordilheira. 
Por sua distância - para se ter uma ideia, os blocos do pré-sal estão a 300 quilômetros da costa - e pelo pouco conhecimento que se tem da cordilheira, a Elevação do Rio Grande é tida como uma nova fronteira exploratória de minérios valiosos. Nela foi identificada a presença de níquel, platina, cobalto e até das chamadas terras raras, um conjunto de minerais muito usados nas indústrias de telecomunicações e eletrônicos. 
A cordilheira está localizada em águas internacionais, uma área que é considerada patrimônio da Humanidade e que está sob jurisdição das Nações Unidas. Na fase atual de exploração, quando a finalidade ainda não é comercial, qualquer país tem liberdade para ancorar seus navios na região e realizar pesquisas sem comunicação prévia. 
Depois de mapeadas as riquezas, é preciso pedir permissão à Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos, ligada à ONU. Uma vez concedido o pedido, apenas o país que obteve a concessão da área pode atuar nela.
Da Agência Globo

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terça-feira

As ONGs estrangeiras nas discussões do Código Florestal...

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O Código Ambiental está sendo aprovado a “toque de caixa”, quando as discussões deveriam ser maturadas em um processo mais longo, já que a sua aprovação, independente da forma ou versão que venha ser aprovado pode determinar e/ou comprometer o futuro do país. O que preocupa é o protagonismo de ONGs estrangeiras que atuam por aqui como se nacionais fossem, quando se sabe que muitas delas são, na verdade, instrumentos de governos estrangeiros preocupados com interesses que nada tem à ver com o meio ambiente, aqui ou em qualquer lugar. Leia abaixo a carta aberta do relator do Código Florestal, deputado Aldo Rabelo, à presidente Dilma.
(...) Confio na Vossa sensibilidade de chefe da Nação para arbitrar com equilíbrio e espírito humanitário a necessidade de combinar preservação ambiental e interesses da agricultura e do povo brasileiro. ONGs internacionais para cá despachadas pelos países ricos e sua agricultura subsidiada pressionam para decidir os rumos do nosso País. Eles já quebraram a agricultura africana e mexicana, com as consequências sociais visíveis. Não podemos permitir que o mesmo aconteça no Brasil. Termino relembrando o Padre Vieira quando alertou em um dos seus sermões: “Não vêm cá buscar nosso bem, vêm buscar nossos bens.

Publicado originalmente  em Coluna do Leitor
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sábado

Praga de gafanhotos provoca desabastecimento e fome

Nuvem de gafanhotos que costumam destruir totalmente “em um piscar de olhos”, plantações inteiras em países na Africa e Ásia, sobretudo, provocando o desabastecimento e fome. Embora seja uma praga da qual estamos livres, no Brasil, por um “capricho da natureza”, ocorre tambem nos EUA.

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segunda-feira

Dilma pretende exportar o pré-sal, “in natura”

Plataforma da Petrobras

A estratégia da Dilma, anunciada por ocasião da visita do Barack Obama, de tornar o Brasil do pré-sal um fornecedor preferencial de petróleo e gás aos EUA, festejada pelos norte-americanos e alguns setores aqui no país, é um grande equívoco.

Vamos simplesmente substituir as ditaduras árabes e norte-africanas subsierventes aos EUA e União Europeia, que ditam as regras e preços e, como está ocorrendo, agora, na Líbia, ficar à merce de intervenções armadas quando alguma conveniência interna, no país, vier, em algum momento e lugar no futuro, resolver mudar esta política de exportação do petróleo “in natura", visando favorecer aos interesses e/ou necessidades internas.

O presidente Lula, o “pai do pré-sal" em cujo governo aconteceu, graças aos esforços da Petrobras, e que conseguiu nacionalizar novamente o petróleo e gás com a criação da Pré-sal SA,  depois do marco regulatório do governo FHC/PSDB, que o entregou de mão beijada às petroleiras estrangeiras, defendeu que o petróleo e gás brasileiros sejam fatores de desenvolvimento, geração de riquezas e empregos.

Leia: Pré-sal Petróleo S/A. Nova estatal “nacionaliza” o petróleo.

Para isso não seria suficiente a renda gerada com a venda do petróleo “in natura", mas através do seu processamento interno, agregando-lhe valor com sua transformação em combustiveis e outros derivados, levando a criação de novas refinarias e crescimento da industria petroquimica, que garantiriam a geração de mais desenvolvimento, empregos e renda.

A justificativa declarada de exportar o “pré-sal" para preservar a matriz enérgetica limpa e renovável, tambem, não procede, pois, o plano original do presidente Lula, não conflita com isso, só garante um petróleo e gás como maior gerador de riqueza no país com a agregação de maior valor, como já nos referimos acima.

Os grandes produtores e exportadores de petróleo no mundo continuam, em grande parte, como países pobres, onde os grandes lucros do petróleo nunca chegam de fato às suas populações, o que não ocorreria se o processassem eles próprios, gerando desenvolvimento, empregos, renda e qualidade de vida às suas populações, como preconizou o presidente Lula, para o “nosso” pré-sal.

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quarta-feira

Vocabulário Básico de Recursos Naturais e Meio Ambiente

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Este é um “recurso” muito importante, sobretudo para quem tem interesses na área , como estudantes e/ou estudiosos, professores de geografia e matérias afins, bem como blogueiros, ambientalistas e toda a “fauna” de interessados nestes temas tão atuais como oportunos. É a 2ª edição do dicionário do IBGE, o que o torna mais completo, preciso e atual. Imprescindível para quem estuda e/ou escreve.

"O IBGE coloca à disposição da sociedade uma nova edição da publicação Vocabulário básico de recursos naturais e meio ambiente. Fruto de criteriosa revisão, esta segunda
edição voltou-se fundamentalmente a uma melhor definição de inúmeros verbetes, muitos dos quais ressentiam-se de interpretação mais clara, enquanto outros foram redefinidos, procurando-se adequá-los aos conceitos científicos mais recentes.

Nesta revisão, mais de 300 novos verbetes foram ainda incorporados, abrangendo os mais variados campos do conhecimento científico, procurando, desta maneira, ampliar o leque de abrangência deste Vocabulário. Merece ser ressalvado que os mesmos preceitos adotados quando da elaboração da edição."

Para baixar, é só clicar no link: Vocabulário Básico de Recursos Naturais e Meio Ambiente, em PDF.

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sexta-feira

Cisternas do semiárido do Nordeste para o Rio Grande do Sul



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Uma tecnologia social criada pelo Fome Zero, do governo Lula, e executada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), as cisternas, que são utilizadas com sucesso no semiárido nordestino, serão implantadas na área rural do Rio Grande do Sul.

O Estado que teve um regime de chuvas regular no passado, vem sofrendo com a seca ou a falta de chuvas em função dos desequilíbrios ambientais, tambem associados a práticas predatórias na agricultura e/ou às tais mudanças climáticas, que estariam deixando enlouquecido o clima no planeta como um todo. Embora haja controvérsias.

Edital do MDS libera recursos para a construção das cisternas, para armazenagem de água para consumo humano e animal. Elas armazenam 16 mil litros de água, o que é suficiente para suprir necessidades de uma família de 5 pessoas por até 8 meses.

De sucesso comprovado no semiárido do Nordeste onde foram construídas 340 mil delas e beneficiou cerca de 1,3 milhão de pessoas, tambem está sendo levada para áreas com problemas de seca no vizinho Paraguai.

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segunda-feira

ONGs estrangeiras atuam por aqui como se a Amazônia não fosse nacional


Apesar da mídia local que sempre jogou contra o Brasil, o país é um dos poucos países, senão o único que vem fazendo a lição de casa no que ser refere às mudanças climáticas e, diga-se de passagem, sem uma contraparte dos que só falam e não fazem nada, efetivamente. Isso com o agravante das ONG que azucrinam por aqui e ainda utilizam, para atingirem os seus propósitos não confessados, alguns nativos “ambientalistas”, que devem se sentir muito importantes nesta missão tão “superior e civilizada”.

Você sabia que Brasil responde por 74% de todas as reservas legais de biomas do planeta? É são dados. Agora, me ajude a entender. O que explica a “virulência” de ONGs – organizações NEO* governamentais – em suas “atuações” no Brasil? Elas se sentem em casa e tão à vontade que se julgam no direito de pressionarem “desrespeitosamente” autoridades e governo, ou mesmo devanear com a ideia de “querer” um debate exclusivo com os presidenciáveis no 1º turno, é, foi o tal do Greenpeace.

É como dizem seus financiadores. Na Inglaterra, o Jornal The Guardien disse que: “A Amazônia é muito importante para ser deixada nas mãos dos brasileiros”, ou o outro “dono” de ONGs e de uma grande “lábia ambiental”, os EUA, na voz do Al Gore,(TNYorkTimes,18/05/2008) que muitos “bobos alegres”, fantasiados de greenpeaceanos festejaram muito quando o dito cujo veio ao Brasil: “De quem é esta floresta amazônica afinal?...ao contrario do que acreditam os brasileiros , a Amazônia não é propriedade deles, ela pertence a todos nós”.

Toda esta falação ocorreu por ocasião da demissão da Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente, para desgosto de todos que a tinham como seu representante no governo.

Ou como disse mais recentemente um site ambientalista no Brasil, que o tal Cameron, do Avatar, e “amigo” da Marina Silva, veio ao Brasil: “Liderar a Guerra contra a Usina de Belo Monte”. Sinceramente – conveniência de construir ou não, à parte – não tenho a mínima ideia do que passa pela cabeça de um “ambientalista” como este que escreveu o artigo. Se é que ele seja mesmo brasileiro.

O presidente Lula vem conseguindo com o seu governo, um clima propício para a construção da autoestima do povo brasileiro e do país que, historicamente, por obra e graça de nossas “elites”, sempre sofreu da doença crônica do “complexo de vira-lata”, como disse o Nelson Rodriges, mas, pelo visto, muita gente ainda padece deste mal.

Em um comício em Brasília, 23/10/10, alguns “militantes” do greenpeace exigiram com faixas, que a candidata Dilma se comprometesse a zerar o desmatamento na Amazônia. O pior é que este pessoal é “voluntário” para o projeto de transformar a Amazônia em um parque de diversão para os “conscientes” europeus e norte-americanos passearem e dar gorjetas aos caboclos que carregam as suas malas e posam para suas fotos como “beau sauvages”, para ficar apenas na hipótese mais generosa.

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quinta-feira

Cresce o consumo de alimentos saudáveis no país

A melhoria de renda no país se reflete, tambem, na melhoria da qualidade da alimentação, com o aumento no consumo de produtos mais saudáveis como os orgânicos, criando condições para a ampliação do mercado do setor e consequente redução do preços, até então considerados “elitistas”.

O consumo de produtos mais saudáveis, como os orgânicos, sempre esbarrou nos preços o que acabava limitando não só o uso como o aumento da produção. Entretanto, o seu crescimento vem ocorrendo em todo o mundo, e o aumento da produção vem levando a preços mais baixos, tambem graças a incentivos governamentais em função da grande demanda internacional pelos produtos orgânicos alem do crescimento do mercado de consumo interno.

Não só de orgânicos especificamente, o consumo de alimentos considerados saudáveis, praticamente dobrou nos últimos 5 anos no país ( 82%), e a projeção é que o setor esteja em uma linha acendente. Segundo estudos divulgados recentemente este aumento no consumo reflete um a mudança no comportamento do consumidor, associado ao aumento da renda no país, que vem optando pelos considerados alimentos mais saudáveis como os diets, lights, alimentos funcionais, orgânicos e aqueles direcionados ao publico que tem intolerância a certos alimentos.

Outro indicador é o aumento no número e do sucesso de feiras e eventos especializados do setor, bem como entrada das grandes redes de supermercado que veem disponibilizando os produtos, notadamente, os orgânicos, o que vem levando, inclusive, à gradual queda nos preços para o consumidor, deixando portanto de ser um nicho de consumo de poucos.

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terça-feira

Amazônia, deleite de estrangeiros e desconhecida para os brasileiros

Só se gosta, cuida e preserva, algo que se conhece. A Amazônia é um universo único de belezas, riquezas e possibilidades que, historicamente atrai os olhares e a ganancia de muitos países que, gostariam de alguma maneira, colocar as mãos nesse território singular e que pertence ao Brasil e ao povo brasileiro.

A região Amazônica é um destino turístico privilegiado, e único, e a grande maioria dos brasileiros não tem a mínima ideia do que esta perdendo. Conheço pessoas que já foram 3, 4 vezes à Disney, nos EUA, e nunca considerou a possibilidades de conhecer a Amazônia. Simplesmente ela não existe em seu universo mental, como tambem não existe no da esmagadora maioria dos brasileiros.

Entretanto, quando você vai a Amazônia, um detalhe que salta aos olhos é a quantidade de turistas estrangeiros – quase todos – e maravilhados com aquele universal especial.

O que existe no imaginário dos brasileiros, e que foi construído pela mídia local – com qual objetivo? – é o de uma região estranha, perigosa, cheia de doenças e que não tem nada a ver com o seu cotidiano e os seus interesses. É como se fosse outro país, e o que é pior, não damos a mínima para o que acontece ou pode acontecer por lá.

É o contrario do que se vê na mídia internacional que se rende às belezas e a excepcionalidade desta região única no mundo, o que deve alimentar as suas fantasias de virem a colocar a mão nela e de se considerarem donos, como já falaram claramente autoridades dos EUA e jornais da União Europeia.
 

Leia: The New York Times questiona propriedade brasileira sobre a Amazônia 

 

Um fato agravante é um certo ambientalismo ingênuo que vive repetindo como papagaios as palavras de ordem destes interesses estrangeiros na Amazônia, através da pregação de ONGs como o Greepeace, cheia de “bem intencionados” militantes locais.

O desconhecimento, logo a falta de interesse e cuidado sobre a Amazônia, é meio caminho andado para ficar indiferente e/ou passivo diante de eventuais perdas e tentativas de desnacionalização, que por sinal já ocorre na região de forma dissimulada.

Comece a pensar na possibilidade de visitar a Amazônia, você via ficar agradavelmente surpreso e, sobretudo, orgulhoso de ser dono daquilo tudo, e com vontade de garantir o seu, o nosso direito sobre ela.

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sábado

Petrobras descobre novo poço de petróleo na Amazônia

As descobertas de novos poços de petróleo e/ou gás pela Petrobras já se tornaram tão frequêntes que não chamam mais tanta atenção assim, principalmente aqueles descobertos na área do pré-sal, onde pelo visto “a coisa” só está começando.

Entretanto esta descoberta agora é em uma região de grandes promessas e que já vem sendo explorado pela Petrobras de forma mais modesta, notadamente depois do grande “achado” na camada do pré-sal. É o petróleo na Amazônia. A empresa anunciou, 26/11/2010, a descoberta de novo poço de petróleo e gás natural, em Tefé, município a 630 km de Manaus, com um óleo leve (46°API), que é mais raro, e caro, em função de seu baixo custo de processamento.

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domingo

Multa do Ibama à Natura, do vice da Marina, por biopirataria, confirma velhas suspeitas

As suspeitas e/ou acusações que se fazem a Marina Silva sobre suas ligações com movimentos ambientais estrangeiros, que parecem esconder suas reais intenções e jogam contra os interesses do Brasil, de sua autonomia e soberania para decidir sobre as suas próprias riquezas e interesses, recebem um ingrediente novo com a multa do Ibama ao vice em sua chapa, autuado por biopirataria e violação da legislação ambiental do país.

Durante as eleições surgiram varias referências e/ou denuncias na internet, sobre o carácter duvidoso das qualidades ambientalistas do vice na chapa da Marina Silva, o Guilherme Leal, um dos donos da Natura. Agora, terminada as eleições, as “acusações”e/ou suspeitas se confirmam. O Ibama acaba de multar a Natura, junto com outras empresas nacionais e estrangeiras, por biopirataria, sendo que do montante da multa 100 milhões de reais, 60% são para a Natura.

A acusação é por uso não autorizado de patrimônio genético e de Conhecimento Tradicional Associado (CTA), que é o uso comercial de práticas exclusivas de comunidades brasileiras. A investigação envolve o Ministério Público, Policia Federal e Interpol, por envolver tráfico de biodiversidade. Detalhes do processo não foram divulgados, por estar sob sigilo judicial, já que envolve propriedade intelectual.

A pratica – roubo de biodiversidade – é feita pela cooptação da comunidade detentora do conhecimento, através da criação de ONGs falsas, para enganar e dar um caráter legal e até filantrópico assistencial. Como estas falsas ONGs, o que se sabe é que elas infestam a Amazônia a título de dar assistência e apoio a comunidades locais ou mesmos de falsas missões religiosas estrangeiras junto aos índios e comunidades na região.

Como vê, o projeto ambiental e sustentável da candidatura da Marina Silva estava “bichado” na origem. Se é que existia, efetivamente. Pelo menos se formos considerar a velha máxima popular: Diga-me com quem andas que te direi quem és.

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sábado

Plástico verde. Como o etanol, o Brasil sai na frente, novamente

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Depois do etanol, que o Brasil produz desde a 1ª grande crise do petróleo, em 1973, e que, hoje, fez o país sair na frente, quando o mundo começou a busca por fontes de energias alternativas, em função da crise energética e das mudanças climáticas, associadas ao excesso de emissões de gases de efeito estufa, principalmente aqueles produzidos pelo uso massivo de combustíveis fósseis, agora, o país sai na frente, novamente, e anuncia o plástico verde.

É o biopolietileno ou o polipropileno verde. Um material 100% renovável, feito a partir do etanol da cana-de-açúcar e que já está sendo usado em caráter experimental, e pretende substituir o plastico convencional feito com polipropileno derivado do petróleo. O anúncio foi feito pela Braskem, a maior fabricante de termoplásticos da América Latina.

O material já esta sendo usado em caráter experimental em fábricas de automóveis, embalagens alimentícias, cosméticos, brinquedos, materiais de limpeza entre a outras. O plástico verde, como está sendo chamado, ainda trás algumas vantagens adicionais no que se refere a sustentabilidade, com a redução nas emissões de gases de efeito estufa do produto convencional, que contribui com o aquecimento e as mudanças climáticas. Cada tonelada de plástico verde sequestra e fixa 2,5 toneladas de CO² que estavam na atmosfera.

Outra vantagem é que não terão que ser feitos investimentos para adaptação das máquinas das industrias de transformação, o que implica em menores custos e agilidade na colocação do produto no mercado. Neste sentido a empresa já fez parcerias que levará, em breve, o plastico verde ao consumidor final, no mercado local e em todo o mundo, inicialmente na forma de embalagens e cosméticos.

A Braskem é um empresa nacional, com participação majoritária da Petrobras e da Oderbrecht.

Fontes: Agência Sebrae e Braskem

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sexta-feira

Curitiba. Destaque mundial na separação de “lixo”

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Há 20 anos, quando ainda não se falava sobre mudanças climáticas, sustentabilidade e degradação do meio ambiente, que só virou um “hit” nos meios de comunicação com o relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas ( IPCC), da ONU, em Paris, na França, em 2007, Curitiba tem o mais alto índice do mundo em separação de rejeitos para reciclagem, algo entre 60% e 70% da população.

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Foi um processo que começou – na administração do prefeito Jaime Lerner – nas escolas públicas, com as crianças aprendendo a fazer a separação e ensinando aos pais. Hoje, os demais municípios correm atrás do prejuízo, depois que, na esteira das revelações do relatorio, o meio ambiente começou a entrar no universo pessoal de todos, que veem percebendo, além das responsabilidades de governos e empresas, a sua própria responsabilidade tanto na degradação como na solução ou redução do problema.

A separação dos descartados ou rejeitos é uma forma sustentável de resolver um dos maiores problemas das cidades, que é a grande produção de lixo que normalmente vai abarrotar os lixões, além de gerar renda e economizar energia.

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quinta-feira

Nova tecnologia da Petrobras substitui cavalo-de-pau

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A industria do petróleo que usa altas tecnologias na exploração dos combustíveis fósseis – petróleo, gás e outros hidrocarbonetos – como a desenvolvida pela Petrobras de prospecção, perfuração e extração de óleo e gás das camadas do pré-sal a, aproximadamente, 7 mil metros de profundidade, algo equivalente a altura do Pico do Everest, convive com tecnologias desenvolvidas nos primórdios da descoberta e exploração do petróleo que é o cavalo mecânico, mais conhecido como “cavalo-de-pau”, que ainda é utilizado normalmente, há mais de 100 anos em todo o mundo, para a retirada de óleo em poços em terra.

É um mecanismo muito simples que funciona de forma mecânica – com um movimento de vai-e-vem – que aciona o mecanismo no poço e traz o petróleo a superfície. Entretanto, em função de alguns problemas que implicam em altos gastos em manutenção do “cavalo-de-pau”, a Petrobras vem desenvolvendo, junto com o Laboratório de Eletromagnetismo Aplicado (Lmag) do Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétrica (PEA) da Escola Politécnica (Poli) da USP, uma nova tecnologia inédita no mundo que visa servir de alternativa mais eficiente e com um menor custo operacional.

A Petrobras que utiliza o cavalo-de-pau convencional em 68 dos seus poços em terra, não informa quantos já foram substituídos pela nova tecnologia. A perspectiva é de começar a comercialização para o mundo, já que detém a patente do novo motor e, existe ainda a perspectiva de usá-lo, inclusive em poços mais rasos no mar.

O mercado mundial é altamente promissor, pois, como falamos acima, é a primeira tecnologia que substitui efetivamente o cavalo-se-pau tradicional utilizado em todo o mundo.

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terça-feira

Pré-sal Petróleo S/A. Nova estatal “nacionaliza” o petróleo


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O presidente Lula sancionou (02/08/2010), o projeto de lei enviado pelo governo ao Congresso Nacional, que cria a Pré-sal Petróleo S/A (PPSA), empresa estatal que vai gerir a exploração do petróleo do pré-sal. Na realidade, ao substituir o sistema vigente até então de concessões pelo de partilha, a nova lei nacionaliza o petróleo e os demais produtos do pré-sal tornando-os propriedade da União.

É que, com o sistema anterior, as empresas concessionárias – em grande parte multinacionais estrangeiras – eram proprietárias do produto extraído, podendo, inclusive dar-lhe o destino que melhor lhes conviesse, tendo, apenas, que recolherem aos cofres públicos os impostos e/ou taxas devidos, conforme determinava o antigo marco regulatório feito no governo anterior do FHCPSDB – quando da quebra do monopólio da Petrobras e privatização, de fato, da empresa.

Pelo novo sistema, a PPSA vai gerir todos os contratos de exploração do petróleo, partilha de produção e de comercialização de todos os produtos, incluindo o gás natural e outros hidrocarbonetos, alem de monitorar a execução dos projetos de exploração, custos e investimentos, bem como gerar subsídios para as atividades de regulamentação da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Os seus recursos virão, sobretudo, das rendas obtidas com a gestão dos contratos de partilha, quando o petróleo produzido será “dividido” com a empresa – em percentuais pré-estabelecidos – e, a União com a sua parte é quem lhe dará o destino conveniente.

Além das vantagens óbvias para o Brasil, a Pré-sal Petróleo S/A, resgata a soberania nacional sobre uma riqueza de seu sub-solo que é patrimônio de todos os brasileiros, pois, pelo sistema anterior, como proprietária de fato e de direito do petróleo e gás extraídos a empresa estrangeira poderia dar-lhe o destino que quisesse, mesmo que, hipoteticamente, o país precisasse, em eventual crise de escassez interna e ou internacional, em um cenário anunciado há já um bom tempo.
Fonte: Agência Brasil 

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Produtos sustentáveis em vantagem nas licitações públicas

O governo federal privilegia empresas com prática sustentáveis em concorrências públicas. O objetivo é estimular a adoção de processos produtivos menos poluentes por parte do setor industrial no sentido de sustentabilidade.

Essa preferência ocorrerá no processo de compras publicas, editais de licitações e, conforme a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação: “... deverão ser escolhidos bens, serviços e produtos que causem menos impacto ambiental e tenham maior eficiência energética”.

Embora aparentemente mais caros, os produtos sustentáveis se compensam no longo prazo em função de gerarem menores custos na recuperação e prevenção de danos e impactos ambientais.
Se é de seu interesse e de sua empresa, clique no link e leia mais...
Fonte: Tendências e Mercado

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domingo

Usina de ondas no Porto de Pacem, no Ceará

"As obras de preparação de uma área no quebra-mar do Terminal de Multiplas Utilidades do Pacem (TMUT) para abrigar uma usina-piloto de produção de energia elétrica a partir das ondas do mar estão em andamento, devendo ficar prontas ainda este ano. 
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