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terça-feira

Mudanças climáticas. Fundamentos científico-ambientais ou político-econômico?

Desde a sua divulgação, em 02 de fevereiro de 2007, em Paris, o relatório sobre mudanças climáticas do IPCC (ONU), e aquecimento global, vem gerando controvérsias, sobre a consistência dos dados apresentados, mas nada que se assemelhe aos recentes acontecimentos com a divulgação de dados manipulados por “cientistas” do IPCC, da Inglaterra e dos EUA.

Dentre os fundamentos daqueles que contestam e/ou negam os dados que indicam índices alarmantes de aquecimento global do planeta, um deles é o fato de o CO² – eleito o vilão das mudanças climáticas – emitido na atmosfera pelas atividades humanas, representarem insignificantes 3% ou 3 bilhões de toneladas em emissões de um total de 200 bilhões de emissões “naturais”.

O metabolismo do planeta, com o fluxo natural dos oceanos, atividades dos vulcões e a vegetação seriam os reais responsáveis pelo fenômeno. Além disso, o processo de aquecimento ou resfriamento do planeta estaria, na realidade, ligado ao sol, que sofre alterações “periódicas” em suas atividades.

O rakeamento dos computadores da universidade inglesa que revelaram mais de mil e-mails que demonstram manipulação de dados sobre o clima, como comentamos no artigo: Informações contraditórias – fraudes? – sobre o aquecimento global, surgem às vésperas da COP15 , comprovam o ocultamento de dados que evidenciam, exatamente, o contrário: resfriamento do planeta para as próximas décadas – até 2040, aproximadamente – em função da redução das atividades do sol.

Logo, o objetivo real da “fraude”, não seria científico-ambiental e sim político e econômico, visando deter a ascensão de novas economias que vem prometendo virar o jogo de poder no mundo, como os denominados BRICBrasil, Rússia, Índia e China, com o foco do “combate” sobre um deles, a China, como já deu para perceber nas “lutas” na Conferência Climática em Copenhague, COP15, ora em curso (até dia 18/12/09).

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quarta-feira

Conferência Climática, em Copenhague. A farsa se confirma. Confira!

Não chega a ser uma surpresa o “vazamento” do documento final da COP15, já no seu 2º dia, quando, ainda, faltam 9 dias de “discussões” e/ou “negociações”.

Em vários artigos publicados aqui no Blog Metanoverde, que você lê no final deste texto, vimos comentando o jogo de cartas marcadas, que sinalizava um Conferência Climática como mera formalidade, ou jogo de cena, dos países desenvolvidos como os EUA, que nunca assumiram, e não vão assumir, não só as suas responsabilidades históricas pela elevada concentração de CO², como qualquer compromisso com o “problema climático”.

O que vazou, hoje (09/12/09), no 2º dia da Conferência Climática, foi o Documento Final – que obviamente só surge no final das negociações e acordos – segundo o qual o Brasil, China e Índia seriam”separados” dos demais países – não desenvolvidos ou em desenvolvimento – além do estabelecimento de cotas obrigatórias de emissões de CO² para as nações em desenvolvimento.

Além da arbitrariedade e “senso colonialista” da “decisão”, as emissões históricas dos países desenvolvidos e a liderança isolada dos EUA como maior emissor per capta do mundo (18 toneladas e média mundial de 4,8) não são nem considerados no tal documento.
Sob protestos do grupo dos países pobres e em desenvolvimento, o G77, inclusive com ameaças de se retirarem da Conferência Climática, a farsa continua.

Em tempo. O documento foi “elaborado” pelos EUA e Inglaterra, os mesmos países cujos “cientistas” climáticos foram pegos e acusados de fraudes e manipulação de dados sobre o aquecimento global como você lê no artigo:Informações contraditórias – fraudes? – sobre o aquecimento global, surgem às vésperas da COP15.

E aí, o que você acha? Faça um comentário e dê a sua opinião.

Fonte: Agência Brasil e TV Brasil

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“Climategate” derruba diretor de centro de pesquisas do IPCC do Reino Unido

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Como comentamos em artigo aqui no blog: Informações contraditórias – fraudes? – sobre o aquecimento global, surgem às vésperas da COP15, sobre a descoberta de manipulação de dados ou fraudes sobre o aquecimento global, conforme artigo publicado no The New York Times (23/11/09), e hoje, o Le Monde traz a notícia do afastamento do diretor do centro de pesquisa, inglês, Climate Research Unit (CRU), da universidade d'East Anglia, enquanto uma investigação independente apura as denúncias envolvendo as centenas de e-mails “hackeados” trocados entre cientistas do Programa Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), da ONU, que declaram, textualmente, manipulação de dados referentes ao aquecimento global.

O “Climategate”, como está sendo chamado, pode significar mais um fator complicador nas relações entre os países envolvidos na negociação de um novo acordo climático, agora, 07 a 18 de dezembro, em Copenhague que, diante da não só aparente, mas, declarada, má vontade dos protagonistas “mais “culpados” e de quem se espera e exige, uma ação mais efetiva, pode dar em nada de substancial e/ou significativo.

Fonte: Le Monde

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segunda-feira

Emissões de CO², o foco do combate deveria estar nas cidades?

Parece que esta lógica em combater o desmatamento da Floresta Amazônica, por exemplo, alegando o seu grande potencial, ou fator mesmo, de emissões de CO², carece – como poderia dizer? - de lógica. Também, o seu poder de absorver CO², o tal “pulmão do mundo” - como se divulgou por muito tempo – tão pouco tem qualquer fundamento científico.
É como se fosse um fetiche, um capricho dos tais países desenvolvidos que, de suas florestas originais não tem nem vestígios. Se é que não exitam interesses outros pouco confessáveis.

Alguns dados ajudam a compor este raciocínio, ou a pouca logica do argumento acima. É sabido que 80% das emissões de gás de efeito estufa (CO²) é produzido pelas cidades, já que consomem 75% de toda energia e concentram mais da metade da população mundial, logo, o foco do combate às tais emissões estaria deslocado. Portanto, diante desse quadro, as cidades seriam o campo propício e adequado para “atacar” o problema das emissões.

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quinta-feira

Fraudes em dados sobre aquecimento global surgem às vésperas da COP15


Notícias e/ou informações “inusitadas” sobre o clima e o aquecimento global, surgem - estranhamente – às vésperas da Conferência Climática, COP15, em Copenhague, em dezembro próximo, como se oportunamente plantadas para aliviar as pressões sobre os EUA, por exemplo, que já declararam a sua intenção de não assumir qualquer compromisso.

Os propósitos são os de sempre, tirar vantagens econômicas, políticas e estratégicas, daí serem manipuladas por governos e seus “cientistas” de plantão.

São informações, aparentemente contraditórias que, coincidentemente servem como uma luva para as pretensões dos países desenvolvidos, notadamente, os EUA, de fazerem “corpo mole” e continuarem a não assumir compromissos, ou melhor suas responsabilidades.

Uma delas é que, segundo “estudos”, o planeta teria uma capacidade maior do que a conhecida, de absorver o CO², conforme artigo na BBC Brasil (11/11/2009); outra seria a inusitada” estagnação dos índices de concentração de CO² na atmosfera, DER SPIEGUEL (18/11/09) e, a terceira, surge a partir de dados de e-mails “rakeados” de cientistas climáticos dos EUA e Inglaterra, revelando fraudes e/ou manipulações de dados sobre o clima, escondendo, por exemplo, aspectos naturais do processo de aquecimento ou de redução do aquecimento do planeta, dados estes omitidos ou divulgados seletivamente, no The New York Times (23/11/2009).

Como vê, os “cientistas”, pelo menos muitos deles, concordam com muitos governos que consideram que os leitores/contribuintes não passam de um bando de idiotas, como se referiu um dos tais cientistas sobre a ingenuidade das pessoas que “nada” sabem, ou que acreditam no que é divulgado.


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quarta-feira

Porque a Conferência Climática de Copenhague 2009, pode ser um fiasco

O fiasco previsível da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas 2009, em Copenhague, em dezembro próximo já vem sendo afirmada por este blogue há já algum tempo.

Não, não é pessimismo. O objetivo desse blogue é exatamente contribuir, modestamente, para o debate necessário sobre a melhoria das condições objetivas necessárias à vida no planeta.

Qualquer idéia ou opinião, pró ou contra, sobre qualquer coisa, em princípio só se constrói ou se sustenta, com a busca do conhecimento, informação e senso crítico, que surge da reflexão sobre tudo isso.

Por exemplo. Uma pedra fundamental para o sucesso do acordo climático, ou para que haja um, são os EUA, não só pelo poder político e econômico que mantem, mas, sobretudo, por ser o maior responsável individual pelo volume de concentração de CO², hoje, na atmosfera, bem como por continuar (18 toneladas per cápta), ao lado da China (5,2 toneladas per cápta), como o maior emissor de gases de efeito estufa (média mundial per cápta de 4,8), agravando, em princípio, mais ainda os problemas do meio ambiente.

Enquanto o Barak Obama, viaja por aí, vendendo simpatia e promessas, o Congresso norte-americano mantém engavetado, há meses, uma ampla proposta sobre mudança climática para o país, repetindo o governo anterior – tão criticado – G. Bush.

Outros “fatos novos” que dificultam mais ainda a construção de um acordo é a divulgação de estudos segundo os quais o planeta teria uma capacidade maior do que se pensava, de absorver o CO², aliado a outra conclusão que o aquecimento global está, hoje, relativamente, estagnado, embora pouco tenha sido feito, efetivamente, para isso.

Se reais – ou feitos sob encomenda – ou não, estes estudos são bastante oportunos, e chegam em boa hora para dar respaldo a idéia dos EUA e China, principalmente, de deixarem tudo como está.

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segunda-feira

Enquanto o Geenpeace “agita” por aqui, os EUA e China tiram o corpo fora dos compromissos com o meio ambiente

Vimos falando aqui há já algum tempo, sobre as ONGs estrangeiras – européias e norte-americanas – que acamparam por aqui e, vem se servindo de “um monte” de brasileiros “bem-intencionados”, e fazem o maior escarcéu no Brasil, acusando e, até desrespeitando o governo brasileiro, em suas pressões para que o país, sozinho assuma compromissos com o combate pela redução do aquecimento global. Agora, antes da próxima conferencia climática, a COP 15, em Copenhague, os EUA e a China fazem acordos para retirar suas propostas – promessas – que nunca acreditei que cumprissem, como pode ler nos artigos, para o novo acordo climático.

O Obama, com sua pinta de bom moço que a mídia vendeu a meio mundo como se fosse um novo messias, tendo até ganho um prêmio nobel por intenções de campanha, me surpreende, pois, mostra a sua cara mais cedo do que eu esperava, ou seja, falar bonito na conferência, prometer muito e depois não fazer nada.

Se você, que vem lendo os meus artigos onde “meto o pau” nestas ONGs estrangeiras – organizações neo-governamentais – talvez tenha me achado meio radical, pois, leia o artigo onde o Ministro Reinoldh Stefhanes da agricultura fala sobre isso, é só clicar no link: “Para ministro, ONGs deviam protestar nos EUA e China, não no Brasil.

O Brasil, não só decidiu por estabelecer voluntariamente metas de corte e/ou redução de emissões, como resolve pressionar aos EUA e China, para que façam a sua parte para salvar o “compromisso climático” que ameaça nascer morto, pois, os EUA, como já falamos aqui reiteradas vezes é o maior responsável isolado pelo atual estado de alta concentração de CO² na atmosfera que está gerando o aquecimento do planeta, ao lado da antiga Europa e, hoje, junto com a China, produzem, sozinhos, mais de 40% de todo CO² lançado na atmosfera.

Se você continua gastando seu dinheirinho com os “geenpeaces da vida”, é bom começar a se informar melhor para depois não se arrepender. Já se perguntou quem financia a super-estrutura de um Greenpeace e um WWF? Ou acha que é o seu dinheirinho? Ninguém gosta de ser enganado e fazer papel de bobo alegre. Elas são, na realidade, simulacros de entidades ambientais, que servem a interesses não revelados e a governos. O discurso é bonito e engajado, mas, os objetivos não são confessáveis, principalmente para você que contribui e milita.

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quarta-feira

Política Nacional sobre Mudança do Clima é aprovada na Câmara dos Deputados

O Projeto de Lei 18/07, que institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima, com propostas para implementar medidas de adaptações e mudanças no sentido de reduzir as emissões de gases de efeito estufa e contribuir no combate ao aquecimento global, foi aprovado nesta teça-feira (27/10/09) e segue agora para votação no Senado.

O projeto original está em tramitação desde 2007, e foi aprovado meio que às pressas para que o Brasil possa apresentar na 15ª Conferência de Nações Unidas para Mudanças Climáticas (COP 15), em Copenhague, na Dinamarca, de 7 a 18 de dezembro e, talvez em função disso, ele tenha um caráter “generalista” e não tenha estabelecido metas precisas de cortes de emissões e limites ao desmatamento como gostariam entidades ambientais – estrangeiras, diga-se de passagem – como pressionaram em Brasília para que, o presidente Lula e o Congresso Nacional o fizessem.

Este aspecto – propostas e metas a serem determinadas depois – é relevante, quando se sabe que existe um perigo real de os políticos se mostrarem indecisos, principalmente, daqueles países que ainda estão às voltas com a crise internacionalUnião Européia e EUA – de reagirem moderadamente as necessidades de controles mais drásticos de emissões, que possam comprometer a sua recuperação econômica.

Logo, o momento é de ação, mas, também, de cautela por parte do Brasil.

Fonte: Agência Câmara

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quinta-feira

Mudanças Climáticas. A socialização das responsabilidades - Blog Action Day 2009

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Não dá para aceitar a socialização dos prejuízos ao meio ambiente  provocados pelos países desenvolvidos.

Este é um “post” pelo Blog Action Day 2009, cujo tema é: Climate Change, em preparação para a Conferência Climática 2009, em Copenhague.
 
Claro que o planeta é um só! Pelo menos em princípio, as alterações climáticas e o comprometimento do meio ambiente tendem a afetar a todos, mas, não indistintamente.

Acho hipócrita e colonialista, como sempre, a idéia de transferir responsabilidades, e culpa, aos países ditos emergentes, quando é notório que este estado de coisas atual – as elevadas taxas de CO² na atmosfera – é de responsabilidade dos países desenvolvidos, emitidas sem limites ou critérios em seu processo de desenvolvimento.

Hoje, quando se fala que os EUA e a China são os responsáveis por 40% das emissões, é uma conta só parcialmente correta, já que a China é, relativamente, novata no processo, embora emita taxas elevadas em seu ritmo acelerado de desenvolvimento. Em contrapartida, os EUA continuam ainda com os seus elevados níveis de emissão, enquanto o Barak Obama joga conversa por aí, posando de ambientalista e exigindo, dos outros, as restrições que o país não fez, não faz e nada garante que fará.

Durante toda a vigência do Protocolo de Kioto (1997 - 2012) os EUA se recusaram até a conversar sobre o assunto, chegando mesmo a negar as conclusões do IPCC, sendo o principal responsável pelo “fiasco” do Protocolo de Kioto, já que outros grandes emissores seguiram o seu exemplo.

A moda, agora, de “ambientalistas” europeus e norte-americanos é pregar a desaceleração do desenvolvimento econômico, dos outros – “degrowth” (ou retração econômica) – bem como o controle e redução drástica da natalidade da população, dos outros. Enquanto lutam arduamente para acelerar as suas próprias economias e turbinar as taxas de natalidade de suas populações envelhecidas, como se temessem um desequilíbrio de poder por uma questão puramente demográfica, como já afirmaram alguns teóricos europeus.

Claro que algo precisa ser feito. A “renovação” do Protocolo de Kioto, em Copenhague é mais do que necessária. Entretanto, não é o momento de socializar o ônus e/ou prejuízos ao meio ambiente, se os benefícios já foram extremamente capitalizados pelos países desenvolvidos, que vivem os mais elevados níveis de consumo e qualidade de vida, enquanto bilhões de pessoas em todo mundo nem chegaram ainda a contemporaneidade.

Para os países emergentes ou em desenvolvimento, assumir esta carga que, diga-se de passagem, não devem, pode significar hipotecar o futuro de suas populações que, hoje, ainda vivem à margem das mínimas condições de uma vida digna e decente.

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segunda-feira

EcoFree, dica que pode usar e contribuir para a preservação do meio ambiente

Clique na imagem para ampliar
O CO², ou dióxido de carbono, não é, decididamente, um produto da inventividade e/ou irresponsabilidade do homem no uso dos recursos naturais e da queima de combustíveis fósseis apenas. É um elemento natural no meio ambiente, que faz parte do “metabolismo” do planeta e só chegou a tornar-se um vilão, em função dos excessos cometidos pelo homem em nome do progresso. Como você lê no artigo:”Dióxido de carbono, de benfeitor a vilão do meio ambiente pela ação humana".

Entretanto a somatória do efeito das emissões de “n” atividades humanas veem gerando um desequilíbrio com altíssima concentração de CO² na atmosfera, literalmente, insustentável.

Muito se tem escrito e falado sobre a influência das atividades pessoais na construção deste cenário, bem como o que pode ser feito por cada um para contribuir na controle do aquecimento e degradação do meio ambiente.

As novas tecnologias, como quaisquer outras, não ficam de fora dessa responsabilidade. Como o seu computador e as suas atividades na Internet, por exemplo. Neste sentido uma idéia simples, mas, que adquire maior significado diante dos mais de 1 bilhão de computadores e os quase 700 milhões de usuários ativos de Internet é reduzir o consumo de energia e as suas emissões de CO², usando tecnologias e/ou procedimentos mais “limpas”.

O portal de pesquisa EcoFree, que utiliza tela preta, pode ajudar, pois, está comprovado que reduz significativamente o uso de energia. Como você pode ver e baixar para o seu computador no link:O "Preto é Verde". Use “tela” preta contra a degradação do meio ambiente e o aquecimento global". Clicando aqui, pode ainda enviar para seus amigos o mesmo portal e assim disseminar esta idéia.

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quarta-feira

Bicicleta contra o aquecimento global, o ganho de peso e pelo meio ambiente



Manifestação contra carros e
Um hábito saudável que ataca dois problemas graves do nosso tempo é andar de bicicleta. Primeiro porque elimina a produção e emissão pessoal de CO² e redução da pegada ecológica ao não utilizar qualquer outro meio de transporte com combustível fóssil e, segundo porque possibilita a queima dos excessos de calorias e reduz o sobrepeso e seus adereços como hipertensão e diabetes, além de dar “um trato” no estresse. Isso sem falar no prazer que é dar uma pedaladas por aí.

Mas, para isso é necessário que – pelo menos nas grandes cidades do país – se inverta a prioridade no ordenamento e uso do solo urbano, que privilegia o transporte individual, literalmente por automóveis, criando ciclovias. No ponto em que estão as cidades hoje sem infra-estrutura adequada ao ciclismo, andar de bicicleta como veiculo de locomoção – trabalho, escola, universidade – é uma aposta na sorte a na vida.

Precisamos, portanto, usar a criatividade e acionar as instâncias de decisão do município e exigir mais espaço para a bicicleta, como de resto vem ocorrendo em muitas cidades mundo à fora. Inclusive uma legislação que não só favoreça como proteja o ciclista, como já vem ocorrendo em muitos países. Esta imagem acima é de uma das manifestações que ocorrem na França, no sentido de forçar a proibição do uso de automóveis em Paris.

Agora mesmo, o Brasil participa de um encontro internacional na Alemanha, para verificar e buscar subsídios sobre transportes alternativos, incluindo a bicicleta, visando otimizar o transporte para a próxima Copa2014, no Rio de Janeiro, aproveitando a experiência do país que sediou a Copa de 2006.

É isso! Enquanto vai usando a sua magrela, com segurança, em sua cidade, organize-se no sentido de exigir mais espaço para que possa torná-la, efetivamente, um meio de transporte e não apenas um objeto de lazer.

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sábado

Energia nuclear. A crise energética minimiza os riscos e “ressuscita” antigos projetos de usinas


Central nuclear - Mosele, França
As perspectivas de mudanças climáticas em função das emissões de CO² das fontes convencionais de energiapetróleo e carvão mineral – aliadas ao fim das reservas, sobretudo do petróleo, e as discussões sobre alternativas, vem “ressuscitando” a opção nuclear.
 
Parece que a carência de alternativas viáveis no médio e longo prazo, senão a falta de perspectivas para muitos países, vem espantando o fantasma dos acidentes nucleares que tirou de pauta, e da planta, muitos projetos de usinas.

A França, a maior potencia nuclear, e o modelo sugerido e preferencial. Com 78% de suas necessidades de energia elétrica para uma média européia de 30% e de 20 % nos EUA, a Areva – estatal nuclear francesa – vê crescer, a cada dia, a lista de novos clientes.

Isso se deve ao fato de, ao ter que administrar as suas 59 centrais nucleares, garante ter desenvolvido o que se denomina Terceira Geração, o que significa menos emissões de CO², mais eficiência e mais segurança. Essa revisão no trato com a energia nuclear vem acirrando os debates com aqueles que defendem alternativas mais seguras e limpas, pois, além dos riscos, hipotéticos, de acidentes, ainda não existe uma forma segura de armazenamento do lixo nuclear, que talvez seja o ponto mais fraco do sistema.

Outro aspecto a considerar, é o fato de a maioria dos países que usam ou pretendem usar, não tem reservas de urânio – demolindo o mito da auto-suficiência – e a conta do petróleo que não pode ser suavizada com as necessidades de combustível para veículos e transporte. Na França, também, 70% do combustível é baseado no petróleo e no carvão mineral, os velhos vilões de sempre.

Pelo visto, em vêz de uma alternativa energética real e ecologicamente viável, a opção mais provável é por aquela que parece mais fácil. Problemas? O futuro - e as próximas gerações - se encarregará de resolve-los. 
Fonte: EL PAIS 

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sexta-feira

Um litro de etanol de milho gasta 1 litro de petróleo e 2.138 litros de água para ser produzido

Apesar das perspectivas catastróficas para o meio ambiente em decorrência do aquecimento global, a lógica das ações, ou reações, e procedimentos continuam sendo o lucro e não, exatamente, a preservação das condições de vida no planeta.

Os biocombustíveis que surgiram como solução na substituição dos combustíveis fósseis, é um flagrante exemplo disso.

O sistema de produção do etanol com o milho nos EUA, utiliza 1 litro de petróleo e inacreditáveis 2.138 litros de água para produzir um litro de etanol. São dados publicados por cientistas do Departamento de Engenharia de Bioprodutos e Biossistemas da Universidade de Minnesota, nos EUA.

Isso, além de provocar a escalada nos preços do milho que é base na alimentação em muitos países, inclusive os próprios EUA.

A idéia de que o combustível é o problema a ser vencido, dissimula o fato de que a água que é o recurso mais precioso e cada vez mais raro no planeta, com perspectivas apocalípticas para as próximas décadas, já é um problema real, hoje, para mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo.

Segundo estimativas de organismos da ONU, estes mais de 1 bilhão de pessoas, teem dificuldade, hoje, para suprir suas necessidades de água para consumo imediato, ou seja, matar a sede.

O que existe, de fato, a nível de governo e das empresas é um jogo de cena e articulação de como faturar cada vez mais com a “crise” do meio ambiente. Como se sabe, por mais que ele, o aquecimento global, venha a afetar os países desenvolvidos, a fatura mais pesada vai ser paga pela turma de sempre.

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quinta-feira

Ecologia produtiva. O que é isso?



Ecologia produtiva é o movimento ou ação ecológica que focaliza a resolução dos problemas ecológicos e do meio ambiente, criando e desenvolvendo ações no sentido de encontrar novas soluções, empregos, desenvolvimento e riquezas com novos paradigmas, ao mesmo tempo em que se estabelece uma harmonia do homem com a natureza e revogando séculos de abusos e depredação.

Isso em contraposição aos movimentos ecológicos predominantes, que se nutrem do denuncismo emocionado, de criar e divulgar perspectivas catastróficas com a ênfase no “disparo” das taxas (CO²), a obstrução de iniciativas de desenvolvimento de forma espetaculosa com parca racionalidade e pregam a interrupção do desenvolvimento econômico a qualquer custo.

É o caso de algumas ONGs européias, principalmente, que sentadas sobre as “benesses” do seu elevado nível de consumo e de qualidade de vida, conseguidas, diga-se de passagem, com emissões livres de CO², preconizam desonesta e hipocritamente a interrupção do desenvolvimento dos outros, como você lê no artigo: "Pseudo ambientalistas propõem desaceleração do desenvolvimento econômico,'dos outros”.

É o tipico caso do “chutar a escada” para os outros não subirem, como disse o presidente Lula em recente encontro do G8 + G5, em L’Aquila, na Itália, como comentamos em artigo: G8 renova discurso/proposta de empurrar as próprias responsabilidades para o G5”.

Essas considerações sobre as duas concepções de movimento ecológico são feitas, por Claude Allegre em artigo no Jornal francês Libération: L’ecologie non productive, c’est quoi?. Confira!

Faça um comentário e dê a sua opinião!

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quarta-feira

Energia renovável. Desafio diante do uso acentuado dos combustíveis fósseis

Canavial
Enquanto se discute como controlar as emissões de CO² ligadas ao consumo de fontes de energia fóssil nas sociedades mais ricas, 2,4 bilhões de pessoas no planeta, mais de 1/3 da população, utiliza muito pouco e assim mesmo de forma precária.

O processo de desenvolvimento pelos quais passam muitos países, até então subdesenvolvidos, agregando centenas de milhões de pessoas ao consumo e a contemporaneidade, veem sendo faito com o uso das tais fontes maiores emissoras de CO², os combustíveis fósseis.

Embora os países desenvolvidos insistam no discurso no sentido de impedir o seu uso, leia artigo: G8 renova o discurso/proposta de empurrar as próprias responsabilidades para o G5”, o que deve ser feito, é partir eles próprios para, efetivamente, mudarem suas fontes básicas de energia, que continuam as mesmas, principalmente, o carvão mineral por ser mais abundante e barato.

Leia: O aumento no consumo de fontes de energia ecologicamente não-sustentáveis”

Nesse cenário, o Brasil saiu na frente, pois, nada menos que 46% de toda energia consumida no país é renovável – energia elétrica e combustível – enquanto a media mundial – países desenvolvidos – não passa de 12%. Processo que, no Brasil, começou muito antes, quando ainda não se falava em problemas do meio ambiente.

O tempo nem os recursos favorecem aos países pobres e/ou em desenvolvimento, pois as novas tecnologias de energia renovável ainda são muito caras, enquanto o carvão mineral, por exemplo, é a mais democrática das fontes de energia, pois, existe em quase todo o mundo, e por isso é a mais barata.

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quinta-feira

G8 renova o discurso/proposta de empurrar as próprias responsabilidades para o G5

A reunião do G8 e G5 (2009), sobre as responsabilidades no controle de emissões de CO², terminou repetindo o resultado da anterior como você lê no artigo: ”Reunião do G8 e G5, não chega a acordo sobre emissões de CO²”.

O G8, países desenvolvidos e responsáveis pelo atual quadro climático de aquecimento, tenta “socializar” os prejuízos ou custos, para não abrir mão das prerrogativas em desenvolvimento e qualidade de vida que os excessos de emissões que fizeram em seu processo de desenvolvimento possibilitaram.

O G5 se recusa a pagar a conta e comprometer o resgate de suas populações da pobreza e miséria a que foram relegados em todo este tempo.

Claro que o planeta é o mesmo e a degradação das condições do meio ambiente pode afetar a todos, embora não igualmente, como você pode conferir no artigo: “Aquecimento global, os países pobres pagam pelos ricos”, mas, as responsabilidades teem que ser diferenciadas e “penalizar”, efetivamente, a quem deve ou tem culpa.

Muitos países não teem nada a ver com isso e estão sendo coagidos a pagar pelo que não devem, como você pode conferir no artigo: “Second Life o efeito estufa e meio ambiente, contribuição considerável”.

E você, tem uma opinião formada sobre isso? Faça um comentário!

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segunda-feira

Fontes inusitadas de emissões de CO² e a sua contribuição na degradação do meio ambiente

Quando se fala em emissões de CO², o que nos vem à mente são as fábricas, usinas movidas a combustíveis fósseis, automóveis e um sem numero de atividades humanas convencionais. É fato. Mas, um emissor que vem ocupando um espaço cada vez mais expressivo nesse cenário são as novas tecnologias “limpas”.

Talvez a vedete entre esses novos agente seja o computador – o CPU, mais precisamente – pois, é um emissor importante, principalmente, com o seu número crescente que já ultrapassa 1 bilhão de aparelhos.

Nesse sentido, iniciativas interessntes veem surgindo, como o Climate Savers, formado pelas maiores empresas de tecnologia de ponta para combater o aquecimento global, conforme artigo:”Climate Savers, a onda ‘Greenteck’ a favor do meio ambiente...” que você lê clicando no link, bem como outro artigo onde comentamos pesquisas feitas que atestam a nada insignificante contribuição das redes sociais para o aquecimento e degradação do meio ambiente:
”Second Life e o efeito estufa”.

Temos, também, os portais de pesquisa ecologicamente corretos propostos pelo Google: o EcoFree e o Blakle, que você confere clicando no link e que pode, inclusive começar a usar.

Com o alerta que surgiu após a divulgação do relatório do IPCC: “O relatório de Paris sobre aquecimento global e meio ambiente”, situações inusitadas veem sendo levantadas sobre ações, insuspeitas até então, que conforme o artigo:”O divorcio contribui para o aquecimento global”, ou mesmo o Projeto de Lei que pretende obrigar aos noivos – a cada um deles – plantar uma árvore a título de compensar futuras emissões, que você lê em: “Projeto de Lei propõe obrigar recém-casados e proprietários de veículos novos...”

Como vê a informação e o conhecimento sobre a relação entre as atividades humanas mais triviais e o aquecimento global, vem crescendo, embora o “salto quântico” para a consciência e ação não ocorreram na mesma medida.

E você, acha que a contribuição pessoal é, realmente, significativa para o aquecim
ento global?

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Refugiados ambientais, ainda sem uma regulamentação internacional específica que lhes dê garantia

A migração é um fenômeno que já faz parte da historia do homem. Muitos fatores provocam o início desse fluxo de pessoas que abandonam seus locais de origem, em busca de uma situação diferente ou melhor do que aquela que estão vivendo.

Fatores tais como perseguições políticas e falta de condições de sobrevivência, provocadas por fatores econômicos e ambientais levam ao êxodo, que pode ser gradual e intermitente ou em um fluxo maciço, como nos casos de guerras e secas, por exemplo.

Os novos migrantes que vêem se somar aos já existentes são os refugiados ambientais. São as primeiras vítimas do aquecimento global, da degradação do meio ambiente e das condições de vida ou sobrevivência, que já está ocorrendo e tende a se agravar.

Em artigo publicado aqui: ”Tuvalu, o primeiro país vítima das mudanças climáticas”, comentamos sobre os primeiros refugiados ambientais que já se deslocam gradualmente para a Austrália – país próximo - à medida que o mar ocupa as suas terras, e representam, provavelmente, o início de um longo processo.

Com as perspectivas de agravamento da situação e surgimento de novos refugiados ambientais, é necessária a criação de uma legislação internacional especifica, como já existe para os refugiados políticos, por exemplo.

Um fato novo é o caráter irreversível da migração ambiental, como em Tuvalu, onde não existe qualquer possibilidade de retorno, como costuma ocorrer nas demais categorias.

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sexta-feira

Escassez de água não é um problema do futuro, está aqui e agora, na sua e na minha vida

Os problemas ligados ao meio ambiente e as perspectivas nada otimistas sobre as condições de vida no planeta, principalmente, depois da constatação do estrago feito pelo aquecimento global, parece não afetar muito as pessoas.

É o que dá para inferir a partir de estatísticas e da observação pessoal, que as atitudes e hábitos de desperdício – água e outros recursos naturais – não mudaram, como comentamos em artigo: “A distancia entre informação e consciência no trato com a água e o meio ambiente, que você lê clicando no link.

O que prevalece, na realidade, é o que se denomina “Pensamento Mágico”, ou seja, pode acontecer, e acontece, com todo mundo menos comigo. A escassez de água, por exemplo.

Uma grande cidade paulista, aproximadamente 1 milhão de habitantes, “recicla” a água que consome de uma maneira que, se a maior parte das pessoas soubesse, com certeza, se recusaria a usá-la, embora ela seja “cientificamente” potável. A água que é recolhida de um rio local e tratada para o consumo é, praticamente, a mesma recolhida pelo sistema de esgotos domésticos, tratada e lançada no rio, fechando o ciclo. E este é só um exemplo entre inúmeros outros.

Normalmente quando se fala em escassez, a idéia recorrente é: Sertão do Nordeste, no Brasil; países africanos e outros lugares menos privilegiados com este bem de valor inestimável. Pelo exemplo acima, dá para perceber que o problema está mais perto do que imaginamos.

E a sua relação com isso, o uso e abuso da água? Faça um comentário e dê a sua opinião!

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quarta-feira

Navios mercantes são vetores de doenças, destruição de ecossistemas marinhos e do meio ambiente

Como conseqüência das constatações sobre o aquecimento global e destruição ou comprometimento do meio ambiente, vêem à tona informações que, até então não tinham qualquer relevância.

Um problema ecológico-ambiental vem ocorrendo há décadas, trazendo consequências sérias como a disseminação de bactérias (e doenças?) pelo mundo e provocando desequilíbrio em ecossistemas marinhos, é a água de lastro ou água de balastro dos navios mercantes.

Aos milhares, eles transitam pelos mares e oceanos de todo o
planeta, conduzindo a base da economia mundial: o transporte (80%) de commodities e mercadorias de todo tipo.

Ao descarregar em um porto qualquer, ele enche seus tanques de balastro com água do mar, colhida no porto, sem critério algum e transporta para portos do mundo todo um micro ecossistema marinho, além da poluição, lixo e contaminação que porventura exista naquele porto.

Ao chegar a seu destino, ele simplesmente descarrega toda aquela água nas águas do mar local.

Não precisamos entrar e detalhes para avaliar o tamanho do estrago.

Na Baia de Todos os Santos, em Salvador (BA), pesquisas foram feitas para tentar identificar a queda acentuada na produção de caranguejos

A surpresa foi a descoberta de um tipo de caranguejo asiático não comestível – pelo menos por aqui – sem predadores naturais, se proliferando e competindo com os caranguejos locais por alimentos, o que vem levando a sua redução e pode até levar à extinção, pelo menos como alternativa econômica e alimentar.

O problema parece ter sido identificado, agora, pelo menos como problema, e exige medidas de adequação dos navios, talvez a um sistema de filtragem e tratamento desta água, antes de despejá-la no porto onde atracar.

Faça um comentário e dê a sua opinião.

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