terça-feira
Mudanças climáticas. Fundamentos científico-ambientais ou político-econômico?
quarta-feira
Conferência Climática, em Copenhague. A farsa se confirma. Confira!
Fonte: Agência Brasil e TV Brasil
- “Climategate” derruba diretor de centro de pesquisas, do Reino Unido, envolvido em manipulação de dados sobre aquecimento global;
- Porque a Conferência Climática de Copenhague 2009, pode ser um fiasco;
- Enquanto o Geenpeace “agita” por aqui, os EUA e China tiram o corpo fora dos compromissos com o meio ambiente;
- Blog Action Day 2009. Copenhague 2009. Não dá para aceitar a socialização dos prejuízos ao meio ambiente provocados pelos países desenvolvidos;
- Pseudo-Ambientalistas propõem desaceleração do desenvolvimento econômico, “dos outros”.
Conferência Climática, em Copenhague. A farsa se confirma. Confira!
“Climategate” derruba diretor de centro de pesquisas do IPCC do Reino Unido
Como comentamos em artigo aqui no blog: Informações contraditórias – fraudes? – sobre o aquecimento global, surgem às vésperas da COP15, sobre a descoberta de manipulação de dados ou fraudes sobre o aquecimento global, conforme artigo publicado no The New York Times (23/11/09), e hoje, o Le Monde traz a notícia do afastamento do diretor do centro de pesquisa, inglês, Climate Research Unit (CRU), da universidade d'East Anglia, enquanto uma investigação independente apura as denúncias envolvendo as centenas de e-mails “hackeados” trocados entre cientistas do Programa Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), da ONU, que declaram, textualmente, manipulação de dados referentes ao aquecimento global.
“Climategate” derruba diretor de centro de pesquisas do IPCC do Reino Unido
segunda-feira
Emissões de CO², o foco do combate deveria estar nas cidades?
Emissões de CO², o foco do combate deveria estar nas cidades?
quinta-feira
Fraudes em dados sobre aquecimento global surgem às vésperas da COP15
Os propósitos são os de sempre, tirar vantagens econômicas, políticas e estratégicas, daí serem manipuladas por governos e seus “cientistas” de plantão.
São informações, aparentemente contraditórias que, coincidentemente servem como uma luva para as pretensões dos países desenvolvidos, notadamente, os EUA, de fazerem “corpo mole” e continuarem a não assumir compromissos, ou melhor suas responsabilidades.
Uma delas é que, segundo “estudos”, o planeta teria uma capacidade maior do que a conhecida, de absorver o CO², conforme artigo na BBC Brasil (11/11/2009); outra seria a inusitada” estagnação dos índices de concentração de CO² na atmosfera, DER SPIEGUEL (18/11/09) e, a terceira, surge a partir de dados de e-mails “rakeados” de cientistas climáticos dos EUA e Inglaterra, revelando fraudes e/ou manipulações de dados sobre o clima, escondendo, por exemplo, aspectos naturais do processo de aquecimento ou de redução do aquecimento do planeta, dados estes omitidos ou divulgados seletivamente, no The New York Times (23/11/2009).
Como vê, os “cientistas”, pelo menos muitos deles, concordam com muitos governos que consideram que os leitores/contribuintes não passam de um bando de idiotas, como se referiu um dos tais cientistas sobre a ingenuidade das pessoas que “nada” sabem, ou que acreditam no que é divulgado.
Fraudes em dados sobre aquecimento global surgem às vésperas da COP15
quarta-feira
Porque a Conferência Climática de Copenhague 2009, pode ser um fiasco
O fiasco previsível da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas 2009, em Copenhague, em dezembro próximo já vem sendo afirmada por este blogue há já algum tempo.Porque a Conferência Climática de Copenhague 2009, pode ser um fiasco
segunda-feira
Enquanto o Geenpeace “agita” por aqui, os EUA e China tiram o corpo fora dos compromissos com o meio ambiente
Enquanto o Geenpeace “agita” por aqui, os EUA e China tiram o corpo fora dos compromissos com o meio ambiente
quarta-feira
Política Nacional sobre Mudança do Clima é aprovada na Câmara dos Deputados
O Projeto de Lei 18/07, que institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima, com propostas para implementar medidas de adaptações e mudanças no sentido de reduzir as emissões de gases de efeito estufa e contribuir no combate ao aquecimento global, foi aprovado nesta teça-feira (27/10/09) e segue agora para votação no Senado.
O projeto original está em tramitação desde 2007, e foi aprovado meio que às pressas para que o Brasil possa apresentar na 15ª Conferência de Nações Unidas para Mudanças Climáticas (COP 15), em Copenhague, na Dinamarca, de 7 a 18 de dezembro e, talvez em função disso, ele tenha um caráter “generalista” e não tenha estabelecido metas precisas de cortes de emissões e limites ao desmatamento como gostariam entidades ambientais – estrangeiras, diga-se de passagem – como pressionaram em Brasília para que, o presidente Lula e o Congresso Nacional o fizessem.
Este aspecto – propostas e metas a serem determinadas depois – é relevante, quando se sabe que existe um perigo real de os políticos se mostrarem indecisos, principalmente, daqueles países que ainda estão às voltas com a crise internacional – União Européia e EUA – de reagirem moderadamente as necessidades de controles mais drásticos de emissões, que possam comprometer a sua recuperação econômica.
Logo, o momento é de ação, mas, também, de cautela por parte do Brasil.
Fonte: Agência Câmara
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Política Nacional sobre Mudança do Clima é aprovada na Câmara dos Deputados
quinta-feira
Mudanças Climáticas. A socialização das responsabilidades - Blog Action Day 2009
Não dá para aceitar a socialização dos prejuízos ao meio ambiente provocados pelos países desenvolvidos.
Este é um “post” pelo Blog Action Day 2009, cujo tema é: Climate Change, em preparação para a Conferência Climática 2009, em Copenhague.- Pseudo-Ambientalistas propõem desaceleração do desenvolvimento econômico, “dos outros”;
- A fome no mundo não é por falta de alimentos, e sim de recursos para adquiri-los;
- Aquecimento global, irresponsabilidade e fome.
Mudanças Climáticas. A socialização das responsabilidades - Blog Action Day 2009
segunda-feira
EcoFree, dica que pode usar e contribuir para a preservação do meio ambiente
Clique na imagem para ampliarO CO², ou dióxido de carbono, não é, decididamente, um produto da inventividade e/ou irresponsabilidade do homem no uso dos recursos naturais e da queima de combustíveis fósseis apenas. É um elemento natural no meio ambiente, que faz parte do “metabolismo” do planeta e só chegou a tornar-se um vilão, em função dos excessos cometidos pelo homem em nome do progresso. Como você lê no artigo:”Dióxido de carbono, de benfeitor a vilão do meio ambiente pela ação humana".
Entretanto a somatória do efeito das emissões de “n” atividades humanas veem gerando um desequilíbrio com altíssima concentração de CO² na atmosfera, literalmente, insustentável.
Muito se tem escrito e falado sobre a influência das atividades pessoais na construção deste cenário, bem como o que pode ser feito por cada um para contribuir na controle do aquecimento e degradação do meio ambiente.
As novas tecnologias, como quaisquer outras, não ficam de fora dessa responsabilidade. Como o seu computador e as suas atividades na Internet, por exemplo. Neste sentido uma idéia simples, mas, que adquire maior significado diante dos mais de 1 bilhão de computadores e os quase 700 milhões de usuários ativos de Internet é reduzir o consumo de energia e as suas emissões de CO², usando tecnologias e/ou procedimentos mais “limpas”.
O portal de pesquisa EcoFree, que utiliza tela preta, pode ajudar, pois, está comprovado que reduz significativamente o uso de energia. Como você pode ver e baixar para o seu computador no link:”O "Preto é Verde". Use “tela” preta contra a degradação do meio ambiente e o aquecimento global". Clicando aqui, pode ainda enviar para seus amigos o mesmo portal e assim disseminar esta idéia.
Artigos relacionados:
- Lixo virtual. O novo “front” da velha atitude de produzir lixo e destruir o meio ambiente;
- A bicicleta contra o aquecimento global, o ganho de peso e pelo meio ambiente;
- Torne-se um “guerrilheiro verde”, lance bombas de sementes e ajude na recuperação do meio ambiente;
- Vintage, retrô, brechó...tudo a ver com o ecologicamente correto;
- Produtos orgânicos, a diferença nos preços você tira na farmácia e no médico;
- Fontes inusitadas de emissões de CO² e a sua contribuição na degradação do meio ambiente;
- Pavimentação de jardins e quintais e problemas para o meio ambiente nas cidades.
EcoFree, dica que pode usar e contribuir para a preservação do meio ambiente
quarta-feira
Bicicleta contra o aquecimento global, o ganho de peso e pelo meio ambiente
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| Manifestação contra carros e |
Bicicleta contra o aquecimento global, o ganho de peso e pelo meio ambiente
sábado
Energia nuclear. A crise energética minimiza os riscos e “ressuscita” antigos projetos de usinas
Central nuclear - Mosele, FrançaAs perspectivas de mudanças climáticas em função das emissões de CO² das fontes convencionais de energia – petróleo e carvão mineral – aliadas ao fim das reservas, sobretudo do petróleo, e as discussões sobre alternativas, vem “ressuscitando” a opção nuclear.
A França, a maior potencia nuclear, e o modelo sugerido e preferencial. Com 78% de suas necessidades de energia elétrica para uma média européia de 30% e de 20 % nos EUA, a Areva – estatal nuclear francesa – vê crescer, a cada dia, a lista de novos clientes.
Isso se deve ao fato de, ao ter que administrar as suas 59 centrais nucleares, garante ter desenvolvido o que se denomina Terceira Geração, o que significa menos emissões de CO², mais eficiência e mais segurança. Essa revisão no trato com a energia nuclear vem acirrando os debates com aqueles que defendem alternativas mais seguras e limpas, pois, além dos riscos, hipotéticos, de acidentes, ainda não existe uma forma segura de armazenamento do lixo nuclear, que talvez seja o ponto mais fraco do sistema.
Outro aspecto a considerar, é o fato de a maioria dos países que usam ou pretendem usar, não tem reservas de urânio – demolindo o mito da auto-suficiência – e a conta do petróleo que não pode ser suavizada com as necessidades de combustível para veículos e transporte. Na França, também, 70% do combustível é baseado no petróleo e no carvão mineral, os velhos vilões de sempre.
Pelo visto, em vêz de uma alternativa energética real e ecologicamente viável, a opção mais provável é por aquela que parece mais fácil. Problemas? O futuro - e as próximas gerações - se encarregará de resolve-los.
Energia nuclear. A crise energética minimiza os riscos e “ressuscita” antigos projetos de usinas
sexta-feira
Um litro de etanol de milho gasta 1 litro de petróleo e 2.138 litros de água para ser produzido
Apesar das perspectivas catastróficas para o meio ambiente em decorrência do aquecimento global, a lógica das ações, ou reações, e procedimentos continuam sendo o lucro e não, exatamente, a preservação das condições de vida no planeta.
Os biocombustíveis que surgiram como solução na substituição dos combustíveis fósseis, é um flagrante exemplo disso.
O sistema de produção do etanol com o milho nos EUA, utiliza 1 litro de petróleo e inacreditáveis 2.138 litros de água para produzir um litro de etanol. São dados publicados por cientistas do Departamento de Engenharia de Bioprodutos e Biossistemas da Universidade de Minnesota, nos EUA.
Isso, além de provocar a escalada nos preços do milho que é base na alimentação em muitos países, inclusive os próprios EUA.
A idéia de que o combustível é o problema a ser vencido, dissimula o fato de que a água que é o recurso mais precioso e cada vez mais raro no planeta, com perspectivas apocalípticas para as próximas décadas, já é um problema real, hoje, para mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo.
Segundo estimativas de organismos da ONU, estes mais de 1 bilhão de pessoas, teem dificuldade, hoje, para suprir suas necessidades de água para consumo imediato, ou seja, matar a sede.
O que existe, de fato, a nível de governo e das empresas é um jogo de cena e articulação de como faturar cada vez mais com a “crise” do meio ambiente. Como se sabe, por mais que ele, o aquecimento global, venha a afetar os países desenvolvidos, a fatura mais pesada vai ser paga pela turma de sempre.
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quinta-feira
Ecologia produtiva. O que é isso?
Ecologia produtiva é o movimento ou ação ecológica que focaliza a resolução dos problemas ecológicos e do meio ambiente, criando e desenvolvendo ações no sentido de encontrar novas soluções, empregos, desenvolvimento e riquezas com novos paradigmas, ao mesmo tempo em que se estabelece uma harmonia do homem com a natureza e revogando séculos de abusos e depredação.
Isso em contraposição aos movimentos ecológicos predominantes, que se nutrem do denuncismo emocionado, de criar e divulgar perspectivas catastróficas com a ênfase no “disparo” das taxas (CO²), a obstrução de iniciativas de desenvolvimento de forma espetaculosa com parca racionalidade e pregam a interrupção do desenvolvimento econômico a qualquer custo.Ecologia produtiva. O que é isso?
quarta-feira
Energia renovável. Desafio diante do uso acentuado dos combustíveis fósseis
Enquanto se discute como controlar as emissões de CO² ligadas ao consumo de fontes de energia fóssil nas sociedades mais ricas, 2,4 bilhões de pessoas no planeta, mais de 1/3 da população, utiliza muito pouco e assim mesmo de forma precária.
O processo de desenvolvimento pelos quais passam muitos países, até então subdesenvolvidos, agregando centenas de milhões de pessoas ao consumo e a contemporaneidade, veem sendo faito com o uso das tais fontes maiores emissoras de CO², os combustíveis fósseis.
Embora os países desenvolvidos insistam no discurso no sentido de impedir o seu uso, leia artigo: “G8 renova o discurso/proposta de empurrar as próprias responsabilidades para o G5”, o que deve ser feito, é partir eles próprios para, efetivamente, mudarem suas fontes básicas de energia, que continuam as mesmas, principalmente, o carvão mineral por ser mais abundante e barato.
Leia: “O aumento no consumo de fontes de energia ecologicamente não-sustentáveis”
Nesse cenário, o Brasil saiu na frente, pois, nada menos que 46% de toda energia consumida no país é renovável – energia elétrica e combustível – enquanto a media mundial – países desenvolvidos – não passa de 12%. Processo que, no Brasil, começou muito antes, quando ainda não se falava em problemas do meio ambiente.
O tempo nem os recursos favorecem aos países pobres e/ou em desenvolvimento, pois as novas tecnologias de energia renovável ainda são muito caras, enquanto o carvão mineral, por exemplo, é a mais democrática das fontes de energia, pois, existe em quase todo o mundo, e por isso é a mais barata.
Artigos relacionados:
- O carvão mineral, o primo pobre do petróleo é cada vez mais utilizado;
- Aquecimento global? Resolvemos pagar pra ver;
- Efeito estufa e paradoxos;
- O carvão mineral e a estória do “Patinho Feio”;
- Gás 17 mil vezes mais poluente que o CO², agrava o efeito estufa.
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Energia renovável. Desafio diante do uso acentuado dos combustíveis fósseis
quinta-feira
G8 renova o discurso/proposta de empurrar as próprias responsabilidades para o G5
O G8, países desenvolvidos e responsáveis pelo atual quadro climático de aquecimento, tenta “socializar” os prejuízos ou custos, para não abrir mão das prerrogativas em desenvolvimento e qualidade de vida que os excessos de emissões que fizeram em seu processo de desenvolvimento possibilitaram.
O G5 se recusa a pagar a conta e comprometer o resgate de suas populações da pobreza e miséria a que foram relegados em todo este tempo.
Claro que o planeta é o mesmo e a degradação das condições do meio ambiente pode afetar a todos, embora não igualmente, como você pode conferir no artigo: “Aquecimento global, os países pobres pagam pelos ricos”, mas, as responsabilidades teem que ser diferenciadas e “penalizar”, efetivamente, a quem deve ou tem culpa.
Muitos países não teem nada a ver com isso e estão sendo coagidos a pagar pelo que não devem, como você pode conferir no artigo: “Second Life o efeito estufa e meio ambiente, contribuição considerável”.
E você, tem uma opinião formada sobre isso? Faça um comentário!
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G8 renova o discurso/proposta de empurrar as próprias responsabilidades para o G5
segunda-feira
Fontes inusitadas de emissões de CO² e a sua contribuição na degradação do meio ambiente
Talvez a vedete entre esses novos agente seja o computador – o CPU, mais precisamente – pois, é um emissor importante, principalmente, com o seu número crescente que já ultrapassa 1 bilhão de aparelhos.
Nesse sentido, iniciativas interessntes veem surgindo, como o Climate Savers, formado pelas maiores empresas de tecnologia de ponta para combater o aquecimento global, conforme artigo:”Climate Savers, a onda ‘Greenteck’ a favor do meio ambiente...” que você lê clicando no link, bem como outro artigo onde comentamos pesquisas feitas que atestam a nada insignificante contribuição das redes sociais para o aquecimento e degradação do meio ambiente: ”Second Life e o efeito estufa”.
Com o alerta que surgiu após a divulgação do relatório do IPCC: “O relatório de Paris sobre aquecimento global e meio ambiente”, situações inusitadas veem sendo levantadas sobre ações, insuspeitas até então, que conforme o artigo:”O divorcio contribui para o aquecimento global”, ou mesmo o Projeto de Lei que pretende obrigar aos noivos – a cada um deles – plantar uma árvore a título de compensar futuras emissões, que você lê em: “Projeto de Lei propõe obrigar recém-casados e proprietários de veículos novos...”
Como vê a informação e o conhecimento sobre a relação entre as atividades humanas mais triviais e o aquecimento global, vem crescendo, embora o “salto quântico” para a consciência e ação não ocorreram na mesma medida.
E você, acha que a contribuição pessoal é, realmente, significativa para o aquecimento global?
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Fontes inusitadas de emissões de CO² e a sua contribuição na degradação do meio ambiente
Refugiados ambientais, ainda sem uma regulamentação internacional específica que lhes dê garantia
Fatores tais como perseguições políticas e falta de condições de sobrevivência, provocadas por fatores econômicos e ambientais levam ao êxodo, que pode ser gradual e intermitente ou em um fluxo maciço, como nos casos de guerras e secas, por exemplo.
Os novos migrantes que vêem se somar aos já existentes são os refugiados ambientais. São as primeiras vítimas do aquecimento global, da degradação do meio ambiente e das condições de vida ou sobrevivência, que já está ocorrendo e tende a se agravar.
Em artigo publicado aqui: ”Tuvalu, o primeiro país vítima das mudanças climáticas”, comentamos sobre os primeiros refugiados ambientais que já se deslocam gradualmente para a Austrália – país próximo - à medida que o mar ocupa as suas terras, e representam, provavelmente, o início de um longo processo.
Com as perspectivas de agravamento da situação e surgimento de novos refugiados ambientais, é necessária a criação de uma legislação internacional especifica, como já existe para os refugiados políticos, por exemplo.
Um fato novo é o caráter irreversível da migração ambiental, como em Tuvalu, onde não existe qualquer possibilidade de retorno, como costuma ocorrer nas demais categorias.
- Aquecimento global, países pobres pagam pelos ricos;
- Capital especulativo que “detonou” o sistema financeiro mundial, “investe”, agora, na compra de terras;
- Gás 17 mil vezes mais poluente que o CO² agrava o efeito estufa;
- Aquecimento global, resolvemos pagar pra ver.
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Refugiados ambientais, ainda sem uma regulamentação internacional específica que lhes dê garantia
sexta-feira
Escassez de água não é um problema do futuro, está aqui e agora, na sua e na minha vida
É o que dá para inferir a partir de estatísticas e da observação pessoal, que as atitudes e hábitos de desperdício – água e outros recursos naturais – não mudaram, como comentamos em artigo: “A distancia entre informação e consciência no trato com a água e o meio ambiente, que você lê clicando no link.
O que prevalece, na realidade, é o que se denomina “Pensamento Mágico”, ou seja, pode acontecer, e acontece, com todo mundo menos comigo. A escassez de água, por exemplo.
Uma grande cidade paulista, aproximadamente 1 milhão de habitantes, “recicla” a água que consome de uma maneira que, se a maior parte das pessoas soubesse, com certeza, se recusaria a usá-la, embora ela seja “cientificamente” potável.
Normalmente quando se fala em escassez, a idéia recorrente é: Sertão do Nordeste, no Brasil; países africanos e outros lugares menos privilegiados com este bem de valor inestimável. Pelo exemplo acima, dá para perceber que o problema está mais perto do que imaginamos.
E a sua relação com isso, o uso e abuso da água?
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Escassez de água não é um problema do futuro, está aqui e agora, na sua e na minha vida
quarta-feira
Navios mercantes são vetores de doenças, destruição de ecossistemas marinhos e do meio ambiente
Um problema ecológico-ambiental vem ocorrendo há décadas, trazendo consequências sérias como a disseminação de bactérias (e doenças?) pelo mundo e provocando desequilíbrio em ecossistemas marinhos, é a água de lastro ou água de balastro dos navios mercantes.
Aos milhares, eles transitam pelos mares e oceanos de todo o
Ao descarregar em um porto qualquer, ele enche seus tanques de balastro com água do mar, colhida no porto, sem critério algum e transporta para portos do mundo todo um micro ecossistema marinho, além da poluição, lixo e contaminação que porventura exista naquele porto.
Ao chegar a seu destino, ele simplesmente descarrega toda aquela água nas águas do mar local.
Não precisamos entrar e detalhes para avaliar o tamanho do estrago.
Na Baia de Todos os Santos, em Salvador (BA), pesquisas foram feitas para tentar identificar a queda acentuada na produção de caranguejos
A surpresa foi a descoberta de um tipo de caranguejo asiático não comestível – pelo menos por aqui – sem predadores naturais, se proliferando e competindo com os caranguejos locais por alimentos, o que vem levando a sua redução e pode até levar à extinção, pelo menos como alternativa econômica e alimentar.
O problema parece ter sido identificado, agora, pelo menos como problema, e exige medidas de adequação dos navios, talvez a um sistema de filtragem e tratamento desta água, antes de despejá-la no porto onde atracar.
Faça um comentário e dê a sua opinião.
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Navios mercantes são vetores de doenças, destruição de ecossistemas marinhos e do meio ambiente







